AgroBrasil - @gricultura Brasileira Online

+ LIDAS NA SEMANA

segunda-feira, fevereiro 13, 2017

CNC - Balanço Semanal de 06 a 10/02/2017



BALANÇO SEMANAL — 06 a 10/02/2017

Ministro Blairo Maggi espera, hoje, por informações dos estoques de conilon fornecidas por representantes do Espírito Santo

ABASTECIMENTO — Após reunião com a bancada federal do Espírito Santo e com produtores capixabas, no dia 7 de fevereiro, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, adiou para hoje (10) a decisão do Governo sobre a importação ou não de café robusta. Segundo o titular do Mapa, o prazo serve para que seja apresentado um relatório dos representantes do Estado apontando os municípios e armazéns onde estão estocadas as mais de quatro milhões de sacas de conilon, volume superior aos 2,14 milhões apurados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

O CNC destaca o trabalho dos representantes do Espírito Santo, que vem ao encontro do que propusemos desde dezembro de 2016 (confira em http://www.cncafe.com.br/site/interna.php?id=12959), quando o presidente executivo do Conselho Nacional do Café, deputado Silas Brasileiro, e o presidente da Comissão Nacional do Café da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Breno Mesquita, entregaram ao secretário de Política Agrícola do Mapa, Neri Geller, ofício conjunto que formalizou o posicionamento contrário do setor de produção à importação de café cru pelo Brasil.

Essa postura foi referendada pelas cooperativas produtoras e pelas Federações de Agricultura dos Estados cafeeiros com base nas informações do deputado federal Evair de Melo, que apresentou o resultado de um trabalho de levantamento de estoques de robusta que realizou no Espírito Santo, entre os dias 14 e 18 de novembro, quando visitou mais de 20 armazéns, cooperativas, indústrias e exportadores. O resultado dessa pesquisa apontou que existe café conilon em quantidade suficiente para atender à demanda da indústria nacional.

O CNC tem participado com responsabilidade e transparência de todo o processo, evitando comentários na imprensa sobre uma matéria tão polêmica e recordamos que, ao final, prevaleceu a proposta que apresentamos, em audiência com o secretário Neri Geller, no dia 13 de dezembro, para que a Conab fizesse um levantamento dos estoques de conilon com a intenção de conferir as informações que recebemos de que há café suficiente para o abastecimento do setor industrial, postura que culminou, à época, em um prazo de 30 dias para a realização da pesquisa, evitando qualquer possibilidade de importação até janeiro.

MERCADO — Influenciados pelo movimento do dólar, por indicadores técnicos e pela intensificação das rolagens de posição, os futuros do café acumularam perdas nessa semana.

O índice externo do dólar apresentou valorização nos últimos dias, na expectativa de implementação de medidas econômicas expansionistas pelo Governo Trump.  No Brasil, a moeda norte-americana foi cotada, ontem, a R$ 3,1299, registrando discreta alta de 0,2% em relação ao fechamento da semana anterior. A expectativa de continuidade de fluxo positivo dos recursos estrangeiros e o cenário político doméstico influenciaram esse resultado.

A intensificação da rolagem de posições para fora do vencimento março, cujo período de notificação de entrega se inicia em 17 de fevereiro, também exerceu pressão sobre o Contrato C, negociado na ICE Futures US. O vencimento maio foi cotado, na quinta-feira, a US$ 1,476 por libra-peso, com queda de 110 pontos em relação ao fechamento da semana passada. O vencimento maio do contrato futuro do robusta, negociado na ICE Futures Europe, encerrou o pregão de ontem a US$ 2.157 por tonelada, com desvalorização de US$ 40 ante a sexta-feira antecedente.

Em relação ao desenvolvimento da safra 2017/18 do Brasil, o aumento das chuvas observado no início de fevereiro favoreceu a disponibilidade hídrica no solo das regiões cafeeiras e demanda maior atenção para o manejo de problemas fitossanitários nas lavouras. A Climatempo prevê que, na semana de 12 a 16 de fevereiro, um sistema de alta pressão dificultará a formação de grandes áreas de instabilidade, reduzindo a precipitação sobre os cafezais de Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo e Paraná. Os volumes acumulados deverão variar de 10 a 30 mm.

