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quinta-feira, janeiro 29, 2015

UCHO HADDAD: Presidente do Parlamento venezuelano é acusado nos EUA de narcotráfico




Gol de placa – Como antecipou o UCHO.INFO durante a derradeira internação hospitalar do finado tiranete Hugo Chávez, âncora do falido socialismo do século XXI, a Venezuela transformara-se em uma terra sem lei, onde políticos do alto escalão envolvem-se em práticas criminosas das mais variadas, inclusive o tráfico internacional de drogas.

Na ocasião, este site afirmou que a queda de braços entre Nicolás Maduro, sucessor de Chávez, e Diosdado Cabello Rondon, presidente da Assembleia Nacional Venezuelana, para ocupar o Palácio de Miraflores acabaria muito mal. Isso porque à época autoridades norte-americanas, do Drug Enforcement Administration (DEA), departamento de combate ao trafico de drogas, estiveram em Caracas para apurar dados sobre o envolvimento de Cabello com o narcotráfico.

Agora, uma denúncia que tramita na Justiça dos Estados Unidos acusa Disodado Cabello, que também oficial do Exército venezuelano, de ser narcotraficante. O responsável pela denúncia, que veio à tona na última terça-feira (27), é Leamsy Salazar, ex-guarda-costas do presidente do Parlamento da Venezuela e que desertou para os EUA.

De acordo com os primeiros depoimentos de Salazar, os aviões da estatal petroleira PDVSA são usados para transportar cocaína e o comércio ilícito é orquestrado pelo filho de Hugo Chávez com apoio logístico de Cuba. Cabello atuaria no mercado internacional de drogas com a cobertura das Forças Armadas venezuelanas e tendo como base o “Cartel de los Soles” (Cartel dos Sóis).

Como esperado, as denúncias causaram polêmicas na Venezuela, onde as opiniões se dividiram de forma súbita. Há os que apostam ser a denúncia uma forma de atender ao interesse dos EUA de enfraquecer o governo de Nicolás Maduro, ao mesmo tempo em que turbina a oposição direitista. Discurso obtuso dos adeptos ferrenhos do bolivarianismo mambembe. No contraponto estão os que garantem que o caso confirma a tensa rivalidade que há muito existe entre Maduro e Cabello, que afirmou não acreditar no “chavismo sem Chávez”.

Entre as muitas ilegalidades cometidas em território venezuelano, sob a tese criminosa de que por lá tudo pode, desde que os fora de lei sejam alinhados ao governo, não está apenas o tráfico internacional de drogas, mas o contrabando de diversos produtos, começando por minérios. Na lista dos produtos mais exportados ilegalmente a partir dos portos venezuelanos consta o nióbio, minério raro e cobiçado no mercado internacional e que só existe no Brasil. Como, de acordo com a sabedoria popular, o bom entendedor se satisfaz com meia palavra, o UCHO.INFO se abstém de maiores explicações e detalhes. Até porque, muitas vezes o óbvio e a redundância são sinais de burrice.

Fonte: Ucho.Info

Rodrigo Constantino: Dilma escolhe o lado do crime



Há um ano entrava em vigor a Lei Anticorrupção, que adequava o Brasil aos parâmetros internacionais, intensificando as punições às empresas que praticam atos ilícitos. Desde então, as empresas também seriam punidas com mais rigor, não só os executivos envolvidos em esquemas corruptos.

À época, alguns liberais, desconfiados sempre do excesso de poder do estado em um país cujo custo da legalidade pode ser proibitivo, alertavam que tal medida poderia ser usada para pressionar os empresários, reféns dos políticos. Sabemos que muitas vezes o governo cria dificuldades legais para vender facilidades ilegais depois. No Brasil, o suborno pode ser uma questão de sobrevivência legal, em meio a tantas regras e leis absurdas.

Não é esse o caso das grandes empreiteiras, naturalmente. Se não é verdade a tese de que a Petrobras é uma vítima nessa história, cujos diretores teriam sido “corrompidos” pelas empresas, tampouco é verdade que essas grandes empreiteiras sejam inocentes, pagando bilhões em propinas apenas porque não há como se fazer diferente. Ali não há inocentes, como escreveu Dora Kramer hoje.

