AgroBrasil - @gricultura Brasileira Online

+ LIDAS NA SEMANA

segunda-feira, maio 17, 2004

Flyfim oferece controle efetivo contra moscas domésticas

Flyfim é uma isca mosquicida que possui um novo princípio ativo. O produto atua com eficácia mesmo em moscas resistentes à inseticidas organofosforados, carbamatos e piretróides.

As moscas são insetos que se reproduzem rapidamente, fazendo seis a oito posturas de 100 a 120 ovos durante seu curto período de vida, que compreende 25 a 45 dias. Após a postura, os ovos eclodem em menos de 24 horas e as larvas se desenvolvem em 4 a 6 dias. Depois de se transformam em pupas, com mais 5 ou 6 dias, nascem as moscas adultas. Cada larva da mosca doméstica necessita cerca de um grama de esterco para alimentar-se. Assim, pode-se avaliar o potencial de criação de moscas em um plantel de poedeiras, onde centenas delas são mantidas confinadas.
As medidas de controle têm por objetivo proteger as aves do principal problema ocasionado por essas pragas: a transmissão de doenças. Pesquisas demonstraram que as moscas transmitem agentes patogênicos como: Salmonella pullorum ; Salmonella typhimurium ; Pasteurella multocida; Erysipelothrix rhusiopathiae; Staphilococcus sp, cólera e outras bactérias entéricas, oocistos de protozoários, viroses. Transportam mecanicamente ovos de helmintos e servem de hospedeiro intermediário de tênias (Hymenolepis carioca, Raillietina cesticillus, Choanotaenia infundibulum).
As moscas produzem perdas significativas para os animais de produção, que vão desde o estresse constante em bovinos de leite, corte e suínos a transmissão de doenças de origem bacteriana e viral aos animais, como as mastites. Na avicultura de postura e corte há uma preocupação constante no controle de moscas. A alta população de moscas em uma granja causa prejuízos devido a constante mão de obra no seu controle, pela necessidade re-lavagens nos ovos para retirar as fezes das moscas, o que contribui para um afinamento da casca do ovo diminuindo assim a sua qualidade além de elevar o número de quebras.
Além de transmissão de doenças aos animais, a mosca também é um vetor na transmissão de doenças aos seres humanos. Elas possuem uma afinidade grande por matéria orgânica em decomposição, ex. fezes e cadáveres. Um controle efetivo de moscas deve ser realizado através de um programa de tratamento, onde se consorcia medidas preventivas e terapêuticas. O tratamento correto do esterco com larvicidas e a manutenção da higiene do ambiente contribui para uma queda na sua reprodução em matéria orgânica em decomposição. Tais medidas devem ser aplicadas em conjunto com a utilização de mosquicidas sobre a forma de iscas e pós ou grânulos solúveis em água para pincelamento em instalações.
O Laboratório Clarion (Goiânia/GO) está lançando este ano uma completa linha de produtos que serão utilizados num programa integrado de controle das moscas. Destaque para o produto Flyfim, uma isca mosquicida de alta eficácia contra a mosca doméstica, inclusive as resistentes a outras iscas mosquicidas. O fato de seu princípio ativo pertencer a um novo grupo químico resulta num excelente efeito sobre populações de moscas: o Imidacloprid possui DL50 dérmica em ratos maior que 5.000mg/kg e contém em sua formulação o Benzoato de Denatônio (BITREX), substância amargante que impede a ingestão do produto por crianças e animais domésticos, evitando intoxicações acidentais com o produto.
Flyfim pode ser utilizado em programas de controle de moscas domésticas em associação a IGRs (Inibidores de Crescimento) em granjas de aves e suínos, haras, matadouros, currais, estábulos, laticínios e outros locais infestados por esses insetos. Cada envelope de 25g trata, efetivamente, uma área de 12,5m2 e a embalagem de 1kg trata, efetivamente, uma área de 500m2. Flyfim é apresentado em display na cor laranja fluorescente, com 50 sachês de 25g e 50g, recipientes descartáveis acoplados no próprio display, e em frascos plásticos de 1kg.

Sobre o Clarion Biociências – www.clarionbio.com.br
O Clarion Biociências, localizada em Goiânia/GO, é uma empresa 100% brasileira e voltada para pesquisa, desenvolvimento e lançamento de produtos veterinários ampliados. A empresa busca incessantemente apresentar ao mercado produtos que tragam inovações e vantagens para criadores, comerciantes sem se esquecer de melhorar a qualidade de vida dos animais de produção, de trabalho e de companhia.


XCLUSIVE PRESS
Coordenação : Gualberto Vita
Atendimento: Iara Soriano
Assessoria de Imprensa CLARION BIOCIÊNCIAS
Tel.: (15) 9711-7966 / (15) 262-4142
e-mail: press@xclusive.com.br
Jornalista Responsável: O.P.Gessulli (Mtb 32.517)

