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segunda-feira, julho 17, 2017

Os escândalos de Gleisi Hoffmann - As aventuras da Narizinho, também conhecida como a Amante



A ex-ministra Chefe da Casa Civil, a Senadora Gleisi Hoffmann (PT/PR), não sabe escolher seus assessores, ou sente-se tão “intocável”, que não liga em escolher as piores relações possíveis.
Começou com Eduardo Gaievski (PT/PR), sua pior escolha até agora, pois conseguiu colocar um indivíduo que hoje é acusado de 40 crimes sexuais, sendo 28 contra menores e, destes, 14 contra vulneráveis (menores de 14 anos), para trabalhar na sala ao lado da presidente Dilma Rousseff (PT) e ainda por cima como responsável pelas políticas da Presidência da República para Jovens e Adolescentes. É como colocar o lobo para cuidar dos cordeiros.


Ainda por cima, os irmãos de Gaievski possuem mandados de prisão expedidos, seu filho está preso e seu melhor amigo, da época como Prefeito de Realeza (PR), também. Todos por tentativa de coerção e suborno de testemunhas. Seu filho é namorado da filha do prefeito atual de Realeza, o qual Gaievski ajudou a eleger e que mandou despejar de um “terreno público” um senhor que se recusou a retirar a queixa contra Gaievski, pelo estupro de sua neta.
Não satisfeita, escolheu o deputado federal André Vargas (PT/PR) como coordenador de sua campanha ao Governo do Paraná, para depois ter que afastá-lo pelo envolvimento deste com o doleiro Alberto Youssef e o ex-Diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, em fraudes investigadas pela Polícia Federal na Operação Lava-Jato. O doleiro e o Costa estão presos, enquanto André Vargas ameaça abrir a boca caso não receba ajuda do Partido dos Trabalhadores, que recuou a ideia de jogá-lo aos leões depois de tais falas.


Vargas, Youssef e Costa são investigados por atuar na obtenção de contratos fraudulentos com o Ministério da Saúde, a Petrobras e outras estatais, além do pagamento de propinas a funcionários públicos e a políticos. No total, a turma teria movimentado ilicitamente R$10 bilhões. Entre esses contratos estão situações muito suspeitas, como a MO Consultoria, de Youssef, recebendo mais de R$34 milhões de nove fornecedores da Petrobras, sendo tal empresa apenas de fachada e investigada por corrupção ativa, ao repassar propinas.
Há também o contrato assinado a convite (?) de uma empresa, a Ecoglobal Ambiental, e sua filial nos Estados Unidos, a Ecoglobal Overseas, com a Petrobras. Ambas assinaram contrato de R$443,8 milhões, para depois venderem 75% de suas ações por R$18 milhões, para Youssef e Paulo Roberto Costa. Pois é, incrível!
Gleisi Hoffmann não pode dizer que desconhecia esse lado de André Vargas, nem mesmo de Youssef e sua relação com o primeiro, pois em 1998 ambos foram indiciados por desvio de R$14 milhões da Prefeitura de Londrina (PR) para abastecer o caixa 2 da campanha à Deputado Federal do atual Ministro das Comunicações (e marido de Gleisi) Paulo Bernardo.
Qual será o próximo passo? Colocar o Fernandinho Beira-Mar no Ministério da Defesa, ou em uma Secretaria de Políticas contra as Drogas? Desse jeito o único lugar ao qual Gleisi chegará é a lista negra do próprio PT, na qual já estão seus companheiros Gaievski e Vargas.

BOMBA! Janaína Paschoal diz que Gleisi Hoffmann ("A Amante") pode ser presa a qualquer momento por incitar militantes

12-Julho-2017 - DIA HISTÓRICO - Lula Ladrão é condenado por Moro a 9 anos e 6 meses de prisão!



Sergio Moro condenou Lula a nove anos e meio de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro!


Ao condenar Lula por lavagem de dinheiro, Sérgio Moro determinou a interdição o ex-presidente para o "exercício de cargo ou função pública ou de diretor, membro de conselho ou de gerência".



Clique AQUI ou AQUI e leia a íntegra da sentença de condenação de Lula no caso do triplex.



