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sexta-feira, março 03, 2017
CNC - Balanço Semanal de 27/02 a 03/03/2017
quinta-feira, março 02, 2017
Embrapa lança BRS Quênia, o capim que todos esperavam
É o segundo híbrido de Panicum maximum desenvolvido pela Embrapa Gado de Corte que chega ao mercado em agosto
O novo capim será lançado na Dinâmica Agropecuária – DINAPEC, entre os dias 8 e 10 de março na Embrapa Gado de Corte, em Campo Grande (MS). Resultado de décadas de estudos a BRS Quênia é a prova da experiência, dedicação e competência dos cientistas que trabalham com programa de melhoramento genético, no caso, de cultivares de Panicum maximum. “A BRS Quênia é uma combinação perfeita e por ser híbrida (resultado de cruzamento entre plantas) supera em todos os quesitos”. A afirmação é de sua criadora, a pesquisadora Liana Jank, que há dois anos juntamente com outros pesquisadores, lançou no mercado o primeiro híbrido de panicum, a BRS Tamani.
Os quesitos se referem à alta produção, qualidade da forragem e facilidade de manejo, tudo que se espera de uma planta e que o mercado precisa para intensificar a produção animal e suprir a demanda por plantas da espécie Panicum maximum. Trabalhar o melhoramento de plantas é uma necessidade para o Brasil que é o primeiro produtor e exportador mundial de carne. Sendo detentor do segundo maior rebanho bovino no mundo, com 209 milhões de cabeças (IBGE), com rebanho mantido basicamente a pasto, a busca por novas forrageiras, mais adaptadas e produtivas é uma constante. O trabalho de melhoramento genético é feito desde 1982 e a Embrapa já lançou várias cultivares como Tanzânia-1, Mombaça, Massai, Zuri, BRS Tamani e agora BRS Quênia com cruzamento realizado em 1990.
Os estudos passou por uma série de seleções entre elas: visual, resistência a pragas e doenças, desempenho animal, pastejo, resposta à adubação e produção de sementes. A planta se sobressaiu em todos os ensaios que foram conduzidos nos Estados de Mato Grosso do Sul, Brasília, Rondônia, Acre, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.
Quanto ao desempenho animal – ganho de peso, taxa de lotação e produtividade, em experimento sob pastejo conduzido em Campo Grande por três anos, a planta superou outras cultivares de panicum tanto nas águas quanto na seca. A pesquisadora Liana Jank observa que mesmo não havendo diferenças significativas no ganho de peso, durante o período das águas, o desempenho animal foi 17,6% superior quando comparado com outra cultivar. E nos ensaios realizados sob pastejo no Bioma Amazônia, a cultivar BRS Quênia também foi superior no ganho de peso animal comparado ao capim Tanzânia, com peso vivo superior a 860 quilos por hectare na média dos dois anos de estudos, o que equivale a 28,7 arrobas por hectare por ano. Isso, segundo os pesquisadores, se deve ao fato de a BRS Quênia possuir colmos mais tenros, valor nutritivo superior com maior digestibilidade da matéria orgânica e maiores teores de proteína bruta. Ainda na região, em Rio Branco, no Acre, o comportamento da planta foi avaliado como intolerante ao encharcamento do solo, portanto, essa cultivar deve ser plantada em solos bem drenados – recomendam os pesquisadores.
A BRS Quênia responde melhor em solos férteis
Para um bom e rápido estabelecimento dessa planta e para manter sua produtividade a fertilidade do solo deve estar equilibrada. A quantidade de fósforo a ser utilizada, por exemplo, depende do nível de argila do solo; em solo muito argilosos - maior que 60% - a quantidade de fósforo deve ser de 4 a 5 mg/dm³ e em solos menos argilosos, - menor que 15% - a quantidade de fósforo deve ser de 18 a 21 mg/dm³. Deve-se também verificar os níveis de potássio, zinco e outros nutrientes, o que deve ser feito por meio de análise e por profissionais habilitados. “Na fase de utilização da pastagem, os níveis de reposição de nutrientes devem ser equivalentes aos níveis de produção animal, a fim de não diminuir a longevidade do pasto e a produção de carne ou leite”, recomenda a pesquisadora Liana.
