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quarta-feira, fevereiro 26, 2014

Rachel Sheherazade: Fama e Lama

Direto do blog oficial da jornalista Rachel Sheherazade




Interessante esse súbito acesso de moralismo dos brasileiros... A gente pode até não gostar – e eu, particularmente, detesto essa imagem nociva que os estrangeiros têm do Brasil e das mulheres brasileiras. 

Mas, essa foi a imagem que nós mesmos cultivamos: as passistas de tapa-sexo, as funkeiras sensuais, as sereias nas praias com seus sumários biquinis fio dental. 

O Brasil sempre se vendeu como o país do futebol, do carnaval, da sensualidade, do sexo fácil. Não é à toa que somos um dos principais destinos mundiais do hediondo turismo sexual. 

Fizemos a fama e agora repudiamos a lama. 

Não é possível censurar sensualidade na Copa e continuar vendendo prostituição no Carnaval. Isso é hipocrisia! 

Se queremos que o mundo nos enxergue com outros olhos, temos que mudar a forma como nós tratamos e retratamos as mulheres. 

Quem exige respeito, tem que, primeiro, se dar ao respeito!

SOCIEDADE MILITAR: Dilma faz declarações INCRIVELMENTE demagógicas sobre a crise na Venezuela

Em Bruxelas, além de dizer que ela e Lula não tem nenhum tipo de conflito - o que indica exatamente o contrário - instigada por repórteres, a presidente brasileira resolveu também falar algumas coisas sobre a crise atravessada pela Venezuela.
 
Pra começar, logo de cara uma mentira deslavada. Ela disse. “Não cabe ao Brasil discutir a História da Venezuela nem o que ela deve fazer, pois iria contra o que defendemos em termos de politica externa. Não nos manifestamos sobre a situação interna dos países”.
 
Pode-se até defender da "boca pra fora" essa não intromissão, mas de fato não é isso que acontece quando um líder do bloco esquerdista é ameaçado. Só quem tem uma memória curtíssima não se lembrará da intromissão absurda do Brasil nas questões de Honduras e Paraguai. Aliás, no segundo caso, o governo brasileiro se intrometeu tanto que conseguiu, numa trama irresponsável, junto com o governo da Venezuela, suspender o Paraguai do Mercosul e enfiar a República Bolivariana no bloco.
 
A presidente disse ainda: “Para o Brasil, é muito importante que se olhe sempre a Venezuela do ponto de vista dos efetivos ganhos que eles tiveram nesse processo em termos de educação e saúde para o seu povo”. Como assim? Isso parece conversa pra boi dormir. Não se olha ninguém somente por suas virtudes, então os caras de lá acabam com o Senado, arrasam com a economia e armam milícias pra calar a boca dos insatisfeitos, e o Brasil fecha os olhos pra tudo de ruim que acontece, enxergando apenas as escolas e clínicas que Maduro abriu?
 
Infelizmente é assim mesmo, sem querer ela revelou algo do caráter da esquerda sul americana. Basta estar alinhado com o bloco de Castro, Lula e Dilma para que aos seus olhos todos os seus erros e defeitos desapareçam como por encanto.

terça-feira, fevereiro 25, 2014

REINALDO AZEVEDO: A fala indecorosa de Dilma sobre a Venezuela, a Ucrânia, a democracia etc.

BRILHANTE ARTIGO DO REINALDO AZEVEDO


A presidente Dilma Rousseff resolveu fazer nesta segunda, em Bruxelas, algumas reflexões sobre a Venezuela e a Ucrânia. Antes tivesse ficado calada. Há momentos em que o silêncio é uma verdadeira poesia. Dilma falou bobagem; sugeriu que, em certas circunstâncias, a ditadura pode ser até tolerável; tentou omitir o óbvio apoio que seu governo dá à Venezuela e evidenciou por que a liderança regional do Brasil é pífia. Sei que é patético e que parece piada, mas Dilma está um tanto a reboque de Nicolás Maduro, o psicopata venezuelano — quando, é evidente, deveria de posicionar como líder da maior economia da América Latina. Uma lástima.

Convidada pelos jornalistas a falar sobre a situação da Venezuela e se o Brasil se dispunha a fazer alguma forma de mediação, a presidente saiu-se com a cascata de que o país latino-americano vive uma situação completamente “díspar” da Ucrânia, onde o Parlamento depôs o presidente Viktor Yanukovich, na sequência de protestos que mataram pelo menos 82 pessoas.

O fantasma da Ucrânia está assombrando alguns tiranetes latino-americanos, daí esse esforço de Dilma para ser a Fada Sininho de Maduro. Deixem-me ver se consigo ser didático. De fato, a situação é diferente: Yanukovich foi eleito num pleito considerado, então, democrático e limpo — à diferença o maluco venezuelano.

