O Presidente da Comissão de Agricultura, Deputado Marcos Montes (DEM-MG) entregou, hoje, formalmente ao presidente do Tribunal de Contas da União, Ministro Walton Alencar Rodrigues, um requerimento de informações sobre as auditorias implementadas pelo Tribunal em operações de crédito rural nos bancos oficiais federais. A intenção é tomar conhecimento sobre o cumprimento das determinações recomendadas pelo órgão em relação aos diversos procedimentos verificados nos contratos de renegociações gerados pela Securitização, PESA e outros débitos que foram assumidos pelo Tesouro Nacional, inclusive na forma de cálculo das dívidas adotada.
Marcos Montes, acompanhado do deputado federal Valdir Colatto (PDMB/SC), aproveitou o encontro com o Ministro para reconhecer a importância do trabalho desenvolvido pelo TCU nas questões relacionadas ao crédito rural. Entretanto, Montes disse que mais importante do que definir procedimentos, é acompanhar a implementação de suas determinações e verificar se as correções foram adotadas. O parlamentar referiu-se à situação vivida por milhares de produtores rurais que estão sendo cobrados pela Procuradoria Geral da Fazenda Nacional – PGFN como detentores de dívida tributária. “Há milhares de produtores rurais sendo executados, que são devedores de crédito rural, mas estão sendo tratados como devedores fiscais, com bloqueio de suas contas bancárias, inclusive de aposentadorias, por isso é importante este trabalho do TCU, que ajudará a Comissão a adotar medidas coletivas para buscar uma solução imediata para este problema”.
Valdir Colatto, autor do requerimento, informou ao Ministro que a execução fiscal está afetando principalmente os pequenos agricultores. “Os pequenos agricultores estão tendo seus bens bloqueados, e o pior, sendo impedidos de obter recursos para o custeio de sua atividade”. O parlamentar questionou: “Será que a União quer se apropriar de todas estas pequenas propriedades? Será uma reforma agrária ao contrário, desapropriando pequenos proprietários que não têm outra fonte de renda”.
O Ministro do TCU informou que repassará à Comissão de Agricultura todas as informações requeridas e adotará todas as providências necessárias para que decisões aprovadas em plenário sejam cumpridas, pois como toda a sociedade, “o Tribunal também entende que o setor agropecuário é de fundamental importância pela sua capacidade de gerar emprego e renda e pela forma como essa renda é distribuída para atender a demanda de toda sociedade”.
A audiência entre os deputados Marcos Montes e Valdir Colatto e o Ministro Walton Alencar Rodrigues, aconteceu nessa terça-feira (10/04) no TCU.
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Guida Gorga (61 - 84053395)
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quarta-feira, abril 11, 2007
quinta-feira, abril 05, 2007
Biocombustível: Produção de Etanol no Brasil pode ser prejudicada pelo Aquecimento Global
Uma das soluções para reduzir a emissão de CO2 no mundo, o biocombustível, corre sérios riscos de não ser produzido no país nas próximas décadas devido ao aquecimento global do planeta. Isso pode acontecer por causa do excesso de raios solares, escassez de água e acúmulo de CO2 nos solos destinados ao plantio da cana-de-açúcar, matéria-prima para a produção do álcool. O Brasil, então, perderá a chance de ser pioneiro no desenvolvimento da cadeia agroindustrial do biocombustível.
Esse alerta foi dado pelo pesquisador da Embrapa, Eduardo Assad, em audiência pública realizada pela Comissão de Agricultura (CAPADR), nesta última terça-feira na Câmara dos Deputados. Assad estuda os efeitos da mudanças climáticas na agricultura brasileira e observou que a temperatura mínima do país vem crescendo muito nos últimos anos, gerando um cenário adverso para a produção agrícola nacional. “Quanto maior a temperatura, menor são as áreas capacitadas para o plantio. Todas as regiões periféricas ficarão inutilizadas, como o nordeste e o sul”, explicou o pesquisador.
Para Assad, não é só a produção brasileira de cana-de-açúcar que será prejudicada pelas alterações climáticas do planeta, mas importantes culturas como a soja, feijão, arroz, milho e algodão serão drasticamente dizimadas no país. Segundo uma simulação feita no estudo da Embrapa, se a temperatura aumentar em apenas 1ºgrau milhares de hectares deixarão de possuir condições favoráveis para a agricultura.“Em termos econômicos isso será uma catástrofe para o país. O café, por exemplo, só poderá ser produzido no sul do país onde as temperaturas são mais amenas, café este, insuficiente para abastecer o consumo nacional”, pontuou ele. Esse aumento de 1o grau é irreversível, já que os gases emitidos demoram cerca de 30 anos para sair da atmosfera.
