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segunda-feira, setembro 17, 2018
Tecnologias para irrigação seguem em plena evolução
Rodrigo Constantino faz brilhante análise da performance do poste Fernando Haddad no Jornal Nacional: "Haddad é fake, é petista, vive da mentira, da enganação, e foi exposto, massacrado pelos apresentadores do JN"
Fernando Haddad foi o entrevistado pelo Jornal Nacional nesta sexta, o último candidato a presidente, já que Lula não pode ser o candidato pois está condenado e preso por corrupção.
Logo na primeira pergunta, Renata Vasconcellos apertou Haddad sobre os escândalos de corrupção durante a gestão do PT. Haddad saiu pela tangente, claro, e comprova que petistas são mesmo incapazes de reconhecer qualquer desvio de conduta.
O motivo é simples: para eles, roubar não é desvio de conduta, mas sim um meio aceitável e legítimo para seus “nobres fins”. Haddad teve a cara de pau de falar que o PT foi o que mais fortaleceu as instituições, sendo que toda a campanha petista se baseia justamente em cuspir nas instituições, a começar no Judiciário, que condenou Lula em duas instâncias e o manteve preso na última, o STF.
PT e corrupção são como dois lados da mesma moeda: não existem isolados, um sem o outro. William Bonner entrou em campo pressionando o entrevistado, e citou vários petistas condenados, presos ou investigados. Haddad citou a “presidenta” Dilma, que não foi condenada. E aproveitou para jogar para a plateia: “A Globo julga antecipadamente”. Depois atacou os delatores, ou seja, o mensageiro.
Haddad estava ali numa missão impossível de fazer Ethan Hunt morrer de inveja. Tinha que defender o indefensável: uma quadrilha disfarçada de partido político, que já foi pega com a boca na botija inúmeras vezes. Enganar analfabetos desesperados no Nordeste é mais fácil do que convencer um público minimamente instruído. Claro, se for “muito” instruído, um “intelectual”, aí tem chances de cair na ladainha petista.
Tudo ligado a petistas significa fuga, mentira, transferir responsabilidades. Quando perguntaram sobre a derrota no primeiro turno para a reeleição da Prefeitura de SP, Haddad disse que o eleitor foi “induzido ao erro”. É sempre assim. PT não tem ideia do que sejam virtudes. Ao contrário: transforma vícios em virtudes e despreza as verdadeiras virtudes.
Eis algumas reações à entrevista no Twitter:









O alerta de Holiday é válido: Haddad é fake, é petista, vive da mentira, da enganação, e foi exposto, massacrado pelos apresentadores do JN. Mas isso não quer dizer que deva ser subestimado. Muita gente ignorante ainda pensa em Lula como um grande líder, e associa seu nome à era de bonança econômica, que foi fruto de um cenário externo favorável.
Todo cuidado é pouco com essa turma. O objetivo dos eleitores deve ser um só: impedir a volta da extrema-esquerda ao poder! E sendo sincero, parece existir um só nome capaz disso no momento…
quinta-feira, setembro 13, 2018
quarta-feira, setembro 12, 2018
Abics: exportação de café solúvel se recupera e cresce 3% no comparativo anual
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terça-feira, setembro 11, 2018
Site Petralha Brasi247 e o "Historiador" Petralha Fernando Horta insinuam que o General Mourão tramou o atentado contra Jair Bolsonaro
No GGN:
A farsa do atentado a Bolsonaro, por Fernando Horta
A História ensina que um “fato” só é um fato a partir do momento em que o elemento humano a ele se relaciona. A cada segundo, milhões de “fatos” acontecem por todos os lados do globo, mas só alguns recebem significação pelo sujeito. Assim, é ser humano, em sua complexidade, que diz o que é um “fato” e como ele deve ser entendido dentro da teia de relações e correlações no tempo e no espaço.
É através da contextualização que o processo de dar significado a algo se inicia. Não basta “ter acontecido”, é preciso que os homens e mulheres falem a respeito. Que estabeleçam o esforço de situar aquilo que “aconteceu” dentro do universo conhecido. As coisas só adquirem significados a partir dos seres que nelas colocam sentido, atenção e a transportam do mundo das insignificâncias para o ambiente político-narrativo.
