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quinta-feira, julho 13, 2017

UCHO HADDAD: Presidente do TCU diz que avisou a petista Gleisi Hoffmann 50 vezes sobre a roubalheira na Petrobras





Olho do furacão – Está cada vez mais complicada a situação da senadora Gleisi Hoffmann (PT), acusada pelos delatores do Petrolão, Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef, de ter recebido R$ 1 milhão do esquema criminoso que funcionava em algumas diretorias da Petrobras. Em entrevista à revista Veja, o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro Augusto Nardes, afirmou que a senadora Gleisi Hoffmann foi informada das irregularidades que ocorriam na estatal. Nardes conta que advertiu pessoalmente a ex-ministra da Casa Civil da presidente Dilma Rousseff, mas nenhuma providência foi tomada.

Os alertas não foram feitos uma única vez. Nardes informou ter feito cerca de cinquenta reuniões na Casa Civil para discutir os problemas detectados nas obras da petrolífera. O presidente do TCU disse também que informou à então chefe da Casa Civil que auditores do órgão constataram indícios graves de superfaturamento e combinação de preços.“Nós comentamos o assunto em várias reuniões com a Casa Civil. Temos feito muitas reuniões, especialmente na parte de regulação, e demonstramos nossa preocupação. Não sei dizer por que nada foi feito. Mas foi comunicado”.

“Somente nos últimos dois anos, houve cerca de cinquenta reuniões na Casa Civil da Presidência da República [na época comandada por Gleisi Hoffmann para discutir problemas detectados nas obras da estatal. Ele conta que advertiu pessoalmente a ministra Gleisi Hoffmann sobre a constatação dos auditores que encontraram indícios graves de superfaturamento e combinação de preços”, revela Veja.

A nova denúncia de Augusto Nardes complica ainda mais a situação de Gleisi Hoffmann e da própria presidente Dilma Rousseff. Afinal, Gleisi foi advertida em mais de cinquenta ocasiões sobre a roubalheira que corria solta na Petrobras. É impossível acreditar que a ex-ministra tenha ignorado tantos avisos vindos do presidente do mais alto órgão de controle do governo e que não tenha transmitido esses alertas para sua chefe, a presidente da República. A única conclusão possível é que os alertas foram ignorados deliberadamente.

O que o ministro Augusto Nardes não sabia era que Gleisi, a quem ele pedia providências para conter a corrupção na Petrobras, estava pessoalmente envolvida no esquema, cuja denúncia só veio à tona no final de outubro, na delação do ex-diretor de abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, e foi confirmada em novembro por Alberto Youssef. O doleiro da Operação Lava-Jato deu detalhes sobre a entrega do dinheiro (entregue em espécie em um shopping em Curitiba) em 2010 para financiar a campanha de Gleisi ao Senado Federal .

O assalto aos cofres da Petrobras ocorria com a anuência explícita do Palácio do Planalto, como já noticiou o UCHO.INFO. Não apenas Gleisi Hoffmann tinha conhecimento da ação criminosa, mas a presidente da República e seu antecessor, o agora lobista Luiz Inácio da Silva, que mergulhou no ostracismo para não ser dragado pelo escândalo.

Como afirmou este site na edição de 29 de agosto de 2014, a Operação Lava-Jato haveria de subir, cedo ou tarde, a rampa do Palácio do Planalto. Ademais, Dilma Rousseff foi presidente do Conselho de Administração da Petrobras e tinha conhecimento do saque aos cofres da empresa. Só permaneceu em silêncio porque os partidos da chamada base aliada eram sustentados com parte do produto do roubo.