Os Cariocas recebem LULA no Rio com gritos de "LULA LADRÃO! SEU LUGAR É NA PRISÃO!"





IMPRENSA VIVA: A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) está na mira do juiz Josafá Antonio Lemes, do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Paraná



A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) está na mira do juiz Josafá Antonio Lemes, do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Paraná.

Lemes pediu esta semana ao juiz Sergio Moro informações sobre empresas investigadas na Operação Lava Jato que financiaram o PT em 2014, ano das últimas eleições. O juiz é relator da prestação de contas do diretório estadual das eleições no estado daquele ano. Lemes informou que para avaliar a regularidade da contabilidade do PT será preciso levar em consideração que “foram feitas doações ao Partido dos Trabalhadores – dentre outras pessoas – pelas empresas JBS-FRIBOI e Banco BTG Pactual S/A”. E, acrescenta ele, “tais empresas fazem parte do rol de pessoas jurídicas investigadas nas operações ‘Lava Jato’ e outras, porque – em tese – as origens desses recursos (financiamento de campanha) seriam de fontes ilícitas porque derivadas de ‘propinas’ de contratos firmados entre empresas privadas e públicas (licitações)”. 

Em 2014, a senadora Gleisi Hoffmann foi a candidata do PT paranaense ao governo estadual. Recém eleita presidente nacional do PT, Gleisi também é alvo de investigação no Supremo Tribunal Federal (STF) por seu envolvimento no esquema de corrupção no petrolão.

UCHO INFO: “Dondoca” do socialismo tupiniquim, Gleisi denuncia o Brasil em encontro de comunistas na Nicarágua




Direto do UCHO INFO


Presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, ré por corrupção em ação penal que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) e acusada por sete delatores da Operação Lava-Jato de ter recebido propina do esquema criminoso conhecido como Petrolão, a senadora Gleisi Helena Hoffmanndiscorreu, no domingo (16), sobre uma suposta “perseguição ao ex-presidente Lula” (condenado à nove anos e seis meses de prisão e réu em quatro outros processos por corrupção).

O destampatório da líder petista, que cresce quando ela está entre “camaradas”, teve lugar na abertura do 23º encontro do malfadado Foro de São Paulo, movimento que conspira para a implantação do comunismo na América Latina, que neste ano acontece na capital nicaraguense, Manágua, e vai até a próxima quarta-feira (19).

“Estamos frente à ofensiva de judicialização da política em todo o continente, e no Brasil a intenção é destruir o PT e impedir que o maior líder popular brasileiro, Lula, seja nosso candidato nas eleições presidenciais de 2018, pois sabem que a possibilidade de sua vitória é enorme”, disse Gleisi.

Ignorando que a “judicialização” nada mais é do que o Judiciário funcionando com se espera e enquadrando corruptos por conta de uma enxurrada de crimes, a esperançosa Gleisi Helena – a “Amante” nas planilhas de propina da Odebrecht –tentou passar otimismo no evento comunista: “O golpe parlamentar no Brasil e o revés eleitoral na Argentina começam a dar sinais de esgotamento”.

Diante de lideranças da esquerda latino-americana, Gleisi denunciou “a perseguição promovida contra o ex-presidente Lula, num momento em que o país precisa de um governo que promova a retomada do desenvolvimento social, a política externa altiva, e que consiga reverter as consequências do ajuste neoliberal imposto pela quadrilha golpista que se instalou no Planalto”.

Sem fazer qualquer menção à ousada quadrilha petista desbaratada pela Lava-Jato, a senadora paranaense omitiu em seu discurso que os “companheiros” saquearam bilhões de reais da Petrobras, sendo que parte do dinheiro acabou no bolso dela própria e do alarife Lula, que volta a abusar da “vitimização”.