Dinheiro supera ciência nos OGMs

A discussão sobre os organismos geneticamente modificados (OGMs) no Brasil está sendo levada para o lado financeiro. A liberação ou não do plantio e comercialização de transgênicos é uma questão ligada diretamente ao dinheiro e ao poder, deixando em segundo plano a questão científica - ou seja, se esses alimentos podem provocar algum tipo de dano ao ser humano ou ao meio ambiente.
Assim pensa o engenheiro ambiental Luiz Eduardo Rodrigues Carvalho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que detecta uma guerra midiática entre pessoas que defendem ou condenam os transgênicos, motivadas por algum fator que as favoreça. Ele dá um exemplo: a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a elevação do Limite Máximo de Resíduo (LMR) de glifosato (herbicida da Monsanto vendido com o nome comercial Roundup, que é considerado altamente cancerígeno e que causa dano à fertilidade), de 0,2 miligramas por quilo (mg/kg) para 10 miligramas por quilo, no último mês de março. Ou seja, 50 vezes mais.
Carvalho explicou que nessa discussão as pessoas não falam abertamente o que pensam: "No bairro do Leblon há uma discussão entre os moradores que não querem que os bares tenham cadeiras na calçada. Mas na verdade a disputa não é contra as cadeiras e sim contra o barulho que os freqüentadores de bares fazem, mas isso não vem a público. Na questão dos OGMs, favoráveis e contrários usam argumentos científicos para tentar convencer as pessoas de suas teses, mas na verdade só o fazem motivados economicamente", afirmou.
Para ele, essa divisão está bem clara: de um lado os interessados diretamente em que os transgênicos sejam liberados, como a Embrapa e a Monsanto, que usam seu poder econômico para defendê-los na mídia. "Também se diz que os cientistas são favoráveis. Não são. O apoio se restringe aos geneticistas, que são entusiastas. É como perguntar a quem voa de asa delta se há risco de cair, ele vai dizer que é mínimo", disse, destacando que muitas instituições favoráveis aos transgênicos acabam pegando cientistas dentro das universidades e os pagando para defender os OGMs: "Criaram o cientista de passeata, que ganha jeton para defender uma causa. Isso é muito ruim, mostra a deficiência que existe em nossas universidades. Esse cientista acaba usando o nome da instituição onde trabalha para defender o que lhe pagam para defender", criticou. "E isso ocorre também em outros países, onde a máquina não precisa tanto das universidades como aqui."
O engenheiro afirmou que, com toda essa guerra, sobra muito pouco espaço para idéias independentes. "Se me perguntarem se sou contra ou a favor, vou dizer que sou favorável, afinal é uma fantástica invenção humana. Mas cada situação deve ser analisada individualmente. A produção de insulina ou até mesmo o coalho para se fazer queijo é feita com a modificação de gene, ou seja, é transgênica", disse.

Pressão
Para ele, a força do poder econômico na discussão dos transgênicos foi claramente exposta quando a Anvisa autorizou o aumento do Limite Máximo de Resíduo de glifosato: "O glifosato foi aumentado em 50 vezes. Quem foi que pediu isso, ou será que a Anvisa decidiu por conta própria?", questionou. O glifosato é o herbicida mais vendido no País. Uma tese de doutorado da professora doutora Eliane Dallegrave, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, comprovou dano na fertilidade de ratos Wistar que foram expostos ao glifosato.
Carvalho afirmou ainda que o processo para rotular os transgênicos também é puramente político: "Quem começou tudo isso foi o Greenpeace e o Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), que são favoráveis à rotulagem. Um outro grupo, formado por pessoas ligadas aos OGMs, era totalmente contra, mas ao ver que perderiam na Justiça, resolveram mudar radicalmente de opinião e fazer parte das comissões que discutem a questão".

Manipulação
E completou: "Hoje eles manipulam para que não aconteça a rotulagem. Armam esquemas para se rotular desde que não se rotule nada. Na idéia deles, o produto não transgênico é que deve levar o rótulo. Afinal, consumidor nenhum vai ao supermercado comprar um produto com rótulo de transgênico", lembrou. Ele disse que, devido a essa manipulação, produtos com até 4% de material transgênico não precisam ser rotulados no Brasil.

Transgênicos têm o aval da OMS, diz Monsanto
Segundo a Monsanto, detentora dos direitos à soja Roundup Ready (RR), plantada no Brasil, é investido diariamente US$ 1 milhão em pesquisas para avaliar a segurança alimentar e ambiental dos OGMs produzidos pela empresa. A Monsanto garante que todos os transgênicos introduzidos por ela no mercado mundial foram aprovados pela Organização para a Agricultura e Alimentação (FAO) e Organização Mundial da Saúde (OMS).
A Monsanto estuda OGMs há mais de 20 anos. A soja RR foi criada na década de 80, mas aprovada para plantio nos Estados Unidos em 1995. Hoje, segundo a empresa, mais da metade de toda soja produzida no mundo é RR. Além da soja, nos Estados Unidos e no Canadá, a Monsanto também produz milho, canola e algodão geneticamente modificados. A empresa também se dedica a pesquisas de uma chamada segunda geração, que traria plantas enriquecidas, com mais óleos e vitaminas, ou mais nutritivas. Também estudam-se alterações genéticas que deixem as plantas mais resistentes ao frio.
As grandes vantagens oferecidas ao produtor, segundo a Monsanto, é a economia e a flexibilidade no manejo das plantas daninhas com o uso do glifosato - que para a Monsanto é um herbicida ecologicamente correto. Conforme o Centro de Política Agrícola e Alimentar dos Estados Unidos (NCFAP), os sojicultores norte-americanos aplicam 16 milhões de doses a menos de herbicida em sua soja por ano. Essa redução faz com que tenham uma economia de US$ 220 milhões anuais.
No Brasil, a Monsanto tem acordos com produtores do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, que pagam R$ 0,60 por saca de soja transgênica produzida à empresa, pelos royalties relativos à propriedade intelectual da soja RR. Essa cobrança é feita na entrega da safra nas cooperativas ou ao exportador.
Quanto à posição do Estado do Paraná, que proíbe o plantio e a exportação de transgênicos em seu território, a empresa informou que respeita, mas lamenta por privar os agricultores paranaenses da biotecnologia. (LM)

