A avicultura brasileira vive um momento delicado. A ameaça da influenza aviária tem deixado a indústria inquieta. O momento requer ações de prevenção. O setor, grande gerador de empregos – 4 milhões de postos de trabalho diretos e indiretos - defende a adesão dos estados à regionalização como forma de preservar seu peso na economia nacional. “A regionalização protege os estados no caso de o vírus chegar ao país. Sem esse sistema, se ocorrer um foco numa determinada região, toda a exportação será prejudicada”, diz o presidente da União Brasileira da Avicultura, Zoé Silveira D`Ávila.
Governo e empresas aguardam a decisão dos estados de aderir. A partir daí, os estados poderão restringir ou impor condições para que as aves provenientes de estados que não aderiram – e, por conseqüência, não adotaram controles rígidos – entrem em seus territórios. A decisão protege o país e é bem vista pela Organização Internacional de Epizootias (OIE), organismo máximo da sanidade animal, e permitirá que o Brasil recorra à Organização Mundial do Comércio caso seu produto sofra embargos políticos de potenciais compradores no exterior.
Em audiência pública conjunta das Comissões de Agricultura da Câmara dos Deputados, e de Agricultura e Reforma Agrária do Senado, além da Frente Parlamentar da Avicultura, nesta terça-feira (6), serão discutidos os riscos para a saúde humana, o impacto econômico e as medidas preventivas que estão sendo implementadas pelo governo e pela iniciativa privada.
No ano passado, a avicultura exportou US$ 3,5 bilhões. “Precisamos tomar todas as providências possíveis, inclusive destinando mais recursos para a prevenção da influenza aviária, pois se a doença chegar ao País será uma catástrofe de proporções imensuráveis. É preciso que o governo libere os recursos necessários, apontados pelos técnicos do grupo executivo interministerial para prevenção da influenza aviária, na sua totalidade”, diz o presidente da Frente Parlamentar da Avicultura, deputado Carlos Batata (PFL/PE). No setor agrícola, esses recursos dizem respeito à implantação do plano de prevenção da influenza aviária, melhoria da estrutura laboratorial e vigilância sanitária animal.
A doença é considerada exótica porque nunca houve registro da ocorrência do vírus de alta patogenicidade no Brasil. O país não está na rota de aves migratórias provenientes da Europa, Ásia e África, regiões com registros da doença.
Convidados:
Dr. José Agenor Álvares - Ministro de Estado da Saúde;
Dr. Gabriel Alves Maciel - Secretário de Defesa Agropecuária do MAPA;
Dr. Ariel Antônio Mendes - Vice-Presidente Técnico Científico da União Brasileira de Avicultura - UBA;
Dr. Ricardo Gonçalves - Presidente da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frango - ABEF;
Dr. José Zeferino Pedrozo - Vice-Presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil - CNA;
Dr. Sadi Marcolin - Gerente de Produção Avícola da Cooperativa Aurora - representante da OCB;
Dra. Aneli Dacás Franzmann - Diretora do Departamento das Indústrias Intensivas em Mão-de-Obra e Recursos Naturais do MDIC;
Dr. Marcelo de Andrade Mota - Coordenador do Programa Nacional de Sanidade Avícola da Secretaria de Defesa Agropecuária - MAPA;
Dra. Paula Montagner - Assessora Especial do Ministro do Trabalho;
Dr. Argileu Martins da Silva, Diretor do Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural do MDA;
Dr. César Borges de Souza - Presidente da Associação Brasileira das Indústrias do Milho - Abimilho; e
Dr. Pedro Camargo Neto - Presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína - Abipecs.
Data: 6 de junho de 2006.Horário: 14h30min
Local: Anexo II - Câmara dos Deputados
AgroBrasil - @gricultura Brasileira Online

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segunda-feira, junho 05, 2006
Influenza aviária: parlamentares e avicultores cobram ações do governo
Parlamentares que representam o agronegócio e lideranças do setor avícola nacional estarão reunidos nesta terça-feira, dia 6 de junho, com representantes do governo federal, em Brasília, para discutir o plano de prevenção contra a entrada e a disseminação da doença influenza aviária no Brasil.
O encontro será uma audiência pública conjunta das comissões de Agricultura da Câmara dos Deputados, de Agricultura e Reforma Agrária do Senado e da Frente Parlamentar da Avicultura, na qual estarão presentes representantes dos ministérios da Agricultura, Saúde e Meio Ambiente.
Por ser o Brasil o maior exportador de carne de frango do mundo, o objetivo do evento é cobrar do governo as ações preventivas contra a variante mais patogênica do vírus da influenza aviária, o H5N1, seus riscos para a saúde humana e impactos econômicos para a atividade avícola.
Além de deputados e senadores, estarão presentes lideranças e empresários do setor.
Data: 6 de junho de 2006.
Horário: 14h30min
Local: Anexo II - Câmara dos Deputados
Guida Gorga
Assessora de Comunicação
Comissão de Agricultura
Câmara dos Deputados
(61) 3216-6402 e 8405-3395
O encontro será uma audiência pública conjunta das comissões de Agricultura da Câmara dos Deputados, de Agricultura e Reforma Agrária do Senado e da Frente Parlamentar da Avicultura, na qual estarão presentes representantes dos ministérios da Agricultura, Saúde e Meio Ambiente.
Por ser o Brasil o maior exportador de carne de frango do mundo, o objetivo do evento é cobrar do governo as ações preventivas contra a variante mais patogênica do vírus da influenza aviária, o H5N1, seus riscos para a saúde humana e impactos econômicos para a atividade avícola.
