A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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sexta-feira, setembro 15, 2017

CNC - Balanço Semanal de 11 a 15/09/2017



BALANÇO SEMANAL — 11 a 15/09/2017

Ação de CNC, Minasul e OCB pretende estimular a realização de reportagens que enalteçam os trabalhos e o profissionalismo de produtores e cooperativas em prol de uma cafeicultura mais sustentável

PRÊMIO CAFÉ BRASIL DE JORNALISMO — Com o objetivo de agregar valor às informações da sustentabilidade da cafeicultura na imprensa e reconhecer a importância dos profissionais da mídia e o seu compromisso com o desenvolvimento de pautas sobre os pontos sustentáveis da atividade cafeeira no Brasil, o Conselho Nacional do Café (CNC), a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e a Cooperativa dos Cafeicultores da Zona de Varginha (Minasul) lançam a primeira edição do Prêmio Café Brasil de Jornalismo – 2017.

Com o tema "A Importância das Cooperativas na Sustentabilidade da Cafeicultura Brasileira no Campo", pretende-se estimular a realização de reportagens que enalteçam os trabalhos e o profissionalismo dos produtores e suas cooperativas em prol de uma atividade cafeeira mais sustentável nos aspectos ambiental, social e econômico.

Poderão participar jornalistas com atuação em todo o Brasil, com registro profissional comprovado junto ao Ministério do Trabalho e que tenham suas reportagens publicadas em veículos de comunicação do País (Televisão, Rádio, Impresso – jornal e revista – e Internet – portais de notícias), com exceção a blogs e redes sociais, entre 1º de janeiro e 16 de outubro deste ano.

A remuneração total do Prêmio será de R$ 90 mil, distribuída entre as quatro categorias (TV, Rádio, Impresso e Internet). O campeão de cada uma será contemplado com R$ 10 mil. O segundo colocado receberá R$ 7,5 mil, enquanto o terceiro lugar terá R$ 5 mil como gratificação. A cerimônia de premiação e anúncio dos vencedores ocorrerá em Brasília (DF), na Casa do Cooperativismo Brasileiro, sede da OCB, em horário e data a serem comunicados futuramente.

O CNC explica que, além de promover a sustentabilidade da cafeicultura nacional no campo, a realização do Prêmio também integra o cronograma brasileiro de ações comemorativas ao Dia Internacional do Café, festejado oficialmente em 1º de outubro, mas celebrado ao longo de todo o ano nas nações cafeeiras mundiais, conforme orientação da Organização Internacional do Café (OIC).

O regulamento, as inscrições e demais informações podem ser obtidas na página do Prêmio Café Brasil de Jornalismo – 2017 (http://www.cncafe.com.br/premio-cafe-brasil/).

FUNCAFÉ — De acordo com informações atualizadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) até a manhã desta sexta-feira, 15 de novembro, o volume de recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) liberado aos agentes financeiros, com data de referência de 12 de setembro, é de R$ 2,255 bilhões (clique na tabela abaixo), respondendo por 49% do total de R$ 4,598 bilhões solicitados na temporada cafeeira atual.

Do montante recebido pelas instituições, R$ 993,2 milhões foram destinados para a linha de Estocagem; R$ 537,1 milhões ao Financiamento para Aquisição de Café (FAC); R$ 394,8 milhões para Custeio; e R$ 329,5 milhões para as linhas de Capital de Giro, sendo R$ 168,6 milhões para Cooperativas de Produção, R$ 106,3 milhões para Indústrias de Torrefação e R$ 54,6 milhões para o setor de Solúvel.

MERCADO — O mercado internacional do café registrou ganhos no acumulado desta semana, sendo puxado, inicialmente, pelo enfraquecimento do furacão Irma nos Estados Unidos e pela ausência de novos testes nucleares por parte da Coreia do Norte até ontem, o que incentivou os players a investirem em ativos de risco como as commodities.

Na sequência, os ganhos foram motivados pela seca no Brasil e pelo desempenho pouco expressivo das exportações brasileiras, o que sugere aperta na oferta.

Ontem, na Bolsa de Nova York, o contrato C com vencimento em dezembro avançou 700 pontos em relação à sexta-feira passada, cotado a US$ 1,3765 por libra-peso. Na ICE Futures Europe, o vencimento novembro do contrato futuro do robusta fechou a US$ 1.993 por tonelada, com alta de US$ 33.

No Brasil, as previsões meteorológicas são preocupantes, indicando a continuidade de tempo seco, ensolarado e quente na maioria do cinturão cafeeiro. A Somar Meteorologia informa que a umidade que vem do mar pode causar chuva fraca somente entre Bahia, Zona da Mata de Minas Gerais e norte do Espírito Santo.

A informação preocupa principalmente os cafeicultores dos Estados de São Paulo e Paraná, onde as lavouras tiveram uma florada precoce, ainda em agosto, favorecidas pelas chuvas atípicas naquele período. No entanto, sem a continuidade das precipitações, há possibilidade de não pegamento dessas flores.

Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), apesar de haver aposta em uma boa produção de robusta na safra 2018/19, as condições climáticas para as próximas semanas são essenciais ao início do ciclo e, pelos prognósticos, setembro ainda não deve ser tão chuvoso na região Centro-Sul do Brasil.

A instituição anota, ainda, que, no Espírito Santo, mesmo com as chuvas dos últimos meses, as reservas hídricas capixabas não estão em níveis confortáveis. De acordo com o Cepea, atualmente, "com a previsão de menores volumes de chuvas neste mês, produtores devem manter a irrigação nos cafezais para favorecer o pegamento das flores", enquanto seja permitida a rega de lavouras.

Em meio a este cenário, os indicadores calculados pelo Centro de Estudos acompanharam o avanço das cotações internacionais, o que motivou os agentes a serem mais ativos no spot e a realizarem alguns negócios no começo da semana.

Porém, com a preocupação com o clima no Brasil, o mercado voltou a se acalmar. Os indicadores calculados pelo Cepea para as variedades arábica e conilon foram cotados, ontem, a R$ 462,28/saca e a R$ 397,25/saca, com variações de 3,8% e 0,7% na comparação com o fechamento da semana anterior.

No Brasil, o dólar comercial avançou 1,4% frente à sexta-feira passada, sendo negociado a R$ 3,1381. A evolução foi motivada pela expectativa quanto às denúncias contra o Governo Federal, mas, à medida que o mercado interpretou que não houve novidades, a moeda devolveu parte dos ganhos a partir de ontem.

Atenciosamente,
Deputado Silas Brasileiro
Presidente Executivo
CNC - Sede Brasília (DF)
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Fone / Fax: (61) 3226-2269 / 3342-2610
E-mail: imprensa@cncafe.com.br

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