Os agricultores brasileiros querem que o Governo Federal libere R$ 40 milhões para cobrir prejuízos com a safra 2003/2004. O dinheiro seria destinado ao Fundo de Estabilidade do Seguro Rural, que é mantido pelo Instituto de Resseguros do Brasil (IRB). Durante reunião realizada ontem (02/06) com o Fórum Permanente do Seguro Rural, em Brasília, o presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária e Abastecimento da Câmara dos Deputados, deputado Leonardo Vilela (PP/GO), solicitou a liberação dos recursos ao Ministério do Planejamento. “Sensibilizado com as nossas reivindicações, o deputado solicitou imediatamente a Secretaria de Orçamento Federal a liberação do crédito”, informou o gerente técnico da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Ramon Belisário.
Segundo ele, os prejuízos com a quebra da safra nos anos 2003/2004 chegam a R$ 90 milhões.
“Os R$ 40 milhões complementariam os recursos já disponíveis no IRB”, diz Belisário.
Belisário também afirmou que Vilela considera o seguro rural prioridade na pauta de discussões
da Comissão de Agricultura.
Mais informações – Assessoria de Imprensa da OCB
Em Brasília: (61) 325-2260/1008 – Rosane Henn
Em São Paulo: (11) 3284-2054/7633 – Marcus Lopes
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segunda-feira, junho 07, 2004
MAPA PROMOVE SEMINÁRIO SOBRE NOVO REGULAMENTO DE FISCALIZAÇÃO DE PRODUTOS VETERINÁRIOS
O Departamento de Defesa Animal (DDA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento vai realizar, de 14 a 16 de junho próximo no Bonaparte Hotel, em Brasília, um seminário sobre a aplicação do novo regulamento de fiscalização de produtos veterinários, aprovado pelo decreto 5053, publicado no DOU de 23 de abril último.
Segundo o coordenador de fiscalização de produtos veterinários do DDA, Ricardo Pamplona, o regulamento atualiza e moderniza os procedimentos para registro de produtos veterinários, seus fabricantes e comerciantes, objetivando a garantia de qualidade desses produtos e, ao mesmo tempo, tornar a fiscalização mais eficaz.
O documento abrange toda a cadeia produtiva de medicamentos e vacinas utilizados em bovinos, ovinos e suínos, entre outros e estabelece critérios técnicos com base em recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), do Codex Alimentarius e internaliza normas adotadas pelo Mercosul.
Pamplona explica que o regulamento torna mais clara a aplicação de penalidades por descumprimento das normas, que vão da simples advertência, ou multa, até o cancelamento da licença e interdição do estabelecimento, ou do produto.
O evento, que deverá reunir 120 participantes da área privada ( representantes de empresas produtoras e distribuidoras de medicamentos) e 40 técnicos do governo (MAPA e DFAs), objetiva principalmente harmonizar a interpretação e aplicação dos procedimentos de fiscalização previstos no regulamento, bem como esclarecer dúvidas dos usuários.
Será enfatizada também a obrigatoriedade de implantação - por todos os laboratórios - das normas de boas práticas de fabricação (BPF ou GMP), recomendadas pela Organização Mundial da Saúde.
Fonte: MAPA
Segundo o coordenador de fiscalização de produtos veterinários do DDA, Ricardo Pamplona, o regulamento atualiza e moderniza os procedimentos para registro de produtos veterinários, seus fabricantes e comerciantes, objetivando a garantia de qualidade desses produtos e, ao mesmo tempo, tornar a fiscalização mais eficaz.
O documento abrange toda a cadeia produtiva de medicamentos e vacinas utilizados em bovinos, ovinos e suínos, entre outros e estabelece critérios técnicos com base em recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), do Codex Alimentarius e internaliza normas adotadas pelo Mercosul.
Pamplona explica que o regulamento torna mais clara a aplicação de penalidades por descumprimento das normas, que vão da simples advertência, ou multa, até o cancelamento da licença e interdição do estabelecimento, ou do produto.
