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terça-feira, agosto 12, 2014

ESCÂNDALO: Comunistas baderneiros do MST atacam militares do Corpo de Bombeiros que apagavam incêndio em fazenda invadida

MST ataca Corpo de Bombeiros enquanto militares apagavam incêndio


Homens tentavam conter as chamas em áreas invadidas quando foram atacados por invasores. Viatura ficou danificada

Ataques danificaram a viatura e uma das lanternas traseiras foi quebrada

Um caminhão do Corpo de Bombeiros foi atacado no momento em que apagava um incêndio florestal na BR-020, altura do KM 42, em Planaltina, às 16h40 desta segunda-feira (4/8). 

Uma parte da propriedade privada Fazenda Três Pinheiros, ocupada desde a manhã de domingo (3/8) por integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), pegou fogo. Os bombeiros do Grupamento de Planaltina receberam o chamado por volta das 14h35 para combater as chamas, mas os manifestantes atacaram o carro oficial com paus, pedras e facão quando os militares terminavam o trabalho. As agressões danificaram a viatura e uma das lanternas traseiras foi quebrada.

O Corpo de Bombeiros confirma que os militares também sofreram ameaças do grupo de cerca de 100 pessoas. A hipótese de que o incêndio tenha sido provocado pelos ocupantes não está descartada. A 31ª Delegacia de Polícia (Planatina) registrou a ocorrência e investiga o caso, mas até o momento não prendeu ninguém pelo dano ao patrimônio.

ESCÂNDALO: Petralhas colocam a Polícia Federal para intimidar e coagir Romeu Tuma Júnior (que denunciou fábrica de dossiês no governo Lula)






Anotem: quanto mais se aproxima a data das eleições, mais ataques aos direitos individuais e ao Estado de Direito teremos pela frente. Desesperado com a derrota, o lulopetismo passa a expor sua carranca totalitária. O Estado Policial, instalado pelos ptistas e denunciado por Tuma Jr., confirma o que ele escreveu no livro Assassinato de Reputações.



ALERTA NO FACEBOOK


Pelo Facebook o Delegado Tuma Jr. denunciou o momento em que o seu escritório de advocacia foi invadido pelos agentes da Polícia Federal do PT, conforme se pode verificar neste facsímile de sua página do Facebook:





PF intima delegado que denunciou fábrica de dossiês no governo Lula



Ex-secretário Nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior disse que é alvo de perseguição política por causa das denúncias que fez contra o PT





Por volta da 11 horas desta terça-feira, quatro policiais federais estiveram no escritório do delegado Romeu Tuma Júnior, no bairro do Bom Retiro, em São Paulo, com ordens para conduzi-lo coercitivamente à Superintendência da Polícia Federal. Tuma Júnior se recusou a acompanhar os agentes, alegando que a condução era ilegal.

Mais tarde, ele compareceu à sede da PF para prestar esclarecimentos sobre o livro Assassinato de Reputações — Um Crime de Estado (Topbooks; 557 páginas), que narra os bastidores do que ele viu, ouviu e, principalmente, acompanhou de perto quando ocupou o cargo de ex-secretário Nacional de Justiça do governo Lula

Tuma Júnior afirmou que passou cerca de 40 minutos na sede da PF, mas não respondeu a nenhuma pergunta. Ele disse que já havia prestado esclarecimentos sobre o conteúdo do livro em procedimento aberto pela Delegacia Fazendária no ano passado – não há inquérito contra ele. "Hoje só registrei meu repúdio, já havia sido ouvido. Apontei minha repulsa em se conduzir um advogado coercitivamente sem comunicar à OAB. A polícia está aparelhada, a gente nunca sabe o que vai acontecer", afirmou.

Na chegada dos policiais ao escritório de Tuma Júnior, houve discussão e muito bate-boca. O delegado Fabrizio Galli, da Delegacia Fazendária, afirmou que Tuma Júnior recebeu intimações prévias, mas não compareceu para prestar depoimentos.

