Nos dias 22 e 23 de outubro será realizado, em Ribeirão Preto, o IV Workshop Internacional de Tendências do Cooperativismo Agropecuário. O objetivo é discutir a formação das redes e hierarquias nas cooperativas e a intercooperação, uma tendência não só no sistema cooperativista, como nas empresas comerciais. O evento é uma promoção do Sistema Ocesp/Sescoop-SP (Organização das Cooperativas do Estado de S. Paulo e Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo), em parceria com o PENSA (Programa de Agribusiness da Universidade de São Paulo), Fundace (Fundação para a Pesquisa e Desenvolvimento de Administração, Contabilidade e Economia da USP de Ribeirão Preto) e FEA-RP/USP (Faculdade de Economia e Administração da USP em Ribeirão Preto).
O workshop tem entre os palestrantes Sigismundo Bialoskorski Neto, da Fundace, Fabio Chaddad, do Ibmec, e Jas Bijman, do Agricultural Economics Research Institute, da Holanda. O ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, faz o encerramento.
Serviço:
IV Workshop Internacional de Tendências do Cooperativismo Agropecuário
Data: 22 e 23 de Outubro
Local: Anfiteatro FEA-RP/USP – Campus USP – Ribeirão Preto
Informações: 0800101891 – ramal 268 (comunicacao@fundace.org.br)
Ex-Libris Comunicação Integrada
Cintia Beck – Flávia Arakaki
Av. Paulista, 509 conj 602 – São Paulo – SP – CEP: 01311-000
Tel: (11) 3266-6609, 3266.9125, 3266.6088
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segunda-feira, setembro 27, 2004
RODRIGUES DEBATE AGRONEGÓCIO COM LÍDERES EMPRESARIAIS EM SÃO PAULO
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Roberto Rodrigues, participa logo mais, às 12 horas, no hotel Grand Hyatt, em São Paulo (SP), de um almoço-debate sobre o agronegócio brasileiro.
Promovido pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide), o evento também contará com as presenças do governador de Mato Grosso, Blairo Maggi, e dos presidentes da Contax (Telemar), James Meaney; do banco HSBC, Emilson Alonso; e da operadora de telefonia TIM, Mario Araújo.
Formado por líderes empresariais de grandes e médias corporações nacionais e internacionais, o Lide é uma associação de empresários que busca promover o pensamento, o relacionamento e os princípios éticos de governança corporativa no Brasil.
Fonte: MAPA
Promovido pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide), o evento também contará com as presenças do governador de Mato Grosso, Blairo Maggi, e dos presidentes da Contax (Telemar), James Meaney; do banco HSBC, Emilson Alonso; e da operadora de telefonia TIM, Mario Araújo.
Formado por líderes empresariais de grandes e médias corporações nacionais e internacionais, o Lide é uma associação de empresários que busca promover o pensamento, o relacionamento e os princípios éticos de governança corporativa no Brasil.
Fonte: MAPA
BELGO BEKAERT PRODUZ ARAME ESPECIAL PARA TANQUE-REDE NA PISCICULTURA E CONQUISTA MERCADO EM EXPANSÃO
Com revestimento em PVC de alta aderência, arame para piscicultura é tecnologia exclusiva da Belgo Bekaert
Criar peixes através de confinamento em tanques-rede ficou muito mais prático e rentável após o desenvolvimento do Arame Galvanizado Plastificado Alta Aderência da Belgo Bekaert. Utilizado em lagoa, represa ou mar, o tanque-rede é ideal para áreas que, pelos métodos tradicionais, não seriam aproveitadas para criação de peixes, com a vantagem extra de selecionar espécies, controlar e proteger a criação contra predadores.
Com tecnologia exclusiva da Belgo Bekaert, empresa líder no mercado de arames no Brasil e na América Latina, com sede em Contagem/MG e cinco unidades industriais no Brasil, o Arame Galvanizado Plastificado Alta Aderência é o grande destaque do mercado de produtos para piscicultura. Seu principal diferencial é a galvanização seguida de revestimento de uma camada de PVC de alta aderência, o que impede o contato do arame com a água, e conseqüentemente, reduz a velocidade de corrosão.
Apesar de sua qualidade superior, a olho nu é impossível diferenciar o Arame Galvanizado Plastificado Alta Aderência da Belgo Bekaert dos arames de PVC comuns, explica Marcelo Stehling, da Gerência de Desenvolvimento de Novos Produtos da Belgo Bekaert. Para não trocar gato por lebre, ele aconselha o consumidor a fazer o teste “do canivete”, descascando o arame para ver se a camada de PVC se solta. Se o PVC for de alta aderência, certamente o arame durará mais.
TANQUE-REDE INTEGRA GRANDES PROJETOS DE PISCICULTURA
Para garantir o uso adequado da tecnologia, a Belgo Bekaert escolheu alguns parceiros no Brasil, todos especialistas em piscicultura, para fazer a montagem de tanques-rede com o Arame Galvanizado Plastificado Alta Aderência e vendê-lo para criadores. “Parceiros como o Projeto Pacu, Sul Pesca, Telas RHV, Tanque Rede Iarema, Gaiolas Almeida e Apolifibra estão capacitados para orientar criadores de todo o país sobre cuidados como a espécie, quantidades ideais de peixe para determinada área, tipo de ração adequada, oferta de oxigênio, localização e distância entre o tanque-rede e o fundo da represa, renovação e velocidade da água, e outros fatores determinantes para se obter ganho de peso satisfatório e respeitar o meio ambiente”, alerta.