Houve uma facada. O fato de não ter saído sangue no momento é bastante comum, já que o agressor apenas estocou a faca, não a mudou de direção. Provocou um pequeno corte e não uma laceração externa evidente. Os médicos e atendentes estavam sem luvas e com as máscaras fora do lugar porque a foto que circula do ex-capitão foi tomada no momento em que a equipe, tomada de surpresa, decidia o que fazer. Se não é o melhor procedimento médico, também não é suficiente para colocar em dúvida a gravidade da agressão.
Os vídeos do agredido feliz em visita a um hospital foram feitos pela manhã do mesmo dia, em visita a um hospital do câncer. Daí resulta a mesma roupa e a felicidade de campanha, tão verdadeira quanto as lágrimas de crocodilo. As manifestações, via Twitter, do filho não-fraquejado do ex-capitão só mostram o quanto a figura é despreparada para manejar uma simples ferramenta de comunicação. Não podem, contudo, alimentar a dúvida sobre a veracidade da agressão.
E toda a verdade sobre o “fato” se esgota aqui. A partir de agora, tudo é uma farsa. Montada na simbólica véspera do sete de setembro. O momento da independência sem povo é exaltado pelo exército como a formação deu uma país sem alma. Nos quartéis, a bandeira substitui os laços de solidariedade e é mais comum ver um militar chorando durante o hasteamento do “pavilhão nacional”, do que diante de crianças pobres esfomeadas a dormirem ao relento. Dar significado às coisas é um ato político, e amar uma bandeira mais do que à criança que ela representa é um dos assombros recorrentes das nossas forças armadas.
O vice-general Mourão, saiu rapidamente a montar a farsa do “atentado da esquerda” disparando sobre o Partido dos Trabalhadores e sobre o PSOL. O mesmo general que há poucas semanas honrava a chapa que participa chamando os índios de “preguiçosos” e os negros de “malandros”. É preciso que se diga que o general, claramente de linhagem dinamarquesa-islandesa, se alinhou rápido ao discurso do capitão. Todavia, se o general maneja uma arma (ou um tanque) com a mesma precisão que analisa a história e a política brasileira, entendemos um pouco da incapacidade e despreparo das nossas forças.
A Rede Globo Monopólio de Televisão também adicionou cores à farsa informando que a facada atingira a “democracia brasileira”. A afirmação chega a ser risível. Primeiro porque Bolsonaro não representa, nem nunca representou qualquer ideal de democracia. Simbolicamente o agressor não atacava a “democracia”, mas o fascismo bruto e descarado que o ex-capitão representa. Em segundo lugar, a afirmação da Globo faz parecer que ela sempre foi um bastião na defesa da democracia. E isto, até mesmo o ex-capitão havia jogado no colo dos entrevistadores da empresa como uma mentira mal-vomitada.
A montagem da farsa ainda ganhava outro ator, o presidente do partido pelo qual se candidata o fascista. Segundo aquela figura-referência de conhecimento e educação, “agora é guerra”, como se a campanha inteira do fascista não fosse fazendo apologia e promessa de guerra o tempo todo. Desde crianças de colo a fazerem sinais de armas, até promessas abertas de massacres e abusos em que Sua Santidade a procuradora-geral imperatriz da União Raquel Dodge não enxerga “problema algum”. Por anos, o mundo reconheceu o ex-capitão como um dos seres mais desprezíveis, abjetos e incitadores de violência que atualmente anda sobre este planeta. Não foi somente após a agressão que os fascistas decidiram “ir para a guerra”. Foi apenas uma desculpa para mais desrespeito e ignorância.
Mas a farsa foi completada pela fala da Sua Santidade Divina a Presidenta impoluta do STF, Carmem Lúcia. Sua Santidade deu entrevista em tom e feição que quase convenceu o país que estava preocupada com a “garantia das liberdades dos candidatos e eleitores” como a “expressão de um processo eleitoral democrático”. Sua Santíssima impoluta deverá me perdoar, mas condenar alguém sem provas, apressar julgamento e prender em presunção de inocência, mudar agenda do STF para mantê-lo preso, ignorar ordem da ONU e tratados internacionais e assumir conluio entre o judiciário e o MP para ignorar ordem de soltura são violências extremas contra as “liberdades dos candidatos” e, certamente, não representam “expressão de um processo eleitoral democrático”. E diante das reiteradas agressões de um dos judiciários mais caros do mundo ao seu povo, a faca do agressor se torna pequena, pequeníssima.
