A liberação de R$ 200 milhões em Empréstimo do Governo Federal (EGF) para o setor leiteiro é um dos temas que o presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR), deputado Leonardo Vilela (PP-GO) pretende discutir no Exporta Brasil, debate que ocorre em Campo Grande (Mato Grosso do Sul) neste final de semana. O parlamentar pretende enfatizar a necessidade de EGF para o período de safra, tendo como garantia o produto em estoque.
Leonardo Vilela - um dos responsáveis pela mudança no cenário leiteiro de Goiás, estado que atualmente está entre os maiores produtores de leite do Brasil - diz que a exigência da estocagem permitirá retirar do mercado o excedente da oferta, que provoca o aviltamento dos preços. Com isso haverá chance de os pequenos e médios laticínios e cooperativas terem estoques suficientes para assegurar o fechamento de contratos de exportação ou comercialização no mercado doméstico, fazendo negócios com melhores preços.
O Exporta Brasil faz parte da programação do 4º Congresso Internacional do Leite e 4º Workshop sobre políticas públicas para o agronegócio do leite e será realizado neste sábado (6), às 19 horas, no Centro de Convenções Rubens Gil de Camilo. O evento é promovido pela Embrapa Gado de Leite (Juiz de Fora-MG), Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Organização das Cooperativas do Brasil (OCB), Confederação Brasileira de Cooperativas de Laticínios (CBCL), governo do estado de Mato Grosso do Sul e Leite Brasil.
Deva Rodrigues
MTB/RS 5297
Telefone (61) 216-6406
(61) 9611 5355
AgroBrasil - @gricultura Brasileira Online

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sexta-feira, novembro 05, 2004
Greenpeace confirma contaminação das variedades do milho mexicano
As primeiras evidências surgiram em 2001, mas até hoje as autoridades dos EUA e as empresas de biotecnologia esforçam-se para escondê-las. A última manobra foi tentar desautorizar uma equipe de especialistas da Universidade da Califórnia, Universidade Nacional Autônoma do México e Universidade Estadual de Ohio contratados para investigar e sugerir medidas para conter a contaminação, por transgênicos, das variedades tradicionais de milho mexicano. Ao invés de publicar os estudos, autoridades norte-americanas têm procurado ocultá-lo do público. As conclusões dos cientistas foram reveladas pelo Geeenpeace.
A produção do estudo esteve a cargo do conselho da Comissão para a Cooperação Ambiental (CEC, na sigla em inglês), uma organização que reúne os países-membros do NAFTA, o acordo de livre comércio que envolve firmado por Canadá, Estados Unidos e México. A demanda veio de grupos ambientalistas e comunidades indígenas mexicanas, preocupadas com o impacto causado pela introdução de variedades transgênicas de milho sobre as variedades locais. O México é a principal fonte de biodiversidade de variedades de milho e seu cultivo faz parte da história e da memória cultural dos indígenas. Para a realização do estudo, a CEC contratou uma equipe independente de pesquisadores que submeteram os resultados ao parecer de outros cientistas.
O relatório da CEC é incisivo no quesito meio ambiente e pede mais investigações sobre os efeitos no sistema rural e na biodiversidade mexicana. "É urgente examinar e avaliar os efeitos diretos e indiretos do cultivo de milho geneticamente modificado na flora e na fauna - muitas muito úteis - que se formam em torno do milho das milpas [sistema de agricultura familiar intensiva do México], de outros sistemas agrícolas mexicanos e na biodiversidade das comunidades naturais vizinhas", afirmam os pesquisadores no item 5 das recomendações com relação à biodiversidade. O documento contesta, portanto, a idéia de que os testes ambientais já realizados nos EUA são suficientes para justificar a liberação imediata do produto.
O milho no México é muito mais do que uma mera atividade econômica. Além de essenciais para o grande número de famílias que ainda praticam a agricultura de subsistência, seu cultivo e sua variedade são importantes culturalmente para o país.
O que mais incomoda as corporações cadadenses e norte-americanas é a sugestão para que todo o milho vendido ao México seja rotulado. A comercialização de sementes de milho transgênico no país é proibida. Entretanto, não há controle algum sobre os grãos que são exportados como alimento. Boa parte acaba, inadvertidamente, sendo plantada em conjunto com as variedades tradicionais. O relatório aponta que até mesmo os grãos oferecidos pela autarquia mexicana encarregada da distribuição de alimentos à população pobre seria alvo de contaminação. Os pesquisadores contratados pelo CEC pedem que todo o milho não-testado que chegue ao México seja rotulado como geneticamente modificado e moído, o que impediria seu uso como semente.
