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sexta-feira, março 06, 2015

Manifestante agredido por fascistas do PT diz: "2015 será o ano da direita nas ruas"




Por Luciano Ayan no Crítica Política


Conforme vemos em matéria da Folha de S. Paulo, o lançamento de milícias bolivarianas contra cidadãos que protestavam contra a corrupção pode ter sido um tiro no pé do governo. 

O fato é que a violência absurda dos trogloditas pró-PT aumentou o ânimo da direita em ir para as ruas se manifestar.

Luiz Eduardo Oliveira, de 46 anos, corretor de imóveis, disse: 
Em 2013 a esquerda foi para rua. Em 2014, houve um hiato pela morte do Santiago [Andrade, cinegrafista da TV Bandeirantes atingido por um rojão]. Este ano vai ser o das manifestações da direita, pedindo o impeachment da Dilma e o fim da corrupção.
Ele foi agredido por socos e pontapés de forma covarde por vários militantes petistas no centro do Rio. 

Leia mais direto da matéria:
Ele estava com um grupo de cerca de 20 pessoas na porta da ABI (Associação Brasileira de Imprensa) para se manifestar contra evento organizado em defesa da Petrobras com presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Ele diz ser uma das lideranças engajadas na manifestação pelo impeachment da presidente no próximo dia 15.
Oliveira conta que os manifestantes anti-PT permaneciam do outro lado da rua quando foram agredidos por homens vestidos com camisas do Partido dos Trabalhadores e da CUT (Central Única dos Trabalhadores).
A matéria da Veja também é desonesta ao dizer que "houve agressões de ambas as partes". É claro que em um determinado momento, Oliveira, que pratica artes marciais, conseguiu revidar as agressões heroicamente. 
Oliveira conta: 
Nós fomos fazer uma manifestação pacífica, mas os militantes pagos pela CUT iniciaram as agressões. A gente só se defendeu.
Ou os governistas mostram vídeos e fotos mostrando que foram os manifestantes anti-corrupção que partiram para cima deles ou então poderemos chamar todos que disserem ter "briga de ambos os lados" de mentirosos. 
Oliveira acredita que o país está a beira da guerra civil: 
O Lula disse que o Stédile [João Pedro Stédile, líder do MST] vai por o exército na rua. Eles são 230 mil, mas temos 5 milhões de militares na reserva aguardando o nosso chamado. Se tiver que pegar em armas, eu pego.
Não é preciso dizer que a convocação de guerra civil partiu do lado de sempre, como bem explicou Oliveira. 

Eu defendo que devamos focar em gravar todas as agressões das milícias bolivarianas e usá-las para expô-los ao público em toda sua monstruosidade. 


O DELÍRIO DE UMA PETRALHA: "Se o agronegócio tem na senadora Kátia Abreu sua referência, os agricultores familiares e camponeses têm em João Pedro Stedile a sua. Ele é um nome à altura dos desafios da reforma agrária e da segurança alimentar no Brasil."




Biografia da PeTista


IRINY LOPES - PT/ES
Iriny Nicolau Corres Lopes
Nascimento: 12/2/1956
Naturalidade: Lavras, MG
Filiação: Nicolas Georges Corres e Wanda Vitorino Corres
Gabinete: 469, Anexo 3, Telefone: 3215-5469, Fax: 3215-2469
Escolaridade: Ensino Médio
Mandatos (na Câmara dos Deputados):
Deputada Federal, 2003-2007, ES, PT. Dt. Posse: 05/02/2003; Deputada Federal, 2007-2011, ES, PT. Dt. Posse: 01/02/2007; Deputada Federal, 2011-2015, ES, PT. Dt. Posse: 01/02/2011.
Licenças:
Licenciou-se do mandato de Deputada Federal, na Legislatura 2007-2011, para assumir o cargo de Ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, a partir de 1º de janeiro de 2011; Licenciou-se do mandato de Deputada Federal, na Legislatura 2011-2015, para assumir o cargo de Ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, de 2 de fevereiro de 2011 a 24 de fevereiro de 2012.

O DELÍRIO DE UMA PETRALHA QUE OFENDE OS AGRICULTORES FAMILIARES E A AGROECOLOGIA





STEDILE NO MDA?



