O diretor-presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Sílvio Crestana, integrará a comitiva do Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, que segue sábado, dia 9 de abril, para a África. A Embrapa já mantém acordos de cooperação com alguns dos países que serão visitados pela missão. A comitiva irá a Gana, Senegal, Guiné Bissau, Camarões e Nigéria, retornando ao Brasil no dia 14. Inicialmente não estão previstas assinaturas de protocolos de entendimento pela Embrapa com os países visitados durante a missão.
Na próxima segunda-feira, dia 11, oito técnicos do Instituto de Pesquisa Agrícola da Nigéria chegam ao Brasil para iniciarem treinamento em unidades de pesquisa da Embrapa. Durante 21 dias, os técnicos do Estado de Jigawa serão treinados por pesquisadores da Embrapa Caprinos (Sobral-CE), Embrapa Semi-Árido (Petrolina-PE), Embrapa Arroz e Feijão (Santo Antônio de Goiás-GO), Embrapa Trigo (Passo Fundo-RS) e Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Brasília-DF), segundo informou o pesquisador Sotto Pacheco Costa, da Coordenadoria de Cooperação Internacional (CCI) da Empresa.
Segundo ele, com Senegal está sendo discutida a possibilidade do estabelecimento de cooperação trilateral, com envolvimento da França. A cooperação incluiria treinamento e consultoria da Embrapa em áreas como fruticultura e cereais. Já a colaboração da Empresa com projeto de desenvolvimento agrícola e pecuário de Guiné Bissau está sendo debatida no Fórum Índia-Brasil-África do Sul (IBAS).
O pesquisador lembra ainda que no final do ano passado a Embrapa recebeu comissões técnicas de Gana e Camarões, que tinham o objetivo de fazer prospecção em áreas de interesse para futuros acordos de cooperação.
Jornalista: Valéria Costa (MTb. 15533/59/32 - SP)
Assessoria de Comunicação Social da Embrapa
Telefone: (61) 448-4015.
AgroBrasil - @gricultura Brasileira Online

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sexta-feira, abril 08, 2005
quarta-feira, abril 06, 2005
Tortuga apresenta os resultados dos minerais orgânicos na alimentação de aves e suínos, em Viçosa
A Tortuga participou do II Simpósio Internacional Sobre Exigências Nutricionais de Aves e Suínos, entre 29 e 31 de março, na Universidade Federal de Viçosa (MG), com a apresentação dos resultados do uso de minerais orgânicos na nutrição de aves e suínos.
“Tendo em vista o alto grau de tecnologia apresentada durante o evento, comprovado pelo nível dos participantes e pelo lançamento das tabelas de exigências nutricionais de aves e suínos, a Tortuga aproveitou a oportunidade para demonstrar o que desenvolveu de mais relevante nesta área”, declara Daniel Andaluz, Coordenador de Marketing de Aves e Suínos da Tortuga. “A tecnologia dos minerais orgânicos é diferenciada por otimizar a absorção de microminerais essenciais para a maioria dos processos fisiológicos dos animais”, completa o Coordenador Nacional de Avicultura da Tortuga, Rodrigo Miguel.
Todos os resultados dessa tecnologia, envolvendo a melhora na produtividade, redução dos índices de mortalidade, rápido aumento de peso (Fe, Cu, Mn, Zn e Se) e melhor qualidade da carne, foram apresentados durante o Simpósio, cujo objetivo foi promover a troca de informações entre pesquisadores e nutricionistas sobre as técnicas e exigências nutricionais que possibilitem melhores índices de produção.
“A Universidade Federal de Viçosa é um pólo de geração e difusão de tecnologia do agronegócio e o evento destacou conceitos fundamentais aplicáveis à nutrição de aves e suínos. Não poderíamos deixar de participar uma vez que estamos em constante aperfeiçoamento”, afirma Andaluz.
Mais informações:
www.tortuga.com.br
Texto Assessoria de Comunicações: Telefone (11) 3675-1818
Jornalista Responsável: Altair Albuquerque (Mtb17.291)
Coordenação: Vinicius Volpi
Atendimento: Tais Laporta
“Tendo em vista o alto grau de tecnologia apresentada durante o evento, comprovado pelo nível dos participantes e pelo lançamento das tabelas de exigências nutricionais de aves e suínos, a Tortuga aproveitou a oportunidade para demonstrar o que desenvolveu de mais relevante nesta área”, declara Daniel Andaluz, Coordenador de Marketing de Aves e Suínos da Tortuga. “A tecnologia dos minerais orgânicos é diferenciada por otimizar a absorção de microminerais essenciais para a maioria dos processos fisiológicos dos animais”, completa o Coordenador Nacional de Avicultura da Tortuga, Rodrigo Miguel.
Todos os resultados dessa tecnologia, envolvendo a melhora na produtividade, redução dos índices de mortalidade, rápido aumento de peso (Fe, Cu, Mn, Zn e Se) e melhor qualidade da carne, foram apresentados durante o Simpósio, cujo objetivo foi promover a troca de informações entre pesquisadores e nutricionistas sobre as técnicas e exigências nutricionais que possibilitem melhores índices de produção.
“A Universidade Federal de Viçosa é um pólo de geração e difusão de tecnologia do agronegócio e o evento destacou conceitos fundamentais aplicáveis à nutrição de aves e suínos. Não poderíamos deixar de participar uma vez que estamos em constante aperfeiçoamento”, afirma Andaluz.