Além de deputados e senadores, estarão presentes lideranças e empresários do setor.
Data: 6 de junho de 2006.
Horário: 14h30min
Local: Anexo II - Câmara dos Deputados
Guida Gorga
Assessora de Comunicação
Comissão de Agricultura
Câmara dos Deputados
(61) 3216-6402 e 8405-3395
quinta-feira, junho 01, 2006
Seafood Expo 2006 impulsionou o setor de pescados da América Latina
A feira, maior do segmento de pesca, frutos do mar e aqüicultura na América Latina, contou com mais de 70 expositores e lançou tendências e novidades do setor
Mais de 5.200 visitantes transformaram a 3ª edição da Seafood Expo Latin America, realizada de 24 a 26 de maio no Expo Center Norte, Pavilhão Amarelo, em São Paulo, em um grande sucesso de público. A feira contou com 70 expositores e foi visitada por atacadistas, distribuidores, pequenos, médios e grandes varejistas e operadores de food service - proprietários de bares, restaurantes, redes hoteleiras, empresas de refeições coletivas - de todo o Brasil e Exterior.
Esse ano, a feira repetiu a fórmula de sucesso de edição de 2005 - apresentando os lançamentos e produtos de pescados e frutos do mar como os filés de carne branca com pouca espinha e pele, tais como a gama das merluzas, abadejos, salmão , cação entre diversos peixes, enquanto a Seafood Tech trouxe novos equipamentos e tecnologias para a pesca e aqüicultura em água doce e marinha, além de processamento para o pescado e serviços complementares .
Os destaques da feira ficaram por conta do 1º Seafood Latim America AWARD, uma iniciativa inédita no mercado. A Seafood Expo premiou o Produto Mais Inovador para Food Service e para o Varejo. Os grandes vencedores da premiação foram: Leardini Pescados, com o produto "Ingredientes para Paella", como Mais Inovador para o Varejo, e Damm, com o produto "Carpaccio de Peixe", como o Mais Inovador para o Food Service.
"Esse prêmio é uma forma de incentivar as empresas a buscarem inovações. Na minha opinião, ele é positivo na medida em que o consumidor final e o cliente da área de food service tenham um ganho, um benefício no preparo, na originalidade. Esse tipo de prêmio faz com que aja uma competitividade saudável entre as empresas, e dá visibilidade aos produtos que foram recém-lançados, o que contribui com a inovação do setor", disse Maria Lúcia Garcia, presidente da Sociedade Brasileira de Gastronomia e Nutrição (SBGAN).
De acordo com Thomas Steward, gerente comercial da Seafood Expo Latin America, a feira deste ano teve um público altamente qualificado. "A terceira Seafood Expo consolidou-se como o principal encontro para negócios e parcerias para indústria da pesca e aqüicultura. E ano que vem promete um grande crescimento tanto de visitante como de expositores, pois está marcada simultaneamente a mais 3 feiras do setor alimentício - Food Ingredients South America, Food Pack e Food safety & Hygiene, em novo local e nova data", afirmou.
"Como nas edições anteriores, atendemos a três segmentos: atacado, food service e supermercado. Foram feitos muitos negócios e contatos, sempre realçando nossos lançamentos, que foram a Linha Peixe Rei, de salmão defumado e produtos nobres (turbot e centolla). O público da feira pertence ao setor, o que agiliza a negociação. Certamente iremos participar do evento no ano que vem", segundo Egberto Braga, gerente da Opergel Alimentos.
"Tivemos muita visitação nesta feira, principalmente de pessoas vindas de fora de São Paulo (Norte, Nordeste e Rio Grande do Sul, entre outros). Foram feitos testes com dois novos produtos durante o evento para depois lançarmos no mercado: Rigatoni com camarão ao molho branco e Rigatoni com camarão ao molho quatro queijos. Participamos da Seafood desde a sua primeira edição e achamos que este ano foi igualmente positivo como o anterior", comentou Paulo César, gerente de vendas da Costa Sul Pescados
A empresa Frigostrella do Brasil, que enviou a gerente de vendas, Patrícia Santos, participa da feira desde sua primeira edição. Para a executiva, o público da feira é bem focado e direcionado. "Esta foi mais uma edição positiva para nós. A organização da feira e a infra-estrutura da Seafood estiveram excelentes. Pretendemos estar aqui na próxima edição. Nosso lançamento deste ano foi a Máquina Fabricante de Gelo em Escamas com Cilindro em Alumínio Naval de Alta Resistência", afirmou.
Paralelamente à feira, ocorreu o 3º Congresso Seafood Expo Latin América, dividido em: Workshop GI Pescado, realizado pelo Grupo de Interesse Pescado; IV ENEPA - Encontro Nacional dos Empresários da Pesca e Aqüicultura, organizado pela Associação Brasileira dos Criadores de Camarão (ABCC) e o Conselho Nacional de Pesca e Aqüicultura (Conepe); o Seminário da Associação Brasileira dos Criadores de Organismos Aquáticos (ABRACOA); e o 2º Seminário Cozinha Profissional: Maravilhas do Mar e da Mesa. O congresso reuniu aqüicultores, piscicultores, empresários da pesca, processadores, técnicos, compradores, nutricionistas e chefes de cozinha.
Foram abordados temas como: Recursos tecnológicos para quem quer exportar; Perspectivas da aquisição de peixes de cultivo pelo comércio varejista de gêneros alimentícios; De que maneira deve ser feita a gestão dos recursos humanos num restaurante de peixe e frutos do mar?; e Contratações, treinamentos e reciclagem de colaboradores para garantir a validade e qualidade dos produtos e a boa imagem do restaurante, entre outros.