POR IRINY LOPES, 26 DE NOVEMBRO


Se o agronegócio tem na senadora Kátia Abreu sua referência, os agricultores familiares e camponeses têm em João Pedro Stedile a sua. Ele é um nome à altura dos desafios da reforma agrária e da segurança alimentar no Brasil

Já faz um tempo que não se fala em reforma agrária no conceito tradicional. Mais do que terras, a discussão foi ampliada. Como bem lembrou João Pedro Stedile, do MST, não se trata “apenas de distribuir terra, mas de integrar a produção agroecológica aos assentamentos e o combate aos agrotóxicos”. Stedile tem razão. Afinal, o Brasil, desde 2008, é o maior consumidor mundial de agrotóxicos, com mais de 400 tipos registrados, alguns deles banidos em várias regiões do mundo, mas que aqui ainda são largamente utilizados. Significa dizer que cada brasileiro consome em média 5,2 litros de pesticidas, fungicidas e herbicidas por ano, o suficiente para causar danos expressivos à saúde que vão da falha de memória ao câncer.

A preocupação do MST e de outras entidades do campo tem uma razão que escapa à lógica do capitalismo e do mercado. Está assentada no fato de que 70% do que está na mesa da população brasileira são frutas, legumes e folhas e uma parte expressiva carregadas de veneno. Portanto, mais do que terra e preciso debater a saúde da população e o uso indiscriminado de agrotóxicos. No documentário “O veneno está na mesa”, de Silvio Tendler, um pequeno agricultor do sul do país revela que para conseguir acesso ao Proagro (programa de financiamento na área do Ministério da Agricultura para pequenos agricultores), os bancos exigem que se tenha notas fiscais das sementes e dos agrotóxicos utilizados, ou seja, temos um programa governamental que incentiva o uso de transgênicos e, por conseguinte, de agrotóxicos, já que o pacote das multinacionais inclui sementes e venenos. Esse agricultor, na contramão das facilidades, resolveu plantar com sementes crioulas, originais, e ainda fazer sementes hibridas, usando várias espécies. Ele sobrevive sem financiamento. É uma resistência frente às “facilidades” para transformação de lavouras orgânicas à submissas da lógica do agronegócio, com sua indiferença com a saúde da população e ao meio ambiente.

É comum as pessoas confundirem a pessoa Dilma com o governo Dilma. Governo, qualquer que seja nesse atual sistema político, é uma composição. Nele estão incluídas forças de direita e esquerda. Se por um lado existe o Ministério da Agricultura, seu contraponto se dá a partir de 2003, quando o MDA inova ao propor o modelo de Desenvolvimento Territorial, conciliando o combate à pobreza, a proteção ambiental, geração de renda e a soberania alimentar e nutricional. A partir do território, da articulação e parceria com estados, municípios e sociedade civil é que são desenvolvidas as políticas para o setor. 

Em 11 anos de existência, se conseguiu através das políticas implantadas pelo MDA resultados expressivos: a renda dos trabalhadores rurais cresceu 52%, permitindo uma mobilidade social de mais de 3,7 milhões de pessoas, os programas de Aquisição de Alimentos (PAA) e Política Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) são parte desse esforço e ajudaram a retirar o Brasil do mapa mundial da fome, segundo a ONU em recente relatório. Milhares de pessoas do campo, sejam da agricultura familiar e camponesa, dos territórios indígenas e tradicionais tiveram acesso à documentação e crédito para safra, além de assessoria técnica e as mulheres também foram valorizadas com o Pronaf Mulher.

O último Censo Agropecuário do IBGE, realizado em 2006, revelou que os agricultores familiares respondem por 84,4% dos estabelecimentos do país e, mesmo ocupando uma pequena área cultivável (24,3%), empregam 74,4% da mão de obra do setor e são responsáveis por 38% do PIB do agronegócio brasileiro, o que não é pouca coisa.

