GAtec Gestão Agroindustrial contrata RAF Comunicação para atuar como assessoria de comunicação permanente e para seminário inédito no setor
A GAtec Gestão Agroindustrial - Líder no mercado de TI e business intelligence para grandes empresas do agronegócio - está à disposição dos jornalistas. Com uma equipe composta por profissionais multidisciplinares especializados com mais de 25 anos de experiência no setor, a GAtec busca soluções informatizadas para o planejamento, controle e gerenciamento dos negócios do segmento, baseadas em tecnologia de ponta.
Em abril, a GAtec promove no Hotel Intercontinental, em São Paulo, 1º Seminário GAtec de Gestão Econômica no Agronegócio, reunindo os principais especialistas da agroindústria em apresentações para 100 convidados de grandes empresas do setor. Entre os palestrantes, já estão confirmados os nomes de José Rezende e Flávia Sepúlveda (PricewaterhouseCoopers), Reinaldo Pacheco (USP), Oscar Porto (Gapso Advanced Planning), Antônio de Pádua Rodrigues (Única), Giancarlo Bianchi e Carlos Eduardo Araújo (Gatec).
A GAtec atua em 14 estados brasileiros e também em outros países, como Equador, Venezuela e Paraguai. Situada em Piracicaba (SP), atua no desenvolvimento e implementação de sistemas de informações gerenciais, planejamento estratégico, gestão econômica de produção, análises de viabilidade econômica de investimentos e orçamento empresarial agrícola e industrial
Já estão à disposição para entrevistas Carlo Dodi Jr., diretor, e Carlos Eduardo Araújo, consultor associado.
Anderson Polarini
RAF Comunicação - Tel. (11) 5573-8916
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quarta-feira, março 14, 2007
quarta-feira, março 07, 2007
Vilela briga por rótulos das embalagens de leite
O Senado aprovou a Medida Provisória 327 que trata sobre o plantio de organismos geneticamente modificados em unidades de conservação. O artigo 5º da MP, prorroga por seis meses, a partir de 3 de janeiro de 2007, a vigência da Lei número 11.265. A lei estabelece que as embalagens de leite contenham frases como "O Ministério da Saúde adverte: este produto não deve ser usado para alimentar crianças menores de um ano de idade a não ser por indicação expressa do médico ou nutricionista. O aleitamento materno evita infecções e alergias e fortalece o vínculo mãe-filho", no painel principal do produto - frontal ou lateral. Também fica vedada a utilização de fotos, desenhos ou representações gráficas que não sejam necessárias para mostrar a fabricação ou uso do produto, exceto marca ou logomarca, entre outras exigências.
Durante os próximos meses, autoridades e entidades representantes do setor lácteo trabalham no sentido de reivindicar alteraçãos neste texto. O deputado Leonardo Vilela apresentou, ainda em fevereiro, emendas à MP 350 sugerindo modificações nos artigos 10, 11 e 13 da Lei 11.265/06. De acordo com a sugestão de Vilela, os rótulos dos produtos lácteos devem passar a exibir "O Ministério da Saúde Orienta: Este produto somente deve ser usado na alimentação de crianças menores de 1 (um) ano de idade, por recomendação de médico ou nutricionista. O leite materno é insubstituível, evita infecções e alergias e fortalece o vínculo mãe-filho", no painel lateral do produto. Quanto ao impedimento do uso de "fotos, desenhos ou representações gráficas", o deputado sugere que seja acrescentado o termo "ilustrações".
Para Vilela, denegrir ou tentar passar uma imagem de perigo relacionada ao consumo de leite com a "Cláusula de Advertência" da lei prejudica os esforços de combate à fome e à desnutrição pregados pelo Governo Federal, além de não contribuir com a fixação da idéia da importância "do aleitamento materno"."A expressão de advertência passa a impressão errada de que as empresas não desejam informar seus consumidores sobre um tema tão relevante e isso é uma inverdade", acusa Leonardo. A MP 327 foi aprovada na quarta-feira (28/fevereiro).