No mercado doméstico, os negócios continuaram fracos, já que os preços seguem aquém das expectativas dos produtores. Os indicadores calculados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) para as variedades arábica e conilon foram cotados, ontem, a R$ 513,38/saca e a R$ 461,26/saca, respectivamente, com variações de -0,2% e -1,4%, em relação ao fechamento da semana anterior.



Atenciosamente,
Deputado Silas Brasileiro
Presidente Executivo
CNC - Sede Brasília (DF)
SCN Qd. 01, Bloco C, nº 85, Ed. Brasília Trade Center - Sala 1.101 - CEP: 70711-902
Fone / Fax: (61) 3226-2269 / 3342-2610
E-mail: imprensa@cncafe.com.br








EMBRAPA: Parcerias aliam investigação científica a desenvolvimento



Visitas a MT discutem aproximação entre Embrapa Pantanal, governo estadual, instituições de pesquisa e setores produtivos









Reuniões, encontros e diálogos marcaram a agenda de visitações realizadas pelo chefe-geral da Embrapa Pantanal, Jorge Lara, e pelo chefe-adjunto de Transferência de Tecnologia e Negócios da unidade, Thiago Coppola, ao governo, representantes do setor produtivo e instituições de pesquisa de Mato Grosso em fevereiro. O objetivo das ações, de acordo com Jorge, é prospectar demandas e criar uma agenda positiva comum com essas entidades para a região.

“Nós observamos, nesse contexto, uma quantidade de demandas muito grande para a Embrapa Pantanal. Podemos citar como exemplo a avaliação da área de contenção no Mato Grosso, uma zona Peri-pantaneira de uso muito restrito. Há uma discussão relacionada à demarcação dessa região, debatendo se ela realmente deveria ser uma linha reta como é hoje, de 10 km após o Pantanal. Estudos técnicos podem comprovar se há a necessidade da demarcação dessa maneira ou se existe a possibilidade da linha ser recortada em alguns locais, definindo uma maior ou menor distância do bioma”, afirma Lara.

Governo

Este e outros assuntos estiveram em pauta durante a reunião entre o chefe-geral da Embrapa Pantanal e o vice-governador do estado de MT, Carlos Fávaro, que ressalta o papel da unidade de pesquisa pantaneira na determinação de parâmetros que subsidiem a legislação. “Os estudos técnicos podem mostrar que algumas áreas do Pantanal devem ser completamente preservadas. É possível que outros locais permitam a presença da Integração Lavoura-Pecuária (ILP), o plantio de soja e milho, a bovinocultura, a agricultura familiar... A pesquisa vai definir qual a melhor aptidão e nós temos que implementar isso como política pública”, diz Fávaro. “Esses convênios e essa cooperação certamente garantirão o futuro do Pantanal”.

O Secretário de Estado de Agricultura Familiar e Assuntos Fundiários, Suelme Fernandes, também conversou sobre a aproximação das duas entidades durante a gestão de Lara. “Nesse novo horizonte que se desenha para a diversificação da produção podemos ter – por que não? – no MT um grande produtor de alimentos para o Brasil e para o mundo, que é o grande desafio da FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura) para o milênio: uma produção com sustentabilidade, diversidade, riqueza e que promova a diminuição das desigualdades regionais”, afirma. “Só podemos chegar ao nível de eficiência atingido pelo grande produtor com muita tecnologia”.

Além de discutir a atuação na área de agricultura familiar, Lara entrou em contato com as secretarias estaduais de Desenvolvimento Econômico e de Meio Ambiente. O chefe-geral conversou, ainda, com o prefeito de Poconé, Atail Amaral, sobre as demandas da comunidade produtora local. “Precisamos mostrar que há condições de associar produção e sustentabilidade. Essa parceria com a Embrapa Pantanal é de fundamental importância nesse sentido”. Paulo Moura, consultor legislativo da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) que também cria cavalos e bois Pantaneiros, completa: “no centro dessas duas linhas se sustenta o nosso bioma. A Embrapa Pantanal traz essa filosofia de buscar um entendimento e o diálogo entre diversas instituições (...). Assim, MS e MT podem buscar juntos aquilo que é importante para a economia, mas também para a conservação do meio ambiente”.

