A Case IH , marca líder no mercado de máquinas agrícolas, lançará, na Agrishow Cerrado, o seu novo trator, o MXM 180, e a maior plantadeira do mercado, ASM1224. Ambos complementam as linhas MXM Maxxum e ASM, oferecendo ainda mais eficiência e robustez aos agroempresários brasileiros.
O MXM180 traz a potência de um motor de 180 cv, capaz de puxar grandes implementos, aliado aos mais avançados recursos que um trator pode possuir, como bomba de pistão de vazão de 116 litros por minuto e troca de marchas no botão.
Na plantadeira ASM1224, os produtores encontrarão capacidade para 4,5 mil quilos de adubo e de 1,25 mil quilos de sementes, articulação central ? o que proporciona copiar os terrenos com perfeição e facilidade ? e um sistema tandem simples e de fácil montagem.
A Case IH é uma das marcas da CNH, uma grande empresa global que dá suporte às marcas da família Case e da família New Holland, líderes em equipamentos agrícolas. Com o suporte de mais de 12 mil distribuidores, em mais de 160 países, a CNH associa o conhecimento e a herança de suas marcas à força e aos recursos de suas diversas organizações comerciais, industriais, financeiras e de suporte ao produto em todo o mundo.
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Umberto Miele/Valmir Denardin
Tel: (41) 362.7733 – Umberto@pg1.com.br; denardim@pg1.com.br
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terça-feira, abril 06, 2004
AGROSYSTEM APRESENTA NOVO MONITOR PARA PLANTADEIRA NA AGRISHOW CERRADO’2004
A Agrosystem, empresa paulista com a maior e melhor linha de equipamentos para agricultura de precisão do Brasil, lança na Agrishow Cerrado o seu mais novo Monitor para Plantadeira – o PM 400, da Dickey-John - que monitora sementes e adubo.
O PM 400 permite que a visualização das informações seja configurada conforme a necessidade e preferência do agricultor, tanto na escolha dos dados quanto na forma como serão mostrados (tamanho, ordem, etc). As informações disponíveis são: população de sementes por linha e média da plantadeira, espaçamento entre sementes por linha e média da plantadeira, sementes por metro, 2 áreas parciais, área total plantada e velocidade real de trabalho. Resistentes, os novos monitores são feitos para trabalhar em condições de campo.
Possuem display luminoso, que possibilita o trabalho noturno, e trabalham com 3 tipos de sensores de velocidade. Os alarmes são configuráveis para velocidade de plantio, falhas nas linhas de sementes e de adubo. Apresentam, ainda, compatibilidade com sensores e cabos Dickey-John e entrada RS 232 opcional para comunicação com computador.
Adequado às necessidades do produtor brasileiro, os novos monitores de plantio da Dickey-John fornecem o monitoramento de semeadura e adubação necessário para colher ótimos resultados.
Luciano Lima – Marketing Agrosystem
Tel: (16) 3931-3838 - ramal 49
lima.marketing@agrosystem.com.br
O PM 400 permite que a visualização das informações seja configurada conforme a necessidade e preferência do agricultor, tanto na escolha dos dados quanto na forma como serão mostrados (tamanho, ordem, etc). As informações disponíveis são: população de sementes por linha e média da plantadeira, espaçamento entre sementes por linha e média da plantadeira, sementes por metro, 2 áreas parciais, área total plantada e velocidade real de trabalho. Resistentes, os novos monitores são feitos para trabalhar em condições de campo.
Possuem display luminoso, que possibilita o trabalho noturno, e trabalham com 3 tipos de sensores de velocidade. Os alarmes são configuráveis para velocidade de plantio, falhas nas linhas de sementes e de adubo. Apresentam, ainda, compatibilidade com sensores e cabos Dickey-John e entrada RS 232 opcional para comunicação com computador.
Adequado às necessidades do produtor brasileiro, os novos monitores de plantio da Dickey-John fornecem o monitoramento de semeadura e adubação necessário para colher ótimos resultados.
Luciano Lima – Marketing Agrosystem
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AGCO DO BRASIL na Agrishow Cerrado 2004
A AGCO do Brasil, detentora da marca Massey Ferguson, participa da Agrishow Cerrado 2004, que acontece em Rondonópolis/MT, de 13 a 17 de abril. Cerca de 17 máquinas, entre colheitadeiras, tratores e pulverizadores serão apresentados no estande da AGCO na Feira. Entre os destaques, o trator MF 680 com controle remoto de alta vazão.
