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terça-feira, outubro 10, 2017

EMBRAPA: Produção de mudas, coleta de sementes e legislação ambiental são tema de curso


Evento gratuito será realizado este mês em Aquidauana (MS)

Nicoli Dichoff - Evento gratuito será realizado este mês em Aquidauana (MS)

"Coleta, conservação de sementes, produção de mudas e estratégias de restauração ecológica nos Biomas Pantanal e Cerrado" é o nome do curso gratuito que será realizado entre os dias 18 e 20 de outubro em Aquidauana (MS). Com vagas limitadas, a capacitação tem como público-alvo técnicos da Agraer, Iagro, Ibama, ICMBio, Imasul, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, multiplicadores do Senar-MS, secretarias municipais de meio ambiente do estado de MS, técnicos e produtores rurais. As vagas remanescentes serão abertas para estudantes e demais interessados. 
“Se conhece muito sobre as espécies arbóreas cultivadas, como o eucalipto e o pinus, e pouco sobre as nativas – que são naturalmente adaptadas para as condições extremas climáticas de seca, inundação ou altas temperaturas no caso do Pantanal. Essas plantas têm um material genético valioso que precisa ser valorizado”. A fala é da chefe adjunta de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Pantanal, Catia Urbanetz – uma das organizadoras do evento.
Durante três dias, o campus da UEMS irá receber discussões sobre assuntos como as características ecológicas dos biomas, suas plantas, frutos e sementes, produção de mudas de espécies nativas, estratégias de recuperação e a Legislação Ambiental Federal que regula essas atividades. O curso também visa capacitar os produtores interessados em passar pelo Programa de Regularização Ambiental - PRA, do Ministério do Meio Ambiente (que permite a regularização daqueles que possuem passivos ambientais). 
Atividades
De acordo com Urbanetz, o curso irá oferecer diversas palestras e aulas demonstrativas. Durante as atividades serão apresentados os resultados do Projeto Biomas no Pantanal e Cerrado no Brasil. O projeto, realizado por meio de uma parceria entre a Confederação Nacional de Agricultura e Embrapa, investiga a inserção da árvore nas propriedades rurais brasileiras. “Os plantios no Pantanal terminaram. Os pesquisadores estão fazendo as medições de crescimento dos indivíduos plantados para publicar resultados e difundir esses conhecimentos”, afirma.

No Pantanal, o projeto Biomas foi implementado em 2013 e será finalizado em 2019. Por meio do Biomas, a equipe da região pantaneira desenvolveu, por exemplo, um método que usa água corrente para acelerar a germinação das sementes de carandá. Com isso, as sementes, que levariam de dois a quatro meses para germinar, levaram cerca de uma semana para passar por esse processo. “Os resultados do projeto também serão apresentados na forma de indicação de espécies aptas para a restauração ambiental, bem como técnicas de produção de mudas e sementes de espécies nativas”, diz Urbanetz.
As indicações de espécies para os biomas Pantanal, Mata Atlântica e Cerrado foram desenvolvidas por meio de uma parceria entre o Projeto Biomas e o projeto especial da Embrapa "Soluções tecnológicas para a adequação da paisagem rural ao Código Florestal Brasileiro". A lista está disponível para consulta na página do projeto em https://www.embrapa.br/codigo-florestal/especies . Durante a capacitação também será inaugurado o viveiro de mudas da UEMS, que irá atender ao curso de engenharia florestal com os materiais do viveiro construído, inicialmente, no campo experimental da Embrapa Pantanal – a fazenda Nhumirim – para atender às demandas do projeto Biomas.
O curso “Coleta, conservação de sementes, produção de mudas e estratégias de restauração ecológica nos Biomas Pantanal e Cerrado” é uma realização da Embrapa Pantanal, Embrapa Cerrados, Confederação Nacional de Agricultura (CNA), Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) com o apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) e John Deere. O Projeto Biomas é fruto de uma parceria entre a Confederação Nacional de Agricultura e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) com o apoio do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR), SEBRAE, Monsanto, John Deere e BNDES.
Serviço
Curso “Coleta, conservação de sementes, produção de mudas e estratégias de restauração ecológica nos Biomas Pantanal e Cerrado”

Data: de 18 a 20 de outubro
Horário: das 08h às 12h e das 14h às 17h
Local: Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), campus Aquidauana. Saiba como ir de Campo Grande (MS) ao campus por meio do link http://bit.ly/2xTt8C5  
Programação
18 de outubro
Módulo 1: O Componente Florestal no setor Rural, Coleta, Manejo de Sementes e Produção de Mudas de Espécies Nativas
8h-12h | Características ecológicas do bioma, estratégias de reprodução das plantas, impactos antrópicos e suas implicações para a restauração
1. Bioma Cerrado - Dr. José Felipe Ribeiro (Embrapa Cerrados)  
2. Bioma Pantanal - Prof. Dr. Norton Hayd Rego (UEMS)
12h | Intervalo
14h | Dr. José Felipe Ribeiro (Embrapa Cerrados)
Legislação Ambiental Federal: Lei 12.651/2012, CAR, PRA e PRADA:
1. Entenda a Lei de Proteção da Vegetação Nativa (12.651/2012)
2. O que é o CAR e qual é a sua importância?
3. O que é o PRA e qual é a sua importância?
4. O que é o PRADA e qual é a sua importância?
15h-15h20 | Intervalo
15h20-17h | Prof. Dr. Norton Hayd Rego (UEMS)
Planejamento da coleta de frutos em:
- Populações naturais
- Seleção de árvores-matrizes
- Ponto de maturação fisiológica
- Estimativa de produção
Manejo dos frutos entre:
- Coleta e beneficiamento
- Secagem e extração das sementes
- Operações prévias à extração
- Secagem natural e artificial
- Métodos de extração