Fonte: Ucho.info

sexta-feira, abril 10, 2015

Petrolão: prisão do ex-petista André Vargas recoloca Gleisi Hoffmann no cerne da Lava-Jato




Fazendo figa – Para a senadora Gleisi Hoffmann(PT), esta sexta-feira (10) está com sabor de “13”. A senadora paranaense voltou ao centro do Petrolão, o maior escândalo de corrupção da história, pois a Polícia Federal prendeu o ex-deputado federal André Vargas (ex-PT), seu ex-coordenador de campanha. A prisão se deu em nova fase da Operação Lava-Jato, batizada de “A Origem”. A associação de André Vargas com o casal Gleisi e Paulo Bernardo (ex-ministro das Comunicações) é antiga e profunda. Vargas e Bernardo já foram processados juntos pela prática de caixa dois na década de 90. A ideia de que o ex-deputado possa decidir fazer uma delação premiada é o pior pesadelo de Gleisi.

André Vargas foi preso junto com o irmão, Leon Vargas, e o componente familiar tende a aumentar a disposição do ex-petista de aderir à delação premiada. Outro elemento que agrava a disposição de Vargas em contar o que sabe é o notório ressentimento e mágoa que sente pela forma como foi tratado por Gleisi e pelo PT quando foi descoberta sua ligação com o doleiro Alberto Youssef. André Vargas foi obrigado a se desfiliar do PT e não teve quem o defendesse quando seu mandato foi cassado. O ex-deputado costuma lembrar, com doses de amargura, que Gleisi, a quem sempre se dedicou na coordenação de campanhas, simulou ter uma relação muito distante com ele quando caiu em desgraça.

Uma situação muito diferente, recorda, daquela vivida pelo pedófilo Eduardo Gaievski, que Gleisi levou a Brasília para comandar as políticas do governo federal voltadas a crianças e adolescentes, quando era ministra-chefe da Casa Civil. Por interferência direta de Gleisi, o pedófilo Gaievski, o “Monstro da Casa Civil”, continua regularmente filiado ao PT, apesar de já ter sido condenado a mais de 60 anos de prisão por estupros de menores e vulneráveis.

O motivo imediato da prisão de André Vargas e de seu irmão se deve a operações ilícitas envolvendo agências de publicidade. De acordo com despacho do juiz federal Sergio Fernando Moro, há indícios de que a agência Borghi/Loewe, “que administra as contas de publicidade de entidades públicas federais, como a Caixa Econômica Federal, solicitava às empresas subcontratadas que realizassem pagamentos vultosos, sem contrapartida de serviços, às contas das empresas LSI e Limiar controladas pelo então deputado federal André Vargas e seus irmãos”.

Uma prévia do que André Vargas pode falar sobre Gleisi e Paulo Bernardo em eventual delação premiada foi dada a revista Veja pelo próprio ex-presidente da Câmara dos Deputados. Ele fala de ligações heterodoxas do casal com agências de publicidade e empresas fornecedoras da Petrobras.

“Vargas insinuou que [Paulo] Bernardo é beneficiário do propinoduto que opera na Petrobras. O ministro, segundo o deputado, seria o intermediário de contratos entre o grupo Schahin, recorrente em escândalos petistas, e a petroleira. Bernardo teria recebido uma corretagem por isso, recolhida e repassada pelo “Beto”. É assim, com intimidade de sócio e amigo, que Vargas trata o doleiro Alberto Youssef, preso pela Polícia Federal sob a acusação de chefiar um esquema de lavagem de dinheiro que teria chegado a 10 bilhões de reais. Parte desse valor, como se revelou nas últimas semanas, são as propinas de negociatas na Petrobras. As insinuações vão além. A senadora Gleisi e seu marido não gostariam ainda de ver expostas as suas relações com a Agência Heads Propaganda do Paraná. Seria, na expressão atribuída a Vargas, um “esquema deles””, diz a Veja.