A parte, digamos, “europeia” da Ucrânia se revoltou com a tutela econômica e, em certa medida, política que a Rússia exerce no país e foi às ruas, recorrendo — e é bom que isto fique muito claro — a métodos bastante violentos de contestação. Numa reação brutal e estúpida, a polícia foi produzindo cadáveres. E a crise chegou aonde chegou. Mas que se note: a Ucrânia, perto da Venezuela, era um exemplo de democracia.

Então, senhora presidente, não há dúvida de que são situações muito distintas: a Venezuela é uma ditadura.
Indagada sobre o cerceamento à imprensa no país vizinho, Dilma se limitou a exaltar os compromissos do Brasil com a liberdade de expressão, o que absolutamente não estava em questão. O tema era a Venezuela.

Numa declaração que vem a ser o exato oposto da verdade, afirmou: “Eles [a Venezuela] têm uma história. Não cabe ao Brasil discutir o que a Venezuela tem a fazer, até porque seria contra a nossa política externa. Não nos manifestamos sobre a situação interna de nenhum país. Não nos cabe isso.”

Mentira! Quando a pequena Honduras depôs o pilantra Manuel Zelaya, seguindo à risca a sua Constituição, Lula, em companhia de Chávez, chegou a incentivar a guerra civil. Quando, também segundo os rigores da lei, o Paraguai depôs Fernando Lugo, o governo Dilma retaliou suspendendo o país do Mercosul — aproveitando a janela, de forma indecorosa, para abrigar a Venezuela no bloco. Então é falsa a afirmação de que o Brasil não se mete na realidade interna dos outros países. Interfere, sim, quando se trata de proteger seus aliados ideológicos.

Agora mesmo, diante da crise venezuelana, com milícias assassinando pessoas nas ruas, o que disse o governo brasileiro? Afirmou que a sua posição é aquela expressa pelo Mercosul. E o que afirmou o comunicado do bloco, cuja presidência rotativa está com a Venezuela? Chamou os protestos da oposição de “ações criminosas de grupos violentos que querem espalhar a intolerância e o ódio”. Logo, o Brasil está chamando a oposição venezuelana de criminosa. Não se está diante de uma escancarada interferência nos problemas internos de um outro país?

Ainda mais indecoroso
Dilma disse algo ainda mais indecoroso:
“Para o Brasil, é muito importante que se olhe sempre a Venezuela do ponto de vista dos efetivos ganhos que eles tiveram nesse processo em termos de educação e saúde para o seu povo”.

Como é que é?

Ainda que a Venezuela fosse realmente um exemplo a ser seguido nessas duas áreas — é mais uma das mistificações das esquerdas latino-americanas —, o que Dilma está no dizendo é que, para o Brasil, a questão democrática perde importância diante dos tais ganhos sociais. Ora, quem acredita nisso — e acho que a gente não tem por que duvidar da crença de Dilma nessa barbaridade; afinal, ela tem uma história… — está fazendo uma confissão: a presidente da República Federativa do Brasil está afirmando que ganhos em saúde e educação podem compensar a falta de democracia.

Não por acaso, o Brasil se tornou um importador de escravos cubanos, não é mesmo?

Numa fala em que nada está certo, a referência que fez ao Brasil não tinha como sair redonda. Para demonstrar o compromisso do Brasil com a democracia, lembrou que, “nas manifestações de junho, não houve nenhuma repressão…”. É, de fato, o governo federal ficou apenas assistindo, com um ministro ou outro, como José Eduardo Cardozo e Gilberto Carvalho, insuflando… Quem teve e tem de arcar com o peso da repressão ao vandalismo são os governos estaduais.

Por Reinaldo Azevedo

segunda-feira, fevereiro 24, 2014

Brasil perde terreno na área de biotecnologia


BRASÍLIA - Por falta de investimentos em pesquisa e desenvolvimento de produtos, o Brasil pode perder a chance de liderar uma nova onda de crescimento mundial. Depois da fase de expansão da tecnologia digital, a indústria se prepara para a etapa da biotecnologia. Como o país detém um terço da biodiversidade do planeta, poderia capitanear o processo. No entanto, falta dinheiro para esses investimentos.
Financiamento para pesquisas iniciais até existe. O BNDES nunca investiu tanto: R$ 5,2 bilhões, mas que representam menos de 3% do total emprestado em 2013. Além disso, a demanda por recursos é muito maior. Os editais abertos do programa governamental Inova Empresa destinaram R$ 9,2 bi para projetos. A procura foi de R$ 17,4 bilhões.

