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quarta-feira, março 14, 2007

Primeiro Seminário de Gestão Econômica no Agronegócio acontece em São Paulo

Promovido pela GAtec, líder em consultoria de gestão, TI e business intelligence para a agroindústria, evento reúne 100 convidados de peso no segmento
No dia 2 de abril, a GAtec – Gestão Agroindustrial, promove no Hotel Intercontinental, em São Paulo, o 1º Seminário GAtec de Gestão Econômica no Agronegócio, reunindo os principais especialistas da agroindústria em apresentações para 100 convidados de grandes empresas do setor. Entre os palestrantes, já estão confirmados os nomes de José Rezende e Flávia Sepúlveda (PricewaterhouseCoopers), Reinaldo Pacheco (USP), Oscar Porto (Gapso Advanced Planning), Antônio de Pádua Rodrigues (Única), Giancarlo Bianchi e Carlos Eduardo Araújo (Gatec), Ivan Wedekin (BMF) e José Sidnei Gonçalves (IEA).
O Seminário visa discutir a gestão profissional na agroindústria e apresentar informações, pesquisas, estudos, novas tecnologias e opiniões de especialistas. “Nosso objetivo com esse seminário é proporcionar maior desenvolvimento e aproveitamento de todo potencial de negócios para os empresários do setor”, explica Carlo Dodi Jr., diretor da GAtec. No evento, serão discutidos diversos aspectos relacionados, desde o mercado de commodities agrícolas, perspectivas econômicas e cadeia produtiva, até modelos de gestão financeira e operacional.
Os jornalistas interessados em participar do Seminário devem fazer o credenciamento com a RAF Comunicação pelo telefone (11) 5573 8916 com Anderson (anderson@raf.com.br) ou Nanci (nanci@raf.com.br).

Serviço
1º Seminário GAtec de Gestão Econômica no Agronegócio
Quando: 2 de abril (segunda-feira)
Onde: Hotel Intercontinental (Al. Santos, 1123 - São Paulo)
Preço: Inscrições gratuitas para público selecionado
Informações: (19) 3413-7228

A GAtec
Líder no mercado de TI e business intelligence para a gestão agroindustrial, a GAtec, situada em Piracicaba (SP), atua no desenvolvimento e implementação de sistemas de informações gerenciais, planejamento estratégico, gestão econômica de produção, análises de viabilidade econômica de investimentos e orçamento empresarial agrícola e industrial. Com uma equipe composta por profissionais multidisciplinares especializados com mais de 25 anos de experiência no setor, a GAtec busca soluções informatizadas para o planejamento, controle e gerenciamento dos negócios do segmento, baseadas em tecnologia de ponta.
Por meio de constantes investimentos em novas soluções, a mais recente aquisição da empresa é a tecnologia de transmissão de dados via rádio (telemetria), possibilitando a alimentação de informações em tempo real. Com seis anos de atuação, a empresa já atende mais de 100 grandes clientes distribuídos em 14 Estados, beneficiados pelo serviço de consultoria e pelas quatro soluções exclusivas criadas pela empresa: o GAtecCana®, o GAtecGrãos®, o GAtecCotton® e o GAtecCafé®, que cuidam de todo o processo, desde o plantio até a comercialização. A empresa já está atuando também em outros países, como Equador, Venezuela e Paraguai.



Programação do Seminário:
08:00 - Recepção e Cadastramento
08:30 - Abertura – Dr. Carlos Eduardo de Freitas Vian – ESALQ – USP
08:45 - Tereza Cristina Peixoto – Cosan
09:30 - Carlos Eduardo de Araújo – GAtec - Optcan Planejamento Econômico Financeiro Otimizado
10:00 - Reinaldo Pacheco – USP - Gestão das Operações na Agroindústria
10:30 - Intervalo
10:45 - Giancarlo Bianchi – GAtec - Fercus Ferramenta de Redução de Custos
11:15 - Flávia Sepúlveda – PricewaterhouseCoopers - Modelo de Gestão
11:45 - Resumo das Apresentações
12:00 - Almoço
13:30 - Oscar Porto – Gapso - Logística na Agroindústria
14:15 - José Rezende – PricewaterhouseCoopers - Governância Corporativa
14:50 - Antonio de Pádua Rodrigues – Única - Perspectiva Econômica no Setor Sucroalcooleiro
15:30 - Intervalo
15:45 - Ivan Wedekin BMF - Redução do Risco Operacional através das Operações no Mercado Futuro
16:30 - José Sidnei Gonçalves – IEA - Agricultura dos Agronegócio e a Construção do Futuro: Inovação, Mudanças Estruturais e Desafios
17:30 - Resumo das Apresentações
17:45 - Encerramento

