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quarta-feira, agosto 27, 2014

União dos Juristas Católicos de São Paulo adverte: Teremos péssimas surpresas após as eleições na eventualidade da vitória da presidente Dilma Rousseff


A União dos Juristas Católicos de São Paulo (UJUCASP) prevê que após as eleições, na eventualidade da reeleição da presidente Dilma Rousseff, os brasileiros serão surpreendidos com uma nova portaria do Ministério da Saúde regulamentando o aborto nos hospitais conveniados com o SUS.



A advertência foi realizada durante a reunião ordinária da entidade, que ocorreu na manhã de segunda-feira, 9.



Segundo o Dr. Ives Gandra Martins, presidente da entidade católica que atualmente reúne 80 sócios entre desembargadores, juízes e advogados, “não devemos nos iludir com a revogação da portaria 415 por parte do Governo Federal, que pressionado pela má repercussão política da medida, atuou em modo de evitar desgaste político eleitoral”.

Existem atualmente em trâmite no Congresso Legislativo cerca de seis diferentes projetos de lei que visam regulamentar a matéria do aborto no Brasil. Em parte, o efeito político negativo se deu porque a Portaria 415 do Ministério da Saúde foi baixada a revelia do debate que ocorre no Legislativo. “Na eventualidade de ser veiculada nova portaria após as eleições, os projetos em tramitação no Congresso Nacional simplesmente perderão relevância em face do fato consumado, sem passar pelo necessário debate público”, explicou o jurista.


Escolas e hospitais católicos correm risco de extermínio
Outro tema que foi levantado durante o encontro foi os efeitos do Decreto 8.242, da presidente Dilma Rousseff, sobre as escolas, universidades, hospitais e demais instituições privadas não lucrativas, e que, pelo seu caráter assistencial, gozam do direito constitucional de imunidade de taxas e impostos, tais como IPTU, IPI, ICMS e Imposto de Renda.

Segundo os juristas, o decreto presidencial dificulta a aplicação destes direitos constitucionais, colocando em risco a existência dessas instituições que, sem essas imunidades tributárias, não conseguem sobreviver. O resultado final é o prejuízo do bem-estar social da população carente, maior beneficiária dos serviços prestados por essas instituições que atuam, sobretudo, nos setores da educação e da saúde.

Segundo o Dr. Sergio Arcury, ex-presidente da Ação Paulista de Estabelecimentos de Ensino Médio, cerca de 6 mil instituições de ensino tiveram que fechar as suas portas, nos últimos anos, em todo o Brasil.

Além disso, quase todas as Santas Casas atualmente sobrevivem subsidiadas pelos Governos Estaduais, já que o Governo Federal há 19 anos não atualiza os valores pagos pelo SUS pelos procedimentos realizados nos hospitais conveniados. Significa dizer que as Santas Casas de Misericórdia recebem hoje, por qualquer cirurgia que realizam, o mesmo valor que recebiam há duas décadas. 


Na visão dos juristas, O decreto 8.242 também atenta contra a democracia, já que substitui o Congresso Nacional na edição de lei complementar para definir os limites do gozo das imunidades tributárias.

CNBB aconselha que todo verdadeiro cristão e verdadeiro católico NÃO DEVE VOTAR em Dilma Rousseff


A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou uma carta na última segunda-feira na qual pede que os fiéis não votem na candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff.



Leia a carta na íntegra:

"Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus

"Com esta frase Jesus definiu bem a autonomia e o respeito, que deve haver entre a política (César) e a religião (Deus). Por isto a Igreja não se posiciona nem faz campanha a favor de nenhum partido ou candidato, mas faz parte da sua missão zelar para que o que é de "Deus" não seja manipulado ou usurpado por "César" e vice-versa.