Para Virgílio Carvalho, diretor da Federação de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Estado de São Paulo, é muito importante discutir as oportunidades da inclusão dos peixes nos cardápios, entrosamento da produção com o produto acabado e a valorização do peixe como produto alimentar. Ele comandou a palestra: "Perspectivas da aquisição de peixes pelo comércio varejista de gêneros alimentícios" no seminário da ABRACOA. "As pessoas do setor estão interessadas em incrementar suas vendas e este é um setor em crescimento", afirmou.
Já Guilherme Crispim, coordenador Nacional de Comercialização da Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca (Seap) participou do V Enepa. "A Seafood é uma celebração de conquistas de cada empresa expositora, a feira contribui para o que o reconhecimento dos esforços do empresário do setor torne-se público. A feira contribui para a criação de uma cultura saudável de competição entre as empresas, por esta razão foi muito bom ter sido convidado para participar", analisou.
Para o PROCHILE, escritório para assuntos econômicos do Chile no Brasil, a participação na Seafood foi positiva, nós realizamos uma palestra - Chile e Brasil com o tema " Parcerias em Aqüicultura", que contou com a presença de autoridades chilenas e brasileiras e de especialistas de ambos os países, ligados ao setor de aqüicultura. "Nós promovemos as exportações dos produtos do Chile de uma maneira geral e durante a Seafood Expo nós divulgamos os produtos chilenos da área de pesca, paralelo a isso nós tínhamos 12 empresas que participaram das rodadas de negócios na feira, sendo que 4 delas são especializadas em produtos do mar e as demais em equipamentos e serviços do setor, e todas as empresas tiveram um retorno positivo da Seafood", diz Ricardo Moyano, adido comercial do Chile no Brasil.
Novidade para 2007 - nova data e novo local!
A próxima edição do evento, promovido pela VNU Business Media, terá nova data - entre 18 e 20 de setembro de 2007 - e estará em novo local - Transamérica Expo Center, em São Paulo. Ocorrem em paralelo as feiras: Food Ingredients South America, Food Pack, Food Safety & Hygiene. Será um mega evento de 30.000 m² para mais de 21.000 visitantes da indústria alimentícia.
Veja outros depoimentos de expositores, participantes da feira e do congresso:
Leardini, Rodrigo Macagnan, diretor financeiro.
"Nós fechamos bons contatos, bons negócios durante os três dias de evento, e tivemos um grande número de prospecções oriundo do mercado internacional, tanto para exportação, quanto para importação. Foram contatos novos. Além disso, estamos para lançar iscas de cação, e trabalhamos o mix na feira."
Sinpesca, Pedro Paulo Guimarães Nasses, diretor da Frigepe.
"É a primeira vez que participamos como expositor da Seafood. A feira superou as nossas expectativas, nós nos aproximamos ainda mais de nossos clientes e realizamos ótimos contato com novos clientes. A Frigepe existe há 35 anos e a nossa participação na Seafood contribuiu para a consolidação de novos negócios."
DAMM, Roberto Josiek Veiga, diretor de vendas.
"Com público especializado, a feira foi satisfatória. Durante o evento, lançamos o carré de tambaqui, um peixe da Amazônia. A novidade é o modo que nós o preparamos, é tão inovador que está chocando os clientes. O peixe é exótico e copia o corte do cordeiro, mas o gosto é diferente."
Marcomar, Nilson Marques Júnior, diretor da Marcomar
"A participação da Marcomar na Seafood Expo foi ótima, realizamos excelentes contatos durante a feira e recebemos clientes da casa e também clientes futuros em nosso estande, nós trabalhamos com salmão in natura e defumado, merluza, abadejo e pescados do norte do Brasil e durante a feira lançamos a nova linha de produtos porcionados direcionada ao mercado de food service".
SPMJ Comunicação
Fone / Fax: (11) 3289 2699
Sérgio Poroger
Renata Cordeiro - rcordeiro@spmj.com.br (ramal 116)
Claudia Reis Silvestre - crsilvestre@spmj.com.br (ramal 123)
Mais de 5.200 visitantes transformaram a 3ª edição da Seafood Expo Latin America, realizada de 24 a 26 de maio no Expo Center Norte, Pavilhão Amarelo, em São Paulo, em um grande sucesso de público. A feira contou com 70 expositores e foi visitada por atacadistas, distribuidores, pequenos, médios e grandes varejistas e operadores de food service - proprietários de bares, restaurantes, redes hoteleiras, empresas de refeições coletivas - de todo o Brasil e Exterior.
Esse ano, a feira repetiu a fórmula de sucesso de edição de 2005 - apresentando os lançamentos e produtos de pescados e frutos do mar como os filés de carne branca com pouca espinha e pele, tais como a gama das merluzas, abadejos, salmão , cação entre diversos peixes, enquanto a Seafood Tech trouxe novos equipamentos e tecnologias para a pesca e aqüicultura em água doce e marinha, além de processamento para o pescado e serviços complementares .
Os destaques da feira ficaram por conta do 1º Seafood Latim America AWARD, uma iniciativa inédita no mercado. A Seafood Expo premiou o Produto Mais Inovador para Food Service e para o Varejo. Os grandes vencedores da premiação foram: Leardini Pescados, com o produto "Ingredientes para Paella", como Mais Inovador para o Varejo, e Damm, com o produto "Carpaccio de Peixe", como o Mais Inovador para o Food Service.