Ganhos da soja transgênica no Brasil já somam US$ 2,9 bilhões e os do milho transgênico podem atingir US$ 192 milhões anuais

Segundo estudo realizado para a ABRASEM – Associação Brasileira de Sementes e Mudas, transgênicos brasileiros ganhos econômicos anuais de mais de US$ 1 bilhão
"Os ganhos de eficiência proporcionados pelo uso de lavouras geneticamente modificadas no Brasil são vários e importantes", afirmou ontem, dia 13, em Brasília, o economista Edgard Antonio Pereira, da EDAP – Consultoria e Assessoria Econômica, responsável pelo primeiro estudo de avaliação dos impactos econômicos no Brasil do uso de sementes transgênicas de soja, milho e algodão, conduzido a pedido da ABRASEM, a entidade que representa os produtores de sementes transgênicas. De acordo com o presidente da entidade, Ywao Miyamoto, ao comentar os resultados do estudo, "a eficiência das lavouras transgênicas pode ser medida pelo maior controle das pragas e das plantas daninhas, possibilitando um rendimento físico mais elevado, em termos de produção por área cultivada. Soma-se a esta eficiência uma redução de custo proporcionada pelo uso menos intensivo de herbicidas e inseticidas”.
Os benefícios ambientais constatados pelos pesquisadores da EDAP decorrem exatamente das características de plantio nas lavouras transgênicas. “Com um menor volume de agrotóxicos utilizados no campo, o meio ambiente, os consumidores e os agricultores saem beneficiados, uma vez que um volume menor de agrotóxicos leva a uma menor toxidade do solo, rios, lençóis freáticos e dos alimentos", esclarece Edgard Pereira, que também é professor da Unicamp, acrescentando outra característica positiva desse plantio: a redução do risco da atividade de pulverização para a saúde dos agricultores.
Segundo o estudo, com a adoção de culturas de algodão e milho geneticamente modificadas, o uso de agrotóxicos no Brasil, especialmente inseticidas e herbicidas, pode baixar 4.632 toneladas por ano. Tal volume pode ser ainda mais substancial, antevê o presidente da ABRASEM, "à medida que o governo libere novas autorizações para o plantio comercial de lavouras transgênicas, possibilitando aos produtores brasileiros aumentarem o ritmo de adoção da tecnologia”.
De acordo com o economista Edgard Pereira, o grau de satisfação dos agricultores com as lavouras transgênicas é tão grande que a área plantada mundial cresceu 60 vezes de 1996 até 2006, passando de 1,7 milhão de hectares para 102 milhões de hectares. Entre os 22 países que adotam o plantio transgênico, o Brasil já ocupa o terceiro lugar em área plantada (11,5 milhões de hectares em 2006) após Estados Unidos e Argentina. Na seqüência do ranking, vêm Canadá, Índia e China, aqui consideradas apenas as principais culturas. Segundo o economista, globalmente, a soja e o algodão lideram os ganhos auferidos pelos produtores: US$ 14,4 bilhões e US$ 4 bilhões, respectivamente. Os ganhos econômicos do período vieram acompanhados de uma diminuição de 7% no uso de agrotóxicos, ou seja, 224 mil toneladas desses produtos deixaram de contaminar o meio ambiente e a saúde de consumidores e agricultores.
No Brasil, essa receptividade também é grande entre os agricultores. Os benefícios econômicos medidos pelo estudo já atingem US$ 2,3 bilhões para a cultura de soja transgênica que, oficialmente, começou a ser plantada na safra 2003/2004. Deste total, US$ 1,3 bilhão provém de economia acumulada de custos e US$ 951 milhões decorrem dos ganhos econômicos advindos da elevação de produtividade. Considerando os impactos da soja transgênica a partir da safra 1998/1999 quando, mesmo proibidos, os agricultores brasileiros iniciaram o plantio de fato, os ganhos econômicos podem chegar a US$ 2,9 bilhões, segundo os cálculos dos pesquisadores da EDAP.