O evento, que deverá reunir 120 participantes da área privada ( representantes de empresas produtoras e distribuidoras de medicamentos) e 40 técnicos do governo (MAPA e DFAs), objetiva principalmente harmonizar a interpretação e aplicação dos procedimentos de fiscalização previstos no regulamento, bem como esclarecer dúvidas dos usuários.
Será enfatizada também a obrigatoriedade de implantação - por todos os laboratórios - das normas de boas práticas de fabricação (BPF ou GMP), recomendadas pela Organização Mundial da Saúde.
Fonte: MAPA
Exportação amazonense é destaque da primeira feira de cooperativas do país
A cooperativa amazonense Agrofrut deu, no ano passado, os primeiros passos para o mercado externo: exportou, para a Itália, US$ 46 mil em grão e pó do guaraná brasileiro da Agrofrut. A expectativa para 2004 é de exportar US$ 60 mil este ano. A iniciativa pioneira deve ser repetida por outras cooperativas amazonenses. “Até agora, o público consumidor das 114 cooperativas do estado está essencialmente no mercado regional. Mas iniciamos nossa profissionalização para conquistar o Sul do país e o exterior”, diz Petrúcio Pereira Magalhães Junior, superintendente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) no Amazonas.
O canal utilizado para ampliar a rede de negócios será a primeira Feira Internacional das Cooperativas, Fornecedores e Serviços (Fenacoop), de 4 a 7 de agosto, em São Paulo. Cinco cooperativas do Amazonas já confirmaram presença no evento e oferecerão a produção manufaturada de palmito de pupunha, polpa e pasta doce de cupuaçu guaraná, açaí, castanha e artesanato em cerâmica e palha.
“Nossas cooperativas estão em fase de industrialização”, explica Magalhães Júnior. “Até agora, o nosso forte era o comércio de produtos in natura, mas o investimento em plantas industriais começa a agregar valor a esses produtos. Por conta disso, conseguimos iniciar as exportações de guaraná à Itália”. Além de aumento das vendas e da distribuição do guaraná, Magalhães espera incremento semelhante no caso do açaí: “As vendas parecem promissoras, especialmente para São Paulo e Rio de Janeiro”.
A Fenacoop reunirá cooperativas, empresários e fornecedores de todo o país, além de comitivas internacionais. Já está confirmada a presença de cooperativas da China e dos Estados Unidos.
Informações para a imprensa: Ex-Libris Comunicação Integrada
(11) 3262-1953 // 3266-9125 – Paula Idoeta
O canal utilizado para ampliar a rede de negócios será a primeira Feira Internacional das Cooperativas, Fornecedores e Serviços (Fenacoop), de 4 a 7 de agosto, em São Paulo. Cinco cooperativas do Amazonas já confirmaram presença no evento e oferecerão a produção manufaturada de palmito de pupunha, polpa e pasta doce de cupuaçu guaraná, açaí, castanha e artesanato em cerâmica e palha.
“Nossas cooperativas estão em fase de industrialização”, explica Magalhães Júnior. “Até agora, o nosso forte era o comércio de produtos in natura, mas o investimento em plantas industriais começa a agregar valor a esses produtos. Por conta disso, conseguimos iniciar as exportações de guaraná à Itália”. Além de aumento das vendas e da distribuição do guaraná, Magalhães espera incremento semelhante no caso do açaí: “As vendas parecem promissoras, especialmente para São Paulo e Rio de Janeiro”.
A Fenacoop reunirá cooperativas, empresários e fornecedores de todo o país, além de comitivas internacionais. Já está confirmada a presença de cooperativas da China e dos Estados Unidos.