De Campo Grande, Mato Grosso do Sul, o Projeto Pacu comercializa tanques-rede e oferece suporte técnico para 3 mil clientes ativos de todo o Brasil. Segundo Simão Brum, gerente de marketing da empresa, isso é possível devido à excelente estrutura de logística, que inclui a parceria com a Belgo Bekaert, que fornece o arame para a fabricação do tanque-rede; a entrega do produto por companhias de transporte aéreo e terrestre; e a parceria com cerca de 100 lojas de produtos agropecuários em vários estados.
Além de atender a todo o país, a Sul Pesca produz tanques-rede personalizados de acordo com a necessidade do produtor, e oferece a ele toda a assessoria necessária. Com sede em Toledo, no Paraná, e vendedores em São Paulo, Pernambuco e Rio Grande do Sul, a empresa costuma participar de licitações. A última que conquistou foi a da usina de Itaipu, no Paraná, onde, segundo o diretor da empresa, Sérgio Vilella, foram colocados 142 tanques-rede no ano passado e serão montados outros 334 até o fim de 2004.
Já a Tanque Rede Iarema, empresa de Bandeirantes, no Paraná, tem como diferencial a comercialização de um tanque-rede exclusivo, desenvolvido com tecnologia própria. “É um equipamento sem emendas, que, por dispensar o uso de parafusos, cantoneiras, e várias outras peças, é mais leve, resistente e barato”, afirma o engenheiro agrônomo César Iarema, proprietário da empresa.
Especializada no desenvolvimento de tecnologia para aplicação em projetos de criação de peixes, César destaca a Estação de Aquicultura Experimental, projeto em que participam empresários de diversas setores, interessados em aprender sobre aquicultura. “Todos contribuem com idéias e no fim todos ganham em experiência e desenvolvimento de tecnologia, além de lucro”, conta.
BRASIL É MERCADO EM EXPANSÃO PARA O TANQUE-REDE
Segundo o agrônomo da Belgo Bekaert, Marcelo Stehling, apesar de ser uma técnica ainda nova no Brasil, com as primeiras aplicações em 1996, hoje o país já tem domínio em tanque-rede, além de uma grande área a ser aproveitada e oferta de rações especiais para as espécies brasileiras. Somado a esses benefícios, o hábito de consumo de peixe vem crescendo entre os brasileiros e houve uma melhoria no mercado de distribuição de pescados.
“Por todas as suas características positivas, o tanque-rede é uma alternativa de geração de emprego e renda em regiões pobres onde há represas que podem ser aproveitadas e já despertou a atenção do Governo Federal, que criou a Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca”, afirma Stehling. De acordo com ele, estima-se que, para cada 32 tanques redes, sejam criados dois empregos diretos, e para cada emprego direto, outros sete indiretos. Se corretamente utilizados, os tanques-rede podem melhorar a vida de muita gente.
César Iarema, da Tanque Rede Iarema, concorda com as previsões. Segundo ele, o Brasil detém 12% da água doce do mundo, mas responde por apenas 0,4% produção mundial de pescado. “Se o governo utilizar 1% da área de cinco das grandes represas que estão ociosas, como está prometendo, terá capacidade para atingir um terço da produção mundial de peixes”, afirma.
Onde encontrar:
Projeto Pacu – Simão – (67) 321-1220 – Campo Grande/MS.
Sul Pesca – Sérgio – (45) 252-7680 – Toledo/PR.
Telas RHV – Heródoto – (31) 3434-6147 – Belo Horizonte/MG.
Tanque Rede Iarema – César (43) 542-2209 – Bandeirantes/PR.
Gaiolas Almeida – Almeida (62) 280-2196 – Goiânia/GO.
Apolifibra – Junior (91)3724-1215 – Benevides/PA.
Regina Perillo Comunicação – 31-3481-4888
Jornalistas Débora Farid – 031-9647-0839 e Regina Perillo – 031-9128-5616
Criar peixes através de confinamento em tanques-rede ficou muito mais prático e rentável após o desenvolvimento do Arame Galvanizado Plastificado Alta Aderência da Belgo Bekaert. Utilizado em lagoa, represa ou mar, o tanque-rede é ideal para áreas que, pelos métodos tradicionais, não seriam aproveitadas para criação de peixes, com a vantagem extra de selecionar espécies, controlar e proteger a criação contra predadores.
Com tecnologia exclusiva da Belgo Bekaert, empresa líder no mercado de arames no Brasil e na América Latina, com sede em Contagem/MG e cinco unidades industriais no Brasil, o Arame Galvanizado Plastificado Alta Aderência é o grande destaque do mercado de produtos para piscicultura. Seu principal diferencial é a galvanização seguida de revestimento de uma camada de PVC de alta aderência, o que impede o contato do arame com a água, e conseqüentemente, reduz a velocidade de corrosão.