19 de outubro
Módulo 2: Coleta, Manejo de Sementes e Produção de Mudas de Espécies Nativas
8h-10h | Prof. Dr. Norton Hayd Rego (UEMS)
Beneficiamento de sementes:
- Princípios de separação
- Equipamentos utilizados
Armazenamento de sementes:
- Longevidade das sementes
- Ambientes e embalagens
10h-12h | Prof. Dr. Norton Hayd Rego (UEMS)
Planejamento da coleta de frutos em populações naturais:
- Seleção de árvores-matrizes
- Ponto de maturação fisiológica
- Estimativa de produção
Manejo dos frutos entre coleta e beneficiamento:
- Secagem e extração das sementes
- Operações prévias à extração
- Secagem natural e artificial
- Métodos de extração
12h | Intervalo
14h-15h | Prof. Dr. Norton Hayd Rego (UEMS)
Germinação de sementes de espécies arbóreas - sementes, substratos e viveiros, propagação sexuada
- Viveiros: tipos, planejamento e instalação, estruturas, irrigação, etc
- Recipientes e substratos para produção de mudas
15h-15h20 | Intervalo
15h20-17h | Prof. Dr. Norton Hayd Rego (UEMS)
Adubação na produção de mudas:
- Qualidade de mudas
- Pragas e doenças
- Semeadura em canteiros e direta nos recipientes

20 de outubro
Módulo 3Estratégias de restauração ecológica / Visita no campo
8h-10 | Dr. José Felipe Ribeiro (Embrapa Cerrados)
Estratégias de Restauração ecológica
1. Entenda a Sucessão Ecológica: espécies de Recobrimento e Diversidade
2. Regeneração Natural sem Manejo
3. Regeneração Natural Com Manejo – Controle de competidoras
4. Regeneração Natural Com Manejo – Adensamento
5. Regeneração Natural Com Manejo – Enriquecimento
6. Regeneração Natural Com Manejo – Nucleação
7. Manejo com Semeadura Direta
8. Manejo com Plantio de Mudas
9. Manejo com Sistemas Agroflorestais Biodiversos
Sistema WebAmbiente: apoio ao PRA
1. O que é e para que serve o WebAmbiente
2. Como usar o WebAmbiente.
3. Prática: exercidos com locais virtuais a serem recompostos no bioma do Cerrado.
12h | Intervalo
14h | Dr. José Felipe Ribeiro (Embrapa Cerrados)
Monitoramento de trabalhos de recomposição
1. Por que monitorar?
2. O que monitorar?
3. Como monitorar?
4. Onde e quando monitorar?
15h-15h20 | Intervalo
15h-17h | Dr. Felipe Ribeiro e Prof. Dr. Norton Hayd Rego
Aula demonstrativa sobre restauração e produção de Mudas – área em recuperação e viveiro do Projeto Biomas - UEMS
Nicoli Dichoff (Mtb 3252/SC) 
Embrapa Pantanal 
Telefone: +55 (67) 3234-5879


Núcleo de Comunicação Organizacional (NCO)
Embrapa Pantanal
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)
Corumbá/ MS

segunda-feira, outubro 09, 2017

CNC - Balanço Semanal de 02 a 06/10/2017


BALANÇO SEMANAL — 02 a 06/10/2017

Brasil promove ação comemorativa ao Dia Internacional do Café com embaixadores dos países compradores do produto no Itamaraty


DIA INTERNACIONAL DO CAFÉ — Na quinta-feira, 5 de outubro, o Conselho Nacional do Café participou do evento de celebração ao Dia Internacional do Café, no Itamaraty, em Brasília (DF), realizado pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) – entidade associada ao CNC – e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

A cerimônia contou com a participação do corpo diplomático brasileiro, representantes do Governo Federal, de todas as instituições da cadeia produtiva do café e dezenas de embaixadores dos países compradores do produto.

O Dia Internacional do Café foi instituído pela Organização Internacional do Café (OIC) com o objetivo de fazer com que produtores, consumidores e todos os atores da cadeia produtiva celebrem, à sua maneira e a seu tempo, a bebida em nível mundial.

O CNC, assim como bem apresentado pela associada BSCA, entende que a ação de interação realizada com os embaixadores de dezenas de países que compram o nosso produto é uma das formas de compartilhar a alegria da data com os representantes das nações que nos honram com o seu consumo e para quem empenhamos o melhor dos nossos recursos naturais na produção sustentável do café.