A prisão do publicitário Ricardo Hoffmann, da Borghi/Loewe na nova leva de prisões da Lava Jato é outro motivo para Gleisi perder o sono. O publicitário, segundo reportagem da revista Exame, de 2009, era ativo participante da lucrativa “República do Paraná”, que incluía André Vargas e Gleisi:

“A diretoria da Caixa Econômica Federal vive dias de tensão. Circula entre diretores do banco um dossiê atribuindo a um grupo conhecido internamente como “República do Paraná” o controle (e o mau uso) das verbas de publicidade da instituição. A tal república seria formada pelos petistas André Vargas, que é deputado federal, e Nedson Micheleti, ex-prefeito de Londrina e funcionário de carreira da Caixa. Ambos são ligados ao ministro Paulo Bernardo, que também é petista e paranaense. Vargas, inclusive, foi coordenador da campanha de Gleisi Hoffmann, mulher de Bernardo, ao governo do Paraná. O documento afirma que o grupo tem uma ligação especial com o publicitário Ricardo Hoffmann, chefe do escritório brasiliense da BorghiErh/Lowe, uma das três agências que ganharam, no ano passado, a conta de publicidade da Caixa, um contrato de 260 milhões de reais. É a BorghiErh/Lowe que faz, por exemplo, as campanhas das loterias, que só neste ano já consumiram 40 milhões de reais. Ricardo Hoffmann é gaúcho, mas atuou por muitos anos no Paraná, onde trabalhou na campanha de Roberto Requião a governador, em 1982”.

Fonte: Ucho.Info

quinta-feira, abril 24, 2014

UCHO.INFO: Gleisi sai de cena com medo de ser envolvida no escândalo que alvejou o doleiro Alberto Youssef

Do Ucho.info



Fugindo da raia
Desde que voltou ao Senado, em 2 de fevereiro, após deixar o comando da Casa Civil, a petista Gleisi Hoffmann fez 25 discursos. A senadora paranaense tornou-se figurinha fácil, ocupou informalmente o lugar de líder do governo na Casa e, em algumas situações, como em 26 de março passado, chegou a pedir a palavra três vezes na mesma sessão. Em outras datas (27/03, 01/04 e 02/04) discursou duas vezes em cada sessão.

Contudo, desde que estourou o escândalo envolvendo o coordenador de sua campanha ao governo do Paraná, André Vargas, com o doleiro Alberto Youssef, preso na Operação Lava-Jato, a senadora desapareceu. A última vez que usou a tribuna foi no dia 2 de abril, para explicações pessoais. Ou seja, o “pitbull palaciano” tornou-se um acanhado “lulu da Pomerânia”. Sempre lembrando que as citações caninas são mera figura e linguagem.

A explicação para esse súbito desaparecimento está em duas notas publicadas na quarta-feira (23) na sessão Painel, do jornal “Folha de S. Paulo”. Elas revelam que a senadora teme que suas relações com o doleiro Alberto Youssef sejam reveladas. Destaca a primeira nota: “A tentativa da oposição de manter vivo o processo contra André Vargas (PT-PR) no Conselho de Ética da Câmara tem como pano de fundo um esforço para atingir outros petistas que disputarão as eleições este ano. Integrantes do colegiado discutem nos bastidores o convite do ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha como testemunha para explicar conversas de Vargas com integrantes da pasta sobre contratos com a empresa Labogen, ligada ao doleiro Alberto Youssef.”

A segunda nota é mais explícita: “Também está no radar uma tentativa de convencer o deputado petista a revelar eventuais relações entre o doleiro e a senadora Gleisi Hoffmann, candidata ao governo do Paraná. Em troca, ele poderia ser poupado do pedido de cassação e ser punido com suspensão”. As expectativas têm razão de ser. Desde que o PT começou a pressionar para que renuncie, André Vargas tem respondido com revelações explosivas sobre a intimidade financeira da senadora Gleisi Hoffmann, que está de olho no Palácio Iguaçu, e de seu marido, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo da Silva.

Não é a primeira vez que Vargas manda recados assustadores a Gleisi, sempre deixando claro que, se for sacrificado pelo PT, não cairá sozinho. Assunto que o ucho.info já abordou em edição anterior.

