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quinta-feira, maio 15, 2008

Comissão de Agricultura aprova revisão de índices de produtividade

Os parlamentares da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovaram, na quarta-feira (14/maio), o Projeto de Lei 78/07 do deputado Leonardo Vilela (PSDB-GO) que altera a Lei 8629/93. O relator do projeto, deputado Duarte Nogueira (PSDB-SP), apresentou parecer favorável, com substitutivo. O PL estabelece alternativas à proposta do Governo Federal que pretende reajustar os índices de produtividade mínima das propriedades rurais.

No projeto são definidos novos parâmetros de produtividade do imóvel rural para fins de reforma agrária. Entre os parâmetros há um sistema que tem por base um laudo de avaliação técnico-agronômico, elaborado por profissional habilitado em ciências agrárias. O laudo deve considerar os níveis de produtividade, mas não de forma exclusiva nem estática.

Para Vilela a proposta de reajuste do governo é inaceitável. "Precisamos encontrar soluções compatíveis para o setor. Por isso trabalhamos exaustivamente", ressalta o deputado. Ele lembra que a proposta de reajuste da tabela dos índices de produtividade mínima, apresentada em audiência pública no Senado Federal, em maio de 2006, sofreu resistência de todo o setor ruralista. "Se a revisão dos índices for aprovada como quer o governo, boa parte das propriedades brasileiras poderão estar na mira do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)", destaca. Já o deputado Duarte Nogueira ressaltou que as medidas de produtividade para efeito de reforma agrária precisam considerar a racionalidade econômica em conjunção com a sustentabilidade. A matéria segue para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC).



Audiência pública discutirá insumos agropecuários

Na mesma reunião, os parlamentares aprovaram requerimento de autoria de Vilela que solicita a realização de audiência pública para discutir as ações governamentais frente ao alto custo dos insumos agropecuários. De acordo com o deputado, o Governo Federal não tem adotado nenhuma ação no sentido de solucionar ou adotar estratégias que possibilitem o aumento da produção dos insumos e fertilizantes e a conseqüente redução de custo para o produtor e, em última análise, para o consumidor da cadeia produtiva. A reunião ainda não tem data prevista.



Samara Carvalho
Assessoria de Comunicação deputado federal Leonardo Vilela (PSDB-GO)
( (61) 3215-5934/ (61) 8178-9056

segunda-feira, maio 12, 2008

Soluções da Bayer CropScience contribuem para a melhoria da fibra de algodão

O valor comercial do algodão está diretamente relacionado à qualidade de sua fibra, que é avaliada de acordo com a uniformidade, comprimento, resistência, finura e pureza (limpeza). Para os cotonicultores é imprescindível utilizar recursos que propiciem estas características num curto espaço de tempo. Dentro deste cenário, a Bayer CropScience oferece duas soluções para atender às necessidades específicas dos produtores de algodão. Trata-se de Finish e Dropp Ultra SC, produtos que atuam no metabolismo hormonal da planta do algodão, alterando os processos de maturação dos frutos e da queda das folhas.
Existem inúmeras vantagens em promover uma maturação mais rápida no algodoeiro. Além de antecipar e uniformizar o amadurecimento e a abertura das maçãs, o capulho fica menos exposto a fatores ambientais como chuva, poeiras e outras sujeiras. Ao final, o cotonicultor obterá um capulho mais resistente. A experiência de Elias Hill, gerente da fazenda Cachoeirinha em Caiapônia/GO, especialmente com a aplicação do Finish, atesta os bons resultados. “A principal vantagem para o produtor é obter uma boa qualidade de fibra, que é bem valorizada pelo mercado. A aceleração do amadurecimento do capulho possibilita a uniformização do plantio de algodão e conseqüentemente uma colheita única, o que representa benefícios econômicos em produtividade”.
Outro recurso usado na cultura do algodão é acelerar a desfolha para garantir que a planta desvie seus recursos para a parte reprodutiva (formação da fibra) e favorecer o rendimento no processo de colheita mecânica. Quanto mais folhas, mais difícil a colheita do algodão, o que pode prejudicar a qualidade da fibra. Os desfolhantes devem ser utilizados porque o algodoeiro – mesmo depois de produzir – continua emitindo folhas e estruturas frutíferas, o que pode prejudicar o potencial produtivo da lavoura.
Os produtos da Bayer CropScience agem exatamente nestes dois sentidos. O Finish, além de promover o amadurecimento mais rápido do algodão, propicia um pequeno efeito de desfolha. Já o Dropp Ultra SC promove a ruptura no pecíolo (haste que une a folha ao caule) e a folha cai ainda verde, sem atingir a pluma ou sujá-la. A folha seca se despedaça e pára sobre a pluma, acarretando o problema conhecido como pimentinha, o que reduz o valor da fibra.
Segundo o engenheiro agrônomo da Guerra Consultoria, Jonas Guerra, a aplicação do Finish e do Dropp Ultra SC em geral deve ser realizada a partir do momento em que 75 a 80% das maçãs estiverem abertas. “Como o algodão fica por menos tempo exposto às intempéries e pragas, ele pode ser classificado numa tipagem superior, com um valor de comercialização maior. Outro fator é que, ao programar melhor as épocas de colheita, o agricultor otimiza o uso do maquinário e, por conseqüência, obtém uma fibra muito melhor”.
Os benefícios podem ser comprovados por meio de ensaios de qualidade realizados na safra 2006/2007, principalmente nos Estados da Bahia e Mato Grosso do Sul. “Os experimentos apontaram ganhos de até U$85/ha nos tratamentos com os produtos da Bayer CropScience em relação aos da concorrência”, finaliza o consultor.