Tema acirra disputa entre governador e ministro
A forte influência do fator político na questão dos transgênicos é claramente explicitada no desejo do Estado do Paraná em se tornar livre dos OGMs. Enquanto o governador Roberto Requião (PMDB) garante que tem a anuência do próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, desafeto de Requião, informa que como existem produtores paranaenses que assinaram o termo de adesão à produção dos transgênicos, o Paraná não pode ser considerado livre como um todo.
Na visão do governo paranaense, o rótulo de não transgênico funcionaria como o que acontece com a carne do Estado, já há alguns anos livre da febre aftosa. Essas condições especiais trariam preços melhores aos produtos do Paraná no mercado exterior.
Pressionado por produtores de soja transgênica, principalmente gaúchos, além das detentoras das sementes, o governo federal editou a Lei 10.814 que permite, apenas para essa safra, o plantio e a comercialização de grãos geneticamente modificados reservados a partir de 2003. Para poder plantar essa soja, o agricultor teve que assinar um termo de compromisso e responsabilidade.
A maior incidência desses termos acontece na região Sul. No Rio Grande do Sul foram 81.600 agricultores que aderiram aos OGMs. Em Santa Catarina, 557 agricultores. Já no Paraná, 574 produtores assinaram o compromisso. Em todo o Brasil, 15 estados produzem soja. Desses apenas Rondônia, Pará e o Distrito Federal não têm qualquer agricultor que tenha assinado o compromisso. "Segundo a lei, não existe a possibilidade de criação de uma área livre de transgênicos. O que pode acontecer são regiões dentro de um estado que não produzem OGMs", revelou o fiscal federal agropecuário do Ministério da Agricultura, Marcos Coelho. Segundo Coelho, o mercado internacional não vem negociando a soja geneticamente modificada nem com ágio nem com deságio. Conforme o ministério, o Brasil produziu 57,7 milhões de toneladas de soja até abril. A parcela produzida no Paraná corresponde a pouco mais de 10 milhões de toneladas. (LM)

Orgânicos podem ser boa alternativa aos OGMs
Na contramão dos OGMs estão os alimentos produzidos de forma orgânica, sem a utilização de agrotóxicos. O consultor agroecológico Fábio Sampaio Vianna Ramos, uma das maiores autoridades no assunto no Brasil, destacou que a valorização desse tipo de produto é uma tendência no mercado europeu e asiático. "Em 2005 passa a vigorar na União Européia uma lei determinando que todas as fontes de alimentos infantis sejam orgânicas. É a grande oportunidade que o produtor brasileiro tem em exportar cenoura, beterraba, batata e ganhar muito dinheiro", afirmou.
Conforme o consultor, o mercado europeu vem pagando mais por produtos orgânicos. "A soja orgânica é comprada a um preço 20% maior do que a convencional na Alemanha", revelou, destacando que pesquisas realizadas nesses mercados negam o interesse do consumidor daqueles países em ingerir OGMs. "Eles pagam pela saúde. O orgânico é melhor e dá essa segurança alimentar. Já no caso do transgênico, ainda não foi definido cientificamente se esses alimentos causam riscos à saúde ou ao meio ambiente", observou.
Ramos destacou que a história da cadeia agroalimentar passa pelo poder econômico. "Esse poder dita a regra. Tanto no varejo quanto para a indústria, que precisa viver, então produz patentes de sementes, agrotóxicos, etc.", salientou.
Segundo o consultor, o fiel da balança será o consumidor. "O negócio começa por ele, que tem que se sentir seguro ao consumir. Todavia, há muita imposição de produtos feitos na base do marketing. Para que o consumidor decida o que é ou não bom para si é necessário que a informação seja mais clara."
Ramos parabenizou o governo do Paraná pela posição adotada contra os transgênicos: "Esse movimento é sensato e corajoso. Temos que ter independência para decidir se vamos plantar ou não os OGMs. Não apenas ficar com medidas provisórias nos obrigando a plantar".
E também sugere a criação de programas e créditos para quem trabalha com agricultura orgânica. "Essa é uma área que tende a dar lucro. Vai gerar empregos, segurar o homem no campo e diminuir os problemas sociais nos grandes centros." (LM)

Global Wind atraca sob a proteção da PF
O navio argentino Global Wind, alvo de duas ações do Greenpeace nas últimas semanas, atracou na sexta-feira no Porto de Paranaguá protegido por homens e embarcações da Polícia Federal. Carregado com 30 mil toneladas de soja transgênica, o navio deve receber mais 10 mil toneladas de soja convencional do Paraná.
Para o Greenpeace, a soja exportada pelo porto paranaense deveria ser, na realidade, protegida da contaminação por OGMs, a fim de não pôr a perder todo o esforço feito para mantê-la livre de transgênicos. Por isso, a organização tentou impedir a atracação e o carregamento do navio nos dias 4 e 8 de maio.
Os portos de Paranaguá e Antonina, segundo o Greenpeace, são os únicos do País a realizarem o esforço contra a soja transgênica. "A Polícia Federal, assim como o governo, deveria estar protegendo os direitos dos consumidores e os interesses econômicos brasileiros em manter sua soja livre de transgênicos", disse Gabriela Vuolo, da Campanha de Engenharia Genética do Greenpeace. "No entanto, o que estamos vendo é exatamente o oposto: as autoridades estão protegendo o carregamento do navio, prejudicando assim as vantagens comerciais brasileiras e permitindo que empresas como a Bunge contaminem a soja brasileira."