"Esse prêmio é uma forma de incentivar as empresas a buscarem inovações. Na minha opinião, ele é positivo na medida em que o consumidor final e o cliente da área de food service tenham um ganho, um benefício no preparo, na originalidade. Esse tipo de prêmio faz com que aja uma competitividade saudável entre as empresas, e dá visibilidade aos produtos que foram recém-lançados, o que contribui com a inovação do setor", disse Maria Lúcia Garcia, presidente da Sociedade Brasileira de Gastronomia e Nutrição (SBGAN).
De acordo com Thomas Steward, gerente comercial da Seafood Expo Latin America, a feira deste ano teve um público altamente qualificado. "A terceira Seafood Expo consolidou-se como o principal encontro para negócios e parcerias para indústria da pesca e aqüicultura. E ano que vem promete um grande crescimento tanto de visitante como de expositores, pois está marcada simultaneamente a mais 3 feiras do setor alimentício - Food Ingredients South America, Food Pack e Food safety & Hygiene, em novo local e nova data", afirmou.
"Como nas edições anteriores, atendemos a três segmentos: atacado, food service e supermercado. Foram feitos muitos negócios e contatos, sempre realçando nossos lançamentos, que foram a Linha Peixe Rei, de salmão defumado e produtos nobres (turbot e centolla). O público da feira pertence ao setor, o que agiliza a negociação. Certamente iremos participar do evento no ano que vem", segundo Egberto Braga, gerente da Opergel Alimentos.
"Tivemos muita visitação nesta feira, principalmente de pessoas vindas de fora de São Paulo (Norte, Nordeste e Rio Grande do Sul, entre outros). Foram feitos testes com dois novos produtos durante o evento para depois lançarmos no mercado: Rigatoni com camarão ao molho branco e Rigatoni com camarão ao molho quatro queijos. Participamos da Seafood desde a sua primeira edição e achamos que este ano foi igualmente positivo como o anterior", comentou Paulo César, gerente de vendas da Costa Sul Pescados
A empresa Frigostrella do Brasil, que enviou a gerente de vendas, Patrícia Santos, participa da feira desde sua primeira edição. Para a executiva, o público da feira é bem focado e direcionado. "Esta foi mais uma edição positiva para nós. A organização da feira e a infra-estrutura da Seafood estiveram excelentes. Pretendemos estar aqui na próxima edição. Nosso lançamento deste ano foi a Máquina Fabricante de Gelo em Escamas com Cilindro em Alumínio Naval de Alta Resistência", afirmou.
Paralelamente à feira, ocorreu o 3º Congresso Seafood Expo Latin América, dividido em: Workshop GI Pescado, realizado pelo Grupo de Interesse Pescado; IV ENEPA - Encontro Nacional dos Empresários da Pesca e Aqüicultura, organizado pela Associação Brasileira dos Criadores de Camarão (ABCC) e o Conselho Nacional de Pesca e Aqüicultura (Conepe); o Seminário da Associação Brasileira dos Criadores de Organismos Aquáticos (ABRACOA); e o 2º Seminário Cozinha Profissional: Maravilhas do Mar e da Mesa. O congresso reuniu aqüicultores, piscicultores, empresários da pesca, processadores, técnicos, compradores, nutricionistas e chefes de cozinha.
Foram abordados temas como: Recursos tecnológicos para quem quer exportar; Perspectivas da aquisição de peixes de cultivo pelo comércio varejista de gêneros alimentícios; De que maneira deve ser feita a gestão dos recursos humanos num restaurante de peixe e frutos do mar?; e Contratações, treinamentos e reciclagem de colaboradores para garantir a validade e qualidade dos produtos e a boa imagem do restaurante, entre outros.
Para Virgílio Carvalho, diretor da Federação de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Estado de São Paulo, é muito importante discutir as oportunidades da inclusão dos peixes nos cardápios, entrosamento da produção com o produto acabado e a valorização do peixe como produto alimentar. Ele comandou a palestra: "Perspectivas da aquisição de peixes pelo comércio varejista de gêneros alimentícios" no seminário da ABRACOA. "As pessoas do setor estão interessadas em incrementar suas vendas e este é um setor em crescimento", afirmou.
Já Guilherme Crispim, coordenador Nacional de Comercialização da Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca (Seap) participou do V Enepa. "A Seafood é uma celebração de conquistas de cada empresa expositora, a feira contribui para o que o reconhecimento dos esforços do empresário do setor torne-se público. A feira contribui para a criação de uma cultura saudável de competição entre as empresas, por esta razão foi muito bom ter sido convidado para participar", analisou.
Para o PROCHILE, escritório para assuntos econômicos do Chile no Brasil, a participação na Seafood foi positiva, nós realizamos uma palestra - Chile e Brasil com o tema " Parcerias em Aqüicultura", que contou com a presença de autoridades chilenas e brasileiras e de especialistas de ambos os países, ligados ao setor de aqüicultura. "Nós promovemos as exportações dos produtos do Chile de uma maneira geral e durante a Seafood Expo nós divulgamos os produtos chilenos da área de pesca, paralelo a isso nós tínhamos 12 empresas que participaram das rodadas de negócios na feira, sendo que 4 delas são especializadas em produtos do mar e as demais em equipamentos e serviços do setor, e todas as empresas tiveram um retorno positivo da Seafood", diz Ricardo Moyano, adido comercial do Chile no Brasil.
Novidade para 2007 - nova data e novo local!
A próxima edição do evento, promovido pela VNU Business Media, terá nova data - entre 18 e 20 de setembro de 2007 - e estará em novo local - Transamérica Expo Center, em São Paulo. Ocorrem em paralelo as feiras: Food Ingredients South America, Food Pack, Food Safety & Hygiene. Será um mega evento de 30.000 m² para mais de 21.000 visitantes da indústria alimentícia.