São 290 anos de história, paixão e dedicação à cafeicultura no Brasil, que nos transformaram no maior produtor e exportador, além de segundo maior consumidor, fatos que autorizam o País a ostentar o naming definido pela BSCA: "Brasil. A Nação do Café"!

– Prêmio Café Brasil
Recordamos, ainda, que está ativa a principal ação comemorativa que preparamos para celebrar o Dia Internacional do Café. Trata-se do Prêmio Café Brasil de Jornalismo, realizado pelo CNC em parceria com a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e a associada Cooperativa dos Cafeicultores da Zona de Varginha (Minasul).

Serão distribuídos R$ 90 mil em prêmios para reportagens que abordem a sustentabilidade dos cafeicultores e das cooperativas de produção na atividade cafeeira. As inscrições são gratuitas e os materiais podem ser inscritos até 16 de outubro. Mais informações: www.cncafe.com.br/premio-cafe-brasil.

SEMINÁRIO DO CAFÉ DO CERRADO

Na terça-feira, 3 de outubro, o presidente executivo do Conselho Nacional do Café, deputado Silas Brasileiro, acompanhado do diretor do Departamento de Café, Cana de Açúcar e Agroenergia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Silvio Farnese, prestigiou a abertura do 25º Seminário do Café da Região do Cerrado Mineiro, promovido pela Associação dos Cafeicultores da Região de Patrocínio (Acarpa) e pela Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado (Expocaccer), ambas associadas ao CNC.

Em nossa explanação, destacamos que o Seminário do Café do Cerrado é um dos principais eventos da cafeicultura brasileira, servindo de base para a troca de conhecimento, experiências e atualização profissional dos atores da cadeia produtiva do café, as quais possibilitam uma melhor gestão nas propriedades.

Também enaltecemos a presença do diretor do Mapa e salientamos que, mesmo em meio à turbulência política, Farnese e sua equipe têm realizado um trabalho importante para a cafeicultura brasileira.

O Seminário do Café do Cerrado se consolida, a cada ano, como uma importante plataforma para discussões de assuntos relevantes ao setor, como, nesta edição, os debates relacionados ao cenário econômico do Brasil e seus impactos no agronegócio e, em especial, ao manejo sustentável da broca do café.

Sobre essa praga do cafeeiro, ficou nítido entre os debatedores que é necessário um manejo efetivo para o controle da broca, indo além da aplicação de defensivos agrícolas, conforme o CNC vem orientando desde a percepção inicial de uma maior incidência.

– Vazio Sanitário da Broca do Café

A respeito do manejo por parte dos produtores, é válido parabenizar a iniciativa da nossa associada Federação dos Cafeicultores do Cerrado, que, durante o evento, apresentou o projeto "Vazio Sanitário da Broca", o qual tem por objetivo conscientizar os produtores dos repasses bem feitos e da diminuição do número de focos da praga nas lavouras para as safras seguintes. A entidade também elaborou um vídeo didático sobre esta ação, que pode ser conferido no Youtube (ou clicando na imagem acima): https://www.youtube.com/watch?v=ZkFQLTCWw1s.

MERCADO — O retorno das chuvas às regiões produtoras de café no Brasil, o principal produtor mundial, pressionou os preços internacionais da commodity até a última quarta-feira, gerando um desfecho negativo no acumulado da semana. Ontem, porém, o mercado encerrou uma série de seis quedas consecutivas e mitigou as perdas com atuação dos fundos de investimento.

No fim de semana passado, o clima quente e seco que preocupava os produtores foi revertido, mas o volume de precipitações ainda é considerado fraco e deve fazer os agentes permanecerem atentos às previsões para as próximas semanas, quando devem surgir novas floradas.

De acordo com a Somar Meteorologia, uma frente fria se afasta do Brasil e a chuva diminui no cinturão cafeeiro. Porém, a partir de hoje, uma nova massa de ar frio trará precipitações ao Paraná e ao oeste de São Paulo, podendo avançar até a Baixa Mogiana e o Sul de Minas Gerais.

Na Bolsa de Nova York, o contrato C com vencimento em dezembro acumulou desvalorização de 85 pontos frente à sexta-feira passada e encerrou o pregão de ontem a US$ 1,2720 por libra-peso. O contrato do robusta com vencimento em novembro, na ICE Futures Europe, fechou a US$ 1.967 por tonelada, com depreciação de apenas US$ 1.

O dólar comercial recuou 0,5% na semana, também se recuperando na sessão de ontem, à medida que alguns indicadores positivos da economia dos Estados Unidos puxaram a moeda.

Os novos pedidos norte-americanos de auxílio-desemprego caíram para 260 mil em agosto, ante expectativa de 270 mil, assim como as encomendas ao setor industrial dos EUA subiram 1,2% de julho para o mês seguinte, superando a expectativa de alta de 1% dos analistas.

No Brasil, o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) informou que os bons volumes de chuvas observados nos últimos dias auxiliaram as condições dos cafezais de arábica, que haviam sido debilitados pelo clima seco em setembro.

Segundo colaboradores da instituição de pesquisa, os índices pluviométricos também podem ser suficientes para a indução de uma nova florada ao longo dos próximos dias na maior parte do cinturão produtor cafeeiro, cenário que mantém os agentes de mercado afastados.