O governo canadense refutou o estudo por meio de seu equivalente ao Ministério do Meio Ambiente, a Enviroment Canada. As críticas são pontuais e não afetam o cerne do documento. São assinadas por Norine Smith, assessora do ministro. "Em geral, consideramos os achados chave do relatório balanceados e consistentes com o nosso entendimento científico, nosso marco regulatório e de acordo com os padrões internacionais", afirma. As autoridades canadenses questionam as recomendações contidas no documento.
O Greenpeace antevê problemas para os EUA na Organização Mundial do Comércio (OMC). "O reconhecimento de riscos ambientais reais trazidos pelo milho transgênico e a conseqüente recomendação para que todo milho vindo dos EUA seja moído significam um claro dano na posição estadunidense contra a Europa na OMC. Não é nenhuma surpresa a tentativa de evitar a publicação do relatório", afirma Doreen Stabinsky, do Greenpeace Internacional. Os EUA (junto com o Canadá e a Argentina) questionam, na OMC, o embargo aos produtos trangênicos imposto pelos países europeus. Para os Washington, esse embargo teria razões mercadológicas enquanto os Europeus afirmam não haver evidências de que as variedades transgênicas não afetem o meio ambiente.
O relatório produzido a pedido da CEC está pronto desde 31 de agosto. Pelo seu conteúdo, Canadá e Estados Unidos estariam tentando retardar sua publicação. De acordo com a CEC, ele foi enviado, em uma versão atualizada - ou seja, depois dos comentários do Canadá e dos Estados Unidos - a autoridades do meio ambiente de México, Estados Unidos e Canadá em 13 de setembro. Normalmente, a publicação do documento deve acontecer 60 dias após o envio. Mas as autoridades dos três países podem decidir livremente sobre se e quando o irão publicar.
Leia mais no site do Greenpeace
A produção do estudo esteve a cargo do conselho da Comissão para a Cooperação Ambiental (CEC, na sigla em inglês), uma organização que reúne os países-membros do NAFTA, o acordo de livre comércio que envolve firmado por Canadá, Estados Unidos e México. A demanda veio de grupos ambientalistas e comunidades indígenas mexicanas, preocupadas com o impacto causado pela introdução de variedades transgênicas de milho sobre as variedades locais. O México é a principal fonte de biodiversidade de variedades de milho e seu cultivo faz parte da história e da memória cultural dos indígenas. Para a realização do estudo, a CEC contratou uma equipe independente de pesquisadores que submeteram os resultados ao parecer de outros cientistas.
O relatório da CEC é incisivo no quesito meio ambiente e pede mais investigações sobre os efeitos no sistema rural e na biodiversidade mexicana. "É urgente examinar e avaliar os efeitos diretos e indiretos do cultivo de milho geneticamente modificado na flora e na fauna - muitas muito úteis - que se formam em torno do milho das milpas [sistema de agricultura familiar intensiva do México], de outros sistemas agrícolas mexicanos e na biodiversidade das comunidades naturais vizinhas", afirmam os pesquisadores no item 5 das recomendações com relação à biodiversidade. O documento contesta, portanto, a idéia de que os testes ambientais já realizados nos EUA são suficientes para justificar a liberação imediata do produto.
O milho no México é muito mais do que uma mera atividade econômica. Além de essenciais para o grande número de famílias que ainda praticam a agricultura de subsistência, seu cultivo e sua variedade são importantes culturalmente para o país.
O que mais incomoda as corporações cadadenses e norte-americanas é a sugestão para que todo o milho vendido ao México seja rotulado. A comercialização de sementes de milho transgênico no país é proibida. Entretanto, não há controle algum sobre os grãos que são exportados como alimento. Boa parte acaba, inadvertidamente, sendo plantada em conjunto com as variedades tradicionais. O relatório aponta que até mesmo os grãos oferecidos pela autarquia mexicana encarregada da distribuição de alimentos à população pobre seria alvo de contaminação. Os pesquisadores contratados pelo CEC pedem que todo o milho não-testado que chegue ao México seja rotulado como geneticamente modificado e moído, o que impediria seu uso como semente.
O governo canadense refutou o estudo por meio de seu equivalente ao Ministério do Meio Ambiente, a Enviroment Canada. As críticas são pontuais e não afetam o cerne do documento. São assinadas por Norine Smith, assessora do ministro. "Em geral, consideramos os achados chave do relatório balanceados e consistentes com o nosso entendimento científico, nosso marco regulatório e de acordo com os padrões internacionais", afirma. As autoridades canadenses questionam as recomendações contidas no documento.
