A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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quarta-feira, abril 15, 2015

Lava-Jato: prisão de Vaccari abre caminho para o PT perder registro de partido político, afirma Caiado




Petrolão: Polícia Federal deflagra nova etapa da Lava-Jato e prende Vaccari Neto, tesoureiro do PT


Forma geométrica – A Polícia Federal deflagrou nas primeiras horas da manhã desta quarta-feira (15) a décima segunda etapa da Operação Lava-Jato e prendeu, em São Paulo, o tesoureiro do Partido dos Trabalhadores, João Vaccari Neto.

Acusado de envolvimento no Petrolão, o maior escândalo de corrupção da história da humanidade, com prejuízos de mais de R$ 88 bilhões à Petrobras, Vaccari nega as acusações feitas por delatores da Lava-Jato, em especial por Pedro Barusco, ex-gerente da estatal.

Barusco, que decidiu colaborar com as investigações, disse que parte da propina arrecadada a partir de contratos superfaturados ficava com ele, enquanto o restante era destinado ao PT e entregue a Vaccari Neto. O dinheiro sujo e de origem criminosa era entregue ao tesoureiro petista em hotéis, mas uma parte da propina era paga por empreiteiras por meio de doações supostamente legais.

No último dia 9, João Vaccari Neto foi ouvido na CPI da Petrobras, onde chegou com um habeas corpus debaixo do braço. A benesse jurídica foi concedida pelo ministro Teori Zavascki, relator dos processos decorrentes da Lava-Jato, e permitiu ao tesoureiro não apenas se livrar do compromisso de dizer a verdade, mas desafiar os integrantes da comissão que o inquiriam.

Durante o depoimento, que poderia ter sido marcado pelo silêncio, Vaccari afirmou que conheceu Renato Duque, ex-diretor da diretoria de Serviços da Petrobras e preso pela PF. Duque foi indicado ao cargo pelo PT, em especial pelo deputado cassado e mensaleiro condenado José Dirceu de Oliveria e Silva, que também tornou-se alvo da Lava-Jato. O petista disse que conheceu ex-diretor da petroleira em um evento social no Rio de Janeiro. “É um relacionamento amistoso e social. Uma pessoa com que eu gosto de conversar, discutir política”, disse Vaccari ao explicar sua relação com Duque

Na CPI, Vaccari Neto também confirmou que foi a um dos escritórios do doleiro Alberto Youssef, um dos principais delatores da Lava-Jato, que desde março de 2014 permanece preso na carceragem da Polícia Federal, em Curitiba. O responsável pelas finanças do PT disse que foi convidado para ir ao encontro do doleiro. “Youssef mandou um recado para que fosse ao escritório. Não marcou data. Compareci, ele não estava e fui embora”.

Na última segunda-feira (13), durante entrevista na rede mundial de computadores, o editor do UCHO.INFO afirmou que em breve João Vaccari Neto, que foi denunciado na Lava-Jato e responde a processo na Justiça Federal, seria preso por determinação do juiz Sérgio Fernando Moro. Ou seja, a partir de agora Vaccari terá a oportunidade de contemplar o raiar do astro-rei de forma geometricamente distinta.

Sol quadrado – Líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO) comentou a prisão do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, na décima segunda fase da Operação Lava-Jato, da Polícia Federal. Acusado de articular o desvio de recursos públicos para abastecer o caixa 2 do partido, o tesoureiro nega as acusações. A prisão do responsável pelas finanças petistas, na manhã desta quarta-feira (15), é a segunda de um tesoureiro do PT em menos de cinco anos.

“O PT não tem credencias de partido político, e sim de lavanderia. O partido é reincidente ao ter o tesoureiro Vaccari, sucessor de Delúbio Soares, flagrado e preso por arrecadar dinheiro desviado de empresas públicas para alimentar suas campanhas e encher os bolsos de seus dirigentes”, comentou o democrata.

Para Caiado, a reincidência de irregularidades no alto escalão da legenda é suficiente para colocar em suspeição a legitimidade do grupo partidário e da reeleição da presidente Dilma Rousseff, que continua evitando falar sobre o Petrolão, o maior escândalo de corrupção da história.

“Diante desse cenário, tudo caminha para que o PT perca o registro de partido político. E, comprovado que a presidente Dilma foi beneficiada por esse esquema em suas campanhas, será mais que suficiente para ela perder o mandato por corrupção”, afirmou o parlamentar.


Delação premiada

Na opinião de Ronaldo Caiado, a única oportunidade de João Vaccari Neto se livrar de uma punição máxima entre os envolvidos na Operação Lava-Jato seria em um acordo de delação premiada, na qual poderia ajudar a Polícia Federal a chegar aos verdadeiros chefes e mentores do Petrolão.

“Vaccari tem a chance de falar a verdade e não arcar sozinho com as consequências. Pode denunciar os verdadeiros chefes desse esquema”, sugeriu.

Fonte: Ucho.Info

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