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quarta-feira, setembro 21, 2016

EMBRAPA: Workshop marca a conclusão de projeto sobre anemia infecciosa equina






Embrapa Pantanal divulga resultados de estudos sobre anemia infecciosa equina

Workshop com palestras e mesas redondas marca a conclusão de projeto de pesquisa


Foto: Nicoli Dichoff
Nicoli Dichoff - Workshop com palestras e mesas redondas marca a conclusão de projeto de pesquisa


De 27 a 29 de setembro, os produtores de Rio Verde de Mato Grosso (MS) e região poderão discutir a anemia infecciosa equina (AIE) no Pantanal – uma doença viral incurável que ataca cavalos, burros, mulas e jumentos. Na próxima semana, a cidade irá receber o IV Workshop do projeto "Anemia Infecciosa Equina no Pantanal brasileiro: caracterização do agente, diagnóstico molecular, avaliação de práticas de manejo e modelagem quantitativa", coordenado pela Embrapa Pantanal com o apoio do Sindicato Rural de Rio Verde de Mato Grosso e com o patrocínio da Bioclin/Quibasa Química Básica Ltda.
Com palestras, mesas redondas e reuniões, pesquisadores e trabalhadores rurais poderão abordar a enfermidade silenciosa que põe em risco a saúde dos equídeos e traz prejuízo ao bolso dos produtores. "O animal positivo rende menos, tem menos resistência. Ele vai trabalhar, mas não como aquele que não é portador do vírus. A gente observa, por exemplo, que na época em que o pasto está muito ruim e que o Pantanal enche, muitos animais contaminados morrem. Nós pudemos concluir que os positivos morrem mais cedo", afirma a pesquisadora Marcia Furlan, que coordena o projeto de pesquisa.



Como a doença nem sempre apresenta sintomas visíveis, Marcia conta que ela passa despercebida em muitas propriedades rurais. "Uma estratégia que alguns produtores usam é compensar o baixo desempenho dos animais positivos com mais animais na tropa. Só que, para manter mais animais, há necessidade de mais pasto e sal. Com isso, um pasto que não seria suficiente para uma tropa pequena, por exemplo, rende menos ainda com uma tropa maior", diz.

Temas do Workshop


Além dessas questões, assuntos como o inquérito epidemiológico sobre a doença em MT, o mormo e o sequenciamento do vírus da AIE são alguns dos tópicos que serão abordados durante o evento. "A gente passou a saber que este é um vírus diferente do padrão", diz Marcia. A pesquisadora ressalta outros temas que farão parte do IV Workshop: o desempenho do animal infectado comparado ao dos que não são portadores (com ênfase na performance do cavalo no campo), análises econômicas da AIE para as propriedades rurais e modelos matemáticos abordando a influência da mutuca na contaminação dos animais.

"Nós acompanhamos uma tropa de 500, 600 animais durante três anos para ver de que maneira eles se infectavam e para atestar se os positivos morrem mais cedo ou não, tentando implantar algumas regras de manejo", afirma. Segundo a pesquisadora, foi possível concluir que o maior vetor do vírus é o ser humano. "Por meio do manejo inadequado, nós estamos infectando os animais – principalmente pela reutilização de agulhas e seringas. Em um caso como esse, se um dos animais da tropa é positivo, o vírus que está no sangue dele vai entrar em contato com os outros e infectar o resto da tropa".

Como prevenir

Para evitar a transmissão da AIE entre os animais, devemos impedir que eles entrem em contato com o sangue uns dos outros, diz Marcia. Para isso, é preciso usar agulhas e seringas descartáveis, lavar freios, tralhas e bridões com água e sabão após o uso e utilizar apenas esporas rombas e grossas para não ferir a montaria. "É um trabalho que precisa ser constante. A gente pretende continuar os esforços, especialmente no que diz respeito à educação sanitária. Vamos continuar a informar o que é correto", finaliza.

