AgroBrasil - @gricultura Brasileira Online

+ LIDAS NA SEMANA

terça-feira, agosto 30, 2016

EMBRAPA: TRISTEZA PARASITÁRIA EM BOVINOS NO PANTANAL DE MATO GROSSO DO SUL



Raquel Soares Juliano
Alda Izabel de Souza
Flábio Ribeiro de Araújo
Rosângela Zacarias Machado
Karla Moraes Rocha Guedes



O complexo de sintomas denominado Tristeza Parasitária Bovina (TPB) é uma infecção parasitária sanguínea que ocorre quando o "carrapato do boi" (Rhipicephalus microplus), infectado por Babesia spp. e Anaplasma marginale, suga o sangue e infecta bovinos suscetíveis a essa doença. Casos dessa infecção têm sido relatados no Pantanal em e é preciso estar atento para evitar perdas significativas.

Os sinais clínicos da TPB são febre, apatia, falta de apetite, emagrecimento, mucosas pálidas e/ou amareladas, podendo evoluir para morte do animal nos casos graves. Os bezerros recém-nascidos recebem anticorpos do colostro, que os protegem durante os primeiros meses de vida. A exposição gradativa desses animais ao vetor e, consequentemente, ao agente da TPB, é responsável pelo desenvolvimento da imunidade ativa, que resulta em menor ocorrência de casos clínicos dessa doença. A princípio, os casos mais graves da TPB ocorrem nas seguintes situações:

· Em regiões onde a ocorrência do carrapato é menor, devido a questões climáticas ou ao uso excessivo de substâncias carrapaticidas no controle das infestações do rebanho.

· Rebanhos com animais suscetíveis devido a fatores relacionados à idade, estresse, baixa imunidade específica ou raças com maior sensibilidade aos agentes infecciosos.

A maior suscetibilidade de um rebanho, fazenda ou região à ocorrência de casos ou surtos dessa enfermidade pode ser determinada pela ocorrência do fenômeno de instabilidade enzoótica. Nessas condições, os bovinos jovens não entram em contato com carrapatos infectados e, por isso, não desenvolvem imunidade ativa contra Babesia spp. e Anaplasma marginale. Consequentemente, quando esses animais forem infectados pela primeira vez, vão apresentar sinais graves da doença, caracterizando a ocorrência de surtos com altas taxas de mortalidade. A instabilidade enzoótica pode ser determinada pela realização de testes de diagnóstico sorológico de TPB nos animais. Se o número de soropositivos for menor que 75%, essa situação de risco está presente e aumentam as chances da ocorrência de surtos.

Os estudos realizados no início dos anos 2000 concluíram que o Pantanal não apresentava condições favoráveis à proliferação do "carrapato do boi". As alternâncias extremas de seca e cheia, a baixa densidade de bovinos e os campos com gramíneas nativas de baixa altura mantinham os bovinos pouco infestados. Entretanto, era o suficiente para que os rebanhos mantivessem a estabilidade enzoótica para TPB.

A partir de 2009, algumas publicações científicas sinalizaram que a introdução de raças bovinas mais suscetíveis, deflorestação e/ou substituição de pastagens nativas, com a finalidade de melhorar a produtividade dos rebanhos pantaneiros, poderiam promover um aumento na população do carrapato e na infecção de bovinos e cervídeos pelos agentes da TPB. Além disso, as práticas de manejo e controle dos carrapatos deveriam obedecer a critérios técnicos que observassem o risco de ocorrência de doenças transmitidas por carrapatos nessas populações suscetíveis, já que havia pouco conhecimento sobre a dinâmica populacional e a epidemiologia dessas enfermidades no Pantanal. Diante dos surtos de TPB ocorridos e avaliados até o presente momento, é possível formular hipóteses sobre uma causa multifatorial, relacionada ao não desenvolvimento de imunidade ativa e à exposição dos animais a diferentes condições de estresse.