Produção

Em diálogo com o Sindicato Rural de Cuiabá, Lara discutiu a transferência de tecnologias voltadas à produção agropecuária sustentável. Segundo o presidente do Sindicato, Jorge Pires, a cooperação entre as instituições deve abordar a bovinocultura de corte, mas também irá incluir tópicos sobre o plantio de variedades melhoradas e o manejo que previne queimadas sem controle no Pantanal. “Com esse convênio, a gente passa a ter um canal direto de comunicação. Podemos subsidiar a Embrapa Pantanal com demandas e, inclusive, propor soluções”. Normando Corral, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato) - que representa os sindicatos rurais em MT - destaca a importância das parcerias com quem elabora dados técnicos na busca pela sustentabilidade. “A pesquisa e a extensão são fundamentais para chegar onde estamos e para que a gente consiga seguir adiante”, afirma.

O chefe-geral também participou de uma reunião para discutir parcerias com a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja). “Os estudos vão abordar o lado da produção, mas também da sustentabilidade”, diz o presidente da instituição, Endrigo Dalcin. “A gente abre as portas, como a Embrapa Pantanal abriu as portas para a nossa Associação”. O produtor rural Paulo Gasparotto, da região de Poconé, afirma concordar com a abordagem global dos estudos técnicos, que investigam como aliar produtividade, conservação ambiental e desenvolvimento social no processo. “Como a Embrapa foi fundamental em muitos dos municípios brasileiros, transformando a vida das pessoas, acho que também o será em Poconé”.

Transferência de tecnologia e pesquisa

O Senar-MT esteve entre as entidades com as quais Lara entrou em contato para conversar sobre ações conjuntas – neste caso, abordando a transferência de tecnologias para os técnicos e multiplicadores de conhecimento. De acordo com o superintendente Otávio Celidonio, a instituição realizou mais de quatro mil eventos na área de formação rural em 2016. “Nós atuamos em várias cadeias como a pecuária de corte, de leite e piscicultura aqui na baixada cuiabana do Pantanal, no estado de forma geral e, basicamente, em todos os municípios do MT. A gente não consegue fazer isso sem a parceria da Embrapa, que é quem de fato forma os nossos técnicos”, afirma.

O chefe-geral conversou, ainda, com representantes de outras instituições que estudam o bioma, como a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), o Centro de Pesquisas do Pantanal (CPP), Instituto Nacional de Pesquisa do Pantanal (INPP) e o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Áreas Úmidas (INCT-INAU). Segundo o vice-reitor da UFMT, Evandro Soares, “o estreitamento com a Embrapa Pantanal estimula a pesquisa a buscar um ambiente sustentável e produtivo, mas que respeite a tradição, a cultura, a arte de toda a população que vive na região pantaneira há centenas de anos”. O coordenador científico do INCT-INAU, Wolfgang Junk, afirma que o foco da parceria com a unidade pantaneira de pesquisa da Embrapa é a inovação na área da ciência. “A Embrapa Pantanal trata de aspectos aplicados em gado bovino e pesca, por exemplo. Nós fazemos estudos que podem trazer benefícios adicionais a esses trabalhos. Estamos dispostos a colaborar e a fazer ações em conjunto”.

Discutindo agendas positivas comuns com o governo, setores produtivos e instituições de pesquisa, Jorge Lara afirma que a Embrapa Pantanal se aproxima de cumprir um dos objetivos de sua gestão – fazer com que a unidade atue como um fórum neutro de discussões, no qual diversos temas relacionados ao bioma são debatidos por diferentes setores, utilizando dados técnicos e a legislação brasileira como balizadores dos argumentos. “Talvez seja essa a função da Embrapa na região: promover o desenvolvimento agropecuário através da racionalização das opiniões, sem exageros – seja no uso excessivo do Pantanal, que pode trazer consequências graves para esta e outras regiões do Brasil, seja pela subutilização do bioma, prejudicando produtores que há tanto tempo estão estabelecidos aqui”, diz.