As palestras, apresentações e reuniões do projeto são gratuitas e abertas ao público em geral. Confira mais informações sobre o Workshop:




Serviço

IV Workshop do projeto "Anemia Infecciosa Equina no Pantanal brasileiro: caracterização do agente, diagnóstico molecular, avaliação de práticas de manejo e modelagem quantitativa"

Data: de 27 a 29 de setembro/2016

Locais: Sindicato Rural de Rio Verde de Mato Grosso (Av. Barão do Rio Branco, 130 - Centro) e Serra Verde Hotel (Rodovia BR 163, km 678 - s/n)


Programação

27 de setembro, terça-feira

Local: Sindicato Rural de Rio Verde de Mato Grosso

09h-11h – Palestra: "O inquérito soroepidemiológico sobre a Anemia Infecciosa Equina realizado no estado do Mato Grosso" – Marcelo Barros (INDEA – MT) e Daniel Moura de Aguiar (UFMT)

11h-13h – ALMOÇO

13h-15h – Mesa redonda: "Perspectivas para a realização de um inquérito soroepidemiológico sobre Anemia Infecciosa Equina e Mormo no Mato Grosso do Sul". Convidados: Pesquisadores da equipe do projeto, representantes da IAGRO, FAMASUL e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

19h-20h30 – Palestra: "A Resenha dos Equinos" - Adalgiza Souza Carneiro de Rezende (UFMG)

20h30-21h – INTERVALO

21h-22h – Palestra: "O Núcleo de Criação de Cavalos Pantaneiros da Embrapa Pantanal" e divulgação do livro "Cavalo Pantaneiro: Rústico por Natureza" – Sandra Aparecida Santos (Embrapa Pantanal)

28 de setembro, quarta-feira

Local: Serra Verde Hotel

Apresentação das atividades realizadas pela equipe do projeto no período de abril/2015 a setembro/2016, verificação dos resultados previstos e discussão de possibilidades para a continuidade da linha de pesquisa.

08h-09h - Plano de Ação 2: "Caracterização, diagnóstico molecular e análise filogenética do vírus da anemia infecciosa equina (AIE) do Pantanal" – Erna Geessien Kroon (UFMG) e João Pessoa Araujo Jr. (UNESP – Botucatu)

09h-10h - Plano de Ação 3: "Desempenho funcional comparativo de cavalos ´sadios´ versus cavalos ´anêmicos´ no Pantanal" - Sandra Aparecida Santos (Embrapa Pantanal) e Adalgiza Souza Carneiro de Rezende (UFMG)

10h-10h30 – INTERVALO

10h30-11h30 - Plano de Ação 4: "Práticas de manejo para prevenção da transmissão iatrogênica da AIE no Pantanal" – Márcia Furlan Nogueira (Embrapa Pantanal)

11h30-14h – ALMOÇO

14h-15h - Plano de Ação 5: "Uso de epidemiologia matemática e de técnicas de aprendizado de máquina para análise da dinâmica de transmissão da Anemia Infecciosa Equina no Pantanal" – Urbano Gomes Pinto de Abreu (Embrapa Pantanal) e Sônia Ternes (CNPTIA)

15h-16h - Plano de Ação 6: "Comunicação e transferência de tecnologia (TT) sobre anemia infecciosa equina (AIE) para públicos estratégicos" – Thiago Coppola (Embrapa Pantanal) e Sandra Mara Araújo Crispim (Embrapa Pantanal)

16h-16h30 – INTERVALO

16h30-17h30- Plano de Ação Gerencial - Márcia Furlan Nogueira (Embrapa Pantanal)

17h30-18h – Discussão sobre conclusões e perspectivas do projeto.

29 de setembro, quinta-feira

Local: Sindicato Rural de Rio Verde de Mato Grosso

19h-19h45 – Palestra: "Como a Anemia Infecciosa Equina afeta o desempenho funcional dos equinos no Pantanal" - Adalgiza Souza Carneiro de Rezende (UFMG)

19h45h-20h30 – Palestra: "Quanto custa controlar a AIE?" - Urbano Gomes Pinto de Abreu (Embrapa Pantanal)

20h30-21h15 – Palestra: "Situação atual do mormo no Mato Grosso do Sul" - Kelly Noda Gonçalves (IAGRO)

21h15 – Encerramento e confraternização

Nicoli Dichoff (MTb 3252/SC)
Embrapa Pantanal
pantanal.imprensa@embrapa.br
Telefone: +55 (67) 3234-5957
Núcleo de Comunicação Organizacional (NCO)
Embrapa Pantanal/ Corumbá - MS
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa
www.embrapa.br/pantanal



segunda-feira, setembro 19, 2016

ESCÂNDALO: Mercadante foi vaiado no aeroporto de Lisboa ao tentar furar a fila do check-in

Ex-ministro da Educação do Governo Dilma Rousseff, o PeTralha Aloizio Mercadante foi vaiado no aeroporto de Lisboa ao tentar furar a fila do check-in. O vídeo com a cena foi divulgado neste domingo (18/09/2016) e mostra um grupo de brasileiros questionando com que dinheiro Mercadante viaja. Ele é chamado de “ladrão” e “vagabundo” e informado que Portugal não é o Brasil!