A mortalidade de bezerros de corte na região do Pantanal Sul-Mato-Grossense pode ocorrer de forma aguda, atingindo principalmente animais após a desmama, com idade variável entre 9 e 13 meses, ocorrendo principalmente durante o manejo de rotina na fazenda (rodeio, vacinação, vermifugação), com aumento do número de casos após períodos de transporte. O histórico da ocorrência de casos e a inspeção dos animais, preferencialmente nos locais onde acontece a mortalidade, é importante para descartar outras enfermidades capazes de se confundir com a TPB.

Nas ocorrências observadas no Pantanal os animais infectados apresentam-se com escore corporal baixo ou atraso no crescimento e os sinais clínicos mais evidentes são: mucosas pálidas e amareladas, além da presença de indivíduos com sinais clínicos compatíveis com dermatofilose, uma doença de pele conhecida popularmente como "mela" ou "chorona".

Os métodos diagnósticos de TPB incluem microscopia para detecção dos parasitas em esfregaço sanguíneo (exame parasitológico) e análises sorológicas e moleculares para Babesia spp. e Anaplasma marginale. A realização de necropsia pode ser muito útil no diagnóstico diferencial e o aumento do tamanho do baço e fígado são compatíveis com TPB.

As recomendações para minimizar as chances de ocorrência de surtos baseiam-se no uso criterioso de substâncias carrapaticidas, com a finalidade de manter níveis de anticorpos capazes de proteger os indivíduos mais suscetíveis, além do emprego de métodos de manejo de desmama, manejo nutricional e de transporte para reduzir condições de estresse nessa população. O tratamento profilático e curativo de animais em condições de risco ou populações nas quais ocorreram surtos é possível, mas pode ter um custo operacional e financeiro importante, além de não impedir a morte de animais em condições graves e avançadas da enfermidade.

É fundamental que os produtores pantaneiros estejam atentos à TPB e comuniquem a sua ocorrência ao seu médico-veterinário e pesquisadores da Embrapa para que seja possível monitorar onde ela tem sido encontrada e qual o seu impacto para a atividade pecuária da região.

Para maiores informações, procure o SAC da Embrapa (www.embrapa.br/sac).


Raquel Soares Juliano (raquel.juliano@embrapa.br), pesquisadora da Embrapa Pantanal; Alda Izabel de Souza (aldaizabel@hotmail.com), professora da FAMEZ/UFMS; Flábio Ribeiro de Araújo (flabio.araujo@embrapa.br), pesquisador da Embrapa Gado de Corte; Rosângela Zacarias Machado (zacarias@fcav.unesp.br), professora da FCAV/Unesp; Karla Moraes Rocha Guedes (karla.guedes@embrapa.br), analista da Embrapa Pantanal.

COMO CITAR ESTE ARTIGO

JULIANO, R. S.; SOUZA, A.I. de; ARAÚJO, F. R. de; MACHADO, R. Z.; GUEDES, K. M. R. Tristeza parasitária em bovinos no Pantanal de Mato Grosso do Sul. Corumbá, MS: Embrapa Pantanal, 2015. 2p . ADM – Artigo de Divulgação na Mídia, n. 158. Disponível em: <http://www.cpap.embrapa.br/publicacoes/online/ADM158



quinta-feira, agosto 25, 2016

DENÚNCIA DE DOUTRINAÇÃO: Professor pregando esquerdismo em SALA DE AULA

RODRIGO CONSTANTINO: CAIADO CALA A BOCA DE PETISTAS ABUSADOS, QUE ACHAM QUE SENADO NÃO TEM MORAL PARA JULGAR DILMA



Ronaldo Caiado é o cara! O senador colocou os petralhas em seu devido lugar, rebateu a fala asquerosa da senadora Gleisi Hoffmann, de que o Senado não tem moral para julgar Dilma. O Brasil não aguenta mais esse cinismo dessa quadrilha petista! Vejam um trecho, destacado por Fernando Holiday, do DEM:

Gleisi acusou os pares de não terem “moral” para julgar a presidente afastada. A crítica causou reação e fez o senador Caiado disparar contra o marido dela, o ex-ministro Paulo Bernardo, que chegou a ser preso em uma operação da Polícia Federal. “Eu exijo respeito. Eu não sou assaltante de aposentado, disse.