Trangênicos
O pesquisador mostrou a necessidade de produzir plantas que possuam genes resistentes a essas condições adversas. “Esse melhoramento genético na agricultura brasileira é urgente. Deve-se produzir variedades resistentes às altas temperaturas e a seca, além de introduzir novas culturas”. A Embrapa vem avançando nas pesquisas e já vem obtendo bons resultados com a prospecção de genes, recentemente, desenvolveu uma planta de soja tolerante a seca.
Informações adicionais:
Guida Gorga
(61) 3216-6402
Assessora de Comunicação
Comissão de Agricultura - CAPADR
Câmara dos Deputados
Esse alerta foi dado pelo pesquisador da Embrapa, Eduardo Assad, em audiência pública realizada pela Comissão de Agricultura (CAPADR), nesta última terça-feira na Câmara dos Deputados. Assad estuda os efeitos da mudanças climáticas na agricultura brasileira e observou que a temperatura mínima do país vem crescendo muito nos últimos anos, gerando um cenário adverso para a produção agrícola nacional. “Quanto maior a temperatura, menor são as áreas capacitadas para o plantio. Todas as regiões periféricas ficarão inutilizadas, como o nordeste e o sul”, explicou o pesquisador.
Para Assad, não é só a produção brasileira de cana-de-açúcar que será prejudicada pelas alterações climáticas do planeta, mas importantes culturas como a soja, feijão, arroz, milho e algodão serão drasticamente dizimadas no país. Segundo uma simulação feita no estudo da Embrapa, se a temperatura aumentar em apenas 1ºgrau milhares de hectares deixarão de possuir condições favoráveis para a agricultura.“Em termos econômicos isso será uma catástrofe para o país. O café, por exemplo, só poderá ser produzido no sul do país onde as temperaturas são mais amenas, café este, insuficiente para abastecer o consumo nacional”, pontuou ele. Esse aumento de 1o grau é irreversível, já que os gases emitidos demoram cerca de 30 anos para sair da atmosfera.
Trangênicos
O pesquisador mostrou a necessidade de produzir plantas que possuam genes resistentes a essas condições adversas. “Esse melhoramento genético na agricultura brasileira é urgente. Deve-se produzir variedades resistentes às altas temperaturas e a seca, além de introduzir novas culturas”. A Embrapa vem avançando nas pesquisas e já vem obtendo bons resultados com a prospecção de genes, recentemente, desenvolveu uma planta de soja tolerante a seca.
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sexta-feira, março 30, 2007
TORNEIO DE CÃES DE PASTOREIO MYPET SUPERA NÚMERO DE PARTICIPANTES NA FEINCO 2007
O vencedor da prova foi Edvaldo Sergio Ressurreição com o Border Collie "Beebee"
O destaque da participação da Vetbrands do Brasil, empresa especializada na fabricação de produtos farmacêuticos veterinários, na Feinco 2007, ocorrida entre os dias 13 e 17 de março foi o Torneio de Cães de Pastoreio Mypet. O evento destinado a cães e condutores de todo o Brasil, realizado no dia 16 chamou a atenção pelo número de inscritos, no total 27. De acordo com o gerente de Mercado da Vetbrands, Edmar Frota, foi surpreendente o nível técnico dos cães participantes. "Alguns dos melhores cães - que competiram na Feinco 2007 - despertaram a atenção do público, principalmente os criadores de ovinos do Brasil. A Vetbrands Saúde Animal está empenhada em divulgar a atividade de cães de pastoreio no Brasil e está satisfeita com o sucesso do Torneio de Cães de Pastoreio Mypet" .
O primeiro lugar do Torneio ficou com Edvaldo Sérgio Ressurreição, que competiu com "Beebee", uma Border Collie de 4 anos e levou um prêmio de R$ 1.000,00 . O segundo lugar, R$750,00, com Josuel Gomes, com o cão Hulk, um Border Collie de 3 anos e em terceiro lugar, com um prêmio de R$ 500,00, Dorothea de Barros, com o Border Collie chamado Bolf .Todos, além da premiação em dinheiro, ganharam troféus e cestas com produtos Vetbrands.