Em seu livro, o delegado revelou que a estrutura do governo petista era usada para produzir dossiês contra adversários políticos. Ele também teria ouvido do ministro Gilberto Carvalho, ex-chefe de gabinete de Lula, a confissão de que o ex-prefeito de Santo André Celso Daniel teria sido assassinado depois de descobrir um esquema clandestino de arrecadação de dinheiro para beneficiar o PT. Atual secretário-geral da Presidência da República, Carvalho, segundo o relato do delegado, teria confessado também ter transportado dinheiro de corrupção para abastecer o caixa eleitoral do PT.

Tuma Júnior se recusou a acompanhar os agentes, alegando que a condução era ilegal. Ele disse que um dos federais informou apenas que estava cumprindo “ordens de Brasília”. “Estive lá na PF um vez e nem inquérito havia”, disse o delegado. Isso é perseguição política”, afirmou.


Fonte: Veja.com








O delegado Romeu Tuma Jr., ex-secretário nacional de Justiça, foi conduzido coercitivamente à sede da Superintendência da Polícia Federal, em São Paulo, para prestar depoimento sobre o livro “Assassinato de Reputações – Um Crime de Estado”, publicado pela Editora Topbooks. Na obra, ele assegura que o “estado policial petista” não é uma invenção de paranoicos. Segundo informa Tuma, esse esquema reúne as características de todas as máquinas de perseguição e difamação do gênero: o grupo que está no poder se apropria dos aparelhos institucionais de investigação de crimes e de repressão ao malfeito — que, nas democracias, estão submetidos aos limites da lei — e os coloca a seu próprio serviço.

Tuma Jr. foi, na prática, detido por quê? Então havia um inquérito em curso? Era secreto? Até onde se sabe, nem ele próprio tinha sido advertido de sua existência. Vamos ficar atentos. O Brasil é uma democracia — ainda é ao menos. As pessoas não podem ser demitidas de um banco, por exemplo, porque fazem uma avaliação técnica crítica ao governo. O partido oficial não pode fazer listas negras de jornalistas porque não gosta de sua opinião, e o Estado não pode sair por aí detendo pessoas em processos de investigação muito pouco transparentes.

Sim, o livro de Tuma Jr. denuncia a ação do PT em algumas operações escabrosas, a saber:

1: manipulação da investigação para envolver o governo de São Paulo e o PSDB no caso do cartel de trens em São Paulo;

2: elaboração de um falso dossiê para incriminar o governador tucano Marconi Perillo, de Goiás;

3: elaboração de um falso dossiê para incriminar o também tucano Tasso Jereissati, com pressão explícita de Aloizio Mercadante;

4: armação para manchar a reputação de Ruth Cardoso, mulher do ex-presidente FHC;

5: o assassinato do petista Celso Daniel, prefeito de Santo André;

6: operação para grampear todos os ministros do STF – o que ele diz ter acontecido;

7: tentativa de eliminar os rastros de uma conta do mensalão nas Ilhas Cayman.

Em entrevista à revista VEJA, Tuma Jr. foi claro sobre as pressões que recebeu quando era Secretário Nacional de Justiça:

“Durante todo o tempo em que estive na Secretaria Nacional de Justiça, recebi ordens para produzir e esquentar dossiês contra uma lista inteira de adversários do governo. 0 PT do Lula age assim. Persegue seus inimigos da maneira mais sórdida. Mas sempre me recusei. (…) Havia uma fábrica de dossiês no governo. Sempre refutei essa prática e mandei apurar a origem de todos os dossiês fajutos que chegaram até mim. Por causa disso, virei vítima dessa mesma máquina de difamação. Assassinaram minha reputação. Mas eu sempre digo: não se vira uma página em branco na vida. Meu bem mais valioso é a minha honra.”