Veja outros depoimentos de expositores, participantes da feira e do congresso:
Leardini, Rodrigo Macagnan, diretor financeiro.
"Nós fechamos bons contatos, bons negócios durante os três dias de evento, e tivemos um grande número de prospecções oriundo do mercado internacional, tanto para exportação, quanto para importação. Foram contatos novos. Além disso, estamos para lançar iscas de cação, e trabalhamos o mix na feira."
Sinpesca, Pedro Paulo Guimarães Nasses, diretor da Frigepe.
"É a primeira vez que participamos como expositor da Seafood. A feira superou as nossas expectativas, nós nos aproximamos ainda mais de nossos clientes e realizamos ótimos contato com novos clientes. A Frigepe existe há 35 anos e a nossa participação na Seafood contribuiu para a consolidação de novos negócios."
DAMM, Roberto Josiek Veiga, diretor de vendas.
"Com público especializado, a feira foi satisfatória. Durante o evento, lançamos o carré de tambaqui, um peixe da Amazônia. A novidade é o modo que nós o preparamos, é tão inovador que está chocando os clientes. O peixe é exótico e copia o corte do cordeiro, mas o gosto é diferente."
Marcomar, Nilson Marques Júnior, diretor da Marcomar
"A participação da Marcomar na Seafood Expo foi ótima, realizamos excelentes contatos durante a feira e recebemos clientes da casa e também clientes futuros em nosso estande, nós trabalhamos com salmão in natura e defumado, merluza, abadejo e pescados do norte do Brasil e durante a feira lançamos a nova linha de produtos porcionados direcionada ao mercado de food service".
SPMJ Comunicação
Fone / Fax: (11) 3289 2699
Sérgio Poroger
Renata Cordeiro - rcordeiro@spmj.com.br (ramal 116)
Claudia Reis Silvestre - crsilvestre@spmj.com.br (ramal 123)
Ministros e parlamentares acertam grupo de trabalho para discutir medidas para agricultura
Grupo de Trabalho deverá apresentar resultado no dia 14 de junho
Foi formado, durante a audiência pública da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, um Grupo de Trabalho (GT) entre os ministérios da Fazenda e Agricultura, Câmara dos Deputados e entidades do agronegócio. O grupo deverá propor alternativas para resolver o endividamento de produtores rurais e elaborar medidas estruturantes que visem minimizar os efeitos nocivos da crise agrícola.
O grupo, que já está sendo formado, contará com a participação de dois parlamentares da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados. O deputado João Grandão (PT/MS), vice-presidente da Comissão, deverá representar a Agricultura Familiar e o deputado Luiz Carlos Heinze (PP/RS), responderá pela Agricultura empresarial. A Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) será representada pelo presidente da Federação de Agricultura do Mato Grosso, Famato, Homero Pereira, e a Organização das Cooperativas do Brasil (OCB) por Nelson Costa, superintendente da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar). Os ministérios da Fazenda e da Agricultura deverão também indicar seus representantes. O Grupo será coordenado por José Gerardo Fontelles, assessor especial do ministro da Fazenda para assuntos agrícolas.
O presidente da Comissão de Agricultura, Abelardo Lupion (PFL/PR), informou que o grupo iniciará os trabalhos no dia 6 de junho e deverá finalizar as propostas no dia 13 para apresentá-las em nova audiência pública no dia 14.
Pressão sobre o câmbio
A proposta de formação de um grupo de trabalho foi apresentada pelo próprio ministro Guido Mantega, da Fazenda, diante da enorme pressão feita pelos parlamentares na Audiência que reuniu, também o ministro Roberto Rodrigues, da Agricultura.
Os deputados criticaram a política econômica do governo Lula e destacaram o câmbio livre como uma das causas da queda na rentabilidade da agricultura em 2006. “Não podemos considerar essa crise como sendo uma crise cíclica do agronegócio se ela é fruto dessa política de câmbio que é nociva para a produção rural. O que nós queremos é a proteção da agricultura”, disse a deputada Kátia Abreu (PFL/TO), vice presidente da CNA. Já o deputado Leonardo Vilela (PSDB/GO) lembrou que o câmbio flutuante causou uma brutal transferência de renda do setor produtivo para o setor financeiro especulativo. O deputado Xico Graziano (PSDB/SP) questionou Mantega se o governo não sabia que a valorização do real acabaria com a agricultura.
Em resposta ao forte questionamento dos parlamentares, o ministro Guido Mantega disse que o governo não praticou uma política deliberada de valorização do câmbio. Ele lembrou que todos os países emergentes que foram bem-sucedidos em suas políticas de estabilidade econômica e alcançaram superávits comerciais expressivos tiveram uma natural valorização de suas moedas. Mantega reforçou que não haverá mudança na política de câmbio flutuante.
Dívida vai se acumular em 2007
O deputado Ronaldo Caiado (PFL/GO) alegou que as medidas de prorrogação de custeio de 2005/2006 e de outros débitos acumulados, apresentadas no lançamento de Plano Safra, no dia 25 de maio, poderão jogar o problema para 2007, quando haverá uma concentração de vencimentos dos débitos que poderá atingir R$ 8 bilhões, sem considerar o custeio da próxima safra (2006/2007).
O ministro Mantega prometeu checar os números apresentados pelo parlamentar e analisar o cronograma de todos os vencimentos entre 2007 e 2010 e acrescentou que essa situação deverá ser examinada pelo Grupo de Trabalho.