Os responsáveis pela premiação foram os juízes: Diomário Faustino Dias Barros, zootecnista, criador de Border Collie de linhagem campeã internacional e Liliane Morrielo, juíza dinamarquesa, referência mundial em provas de pastoreio afiliada a ISDS (Internacional Sheep Dog Society).
O grande interesse pela prova se refere também ao fato de que os cães pastores são cada vez mais percebidos como uma ferramenta de trabalho essencial para o manejo de ovinos e bovinos. Além de reduzir o estresse, aumentam a produtividade do rebanho, principalmente pela habilidade que têm de reunir e conduzir os animais para o local desejado. “A Vetbrands Saúde Animal apóia a atividade que tem como principal componente a interação respeitosa do homem com animal, de forma harmoniosa e produtiva”, ressalta.
Marcela Corrêa/ assistente
LN Comunicação
(11) 4332.3704 / 9968.4105
O destaque da participação da Vetbrands do Brasil, empresa especializada na fabricação de produtos farmacêuticos veterinários, na Feinco 2007, ocorrida entre os dias 13 e 17 de março foi o Torneio de Cães de Pastoreio Mypet. O evento destinado a cães e condutores de todo o Brasil, realizado no dia 16 chamou a atenção pelo número de inscritos, no total 27. De acordo com o gerente de Mercado da Vetbrands, Edmar Frota, foi surpreendente o nível técnico dos cães participantes. "Alguns dos melhores cães - que competiram na Feinco 2007 - despertaram a atenção do público, principalmente os criadores de ovinos do Brasil. A Vetbrands Saúde Animal está empenhada em divulgar a atividade de cães de pastoreio no Brasil e está satisfeita com o sucesso do Torneio de Cães de Pastoreio Mypet" .
O primeiro lugar do Torneio ficou com Edvaldo Sérgio Ressurreição, que competiu com "Beebee", uma Border Collie de 4 anos e levou um prêmio de R$ 1.000,00 . O segundo lugar, R$750,00, com Josuel Gomes, com o cão Hulk, um Border Collie de 3 anos e em terceiro lugar, com um prêmio de R$ 500,00, Dorothea de Barros, com o Border Collie chamado Bolf .Todos, além da premiação em dinheiro, ganharam troféus e cestas com produtos Vetbrands.
Os responsáveis pela premiação foram os juízes: Diomário Faustino Dias Barros, zootecnista, criador de Border Collie de linhagem campeã internacional e Liliane Morrielo, juíza dinamarquesa, referência mundial em provas de pastoreio afiliada a ISDS (Internacional Sheep Dog Society).
O grande interesse pela prova se refere também ao fato de que os cães pastores são cada vez mais percebidos como uma ferramenta de trabalho essencial para o manejo de ovinos e bovinos. Além de reduzir o estresse, aumentam a produtividade do rebanho, principalmente pela habilidade que têm de reunir e conduzir os animais para o local desejado. “A Vetbrands Saúde Animal apóia a atividade que tem como principal componente a interação respeitosa do homem com animal, de forma harmoniosa e produtiva”, ressalta.
Marcela Corrêa/ assistente
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CABANHA BONS VENTOS ESTRÉIA NA FEINCO COM ANIMAIS PREMIADOS DAS RAÇAS DORPER E WHITE DORPER
A Cabanha Bons Ventos, de propriedade de Sérgio Colaço da Silva, presidente da Vetbrands Saúde Animal, pela primeira vez participou da Feinco 2007 (Feira Internacional de Caprinos e Ovinos).
Na estréia seus animais já conquistaram os principais prêmios da raça White Dorper. (confira os resultados abaixo). Em torno de 450 animais participaram do julgamento, que contou com juízes renomados, entre eles Tony Cahi da África do Sul e o brasileiro Giancarlo Antoni.
“Foi uma honra receber tantos prêmios numa única participação. É sinal de que vale a pena investir no mercado de criação de ovinos, que registra alto crescimento, a cada ano. Em poucos anos, o Brasil estará entre os grandes produtores de ovinos e caprinos, seguindo a tendência observada em gado de corte”, comenta Sérgio Colaço.
Os ovinos criados nesta fazenda dispõem de um grande diferencial, além das matrizes e embriões serem importados da Austrália e da África do Sul, a biotecnologia utilizada na reprodução dos animais, é a transferência de embriões, que garante a introdução da genética de animais de elite da raça.