“A experiência da semana passada traz para a Embrapa Pantanal uma oportunidade única que exigirá do nosso centro muito mais eficiência, mais organização, mas assertividade para que possamos trazer os resultados que a expectativa da população do norte nos encaminhou”. Nos próximos meses, Lara e a equipe gestora da Embrapa Pantanal continuarão a atuar junto às instituições de MT para fechar os termos das parcerias discutidas nas reuniões deste mês.





Nicoli Dichoff (MTb 3252/SC) 
Embrapa Pantanal 

Núcleo de Comunicação Organizacional (NCO)
Embrapa Pantanal
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)
Corumbá/ MS


terça-feira, fevereiro 07, 2017

Abertas inscrições para II Workshop de Medicina Regenerativa Veterinária na Unesp/Botucatu



De 17 a 19 de março, acontece o II Workshop de Medicina Regenerativa Veterinária, na Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da Unesp, câmpus de Botucatu. O evento é uma realização do Laboratório de Terapia Regenerativa do Departamento de Cirurgia e Anestesiologia Veterinária da FMVZ.

Voltado para alunos de graduação, pós-graduação, residentes e profissionais da área de ciências biológicas o II Workshop de Medicina Regenerativa Veterinária tem o objetivo de aprimorar a fundamentação teórica, e dessa forma, capacitar os participantes a indicar e aplicar a terapia celular.

Os temas, abordados por profissionais especializados, serão: Condutas para Escolha da Terapia Adequada, Introdução à Medicina Regenerativa, Origens celulares, Aplicações em Pequenos Animais, Grandes Animais e Animais Silvestres, Associação de Terapias, Associação com Fisioterapia Veterinária e muito mais.

Mais informações, programação completa e inscrições pelo site www.fmvz.unesp.br.


FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA - UNESP - CÂMPUS DE BOTUCATU/SP
Assessoria de Imprensa 

terça-feira, janeiro 24, 2017

EMBRAPA: Guandu BRS Mandarim á alternativa de alimentação para bovinos durante estação seca



A Embrapa Pecuária Sudeste apresenta a forrageira Guandu BRS Mandarim durante a Dinapec, que ocorre de 8 a 10 de março, em Campo Grande (MS). Além de ser um opção para recuperação de pastagem degradada quando consorciada com braquiária, tem se observado ganho de peso dos animais no inverno. 


Segundo a agrônoma Lívia Mendes de Castro, da área de Transferência de Tecnologia da Embrapa Pecuária Sudeste, observou-se significativo ganho de peso vivo do gado na estação seca. “No inverno, quando geralmente ocorre queda de peso, os bovinos que se alimentaram do Guandu BRS Mandarim tiveram aumento do peso”, conta.


Enquanto a maior parte do pasto, na época de estiagem de chuva, apresenta qualidade baixa, o guandu permanece verde e suas flores e vagens atraem os animais. 


O guandu é uma tecnologia de baixo custo de implantação, fácil manejo e tem alto potencial para adubação verde, melhorando a fertilidade do solo. Por ser uma leguminosa, fixa Nitrogênio nas raízes. Dessa forma, em sistemas de consórcio com braquiária, o produtor recupera o pasto sem a necessidade de usar adubação nitrogenada. Além disso, auxilia na descompactação do solo, permitindo que o sistema radicular da gramínea consorciada atinja profundidade maior e seja mais resistente à seca.


A persistência do guandu na área é por volta de três anos, sendo necessário novo plantio após esse período. A linhagem BRS Mandarim pode ser plantada em qualquer tipo de solo, por ser resistente a baixa fertilidade. Mas não tolera solos encharcados. 


Para outras informações consulte a Embrapa Pecuária Sudeste pelo site www.embrapa.br/pecuaria-sudeste ou pelo Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC). 