Controle remoto com alta vazão no trator MF 680
A AGCO do Brasil vai apresentar ao mercado na Agrishow Comigo a nova versão do trator MF 680 com controle remoto de alta vazão – 115 litros. Esta tecnologia é uma necessidade crescente do mercado, principalmente nas plantadeiras com distribuição de sementes a vácuo, que necessitam uma vazão contínua do controle remoto, e para a aplicação de transbordo da cana-de-açúcar. Este sistema permite um aumento de 10% na produtividade, pois melhora o trabalho de plantio. O trator desenvolve uma velocidade mais rápida e constante com a plantadeira acoplada. Com essa inovação, os tratores Massey Ferguson ficam aptos a atuar com qualquer plantadeira disponível atualmente no mercado.
O sistema tem uma vazão de 115 litros por minuto, com variável até 60% da vazão total, é composta de duas bombas: uma exclusiva do controle remoto de 65 litros por minuto, e a outra de 50 litros por minuto para o sistema dos três pontos. As vazões podem ser operadas de forma independente para cada circuito ou como vazão combinada no controle remoto.
Pauta Assessoria
Contato: Adriana Martorano / Vera Carneiro
Tel: ( 51) 3333 5756 / pautas2@terra.com.br
Controle remoto com alta vazão no trator MF 680
A AGCO do Brasil vai apresentar ao mercado na Agrishow Comigo a nova versão do trator MF 680 com controle remoto de alta vazão – 115 litros. Esta tecnologia é uma necessidade crescente do mercado, principalmente nas plantadeiras com distribuição de sementes a vácuo, que necessitam uma vazão contínua do controle remoto, e para a aplicação de transbordo da cana-de-açúcar. Este sistema permite um aumento de 10% na produtividade, pois melhora o trabalho de plantio. O trator desenvolve uma velocidade mais rápida e constante com a plantadeira acoplada. Com essa inovação, os tratores Massey Ferguson ficam aptos a atuar com qualquer plantadeira disponível atualmente no mercado.
O sistema tem uma vazão de 115 litros por minuto, com variável até 60% da vazão total, é composta de duas bombas: uma exclusiva do controle remoto de 65 litros por minuto, e a outra de 50 litros por minuto para o sistema dos três pontos. As vazões podem ser operadas de forma independente para cada circuito ou como vazão combinada no controle remoto.
Pauta Assessoria
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AGRISHOW CERRADO 2004
A terceira edição da Agrishow Cerrado será realizada de 13 a 17 de abril no Parque de Exposição “Wilmar Peres de Farias” em Rondonópolis (MT) com uma perspectiva de crescimento de 15% em relação à edição do ano passado. A expectativa é de 250 expositores participem do evento que se consolidou como uma das maiores feiras de agronegócios do Brasil atraindo 28 mil visitantes e movimentando R$ 650 milhões em 2003.
Mais informações sobre a Agrishow Cerrado 2004:
Agência de Notícias Primeira Hora:
Eduardo Ramos: (066) 9645-5547
Justina Fiori: (066) 9984-3783
Lygia Lima: (066) 9986-7870
Patricia Casali: (066) 9984-6545
Ana Bustamante: (066) 9984-1486
Escritório: (066) 421-7679 / 9518
Mecânica de Comunicação
Tels: (11) 3259-6688/1719 – Fax: (11) 3256-4312
Enio Campoi (enio@meccanica.com.br).
Teresa Silva (Teresa@meccanica.com.br)
Mais informações sobre a Agrishow Cerrado 2004:
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Eduardo Ramos: (066) 9645-5547
Justina Fiori: (066) 9984-3783
Lygia Lima: (066) 9986-7870
Patricia Casali: (066) 9984-6545
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Teresa Silva (Teresa@meccanica.com.br)
MAPA FIXA NOVO PREÇO PARA A BORRACHA
A Secretaria de Produção e Comercialização do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento fixou, para este mês de abril, em R$ 4,46 o quilo da borracha natural, tipo granulado escuro, equivalente ao tipo “standart malaysian rubber” – R$ 0,11 a mais em relação ao valor do mês passado. O novo preço de referência, fixado em portaria publicada hoje (05/04) no Diário Oficial da União, baliza o mercado nacional de compra e venda e serve como parâmetro para importação do produto.
De 1997 a 2002, a produção da borracha natural no Brasil saltou de 50 mil para 90 mil toneladas/ano, estimulada pela subvenção na qual o Governo Federal compensa o beneficiário do produto em R$ 0,90 por quilo de borracha. Isso ocorre quando o preço de referência está abaixo do valor da subvenção, de R$ 2,58. O subsídio cobre a diferença entre os preços do mercado interno e o valor do produto importado somado aos custos de internalização que incluem frete marítimo, frete terrestre e seguros.