Conquistas da Raça White Dorper
Destaques:
3º Melhor Macho da Raça: Animal BONS VENTOS 005
Grande Campeão Borrego: Animal BONS VENTOS 005
Reservada de Grande Campeã Borrega: Animal BONS VENTOS 009
Outras Premiações:
2º Melhor Macho Categoria Borrego Maior (de 7 a 8 meses)
2º Melhor Fêmea Categoria Borrega Maior
***Borego (a) – nome dado as ovelhas com menos de um ano.
Premiação da Raça Dorper
- 1º Melhor Fêmea Categoria Borrega Maior
- 2º Melhor Fêmea Categoria Borrega Maior
- 3º Melhor Macho Categoria Borrego Maior
Hoje o rebanho da Cabanha Bons Ventos conta com aproximadamente mil animais, distribuídos por fazendas em Pirassununga - SP, Miranda - MS e Barra do Ribeiro - RS. A dedicação à criação de ovinos teve início em 1977 em Barra do Ribeiro - RS, quando foi realizada a aquisição dos primeiros animais da raça Ile de France importados para o Brasil.
Olga Defavari /Jornalista
LN Comunicação
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Na estréia seus animais já conquistaram os principais prêmios da raça White Dorper. (confira os resultados abaixo). Em torno de 450 animais participaram do julgamento, que contou com juízes renomados, entre eles Tony Cahi da África do Sul e o brasileiro Giancarlo Antoni.
“Foi uma honra receber tantos prêmios numa única participação. É sinal de que vale a pena investir no mercado de criação de ovinos, que registra alto crescimento, a cada ano. Em poucos anos, o Brasil estará entre os grandes produtores de ovinos e caprinos, seguindo a tendência observada em gado de corte”, comenta Sérgio Colaço.
Os ovinos criados nesta fazenda dispõem de um grande diferencial, além das matrizes e embriões serem importados da Austrália e da África do Sul, a biotecnologia utilizada na reprodução dos animais, é a transferência de embriões, que garante a introdução da genética de animais de elite da raça.
Conquistas da Raça White Dorper
Destaques:
3º Melhor Macho da Raça: Animal BONS VENTOS 005
Grande Campeão Borrego: Animal BONS VENTOS 005
Reservada de Grande Campeã Borrega: Animal BONS VENTOS 009
Outras Premiações:
2º Melhor Macho Categoria Borrego Maior (de 7 a 8 meses)
2º Melhor Fêmea Categoria Borrega Maior
***Borego (a) – nome dado as ovelhas com menos de um ano.
Premiação da Raça Dorper
- 1º Melhor Fêmea Categoria Borrega Maior
- 2º Melhor Fêmea Categoria Borrega Maior
- 3º Melhor Macho Categoria Borrego Maior
Hoje o rebanho da Cabanha Bons Ventos conta com aproximadamente mil animais, distribuídos por fazendas em Pirassununga - SP, Miranda - MS e Barra do Ribeiro - RS. A dedicação à criação de ovinos teve início em 1977 em Barra do Ribeiro - RS, quando foi realizada a aquisição dos primeiros animais da raça Ile de France importados para o Brasil.
Olga Defavari /Jornalista
LN Comunicação
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segunda-feira, março 26, 2007
Agrotóxicos e meio ambiente entram em pauta na próxima reunião da CAPADR
Depois de definir a composição das subcomissões criadas no âmbito da Comissão de Agricultura, os parlamentares discutirão, no dia 28, durante reunião ordinária do órgão, o Projeto de Lei 6299/02 que trata sobre as questões que envolvem os agrotóxicos, seus componentes e afins.
O PL normatiza desde a pesquisa, a experimentação, a produção, a embalagem e rotulagem, o transporte, o armazenamento, a comercialização, a propaganda comercial, a utilização até a importação, exportação, o destino final dos resíduos e embalagens, o registro, a classificação, o controle, a inspeção e fiscalização.
Foram apensados ao PL, que é proveniente do Senado Federal, cinco outras proposições que o complementam (PL 2495/00, PL 3125/00, PL 5884/05, PL 6189/05 e PL 5852/01). O parecer do relator, deputado Roberto Balestra (PP/GO), propõe a aprovação do PL 6299/02 e dos outros projetos de Lei que foram apensados com adição de substitutivo.