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CUMMINS LANÇA A MAIS VERSÁTIL LINHA DE GERADORES DE CLASSE MUNDIAL
A Cummins Power Generation, divisão da Cummins Latin America, lança neste mês, a nova linha de geradores classe mundial da marca Cummins. Disponíveis com potências que variam de 40 a 500 KVA, a nova geração de geradores é extremamente versátil e destina-se às mais diversas aplicações, atendendo aos segmentos agrícola, de construção civil, mineração, de instalações comerciais e industriais, entre outros.
Desenvolvida com base na mais moderna tecnologia disponível neste mercado, a nova família de geradores possui um controlador eletrônico de ultima geração, desenvolvido e produzido pela própria Cummins Power Generation, que integra a regulagem de tensão juntamente com as proteções e comandos do grupo gerador, resultando em um equipamento mais confiável, compacto, de fácil manutenção e operação.
Outra característica importante das novas unidades é o conceito modular que permite maior flexibilidade de aplicação e total adequação às necessidades do usuário, desde uma aplicação agrícola até as mais sofisticadas como de telecomunicações, mudando as configurações dos módulos, simplificando ou complementando, buscando a melhor relação custo / benefício. Esta flexibilidade facilita também as futuras expansões.
A empresa está disponibilizando informações mais detalhadas através do site www.cummins.com.br e pelo telefone Disk-Energia 0800 701 4 701.
Consultoria de Imprensa:
Mecânica de Comunicação Tels. (11) 3259-6688/1719 – Fax: (11) 3256-4312
e-mail: meccanica@meccanica.com.br
Desenvolvida com base na mais moderna tecnologia disponível neste mercado, a nova família de geradores possui um controlador eletrônico de ultima geração, desenvolvido e produzido pela própria Cummins Power Generation, que integra a regulagem de tensão juntamente com as proteções e comandos do grupo gerador, resultando em um equipamento mais confiável, compacto, de fácil manutenção e operação.
Outra característica importante das novas unidades é o conceito modular que permite maior flexibilidade de aplicação e total adequação às necessidades do usuário, desde uma aplicação agrícola até as mais sofisticadas como de telecomunicações, mudando as configurações dos módulos, simplificando ou complementando, buscando a melhor relação custo / benefício. Esta flexibilidade facilita também as futuras expansões.
A empresa está disponibilizando informações mais detalhadas através do site www.cummins.com.br e pelo telefone Disk-Energia 0800 701 4 701.
Consultoria de Imprensa:
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Feira de cooperativas apresenta o agronegócio amazonense
Rodada de vendas das cooperativas do Amazonas movimentará primeira feira internacional do setor, em São Paulo
Os italianos pagarão U$ 60 milhões, em 2004, pelos embarques de grão e pó do guaraná brasileiro da Agrofrut, cooperativa amazonense pioneira em exportação. No ano passado, a Agrofrut exportou US$ 46 milhões do produto e prevê um crescimento de US$ 14 milhões, neste ano, com a diversificação mercadológica. “Até agora, o público consumidor das 114 cooperativas amazonenses está essencialmente no mercado regional. Mas iniciamos nossa profissionalização para conquistar o Sul do país e o exterior”, diz Petrúcio Pereira Magalhães Junior, superintendente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) no Amazonas.
O canal utilizado para ampliar a rede de negócios será a primeira Feira Internacional das Cooperativas, Fornecedores e Serviços (Fenacoop), de 4 a 7 de agosto, em São Paulo. Cinco cooperativas do Amazonas já confirmaram presença no evento e oferecerão a produção manufaturada de palmito de pupunha, polpa e pasta doce de cupuaçu guaraná, açaí, castanha e artesanato em cerâmica e palha.
“Nossas cooperativas estão em fase de industrialização”, explica Magalhães Júnior. “Até agora, o nosso forte era o comércio de produtos in natura, mas o investimento em plantas industriais começa a agregar valor a esses produtos. Por conta disso, conseguimos iniciar as exportações de guaraná à Itália”. Além de aumento das vendas e da distribuição do guaraná, Magalhães espera incremento semelhante no caso do açaí: “As vendas parecem promissoras, especialmente para São Paulo e Rio de Janeiro”.