Para a revista Veja, o ex-vice-presidente da Câmara disparou contra Paulo Bernardo: “Vargas insinuou que Bernardo é beneficiário do propinoduto que opera na Petrobras. O ministro, segundo o deputado, seria o intermediário de contratos entre o grupo Schahin, recorrente em escândalos petistas, e a petroleira. Bernardo teria recebido uma corretagem por isso, recolhida e repassada pelo “Beto”. É assim, com intimidade de sócio e amigo, que Vargas trata o doleiro Alberto Youssef, preso pela Polícia Federal sob a acusação de chefiar um esquema de lavagem de dinheiro que teria chegado a 10 bilhões de reais. Parte desse valor, como se revelou nas últimas semanas, são as propinas de negociatas na Petrobras.”

Ainda na Veja, Vargas fez outra revelação capaz de botar fogo no circo: “Nas conversas com deputados, Vargas também citou como algo que o PT não gostaria de ver revelado o caso da agência Heads Propaganda, do Paraná. “A Heads é esquema deles”, declarou Vargas a colegas de partido. “Eles” seriam a senadora Gleisi Hoffmann e o ministro das Comunicações. Na gestão Dilma, a agência tornou-se líder em verbas recebidas do governo federal. A escalada meteórica está sob investigação do Tribunal de Contas da União (TCU).”

Também não é a primeira vez que Gleisi Hoffmann tem problemas com aliados complicados. Em agosto de 2013, a polícia prendeu Eduardo Gaievski, assessor especial de Gleisi, que à época chefiava a Casa Civil. Acusado de ter cometido 28 estupros contra menores, sendo 14 contra vulneráveis (menores de 14 anos), Gaievski foi incumbido por Gleisi, à época, de cuidar de políticas relativas a menores do governo federal.

Por ocasião do escândalo do pedófilo, a então ministra também saiu de cena por longo período e até hoje dificulta a aproximação da imprensa, temendo perguntas sobre o ex-auxiliar que passou a ser conhecido como o monstro da Casa Civil.

O temor é tão grande, que a senadora tentou intimidar alguns veículos de comunicação que insistem no tema, patrocinando processos judiciais contra jornalistas, como é o caso do editor do ucho.info. Desde que explodiu o escândalo envolvendo André Vargas, a senadora reduziu ao mínimo os eventos de campanha no interior do Paraná, na esperança de que com o tempo o assunto saia da pauta.

quarta-feira, julho 23, 2014

IMPLICANTE: As más companhias de Gleisi Hoffmann e as confusões em que ela se mete

Do Blog Implicante

De peculato a estupro de menores e vulneráveis, as suspeitas que cercam os parceiros políticos da candidata petista ao governo do Paraná dificultam suas intenções.


gaievski dilma gleisi As más companhias de Gleisi Hoffmann e as confusões em que ela se mete

Dilma, Gaievski e Gleisi.