Redação: Gisele Rosso (MTb 3091/PR), jornalista 
Embrapa Pecuária Sudeste, pecuaria-sudeste.imprensa@embrapa.br
 

Núcleo de Comunicação Organizacional - NCO
Embrapa Gado de Corte
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)
Campo Grande/MS

Telefone: +55 67 3368-2142 / 2144 / 2203

40º CONGRESSO PAULISTA DE FITOPATOLOGIA



O 40º CONGRESSO PAULISTA DE FITOPATOLOGIA será realizado nos dias 7 a 9 fevereiro de 2017, em Campinas, SP. O evento é uma promoção da Associação Paulista de Fitopatologia – APF e do Instituto Agronômico.

A APF com o apoio das Instituições de Pesquisa e Universidades do Estado de São Paulo promovem esse congresso anualmente e tem por objetivo reunir, além dos fitopatologistas das áreas de ensino e pesquisa, técnicos da extensão rural, estudantes de graduação e pós- graduação, bem como empresas de vários segmentos da cadeia produtiva, ligadas à área de doenças de plantas.

As Comissões, Organizadora e Científica estão trabalhando para oferecer aos participantes, um evento de elevada qualidade científica associado a momentos de confraternização. O 40º CPF contará com a presença de palestrantes nacionais e internacionais que apresentarão temas atuais de grande relevância, visando contemplar todas as áreas da Fitopatologia.

Não perca esta oportunidade de comparecer ao CPFito 2017, de enviar seu trabalho, ampliar seus conhecimentos, rever os amigos, e conhecer o Instituto Agronômico.

Um afetuoso abraço e até breve!

Margarida F. Ito
Presidente do 40º Congresso Paulista de Fitopatologia

Contamos com sua presença.

Saiba mais e faça sua inscrição on-line através do site www.cpfito.net.br

Contato: Elaine Abramides eabramides@terra.com.br
Skype: Infobibos



quarta-feira, dezembro 07, 2016

Cup of Excellence: café campeão da “Pulped Naturals” é vendido por R$ 18,9 mil



Cup of Excellence: café campeão da "Pulped Naturals" é vendido por R$ 18,9 mil

Valor é o maior pago por uma saca do produto nos concursos de qualidade do Brasil em 2016 e representa alta de quase 3.000% frente à Bolsa de NY
 
O leilão dos cafés especiais vencedores da categoria "Pulped Naturals" do Cup of Excellence – Brazil 2016 foi realizado via internet ontem, 6 de dezembro, e registrou o maior valor, em reais, pago pela saca do campeão, superando os R$ 16,6 mil de 2014. Os dois maiores lances foram dados ao lote do produtor José Joaquim Oliveira, da Fazenda Santa Bárbara, localizada em Piatã (BA), na Chapada Diamantina, que foi adquirido em duas frações. A primeira ficou com as empresas japonesas Maruyama Coffee, Toa Coffee, Sarutahiko Coffee e Saza Coffee e a segunda com a companhia inglesa Difference Coffee, que pagaram *R$ 18.921,67 (US$ 5.469,96) por cada saca de 60 kg, gerando uma receita acumulada total de R$ 160.580,22 (US$ 46.421,20). Esse é o maior valor pago em concursos de qualidade na safra 2016 no País.

O pregão é a etapa final da categoria "Pulped Naturals" do Cup of Excellence – Brazil 2016, principal concurso de qualidade do País destinado aos cafés produzidos por via úmida (cereja descascado/despolpado), que é realizado pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a Alliance for Coffee Excellence (ACE).

Ao término dos negócios, todos os lotes foram comercializados e geraram a receita total de *R$ 981.416,14, ou US$ 283.711.88. O valor médio pago pela saca foi de *R$ 4.089,23 (US$ 1.182,13), ou US$ 8,94 por libra peso, cotação que representa substancial alta de 548% na comparação com o fechamento do dia na Bolsa de Nova York (US$ 1,3795/lb-peso), principal plataforma de comercialização de café do mundo. Quando se toma como referência o maior lance do pregão, equivalente a US$ 41,30/lb-peso, esse percentual salta para aproximadamente 3.000% sobre a cotação referência da bolsa.