No livro, Tuma Jr. sustenta que Celso Daniel foi assassinado ao tentar desarmar um esquema paralelo de arrecadação de propina montado por petistas, que tentava se sobrepor àquele criado pelo próprio Celso, que serviria ao partido e que seria integrado por Gilberto Carvalho, que lhe teria confessado a existência da tramoia.

A pressão
Aguardemos os próximos passos. Uma investigação qualquer tinha sido iniciada pela Polícia Federal, razão por que Tuma Jr. foi coercitivamente conduzido. Mas qual? Denúncias para iniciar um inquérito não faltavam. A questão é saber se pretendem que Tuma Jr. seja o investigado ou a testemunha.

Por Reinaldo Azevedo


Tuma Júnior, ao sair da Polícia Federal: "Ratifiquei o que está no livro. Agora, quero que prendam os bandidos do PT".

O ex-secretário Nacional de Justiça no governo Lula e ex-deputado Tuma Júnior acaba de ser libertado pela Polícia Federal em São Paulo.

. Ele prestou depoimento sobre as narrações que fez no seu livro "Assassinato de Reputações", no qual revela que Lula foi alcaguete da ditadura militar, implica o ministro Gilberto Carvalho no assassinato do ex-prefeito Celso Daniel e conta detalhes da fábrica de dossiês montada pelo ex-ministro Tarso Genro no ministério da Justiça.

. O que ele escreveu ainda há pouco no seu Facebook:

Já fui lá e ratifiquei tudo!!! Prende os bandidos agora PF aparelhada pelo Ministro da Justiça!!!

CLIQUE AQUI para acompanhar o Facebook de Tuma Júnior.

UCHO.INFO: Dilma sabia da fraude nos depoimentos à CPI da Petrobras e deveria ser alvo de impeachment

Óleo de peroba – Assim como seu antecessor, o lobista Lula, a presidente Dilma Vana Rousseff também nada sabe do que ocorre no Palácio do Planalto. O que mostra que ambos são desprovidos de capacidade para decidir os destinos de um país tão grande e complexo quanto o Brasil.



Nesta segunda-feira (4), Dilma Rousseff esteve em Guarulhos, na Grande São Paulo, para um ato isolado de campanha e, questionada pelos jornalistas sobre a fraude nos depoimentos à CPI da Petrobras, disse que uma explicação sobre o assunto cabe ao Congresso Nacional.

Ora, desde o primeiro instante após eclodir na mídia o escândalo da compra da refinaria de Pasadena, no Texas, a própria presidente trabalhou intensamente nos bastidores para escapar da responsabilidade. Inclusive viajou a São Paulo para reunir-se com Lula e decidir o que fazer para que o oceano de escândalos na Petrobras não alcançasse seu projeto de reeleição, assim como não interferisse no plano totalitarista do PT de continuar no poder.

Dilma pode até negar os fatos, pois covardia é o seu ponto forte e a Constituição reza que ninguém deve produzir provas contra si, mas a presidente não pode ignorar ao menos um detalhe. O de que Paulo Argenta, acusado de ter participado da fraude, está lotado na Secretaria de Relações Institucionais, órgão que funciona dentro do Palácio do Planalto e está encarregado das articulações políticas do governo.

Argenta, para quem não sabe, foi durante anos o principal assessor da petista Ideli Salvatti, ex-senadora por Santa Catarina e que atualmente está à frente da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência, depois de ter passado pelo Ministério da Pesca e pela Secretaria de Relações Institucionais. No Ministério da Pesca, Ideli envolveu-se no escândalo das lanchas superfaturadas, enquanto que como articuladora política do governo a petista colocou na vitrine nacional a sua conhecida incompetência.

Como sabem os brasileiros que acompanham o cotidiano da política nacional, Ideli Salvatti é pessoa da estrita confiança de Lula, tendo obedecido de forma vergonhosa às ordens do então presidente durante o período em que esteve senadora. Paulo Argenta sempre foi ligado a Ideli, sendo considerado por muitos dos jornalistas que cobrem o dia a dia da política como a sombra da ministra.