Os indicadores calculados pelo Cepea para as variedades arábica e conilon acompanharam o mercado internacional e foram cotados, ontem, a R$ 440,47/saca e a R$ 390,70/saca, com variações de -1,8% e -1,4% na comparação com o fechamento da semana antecedente.



Atenciosamente,
Deputado Silas Brasileiro
Presidente Executivo
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quarta-feira, outubro 04, 2017

Café especial: empresas brasileiras ampliam negócios na principal feira do Japão



Café especial: empresas brasileiras ampliam negócios na principal feira do Japão

Através do projeto setorial "Brazil. The Coffee Nation", empresas do País podem concretizar US$ 25 mi na SCAJ World Specialty Coffee Conference and Exhibition 2017


 
A principal feira de cafés especiais da Ásia, a SCAJ World Specialty Coffee Conference and Exhibition 2017, realizada de 20 a 22 de setembro, em Tóquio, no Japão, contou com a participação de 21 empresas brasileiras, que realizaram US$ 4,97 milhões em negócios durante o evento e possuem prognóstico para a concretização de mais US$ 20,06 milhões nos próximos 12 meses (total de US$ 25,03 milhões), registrando alta de 13,6% na comparação com 2016, quando US$ 22,04 milhões foram movimentados por 25 empresas. A ação faz parte do projeto setorial "Brazil. The Coffee Nation", desenvolvido em parceria pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

Os trabalhos na feira foram conduzidos pela BSCA em um amplo estande com duas salas, que serviram para a realização de sessões de degustação dos cafés especiais de diversas origens produtoras brasileiras e para reuniões dos associados com clientes e potenciais compradores. No evento, a entidade também realizou degustação permanente dos cafés dos associados, sessões de cupping complementares e a principal ação, a "Taste of the Harvest". Houve, ainda, uma apresentação institucional realizada pelo presidente Adolfo Henrique Vieira Ferreira.

Segundo a diretora da BSCA, Vanusia Nogueira, o país asiático é um mercado estratégico para os cafés especiais nacionais, adquirindo volumes representativos do produto devido à posição de destaque conquistada pelo Brasil com a excelência na produção e os trabalhos de promoção, assim como pelos fortes vínculos construídos com a imigração japonesa.

"Nesse contexto, a SCAJ World Specialty Coffee Conference and Exhibition 2017 se estruturou como uma das principais portas de acesso aos mercados da Ásia, recebendo cerca de 30 mil pessoas ao ano, o que faz com que mantenhamos intensos trabalhos na feira e, também, países como Coreia do Sul, China, Emirados Árabes Unidos, além do Japão, como mercados prioritários no projeto setorial", conclui Vanusia.

SOBRE O PROJETO SETORIAL
O "Brazil. The Coffee Nation", desenvolvido em parceria pela BSCA e pela Apex-Brasil, tem como foco a promoção comercial dos cafés especiais brasileiros no mercado externo. O objetivo é reforçar a imagem dos produtos nacionais em todo o mundo e posicionar o Brasil como fornecedor de alta qualidade, com utilização de tecnologia de ponta decorrente de pesquisas realizadas no País. O projeto visa, ainda, a expor os processos exclusivos de certificação e rastreabilidade adotados na produção nacional de cafés especiais, evidenciando sua responsabilidade socioambiental e incorporando vantagem competitiva aos produtos brasileiros.

Iniciado em 2008, a vigência do atual projeto se dá entre maio de 2016 ao mesmo mês de 2018 e os mercados-alvo são: (i) EUA, Canadá, Japão, Coreia do Sul, China/Taiwan, Reino Unido, Alemanha e Austrália para os cafés crus especiais; e (ii) EUA, China, Alemanha e Emirados Árabes Unidos para os produtos da indústria de torrefação e moagem. As empresas que ainda não fazem parte do projeto podem obter mais informações diretamente com a BSCA, através dos telefones (35) 3212-4705 / (35) 3212-6302 ou do e-mail exec@bsca.com.br.

Mais informações para a imprensa
BSCA – Assessoria de Comunicação
Paulo A. C. Kawasaki
(61) 98114-6632 / ascom@bsca.com.br

BSCA - Brazil Specialty Coffee Association
Telefones: (35) 3212-4705 / 3212-6302
E-mail: ascom@bsca.com.br

sexta-feira, setembro 29, 2017

CNC: BALANÇO SEMANAL — 25 a 29/09/2017



BALANÇO SEMANAL — 25 a 29/09/2017

Prêmio de Jornalismo evidenciará a importância de produtores serem filiados a cooperativas para obterem resultados mais sustentáveis ambiental, social e economicamente

PRÊMIO CAFÉ BRASIL — A cafeicultura brasileira é a mais sustentável do mundo, com seus atores respeitando rígidas legislações ambiental e trabalhista e alcançando bons resultados na comercialização em função dessa sustentabilidade. O principal pilar dessa realidade vem do suporte fornecido pelas cooperativas a seus cooperados, que possibilita qualificação aos produtores, preparando-os para um mercado cada vez mais competitivo e moderno.