Segundo Miyamoto, o estudo avaliou ainda os benefícios econômicos e ambientais que podem trazer ao Brasil os cultivos transgênicos de algodão (uma primeira e única variedade aprovada para plantio em 2006) e de milho (cinco variedades em avaliação final na CTNBio - Comissão Técnica Nacional de Biossegurança). Para o milho, o estudo estima que, com uma participação de 50% de plantio transgênico na atual área plantada de milho, o Brasil teria ganhos anuais de US$ 192 milhões. Desse total, US$ 161 milhões resultariam de elevação de produtividade e US$ 31 milhões da redução de custos decorrente da menor utilização de inseticidas. Com o plantio do milho transgênico nessa área prevista, pelo menos 1.739 toneladas de agrotóxicos deixariam de contaminar o meio ambiente e os alimentos brasileiros.
Para a cultura de algodão transgênico, uma igual estimativa de plantio em 50% da atual área plantada, também resultaria significativos ganhos econômicos e ambientais. Como o cultivo do algodão é uma atividade de uso intensivo de agrotóxicos, os benefícios ambientais seriam ainda superiores aos do cultivo de milho. A redução de volume de agrotóxicos nas lavouras chegaria a 2.893 toneladas, com uma redução de custos de US$ 35 milhões para os agricultores. Somando-se outros US$ 51 milhões resultantes da elevação de produtividade da lavoura transgênica de algodão, o ganho econômico total para o Brasil com o uso de pelo menos 50% da área plantada com algodão transgênico, segundo a avaliação dos pesquisadores, atingiria US$ 86 milhões anuais.
De acordo com o presidente da ABRASEM, este estudo dos impactos econômicos das lavouras transgênicas deve ser o primeiro de uma série periódica. "Temos que avaliar a evolução econômica das lavouras para estabelecer nossas estratégias mercadológicas", informa o dirigente. Além disso, segundo ele, deverá ser feito um estudo exclusivo para avaliação dos impactos ambientais da soja transgênica, aspecto que não foi contemplado nesse primeiro levantamento. "As metodologias de avaliação dos impactos ambientais do milho e do algodão são similares, mas no caso da soja, é preciso uma metodologia específica", esclarecem os economistas Rodrigo D.Hussne e João Paulo G. Leal, que compuseram a equipe da EDAP, coordenada pelo professor Edgard Pereira.
O estudo menciona ainda as novas plantas transgênicas de segunda geração, como as variedades capazes de resistir à seca, às inundações, à salinidade e até a metais pesados e faz uma avaliação da importância dos alimentos transgênicos na dieta das populações mais pobres. “É uma ferramenta útil para reduzir os problemas relacionados à disponibilidade de alimentos. Permite elevar a produção sem aumentar a pressão sobre o meio ambiente e, ao mesmo tempo, ao imprimir maior eficiência à produção, pode levar à diminuição de preços. Além disso, a biotecnologia agrícola possibilita desenvolver plantas que contenham vitaminas e outros nutrientes de importância para as dietas de populações onde essas carências sejam diagnosticadas", esclarece o professor Edgard Pereira, também economista-chefe do IEDI (Instituto de Estudos para o desenvolvimento da Indústria).

