A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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terça-feira, novembro 16, 2004

RESPOSTA DO CNPQ AO JORNAL CORREIO BRAZILIENSE

Brasília, 16 de novembro de 2004

Senhor editor,

Com respeito à matéria "CNPq banca viagens para casa", publicada nesse jornal em sua edição de 14 de novembro último, quero apresentar os seguintes esclarecimentos:
Inicialmente, informo que os números referentes às viagens da Presidência e Diretoria do CNPq são públicos. Esclareço também que são objeto de divulgação sistemática, via intranet, a todos os servidores do CNPq. Estes dados são produzidos, em todos os detalhes, pela própria diretoria do CNPq em prol da transparência administrativa.
Porém, a apresentação desses dados na matéria publicada por este jornal leva a uma grosseira deturpação da realidade, transformando em "mordomia" tarefas inerentes aos cargos. Reafirmo que o presidente do CNPq e os membros de sua diretoria não viajam nos finais de semana para cumprir compromissos particulares. Viajam para cumprir atividades de interesse do CNPq junto a instituições de seus Estados. Ao compactar esses compromissos nas segundas ou sextas-feiras, objetivam não fragmentar suas presenças no CNPq durante a semana. Ressalto ainda enfaticamente que os membros da Diretoria Executiva não recebem diárias para as viagens acima explicitadas.
Os diretores das áreas técnicas, bem como o seu presidente, são pesquisadores titulares em universidades de seus Estados, coordenam projetos, orientam alunos de pós-graduação e é natural que mantenham, na medida do possível, contatos com suas instituições de origem. Ao contrário do que a matéria insinua, é tradição no CNPq que os diretores mantenham vínculo com suas bases de pesquisa. Além disso, a presidência do CNPq recebe em média 900 convites por ano para participar em eventos nas várias unidades da Federação, o que ilustra a elevada demanda pela presença do CNPq nos Estados.
Quanto à contratação de ex-servidora com bolsa do CNPq (fato que não ocorreu nesta gestão), e sua posterior contratação por firma terceirizada, a Diretoria determinou o seu desligamento assim que tomou conhecimento da situação.
Sobre a questão do professor que recebeu financiamento a projetos de pesquisa em valor superior a R$ 2 milhões em gestões anteriores entre 1997 e 2002, o CNPq informa que processo de sindicância foi aberto logo que o caso foi denunciado, e evoluiu para processo administrativo, ora em conclusão.

Atenciosamente,

DÁCIO RENAULT
Assessor de Comunicação Social

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