Com a transferência de Ideli Salvatti para a Secretaria de Direitos Humanos, Argenta permaneceu nas Relações Institucionais a pedido de Lula, que conhece as especialidades do assessor e passou a servir a Ricardo Berzoini, também muito ligado ao ex-metalúrgico.

Em outras palavras, foi missa encomendada a fraude que marcou os depoimentos de alguns dirigentes da Petrobras à CPI criada no Senado para investigar as estripulias na petroleira verde-loura. De tal modo, fosse o Brasil um país minimamente sério, Dilma já estaria com seu nome em pelo menos um pedido de impeachment. Por conta de escândalo muito menor o arrogante Fernando Collor de Mello foi ejetado do poder.

Fonte: Ucho.info

segunda-feira, agosto 11, 2014

PETRALHAS: Conheça a ex-superintendente de investimentos do banco Santander que foi demitida após pressão do PARTIDO TOTALITÁRIO


Sinara Polycarpo Figueiredo: EXAME apurou que ao menos outras duas pessoas foram demitidas



Sinara Polycarpo Figueiredo é a funcionária de mais alto escalão do banco a perder o emprego por causa da polêmica despertada por uma carta enviada em julho





“Estou indo viajar. Vou ficar fora de São Paulo até o dia 25”, disse a EXAME Sinara Polycarpo Figueiredo, que até há poucos dias era a superintendente de investimentos do banco Santander.



Sinara é a funcionária de mais alto escalão do banco a perder o emprego por causa da polêmica despertada por uma carta enviada em julho aos clientes de alta renda do Santander.

Como vários outros informes de investimentos, o texto associava a presidente Dilma Rousseff à piora do quadro econômico no país, mas sua repercussão despertou a revolta do PT.

Num encontro com sindicalistas no final de julho, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que o banco deveria demitir os responsáveis pelo informe.

“Essa moça não entende porra nenhuma de Brasil e de governo Dilma. Manter uma mulher dessa num cargo de chefia, sinceramente... Pode mandar ela embora e dar o bônus dela para mim”, disse Lula.

Logo em seguida, o banco pediu desculpas pela carta e assegurou que medidas tinham sido tomadas.

EXAME também apurou que ao menos outras duas pessoas foram demitidas: Eduardo Correia, gerente comercial da equipe que fez o relatório, e a analista que escreveu o texto.

O episódio espalhou o medo entre parte dos investidores de classe média. O temor é que, a partir do caso Santander, bancos e corretoras, com receio da reação do governo, passem a censurar suas análises de conjuntura.

"O banco não cerceia as liberdades individuais de seus funcionários e nossas análises técnicas não se submetem a qualquer tipo de pressão externa. Essas pessoas foram demitidas porque quebraram nosso código de conduta, que diz que não podemos nos manifestar sobre tema político-partidário", diz Marcos Madureira, vice-presidente de comunicação e marketing do Santander.

No meio desse tiroteio, Sinara, a vítima mais graduada, desabafa: "Minha trajetória é impecável e bem-sucedida. Portanto, jamais poderá estar associada a qualquer polêmica. Esse assunto já se esgotou".

Blog REAÇONARIA expõe o carrasco e censor de Rachel Sheherazade no SBT, ele é um colaborador do PARTIDO TOTALITÁRIO conhecido como PT

E as opiniões de Rachel Sheherazade?



Vocês se lembram dos comentários de Rachel Sheherazade? Das opiniões incisivas, duras, críticas e transmitidas com clareza? Pois é, nem parece mas já se passaram muitos meses desde que a âncora do telejornal SBT Brasil foi calada.