Senadores do PT reagiram, chamaram o democrata de “canalha” e pediram respeito ao PT. Durante o bate-boca, Caiado chegou a dizer para o senador Lindbergh Farias fazer exame “antidoping” e não ficar “cheirando”. Após o fim do bate-boca, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) pediu “serenidade” aos colegas para que o julgamento pudesse continuar. Lindbergh prometeu processar Caiado pelas afirmações.

Lindbergh é um chorão mimado, membro dessa máfia chamada PT, tentando defender o indefensável. Caiado está certo de atacar essa corja, de endurecer com esses tipos. O Brasil não aguenta mais!!! E falta pouco, muito pouco, para nos vermos livres de vez de Dilma e seus cúmplices no poder. Amém!

Café especial: estão abertas as inscrições para os cursos BSCA/SCAA na SIC 2016



Café especial: estão abertas as inscrições para os cursos BSCA/SCAA na SIC 2016

Alunos terão acesso a treinamentos e formação do programa reconhecido mundialmente para educação profissional nas diversas carreiras do setor

A Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), parceira do Programa Educacional da Associação Americana de Cafés Especiais (SCAA) no Brasil, e a Semana Internacional do Café (SIC) informam que estão abertas as inscrições para os cursos BSCA/SCAA, que ocorrerão durante a SIC 2016, de 21 a 23 de setembro, no Centro de Convenções Expominas, em Belo Horizonte (MG).

O Educational Pathways foi desenvolvido e é gerido pela SCAA, tendo a BSCA como parceira no Brasil. Trata-se do programa mais completo e reconhecido mundialmente para educação profissional e treinamentos nas diversas carreiras do setor. Este ano, os cursos serão focados em formação de instrutor, barista e classificador com dois renomados profissionais internacionais da área de cafés especiais: Rocky Rhodes (International Coffee Consulting) e Gabe Smentek (Onyx Coffee Lab).

Indicado para profissionais de cooperativas, torrefadores, traders de café, exportadores, classificadores, proprietários de cafeterias e baristas, o curso contará com uma grade na qual os alunos evoluirão nível a nível. "Cada disciplina cursada contribui para a obtenção de créditos que, associados a testes práticos e teóricos, oferecem a possibilidade de se obter um diploma internacional e a certificação SCAA. Todo o programa contará com tradução simultânea para português e, mais importante, está disponibilizado a preços acessíveis", explica Vanusia Nogueira, diretora da BSCA.

"A realização pelo terceiro ano dos Cursos BSCA/SCAA durante a Semana Internacional do Café reafirma o compromisso do evento de proporcionar conhecimento de ponta para os profissionais do mercado de café especial. A parceria com a BSCA é muito importante, pois contribui para que os alunos tenham acesso a um dos mais reconhecidos programas educacionais do mundo", destaca Mariana Proença, Diretora de Conteúdo da Café Editora, organizadora da SIC.

Os interessados em realizar os cursos BSCA/SCAA podem se inscrever diretamente na página do evento (clique e acesse http://bit.ly/2bvWXgk), onde também estão disponíveis mais informações sobre a programação e a respeito dos instrutores internacionais.

SERVIÇO
Cursos BSCA/SCAA
Quando: 21 a 23/09/2016
Onde: Semana Internacional do Café, no Expominas, em Belo Horizonte (MG)
Aviso: cursos ministrados em inglês, com tradução simultânea para português
Mais informações: http://bit.ly/2bvWXgk

Mais informações para a imprensa
BSCA – Assessoria de Imprensa
Paulo André Colucci Kawasaki
(61) 98114-6632 / ascom@bsca.com.br

BSCA - Brazil Specialty Coffee Association
Telefones: (35) 3212-4705 / 3212-6302
E-mail: ascom@bsca.com.br

