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terça-feira, fevereiro 17, 2004

Bactérias auxiliam na limpeza de resíduos vegetais e animais em áreas rurais

Produtos biológicos são boa solução para o tratamento de efluentes em geral

Manter a higiene de sítios, chácaras e fazendas não é tarefa fácil. É preciso acabar com os resíduos animais e vegetais que se acumulam em lagoas e lagos de criação de peixes, tanques, fossas sépticas, caixas de gordura, entre outros, causando mau cheiro e danos ao meio ambiente e à saúde humana.
Para facilitar a manutenção e a limpeza destes locais, a Super Bac, empresa especializada em proteção ambiental, conta com uma solução natural e ecológica para o tratamento de efluentes em geral.

Bactérias “do bem” dissolvem sujeira
Os “Bio Cubos”, “Bio Tabletes” ou “Bio Grãos” Gênesis são colocados abaixo do nível da água no local onde será efetuado o tratamento. A partir de então, eles se dissolvem gradualmente num período de 90 a 150 dias, de acordo com a vazão, permitindo um tratamento contínuo e degradação de resíduos e que dispensa dosagens periódicas, reduzindo gastos com tempo, mão-de-obra e equipamento para a manutenção.
Como medida de segurança e mínimo impacto ambiental, a SuperBac garante que os produtos Gênesis não contêm microorganismos produtos de modificação genética: “todos são de ocorrência natural no planeta e originários no Brasil. Também não comprometem o meio ambiente e nem são prejudiciais ao ser humano”, garante Luiz Chacon, diretor da Super Bac Proteção Ambiental.
Chacon explica que o produto é resultado de trabalho de pesquisa de biólogos, químicos e engenheiros da empresa, que obtiveram sucesso ao isolar e cultivar microorganismos específicos com características superiores de degradação. “As bactérias selecionadas são capazes de decompor um amplo espectro de compostos orgânicos em taxas mais altas do que outros microorganismos que ocorrem naturalmente”, afirma.
A Super Bac Proteção Ambiental, empresa responsável pela comercialização do sistema Gênesis, está localizada à rua Karl Richter, 58 – 4o. andar, Morumbi, em São Paulo. Informações pelo tel. (11) 3743.5656 ou pelo email sterilizer@sterilizer.com.br.


CH2A comunicação Ltda. Tel (11) 3253.7052

EMPRESÁRIOS JAPONESES E COREANOS CHEGAM AO BRASIL PARA NEGOCIAR COMPRA DE CARNE DE FRANGO

A abertura do mercado asiático às carnes brasileiras, especialmente as de frango, está cada vez mais próxima. Na próxima quinta-feira (19), missões empresariais do Japão e da Coréia do Sul chegam ao Brasil, onde ficam até o dia 28, para manter contatos com representantes de entidades produtoras e exportadoras de carnes de aves, suínos e bovinos. Com seus plantéis atingidos pela gripe do frango, esses dois países têm interesse em fechar negócios com o Brasil para importar frango ainda este ano.
A Coréia do Sul tem interesse em comprar, por intermédio da Associação dos Importadores de Carnes, 50 mil toneladas de carne de frango em 2004. Além dos dirigentes da entidade, a missão coreana contará com representantes de duas empresas: uma delas opera por ano cerca de US$ 170 milhões e a outra, aproximadamente US$ 100 milhões. A delegação japonesa reunirá seis empresas. Cada uma delas quer importar entre mil e cinco mil toneladas/mês de cortes especiais de carne de frango.
O roteiro das duas missões empresariais asiáticas no Brasil já está definido. No dia 20, os empresários japoneses e coreanos têm encontro com empresas e cooperativas de exportação de carnes de frango, suíno e bovino na Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), em Curitiba. No dia 26, eles se reúnem com a Associação Paulista de Avicultura, em São Paulo.
A agenda dos empresários japoneses e chineses prossegue no dia 27, ainda em São Paulo, quando vão se reunir com os representantes da Associação Brasileira dos Exportadores de Frango (Abef), da União Brasileira dos Avicultores (UBA), da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora da Carne Suína (Abipecs) e da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).
Por orientação do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Roberto Rodrigues, o secretário de Defesa Agropecuária, Maçao Tadano, vem desenvolvendo contados para aproximar os exportadores brasileiros de carne dos importadores asiáticos. Nesse sentido, Tadano está incentivando os empresários brasileiros para que participem na próxima edição da Foodex – maior feira de alimentos da Ásia -, que será realizada no próximo mês em Tóquio. O evento reúne mais de cem mil importadores e exportadores.


ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL – DIVISÃO DE IMPRENSA
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Ferrugem Asiática: Grupo Agroquima está auxiliando milhares de agricultores de Goiás a monitorar suas plantações

Ferrugem asiática coloca agricultores de Goiás em estado de alerta

Dados divulgados recentemente pela Superintendência de Planejamento Agrícola (Supla) da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seagro) do Estado de Goiás prevêem um aumento de 12% na produção de grãos da safra deste ano (2003/2004) com relação à safra anterior. A área plantada de soja deverá liderar mais uma vez a intenção de plantio, com 2,59 milhões de hectares e produção estimada em 7,6 milhões de toneladas.
No entanto, o aparecimento precoce da Ferrugem Asiática em Goiás pode comprometer as previsões para esta safra, o que está preocupando pesquisadores, especialistas, agrônomos e agricultores, já que a doença reduz a produtividade das lavouras e seu controle aumenta significativamente os custos de produção. Ao contrário do ocorrido na safra anterior, os primeiros sintomas apareceram mais cedo e, em alguns casos, a doença atingiu plantas ainda no estádio vegetativo, cerca de 25 dias após a germinação.
A Ferrugem Asiática é causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, causa desfolha precoce da soja e redução de peso do grão. A doença é disseminada pelo vento e não pela semente. Nos casos mais severos, há relatos de perdas de cerca de 70% da produção. Ela apareceu pela primeira vez há dois anos e sua identificação na fase inicial ainda é uma dificuldade para técnicos e agricultores. “A ferrugem tem tomado conta do Estado do Goiás, principalmente na região sudoeste, onde existem grandes áreas de soja. O prejuízo ainda é incalculável, visto que os produtores estão em estado de alerta e fiscalizando diariamente suas lavouras”, explica Mariana Amaral Loyola, Assessora Técnica da FAEG (Federação de Agricultura e Pecuária de Goiás).
Para o engenheiro agrônomo José Nunes, Gerente de Pesquisa do Centro Tecnológico para Pesquisas Agropecuárias de Goiânia (CTPA), com o aumento das chuvas em janeiro/fevereiro a severidade vem crescendo, tornando necessária a intensificação do monitoramento da lavoura e, em alguns casos, a aplicação de fungicidas no estádio vegetativo. “As condições climáticas continuam favoráveis para o fungo, dificultando a aplicação dos fungicidas. Além disso, a maioria dos produtores tinham uma estratégia para duas aplicações; com a ocorrência mais cedo, é quase certa uma terceira aplicação”, explicou Nunes.
Para piorar a situação, está faltando defensivos no mercado. Segundo o agricultor Rogério Toniazzo, de Jataí/GO, centenas de produtores não encontram fungicidas nas lojas para aplicação nas lavouras. “O ágio sobre o preço dos defensivos já chega à 100% na região, e só por encomenda”, revelou o agricultor, que plantou 2.400 hectares de soja; a região de Jataí e Mineiros, uma das mais afetadas pela doença, possui 400 mil hectares plantados.