Diante desse cenário e como ação do Brasil para celebrar o Dia Internacional do Café – 1º de outubro –, o CNC uniu esforços com a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e a Cooperativa dos Cafeicultores da Zona de Varginha (Minasul) para lançar o Prêmio Café Brasil de Jornalismo – 2017, que visa, exatamente, a divulgar a excelência dos trabalhos dos cafeicultores e suas cooperativas.

Com o tema "A Importância das Cooperativas na Sustentabilidade da Cafeicultura Brasileira no Campo", o Prêmio pretende evidenciar diversos cases de sucesso de produtores que alcançam melhor remuneração e se tornam fornecedores fiéis aos grandes compradores mundiais por terem se qualificado, preservarem o meio ambiente e gerarem mais empregos após seguirem a orientação de suas cooperativas.

Além disso, muitos cafeicultores também se beneficiam com menores custos na aquisição de insumos e defensivos agrícolas devido à estrutura disponibilizada pelas cooperativas. Com o Prêmio, pretendemos destacar essa realidade e mostrar que o cafeicultor é um profissional moderno e que, junto ao sistema cooperativo, produz um café de excelência, que priva pela correção ambiental no cultivo e se preocupa em criar milhões de postos de trabalho.

O Prêmio é aberto a todos os profissionais da imprensa brasileira e distribuirá R$ 90 mil em quatro categorias: TV, Rádio, Internet (exceto redes sociais e blogs pessoais) e Impresso. As inscrições – incluem matérias realizadas entre 1º de janeiro e 15 de outubro – são gratuitas e podem ser feitas, até 16 de outubro, no site www.cncafe.com.br/premio-cafe-brasil. A competição conta com apoio institucional da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT) e não possui limite de conteúdos por jornalistas ou veículos de comunicação.

FUNCAFÉ — O volume de recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) liberado aos agentes financeiros, com data de referência de 19 de setembro, é de R$ 2,343 bilhões (clique na tabela abaixo), respondendo por 51% do total de R$ 4,598 bilhões solicitados na temporada cafeeira atual. As informações, atualizadas até a manhã de hoje, são do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Do montante recebido pelas instituições, R$ 1,042 bilhão foram destinados para a linha de Estocagem; R$ 548 milhões ao Financiamento para Aquisição de Café (FAC); R$ 399,5 milhões para Custeio; e R$ 353,5 milhões para as linhas de Capital de Giro, sendo R$ 176,6 milhões para Cooperativas de Produção, R$ 122,3 milhões para Indústrias de Torrefação e R$ 54,6 milhões para o setor de Solúvel.

MERCADO — Pressionados pela expectativa de retorno das chuvas no cinturão produtor do Brasil, o que poderia favorecer as floradas das plantas, os preços internacionais do café registraram perdas no acumulado desta semana.

Na Bolsa de Nova York, o vencimento dezembro do contrato "C" recuou 595 pontos na comparação com a sexta-feira passada, encerrando o pregão de ontem a US$ 1,3210 por libra-peso. Na ICE Futures Europe, o vencimento novembro do café robusta fechou a US$ 1.949 por tonelada, com queda de US$ 56.

Analistas indicam que a desvalorização não foi maior na semana passada e nesta devido à diferença de leitura dos modelos climáticos, com baixa precisão e muita variação. Por outro lado, eles preveem que a interrupção da seca já deve servir para encorajar os baixistas a pressionarem mais as cotações.

Segundo a Somar Meteorologia, uma chuva forte e abrangente deve retornar para as áreas de café a partir de hoje, gerando volumes de 50 milímetros em São Paulo, Paraná, sul de Minas Gerais e Cerrado Mineiro. O serviço meteorológico avisa, ainda, que as precipitações serão bem menos intensas entre a Zona da Mata, o Espírito Santo e o sul da Bahia.

Além do clima no Brasil, os participantes também monitoraram o comportamento do dólar, que registra alta em setembro frente ao real. Ontem, a moeda fechou a R$ 3,1828, com valorização de 1,8% na comparação com o desempenho de sexta-feira passada.

O índice do dólar foi influenciado pela divulgação de dados positivos sobre a economia dos Estados Unidos. O PIB norte-americano cresceu à taxa anual de 3,1% no segundo trimestre de 2017, com ritmo um pouco mais significativo do que a estimativa anterior, de 3,0%, apresentando sua melhor ascensão nos últimos dois anos.

No Brasil, os preços acompanharam o ritmo internacional e também recuaram no mercado físico. Pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) informam que já foram observadas chuvas, na quinta-feira, no sul de Minas Gerais e na Mogiana de São Paulo e indicam que a volta das precipitações é essencial para o desenvolvimento da próxima safra.

De acordo com o Cepea, em meio a este cenário, os agentes continuam bastante retraídos, monitorando as condições climáticas nos próximos dias no País, o que trava a comercialização. Os indicadores calculados pela entidade para as variedades arábica e conilon foram cotados, ontem, a R$ 449,10/saca e a R$ 393,78/saca, com variações de -2,3% e de -2,4%, respectivamente, em relação ao fechamento da semana antecedente.