Mais informações:
www.tortuga.com.br
Texto Assessoria de Comunicações: Telefone (11) 3675-1818
Jornalista Responsável: Altair Albuquerque (Mtb17.291)
Coordenação: Vinicius Volpi
Atendimento: Tais Laporta
terça-feira, abril 05, 2005
É tempo de proteger o rebanho contra os parasitas
Simpósio itinerante da Pfizer divulga o conceito do controle estratégico de verminoses para o campo. Retorno sobre investimento é o foco da discussão.
Ganho de peso superior e antecipação da idade do abate são os resultados esperados quando se adota o controle estratégico de verminoses no período adequado e da forma correta. Com o objetivo de divulgar o método, a Divisão de Saúde Animal da Pfizer dá início ao II Simpósio sobre Verminose Bovina: prejuízos econômicos e importância do controle estratégico. Ao longo de todo o mês de abril e início de maio, especialistas e técnicos de campo vão percorrer 35 cidades das cinco regiões do País.
O controle estratégico é um método que preconiza a vermifugação do rebanho nos meses de maio, julho e setembro. Também é conhecido nas fazendas como Programa 5-7-9, em referência aos meses em que os animais devem receber as doses de antiparasitário. O objetivo é preventivo, protegendo o rebanho e mantendo a população de vermes em nível compatível com a produção animal.
Além do ganho de peso adicional de 30 a 40 kg em cada animal, o controle estratégico 5-7-9 proporciona diminuição de 2% na mortalidade e redução dos custos de produção, já que doses de antiparasitários não são desperdiçadas. A relação custo-benefício é altamente favorável. "O retorno do capital investido pode chegar a quase 500%", afirma o professor Ivo Bianchin, pesquisador da Embrapa Gado de Corte e um dos idealizadores do controle estratégico.
O Programa 5-7-9 nasceu de 6 anos de pesquisa da Embrapa em parceria com a Pfizer. Dectomax, antiparasitário da Pfizer, foi o produto avaliado nesses anos de pesquisa. Ao estudar os efeitos do controle estratégico sobre a produtividade, a Embrapa constatou que o método proporciona ganho de peso adicional aos animais tratados em comparação ao grupo controle (bovinos não tratados). Esse ganho de peso significa antecipação de 3,5 meses na idade ao abate. Comparado com o sistema tradicional de vermifugação, realizado em maio e novembro, o Programa 5-7-9 proporciona diferencial de 9 kg/animal em ganho de peso.
"Os produtores desconhecem o que é controle estratégico. Quando são informados sobre o programa logo adotam o método", diz Bianchin. "Nosso objetivo é levar o controle estratégico para o maior número de produtores em todo o País, preconizando o uso racional dos medicamentos e o maior retorno sobre o investimento", afirma Elio Moro, gerente de marketing de antiparasitários da Divisão de Saúde Animal da Pfizer. No ano passado, após o I Simpósio sobre Verminose Bovina, mais de 50% dos fazendeiros presentes no evento adotaram o Programa 5-7-9 em suas propriedades.
Três professores são os palestrantes do II Simpósio sobre Verminose Bovina: Ademir Pereira, da Universidade Estadual de Londrina (UEL); Romário Leite, da Escola de Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); Ivo Bianchin, pesquisador da Embrapa Gado de Corte.
Serviço:
Há vários produtores que já usam o Programa 5-7-9. Para agendar entrevista com um deles, entre em contato conosco.
Para falar sobre o Programa 5-7-9, sugerimos entrevista com um dos professores palestrantes.
A Pfizer é uma empresa de origem norte-americana que pesquisa, desenvolve e comercializa medicamentos líderes nas áreas de saúde humana e animal, além de possuir algumas das marcas mais conhecidas no setor de consumo. Presente em mais de 150 países, a empresa está no Brasil desde 1952 e, atualmente, tem mais de 2 mil funcionários.
São mais de 90 produtos no portfólio da Divisão de Saúde Animal da Pfizer. Entre os de maior destaque estão: Dectomax (antiparasitário para bovinos), TopTag (brinco para controle da mosca-dos-chifres em bovinos), CIDR (progesterona natural para aumentar a eficiência reprodutiva), Lutalyse (prostaglandina natural), Pathozone (antimastítico), RespiSure e RespiSure One (vacina contra pneumonia enzoótica em suínos), Lincomix e Linco-Spectin (antibióticos para o tratamento de infecções de aves e suínos), Revolution (medicamento contra parasitas externos e internos de cães e gatos), Rimadyl (antiinflamatório para artrite canina), Vanguard (vacina contra importantes doenças dos cães). A Pfizer também tem atuação na área agrícola, com destaque para os fertilizantes Cofermol-Plus (para culturas de soja, feijão, vagem, ervilha, alfafa e milho), Plantin Citrus (frutas cítricas) e Plantin II (café, algodão, frutas e hortaliças).
Como o consumidor pode entrar em contato com a Divisão de Saúde Animal da Pfizer:
www.pfizersaudeanimal.com.br ou telefone 0800 11 19 19.