Monitoramento Agroquima – O Grupo Agroquima (Goiânia/GO), juntamente com demais órgãos oficiais e ONG´s vem realizando um trabalho sistemático e contínuo de monitoramento das lavouras, além de passar esclarecimentos a respeito da doença através de visitas técnicas nas fazendas de milhares de agricultores. “O agricultor achou a princípio que era apenas mais uma doença de final de ciclo, as chamadas DFC´s. Hoje, graças ao nosso trabalho, ele tem a noção exata dos danos que a ferrugem pode causar”, esclarece Ademar Magalhães, Gerente de Vendas da Agroquima, filiais Jataí e Mineiros (GO).
De fato, esta safra tem sido um verdadeiro “laboratório” para toda a equipe Agroquima, que possui atualmente mais de 25 áreas de testes com todos os produtos disponíveis no mercado, em diversas localidades e sobre áreas plantadas com o maior número de variedades de soja. Com isso, a partir da compilação de diversos dados, a equipe da empresa pode orientar com consistência todo e qualquer produtor goiano.
Segundo Magalhães, o monitoramento da doença tem a finalidade de descobrir o momento correto para a aplicação dos fungicidas, evitando onerar demais o custo de produção, que pode se agravar ainda mais pela falta do produto, pelo ágio e pela rápida proliferação do fungo. “Buscamos obter o melhor custo-benefício com relação ao controle da doença, que poderá ser muito severa e permanente”, esclarece.
A Agroquima tem ministrado ainda palestras com especialistas em dezenas de fazendas e disponibilizado microscópios e lupas aos agricultores. “Além de proteger as lavouras, a vantagem de realizarmos este trabalho é que estamos estreitando o relacionamento com nossos clientes; afinal, o negócio do agricultor também é o nosso negócio”, resume Ademar Magalhães.
Mas, não são apenas clientes que estão sendo monitorados, informa Vinicius Resende, Gerente Comercial da Filial de Rio Verde/GO. “Estamos monitorando áreas de clientes e não-clientes, pois a presença de pústulas da doença em áreas adjacentes aos nossos clientes é garantia certa de disseminação da doença. Portanto, tão importante quanto o controle nas áreas dos nossos parceiros é também importante nas áreas dos vizinhos dos parceiros”, explicou Vinicius. O monitoramento da Agroquima nesta região já envolve cerca de 600 propriedades e abrange as cidades de Rio Verde, Montividiu, Santa Helena, Edéia, Paraúna, Acreúna e Quirinópolis, área de aproximadamente 500 mil ha de soja.

* Municípios de Goiás onde a ferrugem foi identificada na safra 2003/04:
Bela Vista de Goiás, Abadiana , Araçú, Santa Isabel, São Luiz do Norte , Vianópolis, Porangatu , São Miguel do Araguaia, Santo Antônio de Goiás , Orizona, Cocalzinho, Turvelândia , Cristianópolis, Caldas Novas, Aloândia , Anápolis, Bairro Alto, Edeialina, Formosa , Ipameri, Itumbiara , Leopoldo de Bulhões, Luziânia, Palmeiras de Goiás, Palminópolis , Goianésia, Indiara, Porteirão, Piracanjuba, Joviânia, Edéia, Silvânia, Catalão, Cristalina, Goiânia, Rio Verde, Santa Helena, Senado Canedo, Campo Alegre, Mineiros, Montividiu, Santo Antônio da Barra, Porteirão, Bom Jesus de Goiás, Goiatuba, Maurilânia, Paraúna, Acreúna, Caiapônia, Jataí, Chapadão do Céu, Perolância. (Fonte : www.cnpso.embrapa.br/alerta)

Sobre o Grupo Agroquima (www.agroquima.com.br)
· A Agroquima Produtos Agropecuários Ltda. está presente no ramo agropecuário há 35 anos. Possui 11 filiais distribuídas por seis Estados brasileiros e um centro administrativo, localizado estrategicamente na cidade de Goiânia/GO.
· Com uma política voltada para atender às necessidades dos seus clientes, a Agroquima sempre foi pioneira no lançamento de produtos que se tornaram líderes de mercado, tais como Tordon, Ivomec, Fosquima, Padron, Verdict, Spider, Furazin e sementes de Sorgo 822.
· Especialista na produção de Suplementos Minerais, possui a marca Fosquima, reconhecida nacionalmente pela sua qualidade; exemplo disso é o Fosquima Uréia 140, que foi lançado pela empresa em 1986 e há 17 anos é líder de mercado no Segmento de Suplemento Mineral com Uréia no Centro Oeste. Fabrica também uma linha completa de proteinados para seca e água, rações para confinamento e semiconfinamento e para gado de leite.
· Produz e beneficia Sementes para Pastagens com as mais avançadas tecnologias, utilizando, na certificação de sua qualidade, o processo de Germinação Natural, selecionando as sementes de maior vigor, o que garante o poder de germinação e a perfeita formação das pastagens. Em 2003, a marca SEMENTES AGROQUIMA recebe o prêmio “Top of Mind” promovido pelo jornal O Popular, de Goiânia/GO.
· A Agroquima, sempre preocupada em inovar, vem de forma pioneira desenvolvendo com grande êxito na Fazenda Rio Crixás, a introdução da raça bovina Bonsmara no Brasil. Os ½ sangue cruzados, filhos de vacas Nelore com touros Bonsmara, da Fazenda Rio Crixás, foram abatidos aos 27 meses, com peso de 17,5 arrobas, mantidos exclusivamente a pasto, entusiasmando a Empresa na produção de 1200 prenhezes de animais puros em 2003, pelo processo de Transferência de Embriões. A Agropecuária Rio Crixás acredita que o consumidor brasileiro está despertando seu interesse em carnes de qualidade, tornando-se mais exigente e acredita nos nichos de mercado externo que procura carne macia, suculenta e saborosa, e para isso considera a raça Bonsmara imbatível na produção de carne de qualidade a campo, mesmo no calor tropical.