“Estamos enfrentando uma nova fase do capitalismo neoliberal”, afirmou a presidente do PT. “Grupos econômicos pressionam e ampliam suas exigências por favorecimentos dos Estados Nacionais para ampliar seus lucros”, delirou Gleisi, que adota discurso contra o capitalismo por obrigação ideológica, não por convicção.

sexta-feira, julho 14, 2017

CNC - Balanço Semanal de 10 a 14/07/2017

BALANÇO SEMANAL — 10 a 14/07/2017

Fórum Mundial identifica a perda de rentabilidade dos cafeicultores como o principal problema da atividade. Produtores sinalizam a necessidade de trabalhos conjuntos entre os segmentos para que não haja escassez de café

FÓRUM MUNDIAL DE PRODUTORES DE CAFÉ De 10 a 12 de julho, estivemos presentes no Fórum Mundial de Produtores de Café, em Medellín, na Colômbia. Em participação no painel "Sustentabilidade Econômica do Produtor de Café", o presidente executivo do CNC, deputado Silas Brasileiro, apresentou os trabalhos que o Brasil desenvolve para a preservação do meio ambiente e para a geração de empregos e renda a milhões de pessoas, salientando a necessidade de que os gastos com os aspectos socioambientais sejam compartilhados com os demais setores da cadeia produtiva, fazendo com que a sustentabilidade exista, de fato, em seu tripé social, ambiental e, principalmente, econômico.

O presidente do CNC expôs que o País, em 1990, produzia 25 milhões de sacas de café em 2,9 milhões de hectares e que, atualmente, a produção saltou para 50 milhões de sacas em uma área menor, de apenas 1,9 milhão/ha, o que implica um ganho substancial de produtividade – de 8 scs/ha para 26 scs/ha – e evidencia o resultado dos investimentos do Brasil  em pesquisa e tecnologia, contribuindo para a preservação do meio ambiente e para suprir a evolução do consumo da bebida, que saltou de 90 milhões para 155 milhões de sacas nesse intervalo. Ele também explicou que a cafeicultura brasileira preza por remuneração justa a seus trabalhadores, de forma que tenham melhor qualidade de vida, enaltecendo o caráter social da atividade.

Frente a esse cenário, Silas Brasileiro esclareceu que a sustentabilidade tem um preço a ser pago, pois são altos os investimentos em pesquisas, no social e na preservação do meio ambiente. Mas quem paga por isso? Ele respondeu citando que apenas o Brasil e os demais produtores têm arcado com esse ônus. Diante disso, o presidente do CNC finalizou reiterando que, para a sustentabilidade na produção cafeeira ser mantida, é necessário que os demais setores da cadeia produtiva contribuam com os gastos relacionados aos elos social e ambiental.

DECLARAÇÃO DO FÓRUM MUNDIAL — O encontro realizado na Colômbia contou com debates ativos em quatro Grupos de Trabalho: (i) produção e produtividade; (ii) volatilidade de preços; (iii) sucessão familiar e trabalho; e (iv) mudanças climáticas. De forma democrática, as conclusões desses GTs vieram das orientações das 1.300 pessoas presentes e originaram a "Declaração Final do Fórum Mundial de Produtores de Café", que visou a responder duas perguntas: "a cafeicultura mundial é sustentável sob o ponto de vista do produtor?" e "o que podemos fazer coletivamente para corrigir os problemas que se apresentam?".