Samara Carvalho
Assessoria de Comunicação do deputado Leonardo Vilela (PSDB-GO)
(61) 3215-5934/ (61) 9802-0177
Durante os próximos meses, autoridades e entidades representantes do setor lácteo trabalham no sentido de reivindicar alteraçãos neste texto. O deputado Leonardo Vilela apresentou, ainda em fevereiro, emendas à MP 350 sugerindo modificações nos artigos 10, 11 e 13 da Lei 11.265/06. De acordo com a sugestão de Vilela, os rótulos dos produtos lácteos devem passar a exibir "O Ministério da Saúde Orienta: Este produto somente deve ser usado na alimentação de crianças menores de 1 (um) ano de idade, por recomendação de médico ou nutricionista. O leite materno é insubstituível, evita infecções e alergias e fortalece o vínculo mãe-filho", no painel lateral do produto. Quanto ao impedimento do uso de "fotos, desenhos ou representações gráficas", o deputado sugere que seja acrescentado o termo "ilustrações".
Para Vilela, denegrir ou tentar passar uma imagem de perigo relacionada ao consumo de leite com a "Cláusula de Advertência" da lei prejudica os esforços de combate à fome e à desnutrição pregados pelo Governo Federal, além de não contribuir com a fixação da idéia da importância "do aleitamento materno"."A expressão de advertência passa a impressão errada de que as empresas não desejam informar seus consumidores sobre um tema tão relevante e isso é uma inverdade", acusa Leonardo. A MP 327 foi aprovada na quarta-feira (28/fevereiro).
Samara Carvalho
Assessoria de Comunicação do deputado Leonardo Vilela (PSDB-GO)
(61) 3215-5934/ (61) 9802-0177
Projeto incentiva produção canavieira no Rio Grande do Sul
Instituições públicas e privadas vão dar um importante impulso para resolver a deficiência na produção de álcool no Rio grande do Sul – onde o litro do produto chega a custar 42% acima do preço pago em São Paulo e 98% do volume consumido é importado de outras regiões do Brasil.
Nesta quarta-feira (7), o diretor-presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Silvio Crestana, o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), Paulo Tigre, e a superintendente do Núcleo Regional do Rio Grande do Sul do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), Elisabeth Urban, assinam o protocolo de cooperação técnica para a execução do programa para a produção de biocombustíveis no Rio Grande Sul, com foco no etanol.
A solenidade, na sede da Embrapa, em Brasília, contará com a presença da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e do ministro da Agricultura, Luís Carlos Guedes Pinto.
O programa (que de forma geral viabilizará a produção de etanol, competitivamente, para atender os mercados regional e internacional) contempla três projetos complementares, num total de R$ 8,2 milhões para o período de 2007 a 2009. O primeiro deles prevê a implantação da produção da cana-de-açúcar e seus derivados, com estudo de viabilidade técnica e econômica (EVTE).
Para isso, deverão ser implantados três clusters (ou pólos produtivos especializados em vantagens competitivas), após serem feitos os EVTEs, considerando aspectos ambientais, agronômicos e da industrialização da cultura. O segundo projeto está relacionado ao desenvolvimento da cana-de-açúcar, a partir de tecnologias, competências e um sistema de gestão integrada para estabelecer os canaviais e o plantio de gramíneas.
Já o terceiro projeto trata da estruturação e implantação da rede de informações para competitividade da produção de biocombustíveis, com ênfase em etanol. As instituições parceiras (confira a relação abaixo) querem articular uma rede de relacionamento e estruturação de um sistema sob este modelo. Assim, será possível disponibilizar à sociedade informações competitivas, contribuindo para a expansão das fronteiras agrícolas e agroindustriais gaúchas.
Os especialistas da Embrapa acreditam que o projeto dará uma alternativa econômica, social e tecnicamente viável ao setor primário gaúcho, contribuindo para a auto-suficiência de álcool no Rio Grande do Sul. Também será possível aumentar a oferta de emprego e de renda.