"Quando acontece essa usurpação ou manipulação é dever da Igreja intervir convidando a não votar em partido ou candidato que torne perigosa a liberdade religiosa e de consciência ou desrespeito à vida humana e aos valores da família, pois tudo isso é de Deus e não de César. Vice-versa extrapola da missão da Igreja querer dominar ou substituir-se ao estado, pois neste caso ela estaria usurpando o que é de César e não de Deus.

"Já na campanha eleitoral de 1996, denunciei um candidato que ofendeu pública e comprovadamente a Igreja, pois esta atitude foi uma usurpação por parte de César daquilo que é de Deus, ou seja o respeito à liberdade religiosa.

"Na atual conjuntura política o Partido dos Trabalhadores (PT) através de seu IIIº e IVº Congressos Nacionais (2007 e 2010 respectivamente), ratificando o 3º Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH3) através da punição dos deputados Luiz Bassuma e Henrique Afonso, por serem defensores da vida, se posicionou pública e abertamente a favor da legalização do aborto, contra os valores da família e contra a liberdade de consciência.

"Na condição de Bispo Diocesano, como responsável pela defesa da fé, da moral e dos princípios fundamentais da lei natural que - por serem naturais procedem do próprio Deus e por isso atingem a todos os homens -, denunciamos e condenamos como contrárias às leis de Deus todas as formas de atentado contra a vida, dom de Deus,como o suicídio, o homicídio assim como o aborto pelo qual, criminosa e covardemente, tira-se a vida de um ser humano, completamente incapaz de se defender. A liberação do aborto que vem sendo discutida e aprovada por alguns políticos não pode ser aceita por quem se diz cristão ou católico. Já afirmamos muitas vezes e agora repetimos: não temos partido político, mas não podemos deixar de condenar a legalização do aborto. (confira-se Ex. 20,13; MT 5,21).

"Isto posto, recomendamos a todos verdadeiros cristãos e verdadeiros católicos a que não dêem seu voto à Senhora Dilma Rousseff e demais candidatos que aprovam tais "liberações", independentemente do partido a que pertençam.

"Evangelizar é nossa responsabilidade, o que implica anunciar a verdade e denunciar o erro, procurando, dentro desses princípios, o melhor para o Brasil e nossos irmãos brasileiros e não é contrariando o Evangelho que podemos contar com as bênçãos de Deus e proteção de nossa Mãe e Padroeira, a Imaculada Conceição.

Dom Luiz Gonzaga Bergonzini"

QUEM MATOU EDUARDO CAMPOS: Para o BRAVO POVO PERNAMBUCANO foi a MÁFIA DO PT que matou Eduardo Campos






A investigação sobre as causa do acidente que matou o ex-candidato do PSB à Presidência da República Eduardo Campos ainda não tem data para ser concluída. Mas, para grande parte da população pernambucana, a tragédia já tem uma explicação: trata-se de um “atentado”. Essa, pelo menos, é a versão que corre no cemitério onde o socialista foi enterrado, nas praias, nas esquinas, em escritórios do Recife. E não foi por outro motivo que a palavras mais repetida, aos gritos, por pessoas durante todas as cerimônias fúnebres do ex-governador foram: “Justiça, justiça!”.


O GLOBO ouviu 30 pessoas em quatro bairros da capital, e apenas duas não compartilham da mesma suspeita, que intriga os pernambucanos desde a última quarta-feira. A equipe ouviu conversas espontâneas no meio das ruas e abordou também pessoas de todas as classes sociais. Não há limite para procurar culpados. As pessoas apontadas como “responsáveis” vão da presidente Dilma Rousseff à “máfia do PT”. De alguém “muito invejoso” à ex-senadora Marina Silva, candidata a vice quando houve a tragédia. 


‘FOI A MÁFIA DO PT’
Ambulante na praia de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, onde vende cerveja e refrigerantes, Francisco Tenório gritava à beira mar, na segunda feira: —Vou dizer uma coisa a vocês. É muito estranha a morte de Eduardo Campos. Ele era um grande guerreiro. Quem matou foi Dilma, foi o PT. Nós somos fiéis a Eduardo. O avô dele, Miguel Arraes, era nosso amigo. Eu garanto, quem matou Eduardo foi a máfia do PT. Vamos escolher um novo presidente — dizia. 