As discussões entre os participantes mundiais do Fórum diagnosticaram, como os principais problemas da cafeicultura global, os seguintes pontos:
  1. A rentabilidade da atividade cafeeira em muitos países produtores apresenta uma situação crítica, passando inclusive por períodos de déficit, devido a fatores como: (i) o menor preço internacional do café, que diminuiu drasticamente o "potencial de troca" do produto, ou seja, reduziu o poder de compra do produtor; (ii) baixa produtividade e o consequente aumento dos custos de produção associados à variabilidade climática; e (iii) o encarecimento dos gastos com mão de obra para os trabalhos do cultivo como a colheita.
  2. A perda da rentabilidade resultou em um percentual significativo de produtores de café que se encontra em estado de pobreza no mundo, com privações em sua qualidade de vida (moradia, acesso a serviços públicos, atraso e baixa assistência educacional, restrito acesso a sistemas de saúde, etc.) e redução da capacidade de reinvestir em seus cafezais.
  3. Embora o desenvolvimento de cafés especiais tenha gerado "prêmios" aos produtores nas últimas décadas, eles não têm sido suficientes para compensar os custos associados à certificação. A análise do valor da cadeia global de café mostra, ainda, que a fração que chega até os cafeicultores é muito baixa, em contraste com a recebida pelos demais segmentos do comércio até o consumidor final.
  4. Se não forem implantadas ações corretivas que busquem resolver o problema identificado, de forma coordenada e que garantam o financiamento da atividade, o mundo pode presenciar, em médio prazo, uma crise caracterizada pelo declínio estrutural na oferta mundial de café, com o consequente reflexo no nível de vida dos produtores e na estabilidade social em suas regiões, enquanto a demanda mundial continuará a crescer, sem ser atendida, gerando desequilíbrios indesejáveis ​​no mercado que podem comprometer a sustentabilidade da cadeia global.
Diante dos problemas identificados, os quatro Grupos de Trabalho propuseram, como resoluções:
  1. Trabalhar, de maneira corresponsável, com todos os agentes da cadeia mundial e com o apoio da Organização Internacional do Café (OIC), no desenvolvimento de um Plano de Ação que deverá partir dos problemas que enfrenta a atividade cafeeira em suas diversas regiões do planeta, considerando: (i) níveis muito baixos do preço ao produtor e a excessiva volatilidade, sendo a maior fração destinada aos demais elos da cadeia produtiva; (ii) adaptação às alterações climáticas; (iii) escassez de mão de obra e dificuldade na sucessão familiar; e (iv) precárias condições sociais dos produtores.
  2. O Plano de Ação deverá definir os objetivos a serem buscados, o tempo demandado e o financiamento necessário para alcança-los.
  3. Deve ser gerido, ao mais alto nível da representação de indústrias, doadores e cooperação internacional, agências multilaterais e governos nacionais e locais, um compromisso de corresponsabilidade para a implantação deste Plano de Ação e a obtenção dos recursos financeiros para a sua execução.
  4. Como ponto de partida deste Plano de Ação e com base nos subsídios gerados no Primeiro Fórum Mundial de Produtores de Café, será elaborado um estudo por uma entidade independente para analisar o comportamento dos preços nos últimos 40 anos, o comportamento dos custos de produção nesse mesmo período e a correlação entre os dois. O estudo analisará se as cotações internacionais do café, tanto na Bolsa de Nova York, quanto na de Londres, refletem a realidade do mercado físico e apresentará soluções alternativas aos problemas identificados no Fórum.
  5. Para o desenvolvimento dos trabalhos propostos no Plano de Ação, será formada uma Comissão composta por dois representantes de associações de países produtores da África, dois do México, dois da América Central e Caribe, dois da América do Sul e dois da Ásia, além de pelo menos um representante do setor industrial de cada uma das seguintes regiões: América do Norte, Europa e Ásia.
  6. Essa Comissão deverá apresentar um relatório do progresso dos trabalhos na reunião do Conselho Internacional da OIC de março de 2018.
  7. O próximo Fórum Mundial de Produtores de Café será realizado em 2019 e a Comissão coordenará junto aos países a sede da edição seguinte.
Após a aprovação da declaração por todos os países participantes do evento, o presidente executivo do Conselho Nacional do Café propôs que o próximo Fórum Mundial de Produtores de Café, em 2019, seja realizado no Brasil, sugestão que foi aclamada pela plateia.

ESTOQUES PRIVADOS — Na quarta-feira, 12 de julho, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) anunciou que os estoques privados de café da safra 2016 do Brasil totalizavam 9,86 milhões de sacas de 60 kg em 31 de março. Segundo a pesquisa da estatal, esse volume implica queda no volume armazenado de 27,4% na comparação com as 13,59 milhões de saca registradas um ano antes.

A Conab informou que foram consultados 931 armazenadores, que são responsáveis por 1.495 armazéns participantes. Desse total, contudo, somente 575 questionários foram preenchidos, sendo que outros 920 armazéns não comunicaram o volume de seus estoques de café.

O CNC avalia que o resultado da pesquisa realizada pela Companhia corrobora a tendência de redução dos estoques de café do Brasil, porém, em termos absolutos, o número apurado não deve ser considerado como parâmetro para a formulação de políticas públicas, uma vez que a taxa de retorno dos boletins foi baixa.