Tradição nas pequenas propriedades gaúchas
A produção canavieira no Rio Grande do Sul, apesar de pouco significativa se comparada a outros estados do país, tem importância por estar associada às atividades em pequenas propriedades – relacionadas à criação de gado e ao processamento artesanal de subprodutos. Da área plantada de 35 mil hectares, 25 mil hectares são destinados para consumo na propriedade (comercialização informal de subprodutos ou ainda adicionada à ração animal). O restante dos 10 mil hectares são para produção comercial de cachaça, açúcar mascavo, melado e álcool.Corpo do texto
Serviço
O que: Assinatura do protocolo de cooperação técnica entre Embrapa, Fiergs e IEL para execução do programa de produção de biocombustíveis no Rio Grande do Sul
Quando: 7 de março de 2007
Onde: Sala Álvaro Barcellos, edifício sede da Embrapa, Brasília
Horário: 16hs30min
Parceiros no projeto: Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Universidade Regional Integrada (Uri/Erexim), Fundação Universidade Federal do Rio Grande (FURG), Universidade Federal do Paraná, Rede Interuniversitária do Desenvolvimento Sucroalcooleiro (Ridesa), Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro), Fundação Centro de Experimentação e Pesquisa (Fundacep), Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Emater/RS
Mais informações:
Deva Rodrigues (MTb 5297/RS)
Telefone: (61) 3448-4113
E-mail: deva.rodrigues@embrapa.br
Nesta quarta-feira (7), o diretor-presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Silvio Crestana, o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), Paulo Tigre, e a superintendente do Núcleo Regional do Rio Grande do Sul do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), Elisabeth Urban, assinam o protocolo de cooperação técnica para a execução do programa para a produção de biocombustíveis no Rio Grande Sul, com foco no etanol.
A solenidade, na sede da Embrapa, em Brasília, contará com a presença da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e do ministro da Agricultura, Luís Carlos Guedes Pinto.
O programa (que de forma geral viabilizará a produção de etanol, competitivamente, para atender os mercados regional e internacional) contempla três projetos complementares, num total de R$ 8,2 milhões para o período de 2007 a 2009. O primeiro deles prevê a implantação da produção da cana-de-açúcar e seus derivados, com estudo de viabilidade técnica e econômica (EVTE).
Para isso, deverão ser implantados três clusters (ou pólos produtivos especializados em vantagens competitivas), após serem feitos os EVTEs, considerando aspectos ambientais, agronômicos e da industrialização da cultura. O segundo projeto está relacionado ao desenvolvimento da cana-de-açúcar, a partir de tecnologias, competências e um sistema de gestão integrada para estabelecer os canaviais e o plantio de gramíneas.
Já o terceiro projeto trata da estruturação e implantação da rede de informações para competitividade da produção de biocombustíveis, com ênfase em etanol. As instituições parceiras (confira a relação abaixo) querem articular uma rede de relacionamento e estruturação de um sistema sob este modelo. Assim, será possível disponibilizar à sociedade informações competitivas, contribuindo para a expansão das fronteiras agrícolas e agroindustriais gaúchas.
Os especialistas da Embrapa acreditam que o projeto dará uma alternativa econômica, social e tecnicamente viável ao setor primário gaúcho, contribuindo para a auto-suficiência de álcool no Rio Grande do Sul. Também será possível aumentar a oferta de emprego e de renda.
Tradição nas pequenas propriedades gaúchas
A produção canavieira no Rio Grande do Sul, apesar de pouco significativa se comparada a outros estados do país, tem importância por estar associada às atividades em pequenas propriedades – relacionadas à criação de gado e ao processamento artesanal de subprodutos. Da área plantada de 35 mil hectares, 25 mil hectares são destinados para consumo na propriedade (comercialização informal de subprodutos ou ainda adicionada à ração animal). O restante dos 10 mil hectares são para produção comercial de cachaça, açúcar mascavo, melado e álcool.Corpo do texto
Serviço
O que: Assinatura do protocolo de cooperação técnica entre Embrapa, Fiergs e IEL para execução do programa de produção de biocombustíveis no Rio Grande do Sul
Quando: 7 de março de 2007
Onde: Sala Álvaro Barcellos, edifício sede da Embrapa, Brasília
Horário: 16hs30min
Parceiros no projeto: Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Universidade Regional Integrada (Uri/Erexim), Fundação Universidade Federal do Rio Grande (FURG), Universidade Federal do Paraná, Rede Interuniversitária do Desenvolvimento Sucroalcooleiro (Ridesa), Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro), Fundação Centro de Experimentação e Pesquisa (Fundacep), Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Emater/RS
Mais informações:
Deva Rodrigues (MTb 5297/RS)
Telefone: (61) 3448-4113
E-mail: deva.rodrigues@embrapa.br
terça-feira, março 06, 2007
SAÚDE ANIMAL: Duas fazendas pecuárias são certificadas para Eurepgap com apoio do programa SOMA, da Merial
O pecuarista José Paulo da D’Affonseca Gusmão e a Agropastoril Fazendas Caramuru, clientes SOMA da Merial Saúde Animal, são os primeiros a obter a certificação Eurepgap com apoio do programa SOMA, oferecido pela empresa. Por meio do programa, as propriedades receberam um programa sanitário personalizado, o Personal Vet, e todo o apoio técnico para adequarem-se às exigências do protocolo – que impõe normas de varejistas europeus para importação de carne bovina – e certificarem-se após as auditorias técnicas da certificadora Planejar.