Contingenciamento
Questionado sobre o contingenciamento ao orçamento do Ministério da Agricultura, Guido Mantega disse que o corte foi sobre as emendas parlamentares, mas que o orçamento do Órgão proposto pelo Executivo foi mantido.
Guida Gorga
Assessora de Comunicação
Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural
Câmara dos Deputados
Brasília -DF
Foi formado, durante a audiência pública da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, um Grupo de Trabalho (GT) entre os ministérios da Fazenda e Agricultura, Câmara dos Deputados e entidades do agronegócio. O grupo deverá propor alternativas para resolver o endividamento de produtores rurais e elaborar medidas estruturantes que visem minimizar os efeitos nocivos da crise agrícola.
O grupo, que já está sendo formado, contará com a participação de dois parlamentares da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados. O deputado João Grandão (PT/MS), vice-presidente da Comissão, deverá representar a Agricultura Familiar e o deputado Luiz Carlos Heinze (PP/RS), responderá pela Agricultura empresarial. A Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) será representada pelo presidente da Federação de Agricultura do Mato Grosso, Famato, Homero Pereira, e a Organização das Cooperativas do Brasil (OCB) por Nelson Costa, superintendente da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar). Os ministérios da Fazenda e da Agricultura deverão também indicar seus representantes. O Grupo será coordenado por José Gerardo Fontelles, assessor especial do ministro da Fazenda para assuntos agrícolas.
O presidente da Comissão de Agricultura, Abelardo Lupion (PFL/PR), informou que o grupo iniciará os trabalhos no dia 6 de junho e deverá finalizar as propostas no dia 13 para apresentá-las em nova audiência pública no dia 14.
Pressão sobre o câmbio
A proposta de formação de um grupo de trabalho foi apresentada pelo próprio ministro Guido Mantega, da Fazenda, diante da enorme pressão feita pelos parlamentares na Audiência que reuniu, também o ministro Roberto Rodrigues, da Agricultura.
Os deputados criticaram a política econômica do governo Lula e destacaram o câmbio livre como uma das causas da queda na rentabilidade da agricultura em 2006. “Não podemos considerar essa crise como sendo uma crise cíclica do agronegócio se ela é fruto dessa política de câmbio que é nociva para a produção rural. O que nós queremos é a proteção da agricultura”, disse a deputada Kátia Abreu (PFL/TO), vice presidente da CNA. Já o deputado Leonardo Vilela (PSDB/GO) lembrou que o câmbio flutuante causou uma brutal transferência de renda do setor produtivo para o setor financeiro especulativo. O deputado Xico Graziano (PSDB/SP) questionou Mantega se o governo não sabia que a valorização do real acabaria com a agricultura.
Em resposta ao forte questionamento dos parlamentares, o ministro Guido Mantega disse que o governo não praticou uma política deliberada de valorização do câmbio. Ele lembrou que todos os países emergentes que foram bem-sucedidos em suas políticas de estabilidade econômica e alcançaram superávits comerciais expressivos tiveram uma natural valorização de suas moedas. Mantega reforçou que não haverá mudança na política de câmbio flutuante.
Dívida vai se acumular em 2007
O deputado Ronaldo Caiado (PFL/GO) alegou que as medidas de prorrogação de custeio de 2005/2006 e de outros débitos acumulados, apresentadas no lançamento de Plano Safra, no dia 25 de maio, poderão jogar o problema para 2007, quando haverá uma concentração de vencimentos dos débitos que poderá atingir R$ 8 bilhões, sem considerar o custeio da próxima safra (2006/2007).
O ministro Mantega prometeu checar os números apresentados pelo parlamentar e analisar o cronograma de todos os vencimentos entre 2007 e 2010 e acrescentou que essa situação deverá ser examinada pelo Grupo de Trabalho.
Contingenciamento
Questionado sobre o contingenciamento ao orçamento do Ministério da Agricultura, Guido Mantega disse que o corte foi sobre as emendas parlamentares, mas que o orçamento do Órgão proposto pelo Executivo foi mantido.
Guida Gorga
Assessora de Comunicação
Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural
Câmara dos Deputados
Brasília -DF
terça-feira, maio 30, 2006
Ministros falarão sobre a crise na agropecuária amanhã na Câmara
Uma audiência pública marcará o encontro entre ministros e parlamentares da Comissão de Agricultura amanhã, na Câmara dos Deputados. O objetivo é discutir as medidas propostas pelo governo federal para minimizar os efeitos negativos da crise que vem afetando a agropecuária nacional. O Pacote de medidas foi anunciado pelos ministros Roberto Rodrigues, da Agricultura e Guido Mantega, da Fazenda, na última quinta-feira, dia 25, junto com o Plano Safra 2006/2007.
Para a audiência, foram convocados os ministros da Agricultura, Roberto Rodrigues, do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, da Fazenda, Guido Mantega e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan.
Já confirmaram presença os ministros Roberto Rodrigues e Guido Mantega. O ministro Furlan, em viagem para o exterior, deverá reagendar o compromisso para uma outra data. O ministro Guilherme Cassel não respondeu à convocação até às 14horas de hoje.
A audiência será realizada amanhã, dia 31 de maio, a partir das 10 horas no Plenário 6 do Anexo II.
Guida Gorga
Assessora de Comunicação
Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural
Câmara dos Deputados
Brasília -DF
Para a audiência, foram convocados os ministros da Agricultura, Roberto Rodrigues, do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, da Fazenda, Guido Mantega e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan.
Já confirmaram presença os ministros Roberto Rodrigues e Guido Mantega. O ministro Furlan, em viagem para o exterior, deverá reagendar o compromisso para uma outra data. O ministro Guilherme Cassel não respondeu à convocação até às 14horas de hoje.