A Fenacoop reunirá cooperativas, empresários e fornecedores de todo o país, além de comitivas internacionais. Já está confirmada a presença de cooperativas da China e dos Estados Unidos.
Informações para a imprensa: Ex-Libris Comunicação Integrada
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Os italianos pagarão U$ 60 milhões, em 2004, pelos embarques de grão e pó do guaraná brasileiro da Agrofrut, cooperativa amazonense pioneira em exportação. No ano passado, a Agrofrut exportou US$ 46 milhões do produto e prevê um crescimento de US$ 14 milhões, neste ano, com a diversificação mercadológica. “Até agora, o público consumidor das 114 cooperativas amazonenses está essencialmente no mercado regional. Mas iniciamos nossa profissionalização para conquistar o Sul do país e o exterior”, diz Petrúcio Pereira Magalhães Junior, superintendente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) no Amazonas.
O canal utilizado para ampliar a rede de negócios será a primeira Feira Internacional das Cooperativas, Fornecedores e Serviços (Fenacoop), de 4 a 7 de agosto, em São Paulo. Cinco cooperativas do Amazonas já confirmaram presença no evento e oferecerão a produção manufaturada de palmito de pupunha, polpa e pasta doce de cupuaçu guaraná, açaí, castanha e artesanato em cerâmica e palha.
“Nossas cooperativas estão em fase de industrialização”, explica Magalhães Júnior. “Até agora, o nosso forte era o comércio de produtos in natura, mas o investimento em plantas industriais começa a agregar valor a esses produtos. Por conta disso, conseguimos iniciar as exportações de guaraná à Itália”. Além de aumento das vendas e da distribuição do guaraná, Magalhães espera incremento semelhante no caso do açaí: “As vendas parecem promissoras, especialmente para São Paulo e Rio de Janeiro”.
A Fenacoop reunirá cooperativas, empresários e fornecedores de todo o país, além de comitivas internacionais. Já está confirmada a presença de cooperativas da China e dos Estados Unidos.
Informações para a imprensa: Ex-Libris Comunicação Integrada
(11) 3262-1953 // 3266-9125 – Paula Idoeta
PRODUTORES DE VINHO PEDEM REDUÇÃO DE IPI E TAXAÇÃO PARA PRODUTO IMPORTADO
A Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Viticultura, Vinhos e Derivados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento discutiu hoje (02/06), em Brasília, a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para o vinho, as cotas de importação para os países do Mercosul e a tributação dos vinhos importados de terceiros países.
Os membros da câmara concluíram um documento oficial ao ministro Roberto Rodrigues que propõe a redução de 30% para 10% do tributo sobre o vinho. O ministério deve encaminhar o documento para análise da Secretaria da Receita Federal.
A discussão sobre a tributação dos vinhos importados de terceiros países será levada ao Fórum Permanente de Negociações Agrícolas Internacionais dentro do tema de acesso a mercados e deverá ser tratada no Comitê de Negociação Mercosul-União Européia na próxima semana, em Buenos Aires, na Argentina. Em sua oferta de negociação, a UE propôs reduzir, com prazo de até 12 anos, a tarifa de importação de vinhos do bloco de 27% para 18% para produtos com custo acima de 3 euros e de 27% para 10% para produtos abaixo de 3 euros. A câmara quer levar ao encontro birregional uma contraproposta para defender os interesses do setor. No caso de constatação de dumping, a solução seria a aplicação de salvaguardas para conter as importações abaixo do preço de custo nos países de origem, segundo avaliação dos membros da câmara.
A câmara setorial decidiu ainda ampliar a discussão sobre a criação de cotas de importação e estabelecimento de preços mínimos para o vinho produzido nos países do Mercosul para o Grupo de Monitoramento Comercial Brasil-Argentina, composto por representantes do setor privado.