Calendário – II Simpósio sobre Verminose Bovina
Região Norte
Tocantins
Araguaína – 13 de abril
Rondônia
Arquimedes – 13 de abril
Acre
Rio Branco – 14 de abril
Pará
Redenção – dia 15 de abril
Região Nordeste
Maranhão
São Luís – 11 de abril
Bacabal – 12 de abril
Bahia
Feira de Santana – 18 de abril
Eunápolis – 19 de abril
Região Centro-Oeste
Mato Grosso do Sul
Jardim – 8 de abril
Nova Andradina – 18 de abril
Miranda – 18 de abril
Amambaí – 19 de abril
Coxim – 19 de abril
Camapuã – 20 de abril
Goiás
Goiânia – 25 de abril
Quirinópolis – 25 de abril
Jataí – 26 de abril
São Miguel do Araguaia – 28 de abril
Mato Grosso
Barra do Garças – 27 de abril
Tangará da Serra – 2 de maio
Juína – 3 de maio
Alta Floresta – 5 de maio
Região Sudeste
São Paulo
Presidente Venceslau – 4 de abril
Avaré – 5 de abril
Bauru – 6 de abril
São José do Rio Preto – 7 de abril
Minas Gerais
Ituiutaba – 4 de abril
Patos de Minas – 5 de abril
Janaúba – 6 de abril
Juiz de Fora – 12 de abril
Ouro Preto – 12 de abril
Governador Valadares – 14 de abril
Espírito Santo
Vitória – 13 de abril
Região Sul
Paraná
Umuarama – 5 de abril
Santo Antônio da Platina – 6 de abril
CDN - Companhia de Notícias
Luciana Miranda / Luna Andrade
(11) 3643-2776 / (11) 3643-2779
Ganho de peso superior e antecipação da idade do abate são os resultados esperados quando se adota o controle estratégico de verminoses no período adequado e da forma correta. Com o objetivo de divulgar o método, a Divisão de Saúde Animal da Pfizer dá início ao II Simpósio sobre Verminose Bovina: prejuízos econômicos e importância do controle estratégico. Ao longo de todo o mês de abril e início de maio, especialistas e técnicos de campo vão percorrer 35 cidades das cinco regiões do País.
O controle estratégico é um método que preconiza a vermifugação do rebanho nos meses de maio, julho e setembro. Também é conhecido nas fazendas como Programa 5-7-9, em referência aos meses em que os animais devem receber as doses de antiparasitário. O objetivo é preventivo, protegendo o rebanho e mantendo a população de vermes em nível compatível com a produção animal.
Além do ganho de peso adicional de 30 a 40 kg em cada animal, o controle estratégico 5-7-9 proporciona diminuição de 2% na mortalidade e redução dos custos de produção, já que doses de antiparasitários não são desperdiçadas. A relação custo-benefício é altamente favorável. "O retorno do capital investido pode chegar a quase 500%", afirma o professor Ivo Bianchin, pesquisador da Embrapa Gado de Corte e um dos idealizadores do controle estratégico.
O Programa 5-7-9 nasceu de 6 anos de pesquisa da Embrapa em parceria com a Pfizer. Dectomax, antiparasitário da Pfizer, foi o produto avaliado nesses anos de pesquisa. Ao estudar os efeitos do controle estratégico sobre a produtividade, a Embrapa constatou que o método proporciona ganho de peso adicional aos animais tratados em comparação ao grupo controle (bovinos não tratados). Esse ganho de peso significa antecipação de 3,5 meses na idade ao abate. Comparado com o sistema tradicional de vermifugação, realizado em maio e novembro, o Programa 5-7-9 proporciona diferencial de 9 kg/animal em ganho de peso.
"Os produtores desconhecem o que é controle estratégico. Quando são informados sobre o programa logo adotam o método", diz Bianchin. "Nosso objetivo é levar o controle estratégico para o maior número de produtores em todo o País, preconizando o uso racional dos medicamentos e o maior retorno sobre o investimento", afirma Elio Moro, gerente de marketing de antiparasitários da Divisão de Saúde Animal da Pfizer. No ano passado, após o I Simpósio sobre Verminose Bovina, mais de 50% dos fazendeiros presentes no evento adotaram o Programa 5-7-9 em suas propriedades.
Três professores são os palestrantes do II Simpósio sobre Verminose Bovina: Ademir Pereira, da Universidade Estadual de Londrina (UEL); Romário Leite, da Escola de Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); Ivo Bianchin, pesquisador da Embrapa Gado de Corte.
Serviço:
Há vários produtores que já usam o Programa 5-7-9. Para agendar entrevista com um deles, entre em contato conosco.
Para falar sobre o Programa 5-7-9, sugerimos entrevista com um dos professores palestrantes.
A Pfizer é uma empresa de origem norte-americana que pesquisa, desenvolve e comercializa medicamentos líderes nas áreas de saúde humana e animal, além de possuir algumas das marcas mais conhecidas no setor de consumo. Presente em mais de 150 países, a empresa está no Brasil desde 1952 e, atualmente, tem mais de 2 mil funcionários.
São mais de 90 produtos no portfólio da Divisão de Saúde Animal da Pfizer. Entre os de maior destaque estão: Dectomax (antiparasitário para bovinos), TopTag (brinco para controle da mosca-dos-chifres em bovinos), CIDR (progesterona natural para aumentar a eficiência reprodutiva), Lutalyse (prostaglandina natural), Pathozone (antimastítico), RespiSure e RespiSure One (vacina contra pneumonia enzoótica em suínos), Lincomix e Linco-Spectin (antibióticos para o tratamento de infecções de aves e suínos), Revolution (medicamento contra parasitas externos e internos de cães e gatos), Rimadyl (antiinflamatório para artrite canina), Vanguard (vacina contra importantes doenças dos cães). A Pfizer também tem atuação na área agrícola, com destaque para os fertilizantes Cofermol-Plus (para culturas de soja, feijão, vagem, ervilha, alfafa e milho), Plantin Citrus (frutas cítricas) e Plantin II (café, algodão, frutas e hortaliças).