Serão votados, ainda, oito requerimentos. Entre eles o de número 36/07, do deputado Antônio Carlos Mendes Thame (PSDB/SP). O requerimento solicita a realização de audiências públicas conjuntas com as Comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional, Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, de desenvolvimento Urbano, e de Relações Exteriores e de Defesa Nacional para discutir o PL 261/07, que dispõe sobre a Política Nacional de Mudanças Climáticas - PNMC.
A reunião da Comissão será realizada na quarta-feira, dia 28 de março de 2007, às 10 horas, no Plenário 06, anexo II, Câmara dos Deputados.
Veja pauta completa no link:
http://www2.camara.gov.br/comissoes/permanentes/capadr
Guida Gorga
Assessora de Comunicação - CAPADR
Câmara dos Deputados
(61) 3216-6402
O PL normatiza desde a pesquisa, a experimentação, a produção, a embalagem e rotulagem, o transporte, o armazenamento, a comercialização, a propaganda comercial, a utilização até a importação, exportação, o destino final dos resíduos e embalagens, o registro, a classificação, o controle, a inspeção e fiscalização.
Foram apensados ao PL, que é proveniente do Senado Federal, cinco outras proposições que o complementam (PL 2495/00, PL 3125/00, PL 5884/05, PL 6189/05 e PL 5852/01). O parecer do relator, deputado Roberto Balestra (PP/GO), propõe a aprovação do PL 6299/02 e dos outros projetos de Lei que foram apensados com adição de substitutivo.
Serão votados, ainda, oito requerimentos. Entre eles o de número 36/07, do deputado Antônio Carlos Mendes Thame (PSDB/SP). O requerimento solicita a realização de audiências públicas conjuntas com as Comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional, Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, de desenvolvimento Urbano, e de Relações Exteriores e de Defesa Nacional para discutir o PL 261/07, que dispõe sobre a Política Nacional de Mudanças Climáticas - PNMC.
A reunião da Comissão será realizada na quarta-feira, dia 28 de março de 2007, às 10 horas, no Plenário 06, anexo II, Câmara dos Deputados.
Veja pauta completa no link:
http://www2.camara.gov.br/comissoes/permanentes/capadr
Guida Gorga
Assessora de Comunicação - CAPADR
Câmara dos Deputados
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quarta-feira, março 21, 2007
Cientistas unem-se a produtores agrícolas em apoio à votação do milho transgênico
Com mais de 50 anos dedicados à genética e um dos maiores especialistas brasileiros no estudo genético do milho brasileiro, o professor Ernesto Paterniani, da Academia Brasileira de Ciência-ABC, foi um dos destaques na manhã desta terça-feira, dia 20, durante a primeira parte da Audiência Pública convocada pela CTNBio - Comissão Técnica Nacional de Biossegurança, em cumprimento a trâmite do processo de avaliação técnica do plantio do milho transgênico no Brasil. "Se a preocupação dos opositores da biotecnologia é de preservação do patrimônio genético do milho brasileiro (há 40 raças brasileiras contra 300 raças em todo o mundo), temos que fortalecer a Embrapa/Cenargen -Centro Nacional de Recursos Genéticos, onde esse patrimônio genético brasileiro está resguardado e isso não tem nada a ver com proibir os agricultores de plantar milho transgênico", afirmou. Ele próprio doou ao Cenargen os materiais genéticos do milho brasileiro que, hoje, segundo ele, os próprios agricultores podem resgatar na Embrapa.
Para o professor Paterniani, o que está em discussão hoje é o fato de os agricultores brasileiros que desejam plantar milho transgênico estarem impedidos disso, enquanto a ciência demonstra que o milho transgênico em avaliação na CTNBio é seguro para a saúde humana e animal como também contribui para a melhora das condições ambientais. Ele citou estudo de pesquisadores ingleses Graham Brookes e Peter Barfoot, segundo o qual somente em 2005 as lavouras transgênicas contribuiram com a redução da emissão de 9 milhões de toneladas de dióxido de carbono na atmosfera do planeta, o equivalente à retirada de 4 milhões de veículos das estradas. Sérgio Bortolozzo, vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Piauí confirmou durante a Audiência a percepção do professor Paterniani a respeito dos agricultores brasileiros. " Eu só sei que eu sou um agricultor que precisa de tecnologia para poder produzir e competir e se decido plantar milho transgênico tenho que ter meu direito respeitado", desabafou publicamente.