Frente italiana
Enquanto isso, na Itália, trinta ativistas do Greenpeace estão, desde a manhã de ontem, ocupando a planta de processamento de soja da Bunge (Cereol) na cidade de Ancona. O objetivo é impedir que o carregamento de soja não transgênica vindo de Paranaguá (PR) seja contaminado ao ser descarregado no local, e de barrar a contaminação da cadeia de alimentos da Itália com a soja transgênica que já está estocada na unidade.
Alguns manifestantes bloquearam os portões da unidade e outros se acorrentaram a uma estrutura da fábrica. Os ativistas também penduraram uma faixa de 20 metros de comprimento no silo, demandando o fim da comida transgênica. Em Ancona, 1,5 mil toneladas do produto são processadas diariamente na planta da Bunge. "As empresas que desenvolveram os transgênicos estão percebendo que não há mercado para seus produtos", disse Federica Ferrario, da Campanha de Engenharia Genética do Greenpeace na Itália.

Alimentos modificados não têm ganho nutricional
Consumir um alimento geneticamente modificado não traz qualquer benefício a quem o consome. A opinião é da professora de Engenharia Alimentar da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) Elaine Berges da Silva. Ela destacou que, até o momento, as inovações introduzidas pela genética servem apenas para beneficiar o produtor.
No caso da soja, por exemplo, o produtor ganha em produtividade com a aplicação do herbicida. Todavia, fica obrigado a aplicar apenas um único tipo de produto, além de ter que pagar pelas sementes que são geneticamente modificadas e possuem uma detentora de suas patentes. "Nutricionalmente não há qualquer ganho. Tanto a soja transgênica quanto a convencional são rigorosamente idênticas", relatou.
A engenheira de alimentos destacou que seria interessante para o Brasil diferenciar seu produto, produzindo alimentos convencionais. "Essa é a idéia do governo do Estado. Os mercados externos estão valorizando mais os produtos naturais", disse, destacando que no tocante à segurança no consumo de transgênicos ainda há muito a se discutir. "A modificação genética acontece na proteína, onde está concentrado o DNA da soja. Há a possibilidade de esse gene diferente causar algum tipo de alergia. Daí a importância em rotular os produtos geneticamente modificados, para que os consumidores saibam o que estão consumindo", afirmou.

Perigo
Elaine destacou que o perigo dos transgênicos é justamente onde está a proteína. "Na extração do óleo de soja, por exemplo, não entra a proteína. Mas existem alimentos onde estão concentrados protéicos de soja, ou até mesmo toda a soja moída, como no caso de sucos à base do grão", revelou. Para a engenheira, os transgênicos só seriam úteis caso trouxessem algum benefício nutricional. "Alimentos com quantidade maior de ácidos graxos polinsaturados, da família ômega, podem servir para reduzir o risco de problemas cardiovasculares", destacou.

Fonte: O Estado do Paraná

sexta-feira, maio 14, 2004

Grupo Agroquima participa da Exposição Agropecuária do Estado de Goiás

Com duração de 15 dias e sempre no mês de maio, a Exposição Agropecuária do Estado de Goiás é a maior festa do Estado, convergindo milhares de pessoas ao evento. Além do mundo agropecuário, com exposições diversas, leilões de animais e lojas afins e da moda "country", a festa é marcada por grandes shows musicais e uma quantidade infindável de festas temáticas, boates, bares e restaurantes. É realizada desde 1946. Esta edição - 59ª Exposição Agropecuária do Estado de Goiás e 19ª Internacional de Animais (www.sgpa.com.br/pecuaria2004) - será realizada entre os dias 14 a 30 de maio, no Parque Agropecuário de Goiânia, capital do estado. A Pecuária, como é chamada pelo povo goiano, é um evento tradicional, considerada a terceira maior feira de agribusiness do País e a mais importante do Centro-Oeste. O seu principal objetivo é mostrar para o Brasil e o para mundo o retrato fiel do povo goiano e da força de sua economia, além de divulgar o desenvolvimento da agropecuária do Estado, seu elevado grau de modernidade e competitividade. O Grupo Agroquima estará participando da exposição com um stand personalizado, no Local Central do Parque de Exposições, onde estará ofertando condições especiais durante a feira; uma das promoções mais comentadas será a do Tourinho Nelore P.O., onde o animal ficará exposto no próprio stand da Agroquima e os pecuaristas tentam acertar o peso do animal no “olhômetro”. Quem der o palpite de peso mais próximo do peso real do animal, aferido no último dia da feira, leva o Tourinho Nelore P.O. Na avaliação de Marco Aurélio Di Almeida, Gerente de Promoção e Propaganda, as expectativas em torno da exposição são muito boas. “Esta feira é a oportunidade que temos de estreitar os laços comerciais com nossos clientes, já que teremos a presença garantida dos maiores agropecuaristas do Estado de Goiás em nosso stand e a possibilidade de realizarmos bons negócios”, afirmou. Durante o evento, a Agroquima estará participando de dinâmicas de construção de cercas, patrocínio de leilões, campanhas promocionais, além da divulgação das marcas da Agroquima e FosQuima.