Piora em ranking de inovação
A maior preocupação é a alta mortalidade de projetos na fase de testar se o produto pode ser feito em escala, a etapa mais arriscada e cara. Muitos empresários desistem aí. Em países como Alemanha e França, o Estado doa dinheiro nessa hora. Aqui no Brasil, apenas 4% dos recursos do Inova Empresa, que tem um orçamento de R$ 33 bilhões, são gastos com essa subvenção.
Assim, o país dá passos para trás em competitividade. Segundo o relatório mais recente do Fórum Econômico Mundial, o Brasil caiu da 39ª posição no ranking de inovação para o 46º lugar. Está atrás de todos os Brics, com exceção da Rússia, que é a 99ª colocada. Os Brics reúnem ainda Índia e China. O Brasil piorou em quase todos os quesitos: capacidade de inovar, qualidade das instituições de pesquisa, gastos empresarias em pesquisa e desenvolvimento (P&D), compras governamentais de produtos tecnológicos e registros de patentes.

— Estamos atrasados porque ainda não terminamos a agenda de desenvolvimento do século passado. O duplo desafio do Brasil é conciliar essa agenda com a agenda inovadora do século XXI — destaca o diretor de Inovação da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Paulo Mól.

O reitor do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), Carlos Pacheco, conta que a transição do laboratório à produção em escala é chamada de “vale da morte”. E a superação desse obstáculo é fundamental se o Brasil quiser ter um crescimento econômico sustentável:

— O principal motivo para se investir em inovação no Brasil é ganhar produtividade, é o que faz a economia crescer.

Enquanto no exterior algumas empresas já fazem roupas com tecido produzido por bactérias, o Brasil patina em biotecnologia. Não há marco legal de acesso à biodiversidade. Para pesquisar uma larva da Amazônia ou trabalhar com organismos geneticamente modificados, é preciso encarar uma romaria burocrática.
Não é possível patentear a maioria dos organismos vivos no Brasil. Por isso, há brasileiros que levam os centros de pesquisa para o exterior. Ou importam tecnologia. A Granbio, por exemplo, comprou no exterior a patente de leveduras geneticamente modificadas para fabricar etanol feito com palha e do bagaço de cana jogados fora depois da produção do álcool convencional.

O presidente da empresa, Bernardo Gradin, reconhece iniciativas do governo. Só tem elogios para a criação da Embrapii (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial), mas reclama de problemas como o trâmite de papelada, alto custo das licenças e dos impostos. Diz que é difícil competir com os Estados Unidos, por exemplo, apesar de ter as melhores matérias-primas.

— Transformar ciência em tecnologia no Brasil é muito difícil — desabafa o empresário, que participa da 

Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI).
Para piorar o cenário, boas inciativas não deslancham. A “sala de inovação”, criada pelo governo para evitar que um investidor estrangeiro desista de entrar no país por causa da burocracia, está às moscas, segundo os empresários.

O secretário executivo do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCTI), Luiz Antônio Elias, contesta e diz que a sala já trouxe investimentos para o Brasil. Um exemplo é a criação de um centro de pesquisa da GE, com recursos de US$ 300 milhões, e outro da IBM, com o mesmo valor.

Estatal com pouco orçamento
Para o secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do MCTI, Álvaro Prata, um dos problemas do Brasil ainda é a distância entre a produção do conhecimento científico e a indústria. Isso faz com que projetos que poderiam ter viabilidade econômica e gerar produtividade acabem restritos à academia.
— Esse é um processo relativamente recente no Brasil. A primeira dissertação de mestrado feita no país data dos anos 60. Já países como Japão, Alemanha ou Estados Unidos fortalecem o conhecimento científico e sua aplicação desde o século XIX.

Segundo Prata, o governo quer aumentar os recursos a fundo perdido nos projetos. Tanto que essa modalidade representa um terço das iniciativas da Embrapii. No entanto, o orçamento da estatal é apertado: apenas R$ 1,5 bilhão até 2018.
— O governo quer ser parceiro no risco — garante o secretário.


Gabriela Valente & Martha Beck, publicado em 




ESQUERDA CAVIAR - Vamos fazer do Brasil todo uma grande favela!



O leitor ficou assustado com o título? Entendo, entendo. Mas é a única conclusão lógica que consigo extrair de uma reportagem como esta do Fantástico, afirmando que 92% dos favelados se consideram felizes e que dois terços não gostariam de sair das favelas:

Nossa equipe viajou pelo país pra fazer um retrato de brasileiros movidos à felicidade.
O que há de bom em viver em uma favela? “Eu prefiro ser rico entre os pobres do que pobre entre os ricos”, diz o agente comunitário José Fernandes Junior.