Indicações de plantio e a superioridade da planta
O solo deve ser bem preparado para receber as sementes. A recomendação é utilizar de 3 a 4 quilos de sementes puras viáveis por hectare em uma profundidade de 2 a 5 cm. A semeadura também pode ser em plantio direto, dizem os pesquisadores envolvidos nos trabalhos. Eles afirmam que normalmente, 10 a 20% das sementes puras viáveis de panicum se estabelecem, e nesse caso, 20 plantas por metro quadrado é o mínimo para um estabelecimento razoável. Ainda segundo os especialistas, um número maior de plantas – 30 a 60 por metro quadrado – garante uma boa formação do pasto. Esta maior população proporciona uma rápida formação do pasto e cobertura do solo, além de reduzir a presença de plantas daninhas, evitar o escorrimento de água e a erosão do solo possibilitando com maior rapidez a utilização da pastagem e maior produção animal. Já o primeiro pastejo pode ser feito de 50 a 60 dias após o surgimento das plantas. E a altura ideal para entrar com animais é de 70 cm, “passou disso o pasto acama, mas mesmo assim o animal come, e essa é mais uma característica positiva e interessante desse novo hibrido”, diz Liana Jank.
Seis Unidades da Embrapa, incluindo a Gado de Corte, como Acre, Cerrados, Gado de Leite, Pecuária Sul e Rondônia participaram dos estudos e a conclusão é de que o híbrido BRS Quênia possui alta qualidade de forragem e alto potencial produtivo quando cultivado em solos bem drenados, sendo indicado para sistemas intensivos de produção animal. “O principal diferencial da BRS Quênia, em relação às cultivares Tanzânia e Mombaça é a melhor arquitetura de planta, com touceiras de menor tamanho, maior densidade de folhas verdes e macias, colmos tenros e menores porcentagens de material morto, facilitando o manejo do pastejo e a manutenção da estrutura do pasto mais favorável ao elevado consumo da forragem pelo gado”, revela Liana Jank.
As boas características dessa nova cultivar foi também percebida por um grupo de 19 pecuaristas que classificaram 23 tipos de Panicum maximum. A cada um dos capins foi atribuído uma nota sendo a BRS Quênia quem obteve a melhor classificação superando as cultivares Mombaça, Tanzânia, Milênio, Massai e Aruana.
Os estudos com a BRS Quênia continuam com análises de sua potencialidade para produção leiteira na Embrapa Gado de Leite, em Coronel Pacheco (MG) e na Embrapa Pecuária Sudeste, em São Carlos (SP).
Informações detalhadas de todo trabalho realizado podem ser encontradas no comunicado técnico nº 138 intitulado: O capim BRS Quênia (Panicum maximum Jacq.) na diversificação e intensificação das pastagens.
Redação: Eliana Cezar (MTb 15.410/SP), jornalista Embrapa
Núcleo de Comunicação Organizacional - NCO
Embrapa Gado de Corte
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)
Campo Grande/MS
Telefone: +55 67 3368-2142
segunda-feira, fevereiro 13, 2017
CNC - Balanço Semanal de 06 a 10/02/2017
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EMBRAPA: Parcerias aliam investigação científica a desenvolvimento
Visitas a MT discutem aproximação entre Embrapa Pantanal, governo estadual, instituições de pesquisa e setores produtivos
Reuniões, encontros e diálogos marcaram a agenda de visitações realizadas pelo chefe-geral da Embrapa Pantanal, Jorge Lara, e pelo chefe-adjunto de Transferência de Tecnologia e Negócios da unidade, Thiago Coppola, ao governo, representantes do setor produtivo e instituições de pesquisa de Mato Grosso em fevereiro. O objetivo das ações, de acordo com Jorge, é prospectar demandas e criar uma agenda positiva comum com essas entidades para a região.
