A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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segunda-feira, novembro 10, 2014

UCHO HADDAD: Descontentes pedem o impeachment de Dilma; Justiça já condenou pelo uso indevido dos Correios



Por Ucho Haddad no Ucho.info

Hora de começar – Os indignados com a reeleição da petista Dilma Vana Rousseffcontinuam insistindo na tese do impeachment, sem que exista fato consumado para tanto. O eventual impedimento de Dilma, que depende da abertura de um processo específico, não é viável sem a comprovação de sua culpa em algum escândalo, o que caracterizaria prevaricação, pelo menos. Para que a culpa seja comprovada é preciso respeitar os dispositivos constitucionais da “presunção da inocência” e do “amplo direito de defesa”. Sem observar ambos dispositivos incorre-se em erro grave, o qual permitirá que o PT ressuscite o discurso embusteiro do “golpe das elites”.

O papel do ucho.info não é defender esse ou aquele político, mas, sim, o Brasil e os brasileiros, ação sempre pautada na verdade dos fatos e na legalidade. Na condição de um dos denunciantes do carrossel de corrupção que culminou na Operação Lava-Jato, o editor do site conhece as entranhas do esquema criminoso que funcionava na Petrobras com a anuência expressa do Palácio do Planalto. Entre as denúncias dos delatores e a comprovação das mesmas há no mínimo um considerável hiato de tempo. Ademais, qualquer ação contra a presidente da República depende da concordância do Congresso Nacional, que por enquanto está encabrestado, assim devendo continuar no novo governo.

Considerando que 88,3 milhões de eleitores não votaram em Dilma, o desejo desses inconformados, de ver a petista longe do poder, só ganhará corpo por outros caminhos, não através de manifestações minúsculas que pedem o imediato impeachment da chefe da nação. Qualquer medida nessa direção deve ser tomada com base na legalidade, mas o que temos visto, em especial nas redes sociais, é um movimento acéfalo e sem rumo que reivindica o que não sabe ser possível.

As redes sociais são ávidas por novidades contundentes e escandalosas, ao passo que a democracia depende da determinação e da coesão dos cidadãos. Sem esse binômio da seriedade e do comprometimento o Brasil continuará como uma república bananeira fadada ao totalitarismo esquerdista. Mas há os que vivem e sobrevivem na esteira do sensacionalismo, que como sempre é barato.

Nesta sexta-feira (7), à meia-noite, termina o prazo para que a coligação partidária que deu sustentação à candidatura de Dilma Vana Rousseff se explique perante a Justiça Eleitoral sobre o escandaloso e ilegal uso dos Correios para o envio de propaganda política da petista. Crime eleitoral sem questionamento, pois no caso em questão ficou caracterizado o abuso do poder político, mas o assunto simplesmente caiu no esquecimento. Querem os inconformados que Dilma seja apeada do poder a fórceps, na base do pé de cabra. Isso é golpe, não é democracia!

Assim como a grande imprensa, a maioria dos brasileiros vive de escândalos novos, mas não tem paciência para persistir em um assunto que pode render frutos. No caso da Operação Lava-Jato, o ucho.info dedicou-se durante cinco anos ao tema, depois das primeira denúncias, feitas em janeiro de 2009. Nesse período fomos alvo de críticas e acusações descabidas, mas não nos incomodamos porque tínhamos convicção de que em algum momento o castelo de lama ruiria. Como de fato aconteceu, em março passado.

Ignorar o crime eleitoral cometido pela candidatura petista é não querer passar o Brasil a limpo, é concordar com a enxurrada de desmandos que vem desmontando o País. Já há na Justiça Eleitoral jurisprudência sobre o crime de “abuso de poder político”. Apenas para citar um exemplo, o então governador Jackson Lago (PDT), do Maranhão, foi defenestrado do Palácio dos Leões no rastro de denúncia idêntica. A denunciante foi Roseana Sarney, que assumiu o governo maranhense no lugar do adversário político, já falecido. Não estamos a afirmar que Lago era culpado ou não, mas a Justiça Eleitoral decidiu pela cassação do registro da candidatura do pedetista. Na sequência, quando tentou a reeleição, em 2010, Roseana Sarney fez o mesmo. E hoje responde a processo no TSE por abuso de poder econômico.

Por enquanto, para despejar Dilma do Palácio do Planalto só há uma saída: exigir a cassação do registro da sua candidatura com base no abuso de poder político. Qualquer tentativa fora desse contexto legal será considerada golpe. Isso não impede que mais adiante surjam provas incontestáveis contra a presidente.

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