A produção brasileira, atualmente estimada em 90 mil toneladas de borracha beneficiada, atende apenas a cerca de 40% da demanda, de 230 mil toneladas. O setor de pneumáticos, que engloba produtos como pneus e câmaras de ar, utiliza 90% da produção interna e 70% de toda borracha do país, enquanto os outros 30% vão para o setor de artefatos de borracha.
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL – DIVISÃO DE IMPRENSA
FONES (61) 218-2203/2204/2205 - FAX: 322-2880
De 1997 a 2002, a produção da borracha natural no Brasil saltou de 50 mil para 90 mil toneladas/ano, estimulada pela subvenção na qual o Governo Federal compensa o beneficiário do produto em R$ 0,90 por quilo de borracha. Isso ocorre quando o preço de referência está abaixo do valor da subvenção, de R$ 2,58. O subsídio cobre a diferença entre os preços do mercado interno e o valor do produto importado somado aos custos de internalização que incluem frete marítimo, frete terrestre e seguros.
A produção brasileira, atualmente estimada em 90 mil toneladas de borracha beneficiada, atende apenas a cerca de 40% da demanda, de 230 mil toneladas. O setor de pneumáticos, que engloba produtos como pneus e câmaras de ar, utiliza 90% da produção interna e 70% de toda borracha do país, enquanto os outros 30% vão para o setor de artefatos de borracha.
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL – DIVISÃO DE IMPRENSA
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AGRONEGÓCIO AJUDA PAÍS A SUBIR NO RANKING DOS MAIORES EXPORTADORES MUNDIAIS
O bom desempenho do agronegócio em 2003 foi fundamental para auxiliar o Brasil a melhorar, pela primeira vez desde a década de 80, sua posição no ranking dos maiores exportadores do mundo, segundo dados divulgados hoje (05/04) pela Organização Mundial do Comércio (OMC), em Genebra. O país saiu de 26º para 25º maior exportador do planeta, com 1% dos US$ 7,3 trilhões comercializados em todo o mundo no ano passado. Se computadas as vendas dos países da União Européia num único bloco, o Brasil passaria ao 16º lugar, com 1,3% do total mundial.
“Sem a forte presença do agronegócio no comércio exterior, o Brasil dificilmente teria conseguido essa recuperação no ranking”, diz o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Roberto Rodrigues. No ano passado, o agronegócio brasileiro vendeu mais de 1,8 mil produtos para 208 destinos. O setor detém 34% do PIB nacional e gera 37% dos empregos brasileiros.
Em 2003, as vendas externas do agronegócio brasileiro somaram US$ 30,7 bilhões, com um superávit de US$ 25,8 bilhões. As exportações do setor responderam por 42% do total vendido pelo país no mercado externo. O complexo soja (grão, farelo e óleo) teve vendas externas de US$ 8,1 bilhões. Em carnes, o país obteve US$ 4,1 bilhões em receitas.
De acordo com a pesquisa divulgada pela OMC, o Brasil teve no ano passado um dos sete maiores aumentos de vendas entre os principais exportadores do mundo. “Se observamos o saldo de US$ 25 bilhões na nossa balança comercial, é possível constatar que ele é praticamente o mesmo do agronegócio. Isso confirma a importância da agropecuária e da agroindústria para a economia brasileira, além de reforçar nossa competitividade como um grande país agrícola”, diz Rodrigues. “Esse é maior negócio do Brasil”.
O ministro afirma que os complexos soja e carnes devem continuar como carros-chefes das exportações do agronegócio brasileiro em 2004. Estima-se vendas externas R$ 12 bilhões no complexo soja e de US$ 4,5 bilhões no complexo carnes. Isso contribuirá para aumentar ainda mais as exportações totais do país, que devem ser próximas de US$ 82 bilhões, contra US$ 73,1 bilhões de 2003.
O crescimento nas vendas nacionais sofreu um incremento de 21% entre 2002 e 2003 e, segundo OMC, essa tendência deverá ser mantida em 2004 diante da recuperação dos preços das commodities e da demanda chinesa por bens primários para sustentar seu acelerado crescimento.