E se é verdade que os resultados são extremamente positivos em diversas áreas do MDA, é igualmente verídico afirmar que no último governo pouco se avançou na reforma agrária. Em carta à presidenta Dilma após o segundo turno eleitoral, a Comissão Pastoral da Terra (CPT) lembra que em seu primeiro mandato “foi efetuado o menor número de desapropriações dos últimos 20 anos. Também não foi feita a retomada das áreas devolutas e da União que estão nas mãos de grileiros.”

O segundo turno eleitoral foi marcado por uma disputa que ultrapassou a lógica da política, em que o ódio, o preconceito e a mentira foram instrumentos usados pela direita para tentar chegar à presidência. 

Além dos beneficiados pelas políticas implantadas a partir de 2003, Dilma recebeu apoio de setores da esquerda que criticaram seu primeiro mandato, mas não se furtaram em ir para as ruas defender um projeto que impedisse o retrocesso dos governos neoliberais. 

Não foi o agronegócio de Kátia Abreu que levantou bandeiras e nem defendeu os avanços de Lula e Dilma, mas setores amplos da esquerda. Esses milhões de eleitores esperam de Dilma ousadia. Ainda que os ministérios expressem a composição partidária que saiu vitoriosa nesta eleição, ele também deve refletir a voz dos movimentos que enfrentaram a truculência da oposição e buscaram voto a voto o novo mandato presidencial e que, em última instância, impedirão nas ruas o golpe que se deseja dar na democracia.

Se o agronegócio tem na senadora Kátia Abreu sua referência, os agricultores familiares e camponeses tem em João Pedro Stedile a sua. Ele é um nome à altura dos desafios da reforma agrária e da segurança alimentar no Brasil. O debate está posto!


NOSSA MENSAGEM PARA ESSA PETRALHA

MINHA SENHORA, NOS POUPE DE TANTA ASNEIRA, A SENHORA NÃO SABE O QUE É AGRICULTURA FAMILIAR E NEM AGROECOLOGIA. NENHUM PRODUTOR RURAL APOIA ESSE BADERNEIRO TERRORISTA CHAMADO PEDRO STEDILE E O MOVIMENTO TERRORISTA MST.

RESPEITE OS PEQUENOS PRODUTORES RURAIS, QUE SÃO TRABALHADORES HONESTOS E NÃO APOIAM VAGABUNDOS ARRUACEIROS E BADERNEIROS!

OS AGRICULTORES FAMILIARES DEVIAM PROCESSAR ESSA SENHORA POR DANOS MORAIS!

Clube Militar enquadra Lula e diz: "No Brasil só tem um exército"




Por Luciano Ayan no Crítica Política



Conforme o Folha Política, o Clube Militar lançou uma mensagem colocando Lula em seu devido lugar. Veja abaixo em mais detalhes



O BRASIL SÓ TEM UM EXÉRCITO: O DE CAXIAS! 



Ontem, nas ruas centrais do Rio de Janeiro, pudemos assistir o despreparo dos petistas com as lides democráticas. Reagiram inconformados como se só a eles coubesse o “direito” da crítica aos atos de governo. Doeu aos militantes petistas, e os levou à reação física, ouvir os brados alheios de “Fora Dilma”. 

Entretanto, o pior estava por vir! Ao discursar para suas hostes o ex-presidente Lula, referindo-se a essas manifestações, bradou irresponsáveis ameaças: “ ..também sabemos brigar. Sobretudo quando o Stédile colocar o exército dele nas ruas”. 

Esta postura incitadora de discórdia não pode ser de quem se considera estadista, mas sim de um agitador de rua qualquer. É inadmissível um ex-presidente da República pregar, abertamente, a cizânia na Nação. Não cabem arrebatamentos típicos de líder sindical que ataca patrões na busca de objetivos classistas. 

O que há mais por trás disso? 

Atitude prévia e defensiva de quem teme as investigações sobre corrupção em curso? 

Algum recado? 

O Clube Militar repudia, veementemente, a infeliz colocação desse senhor, pois neste País sempre houve e sempre haverá somente um exército, o Exército Brasileiro, o Exército de Caxias, que sempre nos defendeu em todas as situações de perigo, externas ou internas. 