Não sou hipócrita, não desejo ao fascista pronto reestabelecimento. Sou justo, desejo a ele exatamente o que ele deseja a negros, índios, militantes de esquerda, do movimento sem-terra, aos transexuais, aos homossexuais e aos que dele divergem. Desejo exatamente o mesmo. Em gênero, número e grau.
A faca atingiu o intestino do fascista, e ter as próprias fezes a misturarem-se internamente com seu corpo é uma caricatura da vida do infelizmente presidenciável. Dar significado às coisas é um ato político.
Quem é esse Fernando Horta?
Luiz Fernando Castelo Branco Rebello Horta
- Endereço para acessar o CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/0589727185579085
- Última atualização do currículo em 22/08/2018
Possui graduação em história pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2007) e mestrado em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília (2013). Atualmente é doutorando da Universidade de Brasília. Tem experiência na área de História, com ênfase em História da Ciência, Epistemologia e Teoria de História e de Relações Internacionais, atuando principalmente nos seguintes temas: política internacional, guerra fria, conselho de segurança, realismo e bipolaridade.
Formação acadêmica/titulação
2014 - 2018
Doutorado em Relações Internacionais (Conceito CAPES 6).
Universidade de Brasília, UnB, Brasil.
com período sanduíche em University of Denver (Orientador: Aaron Schneider).
Título: Realismo e Guerra Fria: A construção das Relações Internacionais, Ano de obtenção: 2018.
Orientador:
Estevão de Rezende Martins.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Palavras-chave: bipolaridade; Epistemologia; guerra fria; Política Internacional; realismo; EUA.
Grande área: Ciências Humanas
Grande Área: Ciências Humanas / Área: Ciência Política / Subárea: Política Internacional / Especialidade: Relações Internacionais, Bilaterais e Multilaterais.
Grande Área: Ciências Humanas / Área: História / Subárea: Teoria e Filosofia da História.
Setores de atividade: Pesquisa e desenvolvimento científico; Educação.
Universidade de Brasília, UnB, Brasil.
com período sanduíche em University of Denver (Orientador: Aaron Schneider).
Título: Realismo e Guerra Fria: A construção das Relações Internacionais, Ano de obtenção: 2018.
Orientador:
Estevão de Rezende Martins.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Palavras-chave: bipolaridade; Epistemologia; guerra fria; Política Internacional; realismo; EUA.
Grande área: Ciências Humanas
Grande Área: Ciências Humanas / Área: Ciência Política / Subárea: Política Internacional / Especialidade: Relações Internacionais, Bilaterais e Multilaterais.
Grande Área: Ciências Humanas / Área: História / Subárea: Teoria e Filosofia da História.
Setores de atividade: Pesquisa e desenvolvimento científico; Educação.
2011 - 2013
Mestrado em Relações Internacionais (Conceito CAPES 6).
Universidade de Brasília, UnB, Brasil.
Título: Guerra Fria e Bipolaridade no Conselho de Segurança das Nações Unidas: Entre conflitos e consensos,Ano de Obtenção: 2013.
Orientador:
José Flávio Sombra Saraiva.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Palavras-chave: bipolaridade; guerra fria; realismo; institucionalismo; conselho de segurança.
Grande área: Ciências Humanas
Grande Área: Ciências Humanas / Área: Ciência Política / Subárea: Política Internacional / Especialidade: Relações Internacionais, Bilaterais e Multilaterais.
Grande Área: Ciências Humanas / Área: Ciência Política / Subárea: Política Internacional / Especialidade: Organizações Internacionais.
Setores de atividade: Administração pública, defesa e seguridade social.
Universidade de Brasília, UnB, Brasil.
Título: Guerra Fria e Bipolaridade no Conselho de Segurança das Nações Unidas: Entre conflitos e consensos,Ano de Obtenção: 2013.
Orientador:
José Flávio Sombra Saraiva.Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Palavras-chave: bipolaridade; guerra fria; realismo; institucionalismo; conselho de segurança.
Grande área: Ciências Humanas
Grande Área: Ciências Humanas / Área: Ciência Política / Subárea: Política Internacional / Especialidade: Relações Internacionais, Bilaterais e Multilaterais.
Grande Área: Ciências Humanas / Área: Ciência Política / Subárea: Política Internacional / Especialidade: Organizações Internacionais.
Setores de atividade: Administração pública, defesa e seguridade social.
2009 interrompida
Especialização interrompida em 2010 em Política Internacional. (Carga Horária: 390h).
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, PUCRS, Brasil.
Título: Direitos Humanos e discurso legitimador.