“Nós observamos, nesse contexto, uma quantidade de demandas muito grande para a Embrapa Pantanal. Podemos citar como exemplo a avaliação da área de contenção no Mato Grosso, uma zona Peri-pantaneira de uso muito restrito. Há uma discussão relacionada à demarcação dessa região, debatendo se ela realmente deveria ser uma linha reta como é hoje, de 10 km após o Pantanal. Estudos técnicos podem comprovar se há a necessidade da demarcação dessa maneira ou se existe a possibilidade da linha ser recortada em alguns locais, definindo uma maior ou menor distância do bioma”, afirma Lara.
Governo
Este e outros assuntos estiveram em pauta durante a reunião entre o chefe-geral da Embrapa Pantanal e o vice-governador do estado de MT, Carlos Fávaro, que ressalta o papel da unidade de pesquisa pantaneira na determinação de parâmetros que subsidiem a legislação. “Os estudos técnicos podem mostrar que algumas áreas do Pantanal devem ser completamente preservadas. É possível que outros locais permitam a presença da Integração Lavoura-Pecuária (ILP), o plantio de soja e milho, a bovinocultura, a agricultura familiar... A pesquisa vai definir qual a melhor aptidão e nós temos que implementar isso como política pública”, diz Fávaro. “Esses convênios e essa cooperação certamente garantirão o futuro do Pantanal”.
O Secretário de Estado de Agricultura Familiar e Assuntos Fundiários, Suelme Fernandes, também conversou sobre a aproximação das duas entidades durante a gestão de Lara. “Nesse novo horizonte que se desenha para a diversificação da produção podemos ter – por que não? – no MT um grande produtor de alimentos para o Brasil e para o mundo, que é o grande desafio da FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura) para o milênio: uma produção com sustentabilidade, diversidade, riqueza e que promova a diminuição das desigualdades regionais”, afirma. “Só podemos chegar ao nível de eficiência atingido pelo grande produtor com muita tecnologia”.
Além de discutir a atuação na área de agricultura familiar, Lara entrou em contato com as secretarias estaduais de Desenvolvimento Econômico e de Meio Ambiente. O chefe-geral conversou, ainda, com o prefeito de Poconé, Atail Amaral, sobre as demandas da comunidade produtora local. “Precisamos mostrar que há condições de associar produção e sustentabilidade. Essa parceria com a Embrapa Pantanal é de fundamental importância nesse sentido”. Paulo Moura, consultor legislativo da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) que também cria cavalos e bois Pantaneiros, completa: “no centro dessas duas linhas se sustenta o nosso bioma. A Embrapa Pantanal traz essa filosofia de buscar um entendimento e o diálogo entre diversas instituições (...). Assim, MS e MT podem buscar juntos aquilo que é importante para a economia, mas também para a conservação do meio ambiente”.
Produção
Em diálogo com o Sindicato Rural de Cuiabá, Lara discutiu a transferência de tecnologias voltadas à produção agropecuária sustentável. Segundo o presidente do Sindicato, Jorge Pires, a cooperação entre as instituições deve abordar a bovinocultura de corte, mas também irá incluir tópicos sobre o plantio de variedades melhoradas e o manejo que previne queimadas sem controle no Pantanal. “Com esse convênio, a gente passa a ter um canal direto de comunicação. Podemos subsidiar a Embrapa Pantanal com demandas e, inclusive, propor soluções”. Normando Corral, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato) - que representa os sindicatos rurais em MT - destaca a importância das parcerias com quem elabora dados técnicos na busca pela sustentabilidade. “A pesquisa e a extensão são fundamentais para chegar onde estamos e para que a gente consiga seguir adiante”, afirma.
O chefe-geral também participou de uma reunião para discutir parcerias com a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja). “Os estudos vão abordar o lado da produção, mas também da sustentabilidade”, diz o presidente da instituição, Endrigo Dalcin. “A gente abre as portas, como a Embrapa Pantanal abriu as portas para a nossa Associação”. O produtor rural Paulo Gasparotto, da região de Poconé, afirma concordar com a abordagem global dos estudos técnicos, que investigam como aliar produtividade, conservação ambiental e desenvolvimento social no processo. “Como a Embrapa foi fundamental em muitos dos municípios brasileiros, transformando a vida das pessoas, acho que também o será em Poconé”.