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quinta-feira, setembro 28, 2017

Feapan 2017: uma feira de oportunidades para a região Pantaneira

Foto: Raquel Brunelli d´Avila


Embrapa disponibilizou 9 Touros em Leilão

A Feira Agropecuária do Pantanal “Feapan 2017” já na abertura mostrou a força do setor produtivo rural da região Corumbaense, contando com a presença de produtores e diversas autoridades políticas do Mato Grosso do Sul (MS). A equipe da Embrapa Pantanal prestigiou os eventos de abertura, leilões e provas de laço, ocorridos entre os dias 20 e 24 de setembro em Corumbá/MS, momentos de aproximação com o produtor rural e representantes de instituições parceiras.

O Chefe Geral da Embrapa Pantanal, Jorge Ferreira de Lara, acredita que o evento é um momento de agregar, de tomadas de decisão, reforçando a importância do produtor pantaneiro e divulgando a pecuária da região para o mundo. “A participação da Embrapa na feira tem entre os objetivos transferir tecnologias que já estão prontas, validadas e ao mesmo tempo levantar as demandas futuras. Nestes dias de feira, durante conversas com os produtores e representantes das instituições parceiras, buscamos identificar as demandas atuais e futuras, afim de adequar nossa programação de pesquisas aos anseios reais da sociedade”, explicou o Chefe Geral.

A Embrapa contou com animais durante o Leilão de Touros, ocorrido na noite do dia 22, onde um estande da instituição foi montado para atendimento ao público. Ao longo da feira também foram realizadas atividades relacionadas ao cavalo pantaneiro, mais especificamente uma campanha de prevenção da Anemia Infecciosa Equina (AIE). “Aproveitamos esta que é a principal feira da região para trabalhar o fortalecimento das ações junto ao Governo do Estado, a Prefeitura do Município, a Famasul, entre outros parceiros”, concluiu Jorge.

Cerimônia de abertura prestigiada

Presente durante a abertura da Feapan, o Governador do Estado, Reinaldo Azambuja, em seu discurso, frisou a importância dos produtores rurais para o desenvolvimento econômico do estado e do país, destacando o diferencial da região pantaneira: “parabenizo o homem pantaneiro, que ao longo dos anos aliou esta produção à preservação. Precisamos trabalhar buscando o equilíbrio, melhorando o desenvolvimento, afim de agregar renda para o homem pantaneiro (....). A Embrapa tem um papel enorme nisso trabalhando com o governo políticas públicas e fontes de novas alternativas tecnológicas “, declarou Azambuja.

Segundo ele o Governo e a ciência têm que caminhar juntos: “Se hoje o Brasil está batendo recordes sucessivos em ganhos de produtividade, tanto no setor da agricultura como na pecuária, devemos muito disso a Embrapa, que contribui a cada ano com a pesquisa para o aumento da produção. Para continuar com este ganho devemos manter essa chama, que é a pesquisa, sempre acesa”. E concluiu: “principalmente aqui no Pantanal a Embrapa tem um papel fundamental mostrando que é possível ter sustentabilidade e desenvolvimento atrelados, criando alternativas para o homem pantaneiro crescer economicamente sem agredir o meio ambiente”.

Parcerias presentes e futuras

Um dos anfitriões da Feira, Ruiter Cunha de Oliveira, Prefeito de Corumbá, declarou que um evento que visa fomentar o setor produtivo do agronegócio deve ser sempre apoiado pelo poder público. “Queremos estar juntos para cada vez mais incentivar estes tipos de empreendimentos. Ter uma instituição como a Embrapa como parceira é importante para a qualificação técnica, um estimulo a mais ainda para investimentos como a Feapan”, declarou o Prefeito.

O presidente do Sindicato Rural, Luciano Leite, também destacou a participação da instituição de pesquisa na Feira, principalmente durante o leilão de Touros, onde, segundo ele, foram disponibilizados animais de altíssima qualidade, engrandecendo ainda mais o evento. “A parceria do Sindicato Rural com a Embrapa Pantanal já vem, ao longo dos anos, promovendo a realização de diversos eventos voltados para a área da produção rural. Esperamos para edição de 2018 uma participação ainda maior da Unidade dentro da Feira”, concluiu Luciano.

Presente também durante a abertura da Feira, o Secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro), Jaime Elias Verruck, explicou que o Pantanal vem se tornando cada vez mais uma área múltiplos interesses: o desenvolvimento da pecuária, da agricultura com sustentabilidade e preservação; a utilização para agroecologia e negócios, etc.

“A Embrapa, pelo seu conhecimento cientifico talvez seja o grande potencial em equilibrar essas oportunidades pois é a instituição que tem condições de mostrar a todos nós como é uma produção sustentável, o que se pode produzir nesta região, de que forma deve ser produzido e também como se pode preservar com produção”. Segundo Verruk, ela é o instituto de pesquisa que pode mostrar como efetivamente o Pantanal pode ser tratado. É um órgão que possui credibilidade e o Governo do Estado e que os produtores confiam.

“Nós do Governo do Estado temos um trabalho grande com a Embrapa e estamos fortemente discutindo a questão da pecuária sustentável no Estado, a Pecuária orgânica do Pantanal. Acreditamos que tem um nicho de mercado nacional e internacional significativo para se fazer uma certificação e novamente a Embrapa entra com os modelos de certificação. Uma grande parceira tanto na pesquisa como na questão ambiental do Estado”, concluiu.

