A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

sábado, agosto 23, 2014

Embrapa Pantanal lança nota técnica sobre uso das terras pantaneiras

Nota técnica sobre uso das terras pantaneiras é lançada pela Embrapa Pantanal
Estudos da instituição devem subsidiar a legislação do Cadastro Ambiental Rural no bioma

A Embrapa Pantanal apresentou, no último dia 14, uma nota técnica com uma proposta de alternativa para a substituição de paisagens nativas por pastagens cultivadas nas terras pantaneiras. Essa nota foi elaborada a pedido do Instituto do Meio Ambiente do Mato Grosso do Sul – IMASUL para subsidiar a legislação do Cadastro Ambiental Rural (CAR) no Pantanal sul-mato-grossense, tomando como base as exigências feitas pelo Artigo 10 do novo Código Florestal.
As análises da nota técnica consideraram dados sobre a economia e a ecologia da região para definir as porcentagens de supressão vegetal permitidas para o cultivo de pastagens nos diferentes tipos de paisagem do bioma. Segundo dados da nota, estes foram os limites definidos para a substituição de paisagens nativas no Pantanal, de forma a conservar a sustentabilidade ecológica da região:
•             35% dos cerrados
•             36% das florestas
•             45% dos campos não inundáveis
•             45% dos campos inundáveis*
* quando estes apresentarem alta cobertura do solo por espécies de capins pouco palatáveis, como, por exemplo, o capim vermelho.
Ainda de acordo com a nota técnica, o Pantanal possui, atualmente, menos de 15% de área desmatada. Considerando as porcentagens propostas na nota para a supressão vegetal na planície, a quantidade de área cuja vegetação poderia ser substituída por pastagens dobraria – no mínimo – em relação à quantidade substituída até hoje. Segundo a chefe-geral da Embrapa Pantanal, Emiko Resende, porcentagens de supressão superiores àquelas definidas pela nota técnica podem comprometer a sustentabilidade ecológica do bioma e, portanto, contrariar as exigências do Artigo 10 do Código Florestal.
A chefe-geral cita ainda a diversificação das atividades econômicas como alternativa para a manutenção da pecuária pantaneira. "Produzir as madeiras das cercas na própria propriedade, por exemplo – que é o que a Embrapa já está buscando através do Projeto Biomas no Pantanal, financiado pela Confederação Nacional de Agricultura (CNA) no Brasil – é uma forma de reduzir, em parte, os custos operacionais do sistema", afirma Emiko.
O turismo ecológico é uma das alternativas de diversificação citadas pela chefe-geral, assim como a monetarização dos serviços de preservação ambiental. "É possível fazer com que a sociedade pague pelas ações de conservação, agregando valores à biodiversidade pantaneira e mantendo a vegetação nativa – que é um patrimônio fantástico".
Para Emiko Resende, as normas definidas pela nota técnica devem promover tanto a preservação quanto o desenvolvimento do bioma. "Nós estamos preocupados em conciliar o uso com a conservação pra promover a sustentabilidade da região. Queremos que esse ecossistema ímpar no mundo continue existindo para as próximas gerações", finaliza a chefe-geral.

Redação:

Nicoli Dichoff
Jornalista - 3252/SC
Núcleo de Comunicação Organizacional (NCO)
Embrapa Pantanal/ Corumbá - MS
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa

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