Como o consumidor pode entrar em contato com a Divisão de Saúde Animal da Pfizer:
www.pfizersaudeanimal.com.br ou telefone 0800 11 19 19.
Calendário – II Simpósio sobre Verminose Bovina
Região Norte
Tocantins
Araguaína – 13 de abril
Rondônia
Arquimedes – 13 de abril
Acre
Rio Branco – 14 de abril
Pará
Redenção – dia 15 de abril
Região Nordeste
Maranhão
São Luís – 11 de abril
Bacabal – 12 de abril
Bahia
Feira de Santana – 18 de abril
Eunápolis – 19 de abril
Região Centro-Oeste
Mato Grosso do Sul
Jardim – 8 de abril
Nova Andradina – 18 de abril
Miranda – 18 de abril
Amambaí – 19 de abril
Coxim – 19 de abril
Camapuã – 20 de abril
Goiás
Goiânia – 25 de abril
Quirinópolis – 25 de abril
Jataí – 26 de abril
São Miguel do Araguaia – 28 de abril
Mato Grosso
Barra do Garças – 27 de abril
Tangará da Serra – 2 de maio
Juína – 3 de maio
Alta Floresta – 5 de maio
Região Sudeste
São Paulo
Presidente Venceslau – 4 de abril
Avaré – 5 de abril
Bauru – 6 de abril
São José do Rio Preto – 7 de abril
Minas Gerais
Ituiutaba – 4 de abril
Patos de Minas – 5 de abril
Janaúba – 6 de abril
Juiz de Fora – 12 de abril
Ouro Preto – 12 de abril
Governador Valadares – 14 de abril
Espírito Santo
Vitória – 13 de abril
Região Sul
Paraná
Umuarama – 5 de abril
Santo Antônio da Platina – 6 de abril
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segunda-feira, abril 04, 2005
Embrapa avança na implantação de tecnologias de ponta para agricultores familiares no DF
A Embrapa Cerrados(Brasília-DF) em parceria com o Ministério a Ciência e Tecnologia e o Ministério de Desenvolvimento Agrário irá implantar em Brasília o Centro de Transferência de Tecnologia de Raças Zebuínas com Aptidão Leiteira – CTZL com objetivo de capacitar e tecnificar agricultores familiares da cadeia produtiva do leite, do DF e Região Integrada de Desenvolvimento do Entorno (RIDE); e contribuir para o melhoramento genético do rebanho zebuíno leiteiro das raças Gir , Guzerá Sindi e Indubrasil. De acordo com o chefe da Embrapa Cerrados, Roberto Teixeira Alves, o CTZL será um centro de irradiação de tecnologias de melhoramento genético do rebanho zebu no DF e Entorno, “e trará benefícios para os consumidores de todo o país, a partir do fomento da atividade leiteira, melhoria da qualidade do leite e da redução dos custos do produto”, destaca. Espera-se que em três anos de funcionamento, o Centro com aptidão leiteira capacite cerca de 3 mil pessoas – entre filhos de agricultores, extensionistas, estudantes de graduação e pós-graduação, representantes de cooperativas e associações de produtores, por meio de dias de campo, palestras e cursos mensais.
“Esta integração transformará o DF num grande laboratório ao unir melhoristas e pequenos agricultores num mesmo centro”, salienta o pesquisador e parceiro do projeto Rodolfo Rumpf, da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia.
O pesquisador explicou que uma das grandes conquistas que o CTZL também viabilizará será a constituição de um Banco Genético das raças envolvidas. “A partir dos animais de diversas procedências, que vamos receber dos criadores, faremos a identificação do que existe de material genético diferente para multiplicar e distribuir aos agricultores familiares”, explica Rodolfo.
DF é carente de tecnologia leiteira
O Distrito Federal importa 85% do leite consumido, a mesma situação é observada no Entorno. Desta forma, a região contribui com apenas 0.16% da produção leiteira nacional. Esta baixa produitividade está associada ao reduzido emprego de tecnologias e carência de animais com significativo potencial genético para a produção de leite. Como a pecuária leiteira no Brasil está concentrada em pequenas e médias propriedades, a necessidade de melhorar esta mão-de obra, transferir tecnologias e agregar valor ao leite é fundamental para avalancar a produção leiteira na região.
Selma Beltrão (Jornalista MTb 2490/13/11 DF)
Área de Comunicação e Negócios
Embrapa Cerrados
BR 020, Km 18, Rodovia BsB/Fortaleza
CEP: 73310-970 Planaltina-DF
Telefone: (61) 388 9953
“Esta integração transformará o DF num grande laboratório ao unir melhoristas e pequenos agricultores num mesmo centro”, salienta o pesquisador e parceiro do projeto Rodolfo Rumpf, da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia.
O pesquisador explicou que uma das grandes conquistas que o CTZL também viabilizará será a constituição de um Banco Genético das raças envolvidas. “A partir dos animais de diversas procedências, que vamos receber dos criadores, faremos a identificação do que existe de material genético diferente para multiplicar e distribuir aos agricultores familiares”, explica Rodolfo.