Todos os leitores sabem que uma das coisas que mais repudio é o discurso pedindo intervenção militar. Para mim, isso é propaganda gratuita para o PT. Porém, diante da incitação à guerra civil praticada por Lula esta semana, é essencial que o Clube Militar se posicione. 


É preciso também que os deputados levem as declarações de Lula ao plenário. Lembrem-se que um dos meios pelos quais Hugo Chávez conseguiu implantar o totalitarismo na Venezuela foi pela ação de suas milícias armadas, convocadas para guerra civil. 


Não podemos deixar que Lula consiga fazer o mesmo, já que o truque é conhecido de antemão.

quinta-feira, março 05, 2015

O ANTAGONISTA: Só a queda de Dilma pode nos salvar



Direto de "O Antagonista"

Brasil 23.02.2015


A revista Time diz que o Brasil "está à beira do precipício". E dá cinco motivos para isso. O Antagonista concorda com quatro deles e discorda veementemente de um.

Os quatro primeiros são:

1 - O PIB caiu e vai continuar caindo.

2 - Falta de água e, sobretudo, de energia elétrica.

3 - Aumento dos preços nos serviços públicos.

4 - Corrupção endêmica.

O último ponto da revista é:

5 - Queda brutal na popularidade de Dilma.

Na verdade, a queda brutal na popularidade de Dilma é único fator positivo do Brasil, porque abre a perspectiva de tirá-la do poder e reverter os quatro fatores precedentes. Do ponto de vista econômico, o impeachment salvaria o Brasil do precipício recessivo. E do ponto de vista político, o impeachment salvaria o país do precipício institucional.

Só a queda de Dilma pode impedir a nossa queda.


Fotografia publicada no artigo da Time

Lula ameça o Brasil com guerra civil: "Quero paz e democracia, mas também sabemos brigar. Sobretudo quando o Stedile colocar o exército dele nas ruas."

Em recente manifestação da CUT e da FPU, na ABI do Rio de Janeiro, o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, utilizou-se dos termos do video para dizer que utilizaria o exército de MST para uma "Luta" no Brasil.










Lula, diante de “intelectuais”, usa Stédile para fazer ameaças. Fonte: GLOBO


O ex-presidente Lula, que andava um tanto sumido, resolveu fazer ameaças “veladas” e incitar até mesmo o que poderia ser uma guerra civil no país. Em ato supostamente a favor da Petrobras, e na prática a favor da quadrilha instalada na estatal, Lula atacou a imprensa, repetiu que estão tentando “criminalizar” o PT, voltou a mencionar que a elite não suportaria a ascensão social dos mais pobres, e ainda citou o MST como braço armado pronto para enfrentar esses “inimigos”:

Nossa querida Dilma tem que levantar a cabeça e dizer: eu ganhei as eleições. E governar o país. Não pode ficar dando trela senão ficamos paralisados – disse Lula, queixando-se principalmente do que ele chamou de condenação antecipada da imprensa e da oposição. – Nós ganhamos a eleição e parecemos envergonhados. Eles perderam e andam por aí, pomposos.

Minutos depois de ouvir um apelo do líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), João Pedro Stédile, para que Lula volte às ruas para liderar manifestações em defesa da Petrobras, o ex-presidente cobrou dos militantes do PT e dos sindicatos uma reação.

– Em vez de ficarmos chorando, vamos defender o que é nosso. Defender a Petrobras é defender a democracia e defender a democracia é defender a continuidade do desenvolvimento social nesse país – afirmou, aplaudido. – Quero paz e democracia, mas também sabemos brigar. Sobretudo quando o Stedile colocar o exército dele nas ruas.

Que exército é esse de Stédile? A que ponto chegamos? Um ex-presidente da República chama de exército um grupo de invasores criminosos liderados por um sujeito que, em qualquer país sério do mundo, estaria cumprindo pena atrás das grades por todos os seus crimes. O escárnio com as leis do país, vindo de um ex-presidente, é uma afronta ao estado de direito. Então quer dizer que Lula assume o que todos já sabiam, que o MST é uma espécie de exército paralelo? E fica por isso mesmo? 