XCLUSIVE PRESS
Gualberto Vita / Bianca Proença
Assessoria de Imprensa AGROQUIMA
Tel.: (15) 9711-7966 / (15) 262-4142
site: www.xclusive.com.br
Jornalista Responsável: O.P.Gessulli (Mtb 32.517)

Schering-Plough Coopers apresenta nova versão de seu site

Regulamento para a nova edição do Prêmio Pesquisa Clínica de 2004 já está disponível no site www.spcoopers.com.br

A Schering-Plough Coopers reformulou totalmente o site enriquecendo o conteúdo e modernizando o aspecto visual. A partir de agora quem acessar o www.spcoopers.com.br estará conhecendo o mesmo padrão da matriz nos EUA, esta adaptação ocorreu pois a empresa está atuando com uma visão mais globalizada.
Uma das grandes novidades é o lançamento das instruções detalhadas sobre como participar da 6º edição do Prêmio Pesquisa Clínica, que oferece aos médicos veterinários a oportunidade de viajar para importantes congressos mundiais. O novo site traz ainda na abertura a visão, missão e valores da empresa.
“O nosso site está muito mais bonito e detalhado, pois o conteúdo enriqueceu muito e o aspecto visual foi modernizado. Além disso, quem acessar terá link direto com os outros sites da empresa, onde poderão ser obtidas informações sobre o Prêmio Pesquisa Clínica e retirado o regulamento, além das informações específicas que cada site proporciona”, afirma José Otávio Souza, Gerente de Tecnologia de Informática da Schering-Plough Coopers.
No site são encontrados o histórico da empresa, o leque de produtos, as dúvidas mais freqüentes e o fale conosco para quem precisar obter mais informações. Outra novidade é o mapa completo de como localizar as informações necessárias, divididos em cães e gatos, aves, suínos, gado de corte, gado leiteiro, caprinos/ovinos e eqüinos.
O www.spcoopers.com.br destaca ainda os endereços de acesso e dicas de sites das diversas unidades da empresa como o: www.especial.pet.com.br; www.qi-com.br; www.pec-coopers.com.br e também os sites mundiais da Schering-Plough Animal Health que são o www.spah.com; www.mycattle.com; www.myswine.com; www.myvetonline.com; www.nuflor.com, ente outros.

Não esqueça o novo site www.spcoopers.com.br.


Kátia Camargo (19) 9606 1513
Cid Luís de Oliveira Pinto (19) 9606 1510
Fone: (19) 3232.0050
Fax: (19) 3231.3314

