A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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quarta-feira, abril 15, 2015

MERVAL PEREIRA: Juiz que tem lado não pode ir para o STF



Do Blog do MERVAL PEREIRA


Ministro do STF não pode ter "um lado" político. O juiz Fachin é um militante do PT e não deveria ter sido indicado. Ele aparece em um vídeo na campanha de 2010 da presidente Dilma como porta-voz do manifesto de juristas "que têm lado". Indo para o Supremo, vai ter de abrir mão desse lado. Fachin precisa esclarecer publicamente qual é a diferença dele hoje e daquele porta-voz dos juízes que tem um lado.


A sabatina do Senado para aprovar um ministro do Supremo deveria ser mais séria do que sempre foi. Tecnicamente, Fachin tem todas as condições de ir para o Supremo, mas o seu lado militante é muito forte. É tão grave, que até o presidente Lula desistiu de convidá-lo para o STF na substituição do Eros Grau depois de ver o quanto ele era entusiasta do MST.



Eis o substituto de Joaquim Barbosa, apoiado por Álvaro Dias e Beto Richa.


Não surpreende que Dilma tente aparelhar o Supremo Tribunal Federal e que, para isso, ao que tudo indica, tenha cedido mais um pedaço do país para Renan Calheiros, presidente do Senado, onde o indicado é sabatinado e aprovado pela maioria. O que revolta é que este senhor, Luiz Edson Fachin, tem o apoio de dois tucanos: o senador Álvaro Dias e o governador Beto Richa, os dois do Paraná, como o próprio indicado. Dão as mãos para Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo, padrinhos do novo ministro, paranaenses também. Como diz o ditado, quem com porcos se mistura farelo come.






Por Felipe Moura Brasil http://www.veja.com/felipemourabrasil

Assista ao vídeo em que Luiz Edson Fachin, indicado por Dilma Rousseff para o STF, faz um discurso de apoio à petista na campanha de 2010, em nome de juristas que “tomaram lado”.

O mais tragicômico é que ele exalta “um governo que sempre escolheu para chefe do Ministério Público Federal o primeiro da lista tríplice elaborada pela categoria e não alguém de seu convívio ou conivência”.

Pois é. O governo do PT prefere escolher para ministro da Corte Suprema do país “alguém de seu convívio ou conivência”: um entusiasta assumido do projeto petista de poder que possa melar o trabalho do chefe do MPF se eventualmente ele comprometer os políticos do partido.

Se o Senado permitir, o STF tomará ainda mais o lado do PT.



“Tenho em minhas mãos o manifesto de centenas de juristas brasileiros que tomaram lado.”

(Manifesto:)

“Apoiamos Dilma para prosseguirmos juntos na construção de um país capaz de um crescimento econômico que signifique desenvolvimento para todos, que preserve os bens naturais. Um país socialmente justo que continue acelerando a inclusão social e que consolide, soberano, sua nova posição no cenário internacional. Um país que priorize a educação, a cultura, a sustentabilidade e a erradicação da miséria. Um país que preserve sua dignidade reconquistada. O governo que queremos é o governo que preservou as instituições democráticas e jamais transigiu com o autoritarismo. Um governo que não tentou, casuisticamente, alterar a Constituição para buscar um novo mandato. Um governo que sempre escolheu para chefe do Ministério Público Federal o primeiro da lista tríplice elaborada pela categoria e não alguém de seu convívio ou conivência. Um governo que reestruturou a Polícia Federal, a Defensoria Pública, que apoiou a criação do importante Conselho Nacional de Justiça e a ampliação da democratização das instituições judiciais. Nestes últimos anos, a liberdade de manifestação de ideias fluiu no país. Não houve um ato sequer do governo que limitasse a expressão do pensamento em sua plenitude, e essas são as liberdades que devem ser mantidas. Muito mais que uma candidatura, o que está em jogo é o que foi conquistado. Por isso tudo, declaramos em conjunto o apoio a Dilma Rousseff. É hora de unir nossas forças no segundo turno para garantir as conquistas e continuarmos na direção de uma sociedade justa, soberana e solidária.”


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