Há anos que os críticos do MST apontam a localização estratégica dos “assentamentos” e a convocação de um “exército” de bandidos prontos a atuar em prol da “revolução marxista” dos piratas disfarçados de “movimento social”. Agora, aquilo que era sabido, mas falado por poucos, vem à tona dito de forma direta e escancarada pelo próprio líder do motim. Lula enxerga no MST um exército pronto para lutar por seus interesses, ou seja, pela perpetuação no poder ainda que de forma ilegítima e ilegal.

É o discurso de um trombadinha, de um delinquente, de um marginal. Mas de alguém bastante desesperado também. E essa tem sido a marca dos petistas. Estão com medo, com muito medo de perderem suas tetas estatais e de pararem na cadeia. Os “soldados” da CUT, outro exército informal do PT, também parecem prontos para lutar, não em defesa da Petrobras, pois isso exigiria cobrar mais investigações e tirar os bandidos da estatal, tudo o que querem evitar, mas sim pela manutenção da camarilha no poder.

Os “militantes” se transformam cada vez mais em milicianos, como na admirada Venezuela, que agora mata até adolescentes nos protestos contra o governo. Os encrenqueiros do PT e da CUT resolveram partir para a grosseria e a violência contra aqueles que gritavam “Fora Dilma” e pediam o impeachment da presidente. É a linguagem do PT, não de hoje, mas de sempre. O uso ou a ameaça do uso de violência para substituir a falta de argumentos.



“Militantes” do PT partem para a agressão física. Fonte: GLOBO

“A tentativa de intimidação é uma confissão de impotência intelectual”, disse Ayn Rand. O PT é impotente do ponto de vista intelectual. Restava-lhe o populismo e a demagogia, e agora que o custo de tanta incompetência, trapalhada e roubalheira está aparecendo, a reação do partido é o pânico que leva a tais ameaças.

Enquanto os petistas e os sindicalistas violentos faziam ato “em defesa da Petrobras”, a estatal sofria o rebaixamento da nota de investimento pela agência de risco Moody’s. Que irônico! A presidente Dilma, sem ter o que dizer, preferiu culpar o mensageiro e alegar que há desconhecimento por parte da agência. Sem dúvida. Se houvesse mais conhecimento, a empresa já teria sido rebaixada faz tempo! A Operação Lava-Jato tem trazido parte da sujeira à luz, mas ainda é pouco perto do que os petistas fizeram com a estatal, e ainda existem várias outras estatais por aí…

Os governistas estão perdendo as estribeiras. Estão acuados, e ratos acuados se tornam perigosos, violentos. Temem o império das leis, as investigações dos órgãos estatais, a insatisfação crescente da população, cansada do pior índice de inflação dos últimos 12 anos, da recessão, da bagunça nas contas públicas, do caos no transporte, na saúde, na educação. Os caminhoneiros resolveram parar várias cidades, reclamando do aumento do combustível e da queda no frete. O clima é de desencanto, que pode rapidamente levar ao desespero.

Cientes disso, os petistas sabem que não será possível contar com os truques do marqueteiro João Santana para sempre. O estelionato eleitoral está claro para todos. O discurso da presidente Dilma, de tentar culpar FHC pelo que se passa na Petrobras, pegou muito mal, e nem os “intelectuais” endossaram tamanha baboseira. O PT já ensaia até uma nova tentativa de reaproximação do PMDB, como medida preventiva.

Por qualquer ângulo que observamos, o que podemos notar é o desespero dos petistas. E não é para menos! Eles destruíram o Brasil nos últimos anos, e a conta apenas começou a chegar. A fala de Lula sobre o “exército de Stédile” talvez seja o mais claro sintoma desse medo. É um apelo baixo, uma jogada de quem se vê cada vez mais contra a parede. Mas o Brasil não vai temer esse “exército” de criminosos. O Brasil não é a Venezuela de Maduro, e isso aqui não é a casa da mãe Joana. Se o MST tomar as ruas, o legítimo Exército Nacional estará lá para impor a ordem e a lei. Disso não tenho dúvidas…



"Lula estimula o conflito social", editorial do Estadão





No desespero para salvar o PT de um desastre que a incompetência do governo de Dilma Rousseff torna a cada dia mais grave, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ameaça incendiar as ruas com "o exército do Stédile", a massa de manobra do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST). Lula acenou com essa ameaça em evento "em defesa da Petrobrás" promovido na sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no Rio de Janeiro, pelo braço sindical do PT, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a Federação Única dos Petroleiros (FUP).