Paulo Bertolini, membro da Associação de Produtores de Grãos Diferenciados - APGD, sediada em Castro-PR, também pensa da mesma forma. "Não é possível sermos impedidos de plantar, enquanto nossos colegas argentinos já cultivam três variedades diferentes.", acrescentou. Outro produtor presente, o presidente do Clube Amigos da Terra da região de Tupanciretã (RS), Almir Rebelo, considera que foi positivo o fato de ter ocorrido a Audiência Pública que chegou a ser ameaçada de ser suspensa por liminar. " O importante é que os membros da CTNBio recebam nosso apoio e tenham tranqüilidade para continuar fazendo seu trabalho de avaliação. Com certeza, agora, o processo terá continuidade e sairemos desse impasse", completou.
Na Audiência Pública desta terça-feira, estão sendo ouvidos os representantes das mais diferentes tendências com interesse no acompanhamento dos pedidos de liberação comercial de três variedades de milho – tolerantes a herbicidas à base de glifosato ou de glifosinato, resistentes a insetos da ordem Lepidoptera, e ainda com duas características conjuntas, a de resistência a insetos da ordem Lepidoptera e a de tolerância ao glifosinato -- a serem comercializadas no Brasil por cinco diferentes empresas (Bayer CropScience, Dow Agrosciences, Monsanto do Brasil, Pioneer Sementes e Syngenta Seeds).
Para Leila Oda, cientista da FioCruz e presidente da Associação Nacional de Biossegurança (ANBIO), se valerem os critérios técnicos nessa votação prevista para quinta-feira, "com certeza, ocorrerá a liberação para plantio dessas variedades de milho. Cientificamente está provada sua biossegurança e agora já se pode dizer que empiricamente também. Milhões e milhões de pessoas em todo o planeta vêm consumindo o milho transgênico e não existe um único relato sequer de efeito adverso nem para o homem, nem para os animais e nem para o meio ambiente".
Para o professor Paterniani, o que está em discussão hoje é o fato de os agricultores brasileiros que desejam plantar milho transgênico estarem impedidos disso, enquanto a ciência demonstra que o milho transgênico em avaliação na CTNBio é seguro para a saúde humana e animal como também contribui para a melhora das condições ambientais. Ele citou estudo de pesquisadores ingleses Graham Brookes e Peter Barfoot, segundo o qual somente em 2005 as lavouras transgênicas contribuiram com a redução da emissão de 9 milhões de toneladas de dióxido de carbono na atmosfera do planeta, o equivalente à retirada de 4 milhões de veículos das estradas. Sérgio Bortolozzo, vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Piauí confirmou durante a Audiência a percepção do professor Paterniani a respeito dos agricultores brasileiros. " Eu só sei que eu sou um agricultor que precisa de tecnologia para poder produzir e competir e se decido plantar milho transgênico tenho que ter meu direito respeitado", desabafou publicamente.
Paulo Bertolini, membro da Associação de Produtores de Grãos Diferenciados - APGD, sediada em Castro-PR, também pensa da mesma forma. "Não é possível sermos impedidos de plantar, enquanto nossos colegas argentinos já cultivam três variedades diferentes.", acrescentou. Outro produtor presente, o presidente do Clube Amigos da Terra da região de Tupanciretã (RS), Almir Rebelo, considera que foi positivo o fato de ter ocorrido a Audiência Pública que chegou a ser ameaçada de ser suspensa por liminar. " O importante é que os membros da CTNBio recebam nosso apoio e tenham tranqüilidade para continuar fazendo seu trabalho de avaliação. Com certeza, agora, o processo terá continuidade e sairemos desse impasse", completou.
Na Audiência Pública desta terça-feira, estão sendo ouvidos os representantes das mais diferentes tendências com interesse no acompanhamento dos pedidos de liberação comercial de três variedades de milho – tolerantes a herbicidas à base de glifosato ou de glifosinato, resistentes a insetos da ordem Lepidoptera, e ainda com duas características conjuntas, a de resistência a insetos da ordem Lepidoptera e a de tolerância ao glifosinato -- a serem comercializadas no Brasil por cinco diferentes empresas (Bayer CropScience, Dow Agrosciences, Monsanto do Brasil, Pioneer Sementes e Syngenta Seeds).