O Greenpeace antevê problemas para os EUA na Organização Mundial do Comércio (OMC). "O reconhecimento de riscos ambientais reais trazidos pelo milho transgênico e a conseqüente recomendação para que todo milho vindo dos EUA seja moído significam um claro dano na posição estadunidense contra a Europa na OMC. Não é nenhuma surpresa a tentativa de evitar a publicação do relatório", afirma Doreen Stabinsky, do Greenpeace Internacional. Os EUA (junto com o Canadá e a Argentina) questionam, na OMC, o embargo aos produtos trangênicos imposto pelos países europeus. Para os Washington, esse embargo teria razões mercadológicas enquanto os Europeus afirmam não haver evidências de que as variedades transgênicas não afetem o meio ambiente.
O relatório produzido a pedido da CEC está pronto desde 31 de agosto. Pelo seu conteúdo, Canadá e Estados Unidos estariam tentando retardar sua publicação. De acordo com a CEC, ele foi enviado, em uma versão atualizada - ou seja, depois dos comentários do Canadá e dos Estados Unidos - a autoridades do meio ambiente de México, Estados Unidos e Canadá em 13 de setembro. Normalmente, a publicação do documento deve acontecer 60 dias após o envio. Mas as autoridades dos três países podem decidir livremente sobre se e quando o irão publicar.
Leia mais no site do Greenpeace
EMBRAPA TERÁ MAIS RECURSOS PARA PESQUISAS NO BRASIL
A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), o Instituto Agronômico de Ultramar (IAO) do Ministério das Relações Exteriores da Itália, e a Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (Facepe) aprovaram novos projetos apresentados pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, para garantir mais recursos para as atividades de pesquisa e desenvolvimento no Brasil.
Dois dos projetos aprovados pela Finep estão voltados à sanidade animal, especificamente à prevenção da Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), o “mal da vaca louca”, e da influenza aviária. Mesmo sem haver registro no Brasil, as doenças preocupam o mundo e podem ameaçar o agronegócio. “Estamos nos antecipando para evitar esses problemas aqui”, diz o diretor-presidente Clayton Campanhola. Serão destinados R$ 3 milhões aos projetos - R$ 1,5 milhão para cada um.
Os projetos terão a duração de três anos e serão conduzidos em um arranjo de parcerias multidisciplinares e interinstitucionais, envolvendo as unidades da Embrapa Gado de Corte, Gado de Leite, Suínos e Aves, Caprinos, Pecuária Sul, Pecuária Sudeste, Recursos Genéticos e Biotecnologia, além da Universidade Federal de Santa Maria (RS) e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
A idéia é formar uma rede de pesquisadores capaz de subsidiar planos para evitar perdas no setor de exportação de carne bovina. O setor deu ao Brasil, em 2003, a primeira colocação no ranking mundial. A diretora Mariza Luz Barbosa, coordenadora do processo de articulação das equipes e parcerias, afirma que “as diferentes unidades da Embrapa podem fazer muito para evitar ou antecipar as ameaças e aproveitar as oportunidades oferecidas ao agronegócio brasileiro”.
Ferrugem da soja
A Finep também aprovou um terceiro projeto orçado em R$ 1,5 milhão destinado ao combate à ferrugem da soja no Brasil. A ferrugem da soja provocou perdas de cerca de 4,5 milhões de toneladas na safra 2003/2004, segundo dados da Embrapa Soja. Associados a essas perdas, o que deixou de ser colhido e os gastos com controle químico somaram US$ 2 bilhões. Antes da safra, foi detectado o surgimento de uma nova raça do fungo P.pachyrhizi, causador da ferrugem, o que provocou quebra de fontes de resistência. Isso inviabilizou o desenvolvimento de cultivares resistentes à ferrugem. Outro problema foi a presença contínua desse fungo na entressafra em lavouras de inverno nos Cerrados.
Lavoura-Pecuária
O quarto projeto aprovado pela Finep, também com um orçamento de R$ 1,5 milhão, auxiliará as ações de transferência de tecnologia voltadas à integração entre lavouras e pecuária na região de Cerrado. A exploração conjunta de ambas as atividades é encarada como uma das melhores formas para aumentar a competitividade do setor, além de diminuir impactos negativos ao meio ambiente. No Brasil, as atividades são normalmente executadas separadamente, com pouca sincronia. Diante dessa realidade, a integração entre lavoura e pecuária tem sido uma alternativa promissora, já que traz vantagens econômicas, sociais e ambientais, possibilitando a oferta de forragem para o período seco do ano e de palhada para o sistema de plantio direto.
Fonte: MAPA
Dois dos projetos aprovados pela Finep estão voltados à sanidade animal, especificamente à prevenção da Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), o “mal da vaca louca”, e da influenza aviária. Mesmo sem haver registro no Brasil, as doenças preocupam o mundo e podem ameaçar o agronegócio. “Estamos nos antecipando para evitar esses problemas aqui”, diz o diretor-presidente Clayton Campanhola. Serão destinados R$ 3 milhões aos projetos - R$ 1,5 milhão para cada um.