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL – DIVISÃO DE IMPRENSA
FONES (61) 218-2203/2204/2205 - FAX: 322-2880
“Sem a forte presença do agronegócio no comércio exterior, o Brasil dificilmente teria conseguido essa recuperação no ranking”, diz o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Roberto Rodrigues. No ano passado, o agronegócio brasileiro vendeu mais de 1,8 mil produtos para 208 destinos. O setor detém 34% do PIB nacional e gera 37% dos empregos brasileiros.
Em 2003, as vendas externas do agronegócio brasileiro somaram US$ 30,7 bilhões, com um superávit de US$ 25,8 bilhões. As exportações do setor responderam por 42% do total vendido pelo país no mercado externo. O complexo soja (grão, farelo e óleo) teve vendas externas de US$ 8,1 bilhões. Em carnes, o país obteve US$ 4,1 bilhões em receitas.
De acordo com a pesquisa divulgada pela OMC, o Brasil teve no ano passado um dos sete maiores aumentos de vendas entre os principais exportadores do mundo. “Se observamos o saldo de US$ 25 bilhões na nossa balança comercial, é possível constatar que ele é praticamente o mesmo do agronegócio. Isso confirma a importância da agropecuária e da agroindústria para a economia brasileira, além de reforçar nossa competitividade como um grande país agrícola”, diz Rodrigues. “Esse é maior negócio do Brasil”.
O ministro afirma que os complexos soja e carnes devem continuar como carros-chefes das exportações do agronegócio brasileiro em 2004. Estima-se vendas externas R$ 12 bilhões no complexo soja e de US$ 4,5 bilhões no complexo carnes. Isso contribuirá para aumentar ainda mais as exportações totais do país, que devem ser próximas de US$ 82 bilhões, contra US$ 73,1 bilhões de 2003.
O crescimento nas vendas nacionais sofreu um incremento de 21% entre 2002 e 2003 e, segundo OMC, essa tendência deverá ser mantida em 2004 diante da recuperação dos preços das commodities e da demanda chinesa por bens primários para sustentar seu acelerado crescimento.
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segunda-feira, abril 05, 2004
MAPA DEFINE PLANO DE FISCALIZAÇÃO DOS TRANSGÊNICOS
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Roberto Rodrigues, preside nesta segunda-feira (05/04), às 12 horas, uma reunião técnica entre a Comissão de Biossegurança do MAPA e delegados federais de oito estados (RS, PR, SC, SP, GO, MT, MS, PB) para apresentar o plano de fiscalização de rotulagem de produtos feitos a partir de organismos geneticamente modificados (OGMs).
A reunião, que ocorre no auditório do térreo do edifício-sede, complementa as ações do ministério para cumprir as normas da Instrução Normativa Interministerial nº 01, publicada hoje (02/04) no “Diário Oficial da União”. O Ministério da Agricultura fiscalizará tanto as lavouras de soja como a rotulagem de alimentos registrados nas secretarias de Defesa Agropecuária (SDA) e de Apoio Rural e Cooperativismo (SARC).
A SDA fiscalizará OGMs e a rotulagem de produtos registrados, além de acompanhar as estações experimentais, os pontos de ingresso de alimentos importados e os laboratórios oficiais – hoje, existem 44 credenciados e outros 71 em processo de análise. A secretaria também fiscalizará a rotulagem de bebidas, alimentos de origem animal que contenham soja, como produtos embutidos (hambúrgueres e salsichas, por exemplo). À SARC caberá atuar nas áreas de produção, armazenamento e transporte de sementes e grãos transgênicos. A secretaria também fiscalizará a classificação da soja para o consumo humano, armazéns, indústrias, esmagadoras de soja, além do comércio de rações e farelo.
Na última quarta-feira, o governo federal destinou R$ 3,4 milhões para garantir o plano de fiscalização e rotulagem dos transgênicos. O secretário de Defesa Agropecuária, Maçao Tadano, diz que até o próximo dia 15 de abril todo o orçamento do trabalho estará detalhado. “O plano incluirá a participação de 12 estados produtores”, afirma.
A Instrução Normativa Interministerial nº 1, assinada pelos ministros da Casa Civil, da Justiça, da Saúde e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, entrou em vigor hoje para reafirmar o direito do consumidor à informação assegurado pela Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990. Nela, está o regulamento técnico com as normas complementares para a aplicação da rotulagem de produtos derivados de OGMs.
Pela instrução normativa, a fiscalização do regulamento técnico ficará a cargo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e dos ministérios da Agricultura e da Justiça, além das demais autoridades estaduais e municipais no âmbito de suas competências.