Políticos e empresários aliaram fome e vontade de comer. Vislumbraram a oportunidade de montarem um gigantesco esquema de desvio da maior empresa do país, uma estatal sob o comando de políticos ou apaniguados. Ninguém foi “passivo” nesse abjeto relacionamento, típico do “capitalismo de estado”.

Logo, os receios de alguns liberais não se aplicam ao caso do “petrolão”. A Lei Anticorrupção existe justamente para casos assim. Era o momento de o Brasil mostrar que não tolera a impunidade, que está caminhando rumo aos modelos dos países mais desenvolvidos, que punem com rigor as empresas envolvidas em esquemas de corrupção deste tipo. A pessoa jurídica, não apenas a física, paga o preço por suas falcatruas com recursos públicos.

Mas eis que a tese da Petrobras como vítima inocente não colou, e o “clube das empreiteiras” reagiu, afirmando que foi a própria Petrobras que montou o esquema e exigiu o pagamento de propinas para fazer negócios – bilionários – com a estatal. Diante da nova tese – bem mais crível – o governo percebeu que a chapa iria esquentar para o seu lado. Não seria possível mexer com tantos tubarões impunemente, ainda mais com tubarões que financiaram a campanha do PT.

Ciente do novo quadro, o governo já ensaia uma aproximação diplomática. A própria presidente Dilma, em seu primeiro discurso depois de semanas em constrangedor silêncio, disse que os indivíduos devem pagar pelos crimes, não as empresas. O argumento, pasmem!, leva em conta o impacto da aplicação da lei na economia. Criou-se o conceito de “grande demais para punir” em nosso país, sob o aval da Chefe de Estado.

Como se não bastasse a própria Presidente da República ignorar as leis e proteger empresas corruptas abertamente, seu ministro da Justiça veio atrás e fez o mesmo, também com a desculpa de que a economia sofreria muito. José Cardozo acha que as leis podem ser ignoradas se for para não afetar o crescimento econômico. O ministro da Justiça!

Em artigo publicado no Estadão, o jurista Modesto Carvalhosa chama a atenção para o absurdo da coisa, mostrando que temos uma Lei Anticorrupção “virgem” e uma presidente que, não obstante discurso contrário, age de forma conivente. Diz ele:



O jurista vai direto ao ponto ao acusar a presidente de crime de responsabilidade, e ainda explica que seu argumento pragmático econômico é ignorante, pois o Brasil precisa respeitar os acordos jurídicos internacionais, o que poderá levar a uma multa e uma punição ainda maiores para essas empresas. Se o governo brasileiro quer bancar o “bonzinho” e o cúmplice dessas empreiteiras e da Petrobras, o governo americano certamente agirá de outra forma.

O editorial do Estadão também mencionou o caso, concluindo que a presidente Dilma escolheu seu lado, e não foi o da lei:



É complicado ter uma presidente que se coloca do lado do crime, não da lei. Quem quer que analise seu histórico, verá que não se trata de uma novidade. Dilma foi terrorista no passado, participou de grupos armados que roubavam e matavam. Se naquela época havia a desculpa de combate ao regime militar, qual a desculpa de hoje? Combater a crise econômica causada por seu próprio governo incompetente?

É assustador viver num país em que a própria presidente rasga as leis que sanciona, de acordo com as conveniências do momento e de seu partido. Se os próprios governantes são cúmplices, estão mancomunados com as grandes empreiteiras e lutam contra a aplicação das leis do país, então quem vai defender o Estado de Direito? Só mesmo um impeachment pode salvar o Brasil…

Ronaldo Caiado: Dilma fez uso da máquina pública para fins eleitorais!

A presidente Dilma adora ser recordista. Recordista do baixo crescimento, recordista do pior rendimento na Bolsa, recordista na suspensão de direitos trabalhistas e agora Dilma Rousseff superou todos mais uma vez: se tornou a única presidente a conseguir apresentar déficit primário desde 1997, início da série histórica. O governo central apresentou um déficit de R$ 17 bilhões em 2014, isso é quase R$ 100 bilhões de diferença para o superávit registrado em 2013. Mas como o governo conseguiu aumentar tanto seus gastos em apenas um ano, justamente em ano eleitoral? Seria coincidência? Não! Uso da máquina pública para fins eleitorais!