O estranho afastamento da jornalista meses atrás, que muitos temiam ser uma demissão sumária, gerou muitos boatos. Pouco tempo depois do ocorrido, iniciamos aqui no Reaçonaria uma série de posts para mostrar se seria realmente possível o governo ter pesado a mão na emissora (concessão pública) para que as opiniões incômodas da jornalista fossem evitadas no ano eleitoral. Os posts foram os seguintes:


  • Marcelo Parada, o diretor que calou Rachel Sheherazade – Parte 2: A empresa e seus sócios – Avançamos no tema mostrando detalhes da empresa de Marcelo Parada, a “Marca Comunicações”. Vimos que embora vários petistas tenham citado a participação da empresa na campanha de Dilma Rousseff, não houve citação da empresa no relatório de gastos do comitê central da candidatura. E vimos também como os sócios da empresa são petistas com passagem pelo governo Marta Suplicy na prefeitura de São Paulo. Rui Falcão foi o “primeiro ministro” da administração Marta.

Antes da publicação daquilo que seria o terceiro e último post o SBT permitiu o retorno da apresentadora ao telejornal, mas sem os comentários. Dizia a emissora que estava preservando Rachel e que após a Copa do Mundo os comentários dela voltariam.

Já estamos perto de completar um mês do fim da Copa e a jornalista continua proibida de dar suas opiniões no ar. Em virtude disso publicamos hoje a última parte da série. No meio tempo entre o início da série e hoje o SBT levou ao telejornal um jornalista bastante conhecido por suas opiniões favoráveis ao governo federal: Kennedy Alencar. 

E então SBT e Marcelo Parada… Vão deixar a Rachel comentar novamente?

EDITORIAL O GLOBO: O ‘Sistema S’ continua uma caixa-preta


Revelação da revista ‘Época’ de que nora do ex-presidente Lula emulher do mensaleiro João Paulo Cunha estão na folha do Sesi recoloca em questão este aparato



O metalúrgico Luiz Inácio Lula da Silva e companheiros que lançaram as fundações da CUT e do PT, no fim da década de 70, lutavam por um programa de reformas modernizantes do meio sindical e das relações trabalhistas. Vociferavam contra o enorme aparato herdado de Getúlio Vargas, de inspiração no fascismo de Mussolini, em que as representações sindicais, de patrões e empregados, eram parte do Estado.

Defendiam o fim da unicidade sindical, para que vários grêmios pudessem se constituir na mesma região e disputar livremente o apoio entre os trabalhadores. Por coerência, eram contrários a todas as contribuições compulsórias, o imposto sindical entre elas. E, não poderia deixar de ser, atacavam o “Sistema S”, outra criação getulista, um conjunto de entidades sustentadas por deduções legais nas folhas de pagamento da indústria, do comércio e atividades rurais.

Os metalúrgicos daquele tempo também criticavam o fato de um enorme volume de recursos subtraídos dos salários transitar por Senai, Sesc, Sesi, entre outras siglas, sem transparência. O chamado Sistema S reúne características que facilitam o desperdício de recursos. Haja vista denúncias de gastos em sedes suntuosas pelo Brasil afora, entre outros desmandos.

Porém, ao chegar ao poder, Lula, seu partido PT e a CUT mudaram de opinião, e todo aquele aparato getulista foi colocado a serviço do projeto de poder petista. No fim do primeiro mandato, Lula oficializou a CUT e demais centrais. Com isso, elas passaram a ter direito a uma parte do butim do imposto sindical — tão criticado no tempo heroico da luta contra a ditadura. E, no primeiro ano do segundo mandato, Lula conseguiu aprovar no Congresso projeto que garantiu espaço para os sindicatos na gestão das entidades do Sistema S. Os bilhões que transitam por Senai e Sesc passaram a ficar ao alcance de decisões dos antigos metalúrgicos aguerridos.

Tornou-se inevitável o “aburguesamento” de líderes, caso do ex-radical Jair Meneguelli, já há onze anos presidente do conselho do Sesi, por nomeação do ainda presidente Lula, antes mesmo desse sistema de cogestão.