Professora universitária aposentada, Maria Helena Cruz de Oliveira também já formou sua opinião. Ela só falava no assunto, ao chegar logo cedo em um salão de estética, no bairro do Rosarinho: — Eu acho que foi sabotagem. Esse negócio de caixa preta que só gravou as conversas de outro voo, para mim, não passa de enrolada. Pode ser até que o acidente tenha sido de verdade. Mas na minha mente, foi uma coisa programada mesmo. Claro que há muito interesse no desaparecimento de Eduardo, inclusive de partidos contrários a ele, como o PT — afirmou ela.

‘FOI ALGUM LOUCO’
Irmãs, Maria Cordeiro das Neves e Aládia Neves, que trabalham em um salão de beleza, informaram que a maior parte da clientela também acredita na hipótese de sabotagem. Da mesma ideia, compartilham as duas: — Acho que houve, sim, sabotagem. Algum louco. Não acredito que foi só um acidente e Deus permita que eu esteja enganada — suspeita Aládia. – Para mim, também houve alguma coisa estranha. A forma como descreveram o acidente... Parecia até um traque de massa estourando no ar — disse Maria, comparando o avião ao fogo junino.


‘FOI UM ASSASSINATO’
Eleitora do ex-presidente Lula por duas vezes e de Dilma Rousseff no último pleito presidencial, a dona de casa Maria do Carmo (ela não quis dizer o sobrenome) se preparava para votar em Eduardo para presidente em 2014. E não escondia a tristeza e a suspeita: — Foi uma perda que os brasileiros e pernambucanos só têm a lamentar. Para mim, foi um assassinato. Não quero culpar ninguém, mas o ser humano morre de inveja de quem tem sucesso. Eduardo Campos era uma estrela que ia subir muito. Na minha rua, na minha família, por onde ando, é unanimidade. Se você for conversar, vai dar 99,9% de pessoas que pensam que foi um atentado. Meu sonho agora é que se descubra quem fez isso— afirmou ela. Maria do Carmo esteve no domingo no cemitério de Santo Amaro, onde o socialista foi sepultado. 


‘OLHO GRANDE’ 
Ainda há pessoas que atribuem o acidente ao “olho grande”, como foi o caso da dona de casa Maria das Dores da Silva. Ela mora em uma comunidade que fica às margens do rio Capibaribe: — Mataram aquele homem. O avião não ia cair assim. Foi alguém com olho grande. Ele era humilde, falava com todo mundo, dizia que ia fazer mudanças, uma pessoa simples. Para mim, o acidente foi provocado — disse ela, enquanto sua fala era aprovada por duas outras vizinhas, no bairro de Dois Irmãos. 

Até mesmo o Arcebispo da Arquidiocese de Olinda e Recife, Dom Fernando Saburido, tocou no assunto, durante a homília da missa de corpo presente no velório, no Palácio do Campo das Princesas: — Como isto é algo que parece tão incompreensível para muitas pessoas, não só podemos como temos até que perguntar de que maneira tudo isto aconteceu — disse ele no domingo.
Dúvidas também circulam até no Palácio do Governo, onde os restos mortais de Eduardo foram velados: — Quando penso no que aconteceu, os indícios aparecem divididos na minha cabeça. 50%do que penso é que houve um acidente, mas os outros 50% me induzem à hipótese de atentado — disse Manoel Messias, assessor do governador João Lyra Neto (PSB).

‘QUEM TERIA O INTERESSE?’
Para o ex-secretário de Imprensa do então governador Eduardo Campos, Evaldo Costa, só resta às autoridades uma alternativa: — A Polícia Federal, o governo federal, a Aeronáutica não podem economizar nenhum esforço na investigação. Porque o que ocorreu envolve o sonho da população, a segurança da aviação. Quem, enfim, teria interesse em matar Eduardo Campos? Seja acidente ou atentado, o que não pode é que as autoridades brasileiras deixem que nos restem dúvidas sobre isso — disse. 

