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quinta-feira, outubro 06, 2005

Parlamentares aprovam a fiscalização e controle das secretarias que tratam da produção nacional de alho

Preocupados com a democratização dos assuntos que tratam da produção do alho, parlamentares aprovaram por unanimidade a proposta de fiscalização e controle de algumas secretarias ligadas ao Ministério da Agricultura, no que se refere ao cumprimento das normas da produção nacional de alho.
O deputado Odacir Zonta (PP/SC), autor da proposta nº37 de 2004, propôs que a Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados fiscalize a atuação da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura; da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; da Secretaria da Receita Federal e da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional do Minstério da Fazenda e o Deparatemento de Polícia Federal do Ministério da Justiça. Isso, para que os assuntos que tratam da cultura do alho (criação de normas, portarias etc), tramitem também pela Comissão. O intuito da proposta é que os assuntos pertinentes a produção nacional saiam das barreiras do Executivo e passem a ser também de conhecimento do Legislativo e da população.

quarta-feira, outubro 05, 2005

Caiado faz palestra na Fenacoop

O presidente da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, Ronaldo Caiado, estará na Fenacoop, quando proferirá palestra sobre a necessidade da criação de uma agência reguladora do Agronegócio. O evento será no dia 6 de outubro, às 14h30min no Auditório da Fenacoop, em São Paulo.
O deputado federal Ronaldo Caiado (PFL/GO), atual presidente da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, tem sido o principal articulador político que está consolidando a ponte entre as necessidades do setor com os interesses do Governo.
A articulação de Caiado está viabilizando ações positivas para o setor de grãos, que enfrenta grave crise financeira neste ano safra. Apesar da demora no atendimento de algumas das reivindicações, a articulação do Presidente da Comissão de Agricultura da Câmara tem sido de tal forma importante que vem mobilizando todos os partidos políticos, inclusive o partido de sustentação do Governo, o PT, como foi na negociação da LDO, por exemplo.
Apesar de ser da oposição, o principal porta-voz dos agricultores na Câmara dos Deputados não descartou das negociações, ações positivas no sentido de fazer valer a recuperação do setor de grãos.
Algumas demandas do Tratoraço só estão sendo atendidas graças às negociações políticas feitas por Ronaldo Caiado junto ao governo. O parlamentar manteve reuniões com o Presidente Lula, no auge da crise agrícola, durante o Tratoraço. Reuniu-se, também, com o Ministro Roberto Rodrigues (Agricultura) e Antonio Palocci (Fazenda), para negociar pontualmente a prorrogação das dívidas do custeio 2004/2005, medida que foram parcialmente atendidas.
Em nova oportunidade, Caiado e parlamentares da Comissão reuniram-se com a Ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, da qual conseguiu apoio para estudar novas condições para o registro simplificado para importação de defensivos agrícolas e com o Ministro da Coordenação Política, Jacques Vagner, negociou o fim do embargo à votação da LDO, Lei de Diretrizes do Orçamento, 2006, que deveria ser votada até junho.
Nos bastidores, Caiado conseguiu unir os parlamentares-membros da Comissão de Agricultura no mesmo empenho de defender os interesses dos produtores rurais. A luta por melhores condições de plantio e comercialização é uníssona entre os integrantes da Comissão. Por outro lado, tomou a iniciativa de elaborar um Projeto de lei que sustentasse condições de renegociação das dívidas antigas (PESA/Securitização) dos produtores de grãos castigados pela seca do sul e pelo câmbio desfavorável.
Desde que assumiu a presidência da Comissão, Ronaldo Caiado tem promovido encontros com a finalidade de debater os problemas que o setor agropecuário enfrenta neste ano. Só no primeiro semestre, foram mais de dez encontros, entre audiências públicas, seminários e palestras, além do Tratoraço, movimento que reuniu, em junho, mais de 10 mil produtores rurais em Brasília.
Agora, o Parlamentar está empenhado na construção de um organismo independente capaz de ser uma balança entre as diversas forças do agronegócio nacional: a Agência Reguladora do Agronegócio.