E se chovesse dinheiro? “Não saio não. Vou pra onde? Um milhão eu trabalho e consigo”, diz Adriano Castro. 
Por que nem a juventude quer sair? “Eu falo para os meus amigos que Paraisópolis está parecendo já Las Vegas. É sério. Você vem aqui, pode vir 3 horas da madrugada e vai ver um monte de gente na rua. Aqui não dorme”, explica o motoboy José Lopes da Silva.
Não dorme, não para e não aceita mais ser rotulada. “Ah, mora na favela aquela pessoa pobre. Não. Eu não me sinto assim”, afirma Diego da Lima Silva, de 22 anos.


Que a felicidade não depende necessariamente da conta bancária é fato, e frequentemente ignorado pela própria esquerda. Mas se é indiferente viver na favela ou fora dela, então podemos concluir que se o Brasil fosse todo uma grande favela, não haveria mudança alguma para pior.
Um tanto absurda esta conclusão, não é mesmo? Felicidade é algo subjetivo, difícil ou impossível de se medir. A pesquisa depende do mood na hora da resposta, da forma a qual a pergunta foi feita, etc.

O Butão substituiu o PIB pelo FIB, ou seja, o Produto Interno Bruto, mensurável de forma mais objetiva, pela Felicidade Interna Bruta, um tiro no escuro que aceita qualquer coisa. É fácil entender o motivo: países pobres podem ter governos fracassados que desejam fingir que tudo vai muito bem, obrigado.



A glamourização da miséria é algo típico da esquerda caviar. As “comunidades” se tornam paraísos terrestres, de longe, por causa de sua simplicidade, “autenticidade”. Mas será que viver sob o domínio de traficantes ou milicianos é mesmo tão bom assim? Será que ter ou não ter saneamento decente é algo indiferente em nossa qualidade de vida?

O que uma reportagem como essa faz é vender a ideia de resignação diante da pobreza de nosso país, repleto de favelas. A quem isso interessa? Arrisco dizer que não aos próprios favelados…

Rodrigo Constantino

AÉCIO NEVES - Tocando em Frente


Em um encontro com a família na cidade de Cláudio, Minas Gerais, em 2006, Aécio Neves canta uma de suas músicas preferidas: "Tocando em Frente". Ela foi composta por Almir Sater, em parceria com Renato Teixeira.


Apoiadores do senador Aécio Neves (PSDB-MG) inauguraram na última terça-feira (18) um site para promover a biografia do mineiro, nome do PSDB para a eleição presidencial deste ano. A página trouxe de volta um vídeo, gravado em 2006, em que Aécio aparece cantando “Tocando em frente”, um clássico da música caipira que estourou na voz do cantor e compositor Almir Sater. O mineiro aparece ao lado de parentes. À sua esquerda, por exemplo, está a irmã, Andrea Neves e o marido dela, Luiz Márcio Haddad Pereira Santos. À direita, sua outra irmã, Ângela. Um primo assumiu a viola. A gravação, feita há oito anos, na cidade de Cláudio (MG), exibe um Aécio mais novo. Quando criança, o senador costumava viajar para a cidade, onde sua família tem uma fazenda. Segundo a descrição do vídeo, “Tocando em frente” é uma das músicas “preferidas” do senador. Segundo tucanos, o site foi desenvolvido por Ana Vasco. Ela é autora de uma biografia sobre Aécio.

A página “Aécio Brasil": www.aeciobrasil.com




BNDES e CEF financiando o MST, qual o objetivo disso?

  Direto do Blog Adolfo Sachsida - Opiniões


Hoje fiquei sabendo que a Caixa Econômica Federal (CEF) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) financiaram o evento do Movimento dos Sem Terra (MST) ocorrido neste mês em Brasília. Pergunto: qual o objetivo disso?



Cá entre nós, dizer que querem aumentar sua inserção no campo não pode ser verdade. Seria o mesmo que financiar o PCC dizendo querer expandir sua atividade em São Paulo... o MST é um movimento que invade e depreda propriedade privada. O MST é um movimento que aterroriza os produtores rurais. O MST é um movimento que leva a violência para o campo.

A atitude da CEF e do BNDES não é apenas um desrespeito a todos os trabalhadores rurais honestos. Não é apenas um desrespeito a todos os produtores rurais honestos. A atitude da CEF e do BNDES é um tapa na cara de todos os brasileiros com vergonha na cara. A atitude da CEF e do BNDES é uma afronta a todos os trabalhadores desse país que pagam impostos e veem recursos públicos serem destinados a movimentos que atentam contra a dignidade da pessoa humana. Sim, o MST atenta contra a dignidade da pessoa humana. Sim, o MST mantém trabalhadores de áreas ocupadas em cárcere privado. Sim, o MST representa a faceta da violência no campo e na cidade (vide sua atitude covarde ao espancar policiais em Brasilia).



CPI IMEDIATA DA CEF E DO BNDES!!! Vamos verificar quanto que esses órgãos andam gastando com propaganda e a quem andam financiando!


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