A esse respeito, chamamos a atenção para a necessidade de conscientização de todos os agentes da cadeia produtiva do café para que, anualmente, respondam em tempo hábil as informações solicitadas pela Conab, pois é responsabilidade de todos a construção de um sistema mais claro e confiável de estatísticas cafeeiras.

MERCADO — Em uma semana de baixa volatilidade, o mercado andou de lado, com as férias de verão no Hemisfério Norte afastando o interesse comprador por parte dos importadores. Nesse cenário, o mercado internacional do café registrou ganhos moderados.

Na ICE Futures US, o vencimento setembro do Contrato C foi cotado, na quinta-feira, a US$ 1,3120 por libra-peso, registrando valorização de 230 pontos em relação ao final da semana passada. O vencimento setembro do contrato futuro do robusta, negociado na ICE Futures Europe, encerrou o pregão de ontem a US$ 2.145 por tonelada, acumulando alta de US$ 34 na comparação com a última sexta-feira.

A alta moderada surgiu com a valorização do real frente ao dólar, após a divulgação da informação de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi condenado, em primeira instância, pelo juiz Sérgio Moro a nove anos e meio de prisão por recebimento de propina da empreiteira OAS e a compra de um tríplex no Guarujá (SP).

O dólar comercial encerrou a sessão de quinta-feira a R$ 3,2082, com queda de 2,17% frente à semana antecedente. O avanço do real também foi estimulado pela aprovação da Reforma Trabalhista no Brasil.

No que se refere ao clima, as condições seguem favoráveis para o andamento da colheita no Brasil. Segundo a Somar Meteorologia, uma ampla massa de ar seco gera dias de sol, poucas nuvens e baixa umidade relativa do ar em boa parte do País, não havendo possibilidade de chuvas nas principais áreas do cinturão produtor.

O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) informou, nesta semana, que a colheita de conilon está na reta final no Espírito Santo, principal Estado produtor do Brasil. A instituição explica que, mesmo com os atrasos iniciais provocados pela ocorrência de precipitações, já foram colhidos cerca de 95% dos grãos capixabas, indicando que os trabalhos podem ser encerrados em duas semanas.

De acordo com o Cepea, o clima mais seco também favoreceu o andamento da colheita da variedade arábica, que se encontra nos seguintes estágios: (i) Cerrado Mineiro – 45% a 50%; (ii) Zona da Mata – 45%; (iii) Sul de Minas – 35%; (iv) noroeste do Paraná – 45%; e (v) Mogiana e demais regiões de São Paulo – 35%.

No mercado doméstico, os indicadores calculados pelo Cepea para as variedades arábica e conilon tiveram pouca oscilação e foram cotados, ontem, a R$ 450,22/saca e a R$ 408,39/saca, com variações de 0,7% e -0,9%, respectivamente, na comparação com o fechamento da semana anterior. Nesse ambiente, de maneira geral, a liquidez permaneceu baixa.

Atenciosamente,
Deputado Silas Brasileiro
Presidente Executivo
CNC - Sede Brasília (DF)
SCN Qd. 01, Bloco C, nº 85, Ed. Brasília Trade Center - Sala 1.101 - CEP: 70711-902
Fone / Fax: (61) 3226-2269 / 3342-2610
E-mail: imprensa@cncafe.com.br

quinta-feira, julho 13, 2017

Gleisi Hoffmann, MULHER DO SUPOSTO LADRÃO PAULO BERNARDO E PROTETORA DE PEDÓFILO, é hostilizada e zoada em Aeroporto

NARIZINHO, O MARIDO PRESO POR CORRUPÇÃO E SEU PEDÓFILO DE ESTIMAÇÃO



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O Ministério Público denunciou Eduardo Gaievski, ex-assessor da ministra Gleisi Hoffmann, acusado de cometer 38 crimes sexuais: 26 estupros de menores e 17 estupros de vulnerável. O advogado, o filho e dois irmãos dele também foram denunciados por envolvimento nos crimes. 