Voltado para pecuaristas, gerentes, capatazes e peões, e serviço integrante do programa SOMA, o Treinamento Eurepgap orienta sobre temas-chaves da certificação, como segurança alimentar e responsabilidade social e ambiental, normas de saúde e bem-estar animal. “O pessoal de campo é treinado para seguir um planejamento sanitário estratégico, manejar e aplicar corretamente produtos veterinários, além de técnicas de lida gentil e outros temas. Tudo, para diminuir o uso indevido de medicamentos, a taxa de mortalidade sem causa definida e incrementar a produtividade do projeto”, explica o coordenador de contas de pecuaristas da Merial, Bruno Pupin.
O administrador Décio Rother, titular das Fazendas Caramuru, conta que iniciou os trabalhos para obter o selo Eurepgap em suas propriedades há cerca de um ano. A adequação da propriedade foi orientada pela Merial, na parte sanitária, e pelo programa Friboi Quality Farms, do Grupo JBS - Friboi, nas demais exigências. “O Eurepgap é uma exigência cada vez mais presente na pecuária brasileira e uma alternativa lucrativa para o pecuarista que agrega valor ao negócio. Hoje, os frigoríficos pagam até 3% a mais por animais certificados e acredito que a demanda por eles aumentará consideravelmente quando a União Européia abrir as exportações para a carne brasileira”, afirma.
Para Leonel A. Almeida, gerente do Friboi Quality Farms, a certificação de fazendas com Selo Eurepgap tende a crescer no país e será um fator determinante no desenvolvimento da pecuária brasileira. “A certificação é uma exigência do mercado externo que busca não só carne de qualidade, mas com origem determinada. O Friboi valoriza os pecuaristas alinhados com estas novas exigências, oferecendo por eles um ágio de 3% com animais certificados”, diz.
José Paulo da D’Affonseca Gusmão, por outro lado, aponta que o selo Eurepgap em breve será uma exigência mínima na pecuária. “Hoje, as fazendas certificadas recebem um prêmio, porém, em pouco tempo, as que não tem certificação receberão penalizações”, afirma o pecuarista, que já espera em 2007 receita extra de R$ 150 mil com a comercialização das 5 mil cabeças que confina anualmente na cidade de Cravinhos (SP).
A EurepGap surgiu em 1997 por iniciativa de varejistas europeus, com o objetivo de melhorar os padrões da indústria alimentícia. A norma é um modelo de certificação baseado nas boas práticas agrícolas (Good Agricultural Practices – GAP), que devem ser seguidas pelos produtores de carnes, frutas, vegetais frescos e flores.
Informações adicionais podem ser obtidas pelo SAC 0800 888-8484 ou no site www.merial.com.br.
Texto Assessoria de Comunicações: NOVO TELEFONE (11) 3037-7288
Jornalista responsável: Altair Albuquerque (MTB 17.291)
Voltado para pecuaristas, gerentes, capatazes e peões, e serviço integrante do programa SOMA, o Treinamento Eurepgap orienta sobre temas-chaves da certificação, como segurança alimentar e responsabilidade social e ambiental, normas de saúde e bem-estar animal. “O pessoal de campo é treinado para seguir um planejamento sanitário estratégico, manejar e aplicar corretamente produtos veterinários, além de técnicas de lida gentil e outros temas. Tudo, para diminuir o uso indevido de medicamentos, a taxa de mortalidade sem causa definida e incrementar a produtividade do projeto”, explica o coordenador de contas de pecuaristas da Merial, Bruno Pupin.
O administrador Décio Rother, titular das Fazendas Caramuru, conta que iniciou os trabalhos para obter o selo Eurepgap em suas propriedades há cerca de um ano. A adequação da propriedade foi orientada pela Merial, na parte sanitária, e pelo programa Friboi Quality Farms, do Grupo JBS - Friboi, nas demais exigências. “O Eurepgap é uma exigência cada vez mais presente na pecuária brasileira e uma alternativa lucrativa para o pecuarista que agrega valor ao negócio. Hoje, os frigoríficos pagam até 3% a mais por animais certificados e acredito que a demanda por eles aumentará consideravelmente quando a União Européia abrir as exportações para a carne brasileira”, afirma.