Algodão com mais vigor
O Finish e Dropp Ultra SC integram o Linha Forte Fibra Forte, programa desenvolvido exclusivamente para atender às necessidades da cultura do algodoeiro. Por meio do programa diferenciado desenvolvido pela Bayer CropScience, os cotonicultores contam com o portfólio de soluções de alta performance que proporcionam maior vigor às plantas de algodão, contribuindo para a produção de uma fibra de melhor qualidade, o que trará mais rentabilidade no final da safra.
O Linha Forte Fibra Forte é estruturado de acordo com as necessidades de cada produtor e conta com uma das linhas mais completas para o manejo da cultura, desde sementes com alta tecnologia até maturadores e desfolhantes. O produtor que adota o programa da Bayer CropScience consegue otimizar a performance das soluções no controle de pragas e doenças, podendo obter lavouras com mais vigor e alto potencial produtivo.
Outro diferencial do Linha Forte Fibra Forte é a assistência técnica especializada, oferecido pela equipe de campo da Bayer CropScience, profissionais altamente preparados para auxiliar o produtor durante toda a safra. A equipe técnica da Bayer CropScience pode fornecer informações diferenciadas para o manejo mais adequado das lavouras.

Sobre a Bayer CropScience
O Grupo Bayer é uma empresa global baseada em pesquisa e voltada ao crescimento. Suas principais competências concentram-se nos campos de cuidados de saúde, nutrição e materiais de alta tecnologia. A Bayer CropScience AG, subsidiária da Bayer AG, com faturamento anual de cerca de EUR 5,8 bilhões (2007), é líder mundial entre as empresas inovadoras no setor de ciências agrícolas nas áreas de proteção de cultivos, controle de pragas não-agrícolas, sementes e biotecnologia das plantas. A empresa oferece uma excelente gama de produtos e extensivos serviços de apoio, tanto para o desenvolvimento de uma agricultura moderna e sustentável quanto para aplicações não-agrícolas. A Bayer CropScience conta com uma força global de trabalho de cerca de 17.800 colaboradores e tem representação em mais de 120 países. No Brasil, conta com mais de 900 colaboradores, uma instalação industrial em Belford Roxo (RJ) e uma Estação Experimental no Estado de São Paulo.
Visite o site da empresa: www.bayercropscience.com.br

Bayer CropScience – Comunicação Corporativa
Fabiana Pinho - tel: (11) 2165-7782 / 8644-8507
Claudia David - tel: (11) 2165-7798

LVBA Comunicação
Daniela Ono - tel: (11) 3039-0668
Mayra Martins - tel: (11) 3039-0664

segunda-feira, abril 07, 2008

Fazenda Paredão inova ao realizar 1º Workshop Pecuária Brasil com foco nas fraquezas e desafios da pecuária nacional