Fernandes da Silva Borges, André Willian Gaievski, Francisco Gaievski e Edmundo Gaievski são acusados por envolvimento em suborno de testemunhas. O filho e o ex- advogado foram presos em flagrante quando seguiam com duas mães de vítimas para um cartório para mudar os depoimentos e inocentar o ex-assessor de Gleisi Hoffmann, candidata ao governo do Paraná. 


Com as mulheres, os policiais apreenderam R$ 1 mil, mas as investigações sugerem que se tratava apenas de um sinal de pagamento de propina para comprar uma nova versão do depoimento. A operação para libertar Gaievski envolveria R$ 600 mil. Os irmãos do pedófilo seguem foragidos.








PEDOFILIA - Gaievski é condenado a dezoito anos e um mês

  
PEDOFILIA - Gaievski é condenado a dezoito anos e um mês
(Foto: Reprodução / Facebook)

Eduardo Gaievski, ex-assessor da Casa Civil do governo federal e ex-prefeito de Realeza - no sudoeste do Paraná, foi condenado a 18 anos e um mês de prisão por apenas um dos 17 processos movidos contra ele. A condenação é pelos crimes de estupro de vulnerável, estupro presumido e estupro qualificado.





A sentença foi expedida pela juíza Janaina Monique Zanellato Albino, da Comarca de Realeza, e foi proferida na tarde dessa segunda-feira (15/09). No total, Gaievski responde a 17 processos, dos quais apenas o primeiro já foi julgado. Pela denúncia do Ministério Público, as condenações, se somadas, podem chegar até aos 250 ou 300 anos de prisão.


Preso desde agosto de 2013, na Penitenciária Estadual de Francisco Beltrão (PFB), Gaievski ainda deve ir a julgamento pelos outros crimes aos quais é acusado e denunciado por jovens e adolescentes que teriam sido abusadas sexualmente por ele. O advogado Natalício Farias, que representa oito vítimas, informou que agora Gaievski deixa de ser réu primário e as penas podem ser agravadas, com o ex-prefeito pegando até 300 anos de prisão.

O ex-prefeito de Realeza é suspeito em 38 casos de estupro e coação de menores, favorecimento à prostituição e uso de cargo público para obter benefícios pessoais. Todos os casos teriam ocorrido enquanto ainda era chefe do executivo do município, por dois mandatos, entre 2005 e 2012.

O representante das vítimas conta que a estratégia de defesa de Gaievski vinha sendo a de protelar o processo. "Eles estavam tentando atrasar a condenação, mas agora ele já passa a cumprir a pena", diz.

Ainda de acordo com o advogado Natalício Farias, a condenação é referente a apenas um dos processos aos quais Gaievski responde. "Nós vamos entrar com o pedido de indenização para a vítima e vamos continuar com todos os processos até a condenação de todos os crimes", comentou Farias.

A defesa de Gaievski não participou do julgamento. O advogado Samir Mattar Assad, que representa o ex-assessor, considera que a decisão não tem base legal. "Tem uma liminar que suspendeu a condenação. É uma decisão do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) que já foi comunicada e a gente está aguardando. A sentença é nula e não será referendada", afirmou. Mesmo considerando a sentença nula, a defesa afirmou que vai recorrer da decisão da juíza.

As denúncias

De acordo com o Ministério Público (MP), Gaievski aliciava as garotas oferecendo empregos na prefeitura de Realeza quando era prefeito da cidade. Ele já era investigado pelas denúncias há mais de três anos.

Assim que as denúncias foram levadas a público, o Partido dos Trabalhadores (PT) decidiu suspendê-lo até a conclusão das investigações. Em agosto de 2013, quando foi feito o pedido de prisão preventiva, a Casa Civil da Presidência da República informou que Gaievski tinha pedido afastamento das funções até o fim das investigações.

Contas com a Justiça

A primeira audiência de Gaievski foi também no Fórum de Realeza, em 21 de novembro de 2013, onde ele foi acusado de 38 casos de estupro e coação de menores, favorecimento à prostituição e uso de cargo público para obter benefícios pessoais.

O ex-prefeito, que foi investigado pelo Ministério Público (MPPR) durante três anos, foi preso no dia 31 de agosto do ano passado em Foz do Iguaçu, quando tentava atravessar a fronteira para o Paraguai.