ESCÂNDALO: Lindinho travado no discurso do Lula! Pode isso Caiado?



sexta-feira, setembro 16, 2016

EMBRAPA: Produção in vitro de embriões bovinos representa alternativa para produtor de MS



Técnicas para aprimorar o trabalho na área são tema de palestra na capital

As diferentes estratégias usadas para incrementar a produção in vitro de embriões (PIVE) nos rebanhos bovinos do estado é o tema da palestra que será ministrada por Fabiana Melo Sterza, professora da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) no II Simpósio Repronutri - Reprodução, Produção e Nutrição de Bovinos: a pesquisa aplicada ao campo. O evento é uma organização da Embrapa Pantanal, Embrapa Gado de Corte, Grupo Repronutri, Universidades Estadual e Federal de Mato Grosso do Sul (UEMS e UFMS), Universidade Anhanguera-UNIDERP e Universidade Católica Dom Bosco (UCDB).

"Vamos pensar na produção in vitro como um todo, abordar os gargalos e discutir soluções", diz Fabiana. "O bezerro nascido a partir da PIVE é melhor porque o pai e a mãe são superiores geneticamente. A velocidade de ganho por aumento da produtividade é bem maior", afirma. Para a pesquisadora e médica veterinária, há algum tempo as técnicas de PIVE eram utilizadas basicamente por produtores que possuíam animais puros de origem. "Hoje, nós já temos a inclusão de algumas técnicas em que ovários de frigoríficos são utilizados na produção de embriões, com sêmen de altíssima qualidade para a produção de bezerros de corte – tudo isso aliado, ainda, ao uso do sêmen sexado. Conseguimos, assim, aumentar muito o valor genético do animal".

Segundo informações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), o Brasil é considerado atualmente o maior produtor de embriões bovinos in vitro do mundo, produzindo cerca de 320 mil unidades por ano – o que representa 50% do mercado mundial. De acordo com Fabiana, aproximadamente dez mil embriões in vitro foram produzidos no estado em 2015. "Nós temos tecnologias muito bem executadas no país e temos no estado um dos maiores rebanhos bovinos do Brasil. Aliando esses dois aspectos, podemos aprimorar a carga genética desses animais. Consequentemente, conseguimos melhorar a produtividade do nosso rebanho. Isso tem um impacto econômico muito importante", diz.

Ainda segundo o MAPA, além das exportações realizadas para países como Moçambique, Costa Rica e Etiópia, o Brasil foi autorizado no segundo semestre deste ano a vender embriões bovinos produzidos in vitro também para o Paraguai. "Nós temos no país mais de 40 laboratórios. Só em Mato Grosso do Sul existem cinco que trabalham com a produção in vitro de embriões", ressalta a pesquisadora. Fabiana afirma que os produtores interessados em trabalhar com a técnica devem tomar alguns cuidados para assegurar a eficácia do processo. "Ele tem que se preocupar em fazer o controle zootécnico, identificar quais são os animais que merecem ter sua genética multiplicada e ter a assistência de uma equipe veterinária", finaliza.








A palestra de Fabiana e as de vários outros pesquisadores, médicos veterinários, produtores rurais e técnicos serão ministradas durante o II Simpósio Repronutri, na capital do estado. Para mais informações, acesse o endereço http://www.fundapam.com.br/repronutri.

Serviço

II Simpósio Repronutri – Reprodução, Produção e Nutrição de Bovinos: a pesquisa aplicada ao campo

Local: Hotel Deville - Av. Mato Grosso, 4250 - Carandá Bosque/ Campo Grande - MS

Data: de 22 a 23 de setembro

Horário: das 08h às 18h



Programação: dia 22/09

08h00 – 09h00: Entrega de material e abertura

09h10 – 10h00: Cenário atual e perspectivas da pecuária no MS – Luciano Chiocheta/ Presidente IAGRO

10h10 – 11h00: Estratégias para melhorar a eficiência reprodutiva em rebanhos de corte – Pietro S. Baruselli/ USP

11h20 – 13h20: Almoço

13h30 – 14h20: Melhora de resultados de IATF quando o assunto é sêmen – Juliana Correa Borges Silva/ Embrapa

14h20 – 15h10: Projeto + CRIA e estratégias para produção de bezerros superiores – Ériklis Nogueira/ Embrapa