sexta-feira, setembro 30, 2005

Belgo Bekaert Arames é premiada pela revista Mercado Comum

A Belgo Bekaert Arames foi uma das empresas homenageadas na categoria “Empresas Excelência de Minas” do VII Prêmio Minas – Desempenho Empresarial – Mercado Comum – 2004/2005. Foram analisadas mais de 600 empresas mineiras e distribuídos 85 troféus em sete categorias diferentes.
Criada em março de 1997, como resultado da associação entre a Companhia Siderúrgica Belgo Mineira (55% de participação) – hoje integrante do grupo Arcelor, um dos maiores produtores de aço do mundo – e a N.V. Bekaert (45%), da Bélgica, a Belgo Bekaert possui um dos mais modernos parques industriais do país.
Líder nacional no mercado de arames, a empresa tem atualmente capacidade de produção da ordem de 700 mil toneladas de trefilados por ano, atuando nos seguintes setores: Indústria de transformação, Indústria automotiva, Arames para solda, Energia e telecomunicação, Agropecuária, Construção civil e Sistemas de cercamentos. Suas unidades industriais estão nos estados de Minas Gerais (Contagem e Sabará), São Paulo (Hortolândia e Osasco) e Bahia (Feira de Santana).
Além dos significativos resultados obtidos pela empresa, baseados em alta tecnologia, modernização do parque industrial, lançamento de novos produtos, logística e vendas, a Belgo Bekaert tem investido em ações de preservação ambiental e na melhoria da qualidade de vida dos seus funcionários.


Informações à imprensa: Regina Perillo Comunicação - (31) 3481-4888
9128-5616 (Regina) e 9196-1964 (Luciana Marcatti) – 30/set/2005

quinta-feira, setembro 29, 2005

ABCCA fecha convênio com a Universidade do Cavalo

A diretoria da Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Árabe (ABCCA), com intuito de ampliar o conhecimento dos criadores e interessados na raça árabe, considerada a mais nobre do mundo, firmou uma parceria com a Universidade do Cavalo (UC), localizada em Sorocaba, interior de São Paulo.
Os criadores associados à ABCCA terão descontos nos cursos oferecidos pela UC. O projeto da parceria contempla, ainda, a formatação de cursos especificamente ligados à ABCCA. Uma das idéias é a criação de um curso direcionado às mulheres, para que elas entendam cada vez mais os detalhes da raça, para que possam interagir cada vez mais nas exposições.
As crianças, filhos e netos de criadores, poderão participar de clínicas especiais, tendo um contato ainda maior com a raça desde pequenos. Também estão no projeto os cursos de formação e reciclagem de juízes, que contribuirão para manter a qualidade e lisura nos julgamentos, marca registrada das exposições da raça.
"É uma vantagem que a associação pode oferecer aos seus sócios. A Universidade do Cavalo possui uma excelente infra-estrutura e, com certeza, os arabistas brasileiros ganharão muito com isso", garante Luciano Cury, presidente da ABCCA.
As duas entidades disponibilizarão, em seus respectivos sites (www.abcca.com.br e wwwuniversidadedocavalo.com.br), o calendário de cursos e atividades conjuntas.


Diego Bonel
Jornalista
QUALITTÁ Comunicação Empresarial
Tel 11 50410955 / 55331106

terça-feira, setembro 27, 2005

20% do biodiesel deverá ser produzido pela agricultura familiar

O deputado federal pelo Rio Grande do Norte, Betinho Rosado (PFL/RN), defenderá amanhã na Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, o PL n.º 5.690/05, que inclui a agricultura familiar do Norte e Nordeste na produção do biodiesel.
A proposta do Parlamentar é que pelo menos 20% do volume de biodiesel que deverá ser adicionado ao óleo diesel comercializado ao consumidor final, deverá vir de matéria-prima produzida pela agricultura familiar das regiões Norte e Nordeste.
A Lei do Biodiesel, aprovada em janeiro deste ano, estabelece em 5% (cinco por cento), em volume, o percentual mínimo obrigatório de adição de biodiesel ao óleo diesel comercializado ao consumidor final, em qualquer parte do território nacional, a partir de 2013. Mas ressalta que a partir de 2008, o percentual mínimo obrigatório chamado de “intermediário” é de 2%, em volume.
A iniciativa visa incluir no Artigo 2ºda Lei nº 11.097/05, (Lei do Biodiesel) um parágrafo com a seguinte redação: “Pelo menos vinte por cento do volume de biodiesel, necessário para se atingir o percentual mínimo obrigatório estabelecido no caput deste artigo, deverá ser fabricado nas Regiões Norte e Nordeste, a partir de matérias-primas produzidas pela agricultura familiar”.
De acordo com o parlamentar, a produção de biodiesel é estratégica para o Brasil e pode significar uma revolução no campo, gerando emprego, renda e desenvolvimento para todo o País, especialmente para o Norte e o Nordeste. “O biodiesel pode ser um importante produto para minorar as disparidades inter e intra-regionais. A grande e forte motivação para um programa de biodiesel reside na possibilidade de erradicar ou diminuir a miséria do campo por meio de assentamentos familiares”.
Informações fornecidas pelo parlamentar dão conta de que o Nordeste tem milhares de famílias assentadas em projetos de reforma agrária que dispõem de infra-estrutura, habitação, energia elétrica, água e, especialmente, alguma organização. Entretanto, ele ressaltou que a maioria dos assentamentos do Semi-Árido não têm sustentabilidade. “Em caso de seca, esses assentamentos ficam dependentes da assistência do governo”, explica Rosado.
“O biodiesel, produzido a partir da mamona consorciada com o feijão, poderia contribuir para a sustentabilidade desses assentamentos, ao lado da piscicultura, da apicultura, da caprinocultura e da pequena irrigação”, conclui.