Para Leonel A. Almeida, gerente do Friboi Quality Farms, a certificação de fazendas com Selo Eurepgap tende a crescer no país e será um fator determinante no desenvolvimento da pecuária brasileira. “A certificação é uma exigência do mercado externo que busca não só carne de qualidade, mas com origem determinada. O Friboi valoriza os pecuaristas alinhados com estas novas exigências, oferecendo por eles um ágio de 3% com animais certificados”, diz.
José Paulo da D’Affonseca Gusmão, por outro lado, aponta que o selo Eurepgap em breve será uma exigência mínima na pecuária. “Hoje, as fazendas certificadas recebem um prêmio, porém, em pouco tempo, as que não tem certificação receberão penalizações”, afirma o pecuarista, que já espera em 2007 receita extra de R$ 150 mil com a comercialização das 5 mil cabeças que confina anualmente na cidade de Cravinhos (SP).
A EurepGap surgiu em 1997 por iniciativa de varejistas europeus, com o objetivo de melhorar os padrões da indústria alimentícia. A norma é um modelo de certificação baseado nas boas práticas agrícolas (Good Agricultural Practices – GAP), que devem ser seguidas pelos produtores de carnes, frutas, vegetais frescos e flores.
Informações adicionais podem ser obtidas pelo SAC 0800 888-8484 ou no site www.merial.com.br.
Texto Assessoria de Comunicações: NOVO TELEFONE (11) 3037-7288
Jornalista responsável: Altair Albuquerque (MTB 17.291)
segunda-feira, fevereiro 26, 2007
Maior feira da Indústria Láctea no Brasil deve movimentar US$ 60 milhões em 2007
A 4a. TecnoLáctea & Sorvetes prevê atrair mais de 15 mil visitantes especializados e a participação de 190 expositores, em evento que será realizado em São Paulo
Apresentar novas tecnologias, aliadas a bons negócios para o setor lácteo. Essa é a proposta da 4a. Feira Técnica Internacional de Produtos para a Indústria de Leite e Derivados, a TecnoLáctea & Sorvetes, que acontece em São Paulo, de 24 a 26 de Abril, no Pavilhão Amarelo do Expo Center Norte. Considerado o maior evento dirigido à indústria de lácteos, a partir desta edição a TecnoLáctea acrescenta a palavra “Sorvete” para promover uma maior integração do segmento.
O evento, realizado pelo Grupo Dipemar, apresentará novidades em equipamentos, processos, embalagens, ingredientes, refrigeração e serviços em geral, e reunirá as principais empresas e entidades que representam o setor de leites e derivados do País. Em 2005 a TecnoLáctea movimentou US$ 40 milhões em negociações. Para este ano, acredita-se no incremento dos negócios, tanto para os expositores quanto para os visitantes. “A expectativa é atrairmos 190 expositores, 15 mil visitantes – empreendedores especializados – e gerar US$ 60 milhões em negócios”, afirma Maria Antonia Ferreira, diretora do Grupo Dipemar. “As empresas expositoras apresentarão soluções completas, contribuindo para o incremento dos negócios, melhoria da produtividade e aumento da competitividade das empresas”, ressalta.
O setor de lácteos
Segundo levantamento feito pelo PENSA com dados de diversas entidades, a indústria de lácteos fatura cerca de R$ 14,5 bilhões, o que representa 8% da indústria de alimentos no Brasil. Em 2005, foram coletados 24,5 bilhões de litros de leite, uma evolução de quase 50% em dez anos. No que diz respeito à produção de queijos, o Brasil continua a ostentar a 6ª posição no ranking mundial de países produtores, e lidera na América do Sul, com uma produção de cerca de 495 mil toneladas em 2006. Em relação aos produtores, o país conta com cerca de 2.000 laticínios. O Estado de Minas Gerais reúne 34,4% dos estabelecimentos, São Paulo, 13%, e Goiás, 10,4%. Dos laticínios com capacidade superior a 100 mil litros, 28,8% estão em Minas Gerais e 20,2% estão em São Paulo.