Transferência de tecnologia e pesquisa
O Senar-MT esteve entre as entidades com as quais Lara entrou em contato para conversar sobre ações conjuntas – neste caso, abordando a transferência de tecnologias para os técnicos e multiplicadores de conhecimento. De acordo com o superintendente Otávio Celidonio, a instituição realizou mais de quatro mil eventos na área de formação rural em 2016. “Nós atuamos em várias cadeias como a pecuária de corte, de leite e piscicultura aqui na baixada cuiabana do Pantanal, no estado de forma geral e, basicamente, em todos os municípios do MT. A gente não consegue fazer isso sem a parceria da Embrapa, que é quem de fato forma os nossos técnicos”, afirma.
O chefe-geral conversou, ainda, com representantes de outras instituições que estudam o bioma, como a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), o Centro de Pesquisas do Pantanal (CPP), Instituto Nacional de Pesquisa do Pantanal (INPP) e o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Áreas Úmidas (INCT-INAU). Segundo o vice-reitor da UFMT, Evandro Soares, “o estreitamento com a Embrapa Pantanal estimula a pesquisa a buscar um ambiente sustentável e produtivo, mas que respeite a tradição, a cultura, a arte de toda a população que vive na região pantaneira há centenas de anos”. O coordenador científico do INCT-INAU, Wolfgang Junk, afirma que o foco da parceria com a unidade pantaneira de pesquisa da Embrapa é a inovação na área da ciência. “A Embrapa Pantanal trata de aspectos aplicados em gado bovino e pesca, por exemplo. Nós fazemos estudos que podem trazer benefícios adicionais a esses trabalhos. Estamos dispostos a colaborar e a fazer ações em conjunto”.
Discutindo agendas positivas comuns com o governo, setores produtivos e instituições de pesquisa, Jorge Lara afirma que a Embrapa Pantanal se aproxima de cumprir um dos objetivos de sua gestão – fazer com que a unidade atue como um fórum neutro de discussões, no qual diversos temas relacionados ao bioma são debatidos por diferentes setores, utilizando dados técnicos e a legislação brasileira como balizadores dos argumentos. “Talvez seja essa a função da Embrapa na região: promover o desenvolvimento agropecuário através da racionalização das opiniões, sem exageros – seja no uso excessivo do Pantanal, que pode trazer consequências graves para esta e outras regiões do Brasil, seja pela subutilização do bioma, prejudicando produtores que há tanto tempo estão estabelecidos aqui”, diz.
“A experiência da semana passada traz para a Embrapa Pantanal uma oportunidade única que exigirá do nosso centro muito mais eficiência, mais organização, mas assertividade para que possamos trazer os resultados que a expectativa da população do norte nos encaminhou”. Nos próximos meses, Lara e a equipe gestora da Embrapa Pantanal continuarão a atuar junto às instituições de MT para fechar os termos das parcerias discutidas nas reuniões deste mês.
Nicoli Dichoff (MTb 3252/SC)
Embrapa Pantanal
Núcleo de Comunicação Organizacional (NCO)
Embrapa Pantanal
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)
Corumbá/ MS
Confira também: www.facebook.com/agrosustentavel
terça-feira, fevereiro 07, 2017
Abertas inscrições para II Workshop de Medicina Regenerativa Veterinária na Unesp/Botucatu
De 17 a 19 de março, acontece o II Workshop de Medicina Regenerativa Veterinária, na Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da Unesp, câmpus de Botucatu. O evento é uma realização do Laboratório de Terapia Regenerativa do Departamento de Cirurgia e Anestesiologia Veterinária da FMVZ.
Voltado para alunos de graduação, pós-graduação, residentes e profissionais da área de ciências biológicas o II Workshop de Medicina Regenerativa Veterinária tem o objetivo de aprimorar a fundamentação teórica, e dessa forma, capacitar os participantes a indicar e aplicar a terapia celular.