Para Leila Oda, cientista da FioCruz e presidente da Associação Nacional de Biossegurança (ANBIO), se valerem os critérios técnicos nessa votação prevista para quinta-feira, "com certeza, ocorrerá a liberação para plantio dessas variedades de milho. Cientificamente está provada sua biossegurança e agora já se pode dizer que empiricamente também. Milhões e milhões de pessoas em todo o planeta vêm consumindo o milho transgênico e não existe um único relato sequer de efeito adverso nem para o homem, nem para os animais e nem para o meio ambiente".
terça-feira, março 20, 2007
MAGGION traz novidades na Agrishow 2007
A maior empresa nacional de pneus e câmaras de ar aproveita presença na feira para apresentar novos produtos
A MAGGION, maior empresa nacional de pneus e câmaras de ar, com mais de 73 anos de atuação, traz novidades durante a Agrishow 2007 – Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação: os pneus Super MHF, Frontiera e Frontiera 2 e as câmaras de ar para pneus traseiros de tratores. O evento acontece entre os dias 30 de abril e 5 de maio, em Ribeirão Preto/SP.
Segundo Sebastião Ferrari, gerente de marketing da MAGGION, o diferencial de criação destes produtos une larga experiência no setor e tecnologia de ponta. “Nos últimos cinco anos a empresa investiu na ampliação e modernização de seu parque industrial, na profissionalização de seus integrantes e em tecnologia. Por meio da participação na Agrishow, queremos também consolidar nossa parceria junto aos empresários do campo”, completa Ferrari.
Atendendo aos objetivos de seu planejamento estratégico, com os lançamentos, a MAGGION amplia sua linha de produtos em pneus e câmaras de ar, podendo atender maior diversidade de tratores e implementos agrícolas e, assim, aumentar sua participação no mercado.
Lançamentos 2007
Super MHF
O Super MHF é um pneu extra largo e apropriado para implementos agrícolas, proporciona alto poder de flutuação e baixa compactação do solo. Oferece ótima relação custo/benefício e é resistente a cortes, perfurações e arrancamentos.
Medidas:
400/60 – 15,5
14 lonas
Tubeless
600/50 – 22,5
16 lonas
Tubeless
Frontiera
O Frontiera pode ser utilizado em rodas dianteiras e traseiras de tratores. Proporciona excelente performance em durabilidade e tração. Suas paredes laterais resistem a cortes. Através de compostos especiais, a área da rodagem tem boa resistência a perfurações.
Medidas:
6.50/80 – 12 (4 lonas)
7.5L – 15 (8 lonas)
Frontiera 2
O Frontiera 2 pode ser utilizado em rodas dianteiras e traseiras de tratores. A tecnologia aplicada em seu desenvolvimento proporciona excelente durabilidade. Com tamanhos e ângulos de barras especialmente projetados, o Frontiera 2 possui alto poder de tração, auto limpeza e resistência a arrancamentos. Sua carcaça reforçada resiste a cortes e perfurações.
Medidas:
12.4 – 24 (6 e 8 lonas)
14.9 – 24 (8 e 10 lonas)
Câmaras de Ar Agrícola
As Câmaras de Ar Agrícola são produzidas para pneus traseiros e projetadas com compostos especiais que proporcionam alta resistência a rasgamento e ao calor. Também apresentam excelente impermeabilidade, evitando vazamento de ar e, conseqüente, perda de pressão. Têm válvulas diferenciadas que resistem ao trabalho pesado do campo.
Medidas:
14.9R24
12.4R24
14.9 R 26/28
16.9/18.4R30
MAGGION
A MAGGION sempre foi uma das líderes de mercado na área agrícola, principalmente por sua atuação no segmento de implementos agrícolas.
Sua linha contempla também produtos em diversos segmentos como pneus e câmaras de ar para automóveis, camionetas, veículos industriais, motocicletas e caminhões; bandas de compactação para implementos agrícolas; câmaras de ar para caminhões e ônibus pesados e equipamentos para reforma de pneus.
Sua cultura é baseada em sólido relacionamento entre colaboradores e clientes. O patrimônio tecnológico da MAGGION permite estabelecer as bases do controle de qualidade e processos que asseguram a total confiabilidade de produtos, consolidada pela obtenção da certificação ISO 9001:2000 conferido pela ABS QUALITY EVALUATIONS, INC. e aprovado pelo INMETRO.