Já no segmento de sorvetes, segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Sorvetes (Abis), em 2006 a produção foi de 505 milhões de litros, e o consumo de 507 milhões. Com isso, o setor teve faturamento de US$ 886 milhões, sendo que em 2005 o setor faturou US$ 860 milhões. No Brasil, o consumo de sorvete per capita é de 3,5 litros ao ano, menos de um quarto do volume dos países nórdicos, como Finlândia, Dinamarca e Noruega, onde o consumo per capita de sorvete gira em torno de 20 litros por ano. Na Argentina este consumo é de 5 litros per capita, e no Chile, 6,5 litros.
Novidade
Paralelamente à feira, representantes da Associação Brasileira das Indústrias de Queijo (Abiq) e da Associação Brasileira das Indústrias de Sorvetes (Abis) promoverão palestras para apresentar as tendências de mercado, desenvolvimento de novos produtos e tecnologias de processo, entre outros temas de relevância nacional e internacional. Entre as atrações da 4a. edição da Tecnoláctea & Sorvetes estão a ‘Via Láctea’ – espaço na feira que apresentará, passo-a-passo, o processo de fabricação de leite e derivados – e a sorveteria modelo – estruturada com equipamentos e produtos de última geração para a produção de sorvetes.
O evento conta com o apoio de importantes entidades, como a Associação Brasileira das Indústrias de Queijo (Abiq), Associação Brasileira das Indústrias de Sorvetes (Abis), Embrapa Gado de Leite, Associação para o Progresso do Agronegócio Lácteo (Láctea Brasil), Centro Tecnológico – Instituto de Laticínios Cândido Tostes (CT-ILCT/Epamig), Associação Brasileira dos Produtores de Leite (Leite Brasil), entre outras. A feira, que acontece a cada dois anos, reúne empresas como Tetra Pak, Selovac, Sol, GlobalFood, Sunnyvale, Plury Química, Tuchenhagen, Genkor, Beltec, Pavão Embalagens, Hitiro, Mycom, New Max, Niro, Unipac e Kraki.
Expositores interessados em participar da feira devem entrar em contato pelo telefone (11) 3885.4265. Para mais informações acesse o site www.tecnolactea.com.br .
Jefferson Albuquerque - jefferson@raf.com.br
RAF Comunicação - Tel.: (11) 5573-8916
www.raf.com.br - E-mail geral: raf@raf.com.br
Apresentar novas tecnologias, aliadas a bons negócios para o setor lácteo. Essa é a proposta da 4a. Feira Técnica Internacional de Produtos para a Indústria de Leite e Derivados, a TecnoLáctea & Sorvetes, que acontece em São Paulo, de 24 a 26 de Abril, no Pavilhão Amarelo do Expo Center Norte. Considerado o maior evento dirigido à indústria de lácteos, a partir desta edição a TecnoLáctea acrescenta a palavra “Sorvete” para promover uma maior integração do segmento.
O evento, realizado pelo Grupo Dipemar, apresentará novidades em equipamentos, processos, embalagens, ingredientes, refrigeração e serviços em geral, e reunirá as principais empresas e entidades que representam o setor de leites e derivados do País. Em 2005 a TecnoLáctea movimentou US$ 40 milhões em negociações. Para este ano, acredita-se no incremento dos negócios, tanto para os expositores quanto para os visitantes. “A expectativa é atrairmos 190 expositores, 15 mil visitantes – empreendedores especializados – e gerar US$ 60 milhões em negócios”, afirma Maria Antonia Ferreira, diretora do Grupo Dipemar. “As empresas expositoras apresentarão soluções completas, contribuindo para o incremento dos negócios, melhoria da produtividade e aumento da competitividade das empresas”, ressalta.
O setor de lácteos
Segundo levantamento feito pelo PENSA com dados de diversas entidades, a indústria de lácteos fatura cerca de R$ 14,5 bilhões, o que representa 8% da indústria de alimentos no Brasil. Em 2005, foram coletados 24,5 bilhões de litros de leite, uma evolução de quase 50% em dez anos. No que diz respeito à produção de queijos, o Brasil continua a ostentar a 6ª posição no ranking mundial de países produtores, e lidera na América do Sul, com uma produção de cerca de 495 mil toneladas em 2006. Em relação aos produtores, o país conta com cerca de 2.000 laticínios. O Estado de Minas Gerais reúne 34,4% dos estabelecimentos, São Paulo, 13%, e Goiás, 10,4%. Dos laticínios com capacidade superior a 100 mil litros, 28,8% estão em Minas Gerais e 20,2% estão em São Paulo.