15h10 – 15h30: Coffee break

15h30 – 16h20: Novo programa novilho Precoce no MS e estratégias de produção – Rodrigo Gomes/ Embrapa

16h20 – 17h10: Espaço colaboradores

17h20 – 18h00: Mesa redonda

Dia 23/09

08h00 – 08h50: Nutrição x reprodução em bovinos de leite – Ricarda Maria dos Santos/ UFU

08h50 – 09h40: Estratégias para incremento da produção de embriões em MS – Fabiana A. Melo Sterza/ UEMS

09h40 – 10h00: Coffee break

10h00 – 10h50: Produção e congelamento de embriões - o que temos de novo? – Gisele Zoccal Mingoti/ UNESP Araçatuba

10h50 – 11h20: Mesa redonda

11h20 – 13h20: Almoço

13h00 – 13h50: Uso de touros melhoradores / Usando as informações da genética para aumentar a produtividade em gado de corte? – José Bento S. Ferraz/ USP

13h50 – 14h40: Manejo sanitário de bovinos – Iveraldo Dutra/ UNESP Araçatuba

14h40 – 15h00: Coffee break

15h00 – 16h15: Dados locais de campo (duração de 20 minutos cada):

. Criação de Brangus no Pantanal – José Lemos Monteiro (Zé Ito)
. Sistema de produção de gado de corte com integração ILPF – José Albino Zacarin/ Fazenda Santa Verginia
. IATF em larga escala associada a programas de melhoramento – Marcus Vinicius Back Ferreira/ Fazenda Sunsas

16h15 – 17h10: Espaço colaboradores

17h10 – 18h00: Mesa redonda

18h00: Encerramento






Texto:  Nicoli Dichoff


Núcleo de Comunicação Organizacional (NCO)
Embrapa Pantanal/ Corumbá - MS
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa

pantanal.imprensa@embrapa.br
Telefones: +55 (67) 3234-5957 / +55 (67) 3234-5882
www.embrapa.br/pantanal



Café especial: BSCA realiza concurso de qualidade para celebrar 25 anos de fundação





Premiação do certame é focada na valorização da qualidade. Campeões de cada categoria também receberão prêmios dos parceiros Pinhalense e Yara
 
Como parte das comemorações de seu Jubileu de Prata, a Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) realizará, este ano, com apoio dos parceiros Bourbon Specialty Coffees, Cafebras, EISA - Empresa Interagricola, Klabin, Super Safra Armazéns Gerais e Yara, o Concurso de Qualidade BSCA 25 Anos – Pulped Naturals e Naturals 2016. O certame é destinado aos produtores de café arábica associados à entidade, com certificação de sustentabilidade vigente, e a premiação focará a valorização do café por qualidade, com os valores pagos crescendo conforme a pontuação alcançada pelos lotes.

A aquisição dos campeões está garantida pelos associados Academia do Café, Bourbon Specialty Coffees, Café do Mercado, Café Gourmet Santa Monica, Café Três Corações, Cafebras, Cambraia Cafés, Fazenda Ambiental Fortaleza, Lucca Cafés Especiais, Monte Alegre Comercial, O´Coffee Brazilian Estates e Suplicy Cafés Especiais. O concurso premiará os cinco melhores colocados da categoria Naturals, que envolve os cafés naturais (colhidos e secos com casca), e os cinco melhores da Pulped Naturals, voltada aos frutos cultivados por via úmida (cereja descascado, cereja descascado desmucilado ou despolpado), desde que as amostras obtenham nota igual ou superior a 84 pontos na escala de zero a 100 do concurso.

A premiação envolverá o valor de R$ 25 por ponto alcançado pelos cafés vencedores, acrescido de R$ 100 a cada evolução na classificação. "Por exemplo, se o quinto colocado tiver nota 84, ele receberá R$ 2.100,00 pela saca, que correspondem a R$ 25 para cada ponto alcançado. Esse cálculo será mantido para os quatro colocados à frente, sendo que o quarto receberá R$ 100 a mais, o terceiro mais R$ 200, o segundo mais R$ 300 e o campeão R$ 400 a mais além do valor obtido pela multiplicação dos pontos por R$ 25", detalha Adolfo Ferreira, presidente da BSCA.