DF é carente de tecnologia leiteira
O Distrito Federal importa 85% do leite consumido, a mesma situação é observada no Entorno. Desta forma, a região contribui com apenas 0.16% da produção leiteira nacional. Esta baixa produitividade está associada ao reduzido emprego de tecnologias e carência de animais com significativo potencial genético para a produção de leite. Como a pecuária leiteira no Brasil está concentrada em pequenas e médias propriedades, a necessidade de melhorar esta mão-de obra, transferir tecnologias e agregar valor ao leite é fundamental para avalancar a produção leiteira na região.
Selma Beltrão (Jornalista MTb 2490/13/11 DF)
Área de Comunicação e Negócios
Embrapa Cerrados
BR 020, Km 18, Rodovia BsB/Fortaleza
CEP: 73310-970 Planaltina-DF
Telefone: (61) 388 9953
ENCONTRO DEBATE BIOSSEGURANÇA DE ORGANISMOS GENETICAMENTE MODIFICADOS
A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), promove dia 6 de abril, o encontro “Biossegurança de Organismos Geneticamente Modificados”. No evento, promovido pela Embrapa Agroindústria de Alimentos (Rio de Janeiro), serão tratados temas como segurança e detecção de OGM, rotulagem de alimentos oriundos da biotecnologia moderna no Brasil e legislação brasileira sobre a biossegurança de OGM.
As palestras têm início às 9h e contarão com a participação do representante do Federal Research Centre for Nutrition, Ralf Greiner, de Karlsruhe da Alemanha e de pesquisadores da Embrapa. Os interessados em participar do encontro devem entrar em contato pelo e-mail: sac@ctaa.embrapa.br .
Programação:
09h00 - Palestra "Detection methods for GM food", Ralf Greiner, Federal Research Centre for Nutrition, de Karlsruhe, Alemanha
10h00 - Intervalo
10h30 - Palestra "Safety assessment of such food", Ralf Greiner, Federal Research Centre for Nutrition, de Karlsruhe, Alemanha
11h30 - Almoço
13:30 - Palestra "Rotulagem de OGMs no Brasil", José Luiz Viana, pesquisador Embrapa Agroindústria de Alimentos
14h30 - Intervalo
15h00 - Palestra "Legislação Brasileira de Biossegurança", com Mônica Amâncio Cibele, advogada da Embrapa
As palestras têm início às 9h e contarão com a participação do representante do Federal Research Centre for Nutrition, Ralf Greiner, de Karlsruhe da Alemanha e de pesquisadores da Embrapa. Os interessados em participar do encontro devem entrar em contato pelo e-mail: sac@ctaa.embrapa.br .
Programação:
09h00 - Palestra "Detection methods for GM food", Ralf Greiner, Federal Research Centre for Nutrition, de Karlsruhe, Alemanha
10h00 - Intervalo
10h30 - Palestra "Safety assessment of such food", Ralf Greiner, Federal Research Centre for Nutrition, de Karlsruhe, Alemanha
11h30 - Almoço
13:30 - Palestra "Rotulagem de OGMs no Brasil", José Luiz Viana, pesquisador Embrapa Agroindústria de Alimentos
14h30 - Intervalo
15h00 - Palestra "Legislação Brasileira de Biossegurança", com Mônica Amâncio Cibele, advogada da Embrapa
UM PROMISSOR MERCADO PARA O COURO: A FABRICAÇÃO DE GELATINAS
O Brasil exporta cerca de 24 mil toneladas por ano de gelatina. O colágeno é a classe mais abundante de proteínas do organismo humano, representando mais de 30% de sua proteína total. Ele está presente na pele, ossos, tendões e no tecido conjuntivo mole dos animais, como os bovinos, por exemplo.
Indústrias farmacêuticas, de cosméticos e de alimentos têm aumentado bastante o uso de gelatinas em seus produtos. Eles estão presentes em shampoos, cremes, cápsulas duras e moles, e também em alimentos como iogurtes, barras de cereais e sobremesas.
Com esse crescimento, as indústrias vêm se esforçando para que haja uma preocupação maior no campo, nos frigoríficos e nos curtumes, ou seja, em toda a cadeia produtiva para a fabricação da gelatina.
Responsáveis pela retirada, pelo manejo do couro, raspas e aparas das peles bovinas até a sua chegada nas fábricas, pecuaristas, donos de frigoríficos e curtumes devem estar atentos para as resoluções estabelecidas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA, e se unirem para assegurar a qualidade e a melhoria contínua dessa matéria-prima. Assim a mesma será mais competitiva no mercado nacional e internacional, trazendo crescimento e modernização do setor.
Fiscalização é o principal desafio – Para atender as exigências das indústrias de gelatina e gerar produtos saudáveis para os consumidores, a matéria-prima precisa passar por inúmeros processos, principalmente de fiscalização sanitária. Somente animais que foram inspecionados no frigorífico e aprovados para o consumo humano é que podem ser comercializados.
As regulamentações internacionais dos grandes mercados consumidores demandam um modelo de rastreabilidade para as matérias-primas, que é aprovado e certificado pelo Serviço de Inspeção Federal – SIF, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Para especialistas do setor a fiscalização é de extrema importância, assegurando um produto de melhor qualidade e com maior potencial de exportação, já que a maior parte da produção de gelatina é exportada para Europa e Estados Unidos.
Mais informações - S.P.R.I.M. Box Brasil
Juliana Moraes / Eryka Motta
(21) 3139-9105 / 3139-9101
Indústrias farmacêuticas, de cosméticos e de alimentos têm aumentado bastante o uso de gelatinas em seus produtos. Eles estão presentes em shampoos, cremes, cápsulas duras e moles, e também em alimentos como iogurtes, barras de cereais e sobremesas.