Integra do estudo: www.edap.com.br


Assessoria de Comunicação ABRASEM:
Barcelona Soluções Corporativas
Contatos: (11) 3817 7970

Agroindústria ganha primeiro seminário de gestão econômica do negócio

GAtec Gestão Agroindustrial contrata RAF Comunicação para atuar como assessoria de comunicação permanente e para seminário inédito no setor
A GAtec Gestão Agroindustrial - Líder no mercado de TI e business intelligence para grandes empresas do agronegócio - está à disposição dos jornalistas. Com uma equipe composta por profissionais multidisciplinares especializados com mais de 25 anos de experiência no setor, a GAtec busca soluções informatizadas para o planejamento, controle e gerenciamento dos negócios do segmento, baseadas em tecnologia de ponta.
Em abril, a GAtec promove no Hotel Intercontinental, em São Paulo, 1º Seminário GAtec de Gestão Econômica no Agronegócio, reunindo os principais especialistas da agroindústria em apresentações para 100 convidados de grandes empresas do setor. Entre os palestrantes, já estão confirmados os nomes de José Rezende e Flávia Sepúlveda (PricewaterhouseCoopers), Reinaldo Pacheco (USP), Oscar Porto (Gapso Advanced Planning), Antônio de Pádua Rodrigues (Única), Giancarlo Bianchi e Carlos Eduardo Araújo (Gatec).
A GAtec atua em 14 estados brasileiros e também em outros países, como Equador, Venezuela e Paraguai. Situada em Piracicaba (SP), atua no desenvolvimento e implementação de sistemas de informações gerenciais, planejamento estratégico, gestão econômica de produção, análises de viabilidade econômica de investimentos e orçamento empresarial agrícola e industrial
Já estão à disposição para entrevistas Carlo Dodi Jr., diretor, e Carlos Eduardo Araújo, consultor associado.

Anderson Polarini
RAF Comunicação - Tel. (11) 5573-8916

quarta-feira, março 07, 2007

Vilela briga por rótulos das embalagens de leite

O Senado aprovou a Medida Provisória 327 que trata sobre o plantio de organismos geneticamente modificados em unidades de conservação. O artigo 5º da MP, prorroga por seis meses, a partir de 3 de janeiro de 2007, a vigência da Lei número 11.265. A lei estabelece que as embalagens de leite contenham frases como "O Ministério da Saúde adverte: este produto não deve ser usado para alimentar crianças menores de um ano de idade a não ser por indicação expressa do médico ou nutricionista. O aleitamento materno evita infecções e alergias e fortalece o vínculo mãe-filho", no painel principal do produto - frontal ou lateral. Também fica vedada a utilização de fotos, desenhos ou representações gráficas que não sejam necessárias para mostrar a fabricação ou uso do produto, exceto marca ou logomarca, entre outras exigências.
Durante os próximos meses, autoridades e entidades representantes do setor lácteo trabalham no sentido de reivindicar alteraçãos neste texto. O deputado Leonardo Vilela apresentou, ainda em fevereiro, emendas à MP 350 sugerindo modificações nos artigos 10, 11 e 13 da Lei 11.265/06. De acordo com a sugestão de Vilela, os rótulos dos produtos lácteos devem passar a exibir "O Ministério da Saúde Orienta: Este produto somente deve ser usado na alimentação de crianças menores de 1 (um) ano de idade, por recomendação de médico ou nutricionista. O leite materno é insubstituível, evita infecções e alergias e fortalece o vínculo mãe-filho", no painel lateral do produto. Quanto ao impedimento do uso de "fotos, desenhos ou representações gráficas", o deputado sugere que seja acrescentado o termo "ilustrações".
Para Vilela, denegrir ou tentar passar uma imagem de perigo relacionada ao consumo de leite com a "Cláusula de Advertência" da lei prejudica os esforços de combate à fome e à desnutrição pregados pelo Governo Federal, além de não contribuir com a fixação da idéia da importância "do aleitamento materno"."A expressão de advertência passa a impressão errada de que as empresas não desejam informar seus consumidores sobre um tema tão relevante e isso é uma inverdade", acusa Leonardo. A MP 327 foi aprovada na quarta-feira (28/fevereiro).