Os campeões de cada categoria também receberão premiação adicional dos parceiros da BSCA. Além dos valores em dinheiro, o primeiro colocado da categoria Pulped Naturals receberá o novo despolpador de café "ECO SUPER", com zero consumo de água, produzido pela empresa Pinhalense. O vencedor da categoria Naturals receberá, da Yara, produtos do Programa "Yara Nosso Café" (Yara Milla Café, YaraLiva Nitrabor, YaraVita Bortrac e YaraVita Coptrac) para a aplicação em 10 hectares de sua propriedade.

O concurso também possibilitará uma oportunidade para as amostras que não ficarem entre as cinco vencedoras, mas que obtiverem nota igual ou superior a 80 pontos na avaliação dos profissionais da Associação. "Esses lotes de cafés poderão obter o Certificado BSCA, à medida que o produtor demonstre interesse e arque com as taxas habituais da certificação da Associação Brasileira de Cafés Especiais", explica Ferreira.

A análise das amostras inscritas no Concurso de Qualidade BSCA 25 Anos – Pulped Naturals e Naturals 2016 ocorrerá entre os dias 9 e 11 de novembro. A divulgação dos vencedores será realizada, no dia 21 de novembro, em cerimônia na sede da Sociedade Rural Brasileira (SRB), em São Paulo (SP).

SERVIÇO
Concurso de Qualidade BSCA 25 Anos – Pulped Naturals e Naturals 2016
Inscrições: até 28/10/2016
Avaliação: 09 a 11/11/2016
Premiação: 21/11/2016
Mais informações: (35) 3212-4705 / 3212-6302 / 99824-9845

quinta-feira, setembro 08, 2016

Programação VI Simpósio Brasil Sul de Bovinocultura de Leite de 08 a 10 de novembro em Chapecó


O Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas convida para o VI Simpósio Brasil Sul de Bovinocultura de Leite de 08 a 10 de novembro em Chapecó.

Gostaríamos de convidar para o  VI Simpósio Brasil Sul de Bovinocultura de Leite  que será realizado em Chapecó,SC de 08 a 10 de  novembro no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo De Nês .
O evento com o perfil técnico tem um público formado por profissionais médicos veterinários, zootecnistas e agrônomos das indústrias e cooperativas da Região Sul com uma feira de negócio focada em sanidade, nutrição,  manejo e tecnologias para bovinocultura leiteira.
 Venha participar desse encontro técnico no coração da bacia leiteira que mais cresce no país. Um evento que vai reunir especialistas brasileiros e internacionais, lançamentos,  negócios, workshops, networking e muito conhecimento em um só lugar. Paralelo ao simpósio será realizada a Milk Fair, feira de tecnologias para a produção leiteira.
Gostaríamos de convidar a sua empresa para ser parceira  dos eventos organizados e realizados pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas. A programação  do encontro técnico  contou o apoio e sugestões de profissionais das agroindústrias  para oferecer um conteúdo atualizado e que atenda a demanda do setor.




Entre os temas que serão apresentados e debatidos estão:

Manejo Eficiente de Pastagens Tropicais para o Sul do Brasil

Integração Lavoura/Pecuária e seus efeitos na sustentabilidade da Produção Leiteira

Sistema Silvipastoril para o Sul do Brasil

Panorama do Mercado Lácteo Brasileiro e Mundial

Impacto da Nutrição de Precisão na Eficiência e Rentabilidade da Propriedade Leiteira

Uso de Óleos Essenciais na alimentação de Bovinos Leiteiros

Estratégias para otimizar eficiência reprodutiva dos rebanhos leiteiros

Instalações em Compost Barn – Desvendando Mitos e Atualizando Conceitos

Principais afecções de casco, seus impactos e medidas de controle

Impacto dos principais distúrbios metabólicos e estratégias para maximizar a produção e saúde na fase de transição

Uso da Genômica como Ferramenta para Melhoramento Genético

Estresse Térmico:  Impactos na Produção e Estratégias de Manejo e  Nutricão para minimizá-lo

Atualizações e Últimas tendências no controle e tratamento de mastites

Sanidade Ruminal e sua Influência na Composição e Qualidade do Leite

 Inscrições
Profissionais e estudantes ligados  tem valores diferenciados  e poderão fazer suas inscrições online para o simpósio no site a partir da próxima semana www.nucleovet.com.br. O investimento é de R$ 350,00 para profissionais e R$ 250,00 para estudantes. Os organizadores salientam a importância da inscrição antecipada a fim de evitar filas. O acesso a  Milk Fair é gratuito.