O aposentado Fernando Laime também desconfia: — Alguém cortou o seu sonho no meio do caminho. Ao meu ver, foi um atentado. Até porque é muito estranho o que ocorreu com a caixa-preta — disse.

‘NÃO FOI MARINA?’
Alguns, como uma faxineira, chegam a levantar hipóteses absurdas. — E não foi Marina? Ela era a mais interessada, porque agora a candidata vai ser ela.

A esteticista Ilusca Estefânia da Silva não acredita em atentado. — Pelo que o povo está pensando, as pessoas interessadas na morte dele seriam os candidatos Dilma e Aécio. Mas os dois só têm a perder com a morte de Eduardo. Porque Marina passa na frente de Aécio, e tem chance de chegar ao segundo turno. Logo, nem mesmo teoricamente, haveria interesse por parte dos dois outros candidatos na morte dele. Falam que era o tipo de combustível usado no avião. Realmente só as autoridades podem explicar o que aconteceu.

Fonte: Blog do Coronel com informações do O Globo

terça-feira, agosto 26, 2014

BLOG DO CORONEL: Diretor preso da Petrobras pode derrubar Dilma com delação premiada



Dilma cada vez mais cercada pela corrupção na Petrobras. Na foto, José Sérgio Gabrielli, que já tem os seus bens bloqueados pelo TCU recebe um carinhoso autógrafo de Dilma, que é observada por Graça Foster, que está sendo defendida com unhas e dentes pela presidente depois de cometer burla transferindo seus bens para os filhos. Atrás de Dilma, o diretor preso da Petrobras, Paulo Roberto Costa, preso por corrupção bilionária na Petrobras e que, agora, ameaça Dilma com delação premiada. Dilma era a última palavra na compra fraudulenta de Pasadena, pois era a presidente do Conselho de Administração da Petrobras. Ufa!


O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa aceitou fazer na tarde desta sexta-feira (22) uma delação premiada com procuradores que atuam na Operação Lava Jato, da Polícia Federal, para deixar a prisão. A decisão sobre a delação ocorreu no mesmo dia em que a Justiça autorizou operações de busca e apreensão em 13 empresas no Rio de Janeiro que pertencem a uma filha, um genro e um amigo de Costa. 

Delação premiada ou colaboração com a Justiça é um recurso no qual um réu fornece informações para a Justiça em troca de uma pena menor. No caso de Costa, sua família quer que ele deixe a prisão o mais rapidamente possível. Uma nova advogada, especializada em delação premiada, foi enviada pela família a Curitiba para discutir os termos da delação. Beatriz Catapreta, a defensora escolhida pelos familiares, já cuidou da colaboração dos doleiros Raul Srour e Richard Andrew de Mol van Otterloo. 

O advogado que defendia Costa, Nelio Machado, deixou o caso por discordar da estratégia da família. "A defesa do Paulo Roberto é absolutamente viável. Estão trocando uma defesa certa por uma aventura", disse Machado à Folha.

O ex-diretor da Petrobras foi preso pela segunda vez no dia 11 de junho, após as autoridades da Suíça informarem a Justiça brasileira que ele tinha contas com US$ 23 milhões naquele país. Ele havia sido preso inicialmente em 20 de março sob acusação de ocultar provas, mas foi liberado 59 dias depois por decisão do ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal. 

Costa foi diretor da Petrobras entre 2004 e 2012, período em que a estatal começou uma de suas maiores obras, a refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, que já consumiu US$ 18,5 bilhões (R$ 42,2 bilhões). Ele é réu em uma dos processos sob acusação de ter superfaturado contratos da refinaria e o valor a mais pago teria retornado a ele como suborno. 