Os projetos terão a duração de três anos e serão conduzidos em um arranjo de parcerias multidisciplinares e interinstitucionais, envolvendo as unidades da Embrapa Gado de Corte, Gado de Leite, Suínos e Aves, Caprinos, Pecuária Sul, Pecuária Sudeste, Recursos Genéticos e Biotecnologia, além da Universidade Federal de Santa Maria (RS) e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
A idéia é formar uma rede de pesquisadores capaz de subsidiar planos para evitar perdas no setor de exportação de carne bovina. O setor deu ao Brasil, em 2003, a primeira colocação no ranking mundial. A diretora Mariza Luz Barbosa, coordenadora do processo de articulação das equipes e parcerias, afirma que “as diferentes unidades da Embrapa podem fazer muito para evitar ou antecipar as ameaças e aproveitar as oportunidades oferecidas ao agronegócio brasileiro”.
Ferrugem da soja
A Finep também aprovou um terceiro projeto orçado em R$ 1,5 milhão destinado ao combate à ferrugem da soja no Brasil. A ferrugem da soja provocou perdas de cerca de 4,5 milhões de toneladas na safra 2003/2004, segundo dados da Embrapa Soja. Associados a essas perdas, o que deixou de ser colhido e os gastos com controle químico somaram US$ 2 bilhões. Antes da safra, foi detectado o surgimento de uma nova raça do fungo P.pachyrhizi, causador da ferrugem, o que provocou quebra de fontes de resistência. Isso inviabilizou o desenvolvimento de cultivares resistentes à ferrugem. Outro problema foi a presença contínua desse fungo na entressafra em lavouras de inverno nos Cerrados.
Lavoura-Pecuária
O quarto projeto aprovado pela Finep, também com um orçamento de R$ 1,5 milhão, auxiliará as ações de transferência de tecnologia voltadas à integração entre lavouras e pecuária na região de Cerrado. A exploração conjunta de ambas as atividades é encarada como uma das melhores formas para aumentar a competitividade do setor, além de diminuir impactos negativos ao meio ambiente. No Brasil, as atividades são normalmente executadas separadamente, com pouca sincronia. Diante dessa realidade, a integração entre lavoura e pecuária tem sido uma alternativa promissora, já que traz vantagens econômicas, sociais e ambientais, possibilitando a oferta de forragem para o período seco do ano e de palhada para o sistema de plantio direto.
Fonte: MAPA
quinta-feira, novembro 04, 2004
BUSINESS ROUND UP: Executivos debatem est ratégias de negócios para 2005
Entre os palestrantes: José Roberto Mendonça de Barros, diretor da MB Consultores; Sérgio Haberfeld, presidente do Conselho da Amcham; Hélio Magalhães, presidente da American Express do Brasil; José Tadeu Alves, presidente da Merck Sharpe & Dohme Farmacêutica; Pedro Passos, sócio diretor da Natura; Ricardo Antonio Weiss, diretor geral da Camargo Correa S.A; Geraldo Carbone, presidente do BankBoston; Mark Essle, presidente da A .T. Kearney.
Data: 08 de novembro (segunda-feira)
Horário: das 7h30 às 16h
Local: R. da Paz, 1.431, Chácara Santo Antonio, São Paulo - SP
A Câmara Americana de Comércio (Amcham) promoverá no próximo dia 08 de novembro o Business Round Up 2005. O evento, realizado anualmente pela Amcham, reunirá executivos, economistas e diretores de entidades de representação empresarial para debater os aspectos político-econômicos que têm afetado os negócios e quais são as perspectivas para o próximo ano. Os debates se dividirão em quatro painéis: "O panorama político-econômico brasileiro"; "Consumo, serviços e indústria farmacêutica"; "Agronegócios, infra-estrutura, logística e mercado financeiro"; "Atração de investimentos estrangeiros e comércio exterior: expectativas das câmaras de comércio dos principais parceiros brasileiros e de potenciais novos mercados".
Durante o evento serão divulgados os resultados da 10ª Rodada de Prognósticos, estudo elaborado pelo Grupo Estratégico (GE) de Economia da
Amcham, com a participação de economistas-chefes de bancos, empresas e de associações de classe. O estudo ratifica as previsões da maioria dos especialistas, para o final de 2004 e início de 2005, referente ao desempenho da Balança Comercial do Brasil, às taxas de câmbio e juros, Produto Interno Bruto e outras variáveis macroeconômicas.
Amcham
A Câmara Americana de Comércio é uma entidade sem fins lucrativos e com atuação independente dos governos brasileiro e americano. É a maior associação binacional da América Latina e a maior Câmara de Comércio fora dos Estados Unidos com cerca de 5.500 associados e representação em Campinas, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul e São Paulo. Sua missão é servir seus associados influenciando construtivamente políticas públicas no Brasil e nos Estados Unidos e promovendo o comércio, o investimento e a cidadania empresarial.