MAPA VAI CERTIFICAR ÓLEO DE SOJA EM BRUTO EXPORTADO PARA A CHINA

A partir do início do próximo mês, as cargas de óleo de soja em bruto embarcadas para a China pelo porto de Paranaguá (PR) serão acompanhadas de um certificado de qualidade emitido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). A informação foi dada hoje pelo chefe da Divisão de Classificação de Produtos Vegetais da Secretaria de Apoio Rural e Cooperativismo (Sarc), Fábio Florêncio Fernandes. Com a medida, o Mapa impedirá que carregamentos de soja com impureza sejam exportados para o mercado chinês.
Recentemente, o governo da China enviou ao Mapa reclamação contra a qualidade do óleo de soja em bruto exportado por sete empresas instaladas no Brasil. No total, elas exportaram nove milhões de toneladas de soja com impureza. “Houve uma alta adição de quantidade de soda cáustica nesses carregamentos do produto, o que resultou na formação de uma borra no fundo do óleo. Por isso, os chineses se queixaram da qualidade da mercadoria que estavam recebendo”, explicou Fernandes.
Para evitar uma eventual suspensão dos embarques para a China, o Mapa decidiu assumir, por intermédio da Delegacia Federal de Agricultura do Paraná, a fiscalização da soja exportada pelo porto de Paranaguá. Amparado na portaria 795, de 15 de dezembro de 1993, que estabelece a identificação e o padrão de qualidade do óleo de soja, o Mapa vai determinar à Empresa Paranaense de Classificação de Produtos (Claspar) que passe a enviar a exame laboratorial as amostras que serão coletadas do produto.
“A cada mil toneladas de óleo de soja em bruto serão coletados um litro e meio do produto para submeter a exame laboratorial”, revelou Fernandes. O custo, de R$ 1,31 por análise, será cobrado dos exportadores, acrescentou o chefe da Divisão de Classificação de Produtos Vegetais da Sarc. Agora, o Mapa encaminhará correspondência ao governo chinês informando a adoção de medidas para certificar a qualidade do óleo de soja em bruto comercializado com aquele mercado.
De acordo com Fernandes, a previsão é de que 1,75 milhão de toneladas de óleo de soja em bruto sejam exportadas por Paranaguá neste ano. No ano passado, o volume foi 1,46 milhão de toneladas do produto. Em 2002, os embarques da mercadoria pelo porto paranaense chagaram a 1,19 milhão de toneladas.

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segunda-feira, fevereiro 16, 2004

Brasil e Itália se unem para criar o mais completo curso de especialização de baristas e aprimorar ainda mais a xícara de café expresso

Rede Fran´s Café e empresa italiana La Spaziale firmam parceria com o objetivo de promover uma intensa reciclagem, qualificação e capacitação de baristas. Projeto prevê também a implantação de uma espécie de "MBA" do café
Quando o assunto é café expresso, não tem para ninguém. Brasil e Itália são, sem dúvida, experts na área. "Americano que vem aqui ensinar como se tira um café ou discorrer sobre a qualidade dos grãos ou o ajuste das máquinas, que nos desculpe. Os Estados Unidos são referência para muitos serviços, idéias e produtos. Mas de café expresso, quem entende somos nós, brasileiros, e os italianos", declara Lupércio de Moraes, diretor-presidente da rede Fran´s Café, que acaba de assinar contrato com a empresa italiana La Spaziale, uma das maiores potências mundiais especializadas em máquinas de café expresso e única indústria com foco em capacitação e treinamento de baristas.
O projeto foi negociado em outubro do ano passado, quando os presidentes das duas empresas encontraram-se na feira do café de Milão. Essa união de forças, vai beneficiar ainda mais o consumidor brasileiro, que está saboreando um café expresso de paladar cada vez mais refinado.
A parceria exclusiva promete ultrapassar os limites de qualidade e para isso, está unindo forças para promover reciclagem, especialização, capacitação, qualificação e treinamento de toda a equipe envolvida com o café servido na xícara do consumidor, desde os baristas que já atuam nas lojas do Fran´s até franqueados e atendentes. Para implantar o novo projeto, o Fran´s não deixou por menos. Tratou logo de ir buscar o mais renomado barista europeu, Josep Feixa, o especialista que implantou projeto semelhante na divisão espanhola da Illy e é hoje referência internacional na arte de "tirar" um café expresso perfeito. A vinda do especialista Josep Feixa ao Brasil e sua ação junto à maior rede brasileira de cafeterias de conveniência torna-se um divisor de águas na conceituação internacional do nosso café, e deve elevar significativamente, junto à opinião pública nacional e internacional, a excelência do nosso café expresso em âmbito mundial.
A vinda de Feixa para o Brasil faz parte de uma ampla e ousada investida da rede Fran´s Café para mudar a história do café expresso no país e faz parte de uma ação mais ampla da rede, que vem investindo de forma ousada na excelência de qualidade. "Somente uma rede com o porte e os objetivos claros do Fran´s Café poderia realizar tamanha investida", ressalta Lupércio de Moraes.
Assim, o que já era bom, vai ficar ainda melhor. Depois que o Fran´s trouxe para as lojas da rede, a alta tecnologia das máquinas de expresso italianas, depois de ter desenvolvido o café de marca própria (o Fran´s Expresso, obtido a partir de um blend especial de grãos das mais nobres regiões cafeeiras do país), depois de ter implantando revistaria, wi fi e cybercafé, depois de ter repaginado as lojas da rede, depois de ter criado o Centro de Formação e Treinamento de Baristas Fran´s Café, agora o Fran´s aprimora ainda mais a sua técnica de "tirar" um delicioso expresso.
Na segunda etapa do projeto, o Fran´s Café e a La Spaziale pretendem firmar parceria com instituições de ensino para criar uma espécie de "MBA" de café, um programa de especialização em café que deve incluir também no currículo, temas como agrobusiness, exportação, formatação de blend e torrefação, com o objetivo de transmitir aos profissionais que já atuam no mercado e aos interessados na área de café toda a dinâmica do café expresso, desde o grão verde até o produto final, servido na xícara.
A empresa italiana La Spaziale já vem sendo referência para a rede Fran´s Café há alguns anos. Foi nela que a nutricionista Arlete Nagano, barista-chefe, classificadora de café e responsável pelo desenvolvimento de produtos e café da rede Fran´s Café, aprimorou-se na arte de tirar um café expresso e encabeçou o projeto de treinamento de barista da rede, à frente do Centro de Formação e Treinamento de Baristas do Fran´s Café, que já capacitou centenas de profissionais, nos últimos dois anos. Arlete Nagano e toda a equipe de nutricionistas e de treinamento e capacitação de funcionários do Fran´s estarão trabalhando junto a Feixa, neste audacioso projeto.