Apesar de sua qualidade superior, a olho nu é impossível diferenciar o Arame Galvanizado Plastificado Alta Aderência da Belgo Bekaert dos arames de PVC comuns, explica Marcelo Stehling, da Gerência de Desenvolvimento de Novos Produtos da Belgo Bekaert. Para não trocar gato por lebre, ele aconselha o consumidor a fazer o teste “do canivete”, descascando o arame para ver se a camada de PVC se solta. Se o PVC for de alta aderência, certamente o arame durará mais.
TANQUE-REDE INTEGRA GRANDES PROJETOS DE PISCICULTURA
Para garantir o uso adequado da tecnologia, a Belgo Bekaert escolheu alguns parceiros no Brasil, todos especialistas em piscicultura, para fazer a montagem de tanques-rede com o Arame Galvanizado Plastificado Alta Aderência e vendê-lo para criadores. “Parceiros como o Projeto Pacu, Sul Pesca, Telas RHV, Tanque Rede Iarema, Gaiolas Almeida e Apolifibra estão capacitados para orientar criadores de todo o país sobre cuidados como a espécie, quantidades ideais de peixe para determinada área, tipo de ração adequada, oferta de oxigênio, localização e distância entre o tanque-rede e o fundo da represa, renovação e velocidade da água, e outros fatores determinantes para se obter ganho de peso satisfatório e respeitar o meio ambiente”, alerta.
De Campo Grande, Mato Grosso do Sul, o Projeto Pacu comercializa tanques-rede e oferece suporte técnico para 3 mil clientes ativos de todo o Brasil. Segundo Simão Brum, gerente de marketing da empresa, isso é possível devido à excelente estrutura de logística, que inclui a parceria com a Belgo Bekaert, que fornece o arame para a fabricação do tanque-rede; a entrega do produto por companhias de transporte aéreo e terrestre; e a parceria com cerca de 100 lojas de produtos agropecuários em vários estados.
Além de atender a todo o país, a Sul Pesca produz tanques-rede personalizados de acordo com a necessidade do produtor, e oferece a ele toda a assessoria necessária. Com sede em Toledo, no Paraná, e vendedores em São Paulo, Pernambuco e Rio Grande do Sul, a empresa costuma participar de licitações. A última que conquistou foi a da usina de Itaipu, no Paraná, onde, segundo o diretor da empresa, Sérgio Vilella, foram colocados 142 tanques-rede no ano passado e serão montados outros 334 até o fim de 2004.
Já a Tanque Rede Iarema, empresa de Bandeirantes, no Paraná, tem como diferencial a comercialização de um tanque-rede exclusivo, desenvolvido com tecnologia própria. “É um equipamento sem emendas, que, por dispensar o uso de parafusos, cantoneiras, e várias outras peças, é mais leve, resistente e barato”, afirma o engenheiro agrônomo César Iarema, proprietário da empresa.
Especializada no desenvolvimento de tecnologia para aplicação em projetos de criação de peixes, César destaca a Estação de Aquicultura Experimental, projeto em que participam empresários de diversas setores, interessados em aprender sobre aquicultura. “Todos contribuem com idéias e no fim todos ganham em experiência e desenvolvimento de tecnologia, além de lucro”, conta.
BRASIL É MERCADO EM EXPANSÃO PARA O TANQUE-REDE
Segundo o agrônomo da Belgo Bekaert, Marcelo Stehling, apesar de ser uma técnica ainda nova no Brasil, com as primeiras aplicações em 1996, hoje o país já tem domínio em tanque-rede, além de uma grande área a ser aproveitada e oferta de rações especiais para as espécies brasileiras. Somado a esses benefícios, o hábito de consumo de peixe vem crescendo entre os brasileiros e houve uma melhoria no mercado de distribuição de pescados.
“Por todas as suas características positivas, o tanque-rede é uma alternativa de geração de emprego e renda em regiões pobres onde há represas que podem ser aproveitadas e já despertou a atenção do Governo Federal, que criou a Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca”, afirma Stehling. De acordo com ele, estima-se que, para cada 32 tanques redes, sejam criados dois empregos diretos, e para cada emprego direto, outros sete indiretos. Se corretamente utilizados, os tanques-rede podem melhorar a vida de muita gente.
César Iarema, da Tanque Rede Iarema, concorda com as previsões. Segundo ele, o Brasil detém 12% da água doce do mundo, mas responde por apenas 0,4% produção mundial de pescado. “Se o governo utilizar 1% da área de cinco das grandes represas que estão ociosas, como está prometendo, terá capacidade para atingir um terço da produção mundial de peixes”, afirma.
Onde encontrar:
Projeto Pacu – Simão – (67) 321-1220 – Campo Grande/MS.
Sul Pesca – Sérgio – (45) 252-7680 – Toledo/PR.
Telas RHV – Heródoto – (31) 3434-6147 – Belo Horizonte/MG.
Tanque Rede Iarema – César (43) 542-2209 – Bandeirantes/PR.
Gaiolas Almeida – Almeida (62) 280-2196 – Goiânia/GO.
Apolifibra – Junior (91)3724-1215 – Benevides/PA.