As contas da presidente Dilma Rousseff fecharam 2014 com um déficit primário de 17,242 bilhões de reais
VEJA.ABRIL.COM.BR

Ossami Sakamori: Dilma mente sobre situação do Brasil






Estou envergonhado da nossa presidente da República. Assisti ontem, o pronunciamento dela dirigido para os 39 ministros do seu gabinete, transmitido ao vivo pelos canais de televisão. Primeiro porque ela fez discurso lendo o texto colocado no teleprompter. Deu para ver que o texto é do marqueteiro João Santana. Sei que é texto do marqueteiro porque ela só falou mentira. Foi até cômico ela dar delay na sua fala quando o teleprompter dava delay. 


Como sempre, Dilma culpa o governo do FHC, pelos erros de há 13 anos atrás. Só ela que é a bacana da vez. Torna-se ridículo analisando o conteúdo do discurso. Ela só não diz porque em 12 anos não consertou os erros do FHC, se é que ela o critica. Dilma deve ter tido amnésia após eleições do ano passado. Esqueceu tudo que prometera na campanha eleitoral do ano passado e anuncia medidas completamente diversas dos discursos pronunciados.


Dilma é arrogante! Não admite que errou na política econômica no seu primeiro mandato. Além de tudo, esquece de que hoje, pratica tudo aquilo que acusou o opositor Aécio Neves de querer praticar, em matéria de política econômica. Para não errar novamente contratou o banqueiro e tucano Joaquim Levy para comandar o Ministério da Fazenda para implementar política econômica totalmente inverso daquilo que pregou.


Dilma volta a dizer que os culpados são os países como os EEUU e a China. No passado a culpada era a Angela Merkel da Alemanha. Disse ela que os EEUU estão crescendo pouco, por isso a crise mundial de commodities. Disse que a China teve menor crescimento dos últimos 24 anos. Falou a Dilma como se os americanos e chineses fossem os culpados do nosso baixo crescimento. 


A acusação da Dilma em relação aos EEUU e aos chineses sobre o baixo crescimento, chega a ser ridículo. Os EEUU devem terminar o ano de 2014 com o crescimento do PIB acima de 2,5%. Culpou os chineses de crescerem pouco. Creio que a Dilma não sabe quanto cresceu a China. A China cresceu em 2014, nada menos que 7,4%. E o Brasil cresceu quanto? Não fechou a conta do PIB de 2014, mas o País deve crescer entre 0,12% e 0,13%. 


Outro ponto que fez destaque foi em relação à corrupção. Ela prega tolerância zero. Diz ela que vai mudar até as leis para colocar os malfeitores na cadeia. Disse ela que será implacável com a corrupção. Uai, não entendi essa. Dilma não foi chefe da gangue que praticou a maior rapinagem na Petrobras? Ela foi ministra de Minas e Energia, chefe da Casa Civil e presidente do Conselho de Administração da Petrobras, durante o período do governo Lula. Assim mesmo, a Dilma se porta como se nada tivesse a ver com a maior ladroagem da história do País.


Foi a Dilma quem nomeou a Graça Foster para presidência da Petrobras em 2011 e faz questão de mantê-la no cargo para o período que inicia agora. Não entendi nada sobre a tolerância zero na corrupção, se ela própria é chefe da facção criminosa que praticou e pratica ladroagem na Petrobras. Com certeza, Dilma será indiciada no caso Pasadena nos EEUU.


Se Dilma quer mesmo praticar a tolerância zero contra a ladroagem na Petrobras e outros órgãos como a Eletrobras, deveria pegar deixar o cargo de presidente da República. Se a presidente Dilma não tomar atitude de renúncia o povo se encarregará de pressionar o Congresso Nacional para votar o seu impeachment. 


Dilma, mente vergonhosamente! Dilma não merece o meu respeito e nem o respeito do povo brasileiro como pessoa humana. Nós a obedecemos, apenas e tão somente, naquilo que a Carta Magna manda obedecer.



quarta-feira, janeiro 28, 2015

UCHO HADDAD: Agarrado à cantilena do estelionato eleitoral, Aécio Neves não tem condições de liderar a oposição





Relógio quebrado – É impossível concordar com as declarações estapafúrdias do marqueteiro João Santana, que a mando do governo petista de Dilma Rousseff vez por outra ataca a oposição, mas é preciso reconhecer que os adversários dos atuais donos do poder cada vez mais deixam a desejar. É importante ressaltar que se o Brasil precisa urgentemente de oposição, como já está claro, esse movimento deverá começar a partir da parcela insatisfeita da sociedade brasileira. Isso porque política é um jogo de cena contínuo sustentada por uma interminável defesa de interesses pessoais e partidários.