O nome de Gleisi Hoffmann, ex-ministra da Casa Civil do governo Dilma, vem se notabilizando como o de coadjuvante em vários grandes escândalos que tomaram as manchetes no último ano. O caso mais recente é o do deputado André Vargas, acusado de atuar com doleiro por contrato com ministério. A chapa de Gleisi, candidata do PT ao governo do Paraná, tinha o agora não bem quisto deputado, que concorreria ao cargo de senador com o apoio da ex-ministra. À procura de um novo nome, ela afirma que o caso não afetará sua campanha.
Tudo isso diz respeito ao André Vargas. E a campanha ainda está longe, temos a Copa do Mundo no meio. A maior parte das pessoas não está nem pensando em eleições ainda, só quem lida profissionalmente com política.
Nos últimos tempos, houve mais duas polêmicas envolvendo a candidata. Uma delas ocorreu durante as disputas da CPI da Petrobras, apoiada pela oposição para apurar os recentes escândalos da estatal. De acordo com a ex-ministra, as investigações da Comissão Parlamentar só tinham propósitos eleitorais.
A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) voltou a atacar a oposição e a proposta de instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) exclusiva para apurar as denúncias de corrupção sobre a Petrobras. Durante audiência no Senado, que nesta terça-feira, 15, recebe a presidente da Petrobras, Graça Foster, Gleisi voltou a dizer que o pedido da CPI tem “interesse eleitoral”.
A outra polêmica envolve o IBGE e a nova metodologia para medir o desemprego no país. A divulgação da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), que veio para substituir a Pnad Anual e a Pesquisa Mensal de Desemprego (PME), revelou um índice de desemprego de 7,1% - chegando a 15% entre os jovens. Os números ruins assustaram parlamentares – entre eles, Gleisi -, que pediram uma revisão da metodologia e suspenderam a Pnad Contínua.
Segundo o instituto, a suspensão foi motivadas por questionamentos feitos por parlamentares e tem como objetivo fazer uma revisão na metodologia de coleta e cálculo da renda domiciliar per capita. O IBGE explica que o cálculo atual prevê margens de erro diferentes para a pesquisa entre os estados, o que prejudica a comparação entre os resultados.
A decisão causou problemas entre os funcionários do instituto. Alguns pediram exoneração e outros ameaçaram deixar seus cargos.
A presidente do IBGE, Wasmália Bivar, disse em entrevista que ainda não pode afirmar se conseguirá evitar a saída coletiva dos coordenadores, mas que vai explicar as motivações para a decisão. A medida já motivou o pedido de exoneração da diretora de Pesquisas do IBGE, Marcia Quintslr, e da coordenadora-geral da Escola Nacional de Ciências Estatísticas (Ence), Denise Britz do Nascimento Silva. Ambas integravam o conselho diretor do IBGE, ao lado de Wasmália e de outros cinco membros.
Mas um dos casos mais graves do envolvimento de Gleisi com pessoas erradas é o de Eduardo André Gaievski. Convidado por ela para ser assessor especial da Casa Civil da Presidência da República, o ex-prefeito de Realeza, no Paraná, está preso e sob investigação de estupro de vulneráveis. Segundo ele, as denúncias foram armadas por adversários para prejudicar a ex-ministra. No entanto, o clima não anda bom entre os parlamentares. É o próprio André Vargas quem andou desabafando por aí: “Gleisi não me transformará em um novo Gaievski“.

quinta-feira, julho 13, 2017

Gleisi Hoffmann, MULHER DO SUPOSTO LADRÃO PAULO BERNARDO E PROTETORA DE PEDÓFILO, é hostilizada e zoada em Aeroporto

NARIZINHO, O MARIDO PRESO POR CORRUPÇÃO E SEU PEDÓFILO DE ESTIMAÇÃO



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O Ministério Público denunciou Eduardo Gaievski, ex-assessor da ministra Gleisi Hoffmann, acusado de cometer 38 crimes sexuais: 26 estupros de menores e 17 estupros de vulnerável. O advogado, o filho e dois irmãos dele também foram denunciados por envolvimento nos crimes. 



Fernandes da Silva Borges, André Willian Gaievski, Francisco Gaievski e Edmundo Gaievski são acusados por envolvimento em suborno de testemunhas. O filho e o ex- advogado foram presos em flagrante quando seguiam com duas mães de vítimas para um cartório para mudar os depoimentos e inocentar o ex-assessor de Gleisi Hoffmann, candidata ao governo do Paraná. 


Com as mulheres, os policiais apreenderam R$ 1 mil, mas as investigações sugerem que se tratava apenas de um sinal de pagamento de propina para comprar uma nova versão do depoimento. A operação para libertar Gaievski envolveria R$ 600 mil. Os irmãos do pedófilo seguem foragidos.








PEDOFILIA - Gaievski é condenado a dezoito anos e um mês

  
PEDOFILIA - Gaievski é condenado a dezoito anos e um mês
(Foto: Reprodução / Facebook)

Eduardo Gaievski, ex-assessor da Casa Civil do governo federal e ex-prefeito de Realeza - no sudoeste do Paraná, foi condenado a 18 anos e um mês de prisão por apenas um dos 17 processos movidos contra ele. A condenação é pelos crimes de estupro de vulnerável, estupro presumido e estupro qualificado.





