A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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sexta-feira, abril 10, 2015

UCHO HADDAD: Dilma está na corda bamba e Temer pode tramar oficialmente a queda da presidente, afirma deputado





Momento cruel – Jamais na história recente da política nacional um governo foi tão desacreditado quanto o da petista Dilma Vana Rousseff. Nem o governo de Fernando Collor de Mello, despejado do Palácio do Planalto na esteira de escândalo de corrupção, foi tão pífio. O descrédito que ronda a presidente da República é tamanho, que até mesmo a base aliada começa a manter distância da petista.

Enfrentando uma crise político-institucional sem precedentes, Dilma já não consegue sustentar suas declarações. Quando foi apanhada de surpresa pelo fiasco protagonizado por Cid Gomes no plenário da Câmara dos Deputados, o que lhe rendeu a saída do Ministério da Educação, a presidente disse que não haveria uma reforma ministerial, pois a demissão do ministro era um fato pontual.

Considerando que o prazo de validade das afirmações de Dilma é absolutamente curto, mudanças na cúpula do governo federal começaram a acontecer como forma de tentar conter a crise que ganhou força nos últimos dias. E essa dança de cadeiras, marca maior dos primeiros cem dias de governo, ainda deve durar mais algum tempo. Afinal será preciso acomodar Henrique Eduardo Alves em algum ministério, possivelmente no do Turismo. Cargo acanhado para quem foi presidente da Câmara e ajudou o governo em muitas votações.

A saída de Pepe Vargas (PT-RS) da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência era esperada, até porque o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse, semanas atrás, que não trataria de assuntos políticos com o petista gaúcho, decisão que mostrou a fragilidade crescente de um governo que começou como se estivesse no apagar das luzes.

Como noticiado, Pepe Vargas, que só soube da própria demissão pelo noticiário, convocou a imprensa na tarde de quarta-feira (9) para anunciar que assumiria a Secretaria de Direitos Humanos (SDH), mas essa informação foi abortada por um telefonema disparado por alguém do staff presidencial, que disse ao ministro que sua indicação para a SDH não havia sido confirmada pela presidente. A questão não era indicar oficialmente Vargas, o que aconteceu horas depois, mas acomodar Ideli Salvatti, que desde 2014 tem circulado na Esplanada dos Ministérios como “tapa-buracos”.

Pessoa de confiança do ex-presidente Lula, a petista Ideli está à deriva e, segundo apurou o UCHO.INFO, poderá escolher o seu novo endereço de trabalho. A principal aposta entre os que acompanham o cotidiano da política verde-loura, em Brasília, é que Ideli Salvatti poderá assumir um cargo de direção na Caixa Econômica Federal ou nos Correios. Esse arranjo de última hora que acontece na Esplanada dos Ministérios não tem produzido dividendo positivo no outro lado da Praça dos Três Poderes, mais precisamente no Congresso Nacional, onde Eduardo Cunha e Renan Calheiros continuam liderando uma intifada política.

Para piorar o que já é ruim, Dilma delegou ao vice Michel Temer a incumbência de organizar a articulação política do governo. Contudo, nos bastidores do poder há políticos experimentados que apostam que Temer poderá tramar oficialmente a queda de Dilma, que ainda não aconteceu porque a pressão popular não foi ruidosa o suficiente. Quando os decibéis da indignação da sociedade alcançar níveis elevados, Dilma estará diante da situação propícia para renunciar.

Da forma como os fatos têm acontecido em Brasília, não será com um cargo no primeiro escalão do governo que Dilma evitará o pior. Sempre lembrando que nos subterrâneos do poder há políticos aliados torcendo para que isso ocorra o quanto antes, começando por petistas.

Fonte: Ucho.Info

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