Já no segmento de sorvetes, segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Sorvetes (Abis), em 2006 a produção foi de 505 milhões de litros, e o consumo de 507 milhões. Com isso, o setor teve faturamento de US$ 886 milhões, sendo que em 2005 o setor faturou US$ 860 milhões. No Brasil, o consumo de sorvete per capita é de 3,5 litros ao ano, menos de um quarto do volume dos países nórdicos, como Finlândia, Dinamarca e Noruega, onde o consumo per capita de sorvete gira em torno de 20 litros por ano. Na Argentina este consumo é de 5 litros per capita, e no Chile, 6,5 litros.
Novidade
Paralelamente à feira, representantes da Associação Brasileira das Indústrias de Queijo (Abiq) e da Associação Brasileira das Indústrias de Sorvetes (Abis) promoverão palestras para apresentar as tendências de mercado, desenvolvimento de novos produtos e tecnologias de processo, entre outros temas de relevância nacional e internacional. Entre as atrações da 4a. edição da Tecnoláctea & Sorvetes estão a ‘Via Láctea’ – espaço na feira que apresentará, passo-a-passo, o processo de fabricação de leite e derivados – e a sorveteria modelo – estruturada com equipamentos e produtos de última geração para a produção de sorvetes.
O evento conta com o apoio de importantes entidades, como a Associação Brasileira das Indústrias de Queijo (Abiq), Associação Brasileira das Indústrias de Sorvetes (Abis), Embrapa Gado de Leite, Associação para o Progresso do Agronegócio Lácteo (Láctea Brasil), Centro Tecnológico – Instituto de Laticínios Cândido Tostes (CT-ILCT/Epamig), Associação Brasileira dos Produtores de Leite (Leite Brasil), entre outras. A feira, que acontece a cada dois anos, reúne empresas como Tetra Pak, Selovac, Sol, GlobalFood, Sunnyvale, Plury Química, Tuchenhagen, Genkor, Beltec, Pavão Embalagens, Hitiro, Mycom, New Max, Niro, Unipac e Kraki.
Expositores interessados em participar da feira devem entrar em contato pelo telefone (11) 3885.4265. Para mais informações acesse o site www.tecnolactea.com.br .
Jefferson Albuquerque - jefferson@raf.com.br
RAF Comunicação - Tel.: (11) 5573-8916
www.raf.com.br - E-mail geral: raf@raf.com.br
Prefeitura de São Paulo manifesta apoio a TecnoLáctea & Sorvetes
A Prefeitura de São Paulo, juntamente com a São Paulo Turismo, órgão oficial de turismo paulistano e a fundação São Paulo Convention & Visitors Bureau manifestaram apoio à realização da TecnoLáctea & Sorvetes 2007, maior feira da indústria Láctea do Brasil. O evento, realizado pelo Grupo Dipemar, acontece de 24 a 26 de Abril, no Pavilhão Amarelo do Expo Center Norte. A expectativa é de que cerca de 15 mil profissionais ligados ao setor lácteo sejam atraídos pelas novidades em equipamentos, processos, embalagens, ingredientes, refrigeração e serviços em geral. A Feira, que reunirá as principais empresas e entidades que representam o setor de leites e derivados do País, deverá movimentar cerca de R$ 60 milhões em negócios.
Regina Antonelli
regina@raf.com.br
RAF Comunicação - Tel. (11) 5573-8916
Regina Antonelli
regina@raf.com.br
RAF Comunicação - Tel. (11) 5573-8916
TecnoLáctea & Sorvetes oferece capacitação para empreendedores
Simpósios, Cursos técnicos e 'Sorveteria Modelo' serão as oportunidades oferecidas para a atualização dos profissionais dos setores de laticínios e de sorvetes.
Entre os dias 24 e 26 de abril, a cidade de São Paulo abrigará o maior evento de negócios para a indústria de lácteos, a 4a TecnoLáctea & Sorvetes (Feira Técnica Internacional de Produtos para a Indústria de Leite e Derivados). A expectativa é que os 190 expositores participantes atraiam um público estimado em 15 mil profissionais ligados ao setor lácteo. Além disso, dentro da programação de atrações da feira, representantes de entidades do mercado e especialistas irão realizar cursos técnicos para a produção de laticínios e sorvetes. Assim, os participantes terão a oportunidade de acompanhar orientações práticas para aprimorar processos e técnicas.