Mauricio Saito, presidente do Sistema Famasul, em entrevista durante a abertura da Feapan 2017, fez questão de enaltecer o trabalho realizado pela Embrapa no Estado: “temos no MS uma grande felicidade que é a presença de uma Unidade da instituição em cada um dos nossos biomas: no cerrado, na mata atlântica e no pantanal. Isso permite que possamos disponibilizar aos produtores tecnologias baseadas em ciência”.

“Sem a pesquisa não há como se desenvolver novas tecnologias para que os produtores possam adota-las e fazer com que haja uma produção baseada em sustentabilidade, por isso o nosso empenho, institucionalmente falando dessa grande parceria que existe da iniciativa privada e a comunidade cientifica”. Ao fim, citou especificamente a Embrapa Pantanal: “ressalto a grande aproximação que buscamos junto a instituição e o atual Chefe Geral, Jorge Lara, sempre tem nos buscado para que possamos estabelecer e fortalecer ainda mais as parcerias existentes” concluiu Mauricio.

Touros no Leilão

Replicando as palavras do gerente administrativo Leiloboi MS/escritório Corumbá, André Nantes, responsável pela realização do evento, o leilão ocorrido na Feapan foi de magnitude muito expressiva para a região pantaneira de Corumbá: em novo formato, nova edição. “O leilão contou com transmissão via satélite, atingindo níveis maiores de público, na TV a cabo e internet, além dos 300 convidados que compareceram na estrutura do parque de exposições”, explicou André. Os lotes foram compostos por animais de criadores altamente seletivos do MS, juntamente com a Embrapa Pantanal, que veio levou 9 animais de muita qualidade, já adaptados a região.

Segundo Urbano Abreu, pesquisador Embrapa Pantanal, o grande diferencial dos animais da Embrapa é que eles nasceram, recriaram e estão prontos para reproduzir dentro do sistema pantaneiro de criação, ou seja, em cima de pastagem nativa, aguentando as secas e enchentes e podendo ser utilizados em monta ainda este ano, sem a necessidade de processos de adaptação.

“Esses animais são resultado de uma parceria da Embrapa Pantanal, responsável pelas práticas zootécnicas e produção dos animais, com o Geneplus Embrapa - programa de melhoramento genético sediado na Embrapa Gado de Corte responsável pela avaliação genética, e com a ABCZ: que avalia, dá o suporte e legitima todo este processo com o registro junto a Associação Brasileira dos Criadores de Zebu”, explicou o pesquisador.





Raquel Brunelli d´Avila (MTB/MS 113) 
Embrapa Pantanal 
Telefone: +55 67 3234-5955


Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)

terça-feira, setembro 19, 2017

BSCA: Robson Ribeiro, de Carmo de Minas, é o primeiro campeão brasileiro de torra de café


Robson Ribeiro, de Carmo de Minas, é o primeiro campeão brasileiro de torra de café

Profissional superou 15 concorrentes no primeiro Campeonato Brasileiro de Torra de Café e será o representante do País na competição mundial



O Brasil conheceu ontem o seu campeão de torra de café. Trata-se de Robson Rodrigues Ribeiro, da Cooperativa Regional dos Cafeicultores do Vale do Rio Verde (Cocarive), de Carmo de Minas (MG), que venceu o primeiro Campeonato Brasileiro de Torra de Café, uma ação do projeto setorial "Brazil. The Coffee Nation", que foi realizada pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), de 15 a 18 de setembro, em Curitiba (PR).

Com o título, Ribeiro se qualificou como o melhor profissional brasileiro na tarefa de torrar cafés e será o representante do Brasil no World Coffee Roasting Championship (campeonato mundial da categoria), uma das competições promovidas pelo World Coffee Events (WCE), que será realizada entre 12 e 14 de dezembro de 2017, na feira Hotelex, em Guangzhou, na China. O segundo colocado foi Thiago Oliveira, da O'Coffee, de Pedregulho (SP), e o terceiro lugar ficou com Jack Robson Silva, da JustCoffee, de Varginha (MG).

Na competição, os 16 participantes traçaram seu plano de torra e descreveram sensorialmente o café que entregariam. Todos utilizaram o mesmo café e foram avaliados sob dois aspectos: quão fiel foram ao seu planejamento e qual foi o resultado sensorial da bebida. A primeira etapa do campeonato foi realizada na indústria de torradores Probat Leogap e a segunda na cafeteria Lucca Cafés Especiais, ambas apoiadoras do evento.

Segundo a diretora da BSCA, Vanusia Nogueira, esse campeonato ganhou força mundialmente nos últimos anos e os profissionais brasileiros de café especial solicitaram à Associação a competição no País. "O ano de 2017 ficará marcado pela inédita disputa de torra no Brasil, processo que é muito importante para a obtenção de um café especial e que tem o objetivo de difundir o produto e, mais especificamente, valorizar o profissional de torra", comenta.

