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terça-feira, abril 05, 2005

É tempo de proteger o rebanho contra os parasitas

Simpósio itinerante da Pfizer divulga o conceito do controle estratégico de verminoses para o campo. Retorno sobre investimento é o foco da discussão.
Ganho de peso superior e antecipação da idade do abate são os resultados esperados quando se adota o controle estratégico de verminoses no período adequado e da forma correta. Com o objetivo de divulgar o método, a Divisão de Saúde Animal da Pfizer dá início ao II Simpósio sobre Verminose Bovina: prejuízos econômicos e importância do controle estratégico. Ao longo de todo o mês de abril e início de maio, especialistas e técnicos de campo vão percorrer 35 cidades das cinco regiões do País.
O controle estratégico é um método que preconiza a vermifugação do rebanho nos meses de maio, julho e setembro. Também é conhecido nas fazendas como Programa 5-7-9, em referência aos meses em que os animais devem receber as doses de antiparasitário. O objetivo é preventivo, protegendo o rebanho e mantendo a população de vermes em nível compatível com a produção animal.
Além do ganho de peso adicional de 30 a 40 kg em cada animal, o controle estratégico 5-7-9 proporciona diminuição de 2% na mortalidade e redução dos custos de produção, já que doses de antiparasitários não são desperdiçadas. A relação custo-benefício é altamente favorável. "O retorno do capital investido pode chegar a quase 500%", afirma o professor Ivo Bianchin, pesquisador da Embrapa Gado de Corte e um dos idealizadores do controle estratégico.
O Programa 5-7-9 nasceu de 6 anos de pesquisa da Embrapa em parceria com a Pfizer. Dectomax, antiparasitário da Pfizer, foi o produto avaliado nesses anos de pesquisa. Ao estudar os efeitos do controle estratégico sobre a produtividade, a Embrapa constatou que o método proporciona ganho de peso adicional aos animais tratados em comparação ao grupo controle (bovinos não tratados). Esse ganho de peso significa antecipação de 3,5 meses na idade ao abate. Comparado com o sistema tradicional de vermifugação, realizado em maio e novembro, o Programa 5-7-9 proporciona diferencial de 9 kg/animal em ganho de peso.
"Os produtores desconhecem o que é controle estratégico. Quando são informados sobre o programa logo adotam o método", diz Bianchin. "Nosso objetivo é levar o controle estratégico para o maior número de produtores em todo o País, preconizando o uso racional dos medicamentos e o maior retorno sobre o investimento", afirma Elio Moro, gerente de marketing de antiparasitários da Divisão de Saúde Animal da Pfizer. No ano passado, após o I Simpósio sobre Verminose Bovina, mais de 50% dos fazendeiros presentes no evento adotaram o Programa 5-7-9 em suas propriedades.
Três professores são os palestrantes do II Simpósio sobre Verminose Bovina: Ademir Pereira, da Universidade Estadual de Londrina (UEL); Romário Leite, da Escola de Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); Ivo Bianchin, pesquisador da Embrapa Gado de Corte.

Serviço:
Há vários produtores que já usam o Programa 5-7-9. Para agendar entrevista com um deles, entre em contato conosco.
Para falar sobre o Programa 5-7-9, sugerimos entrevista com um dos professores palestrantes.

A Pfizer é uma empresa de origem norte-americana que pesquisa, desenvolve e comercializa medicamentos líderes nas áreas de saúde humana e animal, além de possuir algumas das marcas mais conhecidas no setor de consumo. Presente em mais de 150 países, a empresa está no Brasil desde 1952 e, atualmente, tem mais de 2 mil funcionários.
São mais de 90 produtos no portfólio da Divisão de Saúde Animal da Pfizer. Entre os de maior destaque estão: Dectomax (antiparasitário para bovinos), TopTag (brinco para controle da mosca-dos-chifres em bovinos), CIDR (progesterona natural para aumentar a eficiência reprodutiva), Lutalyse (prostaglandina natural), Pathozone (antimastítico), RespiSure e RespiSure One (vacina contra pneumonia enzoótica em suínos), Lincomix e Linco-Spectin (antibióticos para o tratamento de infecções de aves e suínos), Revolution (medicamento contra parasitas externos e internos de cães e gatos), Rimadyl (antiinflamatório para artrite canina), Vanguard (vacina contra importantes doenças dos cães). A Pfizer também tem atuação na área agrícola, com destaque para os fertilizantes Cofermol-Plus (para culturas de soja, feijão, vagem, ervilha, alfafa e milho), Plantin Citrus (frutas cítricas) e Plantin II (café, algodão, frutas e hortaliças).