Basta abrir as páginas dos jornais ou assistir ao noticiário da televisão para perceber que a radicalização política começa a levar a violência às ruas das principais cidades do País. De um lado, militantes de organizações sindicais e movimentos sociais, quase sempre manipulados pelo PT, aliados a radicais de esquerda; do outro lado, sectários antigovernistas engajados na inoportuna campanha de impeachment da presidente da República. Esses grupos antagônicos se agrediram mutuamente diante da ABI, pouco antes do evento protagonizado por Lula.

Diante do sintoma claro de que o agravamento da crise política em que o País está mergulhado pode acender o rastilho da instabilidade social, o que se espera das lideranças políticas é que ajam com responsabilidade para evitar o pior. Mas Lula, assustado com a possibilidade crescente do naufrágio de seu projeto de poder, parece disposto, em último recurso, a correr o risco de virar a mesa. Não há outra interpretação para sua atitude no evento.

Em seu discurso, o coordenador do MST, João Pedro Stédile, como de hábito botou lenha na fogueira: "Ganhamos as eleições nas urnas, mas nos derrotaram no Congresso e na mídia. Só temos uma forma de derrotá-los agora: é nas ruas". É o caso de perguntar o que Stédile quer dizer com "derrotá-los nas ruas". Mas Lula parece saber a resposta. E aproveitou a deixa, ao falar no encerramento do ato: "Quero paz e democracia. Mas eles não querem. E nós sabemos brigar também, sobretudo quando o Stédile colocar o exército dele na rua". Uma declaração de guerra?

A atitude irresponsavelmente incendiária do ex-presidente é coerente com a estratégia por ele traçada e transmitida à militância petista com o objetivo de reverter a repercussão extremamente negativa para a imagem do PT provocada pelo desgoverno Dilma e, em particular, pelo escândalo da Petrobrás. A ideia é, como sempre, transformar o PT em vítima da "elite", os temíveis "eles" que só querem fazer mal ao povo brasileiro.

Do mesmo modo que para Lula o escândalo do mensalão foi uma "farsa" que resultou na condenação injusta dos "guerreiros do povo brasileiro", o petrolão é coisa de "meia dúzia de pessoas" para a qual Dilma Rousseff "não pode ficar dando trela": "O que estamos vendo é a criminalização da ascensão de uma classe social neste país. As pessoas subiram um degrau e isso incomoda a elite", disse Lula.

Ou seja, o que abala o Brasil não é a ação da quadrilha que, há 12 anos, pilha a Petrobrás e ocupa, para proveito próprio ou do PT, cada escaninho possível da administração pública. Muito menos é a incompetência administrativa demonstrada pelos petralhas que sugam o Tesouro. É - no entender de Lula e companhia bela - a reação dos brasileiros honestos e indignados com a roubalheira e a desfaçatez.

Esse discurso populista pode fazer vibrar a militância partidária manipulada e paga pela nomenklatura petista, mas é inútil para garantir ao PT e ao governo o apoio de que necessitam para tirar o País do buraco em que Dilma Rousseff o meteu ao longo de quatro anos de persistentes equívocos.

O principal aliado do PT, o PMDB do vice-presidente Michel Temer, agora decidiu exigir o papel que lhe cabe como corresponsável pela condução dos destinos do País. Não aceita mais, por exemplo, que o núcleo duro do poder de decisão no Planalto seja integrado exclusivamente por petistas. O PMDB tampouco aceita que os petistas continuem se fazendo passar por bonzinhos na votação das medidas de ajuste fiscal, posicionando-se na defesa dos "interesses dos trabalhadores" e deixando o ônus da aprovação do pacote para os aliados.

Os arreganhos de Lula e do agitador Stédile mostram que a tigrada está cada vez mais isolada - e feroz - na aventura em que se meteu de arruinar o Brasil.