Regina Perillo Comunicação – 31-3481-4888
Jornalistas Débora Farid – 031-9647-0839 e Regina Perillo – 031-9128-5616
TRANSGÊNICOS : Movimentos dizem a Lula que estão "chocados e estarrecidos"
Um grupo de entidades ambientalistas e organizações do movimento social enviou uma carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, protestando contra as negociações ocorridas no Senado Federal para votar o Projeto de Lei de Biossegurança e contra a liberação do plantio e da comercialização de transgênicos no país. No documento, essas organizações se dizem "estarrecidas" com as negociações no Congresso Nacional envolvendo o ministro Aldo Rebelo, o líder do governo, senador Aloízio Mercadante, e as bancadas da base governista e da oposição para a aprovação do referido projeto.
A carta observa que, apesar da manifesta oposição da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e da sociedade civil organizada, os representantes do governo fizeram aprovar nas comissões do Senado um substitutivo que contraria totalmente o projeto de lei enviado pela Presidência da República, e que viola de forma flagrante vários preceitos constitucionais. "É imprescindível que os Estados da Federação tenham o direito e a autonomia para estabelecer suas próprias legislações sobre os organismos transgênicos, assim como já o fizeram Paraná, Pará, Santa Catarina, Goiás e Rio de Janeiro", afirma ainda o texto.
As entidades signatárias também se disseram "chocadas" com a notícia veiculada pela imprensa que a Presidência da República estaria prestes a enviar ao Congresso Nacional uma nova Medida Provisória liberando o plantio de transgênicos. Segundo elas, a proposta aprovada nas Comissões do Senado e que a Presidência da República prepara-se para introduzir em uma MP viola o Princípio da Precaução da Convenção da Biodiversidade, convenção assinada pelo Brasil. "Ela prefigura a liberação dos transgênicos sem qualquer estudo prévio de impacto ambiental e de risco para a saúde dos consumidores sem que tais produtos tragam qualquer benefício para os produtores e exportadores brasileiros", acrescenta.
O documento lamenta que o presidente da República tenha aceitado, sem ouvir opiniões contraditórias, "a propaganda pró-transgênicos de alguns cientistas da Embrapa, das empresas multinacionais de biotecnologia e dos produtores de soja do Rio Grande do Sul, estes últimos iludidos por resultados aparentes e de curto prazo". E pede que o governo não amplie a liberação indiscriminada dos transgênicos por medida provisória e que "recupere a coerência", defendendo o projeto de lei enviado pelo próprio Executivo à Câmara de Deputados, garantindo a segurança ambiental, dos consumidores e a soberania nacional, que seriam "feridas de morte" pelo substitutivo mencionado. Além disso, exigem que a rotulagem dos produtos transgênicos seja de fato implementada.
"As espantosas incorreções e equívocos do governo de V.Ex.a neste tema colocam a sociedade civil organizada em posição de profunda frustração com o seu governo e desiludem os que, no Brasil e no exterior, aplaudiram a nomeação da Ministra Marina Silva como uma garantia de que, finalmente, as questões ambientais e da sustentabilidade do desenvolvimento seriam assumidas por um governo brasileiro", conclui a carta que se despede do presidente com a expressão "ainda com últimas esperanças".
Assinam o documento as seguintes entidades: Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Fórum Nacional das Entidades Civis de Defesa do Consumidor, Assessoria e Serviços a Projetos em Agricultura Alternativa, Inesc/Esplar - Centro de Pesquisa e Assessoria, Rede Ecovida de Agroecologia, ActionAid Brasil, Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), Movimento das Mulheres Camponesas (MMC) e Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB).
Em uma entrevista coletiva concedida a emissoras de rádio na manhã desta quinta-feira (23), o presidente Lula disse que, se houver acordo no Senado, o governo pode utilizar o conteúdo já aprovado do Projeto de Lei de Biossegurança na Casa e transformá-lo em uma Medida Provisória. Lula anunciou que deveria conversar sobre o tema, durante o dia, com o líder do governo no Senado, Aloizio Mercadante (PT-SP).
Segundo o presidente, a intenção do governo é permitir que os produtores agrícolas que utilizam sementes transgênicas não sejam prejudicados e possam iniciar o plantio da safra no próximo mês. O problema maior localiza-se no Rio Grande do Sul, onde cerca de 90% da próxima safra de soja deve ser transgênica, segundo previsão da Federação da Agricultura do Estado do RS (Farsul).
"Se for importante, tiver acordo, eu posso fazer isso", admitiu Lula, acrescentando que o projeto será analisado com cuidado para que seja uma proposta "de interesse da nação brasileira, da maioria do povo brasileiro, e não do Presidente da República". O Projeto de Lei de Biossegurança foi aprovado na Câmara dos Deputados, mas continua em tramitação no Senado.
A possibilidade de edição de uma nova MP liberando o plantio de transgênicos também está sendo criticada pelo Greenpeace. Na quarta-feira (22), ativistas da organização realizaram um protesto em Brasília, acorrentando simbolicamente o Palácio do Planalto à uma bola de gigante, marcada com o "T" oficial da rotulagem dos produtos transgênicos. O Greenpeace quer que o governo e o Congresso Nacional garantam uma legislação de biossegurança que assegure o licenciamento ambiental e avaliação dos produtos contendo organismos geneticamente modificados, pelo Ministério da Saúde.