De acordo com a diretora da BSCA, Vanusia Nogueira, a arrecadação total e os altos lances pagos demonstram um crescente interesse dos estrangeiros pelo produto brasileiro, que avança a cada dia no conceito da qualidade mundo afora. "Com a crise que vivenciamos em nosso País, é muito gratificante ter nosso trabalho reconhecido mundialmente. O preço médio de venda da saca no leilão de hoje foi superior a R$ 4 mil, valor excepcionalmente bom, mesmo considerando a valorização geral do produto este ano em função dos problemas de safra que afetaram o nosso negocio", comenta.

Vanusia também enaltece a importância da realização do Cup of Excellence no Brasil, que contribui para reforçar a imagem dos cafés nacionais em todo o mundo e posicionar o País como fornecedor de alta qualidade. "No leilão, observamos os maiores valores pagos em concursos de qualidade pelos cafés do Brasil em 2016, evidenciando que a iniciativa da BSCA, em parceria com a Apex-Brasil e a ACE, vem alcançando seu objetivo de promover a excelência em qualidade dos cafés brasileiros e proporcionar retorno aos produtores", completa.

Os 24 vencedores da categoria "Pulped Naturals" do Cup of Excellence – Brazil 2016 foram produzidos em propriedades situadas em quatro origens produtoras: Chapada Diamantina (BA), Montanhas do Espírito Santo, Matas de Minas e Indicação de Procedência da Mantiqueira de Minas Gerais. A lista dos vencedores e o resultado completo do leilão podem ser acessados no site da ACE (http://www.allianceforcoffeeexcellence.org/en/cup-of-excellence/country-programs/brazil-pulped-naturals/2016/auction-results/).

SOBRE O PROJETO SETORIAL
Cup of Excellence – Brazil 2016 é ação integrante do projeto setorial Brazil. The Coffee Nation, que é desenvolvido em parceria pela BSCA e a Apex-Brasil, tendo como foco a promoção comercial dos cafés especiais brasileiros no mercado externo. O objetivo é reforçar a imagem dos produtos nacionais em todo o mundo e posicionar o Brasil como fornecedor de alta qualidade, com utilização de tecnologia de ponta decorrente de pesquisas realizadas no País.

O projeto visa, também, a expor os processos exclusivos de certificação e rastreabilidade adotados na produção nacional de cafés especiais, evidenciando sua responsabilidade socioambiental e incorporando vantagem competitiva aos produtos brasileiros. Iniciado em 2008, a vigência do atual projeto vai de maio de 2016 ao mesmo mês de 2018 e os mercados-alvo são: (i) EUA, Canadá, Japão, Coreia do Sul, China/Taiwan, Reino Unido, Alemanha e Austrália para os cafés crus especiais; e (ii) EUA, China, Alemanha e Emirados Árabes Unidos para os produtos da indústria de torrefação e moagem. As empresas que ainda não fazem parte do projeto podem obter mais informações diretamente com a BSCA, através dos telefones (35) 3212-4705 / (35) 3212-6302 ou do e-mail exec@bsca.com.br.

* Dólar comercial cotado a R$ 3,4592, conforme apuração do Banco Central do Brasil em 5 de dezembro de 2016.

Mais informações para a imprensa
BSCA - Assessoria de Comunicação
Paulo André Colucci Kawasaki
(61) 98114-6632ascom@bsca.com.br

Novas hortaliças oferecem ainda mais segurança para plantio durante o ano todo







Empresa de sementes lança variedades que possuem maior resistência a doenças e melhor adaptabilidade a chuvas e altas temperaturas
 

Com foco contínuo em Pesquisa de Melhoramento Genético para Hortaliças, a empresa de sementes Sakata acaba de lançar no mercado 12 novas variedades, que aliam elevado desempenho a campo com excelente qualidade à mesa, mesmo em condições críticas de cultivo.

De acordo com Paulo Koch, Diretor de Marketing da Sakata, estas hortaliças, que foram desenvolvidas com genética totalmente adaptada, são mais resistentes às principais doenças presentes no campo, bem como ao clima quente e úmido. "Os pesquisadores da empresa buscaram idealizar produtos que contemplassem não apenas as necessidades de cultivo e manejo específicas desta época do ano, como também as demandas dos consumidores, realizando melhorias na qualidade dos frutos e agregando diferenciais atrativos para a compra", salienta.