Como o consumidor pode entrar em contato com a Divisão de Saúde Animal da Pfizer:
www.pfizersaudeanimal.com.br ou telefone 0800 11 19 19.


Calendário – II Simpósio sobre Verminose Bovina

Região Norte
Tocantins
Araguaína – 13 de abril
Rondônia
Arquimedes – 13 de abril
Acre
Rio Branco – 14 de abril
Pará
Redenção – dia 15 de abril

Região Nordeste
Maranhão
São Luís – 11 de abril
Bacabal – 12 de abril
Bahia
Feira de Santana – 18 de abril
Eunápolis – 19 de abril

Região Centro-Oeste
Mato Grosso do Sul
Jardim – 8 de abril
Nova Andradina – 18 de abril
Miranda – 18 de abril
Amambaí – 19 de abril
Coxim – 19 de abril
Camapuã – 20 de abril
Goiás
Goiânia – 25 de abril
Quirinópolis – 25 de abril
Jataí – 26 de abril
São Miguel do Araguaia – 28 de abril
Mato Grosso
Barra do Garças – 27 de abril
Tangará da Serra – 2 de maio
Juína – 3 de maio
Alta Floresta – 5 de maio

Região Sudeste
São Paulo
Presidente Venceslau – 4 de abril
Avaré – 5 de abril
Bauru – 6 de abril
São José do Rio Preto – 7 de abril
Minas Gerais
Ituiutaba – 4 de abril
Patos de Minas – 5 de abril
Janaúba – 6 de abril
Juiz de Fora – 12 de abril
Ouro Preto – 12 de abril
Governador Valadares – 14 de abril
Espírito Santo
Vitória – 13 de abril

Região Sul
Paraná
Umuarama – 5 de abril
Santo Antônio da Platina – 6 de abril



CDN - Companhia de Notícias
Luciana Miranda / Luna Andrade
(11) 3643-2776 / (11) 3643-2779

segunda-feira, abril 04, 2005

Embrapa avança na implantação de tecnologias de ponta para agricultores familiares no DF

A Embrapa Cerrados(Brasília-DF) em parceria com o Ministério a Ciência e Tecnologia e o Ministério de Desenvolvimento Agrário irá implantar em Brasília o Centro de Transferência de Tecnologia de Raças Zebuínas com Aptidão Leiteira – CTZL com objetivo de capacitar e tecnificar agricultores familiares da cadeia produtiva do leite, do DF e Região Integrada de Desenvolvimento do Entorno (RIDE); e contribuir para o melhoramento genético do rebanho zebuíno leiteiro das raças Gir , Guzerá Sindi e Indubrasil. De acordo com o chefe da Embrapa Cerrados, Roberto Teixeira Alves, o CTZL será um centro de irradiação de tecnologias de melhoramento genético do rebanho zebu no DF e Entorno, “e trará benefícios para os consumidores de todo o país, a partir do fomento da atividade leiteira, melhoria da qualidade do leite e da redução dos custos do produto”, destaca. Espera-se que em três anos de funcionamento, o Centro com aptidão leiteira capacite cerca de 3 mil pessoas – entre filhos de agricultores, extensionistas, estudantes de graduação e pós-graduação, representantes de cooperativas e associações de produtores, por meio de dias de campo, palestras e cursos mensais.
“Esta integração transformará o DF num grande laboratório ao unir melhoristas e pequenos agricultores num mesmo centro”, salienta o pesquisador e parceiro do projeto Rodolfo Rumpf, da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia.
O pesquisador explicou que uma das grandes conquistas que o CTZL também viabilizará será a constituição de um Banco Genético das raças envolvidas. “A partir dos animais de diversas procedências, que vamos receber dos criadores, faremos a identificação do que existe de material genético diferente para multiplicar e distribuir aos agricultores familiares”, explica Rodolfo.