Sobre o Grupo Agroquima
A Agroquima Produtos Agropecuários Ltda. está presente no ramo agropecuário há 35 anos. A Agroquima possui 11 filiais distribuídas por seis Estados brasileiros e um centro administrativo, localizado estrategicamente na cidade de Goiânia/GO. A estratégia da empresa sempre buscou oferecer ao mercado produtos inovadores, agregando melhor custo-benefício e maior rentabilidade para o pecuarista e o agricultor. Por estes motivos, a Agroquima ganhou o respeito e a admiração de milhares de clientes, resultando em marcas históricas dentro do agronegócio brasileiro.
A Agroquima foi a 1a. empresa nacional a vender herbicidas para pastagens e se tornou a maior vendedora desse produto no Brasil, com marcas líderes do segmento como Tordon, Padron, Garlon e Mannejo. Em 2003, a empresa vendeu 1,1 milhão de litros de pastagens. Em 1982, foi a 1a. empresa a lançar no País o vermífugo Ivomec, líder no mercado. Atualmente, é a maior distribuidora/vendedora do produto no Brasil e no mundo. Ainda em 82, a Agroquima inova mais uma vez a lança sua Linha Fosquima, de sal mineral; em 2003, a marca Fosquima recebe o prêmio “Top of Mind” promovido pelo Jornal O Popular, de Goiânia/GO.
No ano 1986, a Agroquima entra para história sendo a pioneira no Brasil a disseminar a utilização da uréia na mistura com suplementos minerais para bovinos. O Fosquima Uréia 140, que foi lançado pela empresa em 86, há 16 anos é o líder de mercado no Segmento de Suplemento Mineral com Uréia no Centro Oeste.
A Agroquima é a maior vendedora nacional de vacinas para febre aftosa, alcançando a marca de 15 milhões de doses comercializadas apenas em 2003. No Brasil, foram comercializadas 328.300.000 doses; só o Estado de Goiás consumiu 45,7 milhões de doses de vacina contra febre aftosa em 2003, sendo o estado que mais demandou o produto em todo o Brasil
A empresa goiana produz e beneficia Sementes para Pastagens com as mais avançadas tecnologias, utilizando, na certificação de sua qualidade, o processo de Germinação Natural, selecionando as sementes de maior vigor, o que garante o poder de germinação e a perfeita formação das pastagens. Apostando na diversificação, 70% do faturamento da empresa é representado por produtos voltados à pecuária, e 30% agrícolas, comercializando produtos líderes no setor de soja e milho, como Verdict e Spider. Com isso, seus resultados no ano passado foram expressivos: em 2003, a Agroquima faturou 180 milhões de reais (US$ 60 milhões).

Agroquima, seus colaboradores e o Meio Ambiente
A Agroquima possui um programa agressivo de formação de mão-de-obra, abrindo oportunidades para jovens a partir de seus Programas de Estágio. Para se ter um idéia do sucesso do programa, todos os atuais membros da Gerência da empresa foram, com orgulho, estagiários no passado.
Além disso, os treinamentos são constantes, focando uma visão global da atividade agropecuária nacional. Para tanto, mensalmente são realizados treinamentos técnicos, visitas ao campo para conhecimento das mais variadas culturas – soja, milho, cana, pastagens, entre outros. São vendedores, assistentes técnicos, promotores, gerentes e supervisores mobilizados a buscar o conhecimento com afinco e, conseqüentemente, a melhoria contínua de suas atividades.
Mas, a troca de conhecimento e o aperfeiçoamento constante não se limita apenas ao pessoal da Agroquima, composto atualmente por 150 colaboradores (80% com formação superior): os 20 mil clientes da Agroquima também fazem parte deste trabalho, formando uma gigantesca rede de benefícios mútuos e de fidelização.
A Agroquima promove entre seus clientes diversas palestras técnicas e dias-de-campo, abordando temas pertinentes ao dia-a-dia do produtor, criando assim uma aproximação muito forte com seu pessoal de campo. Para completar, o cliente da Agroquima conta com total orientação e auxílio técnico, que inclui até mesmo o empréstimo de máquinas agrícolas para aplicação de produtos.
Consciente de sua responsabilidade no agronegócio nacional e da importância que o Meio Ambiente exerce na atividade, a Agroquima atua como uma empresa ecologicamente responsável, promovendo e patrocinando campanhas à respeito de descarte correto de embalagens de defensivos agrícolas e participando efetivamente de ações de proteção às áreas verdes do Centro-Oeste.

A Raça Bonsmara
A Agroquima, sempre preocupada em inovar, vem de forma pioneira desenvolvendo com grande êxito, a introdução da raça bovina Bonsmara na Fazenda Rio Crixás, em Mundo Novo/GO. O Bonsmara trará uma contribuição inestimável à pecuária nacional em virtude de ser um gado "Europeu" com excepcional qualidade de carne e adaptado ao calor tropical, permitindo aos criadores aumentarem sua renda através do cruzamento industrial com touros a campo para produção de novilhos precoces.