PROGRAMA DO BUSINESS ROUND UP
7h30 - 8h - Credenciamento
8h - Abertura da conferência
Sérgio Haberfeld - presidente do Conselho de Administração - Amcham
8h15 - 8h45 - O panorama político-econômico brasileiro
Quais os possíveis cenários para 2005? Como as tendências político-econômicas podem impactar os negócios? O que esperar da política econômica?
José Roberto Mendonça de Barros - diretor - MB Consultores
8h45 - 10h30 - Consumo, Serviços e Indústria Farmacêutica
Como enfrentar o desafio do emprego para aumentar a base consumidora de produtos e serviços? Estratégias para o desenvolvimento e o crescimento do mercado num ambiente competitivo que envolve redução de custos e necessidade de investimentos.
Moderador - Paulo Henrique Amorim
Hélio Magalhães - presidente - American Express do Brasil
José Tadeu Alves - presidente - Merck Sharpe & Dohme Farmacêutica
Ozires Silva - presidente - PeleNova Biotecnologia
Pedro Passos - sócio diretor - Natura
Ricardo Antonio Weiss - diretor geral - Camargo Corrêa S.A
10h30 - 10h45 - Coffee break
10h45 - 12h30 - Agronegócios, Infra-Estrutura, Logística e Mercado Financeiro
Como manter a competitividade diante dos desafios logísticos de um País exportador? A necessidade de implementar projetos de infra-estrutura para garantir a expansão de novos negócios e qual deve ser o papel do setor financeiro.
Moderador - Paulo Henrique Amorim
Alvaro Novis - diretor executivo - Odebrecht
Francisco Gros - presidente - Fosfertil Ultrafertil
Geraldo Carbone - presidente - BankBoston
Kim Gadegaard - presidente - Maersk do Brasil
Orlando González - presidente - Prisma Energy América do Sul
12h30 - 14h - Almoço - Atração de investimentos estrangeiros
Investimento estrangeiro direto: o Brasil no contexto internacional e o desafio para atrair investimentos.
Mark Essle - Presidente - A .T. Kearney
14h - 16h - Comércio Exterior: Expectativas das Câmaras de Comércio dos principais parceiros brasileiros e de potenciais novos mercados.
Quais os principais pontos críticos e de convergência? De que forma as negociações internacionais interferem no fluxo de comércio?
Moderador - Sergio Haberfeld - Dixie Toga - presidente do Conselho da Amcham
Alberto Joaquim Azuleta - diretor presidente - Câmara de Comércio Argentino Brasileira de São Paulo
Guilherme Lacombe de Góes e Vasconcellos - presidente - Agência Brasil-Índia de Desenvolvimento Econômico e Cultural
Paul Liu - presidente executivo - Câmara Brasil China de Desenvolvimento Econômico
Weber Ferreira Porto - Degussa Brasil - vice presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha
16h00 - Encerramento
Utama Campos
Assessoria de Imprensa
Câmara Americana de Comércio de São Paulo
Tel: (55) 11 5180-3818 Fax: (55) 11 5180-3777
utama@amcham.com.br
www.amcham.com.br
Data: 08 de novembro (segunda-feira)
Horário: das 7h30 às 16h
Local: R. da Paz, 1.431, Chácara Santo Antonio, São Paulo - SP
A Câmara Americana de Comércio (Amcham) promoverá no próximo dia 08 de novembro o Business Round Up 2005. O evento, realizado anualmente pela Amcham, reunirá executivos, economistas e diretores de entidades de representação empresarial para debater os aspectos político-econômicos que têm afetado os negócios e quais são as perspectivas para o próximo ano. Os debates se dividirão em quatro painéis: "O panorama político-econômico brasileiro"; "Consumo, serviços e indústria farmacêutica"; "Agronegócios, infra-estrutura, logística e mercado financeiro"; "Atração de investimentos estrangeiros e comércio exterior: expectativas das câmaras de comércio dos principais parceiros brasileiros e de potenciais novos mercados".
Durante o evento serão divulgados os resultados da 10ª Rodada de Prognósticos, estudo elaborado pelo Grupo Estratégico (GE) de Economia da
Amcham, com a participação de economistas-chefes de bancos, empresas e de associações de classe. O estudo ratifica as previsões da maioria dos especialistas, para o final de 2004 e início de 2005, referente ao desempenho da Balança Comercial do Brasil, às taxas de câmbio e juros, Produto Interno Bruto e outras variáveis macroeconômicas.