DF é carente de tecnologia leiteira
O Distrito Federal importa 85% do leite consumido, a mesma situação é observada no Entorno. Desta forma, a região contribui com apenas 0.16% da produção leiteira nacional. Esta baixa produitividade está associada ao reduzido emprego de tecnologias e carência de animais com significativo potencial genético para a produção de leite. Como a pecuária leiteira no Brasil está concentrada em pequenas e médias propriedades, a necessidade de melhorar esta mão-de obra, transferir tecnologias e agregar valor ao leite é fundamental para avalancar a produção leiteira na região.

Selma Beltrão (Jornalista MTb 2490/13/11 DF)
Área de Comunicação e Negócios
Embrapa Cerrados
BR 020, Km 18, Rodovia BsB/Fortaleza
CEP: 73310-970 Planaltina-DF
Telefone: (61) 388 9953

ENCONTRO DEBATE BIOSSEGURANÇA DE ORGANISMOS GENETICAMENTE MODIFICADOS

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), promove dia 6 de abril, o encontro “Biossegurança de Organismos Geneticamente Modificados”. No evento, promovido pela Embrapa Agroindústria de Alimentos (Rio de Janeiro), serão tratados temas como segurança e detecção de OGM, rotulagem de alimentos oriundos da biotecnologia moderna no Brasil e legislação brasileira sobre a biossegurança de OGM.
As palestras têm início às 9h e contarão com a participação do representante do Federal Research Centre for Nutrition, Ralf Greiner, de Karlsruhe da Alemanha e de pesquisadores da Embrapa. Os interessados em participar do encontro devem entrar em contato pelo e-mail: sac@ctaa.embrapa.br .

Programação:

09h00 - Palestra "Detection methods for GM food", Ralf Greiner, Federal Research Centre for Nutrition, de Karlsruhe, Alemanha
10h00 - Intervalo
10h30 - Palestra "Safety assessment of such food", Ralf Greiner, Federal Research Centre for Nutrition, de Karlsruhe, Alemanha
11h30 - Almoço
13:30 - Palestra "Rotulagem de OGMs no Brasil", José Luiz Viana, pesquisador Embrapa Agroindústria de Alimentos
14h30 - Intervalo
15h00 - Palestra "Legislação Brasileira de Biossegurança", com Mônica Amâncio Cibele, advogada da Embrapa

UM PROMISSOR MERCADO PARA O COURO: A FABRICAÇÃO DE GELATINAS

O Brasil exporta cerca de 24 mil toneladas por ano de gelatina. O colágeno é a classe mais abundante de proteínas do organismo humano, representando mais de 30% de sua proteína total. Ele está presente na pele, ossos, tendões e no tecido conjuntivo mole dos animais, como os bovinos, por exemplo.
Indústrias farmacêuticas, de cosméticos e de alimentos têm aumentado bastante o uso de gelatinas em seus produtos. Eles estão presentes em shampoos, cremes, cápsulas duras e moles, e também em alimentos como iogurtes, barras de cereais e sobremesas.
Com esse crescimento, as indústrias vêm se esforçando para que haja uma preocupação maior no campo, nos frigoríficos e nos curtumes, ou seja, em toda a cadeia produtiva para a fabricação da gelatina.
Responsáveis pela retirada, pelo manejo do couro, raspas e aparas das peles bovinas até a sua chegada nas fábricas, pecuaristas, donos de frigoríficos e curtumes devem estar atentos para as resoluções estabelecidas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA, e se unirem para assegurar a qualidade e a melhoria contínua dessa matéria-prima. Assim a mesma será mais competitiva no mercado nacional e internacional, trazendo crescimento e modernização do setor.

Fiscalização é o principal desafio – Para atender as exigências das indústrias de gelatina e gerar produtos saudáveis para os consumidores, a matéria-prima precisa passar por inúmeros processos, principalmente de fiscalização sanitária. Somente animais que foram inspecionados no frigorífico e aprovados para o consumo humano é que podem ser comercializados.
As regulamentações internacionais dos grandes mercados consumidores demandam um modelo de rastreabilidade para as matérias-primas, que é aprovado e certificado pelo Serviço de Inspeção Federal – SIF, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Para especialistas do setor a fiscalização é de extrema importância, assegurando um produto de melhor qualidade e com maior potencial de exportação, já que a maior parte da produção de gelatina é exportada para Europa e Estados Unidos.