Com esse crescimento, as indústrias vêm se esforçando para que haja uma preocupação maior no campo, nos frigoríficos e nos curtumes, ou seja, em toda a cadeia produtiva para a fabricação da gelatina.
Responsáveis pela retirada, pelo manejo do couro, raspas e aparas das peles bovinas até a sua chegada nas fábricas, pecuaristas, donos de frigoríficos e curtumes devem estar atentos para as resoluções estabelecidas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA, e se unirem para assegurar a qualidade e a melhoria contínua dessa matéria-prima. Assim a mesma será mais competitiva no mercado nacional e internacional, trazendo crescimento e modernização do setor.
Fiscalização é o principal desafio – Para atender as exigências das indústrias de gelatina e gerar produtos saudáveis para os consumidores, a matéria-prima precisa passar por inúmeros processos, principalmente de fiscalização sanitária. Somente animais que foram inspecionados no frigorífico e aprovados para o consumo humano é que podem ser comercializados.
As regulamentações internacionais dos grandes mercados consumidores demandam um modelo de rastreabilidade para as matérias-primas, que é aprovado e certificado pelo Serviço de Inspeção Federal – SIF, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Para especialistas do setor a fiscalização é de extrema importância, assegurando um produto de melhor qualidade e com maior potencial de exportação, já que a maior parte da produção de gelatina é exportada para Europa e Estados Unidos.
Mais informações - S.P.R.I.M. Box Brasil
Juliana Moraes / Eryka Motta
(21) 3139-9105 / 3139-9101
Laboratório e palestras sobre ferrugem são os destaques da BASF na Agrishow Comigo
Além das palestras e do laboratório, o estande da BASF tem áreas de plantio onde os visitantes poderão conhecer os resultados obtidos com a aplicação de produtos inovadores para soja, milho e algodão
Para a Agrishow Comigo 2005, que acontece de 05 a 09 de abril, em Rio Verde-GO, a BASF, uma das principais fabricantes de defensivos agrícolas do país, preparou diversas atividades e demonstrações de campo voltadas para os produtores de soja, milho e algodão.
Uma das principais atrações que os visitantes da feira podem conferir no estande da BASF é o laboratório com amostras de doenças de final de ciclo. Entre elas, a ferrugem asiática, principal doença fúngica que ataca a soja no Cerrado.
No laboratório, lupas microscópicas estão a disposição do público, que orientados por engenheiros agrônomos podem conhecer as lesões causadas pela ferrugem asiática e como o fungicida Opera atua no combate à doença. Também estão expostas amostras de plantas de soja, com danos causados pelo ataque de pragas e insetos, bem como os resultados obtidos com o uso do inseticida Standak.
Áreas demonstrativas de soja, milho e algodão
Estações com áreas plantadas com soja, milho e algodão estão montadas no estande, para que os participantes do evento possam avaliar os resultados positivos obtidos com a aplicação correta dos defensivos específicos para cada uma dessas culturas.
Durante todo o evento, a equipe técnica da BASF está à disposição dos visitantes para fornecer informações detalhadas sobre novas tecnologias agrícolas, que utiliza o portfólio de produtos, composto por fungicidas, herbicidas, inseticidas e bio-reguladores de alta performance.
“Os destaques na Agrishow Comigo para a cultura da soja são o Opera, Standak e Alteza 30 SL“, ressalta Ademar De Geroni Júnior, gerente de Cultura Soja Cerrado da BASF.
Para o controle de pragas e doenças do milho, a BASF está disponibilizando informações sobre o Opera, Sanson 40 SC, Talcord 250 CE, Nomolt 150 e Fastac 100 SC. ”Temos as melhores soluções para os produtores de milho e que estão apresentadas em nossas áreas demonstrativas durante a Agrishow Comigo”, informa Airton Leites, gerente de Cultura Milho da BASF.
Outro destaque que a empresa apresenta na feira é o portfolio para a cultura de algodão, composto pelo Pix HC, Comet, Nomolt 150, Fastac 100 SC e Fastac 100 CE, entre outros. “São produtos de alta performance, que vêm se tornando aliados importantes dos produtores no combate às pragas e doenças das plantações de algodão”, ressalta Julio César Lourenço, gerente de Cultura Algodão da BASF.
Controle eficiente de pragas, doenças e crescimento da soja, milho e algodão
Com ação sistêmica, o Opera está revolucionando as técnicas de controle das doenças que atacam a cultura da soja durante todo o ciclo da planta, especialmente a ferrugem asiática. O fungicida, produzido com exclusividade pela BASF, proporciona alta produtividade e maior rentabilidade ao produtor.
Suas principais características são o controle eficaz das principais doenças foliares da soja; efeito protetor e curativo na planta; fórmula exclusiva; longo período de controle; alta produtividade; maior lucratividade; e amplo espectro de ação, controlando inclusive doenças de final de ciclo.
Lançado em 2004, o herbicida Alteza 30 SL, que ampliou o portfólio de produtos da BASF para a cultura da soja, controla com eficiência plantas daninhas de folhas largas e estreitas, simultaneamente.
Além da excelente relação custo-benefício para o produtor rural, outro importante diferencial do Alteza 30 SL é a sua ação prolongada, limitando, na maioria dos casos, a uma única aplicação do produto. “Isso proporciona redução global dos custos de produção“, explica Ademar De Geroni, gerente de Cultura Soja Cerrado da BASF.