XCLUSIVE PRESS
Coordenação : Gualberto Vita (MTb 39.765)
Atendimento: Iara Soriano (MTb 34.810)
Assessoria de Imprensa GRUPO AGROQUIMA
Tels.: (15) 9711-7966 / (15) 262-4142
e-mail: press@xclusive.com.br
Jornalista Responsável: O.P.Gessulli (Mtb 32.517)

Planalto tenta acordo para votar projeto de biossegurança

O governo tentará sair da paralisia em que está submerso na Câmara e no Senado com uma reunião nesta segunda-feira, na liderança do governo no Senado, para tentar um acordo que viabilize a votação do projeto que cria o Conselho Nacional de Biossegurança (CNBS) e reestrutura a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio). A proposta, que normatiza a pesquisa sobre produtos transgênicos no país, está pronta para ser votada pelo plenário do Senado há dois meses.
A batalha para aprovar o projeto está, contudo, apenas começando. Os senadores que representam interesses do agronegócio, liderados por Osmar Dias (PDT-PR) e Jonas Pinheiro (PFL-MT), ameaçam obstruir a tramitação da matéria. "Se nossas propostas não forem acatadas, vamos discordar da votação direto em plenário, sem passar pelas comissões", afirmou Osmar Dias, relatando em seguida os pontos que deseja mudar no projeto.
"O CTNBio não pode ser consultivo, tem que ter poder decisório. Submeter a pesquisa científica a um conselho político é uma temeridade", afirmou, se referindo ao Conselho Nacional de Biossegurança. "O projeto aprovado pela Câmara estabelece tanto rigor para a pesquisa que a tornará inviável", disse.
O projeto de biossegurança é uma das sete propostas que o governo escolheu como prioritárias para tentar aprovar no Congresso Nacional nas próximas semanas. São todas propostas de interesse dos setores empresariais e que o Planalto acredita que podem repercutir de forma positiva no mercado.
No Senado, estão o projeto que cria as Parcerias Público-Privadas (PPP) e o projeto da nova Lei de Falências. O PPP está em exame na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado e o relator é Valdir Raupp (PMDB-RO). A nova Lei de Falências está na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e ainda não tem relator designado.
Na Câmara, as votações de interesse do governo devem demorar. Boa parte das propostas está na fase inicial de tramitação ou são bloqueadas por falta de acordo entre os líderes partidários. Tramitam nesta pauta prioritária os projetos que dispõe sobre o Plano Plurianual, cria incentivos para a construção civil, a Lei de Inovação Tecnológica, a que normatiza o funcionamento das agências reguladoras e a de Política Industrial.
A Lei de Inovação Tecnológica mal começou a tramitar na Câmara: foi apresentada formalmente no dia 5 de maio. A de Política Industrial, que cria uma agência brasileira de desenvolvimento, está tramitando em conjunto nas comissões de Finanças e Tributação, Trabalho e Desenvolvimento Econômico.
O projeto que normatiza as agências reguladoras teve o regime de urgência retirado, o mesmo em relação ao da construção civil. Isto significa que uma longa negociação será feita ainda entre os partidos e o setor privado. Também está paralisado pela letargia do governo em fazer sua pauta avançar o Plano Plurianual (PPA) para 2004 e 2007. Há um mês a proposta aguarda ser votada no plenário da Câmara e do Senado, depois de uma longa tramitação na Comissão Mista de Orçamento.

Fonte: Valor Econômico

Sersia Brasil participa do Congresso Mundial do Charolês

Programa de seleção de reprodutores, desenvolvido pela central, em parceria com a entidade nacional da raça, oferece aos pecuaristas novas opções de genética nacional provada
Em 2003, foram comercializadas 22.384 doses de sêmen de Charolês mocho, volume 67,7% superior ao negociado no ano anterior: 13.347. Estes números estão no relatório anual da Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia) e confirmam tendência já prevista pela Sersia Brasil. Juntamente com a Associação Brasileira de Criadores de Charolês, a central desenvolveu o Programa Mocho Brasil. Com um criterioso processo de seleção voltado à funcionalidade, a central cria condições para a ABCC expandir a raça pelo País com animais adaptados às condições tropicais.
Atendendo a convite da ABCC, o diretor superintendente da Sersia Brasil apresentará o programa “Mocho Brasil” durante o 33° Congresso Mundial do Charolês, evento que acontece entre os dias 23 e 30 de maio, no Paraná e no Rio Grande do Sul. A organização deste Congresso é da própria entidade. “O projeto tem extrema importância e o congresso é um momento muito especial para falarmos sobre o assunto, pois estarão lá os principais criadores e representantes do Charolês mundial”, comenta Adriano Rubio.
O processo de avaliação dos animais no programa “Mocho Brasil” segue o padrão da Sersia, baseado em análises científicas sobre produtividade. Os testes vão desde as características de cada touro até o desempenho de sua progênie. Essa averiguação é contínua, pois quanto mais filhos destes reprodutores, maior será a gama de informações à disposição dos pecuaristas, aprimorando a orientação dos acasalamentos em cada rebanho.
“O programa Mocho Brasil é, na verdade, um reconhecimento ao valoroso trabalho que já vem sendo realizado pelos criadores brasileiros. Aproveitamos essa genética do Charolês mocho produzida há décadas, no País, junto à genética moderna desenvolvida na França. A soma deste material resulta em animais testados e comprovados para a funcionalidade de produção”, comenta Adriano Rubio.
Esta seleção visa atender as duas pontas da cadeia produtiva de carne bovina. Tanto a satisfação do produtor quanto ao desempenho de seu rebanho, quanto ao rendimento e à qualidade das carcaças nos frigoríficos, chegando à distribuição, seja para o mercado interno ou externo.