SOBRE O PROJETO SETORIAL
O "Brazil. The Coffee Nation", desenvolvido em parceria pela BSCA e pela Apex-Brasil, tem como foco a promoção comercial dos cafés especiais brasileiros no mercado externo. O objetivo é reforçar a imagem dos produtos nacionais em todo o mundo e posicionar o Brasil como fornecedor de alta qualidade, com utilização de tecnologia de ponta decorrente de pesquisas realizadas no País. O projeto visa, ainda, a expor os processos exclusivos de certificação e rastreabilidade adotados na produção nacional de cafés especiais, evidenciando sua responsabilidade socioambiental e incorporando vantagem competitiva aos produtos brasileiros.

Iniciado em 2008, a vigência do atual projeto se dá entre maio de 2016 ao mesmo mês de 2018 e os mercados-alvo são: (i) EUA, Canadá, Japão, Coreia do Sul, China/Taiwan, Reino Unido, Alemanha e Austrália para os cafés crus especiais; e (ii) EUA, China, Alemanha e Emirados Árabes Unidos para os produtos da indústria de torrefação e moagem. As empresas que ainda não fazem parte do projeto podem obter mais informações diretamente com a BSCA, através dos telefones (35) 3212-4705 / (35) 3212-6302 ou do e-mail exec@bsca.com.br.

Mais informações para a imprensa
BSCA – Assessoria de Comunicação
Paulo A. C. Kawasaki
(61) 98114-6632 / ascom@bsca.com.br
BSCA - Brazil Specialty Coffee Association
Telefones: (35) 3212-4705 / 3212-6302
E-mail: ascom@bsca.com.br


Animais da Embrapa são leiloados na Feapan

Foto: Ériklis Nogueira

Animais do Núcleo de Seleção da Fazenda Nhumirim


Vai começar a Feapan 2017 - Feira Agropecuária do Pantanal e a Embrapa, parceira do evento, estará presente com animais selecionados sendo ofertados em Leilão e realizando diversas ações voltadas para quem visitar o Parque de Exposições Belmiro Maciel de Barros, em Corumbá/MS, entre os dias 21 e 24 de setembro.

No dia 22 de setembro, a partir das 19h, durante o leilão de elite de reprodutores da raça nelore, serão leiloados 09 bovinos de elite (Gado Elite) da Embrapa Pantanal: animais provenientes da Fazenda Nhumirim, Campo Experimental de Pesquisa da instituição. Segundo a pesquisadora em reprodução animal da Embrapa, Juliana Borges, os touros ofertados são classificados pelo Geneplus/Embrapa - programa de melhoramento genético de gado de corte da Embrapa. “Procuramos produzir animais equilibrados e harmoniosos, adaptados ao sistema de produção do pantanal”, explicou a pesquisadora.

Segundo o Chefe Geral Embrapa Pantanal, Jorge Ferreira de Lara, a participação da Unidade neste evento tão significativo para a região vem ao encontro da Missão da empresa, que é gerar tecnologia e levar esse conhecimento até o produtor. “A Feira é uma oportunidade de mostrar os nossos produtos, divulgar nossas ações e aproximar cada vez mais os produtores pantaneiros da instituição. A nossa meta é que nos próximos anos nossa participação cresça dentro do evento”, explicou. 

“Para esta aproximação ser mais efetiva, contaremos com um espaço de atendimento ao público durante os quatro dias de feira, onde estarão disponíveis publicações e vídeos contendo informações sobre as atividades desenvolvidas pela Embrapa na região do Pantanal. Deixo aqui um convite para quem for à feira fazer uma visita ao nosso estande e conhecer um pouco mais sobre a Embrapa Pantanal”, concluiu Lara.

Já nos dias 23 e 24, durante a Prova do Laço Comprido, a equipe da Embrapa também estará presente realizando uma campanha de conscientização e prevenção à Anemia Infecciosa Equina (AIE).

Segundo Luciano de Barros, presidente do Sindicato Rural de Corumbá, este ano a feira contará com uma programação ampla, oferecendo atividades de lazer e formação para diversas faixas da população: técnicos, estudantes, produtores e trabalhadores rurais, além de toda família da região de Corumbá e Ladário. “Os interessados poderão assistir às palestras, participar de cursos gratuitos de informática, produção de hortas, doces em conserva e outros, desenvolvidos em parceria com instituições como o Senar, Agraer, Embrapa e demais parceiros”, explicou Luciano.

O presidente do Sindicato ressalta que a parceria de todos os envolvidos é essencial: “sem o apoio de instituições como a Embrapa, o Sindicato Rural não conseguiria realizar um evento do porte que será realizado este ano, com programação variada para o povo pantaneiro e oportunidade de negócios para os produtores da região”, concluiu. 



Serviço:

Evento: Feapan 2017 - Feira Agropecuária do Pantanal

Data: de 21 a 24 de setembro de 2017

Local: Parque de Exposições Belmiro Maciel de Barros, em Corumbá/MS - Avenida Nossa Senhora do Carmo S/N – coordenadas: 19.040038’ – 57.620492’, município de Corumbá/MS

Entrada Gratuita


Raquel Brunelli d´Avila (MTB/MS 113) 
Embrapa Pantanal 
Telefone: +55 67 3234-5955


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