Samara Carvalho
Assessoria de Comunicação do deputado Leonardo Vilela (PSDB-GO)
(61) 3215-5934/ (61) 9802-0177

Projeto incentiva produção canavieira no Rio Grande do Sul

Instituições públicas e privadas vão dar um importante impulso para resolver a deficiência na produção de álcool no Rio grande do Sul – onde o litro do produto chega a custar 42% acima do preço pago em São Paulo e 98% do volume consumido é importado de outras regiões do Brasil.
Nesta quarta-feira (7), o diretor-presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Silvio Crestana, o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), Paulo Tigre, e a superintendente do Núcleo Regional do Rio Grande do Sul do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), Elisabeth Urban, assinam o protocolo de cooperação técnica para a execução do programa para a produção de biocombustíveis no Rio Grande Sul, com foco no etanol.
A solenidade, na sede da Embrapa, em Brasília, contará com a presença da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e do ministro da Agricultura, Luís Carlos Guedes Pinto.
O programa (que de forma geral viabilizará a produção de etanol, competitivamente, para atender os mercados regional e internacional) contempla três projetos complementares, num total de R$ 8,2 milhões para o período de 2007 a 2009. O primeiro deles prevê a implantação da produção da cana-de-açúcar e seus derivados, com estudo de viabilidade técnica e econômica (EVTE).
Para isso, deverão ser implantados três clusters (ou pólos produtivos especializados em vantagens competitivas), após serem feitos os EVTEs, considerando aspectos ambientais, agronômicos e da industrialização da cultura. O segundo projeto está relacionado ao desenvolvimento da cana-de-açúcar, a partir de tecnologias, competências e um sistema de gestão integrada para estabelecer os canaviais e o plantio de gramíneas.
Já o terceiro projeto trata da estruturação e implantação da rede de informações para competitividade da produção de biocombustíveis, com ênfase em etanol. As instituições parceiras (confira a relação abaixo) querem articular uma rede de relacionamento e estruturação de um sistema sob este modelo. Assim, será possível disponibilizar à sociedade informações competitivas, contribuindo para a expansão das fronteiras agrícolas e agroindustriais gaúchas.
Os especialistas da Embrapa acreditam que o projeto dará uma alternativa econômica, social e tecnicamente viável ao setor primário gaúcho, contribuindo para a auto-suficiência de álcool no Rio Grande do Sul. Também será possível aumentar a oferta de emprego e de renda.

Tradição nas pequenas propriedades gaúchas
A produção canavieira no Rio Grande do Sul, apesar de pouco significativa se comparada a outros estados do país, tem importância por estar associada às atividades em pequenas propriedades – relacionadas à criação de gado e ao processamento artesanal de subprodutos. Da área plantada de 35 mil hectares, 25 mil hectares são destinados para consumo na propriedade (comercialização informal de subprodutos ou ainda adicionada à ração animal). O restante dos 10 mil hectares são para produção comercial de cachaça, açúcar mascavo, melado e álcool.Corpo do texto

Serviço
O que: Assinatura do protocolo de cooperação técnica entre Embrapa, Fiergs e IEL para execução do programa de produção de biocombustíveis no Rio Grande do Sul
Quando: 7 de março de 2007
Onde: Sala Álvaro Barcellos, edifício sede da Embrapa, Brasília
Horário: 16hs30min
Parceiros no projeto: Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Universidade Regional Integrada (Uri/Erexim), Fundação Universidade Federal do Rio Grande (FURG), Universidade Federal do Paraná, Rede Interuniversitária do Desenvolvimento Sucroalcooleiro (Ridesa), Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro), Fundação Centro de Experimentação e Pesquisa (Fundacep), Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Emater/RS



Mais informações:
Deva Rodrigues (MTb 5297/RS)
Telefone: (61) 3448-4113
E-mail: deva.rodrigues@embrapa.br

terça-feira, março 06, 2007

SAÚDE ANIMAL: Duas fazendas pecuárias são certificadas para Eurepgap com apoio do programa SOMA, da Merial