Conheça os alguns dos lançamentos

Os produtores já podem encontrar no mercado as novas variedades indicadas para cultivo durante o período mais quente do ano. Dentre eles, estão alguns destaques, como: os tomates de alta performance Pietra, Grazianni, Ravena e Carina Star; os pimentões super resistentes Taurus e Camaro; a abobrinha com excelente durabilidade pós-colheita Adele; e o produtivo pepino Racer.

Todas estas novidades e outras 80 variedades puderam ser conferidas por mais de 1.300 produtores, distribuidores e demais profissionais ligados à horticultura durante o Sakata Sum Day, evento inédito com foco em solanáceas e cucurbitáceas, realizado pela Sakata entre os dias 21 e 24 de novembro, em Bragança Paulista, interior de São Paulo.
 

TOMATES

Os novos híbridos de tomates da Sakata possuem performance superior em relação às demais variedades já existentes no mercado.

Tomate Pietra (Segmento: Salada)

- Genética adaptada ao cultivo em clima tropical e úmido.
- Resistência a manchas e rachaduras nos frutos.
- Textura firme e grande conservação pós-colheita, ideal para transporte a longas distâncias.

Tomate Grazianni (Segmento: Italiano)

- O maior índice de produtividade do segmento.
- Versátil, foi desenvolvido para atender dois tipos de produção: em campo aberto, nas áreas com alta pressão de viroses, e também em cultivo protegido.

Tomate Ravena (Segmento: Italiano)

 - Variedade do tipo premium
- Genética adaptada ao clima tropical e úmido

Tomate Carina Star (Segmento: Santa Cruz)

- Versão aprimorada do já conhecido tomate Carina TY, eleito o melhor tomate do país na categoria redondo pelo Concurso de Melhor Tomate de Mesa do Brasil (2015).
- Possui plantas rústicas, que garantem segurança de cultivo em períodos chuvosos, evitando perdas.
 

PIMENTÕES

Os novos pimentões chegam ao mercado com um pacote de resistências revolucionário, possibilitando uma produção muito mais segura e com menor uso de agroquímicos.

Pimentão Camaro (Amarelo)

- Pimentão Amarelo tipo Retangular do mercado resistente à Leveillula taurica (Oidiopsis) – o grande vilão da produção em estufa no Brasil –, que combinado com a resistência à PVY, oferece um pacote de proteção inédito.
- Ótima produtividade em diferentes condições de clima e solo.
- Frutos uniformes, de paredes grossas, com grande durabilidade pós-colheita.

Pimentão Taurus (Vermelho)

- O único pimentão vermelho tipo Retangular do mercado resistente à Leveillula taurica (Oidiopsis) – o grande vilão da produção em estufa no Brasil –, que combinado com a resistência à PVY, oferece um pacote de proteção inédito.
- Ótima produtividade em diferentes condições de clima e solo.
- Frutos uniformes, de paredes grossas, com grande durabilidade pós-colheita.
 

ABOBRINHA

A mais recente variedade da linha de abobrinhas Caserta visa proporcionar dois benefícios simultaneamente: alta qualidade de frutos e resistência a viroses.

Abobrinha Adele

- Sua arquitetura de planta simplifica o trabalho do produtor com as pulverizações e a colheita.
- Possui plantas eretas e firmes, que evitam que os frutos toquem o solo, inibindo a formação de manchas e a entrada de doenças.
- Possui pacote de resistências completo, garantindo segurança ao produtor.
 

PEPINO

Pertencente ao segmento Aodai, é um híbrido que possui ótimo desempenho nas mais diferentes condições climáticas.

Pepino Racer
- Possui plantas bem vigorosas e rústicas, suportando as intempéries do clima.
- Frutos uniformes, de coloração verde escura brilhante, com poucos espinhos.




MyPress & Co.
imprensa@mypress.com.br
(19) 3304-4833 | (19) 3304-6622

Jornalistas Responsáveis:
Isabella Monteiro
isabella@mypress.com.br
(19) 9 7410-1620

Daniela Mattiaso
daniela@mypress.com.br
(19) 9 8291-9444

+ LIDAS NOS ÚLTIMOS 30 DIAS

Arquivo do blog