Muitos ainda insistem em defender o impeachment de Dilma, como se existisse algum fato concreto que permitisse tal ação, mas os adeptos dessa ideia mostram ingenuidade em questões políticas quando insistem no tema. Um processo de impeachment depende de aprovação do Congresso Nacional, o que não acontecerá tão cedo com uma base aliada que troca apoio por cargos na máquina estatal, o que permite roubalheiras sem fim. Destarte, é necessário salientar que nenhum candidato despeja fortunas em uma campanha eleitoral para, se vitorioso, fazer caridade no Parlamento. Negócio milionário, a política continua sendo exclusividade de poucos. Quem está fora quer entrar, que está dentro não quer sair. Por isso é necessário vigilância diuturna por parte da população.

Candidato derrotado na corrida presidencial de 2014, o senador tucano Aécio Neves(MG) não tem estofo para ser a voz maior da oposição. O parlamentar mineiro pode até te sonhado com essa situação, mas a cantilena do estelionato eleitoral praticado por Dilma já perdeu o prazo de validade. Fazer contraponto ao Palácio do Planalto, usina de desmandos e catapulta de incompetências, é tarefa árdua e privilégio de poucos.

Nos últimos anos, o papel da oposição no Congresso Nacional tem sido reverberar os escândalos oficiais levantados pela imprensa, como se a mídia nacional precisasse de gazeteiros de aluguel. A oposição está acomodada e acredita que esse papel é suficiente para barrar a avalanche de absurdos que diariamente descem a rampa do Palácio do Planalto.

Horas depois do discurso desconexo proferido por Dilma Rousseff na abertura da primeira reunião ministerial do novo governo, na Granja do Torto, Aécio Neves ressuscitou das cinzas e trouxe a tiracolo um palavrório que começa a derreter: o estelionato eleitoral cometido pela petista.

Ao criticar a presidente da República por ter cobrado dos 39 ministros uma defesa incondicional do governo, Aécio mais uma vez enfatizou o não cumprimento das promessas feitas por Dilma durante a campanha eleitoral do ano passado. À frente de um governo paralisado e reconhecidamente corrupto, Dilma Rousseff tenta passar à opinião pública a ideia de que o Brasil tornou-se um novo país a partir de 1º de janeiro de 2015. O que não é verdade, pois a petista, em seu novo mandato, é mais do mesmo.

Em nota distribuída à imprensa e recheada de ataques e acusações, Aécio Neves criticou a postura da presidente reeleita de insistir em “contradições e improvisações”. “Ao invés de combater a inflação, a paralisia da economia, a falta de confiança, a presidente pede que ministros combatam boatos. Na verdade, a grande fábrica de boatos tem sido o PT, a candidata Dilma e seu marqueteiro na campanha de 2014. O que está acontecendo agora não é boato. É realidade. A presidente já editou de forma autoritária Medidas Provisórias que retiram direitos dos trabalhadores e aumentam impostos”, disse escreveu o tucano.

Que o Brasil é o eterno país do faz de conta todos sabem, mas não se pode aceitar que oposição ao atual governo seja feita com data marcada. Tal conduta é inviável, pois a presidente mostrou, em seu primeiro governo, a que veio. De tal modo, fazer oposição em alguns meses do ano é algo típico de gente preguiçosa politicamente. Oposição faz-se todos os dias, a cada instante, sendo que a atual situação do País, que vive uma crise econômico-institucional, não tem espaço para recessos parlamentares, férias de políticos e outros quetais.

Se de fato ainda sonha em ser o líder maior da oposição ao Palácio do Planalto, Aécio Neves precisa deixar para trás o palanque eleitoral, arregaçar as mangas e partir para trabalho. Não será a reboque da cantilena do estelionato eleitoral que os brasileiros poderão sonhar com melhores dias. É preciso determinação e vontade para interromper um status quo criminoso que de forma contínua vilipendia a dignidade dos cidadãos e a integridade da nação. Lembrando que o Brasil não mais precisa de atores que fazem do mandato eletivo a senha para a encenação.