Amcham
A Câmara Americana de Comércio é uma entidade sem fins lucrativos e com atuação independente dos governos brasileiro e americano. É a maior associação binacional da América Latina e a maior Câmara de Comércio fora dos Estados Unidos com cerca de 5.500 associados e representação em Campinas, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul e São Paulo. Sua missão é servir seus associados influenciando construtivamente políticas públicas no Brasil e nos Estados Unidos e promovendo o comércio, o investimento e a cidadania empresarial.
PROGRAMA DO BUSINESS ROUND UP
7h30 - 8h - Credenciamento
8h - Abertura da conferência
Sérgio Haberfeld - presidente do Conselho de Administração - Amcham
8h15 - 8h45 - O panorama político-econômico brasileiro
Quais os possíveis cenários para 2005? Como as tendências político-econômicas podem impactar os negócios? O que esperar da política econômica?
José Roberto Mendonça de Barros - diretor - MB Consultores
8h45 - 10h30 - Consumo, Serviços e Indústria Farmacêutica
Como enfrentar o desafio do emprego para aumentar a base consumidora de produtos e serviços? Estratégias para o desenvolvimento e o crescimento do mercado num ambiente competitivo que envolve redução de custos e necessidade de investimentos.
Moderador - Paulo Henrique Amorim
Hélio Magalhães - presidente - American Express do Brasil
José Tadeu Alves - presidente - Merck Sharpe & Dohme Farmacêutica
Ozires Silva - presidente - PeleNova Biotecnologia
Pedro Passos - sócio diretor - Natura
Ricardo Antonio Weiss - diretor geral - Camargo Corrêa S.A
10h30 - 10h45 - Coffee break
10h45 - 12h30 - Agronegócios, Infra-Estrutura, Logística e Mercado Financeiro
Como manter a competitividade diante dos desafios logísticos de um País exportador? A necessidade de implementar projetos de infra-estrutura para garantir a expansão de novos negócios e qual deve ser o papel do setor financeiro.
Moderador - Paulo Henrique Amorim
Alvaro Novis - diretor executivo - Odebrecht
Francisco Gros - presidente - Fosfertil Ultrafertil
Geraldo Carbone - presidente - BankBoston
Kim Gadegaard - presidente - Maersk do Brasil
Orlando González - presidente - Prisma Energy América do Sul
12h30 - 14h - Almoço - Atração de investimentos estrangeiros
Investimento estrangeiro direto: o Brasil no contexto internacional e o desafio para atrair investimentos.
Mark Essle - Presidente - A .T. Kearney
14h - 16h - Comércio Exterior: Expectativas das Câmaras de Comércio dos principais parceiros brasileiros e de potenciais novos mercados.
Quais os principais pontos críticos e de convergência? De que forma as negociações internacionais interferem no fluxo de comércio?
Moderador - Sergio Haberfeld - Dixie Toga - presidente do Conselho da Amcham
Alberto Joaquim Azuleta - diretor presidente - Câmara de Comércio Argentino Brasileira de São Paulo
Guilherme Lacombe de Góes e Vasconcellos - presidente - Agência Brasil-Índia de Desenvolvimento Econômico e Cultural
Paul Liu - presidente executivo - Câmara Brasil China de Desenvolvimento Econômico
Weber Ferreira Porto - Degussa Brasil - vice presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha
16h00 - Encerramento
Utama Campos
Assessoria de Imprensa
Câmara Americana de Comércio de São Paulo
Tel: (55) 11 5180-3818 Fax: (55) 11 5180-3777
utama@amcham.com.br
www.amcham.com.br
Sersia Brasil assume América Latina
A partir de agora, a unidade nacional da Sersia France passa a representar a organização francesa em todos os países da América Latina
O diretor superintendente da Sersia Brasil, Adriano Rubio, comandará todas as negociações de sua matriz francesa, a Sersia France, com os países da América Latina. A decisão foi tomada agora em outubro, durante reunião realizada na França, e é conseqüência dos resultados apresentados pela central brasileira, que já tem apresentado aumento de vendas em torno de 20%, em 2004, em comparação ao desempenho de 2003.
O trabalho de Adriano Rubio na América Latina já começa acelerado. Amanhã, dia 30 de outubro, o diretor viaja ao Peru, onde participará de um seminário sobre pecuária, realizado pelo Ministério de Agricultura daquele País. "No dia 2 de novembro, farei uma palestra sobre a pecuária francesa, com enfoque em seleção genética", acrescenta. Em fevereiro de 2005, está prevista uma missão na Colômbia e, até abril, também serão realizadas visitas a Argentina e Uruguai. "A Sersia France já tem negócios com estes três países, e queremos ampliar as oportunidades", comenta Rubio.
A atuação mais abrangente intensifica as alterações pelas quais a empresa vem passando. A Sersia Brasil tem se reestruturado para aumentar produtividade e lucratividade. Segundo Rubio, estão sendo revistas todas as ações e os investimentos da central, com o intuito de direcionar os esforços em busca de melhores resultados. "Estamos otimizando nossa coordenação para ampliar a eficiência", determina Rubio.