Gabriela Couto, integrante da Campanha de Engenharia Genética da entidade, disse que "é inconcebível que o governo edite uma terceira medida provisória para liberar a soja transgênica no Brasil, sem qualquer estudo de impacto ambiental". Para ela, a liberação do plantio e comercialização de alimentos transgênicos coloca em risco a crescente vantagem que o Brasil vem adquirindo em mercados que exigem soja não-transgênica, como a França.
O Greenpeace também acusou o governo de estar beneficiando apenas o Rio Grande do Sul com a liberação do plantio das sementes geneticamente modificadas. O governador do Rio Grande do Sul, Germano Rigotto (PMDB), reuniu-se com o presidente Lula na semana passada, defendendo uma rápida solução que permitisse aos agricultores gaúchos iniciar o plantio na nova safra de soja.
A nova queda de braço em torno dos transgênicos pode aumentar o distanciamento político entre o governo federal e movimentos sociais e ambientais, que já teriam sugerido à ministra Marina Silva que ela renunciasse caso se confirme a edição de uma nova MP. Segundo eles, se isso acontecer e a ministra continuar no cargo, ela vai perder credibilidade junto aos movimentos que apoiaram sua nomeação no início de 2002. Esse cenário anuncia nuvens e trovoadas para os próximos dias.
Fonte: Agência Carta Maior
A carta observa que, apesar da manifesta oposição da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e da sociedade civil organizada, os representantes do governo fizeram aprovar nas comissões do Senado um substitutivo que contraria totalmente o projeto de lei enviado pela Presidência da República, e que viola de forma flagrante vários preceitos constitucionais. "É imprescindível que os Estados da Federação tenham o direito e a autonomia para estabelecer suas próprias legislações sobre os organismos transgênicos, assim como já o fizeram Paraná, Pará, Santa Catarina, Goiás e Rio de Janeiro", afirma ainda o texto.
As entidades signatárias também se disseram "chocadas" com a notícia veiculada pela imprensa que a Presidência da República estaria prestes a enviar ao Congresso Nacional uma nova Medida Provisória liberando o plantio de transgênicos. Segundo elas, a proposta aprovada nas Comissões do Senado e que a Presidência da República prepara-se para introduzir em uma MP viola o Princípio da Precaução da Convenção da Biodiversidade, convenção assinada pelo Brasil. "Ela prefigura a liberação dos transgênicos sem qualquer estudo prévio de impacto ambiental e de risco para a saúde dos consumidores sem que tais produtos tragam qualquer benefício para os produtores e exportadores brasileiros", acrescenta.
O documento lamenta que o presidente da República tenha aceitado, sem ouvir opiniões contraditórias, "a propaganda pró-transgênicos de alguns cientistas da Embrapa, das empresas multinacionais de biotecnologia e dos produtores de soja do Rio Grande do Sul, estes últimos iludidos por resultados aparentes e de curto prazo". E pede que o governo não amplie a liberação indiscriminada dos transgênicos por medida provisória e que "recupere a coerência", defendendo o projeto de lei enviado pelo próprio Executivo à Câmara de Deputados, garantindo a segurança ambiental, dos consumidores e a soberania nacional, que seriam "feridas de morte" pelo substitutivo mencionado. Além disso, exigem que a rotulagem dos produtos transgênicos seja de fato implementada.
"As espantosas incorreções e equívocos do governo de V.Ex.a neste tema colocam a sociedade civil organizada em posição de profunda frustração com o seu governo e desiludem os que, no Brasil e no exterior, aplaudiram a nomeação da Ministra Marina Silva como uma garantia de que, finalmente, as questões ambientais e da sustentabilidade do desenvolvimento seriam assumidas por um governo brasileiro", conclui a carta que se despede do presidente com a expressão "ainda com últimas esperanças".
Assinam o documento as seguintes entidades: Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Fórum Nacional das Entidades Civis de Defesa do Consumidor, Assessoria e Serviços a Projetos em Agricultura Alternativa, Inesc/Esplar - Centro de Pesquisa e Assessoria, Rede Ecovida de Agroecologia, ActionAid Brasil, Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), Movimento das Mulheres Camponesas (MMC) e Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB).
Em uma entrevista coletiva concedida a emissoras de rádio na manhã desta quinta-feira (23), o presidente Lula disse que, se houver acordo no Senado, o governo pode utilizar o conteúdo já aprovado do Projeto de Lei de Biossegurança na Casa e transformá-lo em uma Medida Provisória. Lula anunciou que deveria conversar sobre o tema, durante o dia, com o líder do governo no Senado, Aloizio Mercadante (PT-SP).
Segundo o presidente, a intenção do governo é permitir que os produtores agrícolas que utilizam sementes transgênicas não sejam prejudicados e possam iniciar o plantio da safra no próximo mês. O problema maior localiza-se no Rio Grande do Sul, onde cerca de 90% da próxima safra de soja deve ser transgênica, segundo previsão da Federação da Agricultura do Estado do RS (Farsul).
"Se for importante, tiver acordo, eu posso fazer isso", admitiu Lula, acrescentando que o projeto será analisado com cuidado para que seja uma proposta "de interesse da nação brasileira, da maioria do povo brasileiro, e não do Presidente da República". O Projeto de Lei de Biossegurança foi aprovado na Câmara dos Deputados, mas continua em tramitação no Senado.