Ano de interrupção: 2010
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, PUCRS, Brasil.
Título: Direitos Humanos e discurso legitimador.
Ano de interrupção: 2010
1996 - 2007
Graduação em história.
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Título: Estudo da formação do discurso-verdade na obra de Flávio Josepho ? Contra Ápion.
Orientador: Carla Brandalise.
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Título: Estudo da formação do discurso-verdade na obra de Flávio Josepho ? Contra Ápion.
Orientador: Carla Brandalise.
CANDIDATO A DEPUTADO FEDERAL PELO PT DO DF.
Embrapa realiza o 2º curso de drone em outubro
Será no mês de outubro o 2º Curso de Drone aplicado ao agronegócio
Estão abertas 35 vagas para o curso de drone que acontece no próximo mês, em outubro, nos dias 3, 4 e 5 na Embrapa Gado de Corte localizada em Campo Grande, MS. As inscrições devem ser feitas pela internet no endereço: https://www.sympla.com.br/mapeamento-aereo-com-drone-aplicado-ao-agronegocio__350682. O valor entre 1 mil e 1.500 reais será vendido em lotes e parcelado em até 12 vezes.
A segunda edição do curso foi aberta devido à procura de muitas pessoas que não conseguiram vagas no primeiro curso realizado no mês de julho. A expectativa da organização é de que em pouco tempo as vagas desta edição serão preenchidas. O curso é voltado para profissionais de engenharia e técnicos ligados ao setor de georreferenciamento de imóveis rurais, ou pessoas envolvidas com o agronegócio, ambiente, pilotos de drones em geral ou que trabalham com captação de imagens e vídeos aéreos.
No curso anterior foi registrada a participação de técnicos de empresas da cadeia produtiva, pesquisadores de universidades, profissionais liberais vindos de várias regiões do Brasil, como Rondônia, Acre, Piauí, São Paulo, Mato Grosso do Sul.
A tendência é o preenchimento de todas as vagas em pouco tempo tendo em vista a grande procura, a qualidade do curso e os benefícios que a tecnologia oferece ao empreendedor/produtor. Camilo Carromeu, coordenador do curso de drone cita alguns ganhos qualitativos para o produtor que utiliza a ferramenta, como por exemplo, a precisão das informações, ganho de tempo entre outras vantagens. "Com as imagens aéreas feitas pelo drone o produtor é capaz de visualizar áreas de pastagens, lavouras, rebanho, infraestrutura da fazenda, identificar falhas e corrigir problemas".Outra vantagem do uso da tecnologia, segundo Carromeu, é que com um mapeamento da área é possível montar um histórico e acompanhar sua evolução, como de um plantio até sua colheita ou controlar o rebanho.
O curso será ministrado por quatro profissionais do Grupo Novo Olhar - empresa de consultoria especializada em mapeamento aéreo com drones. As aulas são compostas de teoria e prática incluindo revisões e tira-dúvidas.
O programa do curso inclui abordagem sobre sistema de drones, componentes eletrônicos, plataformas e sensores mais utilizados, planejamento de missão, métodos de georreferenciamento e processamento das imagens. Também será apresentada e esclarecida a nova legislação que regulamenta os procedimentos e responsabilidades para o acesso seguro ao espaço aéreo brasileiro por drones. Modelos de equipamentos serão demonstrados e uma discussão sobre os benefícios da utilização de drones nas atividades de campo está na pauta, além dos ganhos de produtividade e economia geradas com o uso da ferramenta. Carromeu informa que um curso mais avançado de sensores especiais está sendo formatado para o mês de novembro. A data será divulgada em breve.
Informações mais detalhadas podem ser obtidas na página da Embrapa Gado de Corte https://www.embrapa.br/gado-de-corte. A Embrapa fica na Avenida Radio Maia, 830 – Zona Rural.
Eliana Cezar, jornalista (DRT/15410/SP)
Núcleo de Comunicação Organizacional (NCO)
Embrapa Gado de Corte
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)
Campo Grande/MS
eliana.cezar@embrapa.br
Telefone: +55 67 3368-2142 / + 55 67 3368-2150
www.embrapa.br | twitter.com/embrapa | twitter.com/GadodeCorte
www.facebook.com/agrosustentavel | www.facebook.com/gadodecorte
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Embrapa Gado de Corte
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)
Campo Grande/MS
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Telefone: +55 67 3368-2142 / + 55 67 3368-2150
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