Informações:
Adriano Rubio / Sersia Brasil
(11) 4481-8820
Romualdo Venâncio
(11) 3672-7177 / 9261-2334
O diretor superintendente da Sersia Brasil, Adriano Rubio, comandará todas as negociações de sua matriz francesa, a Sersia France, com os países da América Latina. A decisão foi tomada agora em outubro, durante reunião realizada na França, e é conseqüência dos resultados apresentados pela central brasileira, que já tem apresentado aumento de vendas em torno de 20%, em 2004, em comparação ao desempenho de 2003.
O trabalho de Adriano Rubio na América Latina já começa acelerado. Amanhã, dia 30 de outubro, o diretor viaja ao Peru, onde participará de um seminário sobre pecuária, realizado pelo Ministério de Agricultura daquele País. "No dia 2 de novembro, farei uma palestra sobre a pecuária francesa, com enfoque em seleção genética", acrescenta. Em fevereiro de 2005, está prevista uma missão na Colômbia e, até abril, também serão realizadas visitas a Argentina e Uruguai. "A Sersia France já tem negócios com estes três países, e queremos ampliar as oportunidades", comenta Rubio.
A atuação mais abrangente intensifica as alterações pelas quais a empresa vem passando. A Sersia Brasil tem se reestruturado para aumentar produtividade e lucratividade. Segundo Rubio, estão sendo revistas todas as ações e os investimentos da central, com o intuito de direcionar os esforços em busca de melhores resultados. "Estamos otimizando nossa coordenação para ampliar a eficiência", determina Rubio.
Informações:
Adriano Rubio / Sersia Brasil
(11) 4481-8820
Romualdo Venâncio
(11) 3672-7177 / 9261-2334
BELGO BEKAERT RECEBE PRÊMIO POP LIST RURAL 2004
0 A Belgo Bekaert Arames, líder no mercado de arames no Brasil e América Latina, foi premiada com o troféu Pop List Rural 2004 na categoria arames para a agropecuária, no último dia 27, em Goiânia, Goiás. A solenidade, promovida pelo jornal O Popular, foi realizada no Oliveira’s Place e contou com a presença de autoridades, empresários, publicitários e políticos. O Pop List Rural, que chegou a sua 7ª edição, foi entregue ao Gerente Geral da Belgo Bekaert, Ricardo Castilho.
A pesquisa Pop List, feita pelo Instituto Verus, é um indicador da preferência do consumidor de Goiânia. O prêmio é o reconhecimento do trabalho de empresas que investem na elaboração e consolidação de suas marcas e de profissionais de publicidade responsáveis pela criação de uma boa imagem para seus clientes.
Segundo Rodrigo Carrara, da Gerência de Marketing da Belgo Bekaert, o prêmio é resultado do trabalho de fortalecimento da marca Belgo Bekaert no Brasil, paralelo ao constante desenvolvimento de produtos para atender às necessidades do produtor rural.
Regina Perillo Comunicação – 31-3481-4888/Jornalistas Débora Farid – 031-9647-0839 e Regina Perillo – 031-9128-5616
A pesquisa Pop List, feita pelo Instituto Verus, é um indicador da preferência do consumidor de Goiânia. O prêmio é o reconhecimento do trabalho de empresas que investem na elaboração e consolidação de suas marcas e de profissionais de publicidade responsáveis pela criação de uma boa imagem para seus clientes.
Segundo Rodrigo Carrara, da Gerência de Marketing da Belgo Bekaert, o prêmio é resultado do trabalho de fortalecimento da marca Belgo Bekaert no Brasil, paralelo ao constante desenvolvimento de produtos para atender às necessidades do produtor rural.
Regina Perillo Comunicação – 31-3481-4888/Jornalistas Débora Farid – 031-9647-0839 e Regina Perillo – 031-9128-5616
Acácia Mangium: Estudo entomológico pode fornecer subsídios para o monitoramento ambiental savana
Roraima apresenta tipos de cobertura vegetal bastante diversificados, com uma grande área disponível para cultivo onde podem ser usadas tecnologias agrícolas ou florestais, considerando a alta fragilidade do solo presente na região. Apesar da grande área tecnicamente viável, uma pequena porção está sendo explorada com o plantio de Acacia mangium para produção de madeira e celulose.
A Acacia mangium é adaptável a solos ácidos e de baixa fertilidade, além de ter considerável importância social e industrial no reflorestamento tropical. Apesar destes pontos favoráveis alguns aspectos ainda devem ser mais estudados para que esta cultura apresente o rendimento esperado. Dentre eles podemos citar o aumento de conhecimento sobre o comportamento da cultura nas condições de Roraima, adequação de práticas de manejo e a ocorrência de pragas, como as doenças fúngicas ou o ataque de lagartas desfolhadoras.