O doleiro Alberto Youssef, preso junto com Costa, é acusado de cuidar da lavagem do dinheiro recebido como suborno. A Folharevelou no dia 10 de agosto que Youssef também queria colaborar com a Justiça por não ver saída jurídica possível para o seu caso. Ele é réu em 12 processos e pode ser condenado a mais de cem anos de prisão. No caso de Youssef, porém, havia resistência dos procuradores porque eles não confiam no doleiro.

Fonte: Blog do Coronel com info da Folha de São Paulo

Senador Romero Jucá (PMDB-RR) muda de lado, diz que Dilma é 'socialista' e pede voto em Aécio


Por Guilherme Balza no UOL, em 15/08/2014



Líder do governo no Senado nas gestões de Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva, o senador Romero Jucá (PMDB-RR) mudou de lado e já prega abertamente voto em Aécio Neves (PSDB) contra a presidente e, por consequência, contra o presidente do PMDB e candidato a vice-presidente na chapa, Michel Temer.

Na noite da última quarta-feira (13), data da morte de Eduardo Campos, Jucá participou de um evento organizado pelo Corecon-RR (Conselho Regional de Economia de Roraima), em Boa Vista. O áudio do discurso de Jucá foi divulgado pela "Rede Brasil Atual".

No encontro, o senador fez um discurso de mais de 40 minutos recheado de críticas às opções ideológicas e ao modo de condução da economia do governo Dilma. Também prometeu se empenhar para que a vantagem da petista sobre Aécio na região Norte seja reduzida. É a primeira vez que o líder pemedebista declara voto no candidato tucano.

"Fui líder do FHC, líder do Lula e líder no começo do governo da Dilma, mas sou economista. Vou dizer a vocês com muita sinceridade: do jeito que o governo tá tocando a economia não voto no PT, não voto na Dilma", disse. "A gente tinha duas opções de voto: era o Aécio e o Eduardo. Hoje perdemos uma. Não quero influenciar ninguém, mas eu vou falar meu voto. Eu vou votar no Aécio", afirmou.

Jucá afirma que Aécio já supera as intenções de voto de Dilma no Sul e Sudeste, mas perde com folga no Nordeste, Norte e Centro-Oeste. "Onde é que a Dilma tá ganhando? Essa diferença tá onde? No Nordeste, que tá 51% [para Dilma] a 16% [para o Aécio]. Vai ter que diminuir a diferença. E no Centro-Oeste e no Norte, que é 25 pontos a diferença em prol dela. Se depender de mim, Roraima vai diminuir um pouco essa vantagem", afirmou.

O senador disse que "tem conversado com Aécio" e, no caso de vitória tucana, já há tratativas para que sejam ajustadas as legislações de PPP (Parceria Público-Privadas) e de licitação e para que seja resolvido o "problema da legislação de licença ambiental". O parlamentar defendeu também que o Brasil lance um grande programa de concessões em 2015.
Nova mudança de lado

Jucá também foi líder do governo no Senado no governo de Fernando Henrique Cardoso. Em 2003, após a vitória de Lula, o senador trocou o PSDB pelo PMDB e tornou-se vice-líder do governo na Corte. Com o PT no poder, foi líder no Senado entre 2006 e 2012, nas gestões de Lula e Dilma.

"As pessoas me dizem: 'como você conseguiu ser líder dos governos FHC, Lula e Dilma? É porque vocês sempre tá do lado do governo?'. Não. Eu tenho uma vantagem. Me especializei em ouvir as pessoas e buscar soluções. Sou especialista em buscar convergência. Quando tem um bando gente brigando, eu procuro tirar alguma coisa boa de cada um e construir uma solução. Por isso fui líder de todos esses governos", afirmou.

Lula 'capitalista', Dilma 'socialista'
Para Jucá, é preciso diferenciar os governos Lula e Dilma. "Lula fazia, ou faz, um discurso social, às vezes quase socialista, na divisão de renda, nos predicados que buscam igualdade, mas a prática dele é capitalista."