Romualdo Venâncio
(11) 3983-5551 / 9261-2334

Sabará apresenta na AveSui 2004 sua linha de pastilhas para uso em frigoríficos, abatedouros e granjas

À base de cloro, produtos são destinados a desinfecção de água. A Sabará é a Divisão de Sanitizantes da Beraca Sabará Químicos e Ingredientes Ltda.

Com uma atuação destacada no mercado de cloro há mais de 45 anos, a Beraca Sabará, a maior distribuidora de cloro da América Latina, oferece ao mercado avícola e suinícola sua linha de pastilhas sanitizantes. A entrada da Divisão de Sanitizantes da Beraca Sabará no setor de produção animal ocorreu há três anos. Em 2001, a empresa passou a visitar frigoríficos em todo o Brasil - inclusive, exportadores – oferecendo uma solução sanitizante em pastilhas à base de Hipoclorito de Cálcio p/ desinfecção de águas de abastecimento. “Visitamos frigoríficos e abatedouros avícolas, suinícolas e de bovinos, que acabaram se tornando nossos primeiros clientes”, disse João Luis dos Santos , Supervisor Técnico e Comercial da Beraca Sabará (Sta. Bárbara D´Oeste/SP).
Além de fornecer pastilhas sanitizantes para uso em sistemas de frigoríficos, abatedouros e granjas, a empresa dispõe ainda de uma linha de equipamentos específica, toda feita em PVC ou PP e concebida para aplicação das pastilhas: a Sany-Clor. “Hoje, a linha de equipamentos Sany-Clor é tão extensa - desde equipamentos automatizados com capacidade de até 80Kg de produtos como o Sany-Clor A90 até dosadores simples para granjas como o Sany-Clor 250 -, que dificilmente não haja algum modelo que não se adapte à necessidade do cliente”, revelou João Luis .
Para diferenciação dos produtos, foram criadas linhas específicas de pastilhas: a Linha Frigopast, para frigoríficos e a Linha Avipast, voltada para produção animal. As pastilhas sanitizantes pesam 200 gramas e tem aproximadamente 6,8 cm de diâmetro e 3,3 cm de espessura; elas são produzidas nas Unidades de Anápolis/GO e Recife/PE. Além das pastilhas, a empresa comercializa toda linha de produtos clorados hoje existente no mercado: Cloro Gás, em cilindros; Hipoclorito de Sódio, com fabricação própria e alto grau de pureza; Hipoclorito de Cálcio, Tricloro e Dicloro, todos na forma de pastilhas com produção própria. "Por isso, não temos um produto que seja concorrente, apenas orientamos a aplicação correta de cada produto dentro da necessidade do cliente", afirma João Luis.
De acordo com a legislação vigente, são permitidas para o consumo humano a utilização de produtos à base de Hipoclorito de Cálcio, o Dicloro (Ácido Dicloroisocianurico) e o Hipoclorito de Sódio. “O Tricloro (Ácido Tricloroisocianurico) não é permitido para o tratamento de água p/ consumo humano”, afirmou João Luis .

Assistência Total
Quando um representante da Sabará visita um possível cliente, seja uma granja ou abatedouro, ele deve transmitir informações técnicas precisas e adequadas. “Uma coisa que a gente tem o cuidado de fazer é reunir o máximo de pessoas da sua área técnica, fazer uma apresentação clara de aproximadamente 40 minutos, abordando um histórico dos sanitizantes, assim como do cloro, os tipos de cloro disponíveis no mercado e os nossos produtos e serviços. Afinal, é muito comum uma empresa comprar Tricloro achando que é Dicloro. Aliás, somos a única empresa da América Latina que oferece ao mercado pastilhas de Dicloro, um lançamento recente que demandou muitos anos de pesquisa. ”, explicou João Luis dos Santos.
Já sobre o consumo de pastilhas utilizadas na desinfecção de água , ela está diretamente relacionada ao consumo de água de cada granja. “Quanto mais água se consome, mais pastilhas são utilizadas. É uma relação diretamente proporcional ao consumo”, explicou. Outro fator refere-se à qualidade da água. “Se o produtor está utilizando água de um poço artesiano, quase mineral e limpa, as pastilhas terão o único trabalho de eliminar as bactérias. Mas, se a água vem de uma nascente ou açude, ela geralmente tem muitas outras impurezas que deverão aumentar o consumo do cloro. Entretanto, é a contaminação cruzada das tubulações e caixas d´água, por mais que estejam bem fechadas, que sempre terão muitas bactérias, fungos ou leveduras que nos preocupa", completou João Luis.
É muito comum ainda encontrar sistemas onde nunca uma caixa d´água fora clorada. “Granjas grandes de matrizes de frango ou perus possuem caixas d´água de 200 mil litros, 300 mil litros que nunca foram cloradas. Assim, analisamos tecnicamente o local, instalamos o equipamento Sany-Clor apropriado e começamos a clorar todo o sistema. Numa situação como essa, o consumo inicial de pastilhas certamente será elevado”, disse João Luis.
A empresa possui ainda uma linha de pastilhas especiais, à base de cloro com Ortopolifosfato, que atua na correção do excesso de ferro na água. “Uma outra pastilha que estamos desenvolvendo aqui atua sobre o pH da água. Uma legislação do Ministério da Saúde (Portaria 1469), que diz respeito à água para consumo humano, aponta que o pH da água precisa estar abaixo de 8 para se ter uma desinfecção eficiente; localidades onde o pH esteja acima de 8,5, o cloro não tem ação bactericida”, explicou