A sentença foi expedida pela juíza Janaina Monique Zanellato Albino, da Comarca de Realeza, e foi proferida na tarde dessa segunda-feira (15/09). No total, Gaievski responde a 17 processos, dos quais apenas o primeiro já foi julgado. Pela denúncia do Ministério Público, as condenações, se somadas, podem chegar até aos 250 ou 300 anos de prisão.


Preso desde agosto de 2013, na Penitenciária Estadual de Francisco Beltrão (PFB), Gaievski ainda deve ir a julgamento pelos outros crimes aos quais é acusado e denunciado por jovens e adolescentes que teriam sido abusadas sexualmente por ele. O advogado Natalício Farias, que representa oito vítimas, informou que agora Gaievski deixa de ser réu primário e as penas podem ser agravadas, com o ex-prefeito pegando até 300 anos de prisão.

O ex-prefeito de Realeza é suspeito em 38 casos de estupro e coação de menores, favorecimento à prostituição e uso de cargo público para obter benefícios pessoais. Todos os casos teriam ocorrido enquanto ainda era chefe do executivo do município, por dois mandatos, entre 2005 e 2012.

O representante das vítimas conta que a estratégia de defesa de Gaievski vinha sendo a de protelar o processo. "Eles estavam tentando atrasar a condenação, mas agora ele já passa a cumprir a pena", diz.

Ainda de acordo com o advogado Natalício Farias, a condenação é referente a apenas um dos processos aos quais Gaievski responde. "Nós vamos entrar com o pedido de indenização para a vítima e vamos continuar com todos os processos até a condenação de todos os crimes", comentou Farias.

A defesa de Gaievski não participou do julgamento. O advogado Samir Mattar Assad, que representa o ex-assessor, considera que a decisão não tem base legal. "Tem uma liminar que suspendeu a condenação. É uma decisão do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) que já foi comunicada e a gente está aguardando. A sentença é nula e não será referendada", afirmou. Mesmo considerando a sentença nula, a defesa afirmou que vai recorrer da decisão da juíza.

As denúncias

De acordo com o Ministério Público (MP), Gaievski aliciava as garotas oferecendo empregos na prefeitura de Realeza quando era prefeito da cidade. Ele já era investigado pelas denúncias há mais de três anos.

Assim que as denúncias foram levadas a público, o Partido dos Trabalhadores (PT) decidiu suspendê-lo até a conclusão das investigações. Em agosto de 2013, quando foi feito o pedido de prisão preventiva, a Casa Civil da Presidência da República informou que Gaievski tinha pedido afastamento das funções até o fim das investigações.

Contas com a Justiça

A primeira audiência de Gaievski foi também no Fórum de Realeza, em 21 de novembro de 2013, onde ele foi acusado de 38 casos de estupro e coação de menores, favorecimento à prostituição e uso de cargo público para obter benefícios pessoais.

O ex-prefeito, que foi investigado pelo Ministério Público (MPPR) durante três anos, foi preso no dia 31 de agosto do ano passado em Foz do Iguaçu, quando tentava atravessar a fronteira para o Paraguai.

Durante o período que esteve foragido, seu então advogado Fernandes Borges e seu filho André Gaievski foram presos, em outubro de 2013, quando tentavam subornar as vítimas do ex-prefeito para que mudassem o testemunho. Os irmãos de Gaievski, Edmundo e Francisco, também tiveram a prisão preventiva decretada, mas estão foragidos. O Ministério Público do Paraná ofereceu denúncia contra todos eles, por coação de testemunhas, formação de quadrilha e falsidade ideológica.