Mais informações - S.P.R.I.M. Box Brasil
Juliana Moraes / Eryka Motta
(21) 3139-9105 / 3139-9101

Laboratório e palestras sobre ferrugem são os destaques da BASF na Agrishow Comigo

Além das palestras e do laboratório, o estande da BASF tem áreas de plantio onde os visitantes poderão conhecer os resultados obtidos com a aplicação de produtos inovadores para soja, milho e algodão

Para a Agrishow Comigo 2005, que acontece de 05 a 09 de abril, em Rio Verde-GO, a BASF, uma das principais fabricantes de defensivos agrícolas do país, preparou diversas atividades e demonstrações de campo voltadas para os produtores de soja, milho e algodão.
Uma das principais atrações que os visitantes da feira podem conferir no estande da BASF é o laboratório com amostras de doenças de final de ciclo. Entre elas, a ferrugem asiática, principal doença fúngica que ataca a soja no Cerrado.
No laboratório, lupas microscópicas estão a disposição do público, que orientados por engenheiros agrônomos podem conhecer as lesões causadas pela ferrugem asiática e como o fungicida Opera atua no combate à doença. Também estão expostas amostras de plantas de soja, com danos causados pelo ataque de pragas e insetos, bem como os resultados obtidos com o uso do inseticida Standak.

Áreas demonstrativas de soja, milho e algodão
Estações com áreas plantadas com soja, milho e algodão estão montadas no estande, para que os participantes do evento possam avaliar os resultados positivos obtidos com a aplicação correta dos defensivos específicos para cada uma dessas culturas.
Durante todo o evento, a equipe técnica da BASF está à disposição dos visitantes para fornecer informações detalhadas sobre novas tecnologias agrícolas, que utiliza o portfólio de produtos, composto por fungicidas, herbicidas, inseticidas e bio-reguladores de alta performance.
“Os destaques na Agrishow Comigo para a cultura da soja são o Opera, Standak e Alteza 30 SL“, ressalta Ademar De Geroni Júnior, gerente de Cultura Soja Cerrado da BASF.
Para o controle de pragas e doenças do milho, a BASF está disponibilizando informações sobre o Opera, Sanson 40 SC, Talcord 250 CE, Nomolt 150 e Fastac 100 SC. ”Temos as melhores soluções para os produtores de milho e que estão apresentadas em nossas áreas demonstrativas durante a Agrishow Comigo”, informa Airton Leites, gerente de Cultura Milho da BASF.
Outro destaque que a empresa apresenta na feira é o portfolio para a cultura de algodão, composto pelo Pix HC, Comet, Nomolt 150, Fastac 100 SC e Fastac 100 CE, entre outros. “São produtos de alta performance, que vêm se tornando aliados importantes dos produtores no combate às pragas e doenças das plantações de algodão”, ressalta Julio César Lourenço, gerente de Cultura Algodão da BASF.

Controle eficiente de pragas, doenças e crescimento da soja, milho e algodão
Com ação sistêmica, o Opera está revolucionando as técnicas de controle das doenças que atacam a cultura da soja durante todo o ciclo da planta, especialmente a ferrugem asiática. O fungicida, produzido com exclusividade pela BASF, proporciona alta produtividade e maior rentabilidade ao produtor.
Suas principais características são o controle eficaz das principais doenças foliares da soja; efeito protetor e curativo na planta; fórmula exclusiva; longo período de controle; alta produtividade; maior lucratividade; e amplo espectro de ação, controlando inclusive doenças de final de ciclo.
Lançado em 2004, o herbicida Alteza 30 SL, que ampliou o portfólio de produtos da BASF para a cultura da soja, controla com eficiência plantas daninhas de folhas largas e estreitas, simultaneamente.
Além da excelente relação custo-benefício para o produtor rural, outro importante diferencial do Alteza 30 SL é a sua ação prolongada, limitando, na maioria dos casos, a uma única aplicação do produto. “Isso proporciona redução global dos custos de produção“, explica Ademar De Geroni, gerente de Cultura Soja Cerrado da BASF.
Com excelente performance e melhor ação dessecante em relação aos produtos similares, o Alteza 30 SL combate com grande eficiência plantas daninhas de difícil controle, como carrapicho-rasteiro, falsa-serralha, picão-preto, trapoeraba, guanxuma, entre outras.
Eficiente e recomendado para uso em tratamento de sementes, o inseticida Standak combate com alta eficiência as principais pragas de solo que atacam, principalmente, as lavouras de soja, milho, entre outras culturas.
Para a cultura do algodão, um dos destaques da BASF é o Pix HC, lançado em 2004. O produto é um bio-regulador, indicado para o gerenciamento da cultura do algodão, atuando no controle do crescimento da planta e direcionando a energia para o que trás retorno econômico, a produção de pluma.
Além de gerenciar de forma eficiente o crescimento das plantas de algodão, o Pix HC contribui para a distribuição mais uniforme dos demais insumos aplicados, otimizando o manejo da cultura.
Entre outros benefícios, o uso do Pix HC facilita a colheita com altura de planta adequada, uniformidade de maturação das maçãs, e maior rendimento da operação de colheita.