Com excelente performance e melhor ação dessecante em relação aos produtos similares, o Alteza 30 SL combate com grande eficiência plantas daninhas de difícil controle, como carrapicho-rasteiro, falsa-serralha, picão-preto, trapoeraba, guanxuma, entre outras.
Eficiente e recomendado para uso em tratamento de sementes, o inseticida Standak combate com alta eficiência as principais pragas de solo que atacam, principalmente, as lavouras de soja, milho, entre outras culturas.
Para a cultura do algodão, um dos destaques da BASF é o Pix HC, lançado em 2004. O produto é um bio-regulador, indicado para o gerenciamento da cultura do algodão, atuando no controle do crescimento da planta e direcionando a energia para o que trás retorno econômico, a produção de pluma.
Além de gerenciar de forma eficiente o crescimento das plantas de algodão, o Pix HC contribui para a distribuição mais uniforme dos demais insumos aplicados, otimizando o manejo da cultura.
Entre outros benefícios, o uso do Pix HC facilita a colheita com altura de planta adequada, uniformidade de maturação das maçãs, e maior rendimento da operação de colheita.
Os defensivos agrícolas apresentados neste texto são marcas registradas da BASF
Divisão de Produtos para Agricultura
Com vendas que representaram €3,354 bilhões em 2004, dos quais €695 milhões são da América do Sul, a Divisão de Produtos para Agricultura da BASF é a líder no segmento de proteção à lavoura e uma forte parceira da indústria agrícola ao fornecer fungicidas, inseticidas e herbicidas bem estabelecidos e inovadores. Os agricultores usam estes produtos e serviços para aumentar sua produção e qualidade das colheitas. Estes produtos também são usados em saúde pública, controle estrutural/urbano de pragas, gramados e plantas ornamentais. A BASF tem como objetivo transformar rapidamente seu conhecimento em sucesso de mercado. A Divisão de Produtos para Agricultura da BASF visa ser líder mundial em inovações, otimizando a produção agrícola, melhorando a nutrição e, como resultado, melhorando a qualidade de vida de uma população mundial cada vez mais crescente. Mais informações podem ser obtidas no endereço eletrônico:
www.agriculturalproducts.basf.com.
BASF. A química da vida.
A BASF emprega cerca de 4.800 colaboradores na América do Sul e atingiu vendas de €2.1 bilhões na região. Desse total, €1.4 bilhão representa as vendas da empresa no Brasil que possui cerca de 3.300 colaboradores. A BASF é a empresa química líder mundial: “The Chemical Company”. Seu portfolio de produtos oferece desde químicos, plásticos, produtos de performance, produtos para agricultura e química fina até petróleo e gás natural. Como uma parceira de todos os segmentos da indústria, as soluções inteligentes e produtos de alto valor da BASF ajudam seus clientes a obter ainda mais o sucesso. A BASF desenvolve novas tecnologias e as utiliza para abrir novas oportunidades de mercado, combinando o sucesso econômico à proteção ambiental e à responsabilidade social e contribuindo, assim, para um futuro melhor. Em 2004, a BASF contava com aproximadamente 82.000 colaboradores e contabilizou suas vendas em mais de €37 bilhões. As ações da BASF são negociadas nas bolsas de valores de Frankfurt (BAS), Londres (BFA), Nova York (BF), Paris (BA) e Zurique (AN). Mais informações sobre a BASF estão disponíveis no endereço www.basf.com.
Mais informações
CL-A Comunicações: Fone- (11) 3082-3977, fax – (11) 3082-4066, com Paulo Damião (r.27) paulo@cl-a.com / Érica Smith (r.28) erica@cl-a.com
Para a Agrishow Comigo 2005, que acontece de 05 a 09 de abril, em Rio Verde-GO, a BASF, uma das principais fabricantes de defensivos agrícolas do país, preparou diversas atividades e demonstrações de campo voltadas para os produtores de soja, milho e algodão.
Uma das principais atrações que os visitantes da feira podem conferir no estande da BASF é o laboratório com amostras de doenças de final de ciclo. Entre elas, a ferrugem asiática, principal doença fúngica que ataca a soja no Cerrado.
No laboratório, lupas microscópicas estão a disposição do público, que orientados por engenheiros agrônomos podem conhecer as lesões causadas pela ferrugem asiática e como o fungicida Opera atua no combate à doença. Também estão expostas amostras de plantas de soja, com danos causados pelo ataque de pragas e insetos, bem como os resultados obtidos com o uso do inseticida Standak.
Áreas demonstrativas de soja, milho e algodão
Estações com áreas plantadas com soja, milho e algodão estão montadas no estande, para que os participantes do evento possam avaliar os resultados positivos obtidos com a aplicação correta dos defensivos específicos para cada uma dessas culturas.
Durante todo o evento, a equipe técnica da BASF está à disposição dos visitantes para fornecer informações detalhadas sobre novas tecnologias agrícolas, que utiliza o portfólio de produtos, composto por fungicidas, herbicidas, inseticidas e bio-reguladores de alta performance.
“Os destaques na Agrishow Comigo para a cultura da soja são o Opera, Standak e Alteza 30 SL“, ressalta Ademar De Geroni Júnior, gerente de Cultura Soja Cerrado da BASF.