A possibilidade de edição de uma nova MP liberando o plantio de transgênicos também está sendo criticada pelo Greenpeace. Na quarta-feira (22), ativistas da organização realizaram um protesto em Brasília, acorrentando simbolicamente o Palácio do Planalto à uma bola de gigante, marcada com o "T" oficial da rotulagem dos produtos transgênicos. O Greenpeace quer que o governo e o Congresso Nacional garantam uma legislação de biossegurança que assegure o licenciamento ambiental e avaliação dos produtos contendo organismos geneticamente modificados, pelo Ministério da Saúde.
Gabriela Couto, integrante da Campanha de Engenharia Genética da entidade, disse que "é inconcebível que o governo edite uma terceira medida provisória para liberar a soja transgênica no Brasil, sem qualquer estudo de impacto ambiental". Para ela, a liberação do plantio e comercialização de alimentos transgênicos coloca em risco a crescente vantagem que o Brasil vem adquirindo em mercados que exigem soja não-transgênica, como a França.
O Greenpeace também acusou o governo de estar beneficiando apenas o Rio Grande do Sul com a liberação do plantio das sementes geneticamente modificadas. O governador do Rio Grande do Sul, Germano Rigotto (PMDB), reuniu-se com o presidente Lula na semana passada, defendendo uma rápida solução que permitisse aos agricultores gaúchos iniciar o plantio na nova safra de soja.
A nova queda de braço em torno dos transgênicos pode aumentar o distanciamento político entre o governo federal e movimentos sociais e ambientais, que já teriam sugerido à ministra Marina Silva que ela renunciasse caso se confirme a edição de uma nova MP. Segundo eles, se isso acontecer e a ministra continuar no cargo, ela vai perder credibilidade junto aos movimentos que apoiaram sua nomeação no início de 2002. Esse cenário anuncia nuvens e trovoadas para os próximos dias.
Fonte: Agência Carta Maior
Lula decide esta semana sobre MP dos transgênicos
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve se reunir amanhã ou quarta-feira, no Palácio do Planalto, com o ministro da Coordenação Política e Assuntos Institucionais, Aldo Rebelo, e o líder do Governo no Senado, Aloizio Mercadante (PT-SP), para decidir se edita uma Medida Provisória liberando o plantio e a comercialização da soja transgênica no país. Aldo Rebelo ressaltou, no entanto, que o presidente ainda prefere a aprovação da Lei de Biossegurança pelo Congresso Nacional.
O projeto foi enviado pelo governo ao Legislativo em dezembro do ano passado e aprovado pela Câmara em fevereiro último. "O governo fez a sua parte ao mandar a matéria. Agora ela está com o Congresso Nacional, por isso, é natural que o diálogo principal seja com o líder do Governo no Senado", explicou Rebelo, perguntado pelos jornalistas o motivo pelo qual a reunião seria com Aloízio Mercadante.
Rebelo destacou que o governo ainda está otimista que o Senado aprove em regime de urgência a Lei de Biossegurança antes do início do plantio da soja transgênica, prevista para o começo de outubro. "Não cabe ao presidente duvidar do Poder Legislativo, mas cabe ao Congresso Nacional encontrar um caminho para a desobstrução da pauta para conseguir aprovar a matéria", disse o ministro.
Fonte: Agência Brasil
O projeto foi enviado pelo governo ao Legislativo em dezembro do ano passado e aprovado pela Câmara em fevereiro último. "O governo fez a sua parte ao mandar a matéria. Agora ela está com o Congresso Nacional, por isso, é natural que o diálogo principal seja com o líder do Governo no Senado", explicou Rebelo, perguntado pelos jornalistas o motivo pelo qual a reunião seria com Aloízio Mercadante.
Rebelo destacou que o governo ainda está otimista que o Senado aprove em regime de urgência a Lei de Biossegurança antes do início do plantio da soja transgênica, prevista para o começo de outubro. "Não cabe ao presidente duvidar do Poder Legislativo, mas cabe ao Congresso Nacional encontrar um caminho para a desobstrução da pauta para conseguir aprovar a matéria", disse o ministro.
Fonte: Agência Brasil
sexta-feira, setembro 24, 2004
CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE RASTREABILIDADE DE ALIMENTOS DITA NOVAS DIRETRIZES PARA A PRODUÇÃO E EXPORTAÇÃO DE ALIMENTOS BRASILEIROS
A I Conferência Internacional sobre Rastreabilidade de Alimentos, que aconteceu entre os dias 21 e 23 de setembro, contou com mais de 350 visitantes, entre produtores rurais, técnicos, empresários de agroindústria, fornecedores de toda a cadeia produtiva, certificadoras, empresários da área de logística e varejo, exportadores; traders do exterior; Universidades e Centros de Pesquisas e dirigentes de Estatais e de Mercado na área de alimentos.
As 50 palestras, que abordaram temas como marcos regulatórios, experiências internacionais e plataformas tecnológicas, forma ministradas por representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, órgãos reguladores, entidades e universidades do Brasil e do exterior.
A importância do setor de agronegócios para a economia nacional e situações como as da a soja brasileira embargada pela China criou a necessidade de discutir, analisar e trocar experiências sobre a rastreabilidade, sistema que já é exigido por alguns dos principais países compradores de produtos nacionais.