Acompanhe outros assuntos em discussão amanhã na Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados:


A - Requerimento:

1 - REQUERIMENTO Nº 382/05 - do Sr. Zonta - que "requer a realização de Audiência Pública para tratar da crise do setor leiteiro nacional".

B - Proposições Sujeitas à Apreciação Conclusiva pelas Comissões:

ORDINÁRIA

2 - PROJETO DE LEI Nº 3.218/04 - do Sr. Dr. Ribamar Alves - que "reserva 10% das parcelas dos programas de assentamento de trabalhadores do Poder Executivo Federal, aos técnicos em ciências agrárias". (Apensado: PL 4994/2005)
RELATOR: Deputado LEANDRO VILELA.
PARECER: pela rejeição deste e pela aprovação do PL 4994/2005, apensado, com emenda.
Vista ao Deputado João Grandão, em 14/09/2005.
O Deputado João Grandão apresentou voto em separado em 20/09/2005.

3 - PROJETO DE LEI Nº 3.933/04 - do Sr. Nilson Pinto - que "inclui a pesca industrial nas atividades vinculadas ao setor rural e dá outras providências".
RELATOR: Deputado ZONTA.
PARECER: pela aprovação, com substitutivo.
Vista conjunta aos Deputados João Grandão e Josué Bengtson, em 21/09/2005.

4 - PROJETO DE LEI Nº 3.142/04 - da Sra. Laura Carneiro - que "assegura à mulher, na condição de chefe de família, o direito de aquisição de terras públicas".
RELATORA: Deputada KÁTIA ABREU.
PARECER: pela aprovação.

5 - PROJETO DE LEI Nº 5.690/05 - do Sr. Betinho Rosado - que "insere o parágrafo 4º no art. 2º da Lei nº 11.097, de 13 de janeiro de 2005, que dispõe sobre a introdução do biodiesel na matriz energética brasileira".
RELATOR: Deputado OSVALDO COELHO.
PARECER: pela aprovação, com emenda.

6 - PROJETO DE LEI Nº 623/99 - do Sr. Ricardo Izar - que "dispõe sobre a conservação e o uso sustentável das florestas e demais formas de vegetação natural brasileiras".
RELATOR: Deputado ANIVALDO VALE.
PARECER: pela rejeição deste, da EMC 1/2001 CME, da EMC 2/2001 CME, da EMC 3/2001 CME, da EMC 1/2003 CAPR, da EMC 2/2003 CAPR, da EMC 3/2003 CAPR, da EMC 4/2003 CAPR, da EMC 5/2003 CAPR, da EMC 6/2003 CAPR, e da EMC 7/2003 CAPR.
Vista conjunta aos Deputados Abelardo Lupion, Cezar Silvestri, João Grandão e Zonta, em 25/06/2003.

7 - PROJETO DE LEI Nº 4.467/04 - do Sr. Fernando Lopes - que "dispõe sobre ressarcimento pela terra nua e respectivas benfeitorias nas ações desapropriatórias promovidas pela União para fins de reforma agrária, e dá outras providências".
RELATOR: Deputado WALDEMIR MOKA.
PARECER: pela rejeição.

8 - PROJETO DE LEI Nº 5.232/05 - do Sr. Amauri Gasques - que "institui fundo de apoio financeiro para pesquisas e para financiamento de empreendimentos econômicos de reconversão de atividade dos fumicultores, cria contribuição de intervenção no domínio econômico sobre a comercialização de tabaco e seus produtos e dá outras providências".
RELATOR: Deputado FRANCISCO TURRA.
PARECER: pela rejeição.