As perspectivas, fraquezas e desafios da pecuária no Brasil foram os temas escolhidos por Nelson e Claudia Pineda, da Fazenda Paredão (Oriente-SP) para compor o Workshop Pecuária Brasil que será realizado em 26 de abril, às 08:00hs, abrindo a programação de eventos da Fazenda, que reunirá ainda, leilões de matrizes e reprodutores Nelore e novilhas Girolando.
O workshop, que ocupará o espaço do tradicional dia de campo da Fazenda Paredão, é resultado da pesquisa de campo realizada em 2007, que mostrou o interesse dos pecuaristas em conhecer os rumos da pecuária nacional, diante de um cenário positivo envolto pelo mercado aquecido, bons preços da arroba, oportunidades e novos mercados, mas também por aspectos negativos como os embates com a União Européia, problemas ambientais, sociais e fundiários que acabam por gerar instabilidade no setor e inibição de novos investimentos.
A discussão no Workshop contará com a presença dos especialistas Marcos Fava Neves (Pensa/USP), coordenador do debate; Ian Hill, diretor da Agropecuária Jacarezinho, que fará uma análise sobre a produção agropecuária; Fernando Nunes Carvalho do Grupo Matsuda, que abordará questões relacionadas aos insumos; Eduardo Pedroso, gerente do Grupo Independência, que apresentará o posicionamento da indústria; e Antonio Balbino, da Agropecuária Antonio Balbino, que contribuirá com a mesa-redonda expondo sua visão sobre as novas fronteiras da pecuária. Cada integrante terá aproximadamente trinta minutos para suas considerações - transmitidas ao vivo pelo Canal do Boi, e mais quinze minutos de perguntas. Ao final, Marcos Fava Neves fará o resumo e apresentação de propostas.
"O Workshop será uma oportunidade para discutirmos juntos os rumos da pecuária mundial e encontrar soluções para minimizar fatores que limitam a expansão do mercado de carne brasileira e a conquista de novos clientes, como a flutuação cambial que influencia as exportações do país, a falta de infra-estrutura e a ausência de zoneamento agro-ambiental", explica Pineda.
O equilíbrio entre oferta e demanda, o crescimento asiático e a possibilidade de estabelecer o comércio de carne bovina com a China, além de outras perspectivas de mercado, também farão parte do debate. "O setor agropecuário está apostando na redução de práticas protecionistas e no aumento de competitividade. Além disso, a diminuição das fraquezas da pecuária proporcionará maior crescimento produtivo, estabilidade e rentabilidade à atividade", completa Nelson Pineda.

Mais de 80 anos de história
A Fazenda Paredão foi fundada em 1926 pelo imigrante suíço Max Wirth. A propriedade caracterizou-se durante três gerações pelo uso e a implementação de novas tecnologias, além do incentivo à pesquisa agropecuária. O banco de dados da Paredão tem servido de base para várias defesas de teses no Brasil e no exterior. A seleção de gado Nelore da fazenda iniciou-se em 1947 com a aquisição de novilhas dos criatórios de Rocha Miranda e Gerson Prata. Os primeiros reprodutores foram adquiridos da Fazenda Indiana, de Durval Garcia de Menezes. Posteriormente, utilizaram-se maciçamente reprodutores filhos de Golias, comprados de Torres Homen Rodrigues da Cunha. As primeiras provas de ganho de peso da Paredão datam dos anos 60 e as primeiras transferências de embriões, de 1989.

Evento: Workshop Pecuária Brasil – Vantagens, Desafios e Fraquezas
Local: Fazenda Paredão, Oriente (SP)
Data: Dia 26, às 08 horas
Transmissão: Canal do Boi
Informações: Fazenda Paredão (tel. 14 3456-1214)


Texto Assessoria de Comunicações (tel. 11 2198 1888)
Jornalista Responsável: Altair Albuquerque (MTb 17.291)

Samba do Cartão Corporativo

BRASIL um PAÍS de todos, onde os CARTÕES CORPORATIVOS são para poucos ...


segunda-feira, março 10, 2008

Mulheres produtoras rurais protestam contra barbárie da Via Campesina

O Dia Internacional da Mulher foi marcado por uma manifestação que dignificou todas elas e mostrou que o campo e o agronegócio estão muito acima das badernas registradas esta semana. Mulheres produtoras rurais de 12 cidades do RS realizaram um protesto pacífico, inteligente e charmoso contra a barbárie promovida pelos bandoleiros da Via Campesina.
As mulheres, vestidas de branco, deram um abraço simbólico na Fazenda Tarumã, de propriedade da empresa Stora Enso, e que foi brutalmente invadida na última terça (04.03) em Rosário do Sul. Estiveram presentes autoridades do poder público e lideranças políticas. O manifesto foi organizado pela Comissão de Produtoras Rurais da Farsul (Federação da Agricultura do RS).
"É uma situação de muita tristeza e indignação. Percebe-se que as pessoas que fizeram isso não têm um mínimo de sensibilidade, não têm amor à vida", disse Janeri Nunes Moreira, uma das organizadoras do evento. "Esse ato das produtoras é visto com bons olhos, pois mostra que as pessoas de bem não concordam com esse vandalismo. Os gaúchos não toleram mais essa truculência", completou o sub-comandante geral da Brigada Militar, Paulo Roberto Mendes, que participou da operação de retirada da Via Campesina do local.

www.diegocasagrande.com.br

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