A última edição da revista “Época” revelou que a própria família de Lula se beneficia da influência que petistas e cutistas passaram a ter no Sistema S: uma das noras do ex-presidente, Marlene Araújo Lula da Silva, formalmente trabalha no “escritório de representação” do Sesi em São Bernardo do Campo. Em situação semelhante está Márcia Regina Cunha, mulher do mensaleiro petista condenado João Paulo Cunha. Outro ponto comum entre Márcia e Marlene é que não costumam comparecer ao local de trabalho: uma em São Bernardo; a outra, em Brasília. A descoberta recoloca o Sistema S em questão. Não apenas pelo seu aspecto de baixa transparência, mas pelo peso no custo das empresas em comparação com o retorno que dá para a sociedade.

PETRALHAS: PT persegue e processa blogueira de Cuibá por comentários contra o Partido Totalitário



PT PROCESSA BLOGUEIRA DE CUIABÁ POR DANOS MORAIS
FILIADA AO PDT, ADRIANA VANDONI É CANDIDATA A DEPUTADA ESTADUAL NAS ELEIÇÕES DE OUTUBRO

O PT entrou com ação contra a economista e blogueira Adriana Vandoni, de Cuiabá (MT). O PT quer R$ 50 mil a título de danos morais por causa de um comentário de Adriana Vandoni, transmitido pela TV Pantanal, no dia 20 de março passado. Ela critica o negócio que envolve a Petrobras na compra da refinaria de Pasadena (EUA) e diz: "Para com esse negócio de roubar xampu, de roubar pinga, nada, forma uma quadrilha, junta seus amigos, filiem-se ao PT e roubem, mas roubem muito."

A ação do PT foi revelada pelo Folhamax, site de Cuiabá. A reportagem, assinada pelo jornalista Rafael Costa, é intitulada "PT nacional processa blogueira que acusa sigla de proteger bandidos".

O processo contra Adriana Vandoni foi distribuído para a 7.ª Vara Cível de Cuiabá. O juiz Yale Sabo Mendes determinou que a assessoria jurídica do PT anexe aos autos do processo o estatuto do partido e a ata na qual comprova que Rui Falcão é presidente nacional da sigla.

Filiada ao PDT, Adriana Vandoni é candidata a deputada estadual nas eleições de outubro. Seu blog, Prosa & Política, é muito acessado e bastante polêmico, sobretudo pelas críticas pesadas ao PT.

Em seu comentário, que provocou a ira do PT, a economista falou da compra da refinaria de Pasadena, após denúncia divulgada pelo jornal "O Estado de S. Paulo" - negócio que provocou prejuízo de US$ 1,18 bilhão ao Tesouro. "Roube bilhões e bilhões de dólares e depois na hora que te pegarem fale que você não sabia", diz Adriana Vandoni.

Na petição inicial, divulgada pelo site Folhamax, o diretório nacional do PT alega que Adriana Vandoni extrapolou o direito fundamental garantido na Constituição de livre opinião e expressão. "Nos dizeres da ré, filie-se ao PT e pratique crime, pois sob o amparo da instituição política, não há o que temer. Tais dizeres não apenas extrapolam o cunho informativo ou opinativo da notícia, ao contrário, visam desqualificar a pessoa jurídica perante a sociedade, ofendendo uma das balizas mais importantes de toda e qualquer pessoa, seja física ou jurídica, sua dignidade."

O PT repudia o trecho da manifestação de Adriana Vandoni em que ela diz que a filiação ao PT garante proteção em ilícitos penais. "A ilação, a acusação, desrespeita o Partido dos Trabalhadores que busca, como todos os demais partidos políticos, atrair mais pessoas para a agremiação política, aumentando a participação política da sociedade e elevando o nível da discussão política. Portanto, a acusação fere frontalmente o cerne do partido político, sua capacidade de mobilizar o cidadão para a discussão e evolução política e da sociedade."