A audiência será realizada amanhã, dia 31 de maio, a partir das 10 horas no Plenário 6 do Anexo II.
Guida Gorga
Assessora de Comunicação
Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural
Câmara dos Deputados
Brasília -DF
quinta-feira, maio 25, 2006
BELGO BEKAERT ARAMES APRESENTA SOLUÇÕES PARA O HOMEM DO CAMPO NA MAIOR MOSTRA DO AGRONEGÓCIO NO ESTADO
Líder no mercado nacional de arames, a Belgo Bekaert, com sede em Contagem/MG, participa da 46ª Exposição Estadual Agropecuária, um dos destaques da segunda edição da SuperAgro Minas, com importantes soluções para o homem do campo. A feira ocorre de 29 de maio a 5 de junho no Parque da Gameleira.
No estande de 250 m² a empresa apresenta sua consagrada linha de mais de 100 itens para agro. A novidade para este ano é a Tela Campestre, produto exclusivo desenvolvido especialmente para a criação de caprinos e ovinos. Também merecem destaque o arame ovalado Belgo Z-700 e o acessório que mantém constantes os espaçamentos entre os fios das cercas de arame farpado e liso – Balancim Belgo Fixo.
Satisfeita com o resultado da edição de estréia da SuperAgro, em 2005, a Belgo Bekaert está novamente entre as principais empresas expositoras. “Vemos no evento um importante palco para demonstração dos nossos produtos e serviços, que cada vez mais acompanham as necessidades do homem do campo”, ressalta o assistente técnico Bruno Nolasco. Ele lembra que o número de contatos e negócios realizados foi surpreendente e, para este ano, as expectativas são melhores, já que a Exposição se consolidou como a maior mostra do setor no Estado.
Tela Campestre é exclusividade para caprinoovinocultura
Otimista em relação ao mercado de caprinoovinocultura, em franca expansão no Brasil, a Belgo Bekaert Arames apresenta na SuperAgro Minas 2006 uma importante solução para a criação de caprinos e ovinos: a Tela Campestre. Desenvolvida especialmente para a atividade, a Tela Campestre conquistou liderança de mercado por se diferenciar das telas comuns nos seguintes aspectos: galvanização pesada; flexibilidade; ampla aplicação; economia de mão-de-obra e de madeira; contenção eficiente e espaçamento inteligente.
Oferecida nas alturas de 60 cm (para ovinos) e 1,20 m (para caprinos, ovinos e avestruzes), a tela também possui a vantagem de ser a única que se adapta a todos os tipos de relevo, acompanhando as ondulações do terreno.
Como particularidade da Caprinoovinocultura o assistente técnico ressalta a importância do cercamento, já que o sucesso do rebanho está bastante relacionado ao correto manejo dos animais. “Por serem de porte menor, se comparados aos bovinos, os caprinos e ovinos estão mais propensos a passarem pela cerca ou ficarem presos, mas utilizando produtos modernos, adequados e instalados corretamente os criadores evitam tais transtornos”, afirma.
Z-700 é campeão de vendas
De larga utilização na pecuária, atividade com significativa participação na economia do estado, o Z-700 é campeão nacional de vendas. O assistente técnico regional da Belgo Bekaert, Bruno Nolasco, explica que o produto conquistou a preferência dos criadores de gado por ser resistente, mas de grande flexibilidade e de fácil aplicação em cercas; mais econômico e com durabilidade comprovada.
Belgo Fixo é novidade para cercas rurais
Outro produto levado à SuperAgro é o Balancim Belgo Fixo, acessório que mantém constantes os espaçamentos entre os fios das cercas de arame farpado e liso. A novidade está cada vez mais presente em cercamentos rurais de todo o país. Além de evitar fugas e ferimentos nos animais e trazer maior durabilidade às cercas, o Belgo Fixo reduz 25% dos custos com mão-de-obra e material nas cercas de arame farpado e 30% nas de arame iso.
Luciana Marcatti - Regina Perillo Comunicação
31-3481-4888/ 9196-1964 - Regina Perillo – 31-9128-5616
Contato Belgo Bekaert: Bruno Nolasco
(31) 8749-9209 – Bruno.nolasco@belgobekaert.com.br
No estande de 250 m² a empresa apresenta sua consagrada linha de mais de 100 itens para agro. A novidade para este ano é a Tela Campestre, produto exclusivo desenvolvido especialmente para a criação de caprinos e ovinos. Também merecem destaque o arame ovalado Belgo Z-700 e o acessório que mantém constantes os espaçamentos entre os fios das cercas de arame farpado e liso – Balancim Belgo Fixo.
Satisfeita com o resultado da edição de estréia da SuperAgro, em 2005, a Belgo Bekaert está novamente entre as principais empresas expositoras. “Vemos no evento um importante palco para demonstração dos nossos produtos e serviços, que cada vez mais acompanham as necessidades do homem do campo”, ressalta o assistente técnico Bruno Nolasco. Ele lembra que o número de contatos e negócios realizados foi surpreendente e, para este ano, as expectativas são melhores, já que a Exposição se consolidou como a maior mostra do setor no Estado.
Tela Campestre é exclusividade para caprinoovinocultura
Otimista em relação ao mercado de caprinoovinocultura, em franca expansão no Brasil, a Belgo Bekaert Arames apresenta na SuperAgro Minas 2006 uma importante solução para a criação de caprinos e ovinos: a Tela Campestre. Desenvolvida especialmente para a atividade, a Tela Campestre conquistou liderança de mercado por se diferenciar das telas comuns nos seguintes aspectos: galvanização pesada; flexibilidade; ampla aplicação; economia de mão-de-obra e de madeira; contenção eficiente e espaçamento inteligente.