A Associação Brasileira das Indústrias de Queijo (Abiq) e a Associação Brasileira das Indústrias de Sorvetes (Abis) promoverão simpósios para apresentar as tendências dos mercados nacional e internacional de leite e derivados, desenvolvimento de novos produtos e novas tecnologias de processo, entre outros temas - de gestão a design. O Instituto de Laticínios Cândido Tostes, importante formador de laticinistas do País, promoverá cursos técnicos para elaboração de leites fermentados, bebidas lácteas e queijos, descrevendo as etapas envolvidas para a produção de cada alimento.
A TecnoLáctea também irá apresentar a Sorveteria Modelo, instalada pela Abis em uma área de 100 m2, onde será montada uma pequena "linha de produção" de sorvetes, obedecendo aos cuidados higiênicos e sanitários rigorosos do PAS - Programa Alimento Seguro - para a fabricação de alimentos. Profissionais e representantes estarão no local para destacar a importância dos cuidados sanitários, do uso adequado do maquinário e das tecnologias apresentadas e da seleção e aplicação das matérias-primas. Haverá degustação dos sorvetes produzidos na hora.
As inscrições para os cursos promovidos durante a TecnoLáctea & Sorvetes 2007 estarão abertas a partir do mês de março. Para mais informações acesse o site www.tecnolactea.com.br.
SERVIÇO
TecnoLáctea & Sorvetes 2007 - Feira Técnica Internacional de Produtos para a Indústria de Leite e Derivados
Data: 24 a 26 de Abril de 2007
Horário: 14 às 21 horas
Local: Pavilhão Amarelo do Expo Center Norte - São Paulo
Rua José Bernardo Pinto, s/nº , Vila Guilherme
Regina Antonelli
regina@raf.com.br
RAF Comunicação - Tel. (11) 5573-8916
Entre os dias 24 e 26 de abril, a cidade de São Paulo abrigará o maior evento de negócios para a indústria de lácteos, a 4a TecnoLáctea & Sorvetes (Feira Técnica Internacional de Produtos para a Indústria de Leite e Derivados). A expectativa é que os 190 expositores participantes atraiam um público estimado em 15 mil profissionais ligados ao setor lácteo. Além disso, dentro da programação de atrações da feira, representantes de entidades do mercado e especialistas irão realizar cursos técnicos para a produção de laticínios e sorvetes. Assim, os participantes terão a oportunidade de acompanhar orientações práticas para aprimorar processos e técnicas.
A Associação Brasileira das Indústrias de Queijo (Abiq) e a Associação Brasileira das Indústrias de Sorvetes (Abis) promoverão simpósios para apresentar as tendências dos mercados nacional e internacional de leite e derivados, desenvolvimento de novos produtos e novas tecnologias de processo, entre outros temas - de gestão a design. O Instituto de Laticínios Cândido Tostes, importante formador de laticinistas do País, promoverá cursos técnicos para elaboração de leites fermentados, bebidas lácteas e queijos, descrevendo as etapas envolvidas para a produção de cada alimento.
A TecnoLáctea também irá apresentar a Sorveteria Modelo, instalada pela Abis em uma área de 100 m2, onde será montada uma pequena "linha de produção" de sorvetes, obedecendo aos cuidados higiênicos e sanitários rigorosos do PAS - Programa Alimento Seguro - para a fabricação de alimentos. Profissionais e representantes estarão no local para destacar a importância dos cuidados sanitários, do uso adequado do maquinário e das tecnologias apresentadas e da seleção e aplicação das matérias-primas. Haverá degustação dos sorvetes produzidos na hora.
As inscrições para os cursos promovidos durante a TecnoLáctea & Sorvetes 2007 estarão abertas a partir do mês de março. Para mais informações acesse o site www.tecnolactea.com.br.
SERVIÇO
TecnoLáctea & Sorvetes 2007 - Feira Técnica Internacional de Produtos para a Indústria de Leite e Derivados
Data: 24 a 26 de Abril de 2007
Horário: 14 às 21 horas
Local: Pavilhão Amarelo do Expo Center Norte - São Paulo
Rua José Bernardo Pinto, s/nº , Vila Guilherme
Regina Antonelli
regina@raf.com.br
RAF Comunicação - Tel. (11) 5573-8916
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