Fonte: MAPA
Os membros da câmara concluíram um documento oficial ao ministro Roberto Rodrigues que propõe a redução de 30% para 10% do tributo sobre o vinho. O ministério deve encaminhar o documento para análise da Secretaria da Receita Federal.
A discussão sobre a tributação dos vinhos importados de terceiros países será levada ao Fórum Permanente de Negociações Agrícolas Internacionais dentro do tema de acesso a mercados e deverá ser tratada no Comitê de Negociação Mercosul-União Européia na próxima semana, em Buenos Aires, na Argentina. Em sua oferta de negociação, a UE propôs reduzir, com prazo de até 12 anos, a tarifa de importação de vinhos do bloco de 27% para 18% para produtos com custo acima de 3 euros e de 27% para 10% para produtos abaixo de 3 euros. A câmara quer levar ao encontro birregional uma contraproposta para defender os interesses do setor. No caso de constatação de dumping, a solução seria a aplicação de salvaguardas para conter as importações abaixo do preço de custo nos países de origem, segundo avaliação dos membros da câmara.
A câmara setorial decidiu ainda ampliar a discussão sobre a criação de cotas de importação e estabelecimento de preços mínimos para o vinho produzido nos países do Mercosul para o Grupo de Monitoramento Comercial Brasil-Argentina, composto por representantes do setor privado.
Fonte: MAPA
Brucelose reduz nascimentos de bezerros e provoca queda na produção de carne e leite
Levantamento do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal (PNCEBT), vinculado à Secretaria da Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, indica que a prevalência de animais soropositivos para brucelose no Brasil gira em torno de 4% a 5%. Os dados referem-se ao período entre 1988 e 1998, mas indicam uma dura realidade: a brucelose é uma das principais causadoras de aborto em bovinos.
Os resultados são dramáticos. Avaliação realizada em países com programas consistentes de controle da brucelose aponta diminuição de 15% na taxa de nascimento de bezerros, 10% a 15% na produção de carne, aumento do intervalo entre partos de 11,5 para 20 meses e queda de 10% a 24% na produção de leite em rebanhos com a doença.
Segundo o médico veterinário José Carlos Morgado, gerente técnico de Produtos Biológicos para Grandes Animais da Merial Saúde Animal, a brucelose merece toda a atenção do pecuarista. “Normalmente, a brucelose contamina o rebanho a partir de fêmeas prenhes infectadas. Quando o produtor adquire fêmeas acima de 24 meses de idade, deve solicitar a um médico veterinário que faça testes de diagnóstico sorológico para brucelose antes de introduzir estes animais no rebanho; fêmeas abaixo de 24 meses de idade, só podem ser adquiridas pelo produtor se tiverem sido vacinadas contra brucelose entre 3 e 8 meses de idade”, explica Morgado.
Para evitar os abortos por brucelose nos bovinos, os produtores podem contar com Anabortina® Bovina B-19, vacina comprovadamente eficaz, fabricada pela Merial desde 1953. Além de Anabortina® Bovina B-19, a Merial também disponibiliza uma série de outras vacinas e serviços aos seus clientes, incluindo o desenvolvimento de um calendário ideal de vacinação que evite manejos e gastos desnecessários para o pecuarista.
Doença afeta a reprodução dos bovinos e pode ser transmitida ao homem
A brucelose bovina é causada pela bactéria Brucella abortus, que se instala nos órgãos genitais de machos e fêmeas, podendo provocar aborto com retenção de placenta em fêmeas prenhes. A principal via de contaminação da brucelose é o contato direto dos animais com fetos, placenta e secreções de fêmeas infectadas eliminados após o aborto ou o parto. “Por isso, o produtor deve enterrar ou queimar as placentas e os fetos abortados, além de desinfetar os locais contaminados”, informa José Carlos Morgado.
Como a brucelose é uma zoonose, isto é, doença que se transmite dos animais ao homem, a Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento regulamentou o Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal com o objetivo de baixar a prevalência destas doenças, reduzir o aparecimento de novos casos de brucelose (e também de tuberculose) e aumentar o número de propriedades certificadas, capazes de oferecer ao consumidor produtos de baixo risco sanitário.