Oferecida nas alturas de 60 cm (para ovinos) e 1,20 m (para caprinos, ovinos e avestruzes), a tela também possui a vantagem de ser a única que se adapta a todos os tipos de relevo, acompanhando as ondulações do terreno.
Como particularidade da Caprinoovinocultura o assistente técnico ressalta a importância do cercamento, já que o sucesso do rebanho está bastante relacionado ao correto manejo dos animais. “Por serem de porte menor, se comparados aos bovinos, os caprinos e ovinos estão mais propensos a passarem pela cerca ou ficarem presos, mas utilizando produtos modernos, adequados e instalados corretamente os criadores evitam tais transtornos”, afirma.
Z-700 é campeão de vendas
De larga utilização na pecuária, atividade com significativa participação na economia do estado, o Z-700 é campeão nacional de vendas. O assistente técnico regional da Belgo Bekaert, Bruno Nolasco, explica que o produto conquistou a preferência dos criadores de gado por ser resistente, mas de grande flexibilidade e de fácil aplicação em cercas; mais econômico e com durabilidade comprovada.
Belgo Fixo é novidade para cercas rurais
Outro produto levado à SuperAgro é o Balancim Belgo Fixo, acessório que mantém constantes os espaçamentos entre os fios das cercas de arame farpado e liso. A novidade está cada vez mais presente em cercamentos rurais de todo o país. Além de evitar fugas e ferimentos nos animais e trazer maior durabilidade às cercas, o Belgo Fixo reduz 25% dos custos com mão-de-obra e material nas cercas de arame farpado e 30% nas de arame iso.
Luciana Marcatti - Regina Perillo Comunicação
31-3481-4888/ 9196-1964 - Regina Perillo – 31-9128-5616
Contato Belgo Bekaert: Bruno Nolasco
(31) 8749-9209 – Bruno.nolasco@belgobekaert.com.br
terça-feira, maio 23, 2006
Comissão denuncia violência contra produtor rural
A Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados vai realizar nesta quarta-feira, dia 24 de maio, uma reunião de debate para discutir a ação da Polícia Rodoviária Federal no município goinano de Mineiros, no qual houve prisões de produtores rurais. Para a reunião foi convidado o diretor da Polícia Rodoviária Federal, Hélio Cardoso Derene, que deverá prestar esclarecimentos a respeito da ação policial.
O deputado Ronaldo Caiado (PFL/GO), autor do requerimento, vai apresentar uma reportagem exibida por emissora de TV local no qual aparecem policiais efetuando a prisão de dois agricultores. Outras denúncias de prisões e violência contra produtores surgiram no Mato Grosso, na semana passada.
Para o parlamentar, qualquer ação de arbitrariedade deve ser levada à público, já que o próprio Presidente Luiz Inácio Lula da Silva garantiu aos governadores, em reunião do dia 16, que a polícia não iria usar da violência para reprimir as manifestações.
As manifestações dos produtores rurais nas rodovias brasileiras foram desencadeadas no início de maio como forma de protesto para mostrar à sociedade os problemas enfrentados pelo setor e o não atendimento das suas solicitações por parte do governo federal.
Especificamente, os produtores de grãos (arroz, soja, milho, trigo e sorgo) e de algodão vêm sofrendo uma das mais graves crises de renda dos últimos tempos por conta de fatores climáticos que reduziram a produção e a produtividade das lavouras em vários estados produtores, problemas cambiais que levaram à redução da rentabilidade da safra, e os altos de custos de produção, além da gradual e consecutiva redução de recursos a juros controlados para a agricultura.
A Audiência Pública está marcada para às 10 horas de amanhã, quarta-feira, dia 24 de maio, no Plenário 6 das Comissão – Anexo II – Câmara dos Deputados.
Informações: (61) 3216-6402
Guida Gorga
Assessora de Comunicação
Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural
Câmara dos Deputados
Brasília -DF
(61) 32166402 e 92756890
O deputado Ronaldo Caiado (PFL/GO), autor do requerimento, vai apresentar uma reportagem exibida por emissora de TV local no qual aparecem policiais efetuando a prisão de dois agricultores. Outras denúncias de prisões e violência contra produtores surgiram no Mato Grosso, na semana passada.
Para o parlamentar, qualquer ação de arbitrariedade deve ser levada à público, já que o próprio Presidente Luiz Inácio Lula da Silva garantiu aos governadores, em reunião do dia 16, que a polícia não iria usar da violência para reprimir as manifestações.
As manifestações dos produtores rurais nas rodovias brasileiras foram desencadeadas no início de maio como forma de protesto para mostrar à sociedade os problemas enfrentados pelo setor e o não atendimento das suas solicitações por parte do governo federal.
Especificamente, os produtores de grãos (arroz, soja, milho, trigo e sorgo) e de algodão vêm sofrendo uma das mais graves crises de renda dos últimos tempos por conta de fatores climáticos que reduziram a produção e a produtividade das lavouras em vários estados produtores, problemas cambiais que levaram à redução da rentabilidade da safra, e os altos de custos de produção, além da gradual e consecutiva redução de recursos a juros controlados para a agricultura.
A Audiência Pública está marcada para às 10 horas de amanhã, quarta-feira, dia 24 de maio, no Plenário 6 das Comissão – Anexo II – Câmara dos Deputados.
Informações: (61) 3216-6402
Guida Gorga
Assessora de Comunicação
Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural
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(61) 32166402 e 92756890
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