Durante o período que esteve foragido, seu então advogado Fernandes Borges e seu filho André Gaievski foram presos, em outubro de 2013, quando tentavam subornar as vítimas do ex-prefeito para que mudassem o testemunho. Os irmãos de Gaievski, Edmundo e Francisco, também tiveram a prisão preventiva decretada, mas estão foragidos. O Ministério Público do Paraná ofereceu denúncia contra todos eles, por coação de testemunhas, formação de quadrilha e falsidade ideológica.

Efeito político

Assim que as denúncias foram levadas a público, no dia 26 de agosto de 2013, o Partido dos Trabalhadores (PT) também decidiu suspendê-lo até a conclusão das investigações. De acordo com o partido, a comissão aprovou a suspensão imediata até que sejam apuradas as acusações feitas pela Justiça contra ele. Participaram da reunião o presidente do PT-PR, deputado Enio Verri, o deputado federal Dr. Rosinha, os deputados estaduais Luciana Rafagnin e Toninho Wandscheer, além de secretários estaduais e outros dirigentes do partido.

No dia 31 de agosto de 2013, a ministra-chefe Casa Civil, Gleisi Hoffmann, afirmou, por meio de nota oficial, que lamenta profundamente a situação. "Tenho uma história de vida, não só política, em defesa da mulher e seus direitos, mas também de crianças e adolescentes. As acusações imputadas a Eduardo Gaievski são da mais alta gravidade e têm que ser apuradas levando-se às últimas consequências. Jamais compactuei ou compactuarei com crimes, ignorando-os ou acobertando-os."

Ainda conforme a nota, para fazer a contratação, a Casa Civil levou em consideração a avaliação que o ex-assessor teve no período em que ficou à frente da Prefeitura de Realeza e, antes da nomeação, um levantamento feito não indicou as acusações que atualmente Gaievski responde, e que nega. Ele foi afastado do cargo.



A matemática


O Código Penal determina, no art. 217-A, a pena de reclusão para estupro de vulnerável, de 8 a 15 anos. Para os 17 processos, com pena máxima de 15 anos, teremos 255 anos. Porém, se forem 17 condenações idênticas, de 18 anos e um mês, teremos uma pena de exatos 306 anos.


Apesar de que 30 anos é a pena máxima em regime fechado prevista no país, cada condenação nos 16 processos restantes é importante para "atrasar" a progressão para o regime semi-aberto - que poderá ocorrer após o cumprimento de um sexto (1/6) da pena total. Calculando desta forma, uma pena somada em 180 anos já é suficiente para garantir que o réu permaneça o máximo permitido, 30 anos, em reclusão.

Fontes:

Eduardo Gaievski, ex-prefeito de Realeza e ex-assessor da Casa Civil do governo federal, foi condenado a 18 anos de prisão pela acusação de abuso sexual contra uma menor de idade enquanto ainda era chefe do executivo do município, no sudoeste do Estado.
(Metro Curitiba - Edição nº 848, ano 4 - Pág 2 - 17/09/2014)

O ex-prefeito de Realeza Eduardo Gaievski foi condenado ontem por um dos 17 processos de estupro de vulnerável movidos contra ele.
(Diário do Sudoeste - Da Redação - 16/09/2014)

Julgamento foi na tarde desta segunda-feira (15), em Realeza, no sudoeste. Eduardo Gaievski é acusado de manter relações sexuais com menores.
(G1 PR - Globo.com - Por Franciele John, do G1 PR - 15/09/2014)

Ex-assessor da Casa Civil e prefeito de Realeza é acusado de estupro de vulnerável, estupro presumido e estupro qualificado.
(Bem Paraná - Redação Bem Paraná com RBJ - 15/09/2014)

Eduardo André Gaievski é ex-prefeito de Realeza, no sudoeste do Paraná. Ele foi exonerado da função de assessor especial da Casa Civil.
(G1 PR - Globo.com - Do G1 PR, em Cascavel - 26/08/2013)

Diante das notícias veiculadas nos jornais e das críticas que me são imputadas pela contratação de Eduardo Gaievski na Casa Civil...
(Facebook - Apoio Gleisi Hoffmann - 31/08/2013)

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