A MAGGION também se destaca no setor por sua atuação de vanguarda em relação à política da preservação do meio ambiente por meio da reciclagem de pneus em conformidade com as exigências da legislação brasileira, da reciclagem de resíduos/materiais e do controle de emissão atmosférica, visando melhorar a qualidade de vida da comunidade.
Mais informações
Sandra Assumpção / Vana Allas
Dclemente&partner
Fone: (11) 5502.3844 / 3846 / 3856
A MAGGION, maior empresa nacional de pneus e câmaras de ar, com mais de 73 anos de atuação, traz novidades durante a Agrishow 2007 – Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação: os pneus Super MHF, Frontiera e Frontiera 2 e as câmaras de ar para pneus traseiros de tratores. O evento acontece entre os dias 30 de abril e 5 de maio, em Ribeirão Preto/SP.
Segundo Sebastião Ferrari, gerente de marketing da MAGGION, o diferencial de criação destes produtos une larga experiência no setor e tecnologia de ponta. “Nos últimos cinco anos a empresa investiu na ampliação e modernização de seu parque industrial, na profissionalização de seus integrantes e em tecnologia. Por meio da participação na Agrishow, queremos também consolidar nossa parceria junto aos empresários do campo”, completa Ferrari.
Atendendo aos objetivos de seu planejamento estratégico, com os lançamentos, a MAGGION amplia sua linha de produtos em pneus e câmaras de ar, podendo atender maior diversidade de tratores e implementos agrícolas e, assim, aumentar sua participação no mercado.
Lançamentos 2007
Super MHF
O Super MHF é um pneu extra largo e apropriado para implementos agrícolas, proporciona alto poder de flutuação e baixa compactação do solo. Oferece ótima relação custo/benefício e é resistente a cortes, perfurações e arrancamentos.
Medidas:
400/60 – 15,5
14 lonas
Tubeless
600/50 – 22,5
16 lonas
Tubeless
Frontiera
O Frontiera pode ser utilizado em rodas dianteiras e traseiras de tratores. Proporciona excelente performance em durabilidade e tração. Suas paredes laterais resistem a cortes. Através de compostos especiais, a área da rodagem tem boa resistência a perfurações.
Medidas:
6.50/80 – 12 (4 lonas)
7.5L – 15 (8 lonas)
Frontiera 2
O Frontiera 2 pode ser utilizado em rodas dianteiras e traseiras de tratores. A tecnologia aplicada em seu desenvolvimento proporciona excelente durabilidade. Com tamanhos e ângulos de barras especialmente projetados, o Frontiera 2 possui alto poder de tração, auto limpeza e resistência a arrancamentos. Sua carcaça reforçada resiste a cortes e perfurações.
Medidas:
12.4 – 24 (6 e 8 lonas)
14.9 – 24 (8 e 10 lonas)
Câmaras de Ar Agrícola
As Câmaras de Ar Agrícola são produzidas para pneus traseiros e projetadas com compostos especiais que proporcionam alta resistência a rasgamento e ao calor. Também apresentam excelente impermeabilidade, evitando vazamento de ar e, conseqüente, perda de pressão. Têm válvulas diferenciadas que resistem ao trabalho pesado do campo.
Medidas:
14.9R24
12.4R24
14.9 R 26/28
16.9/18.4R30
MAGGION
A MAGGION sempre foi uma das líderes de mercado na área agrícola, principalmente por sua atuação no segmento de implementos agrícolas.
Sua linha contempla também produtos em diversos segmentos como pneus e câmaras de ar para automóveis, camionetas, veículos industriais, motocicletas e caminhões; bandas de compactação para implementos agrícolas; câmaras de ar para caminhões e ônibus pesados e equipamentos para reforma de pneus.
Sua cultura é baseada em sólido relacionamento entre colaboradores e clientes. O patrimônio tecnológico da MAGGION permite estabelecer as bases do controle de qualidade e processos que asseguram a total confiabilidade de produtos, consolidada pela obtenção da certificação ISO 9001:2000 conferido pela ABS QUALITY EVALUATIONS, INC. e aprovado pelo INMETRO.
A MAGGION também se destaca no setor por sua atuação de vanguarda em relação à política da preservação do meio ambiente por meio da reciclagem de pneus em conformidade com as exigências da legislação brasileira, da reciclagem de resíduos/materiais e do controle de emissão atmosférica, visando melhorar a qualidade de vida da comunidade.
Mais informações
Sandra Assumpção / Vana Allas
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