Informações:
Simpósio Brasil Sul de Bovinocultura de Leite
Quando: de 08 a 10 de novembro de 2016
Onde: Centro de Eventos e Cultura Plínio Arlindo de Nês, em Chapecó -


Mais informações sobre o evento e feira Milk Fair: 

Holus Comunicação e Eventos
Eliana Panty 
Skype : eliana.panty


Fortaleza sedia V Congresso Brasileiro de Gestão de Ciclo de Vida

 Empresas mostrarão no evento como empregaram Avaliação de Ciclo de Vida para reduzir impactos ambientais

  
Avaliação de impactos socioambientais, ecodesign e rotulagem ambiental serão alguns dos temas discutidos durante o V Congresso Brasileiro em Gestão do Ciclo de Vida - V CBGCV. O evento reunirá em Fortaleza (CE), entre os dias 19 e 22 de setembro, um público de 150 pesquisadores de instituições brasileiras e estrangeiras, além de estudantes, profissionais da administração pública e representantes de empresas como multinacionais químicas e petroquímicas, de software, indústria do vestuário e da construção civil.
A Gestão do Ciclo de Vida (GCV) avalia o desempenho socioambiental de produtos, considerando os processos de extração da matéria-prima, produção, consumo, reciclagem e descarte final do produto. A pesquisadora da Embrapa Cléa Brito de Figuerêdo, coordenadora do evento, explica que a Avaliação de Ciclo de Vida (ACV – principal ferramenta utilizada na Gestão de Ciclo de Vida) é empregada por instituições interessadas na certificação ambiental de seus produtos para obtenção de selo ambiental (ISO 14025), selo de pegada de carbono (ABNT ISO 14067, 2015) e de pegada hídrica (ABNT ISO 14046).
 "A declaração ambiental de produto é requerida por inúmeras empresas multinacionais, inclusive do setor de alimentos, abrindo novos mercados para empresas nacionais interessadas em exportar seus produtos", explica.
Entre os palestrantes internacionais no congresso, estarão presentes Laure Patouillard, do Centro de Ciclo de Vida de Produtos, Processos e Serviços - CIRAIG (Montreal, Canadá); Miguel Brandão, professor associado em Ecologia Industrial e Avaliação de Ciclo de Vida em KTH (Estocolmo, Suécia) e Fausto Freire (Universidade de Coimbra, Portugal).
A plenária que discutirá ACV no meio empresarial contará com a participação de representantes das empresas Braskem, Votorantim e Renner. Já as plenárias sobre Políticas Públicas, Base de Dado Nacional de Inventários, e Rotulagem Ambiental contarão com representantes do Programa Nacional de Meio Ambiente (PNUMA), Ministério do Meio Ambiente (MMA), Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO) e IBICT.
O congresso é promovido pela Associação Brasileira de Ciclo de Vida (ABCV) e tem como organizadores a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) e a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). Empresas como Braskem, Basf, Oxiteno, ACV Brasil e Ecoinvent são patrocinadoras do evento, assim como a Capes e o Governo do Estado do Ceará. O congresso é uma ação da rede Embrapa de ACV, que conta com pesquisadores de todas as unidades descentralizadas e é liderada pela pesquisadora Marília Folegati, da Embrapa Meio Ambiente.


Saiba mais: A GCV é uma avaliação socioeconomômica e ambiental ampla que permite melhorar a gestão e reduzir impactos em toda cadeia de produção e consumo. Para isso,  uma das ferramentas mais empregadas é a Avaliação do Ciclo de Vida (ACV), padronizada pela série de normas ABNT ISO 14040 (2009). A Avaliação de Ciclo de Vida é uma ferramenta utilizada para a redução de possíveis impactos ambientais já na etapa de desenvolvimento de inovações tecnológicas, tanto de produto como de processo.
O tema desta edição do V CBGCV é "Gestão do Ciclo de Vida nos Trópicos". Os organizadores buscam, com isso, ampliar o debate sobre aplicação da Avaliação do Ciclo de Vida (ACV) no estudo de produtos brasileiros (em especial bioprodutos), rotulagem ambiental, construção de políticas públicas sustentáveis, e sobre a necessidade de adaptação e regionalização de métodos de Inventário de Ciclo de Vida (ICV) e de Avaliação de Impactos de Ciclo de Vida (AICV).


Serviço:
V Congresso Brasileiro de Gestão de Ciclo de Vida
19 a 22 de setembro
Local hotel Gran Mareiro, Praia do Futuro, Fortaleza
Informações: cnpat.vcbgcv@embrapa.br


Jornalista Verônica Freire (MTB CE01225JP)
(85) 33917116




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