Para o controle de pragas e doenças do milho, a BASF está disponibilizando informações sobre o Opera, Sanson 40 SC, Talcord 250 CE, Nomolt 150 e Fastac 100 SC. ”Temos as melhores soluções para os produtores de milho e que estão apresentadas em nossas áreas demonstrativas durante a Agrishow Comigo”, informa Airton Leites, gerente de Cultura Milho da BASF.
Outro destaque que a empresa apresenta na feira é o portfolio para a cultura de algodão, composto pelo Pix HC, Comet, Nomolt 150, Fastac 100 SC e Fastac 100 CE, entre outros. “São produtos de alta performance, que vêm se tornando aliados importantes dos produtores no combate às pragas e doenças das plantações de algodão”, ressalta Julio César Lourenço, gerente de Cultura Algodão da BASF.
Controle eficiente de pragas, doenças e crescimento da soja, milho e algodão
Com ação sistêmica, o Opera está revolucionando as técnicas de controle das doenças que atacam a cultura da soja durante todo o ciclo da planta, especialmente a ferrugem asiática. O fungicida, produzido com exclusividade pela BASF, proporciona alta produtividade e maior rentabilidade ao produtor.
Suas principais características são o controle eficaz das principais doenças foliares da soja; efeito protetor e curativo na planta; fórmula exclusiva; longo período de controle; alta produtividade; maior lucratividade; e amplo espectro de ação, controlando inclusive doenças de final de ciclo.
Lançado em 2004, o herbicida Alteza 30 SL, que ampliou o portfólio de produtos da BASF para a cultura da soja, controla com eficiência plantas daninhas de folhas largas e estreitas, simultaneamente.
Além da excelente relação custo-benefício para o produtor rural, outro importante diferencial do Alteza 30 SL é a sua ação prolongada, limitando, na maioria dos casos, a uma única aplicação do produto. “Isso proporciona redução global dos custos de produção“, explica Ademar De Geroni, gerente de Cultura Soja Cerrado da BASF.
Com excelente performance e melhor ação dessecante em relação aos produtos similares, o Alteza 30 SL combate com grande eficiência plantas daninhas de difícil controle, como carrapicho-rasteiro, falsa-serralha, picão-preto, trapoeraba, guanxuma, entre outras.
Eficiente e recomendado para uso em tratamento de sementes, o inseticida Standak combate com alta eficiência as principais pragas de solo que atacam, principalmente, as lavouras de soja, milho, entre outras culturas.
Para a cultura do algodão, um dos destaques da BASF é o Pix HC, lançado em 2004. O produto é um bio-regulador, indicado para o gerenciamento da cultura do algodão, atuando no controle do crescimento da planta e direcionando a energia para o que trás retorno econômico, a produção de pluma.
Além de gerenciar de forma eficiente o crescimento das plantas de algodão, o Pix HC contribui para a distribuição mais uniforme dos demais insumos aplicados, otimizando o manejo da cultura.
Entre outros benefícios, o uso do Pix HC facilita a colheita com altura de planta adequada, uniformidade de maturação das maçãs, e maior rendimento da operação de colheita.
Os defensivos agrícolas apresentados neste texto são marcas registradas da BASF
Divisão de Produtos para Agricultura
Com vendas que representaram €3,354 bilhões em 2004, dos quais €695 milhões são da América do Sul, a Divisão de Produtos para Agricultura da BASF é a líder no segmento de proteção à lavoura e uma forte parceira da indústria agrícola ao fornecer fungicidas, inseticidas e herbicidas bem estabelecidos e inovadores. Os agricultores usam estes produtos e serviços para aumentar sua produção e qualidade das colheitas. Estes produtos também são usados em saúde pública, controle estrutural/urbano de pragas, gramados e plantas ornamentais. A BASF tem como objetivo transformar rapidamente seu conhecimento em sucesso de mercado. A Divisão de Produtos para Agricultura da BASF visa ser líder mundial em inovações, otimizando a produção agrícola, melhorando a nutrição e, como resultado, melhorando a qualidade de vida de uma população mundial cada vez mais crescente. Mais informações podem ser obtidas no endereço eletrônico:
www.agriculturalproducts.basf.com.
BASF. A química da vida.
A BASF emprega cerca de 4.800 colaboradores na América do Sul e atingiu vendas de €2.1 bilhões na região. Desse total, €1.4 bilhão representa as vendas da empresa no Brasil que possui cerca de 3.300 colaboradores. A BASF é a empresa química líder mundial: “The Chemical Company”. Seu portfolio de produtos oferece desde químicos, plásticos, produtos de performance, produtos para agricultura e química fina até petróleo e gás natural. Como uma parceira de todos os segmentos da indústria, as soluções inteligentes e produtos de alto valor da BASF ajudam seus clientes a obter ainda mais o sucesso. A BASF desenvolve novas tecnologias e as utiliza para abrir novas oportunidades de mercado, combinando o sucesso econômico à proteção ambiental e à responsabilidade social e contribuindo, assim, para um futuro melhor. Em 2004, a BASF contava com aproximadamente 82.000 colaboradores e contabilizou suas vendas em mais de €37 bilhões. As ações da BASF são negociadas nas bolsas de valores de Frankfurt (BAS), Londres (BFA), Nova York (BF), Paris (BA) e Zurique (AN). Mais informações sobre a BASF estão disponíveis no endereço www.basf.com.
Mais informações
CL-A Comunicações: Fone- (11) 3082-3977, fax – (11) 3082-4066, com Paulo Damião (r.27) paulo@cl-a.com / Érica Smith (r.28) erica@cl-a.com
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