O pecuarista José Paulo da D’Affonseca Gusmão e a Agropastoril Fazendas Caramuru, clientes SOMA da Merial Saúde Animal, são os primeiros a obter a certificação Eurepgap com apoio do programa SOMA, oferecido pela empresa. Por meio do programa, as propriedades receberam um programa sanitário personalizado, o Personal Vet, e todo o apoio técnico para adequarem-se às exigências do protocolo – que impõe normas de varejistas europeus para importação de carne bovina – e certificarem-se após as auditorias técnicas da certificadora Planejar.
Voltado para pecuaristas, gerentes, capatazes e peões, e serviço integrante do programa SOMA, o Treinamento Eurepgap orienta sobre temas-chaves da certificação, como segurança alimentar e responsabilidade social e ambiental, normas de saúde e bem-estar animal. “O pessoal de campo é treinado para seguir um planejamento sanitário estratégico, manejar e aplicar corretamente produtos veterinários, além de técnicas de lida gentil e outros temas. Tudo, para diminuir o uso indevido de medicamentos, a taxa de mortalidade sem causa definida e incrementar a produtividade do projeto”, explica o coordenador de contas de pecuaristas da Merial, Bruno Pupin.
O administrador Décio Rother, titular das Fazendas Caramuru, conta que iniciou os trabalhos para obter o selo Eurepgap em suas propriedades há cerca de um ano. A adequação da propriedade foi orientada pela Merial, na parte sanitária, e pelo programa Friboi Quality Farms, do Grupo JBS - Friboi, nas demais exigências. “O Eurepgap é uma exigência cada vez mais presente na pecuária brasileira e uma alternativa lucrativa para o pecuarista que agrega valor ao negócio. Hoje, os frigoríficos pagam até 3% a mais por animais certificados e acredito que a demanda por eles aumentará consideravelmente quando a União Européia abrir as exportações para a carne brasileira”, afirma.
Para Leonel A. Almeida, gerente do Friboi Quality Farms, a certificação de fazendas com Selo Eurepgap tende a crescer no país e será um fator determinante no desenvolvimento da pecuária brasileira. “A certificação é uma exigência do mercado externo que busca não só carne de qualidade, mas com origem determinada. O Friboi valoriza os pecuaristas alinhados com estas novas exigências, oferecendo por eles um ágio de 3% com animais certificados”, diz.
José Paulo da D’Affonseca Gusmão, por outro lado, aponta que o selo Eurepgap em breve será uma exigência mínima na pecuária. “Hoje, as fazendas certificadas recebem um prêmio, porém, em pouco tempo, as que não tem certificação receberão penalizações”, afirma o pecuarista, que já espera em 2007 receita extra de R$ 150 mil com a comercialização das 5 mil cabeças que confina anualmente na cidade de Cravinhos (SP).
A EurepGap surgiu em 1997 por iniciativa de varejistas europeus, com o objetivo de melhorar os padrões da indústria alimentícia. A norma é um modelo de certificação baseado nas boas práticas agrícolas (Good Agricultural Practices – GAP), que devem ser seguidas pelos produtores de carnes, frutas, vegetais frescos e flores.

Informações adicionais podem ser obtidas pelo SAC 0800 888-8484 ou no site www.merial.com.br.


Texto Assessoria de Comunicações: NOVO TELEFONE (11) 3037-7288
Jornalista responsável: Altair Albuquerque (MTB 17.291)

segunda-feira, fevereiro 26, 2007

Maior feira da Indústria Láctea no Brasil deve movimentar US$ 60 milhões em 2007

A 4a. TecnoLáctea & Sorvetes prevê atrair mais de 15 mil visitantes especializados e a participação de 190 expositores, em evento que será realizado em São Paulo