OFFICINA - ASSESSORIA DE IMPRENSA & DESIGN
Mais informações: Aurea Gil
Jornalista responsável: Ana Spalato - Mtb 19.032

MAPA LIBERA RECURSOS PARA A CAPACITAÇÃO DE AGRICULTORES FAMILIARES DO SETOR LEITEIRO

O aumento da eficiência dos pequenos produtores para que tenham um melhor rendimento nas suas atividades rurais é uma das metas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Seguindo essa diretriz, a Secretaria de Apoio Rural e Cooperativismo (Sarc) assinou hoje (13/02), em Chapecó (SC), convênio com a Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar da Região Sul (Fetraf-Sul) do país. Por seu intermédio, o Mapa e a entidade vão desenvolver um projeto de capacitação de agricultores familiares, técnicos dirigentes e gestores envolvidos na produção, industrialização e comercialização de leite.
“Vamos oferecer aos agricultores familiares do setor leiteiro conhecimentos para que se integrem em uma estratégia mais eficaz de organização da produção”, explica o secretário de Apoio Rural e Cooperativismo, Manoel Valdemiro Rocha. Segundo ele, o convênio, no valor de R$ 263,4 mil – dos quais R$ 249,2 foram destinados pelo Mapa -, permitirá que o projeto atenda cerca de três mil produtores na primeira etapa. Eles vão participar de cursos, seminários e encontros de qualificação e capacitação para gestão das propriedades agropecuárias e para a organização de associações e cooperativas rurais.
De acordo com o secretário, os agricultores familiares do setor leiteiro – responsáveis por grande parte da produção brasileira de lácteos - precisam ter uma estrutura estável e segura para se manter competitivos, o que agregará maior valor às propriedades rurais e aumentará a rentabilidade da atividade. “A modernização e a expansão dessa atividade no Sul do país é fundamental para a cadeia produtiva do leite”, diz Valdemiro. Ainda mais, acrescenta ele, em um momento como o atual, quando o segmento sofre os efeitos da crise da Parmalat, que está paralisando suas atividades no Brasil em conseqüências do rombo financeiro na matriz italiana.
Na avaliação de Valdemiro, o fortalecimento da agricultura familiar voltada ao setor leiteiro passa pela maior união dos produtores e pelo desenvolvimento de iniciativas coordenadas, tanto por intermédio do cooperativismo como do associativismo. “A estruturação desse segmento da cadeia produtiva de lácteos é fundamental para a continuidade da atividade leiteira no país”, afirma o secretario. Para ele, é essencial que o setor seja competitivo e lucrativo para continuar atraindo os produtores familiares.

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