Fonte: Ucho.Info

terça-feira, janeiro 27, 2015

Aécio Neves: "Quem vai pagar a conta do despreparo de Dilma são os brasileiros"



Nota oficial publicada pelo presidente do PSDB, Aécio Neves, comentando o discurso de Dilma Rousseff:


"Faltou em primeiro lugar humildade para a presidente para que ela pedisse desculpas aos brasileiros. A presidente deveria ter iniciado suas palavras se desculpando. Não apenas pela corrupção instalada na Petrobras durante o seu governo, como sugeri durante a campanha. A presidente deveria ter se desculpado pelos erros que cometeu e que trouxeram o país à grave situação em que ele se encontra e pelo fato de, movida apenas pelo interesse eleitoral e não pela preocupação com o bem-estar dos brasileiros, ter adiado medidas que, se tomadas há mais tempo, afetariam menos a vida de milhões de pessoas.


Quem escuta as palavras da presidente acha que o país chegou aonde chegou por obra do acaso. Não é verdade. Foi preciso muita incompetência, muita arrogância para desprezar os alertas feitos por tantos brasileiros para que chegássemos até aqui.


A presidente tenta se defender da acusação de ter sido protagonista do maior estelionato eleitoral da história do país. Tenta nos fazer crer que não prometeu o que prometeu e que não está fazendo o que está fazendo. E, de forma inacreditável, sabemos hoje que o estelionato eleitoral foi duplo – o governo já vinha estudando as mudanças no seguro desemprego, abono salarial e pensões antes das eleições, mas não apenas negava a necessidade de mudanças como prometia que não iria fazê-las. Foi um estelionato eleitoral premeditado.


A presidente chega a afirmar que não descuidou da inflação. A inflação média no governo Dilma foi de 6,2% ao ano, acumulando uma inflação de 27% e que, este ano, corre o risco de passar de 7% e estourar o teto da meta. A presidente não apenas descuidou da inflação como segurou preços da gasolina e da energia que serão reajustados agora. Em 2015 teremos um tarifaço graças à política artificial da presidente Dilma de controlar a inflação que foi um desastre duplo: não reduziu a inflação e deixou um prejuízo monumental para a Petrobras e Eletrobras.


Ela promete reforma do PIS/Cofins, mas acabou de aumentar esse tributo sobre importações e combustíveis. A única reforma que foi feita até agora foi o aumento da carga tributária na semana passada em mais de R$ 20 bilhões em um contexto de PIB estagnado.


Ao invés de combater a inflação, a paralisia da economia, a falta de confiança, a presidente pede que ministros combatam boatos. Na verdade, a grande fábrica de boatos tem sido o PT, a candidata Dilma e seu marqueteiro na campanha de 2014. O que está acontecendo agora não é boato. É realidade. A presidente já editou de forma autoritária Medidas Provisórias que retiram direitos dos trabalhadores e aumentam impostos.


Não bastasse todo o jogo de cena, a presidente se apropria do trabalho de outros. Quem combateu a corrupção não foi o governo, mas sim o Polícia Federal, Ministério Público e a Justiça Federal. O que o governo fez foi possibilitar a ocorrência da corrupção com o aparelhamento político das estatais para viabilizar um projeto de poder.


Para quem não compreendia as imensas contradições e as improvisações dos últimos trinta dias, ficou claro: Depois do fracasso do seu primeiro governo, a presidente Dilma não se preparou para um segundo mandato. E quem vai pagar a conta, mais uma vez, serão os brasileiros."


Senador Aécio Neves
Presidente Nacional do PSDB

REAÇONARIA: ABSURDO! Ministro compartilha foto de presente que homenageia genocida

O ministro comunista da Ciência e Tecnologia do governo Dilma, Aldo Rebelo (PCdoB), compartilhou foto de um presente inusitado que ganhou no Azerbaijão: um calendário de 2015 com uma foto de Stálin.

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Qual será o próximo calendário Edição Especial Genocidas que o ministro ostentará? Mao? Pol Pot?
Será que reservaram alguma data para homenagear Holodomor?

Fonte: Reaçonaria

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