Os defensivos agrícolas apresentados neste texto são marcas registradas da BASF


Divisão de Produtos para Agricultura
Com vendas que representaram €3,354 bilhões em 2004, dos quais €695 milhões são da América do Sul, a Divisão de Produtos para Agricultura da BASF é a líder no segmento de proteção à lavoura e uma forte parceira da indústria agrícola ao fornecer fungicidas, inseticidas e herbicidas bem estabelecidos e inovadores. Os agricultores usam estes produtos e serviços para aumentar sua produção e qualidade das colheitas. Estes produtos também são usados em saúde pública, controle estrutural/urbano de pragas, gramados e plantas ornamentais. A BASF tem como objetivo transformar rapidamente seu conhecimento em sucesso de mercado. A Divisão de Produtos para Agricultura da BASF visa ser líder mundial em inovações, otimizando a produção agrícola, melhorando a nutrição e, como resultado, melhorando a qualidade de vida de uma população mundial cada vez mais crescente. Mais informações podem ser obtidas no endereço eletrônico:
www.agriculturalproducts.basf.com.

BASF. A química da vida.
A BASF emprega cerca de 4.800 colaboradores na América do Sul e atingiu vendas de €2.1 bilhões na região. Desse total, €1.4 bilhão representa as vendas da empresa no Brasil que possui cerca de 3.300 colaboradores. A BASF é a empresa química líder mundial: “The Chemical Company”. Seu portfolio de produtos oferece desde químicos, plásticos, produtos de performance, produtos para agricultura e química fina até petróleo e gás natural. Como uma parceira de todos os segmentos da indústria, as soluções inteligentes e produtos de alto valor da BASF ajudam seus clientes a obter ainda mais o sucesso. A BASF desenvolve novas tecnologias e as utiliza para abrir novas oportunidades de mercado, combinando o sucesso econômico à proteção ambiental e à responsabilidade social e contribuindo, assim, para um futuro melhor. Em 2004, a BASF contava com aproximadamente 82.000 colaboradores e contabilizou suas vendas em mais de €37 bilhões. As ações da BASF são negociadas nas bolsas de valores de Frankfurt (BAS), Londres (BFA), Nova York (BF), Paris (BA) e Zurique (AN). Mais informações sobre a BASF estão disponíveis no endereço www.basf.com.

Mais informações
CL-A Comunicações: Fone- (11) 3082-3977, fax – (11) 3082-4066, com Paulo Damião (r.27) paulo@cl-a.com / Érica Smith (r.28) erica@cl-a.com