Claudio Tognolli: Recado cifrado de Lula - Maduro vai nos defender no dia 15 de março






O ex-presidente Lula (que tenta salvar Dilma com passes de mágica, posando de gênio da garrafa) disse na outra semana que o “exército do Stedile do MST” iria para as ruas, defender o PT. Lula referiu que os petistas também sabem brigar, “sobretudo quando o Stédile (João Pedro Stédile, um dos líderes do MST) quer colocar o exército dele nas ruas”.

O blog vai provar para vocês, com um diapasão tocado desde outubro passado, que esse exército do MST é na verdade o exército de Maduro – pronto para colaborar com a baderna, caso o dia 15 de março calcine o PT.

Arapongas já infiltram Black Blocs para atazanar dia 15 e quebrar tudo. O MST já vem sendo treinado pelos venezuelanos. 

Os milicos entenderam o recado do Lula. E o Clube Militar foi pra cima e metralhou o discurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em durante o ato em defesa da Petrobras, na última terça-feira (24), no Rio de Janeiro.

O Clube Militar chamou Lula de “agitador”, referindo ser ”inadmissível um ex-presidente da República pregar, abertamente, a cizânia na Nação”.

A nota do Clube Militar estabeleceu, como vocês já leram: “Neste País sempre houve e sempre haverá somente um exército, o Exército Brasileiro, o Exército de Caxias, que sempre nos defendeu em todas as situações de perigo, externas ou internas”, diz a nota. O texto também faz referências a Operação Lava Jato da Polícia Federal que investiga denúncias de desvios e corrupção na Petrobras. “O que há mais por trás disso? Atitude prévia e defensiva de quem teme as investigações sobre corrupção em curso?”, questiona a publicação.

Confira aqui a íntegra do texto do publicado pelo Clube Militar.

Por que Lula deu o recado conectando suas forças armadas pessoais, em defesa do PT, às forças do MST?

Porque, para o bom entendedor, meia palavra basta.

O recado de Lula foi: se a Lava Jato me fulminar, as forças de Maduro me ajudam…

Loucura? Não! Stédile fala diariamente com o pessoal de Maduro. E não é de hoje…

Em 29 de outubro do ano passado este blog noticiou com exclusividade que o ministro das comunas da Venezuela, Elias Jaua, havia vindo ao Brasil treinar nosso MST. Tudo estava claro no site do Ministério do Poder Popular Para as Comunas e Movimentos Sociais.


Trouxemos também a carta que ele foi obrigado a escrever, pedindo desculpas por ter plantado seu revólver em sua babá, para poder invadir o Brasil armado, e assim, quem sabe, dar aulas de tiro ao alvo para o MST.

A PF abriu inquérito para investigar o caso, citando como inicial nosso post.

Quer ver a inicial da PF repercutindo na Venezuela, com menções ao post desse blog na Íntegra? Clique aqui e veja!

O general reformado venezuelano Antonio Rivero denuncia que há na Venezuela 20 mil cubanos treinados para entrar em guerra, contra a própria população venezuelana, se necessário, para apoiar Nicolas Maduro e manter o chavismo vivo.

Segundo ele, dos 100 mil cubanos que vivem na Venezuela, 20 mil foram devidamente “treinados para guerra”.

Sabem quem comanda esse exército cubano, segundo o general?

Ninguém menos que Elias Jaua, o cidadão que veio armado ao Brasil treinar nosso MST.

Ou seja: vir armado ao Brasil, e encontrar-se com o MST, era um passo apenas de Elias Jaua, para montar uma milícia bolivarista, junto com Cuba, conforme Rivero diz nesta matéria.

Também já relatei a vocês que um tradutor, que trabalhou na Copa, entrou em contato com este blog. Ele acompanhava Elias Jaua e uma comitiva de 50 venezuelanos: com todas as despesas e estadias, refere o tradutor, pagas por duas empreiteiras ora investigadas pela PF na Operação Lava Jato. Seria uma parte do pagamento por Elias Jaua ter arrumado obras na Venezuela, para tais empreiteiras brazucas, obviamente sem licitação.

Pegaram as conexões? Lula mandou um recado cifrado, do tipo “decifra-me ou te devoro…”

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