Comunicado CNC: Brasil realiza pagamento à Organização Internacional do Café



COMUNICADO CNC

Brasil realiza pagamento à Organização Internacional do Café
 
Após um incessante trabalho de argumentação junto ao Governo Federal, em especial com os ministros Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) e Dyogo Oliveira (Planejamento, Desenvolvimento e Gestão), por meio de suporte concedido pelo Palácio do Planalto, o Conselho Nacional do Café (CNC) comunica que o Brasil efetuou, na segunda-feira, 22 de agosto, o pagamento da anuidade à Organização Internacional do Café (OIC).

Entendemos que o compromisso honrado pelo Governo Federal é uma grande vitória à cafeicultura brasileira, haja vista ser fundamental para que o País — líder em produção e exportação e segundo maior consumidor de café do planeta — tenha voz ativa no principal fórum internacional do setor, que engloba a representação pública e privada das nações produtoras e consumidoras de todo o mundo e de onde saem as principais decisões do cenário cafeeiro global.

Em função da compreensão e do trabalho desenvolvido pelo Governo Federal, principalmente no tocante aos ministros Blairo Maggi e Dyogo Oliveira, o CNC externa publicamente seu agradecimento e reitera sua disponibilidade em contribuir sempre que necessário ou demandado.

Atenciosamente,
 
Silas Brasileiro
Presidente Executivo

CNC - Sede Brasília (DF)
SCN Qd. 01, Bloco C, nº 85, Ed. Brasília Trade Center - Sala 1.101 - CEP: 70711-902
Fone / Fax: (61) 3226-2269 / 3342-2610
E-mail: imprensa@cncafe.com.br

Senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) insinua, mais uma vez, que o Senador Lindbergh Farias (PT-RJ) está drogado no senado!




Mulher de ex-presidiário temporário não reconhece a atribuição constitucional do Senado; é Gleisi na área

Por: Reinaldo Azevedo 25/08/2016 às 16:05



Quando a senadora Gleisi Hoffmann empinou o nariz, não foi só para ficar com cara de bonequinha de luxo. Era também uma postura, digamos, ética. Ali estava um entendimento de mundo. Aliás, foi de nariz empinado que ela exerceu a chefia da Casa Civil de Dilma Rousseff, o que ajuda a explicar muita coisa.

Pois bem… A senadora está na origem de um quiproquó danado na sessão do julgamento do impeachment. Reagindo a uma fala de Magno Malta, Gleisi indagou “que moral tem o Senado para julgar a presidente da República”.

A mulher do ex-presidiário temporário Paulo Bernardo talvez fale por si. Ela não reconhece a moral de um colegiado ao qual pertence. Devo lembrar a esta senhora que a competência para julgar a presidente é definida pela Constituição da República Federativa do Brasil.

Vai ver que ao livrinho de Gleisi falta o Artigo 86.

É um desrespeito com o Senado. Um parlamentar que não aceita o papel constitucional do colegiado deveria ser denunciado ao Conselho de Ética.

O senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) reagiu: “Eu exijo respeito ao decoro. Eu não sou assaltante de aposentado”. Ele se referia ao fato de que Paulo Bernardo, o ex-presidiário temporário e marido de Gleisi, é acusado de ter montado um esquema que lesou servidores aposentados que recorreram ao empréstimo consignado.

Aí foi a vez de Lindbergh Farias (PT-RJ) reagir ao estilo do cara-pintada que virou cara de pau. Levantou-se com o dedo em riste e gritou: “Canalha!”. E teve de ouvir de volta: “Abaixe esse dedo que você só tem coragem aqui, na frente das câmeras”. E desferiu aquela que é seu petardo predileto contra Farias: “Vai fazer seu antidoping”.

Caiado é médico.

Lewandowski teve de suspender a sessão por alguns minutos.





“VAI FAZER SEU ANTIDOPING”



+ LIDAS NOS ÚLTIMOS 30 DIAS

Arquivo do blog