Os temas, abordados por profissionais especializados, serão: Condutas para Escolha da Terapia Adequada, Introdução à Medicina Regenerativa, Origens celulares, Aplicações em Pequenos Animais, Grandes Animais e Animais Silvestres, Associação de Terapias, Associação com Fisioterapia Veterinária e muito mais.
Mais informações, programação completa e inscrições pelo site www.fmvz.unesp.br.
FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA - UNESP - CÂMPUS DE BOTUCATU/SP
Assessoria de Imprensa
Fone (14) 3880-2240
terça-feira, janeiro 24, 2017
EMBRAPA: Guandu BRS Mandarim á alternativa de alimentação para bovinos durante estação seca
A Embrapa Pecuária Sudeste apresenta a forrageira Guandu BRS Mandarim durante a Dinapec, que ocorre de 8 a 10 de março, em Campo Grande (MS). Além de ser um opção para recuperação de pastagem degradada quando consorciada com braquiária, tem se observado ganho de peso dos animais no inverno.
Segundo a agrônoma Lívia Mendes de Castro, da área de Transferência de Tecnologia da Embrapa Pecuária Sudeste, observou-se significativo ganho de peso vivo do gado na estação seca. “No inverno, quando geralmente ocorre queda de peso, os bovinos que se alimentaram do Guandu BRS Mandarim tiveram aumento do peso”, conta.
Enquanto a maior parte do pasto, na época de estiagem de chuva, apresenta qualidade baixa, o guandu permanece verde e suas flores e vagens atraem os animais.
O guandu é uma tecnologia de baixo custo de implantação, fácil manejo e tem alto potencial para adubação verde, melhorando a fertilidade do solo. Por ser uma leguminosa, fixa Nitrogênio nas raízes. Dessa forma, em sistemas de consórcio com braquiária, o produtor recupera o pasto sem a necessidade de usar adubação nitrogenada. Além disso, auxilia na descompactação do solo, permitindo que o sistema radicular da gramínea consorciada atinja profundidade maior e seja mais resistente à seca.
A persistência do guandu na área é por volta de três anos, sendo necessário novo plantio após esse período. A linhagem BRS Mandarim pode ser plantada em qualquer tipo de solo, por ser resistente a baixa fertilidade. Mas não tolera solos encharcados.
Para outras informações consulte a Embrapa Pecuária Sudeste pelo site www.embrapa.br/pecuaria-sudeste ou pelo Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC).
Redação: Gisele Rosso (MTb 3091/PR), jornalista
Embrapa Pecuária Sudeste, pecuaria-sudeste.imprensa@embrapa.br
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Telefone: +55 67 3368-2142 / 2144 / 2203
40º CONGRESSO PAULISTA DE FITOPATOLOGIA
O 40º CONGRESSO PAULISTA DE FITOPATOLOGIA será realizado nos dias 7 a 9 fevereiro de 2017, em Campinas, SP. O evento é uma promoção da Associação Paulista de Fitopatologia – APF e do Instituto Agronômico.
A APF com o apoio das Instituições de Pesquisa e Universidades do Estado de São Paulo promovem esse congresso anualmente e tem por objetivo reunir, além dos fitopatologistas das áreas de ensino e pesquisa, técnicos da extensão rural, estudantes de graduação e pós- graduação, bem como empresas de vários segmentos da cadeia produtiva, ligadas à área de doenças de plantas.
As Comissões, Organizadora e Científica estão trabalhando para oferecer aos participantes, um evento de elevada qualidade científica associado a momentos de confraternização. O 40º CPF contará com a presença de palestrantes nacionais e internacionais que apresentarão temas atuais de grande relevância, visando contemplar todas as áreas da Fitopatologia.
Não perca esta oportunidade de comparecer ao CPFito 2017, de enviar seu trabalho, ampliar seus conhecimentos, rever os amigos, e conhecer o Instituto Agronômico.
Um afetuoso abraço e até breve!
Margarida F. Ito
Presidente do 40º Congresso Paulista de Fitopatologia
Contamos com sua presença.
Saiba mais e faça sua inscrição on-line através do site www.cpfito.net.br
Contato: Elaine Abramides eabramides@terra.com.br
Skype: Infobibos
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