9 - PROPOSTA DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE Nº 37/04 - do Sr. Zonta - que "propõe que a Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural fiscalize a atuação da Secretaria de Defesa Agropecuária - SDA, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA; da Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - MDICE; da Secretaria da Receita Federal - SRF e da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional - PGFN, do Ministério da Fazenda - MF; bem como o Departamento de Polícia Federal - DPF, do Ministério da Justiça - MJ, no que concerne ao cumprimento das normas legais e infralegais pertinentes à defesa da produção nacional de alho".
RELATOR: Deputado FRANCISCO TURRA.
RELATÓRIO PRÉVIO: pela aprovação nos termos do Plano de Execução e Metodologia de Avaliação apresentados.

10 - PROPOSTA DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE Nº 81/05 - do Sr. Abelardo Lupion - que "propõe que a Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural fiscalize o Ministério do Meio Ambiente quanto à criação dos Parques Nacionais nos Estados do Paraná e de Santa Catarina".
RELATOR: Deputado ZONTA.
RELATÓRIO PRÉVIO: pela aprovação, nos termos do plano de execução e metodologia de avaliação apresentado.

Mulher rural poderá ter direito à aquisição de terras públicas

O papel da mulher rural poderá ganhar novo enfoque caso seja aprovado o Projeto de Lei nº3.142/04, de autoria da deputada federal Laura Carneiro (PFL/RJ). A intenção é assegurar à mulher, quando estiver na condição de chefe de família, o direito de aquisição de terras públicas destinadas à reforma agrária. Em votação amanhã na Comissão de Agricultura, na Câmara dos Deputados (Plenário 6, 10h) , PL assegura o direito a terras oriundas de processo desapropriatório ou de ações discriminatórias.
O parágrafo Único do PL dá condições de igualdade à mulher na composição das comissões agrárias responsáveis pela instrução e encaminhamento dos pedidos de aquisição e desapropriação de terras, pelo processo de seleção dos beneficiários e pelo acompanhamento e avaliação da implementação dos Planos Regionais de Reforma Agrária.
Na defesa da iniciativa, a deputada Laura Carneiro destacou que na composição da população economicamente ativa (PEA), a participação da mulher tem crescido significativamente. “Em 1940, apenas 15,3% das pessoas empregadas (9,5 milhões) eram mulheres. Em 1960, este percentual já era de 17,9% elevando-se para 27,4% em 1980 e 32,3% em 1982”, contextualiza a parlamentar em sua justificativa.


Participação feminina aumenta, diz IBGE
Dados do IBGE revelam um aumento substancial da participação feminina no total da PEA. Pelas taxas medidas geométricas do PEA, verifica-se que a participação feminina cresceu 4,22% no período e 6,92% no decênio 1970/80.
Laura Carneiro explica, em sua defesa, que durante muito tempo à mulher no meio rural coube tão-somente, o exercício do trabalho doméstico, o trabalho, não pago. “Hoje, a situação começa a ser invertida. A introdução maciça de mulheres no processo produtivo está levando, inclusive, a nova formulação do conceito de organização familiar, a novos padrões ocupacionais”, explica.
Para a parlamentar, a participação nesses programas de reforma agrária não tem outro objetivo senão permitir o exercício da cidadania pela mulher trabalhadora no meio rural. Ela que já participa efetivamente do processo produtivo, requer espaço para, também, participar das decisões que envolvem o seu destino.
A relatora do PL, deputada Kátia Abreu (PFL/TO), fará um parecer com voto favorável à aprovação do Projeto.

Koslovski propõe a criação da Frente Parlamentar do Trigo

O presidente da Ocepar, Organização das Cooperativas do Estado do Paraná, João Paulo Koslovski, pediu, há pouco, a criação de uma Frente Parlamentar do Trigo. A intenção é fortalecer a produção interna do cereal. “Não podemos ficar à mercê dos moinhos, que podem utilizar os estoques públicos do governo e mecanismos para a importação (do trigo)”, disse o representante.
Informações levantadas pela Ocepar mostram que o Brasil gasta quase um bilhão de dólares com a importação do cereal. O representante do Paraná, estado que produz cerca de 60% do trigo brasileiro, disse ainda que sem o apoio do Congresso, os produtores não têm força de negociação. “Precisamos rediscutir a política de importação de trigo. Sozinho o setor primário não tem força para discutir isso com o Ministério da Agricultura. Precisamos do apoio da Comissão (de Agricultura)”.
A idéia de Koslovski é estabelecer cotas de importação para dar vazão ao trigo do país. “A entrada de trigo de outros países prejudica os nossos produtores”, completou o presidente durante a Audiência Pública que se realiza, neste momento, na Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados em Brasília.

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