De acordo com Juaquim Naka, coordenador do Sistema Agrícola de Produção Integrada (SAPI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, idealizador e organizador do evento, a Conferência cumpriu sua missão: a de indicar as melhores práticas e caminhos para assegurar a permanência do Brasil na lista de grandes exportadores mundiais e crescermos ainda mais no segmento. A rastreabilidade, segundo Naka, é a ferramenta de defesa mais adequada junto aos Fóruns Internacionais de Qualidade.
A Conferência, segundo os freqüentadores, foi de excelente qualidade e mudou a mentalidade dos que chegaram à conferência com uma posição contrária à rastreabilidade. “A informação é a grande ferramenta da modernidade. Só ela pode acabar com as polêmicas e preconceitos e viabilizar a rastreabilidade no Brasil”, comentou Iracema Foz, da Agência Agrobiz, empresa organizadora do evento.
José Amauri Dimarzio, Secretário Executivo do Ministério, presidiu um dos painéis e agradeceu a presença dos representantes europeus que participaram da Conferência. De acordo com Dimarzio, esse intercâmbio de conhecimento é importantíssimo para a evolução do agronegócio no mundo. Comentou também a vocação do Brasil para se tornar o maior exportador mundial de alimentos, já que a Europa, por mais que possa crescer em produtividade, não tem mais espaço físico para produzir ainda mais. “O agronegócio é, indiscutivelmente, a vocação do Brasil”, finalizou.
A rastreabilidade não é uma exigência que vem para criar problemas e encarecer processos, é uma solução. Foi com essa visão que a maioria das pessoas saiu da conferência. Investindo e direcionando esforços para desenvolver o processo de rastreabilidade nos produtos brasileiros, o país dará um enorme salto em qualidade, valor e força no mercado mundial. E não apenas em desenvolvimento de produto ou econômico, mas também no que se refere a manejo ambiental e soluções sociais, já que o Brasil possui muitos pequenos e médios produtores.
Dimarzio também disse que nosso Excelentíssimo Sr. Presidente da República, Luíz Inácio Lula da Silva comentou em uma conversa que é necessário fazer um trabalho de qualidade e com total prioridade para o mercado nacional brasileiro no que diz respeito à rastreabilidade. O Secretário também alertou as associações participantes da Conferência sobre a obrigação de cada uma delas em divulgar o conteúdo discutido e assumir seu papel de fundamental importância para o agronegócio brasileiro.
Realizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o evento trouxe ainda o Seminário Franco-Brasileiro de Segurança Sanitária Animal, iniciativa da Embaixada Francesa no Brasil, que aconteceu no dia 21. O ciclo de palestras e debates teve o apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia – Fundo Social do Agronegócio, FINEP, FEALQ e Manes de l’Agricultor, de l’Alimentation, de la Peche et des Affaires Rurales – Embaixada da França no Brasil. Contou com a presença de pesquisadores do Ministério da Agricultura da França, FDA, USDA (EUA), representantes da Food Trace Conference (Inglaterra), ENAC, Sincert, Eurepgap, Aenor, Ministério da Agricultura Brasileiro, pesquisadores da EMBRAPA, representantes do INMETRO e demais profissionais ligados à área.
Confira!!!
As imagens e o conteúdo apresentado no evento estão disponíveis no site:
www.agricultura.gov.br
Planejamento e Operação:
Consórcio Agrobiz
Tel: (11) 3045-6045
Site: www.agrobiz.com.br/conferencia
Oficina de Notícias
Andréia Viana ou Natália Garcia.
Tel: (11) 3266-6391 ou 3262-2691
E-Mail: pauta.oficina@uol.com.br
Jornalista responsável: Maria Laura Oliveira Soriano (MTB 28.892)
As 50 palestras, que abordaram temas como marcos regulatórios, experiências internacionais e plataformas tecnológicas, forma ministradas por representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, órgãos reguladores, entidades e universidades do Brasil e do exterior.
A importância do setor de agronegócios para a economia nacional e situações como as da a soja brasileira embargada pela China criou a necessidade de discutir, analisar e trocar experiências sobre a rastreabilidade, sistema que já é exigido por alguns dos principais países compradores de produtos nacionais.
De acordo com Juaquim Naka, coordenador do Sistema Agrícola de Produção Integrada (SAPI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, idealizador e organizador do evento, a Conferência cumpriu sua missão: a de indicar as melhores práticas e caminhos para assegurar a permanência do Brasil na lista de grandes exportadores mundiais e crescermos ainda mais no segmento. A rastreabilidade, segundo Naka, é a ferramenta de defesa mais adequada junto aos Fóruns Internacionais de Qualidade.
A Conferência, segundo os freqüentadores, foi de excelente qualidade e mudou a mentalidade dos que chegaram à conferência com uma posição contrária à rastreabilidade. “A informação é a grande ferramenta da modernidade. Só ela pode acabar com as polêmicas e preconceitos e viabilizar a rastreabilidade no Brasil”, comentou Iracema Foz, da Agência Agrobiz, empresa organizadora do evento.
José Amauri Dimarzio, Secretário Executivo do Ministério, presidiu um dos painéis e agradeceu a presença dos representantes europeus que participaram da Conferência. De acordo com Dimarzio, esse intercâmbio de conhecimento é importantíssimo para a evolução do agronegócio no mundo. Comentou também a vocação do Brasil para se tornar o maior exportador mundial de alimentos, já que a Europa, por mais que possa crescer em produtividade, não tem mais espaço físico para produzir ainda mais. “O agronegócio é, indiscutivelmente, a vocação do Brasil”, finalizou.