A norma estabelece também que a comercialização de alimentos e ingredientes alimentares destinados ao consumo humano ou animal, embalados, a granel ou in natura, que contenham ou sejam produzidos a partir de OGMs, deve obedecer a normas de rotulagem e embalagem fixadas pela nova medida. Ou seja, todo produto à base de soja colhida na safra 2002/2003, e que tenha presença de OGM superior a 1%, precisa trazer as expressões “pode conter soja transgênica” ou “pode conter ingrediente produzido a partir de soja transgênica”. Para os produtos feitos com soja da safra 2003/2004, é obrigatório o uso de um símbolo (um “T” preto em fundo amarelo) determinado pelo Ministério da Justiça.
A instrução também permite a chamada rotulagem negativa. Os alimentos e ingredientes alimentares que não contenham, e que não sejam produzidos a partir de OGM, poderão levar no rótulo a expressão “livre de transgênicos”, desde que existam produtos similares transgênicos no mercado brasileiro ou que seja comprovada a ausência de OGM. A nova regra determina ainda que o limite de OGM no produto será verificado por métodos de amostragem e de análise com base na quantidade de ácido desoxirribonucléico (DNA) ou da proteína resultante da modificação genética.
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL – DIVISÃO DE IMPRENSA
FONES (61) 218-2203/2204/2205 - FAX: 322-2880
A reunião, que ocorre no auditório do térreo do edifício-sede, complementa as ações do ministério para cumprir as normas da Instrução Normativa Interministerial nº 01, publicada hoje (02/04) no “Diário Oficial da União”. O Ministério da Agricultura fiscalizará tanto as lavouras de soja como a rotulagem de alimentos registrados nas secretarias de Defesa Agropecuária (SDA) e de Apoio Rural e Cooperativismo (SARC).
A SDA fiscalizará OGMs e a rotulagem de produtos registrados, além de acompanhar as estações experimentais, os pontos de ingresso de alimentos importados e os laboratórios oficiais – hoje, existem 44 credenciados e outros 71 em processo de análise. A secretaria também fiscalizará a rotulagem de bebidas, alimentos de origem animal que contenham soja, como produtos embutidos (hambúrgueres e salsichas, por exemplo). À SARC caberá atuar nas áreas de produção, armazenamento e transporte de sementes e grãos transgênicos. A secretaria também fiscalizará a classificação da soja para o consumo humano, armazéns, indústrias, esmagadoras de soja, além do comércio de rações e farelo.
Na última quarta-feira, o governo federal destinou R$ 3,4 milhões para garantir o plano de fiscalização e rotulagem dos transgênicos. O secretário de Defesa Agropecuária, Maçao Tadano, diz que até o próximo dia 15 de abril todo o orçamento do trabalho estará detalhado. “O plano incluirá a participação de 12 estados produtores”, afirma.
A Instrução Normativa Interministerial nº 1, assinada pelos ministros da Casa Civil, da Justiça, da Saúde e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, entrou em vigor hoje para reafirmar o direito do consumidor à informação assegurado pela Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990. Nela, está o regulamento técnico com as normas complementares para a aplicação da rotulagem de produtos derivados de OGMs.
Pela instrução normativa, a fiscalização do regulamento técnico ficará a cargo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e dos ministérios da Agricultura e da Justiça, além das demais autoridades estaduais e municipais no âmbito de suas competências.
A norma estabelece também que a comercialização de alimentos e ingredientes alimentares destinados ao consumo humano ou animal, embalados, a granel ou in natura, que contenham ou sejam produzidos a partir de OGMs, deve obedecer a normas de rotulagem e embalagem fixadas pela nova medida. Ou seja, todo produto à base de soja colhida na safra 2002/2003, e que tenha presença de OGM superior a 1%, precisa trazer as expressões “pode conter soja transgênica” ou “pode conter ingrediente produzido a partir de soja transgênica”. Para os produtos feitos com soja da safra 2003/2004, é obrigatório o uso de um símbolo (um “T” preto em fundo amarelo) determinado pelo Ministério da Justiça.
A instrução também permite a chamada rotulagem negativa. Os alimentos e ingredientes alimentares que não contenham, e que não sejam produzidos a partir de OGM, poderão levar no rótulo a expressão “livre de transgênicos”, desde que existam produtos similares transgênicos no mercado brasileiro ou que seja comprovada a ausência de OGM. A nova regra determina ainda que o limite de OGM no produto será verificado por métodos de amostragem e de análise com base na quantidade de ácido desoxirribonucléico (DNA) ou da proteína resultante da modificação genética.
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