Além da transmissão na TV Pantanal, o comentário de Adriana foi disponibilizado no site You Tube e conta com 90.457 visualizações.



LEIA A INTEGRA DO COMENTÁRIO DE ADRIANA VANDONI SOBRE O PT:


“Olá. Boa Tarde. Hoje nós vamos contar uma historinha de dois vizinhos. O seu vizinho comprou um carro velho e pagou quarenta e dois mil reais. Aí, todo dia você passava lá e olhava aquele carrinho velho. Um dia você chegou pro vizinho e falou assim: – Olha, eu quero comprar metade do seu carro. Vamos fazer esse negócio? – E o vizinho falou: – Opa! Vamos! Trezentos e sessenta mil – Aí, tudo bem. Você vai lá, foi lá assinou o contrato que está comprando a metade do carro por trezentos e sessenta mil reais. Mas não era só isso, lá no contrato, na cláusula, tinha uma cláusula que falava assim: se o vizinho desistir da compra do carro, você é obrigado a comprar a outra metade. Ótimo, beleza. Passou um tempinho, seu vizinho, que não é bocoió nem nada, desistiu do carro e exigiu que você cumprisse aquela cláusula. Você foi obrigado a comprar outra metade, só que não era mais trezentos e sessenta mil, era oitocentos e vinte mil reais. Então, presta atenção, o carro custou quarenta e dois mil reais, você pagou por uma metade trezentos e sessenta e pela outra metade oitocentos e vinte, um milhão e pouco. Que negócio de louco é esse, só um idiota faria. Sabe quem fez isso com você, comigo, com nós todos que pagamos impostos? A Petrobrás. No caso, não foi com o carro, foi a refinaria de petróleo de Pasadena. E o vizinho, é uma empresa belga. E o valor não foi um milhão e pouco de reais, foi um bilhão de dólares. Isso que a Petrobrás fez. Quem que fez esse negócio? Quem que assinou essa compra maravilhosa? A atual presidente da Petrobrás, Sérgio Gabrielli, que hoje é secretário estadual na Bahia; e o atual governador da Bahia, o Jaques Wagner. Eles assinaram, todos eles petistas e todos eles trabalhando em cargo público. E não foram só eles, ainda teve mais, a competentíssima Dilma Rousseff também assinou essa maravilhosa transação. Aí agora, na semana passada, quando a notícia veio a público através do jornal O Estado de S. Paulo. O que a presidente Dilma disse? Que ela não sabia, tal qual seu mestre Lula no episódio do mensalão Dilma também não sabia. Ela assinou essa compra e não sabia. Aí eu fico aqui me perguntando: Vocês perceberam que são quatro, mais a Dilma, cinco? Será que dá formação de quadrilha? Não, não vai dar formação de quadrilha. Sabe por que? Porque eles são do governo. Então, temos que dar um conselho pros ladrões de galinha: – Para com esse negócio de roubar xampu, de roubar pinga, nada, forma uma quadrilha, junta seus amigos, filiem-se ao PT e roubem, mas roubem muito. Porque não é xampuzinho que vai te fazer ficar cada vez mais alto num cargo público. Roube bilhões e bilhões de dólares e depois na hora que te pegarem fale que você não sabia. – Voltamos amanhã, com mais um comentário.”


A polêmica blogueira Adriana Vandoni informou que ainda não foi notificada da ação do PT. Ela afirma que sofre intimidação de adversários políticos. Por meio de sua assessoria de imprensa, argumenta que “uma das formas mais cruéis e covardes de intimidação contra a humanidade é barrar o livre direito de expressão; essa tortura, disfarçada em ações judiciais, é uma arma antiga e que tem sido usada de forma incisiva contra a economista e blogueira”.


O VÍDEO QUE PROVOCOU A IRA DO PT




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