sexta-feira, abril 01, 2005

CAFÉ DO CENTRO VENDE PARA GRUPO FRANCÊS CASINO

O Café do Centro, tradicional empresa torrefadora de café fundada em 1916 - está realizando pela segunda vez uma grande exportação de grãos especiais para uma das maiores redes de supermercados do mundo, o Grupo Casino - empresa sócia do grupo Pão de Açúcar no Brasil, que acaba de adquirir 50 toneladas de café industrializado (especial), mais de três vezes do montante exportado em 2004. Consideramos esta transação uma vitória da indústria brasileira, pois sabemos como é difícil entrar no mercado Europeu, principalmente na França que conta com alto grau de protecionismo local, destaca Rafael Branco Peres, sócio-diretor do Café do Centro.
O negócio envolveu a exportação de cafés produzidos em seis diferentes regiões do País, o que significou um trabalho extremamente minucioso de todo o processo industrial e logístico destes produtos. O Brasil, maior produtor e exportador mundial de café in natura vem buscando uma inserção dentro do mercado internacional de café na venda do produto acabado com o intuito de obter aumento de receitas e ampliação do valor agregado do mesmo, relata Rafael.
Segundo informações da diretoria, esta operação vem ao encontro dos anseios do café do Centro, pois se trata da venda de um café genuinamente brasileiro num mercado extremamente exigente. O melhor disso é que não é a primeira vez, já vendemos cinco toneladas, o que significa dizer que nosso produto foi aceito e é perfeitamente vendável naquele mercado , detalha Rafael. Para complementar, ele diz ainda os demais mercados onde sua marca está presente. Nossos produtos estão em países como Chile, Japão o e Taiwan. Temos certeza de que esta operação com o Casino funcionará como uma porta para outros países europeus que irão, cada vez mais, apreciar o café 100% brasileiro, complementa.
O executivo declara ainda que todos os processos de fábrica, envolvendo inclusive as embalagens foram devidamente adaptados para atender às conformidades firmadas no acordo com o grupo Frances. Todas as embalagens são de alumínio com espessura especial e adição de gás inerte (nitrogenio) no pacote, de forma a oferecer prazo de validade mais longo ao produto. Desta forma, o café conta com prazo de validade de um ano e não de seis meses, como seria a normal, conta Rafael.
De acordo com Rafael Branco Peres, diretor do Café do Centro, que já conta com seus produtos no Japão, Chile, Estados Unidos, a rede varejista francesa é uma porta de entrada importante para o continente europeu, que consome muito café, mas desconhece a qualidade da bebida brasileira.
A empresa Café do Centro é uma das líderes do segmento de cafés especiais e gourmets no Brasil, com seis diferentes produtos em sua linha, provenientes das melhores regiões produtoras de café Mogiana, Bahia, Espírito Santo, sul de Minas, Cerrado mineiro e Paraná. Oferece ao mercado os melhores cafés produzidos no Brasil provenientes de fazendas premiadas com selo de qualidade.

TEXTO & IMAGEM ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO
(11) 5571-5414
Jane Cruz
Ana Paula Soares
Paula Yokoyama
CAFÉ DO CENTRO
www.cafedocentro.com.br

quarta-feira, março 30, 2005

Luciano Cury é reeleito presidente da ABCCA

A Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Árabe (ABCCA) realizou, dia 21 de março, eleição para a escolha da nova diretoria e do conselho consultivo da entidade. O presidente Luciano Cury, após dois anos no comando da ABCCA, foi reeleito para o biênio 2005/2006.
A chapa encabeçada por Cury teve duas alterações: Paulo Jamil Saliba entra como vice-presidente de Exposições, e Cláudio Bagarolli, ocupa a vice-presidência de Provas. As vice-presidências Administrativa-Financeira e de Fomento permanecem inalteradas, sob o comando de João Roberto Sorvillo e José Alves Filho, respectivamente.
O conselho consultivo da ABCCA é formado pelos membros efetivos Aloysio de A. Faria, Cláudio Bardella, Roberto Dabdad, Célia Prátola, Luciano J. Chuahy, Cid Guardia, Luiz Eduardo Moreira Caio, Sidney L. Muniz, Francisco V. Carrasco, João Roberto Sorvillo e Luciano Cury. Os membros eleitos são: Cláudio F. Hirsch, Augusto M. M. Wanderley, Salim Mattar e Umberto Bonini.
Nos últimos dois anos o Cavalo Árabe ganhou espaço no cenário eqüino brasileiro. As exposições da raça são cada vez mais atraentes para criadores internacionais. Os exemplares brasileiros da raça são considerados os melhores do mundo. "Apesar de não termos o cavalo na nossa raiz, pois fomos colonizados e desbravados por barcos, o Brasil tem um grande diferencial: somos criadores e não apenas proprietários", fala Luciano Cury sobre a paixão dos criadores nacionais por esses animais.


Diego Bonel
QUALITTÁ Comunicação Empresarial
(11) 5041-0955 / (11)5533-1106

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