A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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terça-feira, novembro 18, 2014

Rachel Sherazade: O fim da impunidade, segundo Dilma



Por Rachel Sherazade



Como quem acredita em Papai Noel e Coelhinho da Páscoa, a presidente Dilma Roussef anunciou, ontem, que as investigações da Operação Lava Jato "vão acabar com a impunidade no Brasil".


A presidente disse acreditar que a apuração dos ato de corrupção dentro da Petrobras , que, aliás, envolvem direta ou indiretamente os governos petitas, “vai mudar de fato o Brasil”.


Blindada por petistas e aliados, a presidente agora se apresenta como “Paladina da Justiça”, como a grande incentivadora das investigações, apesar de a própria Dilma ter sido citada pelo delator Alberto Youssef como conhecedora dos esquemas de corrupção e desvio de dinheiro na estatal. E não só ela: segundo Youssef, Lula, enquanto presidente, também sabia da lambança na estatal.


Para as pessoas de bem deste país, o temor agora é que as investigações sejam abaladas pela forte pressão política e as tentativas de desqualificação do juiz Sérgio Moro, que conduz as investigações, ele, uma espécie de Joaquim Barbosa de primeira instância.


A exemplo de Barbosa, Moro também está disposto a colocar luz sobre os fatos e levar os suspeitos ao banco dos réus, aí sim, doa a quem doer.


Ontem, apesar da fraca ou nenhuma divulgação da grande mídia, houve, sim, protestos contra o governo Dilma e os atos de corrupção na Petrobras em importantes capitais brasileiras, como São paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Fortaleza.

O ministro José Eduardo Cardozo tentou minimizar e desmoralizar as manifestações, dizendo tratar-se de uma manobra política em busca de um terceiro turno, um ardil tramado pela oposição para descredenciar a vitória de Dilma nas urnas.


A oposição se defendeu: o Petrolão não é uma questão política: é um caso de polícia.





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