"No governo da Dilma, essa linha deu uma guinada. E por que essa linha deu uma guinada? Porque a Dilma tem um discurso socialista e a prática dela é socialista. Você tem um governo ideológico na forma de comandar a economia. E ideologia, centralização, estatização não combina com o capitalismo. Isso dá certo na Albânia, no Cazaquistão, em alguns lugares onde a visão é outra", criticou.

O senador disse ainda que está "cansado de pegar leis" vindas do governo e "ter que me meter, mudar". "Eu digo a vocês: é pouca gente ali [no Senado] que sabe o que está fazendo. Normalmente as pessoas votam ali sem saber. Quando você chega na Câmara então... É uma loucura!"

Jucá afirmou ainda que o PT reduz a produtividade do empresário porque quer "aumentar direitos sociais". "Estamos discutindo aqui, no mercado nacional, a competitividade do produto brasileiro com o produto chinês, que não tem [pagamento de] INSS, licenciamento ambiental, que não tem nenhum tipo de custo direto."

A reportagem telefonou para Jucá, mas ele não atendeu o celular. A assessoria de imprensa da campanha de Dilma foi procurada, mas informou que não há interesse em comentar as críticas do senador.

UCHO.INFO: O PT simplesmente ignora os mais básicos conceitos de planejamento




Lixa grossa – Impulsionada por sua conhecida desfaçatez, Dilma Vana Rousseff, candidata à reeleição, não se envergonha de tentar justificar os erros de seu desgoverno tomando como base a era FHC, mesmo depois de o PT estar no poder central há quase doze anos. Sem citar nomes, Dilma, a primeira invencionice de Lula, surgiu no programa eleitoral petista para falar de planejamento e execução.

À frente de um governo paralisado que sangra na esteira da incompetência de seus integrantes, Dilma Rousseff ousou dizer que o Brasil “perdeu durante anos a capacidade de planejar e executar”. A perda dessa capacidade dominou a cena nacional desde a chegada de Luiz Inácio da Silva, o apedeuta lobista, ao Palácio do Planalto. Basta conferir as lambanças patrocinadas pelos petistas na última década, sem contar os muitos escândalos de corrupção.

Não é de hoje que o ucho.info afirma que o PT simplesmente ignora os mais básicos conceitos de planejamento, o que pode ser conferido facilmente nas ruas das grandes cidades brasileiras, onde intermináveis frotas de carros particulares fazem da chamada mobilidade urbana uma descomunal utopia. Fora isso, essa enxurrada de carros novos que Lula e Dilma despejaram no País, de norte a sul, ajudaram a quebrar a Petrobras, que foi obrigada a saquear os próprios cofres para importar gasolina e abastecer o mercado interno, cada vez mais ávido por combustível fóssil.

A sandice maior que brotou da participação de Dilma no segundo programa eleitoral do PT foi a afirmação “a cada dia isso vai ficando no passado”. Ou seja, a presidente-candidata tentou vender aos incautos brasileiros a ideia de que, junto com a “companheirada” bandoleira, ela e Lula conseguiram deixar para trás a incapacidade do governo de planejar e executar. Há no País um sem fim de obras paralisadas e outras tantas que continuam apenas no papel, mas a candidata petista insiste em posar como Aladim de saia.

Dilma, Lula e a horda de seguidores deveriam deixar de lado esse discurso populista, mentiroso e boquirroto, pois o prazo de validade do PT venceu há muito tempo. O Brasil está literalmente paralisado, enquanto que os estragos produzidos pelo PT exigirão pelo menos cinco décadas de esforços continuados para serem reparados. Esse é o legado do partido que nos últimos onze anos e meio se dedicou intensamente à política quadrilheira.