Pensando nisso a Embrapa, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, em Roraima vem desenvolvendo pesquisa com o objetivo de determinar os efeitos da cultura sobre a entomofauna local e quais os insetos associados à mesma com maior potencial para se tornar pragas-chave.
Segundo o pesquisador da Embrapa Roraima, Paulo Roberto Pereira, o estudo é feito a partir do inventário e monitoramento de pragas com o objetivo de caracterizar, por meio de amostragens, quais os insetos de maior importância nos cultivos da acácia no Estado. Com o levantamento entomológico, pelo uso de armadilhas do tipo malaise, é possível acompanhar a abundância e diversidade de insetos dentro e fora dos plantios de acácia. Iniciada em fevereiro deste ano, esta atividade visa desenvolver técnicas agroecológicas que contribuam para a manutenção da diversidade, bem como fornecer subsídios para o monitoramento ambiental da savana, usando os insetos como bioindicadores.
A Cultura
A Acacia mangium Willd. é uma fabácea nativa da região que abrange o norte da Austrália, Papua Nova Guiné e as províncias indonésias de Irian Jaya e Maluku. Esta árvore apresenta crescimento rápido com vida média de 40 anos e adaptação para uma ampla gama de solos ácidos, inclusive tolerando solos de baixa fertilidade ou com baixa drenagem. As espécies de maior utilização são as Acacia mangium e auriculiformis sendo a produção direcionada principalmente para polpa de celulose. Estas também são aproveitadas como madeira para movelaria e construção, matéria-prima para compensados, combustível, controle de erosão, quebra-vento e sombreamento.
Em Roraima a Acacia mangium foi introduzida no final dos anos 90, em uma área de aproximadamente 1.000 ha, a título de observação, com o objetivo de avaliar seu crescimento nas condições de savana. Em função dos resultados animadores e com o auxílio de investimentos estrangeiros, a área plantada cresceu significativamente, estando próxima dos 15.000 ha.
Daniela Collares (Mtb 114/01-RR)
Jornalista
Embrapa Roraima
(95) 9112-0226 - 6267125
Estagiaria de jornalismo
Twilla Barbosa
A Acacia mangium é adaptável a solos ácidos e de baixa fertilidade, além de ter considerável importância social e industrial no reflorestamento tropical. Apesar destes pontos favoráveis alguns aspectos ainda devem ser mais estudados para que esta cultura apresente o rendimento esperado. Dentre eles podemos citar o aumento de conhecimento sobre o comportamento da cultura nas condições de Roraima, adequação de práticas de manejo e a ocorrência de pragas, como as doenças fúngicas ou o ataque de lagartas desfolhadoras.
Pensando nisso a Embrapa, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, em Roraima vem desenvolvendo pesquisa com o objetivo de determinar os efeitos da cultura sobre a entomofauna local e quais os insetos associados à mesma com maior potencial para se tornar pragas-chave.
Segundo o pesquisador da Embrapa Roraima, Paulo Roberto Pereira, o estudo é feito a partir do inventário e monitoramento de pragas com o objetivo de caracterizar, por meio de amostragens, quais os insetos de maior importância nos cultivos da acácia no Estado. Com o levantamento entomológico, pelo uso de armadilhas do tipo malaise, é possível acompanhar a abundância e diversidade de insetos dentro e fora dos plantios de acácia. Iniciada em fevereiro deste ano, esta atividade visa desenvolver técnicas agroecológicas que contribuam para a manutenção da diversidade, bem como fornecer subsídios para o monitoramento ambiental da savana, usando os insetos como bioindicadores.
A Cultura
A Acacia mangium Willd. é uma fabácea nativa da região que abrange o norte da Austrália, Papua Nova Guiné e as províncias indonésias de Irian Jaya e Maluku. Esta árvore apresenta crescimento rápido com vida média de 40 anos e adaptação para uma ampla gama de solos ácidos, inclusive tolerando solos de baixa fertilidade ou com baixa drenagem. As espécies de maior utilização são as Acacia mangium e auriculiformis sendo a produção direcionada principalmente para polpa de celulose. Estas também são aproveitadas como madeira para movelaria e construção, matéria-prima para compensados, combustível, controle de erosão, quebra-vento e sombreamento.
Em Roraima a Acacia mangium foi introduzida no final dos anos 90, em uma área de aproximadamente 1.000 ha, a título de observação, com o objetivo de avaliar seu crescimento nas condições de savana. Em função dos resultados animadores e com o auxílio de investimentos estrangeiros, a área plantada cresceu significativamente, estando próxima dos 15.000 ha.
Daniela Collares (Mtb 114/01-RR)
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