Sobre a Beraca Sabará
Inicialmente conhecida por Sabará Indústria e Comércio Ltda., a Beraca Sabará – Químicos e Ingredientes Ltda. foi fundada em 16 de outubro de 1956 e com muito trabalho, perseverança e determinação de seus fundadores e colaboradores, iniciou a construção do que hoje é uma empresa com mais de 200 funcionários, atuante em todo o território nacional. Especializada em matérias primas da mais alta qualidade para empresas públicas e privadas, a Beraca Sabará é composta por quatro divisões: Sanitizantes, Cosméticos, Alimentos/Nutrição Animal e Lubrificantes. É uma empresa genuinamente brasileira e, há mais de 47 anos, comprometida com o sucesso de seus clientes.

SERVIÇO - AveSui 2004 (www.avesui.com)
26, 27 e 28 de maio
CentroSul – Florianópolis (SC)
Das 10 às 18 horas
Informações: (15) 262-3133

ESTANDE BERACA SABARÁ NA AVESUI 2004 : C-16
Informações: sanitizantes@beracasabara.com.br
Fone: (19) 3455-1026
XCLUSIVE PRESS / AVESUI 2004 - Atendimento/Suporte aos Jornalistas
ASSESSORIA DE IMPRENSA BERACA SABARÁ
Coordenação: Gualberto Vita - press@xclusive.com.br - Fone (15) 9711-7966
Atendimento: Iara Soriano - iara@xclusive.com.br - Fone (15) 9113-0375
Jornalista Responsável : O.P.Gessulli (Mtb 32.517)

Presidente da UBA fala sobre suas expectativas para AveSui 2004

A União Brasileira de Avicultura - UBA - é a entidade institucional que representa a avicultura nacional junto ao Governo Federal, ao Congresso Nacional e ao Poder Judiciário. Sua atuação está voltada à busca de sanidade, qualidade e legislação que assegurem o pleno e contínuo desenvolvimento do setor. Conhecido do setor avícola brasileiro, Zoé Silveira d´Avila é o atual presidente, cargo que ocupa desde 1996. Nesta entrevista, Dr. Zoé revela suas expectativas sobre a AveSui 2004.

AveSui - Qual a importância do Seminário Conjuntural para os produtores do setor avícola e suinícola?
Dr. Zoé - O Seminário será extremamente útil para os produtores, pois proporcionará uma ampla visão das perspectivas futuras pela abordagem do abastecimento de insumos, qualidade do produto para os diversos mercados, dificuldades do mercado internacional, experiência com programas mercadológicos e a grande possibilidade de expansão para o agronegócio brasileiro com ênfase na avicultura e na suinocultura.

AveSui - Qual a sua opinião, como moderador da sessão, em relação aos temas que serão abordados?
Dr. Zoé - Como moderador, vamos colocar nossa esperança de progresso e melhoria da condição social do brasileiro e que esse progresso tem no agronegócio e, principalmente, na avicultura, um grande fator alavancador. Precisamos investir mais no agronegócio para promover o desenvolvimento, reter as populações rurais, gerar empregos, criar oportunidade de renda, combater a pobreza, bem como alimentar nossa crianças e, assim, estancar os crescentes índices de marginalização social. Necessitamos, cada vez mais, consolidar a estabilidade econômica mediante um processo de crescimento sustentado e duradouro.

AveSui - Qual será o foco de sua participação na AVESUI 2004?
Dr. Zoé - O principal foco é o contínuo aprimoramento da produção avícola brasileira, procurando avanços tecnológicos e sanitários com informações e pesquisas científicas que assegurem aos produtores brasileiros o total controle do crescimento e desenvolvimento das aves de corte e postura, o aperfeiçoamento dos processos industriais, a contínua busca da qualidade e segurança do produto avícola e seu reconhecimento nos mercados mais exigentes do globo.

AveSui - Quais suas expectativas em relação à Feira?
Dr. Zoé - Com a experiência adquirida nos eventos anteriores, e com a divulgação e notoriedade dessa feira, já ultrapassando nossa fronteiras com seu prestígio internacional, acreditamos no sucesso da AVESUI 2004, que deverá congregar os produtores desses dois importantes setores que tem no estado de Santa Catarina e nos demais vizinhos da região sul, uma grande concentração da produção e exportação brasileira e que, junto com os produtores de outras regiões do nosso Brasil, poderão tomar contato com o desenvolvimento e avanços de produtos e equipamentos para aprimoramento e tecnificação desses criatórios.

SERVIÇO - AveSui 2004 (www.avesui.com)
26, 27 e 28 de maio
CentroSul – Florianópolis (SC)
Das 10 às 18 horas
Informações: (15) 262-3133 - Gessulli Agribusiness

XCLUSIVE PRESS / AVESUI 2004 - Atendimento/Suporte aos Jornalistas
EM PORTO FELIZ/SP - Fone: (15) 262-4142
Coordenação : Gualberto Vita - press@xclusive.com.br - Fone (15) 9711-7966
Camila Vita - camila@gessulli.com.br - Fone (15) 262-3133
Atendimento: Iara Soriano - iara@xclusive.com.br - Fone (15) 9113-0375
Jornalista Responsável : O.P.Gessulli (Mtb 32.517

+ LIDAS NOS ÚLTIMOS 30 DIAS

Arquivo do blog