Apresentar novas tecnologias, aliadas a bons negócios para o setor lácteo. Essa é a proposta da 4a. Feira Técnica Internacional de Produtos para a Indústria de Leite e Derivados, a TecnoLáctea & Sorvetes, que acontece em São Paulo, de 24 a 26 de Abril, no Pavilhão Amarelo do Expo Center Norte. Considerado o maior evento dirigido à indústria de lácteos, a partir desta edição a TecnoLáctea acrescenta a palavra “Sorvete” para promover uma maior integração do segmento.
O evento, realizado pelo Grupo Dipemar, apresentará novidades em equipamentos, processos, embalagens, ingredientes, refrigeração e serviços em geral, e reunirá as principais empresas e entidades que representam o setor de leites e derivados do País. Em 2005 a TecnoLáctea movimentou US$ 40 milhões em negociações. Para este ano, acredita-se no incremento dos negócios, tanto para os expositores quanto para os visitantes. “A expectativa é atrairmos 190 expositores, 15 mil visitantes – empreendedores especializados – e gerar US$ 60 milhões em negócios”, afirma Maria Antonia Ferreira, diretora do Grupo Dipemar. “As empresas expositoras apresentarão soluções completas, contribuindo para o incremento dos negócios, melhoria da produtividade e aumento da competitividade das empresas”, ressalta.

O setor de lácteos
Segundo levantamento feito pelo PENSA com dados de diversas entidades, a indústria de lácteos fatura cerca de R$ 14,5 bilhões, o que representa 8% da indústria de alimentos no Brasil. Em 2005, foram coletados 24,5 bilhões de litros de leite, uma evolução de quase 50% em dez anos. No que diz respeito à produção de queijos, o Brasil continua a ostentar a 6ª posição no ranking mundial de países produtores, e lidera na América do Sul, com uma produção de cerca de 495 mil toneladas em 2006. Em relação aos produtores, o país conta com cerca de 2.000 laticínios. O Estado de Minas Gerais reúne 34,4% dos estabelecimentos, São Paulo, 13%, e Goiás, 10,4%. Dos laticínios com capacidade superior a 100 mil litros, 28,8% estão em Minas Gerais e 20,2% estão em São Paulo.
Já no segmento de sorvetes, segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Sorvetes (Abis), em 2006 a produção foi de 505 milhões de litros, e o consumo de 507 milhões. Com isso, o setor teve faturamento de US$ 886 milhões, sendo que em 2005 o setor faturou US$ 860 milhões. No Brasil, o consumo de sorvete per capita é de 3,5 litros ao ano, menos de um quarto do volume dos países nórdicos, como Finlândia, Dinamarca e Noruega, onde o consumo per capita de sorvete gira em torno de 20 litros por ano. Na Argentina este consumo é de 5 litros per capita, e no Chile, 6,5 litros.

Novidade
Paralelamente à feira, representantes da Associação Brasileira das Indústrias de Queijo (Abiq) e da Associação Brasileira das Indústrias de Sorvetes (Abis) promoverão palestras para apresentar as tendências de mercado, desenvolvimento de novos produtos e tecnologias de processo, entre outros temas de relevância nacional e internacional. Entre as atrações da 4a. edição da Tecnoláctea & Sorvetes estão a ‘Via Láctea’ – espaço na feira que apresentará, passo-a-passo, o processo de fabricação de leite e derivados – e a sorveteria modelo – estruturada com equipamentos e produtos de última geração para a produção de sorvetes.
O evento conta com o apoio de importantes entidades, como a Associação Brasileira das Indústrias de Queijo (Abiq), Associação Brasileira das Indústrias de Sorvetes (Abis), Embrapa Gado de Leite, Associação para o Progresso do Agronegócio Lácteo (Láctea Brasil), Centro Tecnológico – Instituto de Laticínios Cândido Tostes (CT-ILCT/Epamig), Associação Brasileira dos Produtores de Leite (Leite Brasil), entre outras. A feira, que acontece a cada dois anos, reúne empresas como Tetra Pak, Selovac, Sol, GlobalFood, Sunnyvale, Plury Química, Tuchenhagen, Genkor, Beltec, Pavão Embalagens, Hitiro, Mycom, New Max, Niro, Unipac e Kraki.
Expositores interessados em participar da feira devem entrar em contato pelo telefone (11) 3885.4265. Para mais informações acesse o site www.tecnolactea.com.br .



Jefferson Albuquerque - jefferson@raf.com.br
RAF Comunicação - Tel.: (11) 5573-8916
www.raf.com.br - E-mail geral: raf@raf.com.br

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