Para atender os objetivos desse programa, o produtor pode optar por dois tipos de certificação: propriedade livre para brucelose e tuberculose e propriedade monitorada para brucelose e tuberculose. A adesão é voluntária e deve ser solicitada pelo proprietário na unidade local do serviço de defesa oficial. Informações sobre o processo de certificação podem ser obtidas nesse local ou com o médico veterinário que dá assistência técnica à fazenda.
Informações adicionais sobre a vacina Anabortina® Bovina B-19 e demais produtos da Merial Saúde Animal podem ser obtidas no site: www.merial.com.br ou pelo telefone 0800 160909
Texto Assessoria de Comunicações: Tel. (11) 3675-1818
Jornalista responsável: Altair Albuquerque (MTb 17.291)
Coordenação: Simone Rubim (simone@textoassessoria.com.br)
Os resultados são dramáticos. Avaliação realizada em países com programas consistentes de controle da brucelose aponta diminuição de 15% na taxa de nascimento de bezerros, 10% a 15% na produção de carne, aumento do intervalo entre partos de 11,5 para 20 meses e queda de 10% a 24% na produção de leite em rebanhos com a doença.
Segundo o médico veterinário José Carlos Morgado, gerente técnico de Produtos Biológicos para Grandes Animais da Merial Saúde Animal, a brucelose merece toda a atenção do pecuarista. “Normalmente, a brucelose contamina o rebanho a partir de fêmeas prenhes infectadas. Quando o produtor adquire fêmeas acima de 24 meses de idade, deve solicitar a um médico veterinário que faça testes de diagnóstico sorológico para brucelose antes de introduzir estes animais no rebanho; fêmeas abaixo de 24 meses de idade, só podem ser adquiridas pelo produtor se tiverem sido vacinadas contra brucelose entre 3 e 8 meses de idade”, explica Morgado.
Para evitar os abortos por brucelose nos bovinos, os produtores podem contar com Anabortina® Bovina B-19, vacina comprovadamente eficaz, fabricada pela Merial desde 1953. Além de Anabortina® Bovina B-19, a Merial também disponibiliza uma série de outras vacinas e serviços aos seus clientes, incluindo o desenvolvimento de um calendário ideal de vacinação que evite manejos e gastos desnecessários para o pecuarista.
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A brucelose bovina é causada pela bactéria Brucella abortus, que se instala nos órgãos genitais de machos e fêmeas, podendo provocar aborto com retenção de placenta em fêmeas prenhes. A principal via de contaminação da brucelose é o contato direto dos animais com fetos, placenta e secreções de fêmeas infectadas eliminados após o aborto ou o parto. “Por isso, o produtor deve enterrar ou queimar as placentas e os fetos abortados, além de desinfetar os locais contaminados”, informa José Carlos Morgado.
Como a brucelose é uma zoonose, isto é, doença que se transmite dos animais ao homem, a Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento regulamentou o Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal com o objetivo de baixar a prevalência destas doenças, reduzir o aparecimento de novos casos de brucelose (e também de tuberculose) e aumentar o número de propriedades certificadas, capazes de oferecer ao consumidor produtos de baixo risco sanitário.
Para atender os objetivos desse programa, o produtor pode optar por dois tipos de certificação: propriedade livre para brucelose e tuberculose e propriedade monitorada para brucelose e tuberculose. A adesão é voluntária e deve ser solicitada pelo proprietário na unidade local do serviço de defesa oficial. Informações sobre o processo de certificação podem ser obtidas nesse local ou com o médico veterinário que dá assistência técnica à fazenda.
Informações adicionais sobre a vacina Anabortina® Bovina B-19 e demais produtos da Merial Saúde Animal podem ser obtidas no site: www.merial.com.br ou pelo telefone 0800 160909
Texto Assessoria de Comunicações: Tel. (11) 3675-1818
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