A rastreabilidade não é uma exigência que vem para criar problemas e encarecer processos, é uma solução. Foi com essa visão que a maioria das pessoas saiu da conferência. Investindo e direcionando esforços para desenvolver o processo de rastreabilidade nos produtos brasileiros, o país dará um enorme salto em qualidade, valor e força no mercado mundial. E não apenas em desenvolvimento de produto ou econômico, mas também no que se refere a manejo ambiental e soluções sociais, já que o Brasil possui muitos pequenos e médios produtores.
Dimarzio também disse que nosso Excelentíssimo Sr. Presidente da República, Luíz Inácio Lula da Silva comentou em uma conversa que é necessário fazer um trabalho de qualidade e com total prioridade para o mercado nacional brasileiro no que diz respeito à rastreabilidade. O Secretário também alertou as associações participantes da Conferência sobre a obrigação de cada uma delas em divulgar o conteúdo discutido e assumir seu papel de fundamental importância para o agronegócio brasileiro.
Realizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o evento trouxe ainda o Seminário Franco-Brasileiro de Segurança Sanitária Animal, iniciativa da Embaixada Francesa no Brasil, que aconteceu no dia 21. O ciclo de palestras e debates teve o apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia – Fundo Social do Agronegócio, FINEP, FEALQ e Manes de l’Agricultor, de l’Alimentation, de la Peche et des Affaires Rurales – Embaixada da França no Brasil. Contou com a presença de pesquisadores do Ministério da Agricultura da França, FDA, USDA (EUA), representantes da Food Trace Conference (Inglaterra), ENAC, Sincert, Eurepgap, Aenor, Ministério da Agricultura Brasileiro, pesquisadores da EMBRAPA, representantes do INMETRO e demais profissionais ligados à área.
Confira!!!
As imagens e o conteúdo apresentado no evento estão disponíveis no site:
www.agricultura.gov.br
Planejamento e Operação:
Consórcio Agrobiz
Tel: (11) 3045-6045
Site: www.agrobiz.com.br/conferencia
Oficina de Notícias
Andréia Viana ou Natália Garcia.
Tel: (11) 3266-6391 ou 3262-2691
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Jornalista responsável: Maria Laura Oliveira Soriano (MTB 28.892)
Para ministra do Meio Ambiente a pesquisa sobre soja convencional não pode ser desprezada
A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, manifestou-se ontem, em Curitiba, contra o plantio da soja transgênica de forma irregular e sem a definição do Congresso Nacional sobre a Lei de Biossegurança. Durante encontro com o governador Roberto Requião, a ministra afirmou que a pesquisa brasileira sobre a soja convencional não pode ser desprezada diante de uma suposta vantagem econômica.
"O plantio da soja contrabandeada da Argentina cria uma situação que não é a melhor para o País. O acúmulo de pesquisa que o País tem em relação à soja convencional não pode ser preterido em função de qualquer investimento ou oportunidade", ressaltou.
Marina considerou o esforço do governo para manter o Paraná como área livre de transgênicos merecedor da inclusão na Lei de Biossegurança. "Considero legítimo o posicionamento do governador Requião, porque está baseado em oportunidades de mercado e na tendência dos consumidores que, cada vez mais, querem produtos com benefícios garantidos tanto no aspecto relacionado à saúde quanto ao meio ambiente. Este pleito tem que ser acolhido no marco legal que está se estabelecendo", acrescentou.
Além do fator econômico, a ministra lembrou o princípio da precaução que o País se comprometeu a respeitar em tratados internacionais.
Marina Silva explicou que existem duas tendências para a aprovação da Lei de Biossegurança: uma representada pela aprovação, na Câmara dos Deputados, do substitutivo que está de acordo com a proposta do Ministério do Meio Ambiente, e outra representada pelas comissões técnicas do Senado, que ainda não apresentaram parecer.
Agência Brasil
"O plantio da soja contrabandeada da Argentina cria uma situação que não é a melhor para o País. O acúmulo de pesquisa que o País tem em relação à soja convencional não pode ser preterido em função de qualquer investimento ou oportunidade", ressaltou.
Marina considerou o esforço do governo para manter o Paraná como área livre de transgênicos merecedor da inclusão na Lei de Biossegurança. "Considero legítimo o posicionamento do governador Requião, porque está baseado em oportunidades de mercado e na tendência dos consumidores que, cada vez mais, querem produtos com benefícios garantidos tanto no aspecto relacionado à saúde quanto ao meio ambiente. Este pleito tem que ser acolhido no marco legal que está se estabelecendo", acrescentou.
Além do fator econômico, a ministra lembrou o princípio da precaução que o País se comprometeu a respeitar em tratados internacionais.
Marina Silva explicou que existem duas tendências para a aprovação da Lei de Biossegurança: uma representada pela aprovação, na Câmara dos Deputados, do substitutivo que está de acordo com a proposta do Ministério do Meio Ambiente, e outra representada pelas comissões técnicas do Senado, que ainda não apresentaram parecer.
Agência Brasil
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