Fonte: Ucho.info

PAULO CASTELO BRANCO: A MORTE DE EDUARDO E O ENTERRO DO PT




Como tudo na vida, a morte, sendo inevitável, provoca reações emotivas ou mesquinhas que transformam opiniões variadas sobre o morto. Depois do rompimento de Eduardo Campos com o governo, muitos ex-companheiros expressaram a sua frustração ao perder o líder regional que se apresentava como o novo, honesto, diligente, articulador e chefe de família exemplar.

As virtudes do candidato só eram reconhecidos em ambientes restritos e no seu estado natal onde se destacou e foi aprovado pela maioria dos pernambucanos. Quando Eduardo decidiu concorrer à presidência da República, os dirigentes do PT insistiram para que ele esperasse 2018, quando poderia ser apoiado pelo partido. Eduardo tinha pressa e saiu às ruas em busca do voto daqueles cansados da corrupção e descontrole da máquina pública.

Quase todos adversários na disputa reconheciam as qualidades do candidato, no entanto, consolidada a sua escolha pelo PSB para a disputa majoritária, imediatamente, os petistas começaram a acusá-lo de traição; de nada adiantou; Eduardo trabalhava dia e noite e assustava seus antigos aliados.

A campanha mais intensa seria o momento ideal para a divulgação das vantagens de Eduardo que, surpreendentemente, se aliou a Marina Silva com o discurso de mudança, unindo eficiência com sustentabilidade; infelizmente, o imponderável se apresentou, e tudo mudou!

Os planos de derrubada da candidatura socialista foi interrompido, e líderes petistas surgiram na mídia cantando loas ao adversário. Nos dias de luto, as boas referências e o carinho, antes recusado pelos ex-aliados, voltaram com intensidade como se fossem verdadeiros. Os falsos discursos feitos perante à urna funerária se tornarão, na campanha, boca de urna.

A realidade é que a situação da candidatura do governo se complicou. A coligação que apóia a reeleição da presidente perdeu o rumo e precisou recorreu ao seu grande líder para pedir votos, apelando para histórias da carochinha que já não se sustentam perante a maioria dos eleitores. A afirmação de que o segundo governo da era petista foi melhor do que o primeiro não é verdadeira, ao contrário, ao inventar uma candidata sem experiência eleitoral e sem capacidade de articulação política causou o desastre em que se transformou a economia do país e na desilusão que domina o povo brasileiro.

A medíocre administração pública, consequência do aparelhamento da máquina burocrática e da incompetência dos gestores, desvendou o mistério de um país que melhora, mas que está sempre na rabeira das nações em desenvolvimento.

A vontade de manter o poder a qualquer preço, diferentemente da propaganda, tem preço e está sendo, agora, cobrado. Os programas políticos que começam a ser apresentados no rádio e televisão não serão suficientes para modificar o que todos já sabem: as milhares de obras prometidas e anunciadas, como quase prontas, estão paralisadas por falta de recursos, ou por decisões do Poder Judiciário e do Tribunal de Contas da União.

Na campanha, o governo cata canteiros de obras para mostrar o andamento; logo a seguir, a oposição mostra as mesmas obras inacabadas. É fato que num país das dimensões do Brasil é difícil não apontar o certo e o errado, mas o que interessa é que o cidadão não está satisfeito com o governo, além de estar submetido a um verdadeiro toque de recolher pela insegurança que nos assola. Os números do desemprego oscila mensalmente e, em comparação com o ano anterior, apresenta tendência de baixa.

Os escândalos de corrupção que estão destruindo a Petrobrás, a nossa mais importante empresa, são estarrecedores com o envolvimento de dirigentes e doleiros em operações ilegais de transferência de dinheiro e imóveis.

Por outro lado, na base, são descobertos políticos com mandato, acusados de ligação com organizações criminosas e participação em atos de violência entre torcidas de futebol. É este descontrole moral que, mais uma vez, está enterrando o Partido dos Trabalhadores, que tem, depois de tanta gente presa, renascido como fênix, até quando não se sabe.

Fonte: Diário do Poder

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