Efeito político

Assim que as denúncias foram levadas a público, no dia 26 de agosto de 2013, o Partido dos Trabalhadores (PT) também decidiu suspendê-lo até a conclusão das investigações. De acordo com o partido, a comissão aprovou a suspensão imediata até que sejam apuradas as acusações feitas pela Justiça contra ele. Participaram da reunião o presidente do PT-PR, deputado Enio Verri, o deputado federal Dr. Rosinha, os deputados estaduais Luciana Rafagnin e Toninho Wandscheer, além de secretários estaduais e outros dirigentes do partido.

No dia 31 de agosto de 2013, a ministra-chefe Casa Civil, Gleisi Hoffmann, afirmou, por meio de nota oficial, que lamenta profundamente a situação. "Tenho uma história de vida, não só política, em defesa da mulher e seus direitos, mas também de crianças e adolescentes. As acusações imputadas a Eduardo Gaievski são da mais alta gravidade e têm que ser apuradas levando-se às últimas consequências. Jamais compactuei ou compactuarei com crimes, ignorando-os ou acobertando-os."

Ainda conforme a nota, para fazer a contratação, a Casa Civil levou em consideração a avaliação que o ex-assessor teve no período em que ficou à frente da Prefeitura de Realeza e, antes da nomeação, um levantamento feito não indicou as acusações que atualmente Gaievski responde, e que nega. Ele foi afastado do cargo.



A matemática


O Código Penal determina, no art. 217-A, a pena de reclusão para estupro de vulnerável, de 8 a 15 anos. Para os 17 processos, com pena máxima de 15 anos, teremos 255 anos. Porém, se forem 17 condenações idênticas, de 18 anos e um mês, teremos uma pena de exatos 306 anos.


Apesar de que 30 anos é a pena máxima em regime fechado prevista no país, cada condenação nos 16 processos restantes é importante para "atrasar" a progressão para o regime semi-aberto - que poderá ocorrer após o cumprimento de um sexto (1/6) da pena total. Calculando desta forma, uma pena somada em 180 anos já é suficiente para garantir que o réu permaneça o máximo permitido, 30 anos, em reclusão.

Fontes:

Eduardo Gaievski, ex-prefeito de Realeza e ex-assessor da Casa Civil do governo federal, foi condenado a 18 anos de prisão pela acusação de abuso sexual contra uma menor de idade enquanto ainda era chefe do executivo do município, no sudoeste do Estado.
(Metro Curitiba - Edição nº 848, ano 4 - Pág 2 - 17/09/2014)

O ex-prefeito de Realeza Eduardo Gaievski foi condenado ontem por um dos 17 processos de estupro de vulnerável movidos contra ele.
(Diário do Sudoeste - Da Redação - 16/09/2014)

Julgamento foi na tarde desta segunda-feira (15), em Realeza, no sudoeste. Eduardo Gaievski é acusado de manter relações sexuais com menores.
(G1 PR - Globo.com - Por Franciele John, do G1 PR - 15/09/2014)

Ex-assessor da Casa Civil e prefeito de Realeza é acusado de estupro de vulnerável, estupro presumido e estupro qualificado.
(Bem Paraná - Redação Bem Paraná com RBJ - 15/09/2014)

Eduardo André Gaievski é ex-prefeito de Realeza, no sudoeste do Paraná. Ele foi exonerado da função de assessor especial da Casa Civil.
(G1 PR - Globo.com - Do G1 PR, em Cascavel - 26/08/2013)

Diante das notícias veiculadas nos jornais e das críticas que me são imputadas pela contratação de Eduardo Gaievski na Casa Civil...
(Facebook - Apoio Gleisi Hoffmann - 31/08/2013)

quarta-feira, abril 09, 2014

UCHO.INFO: O Brasil já vive uma ditadura, sem que os brasileiros esbocem qualquer reação diante das atitudes absurdas e truculentas adotadas pelo desgoverno de Dilma Rousseff

CPI da Petrobras: desespero do PT e do governo mostra necessidade de a petroleira ser investigada


A hora é agora – O Brasil já vive uma ditadura, sem que os brasileiros esbocem qualquer reação diante das atitudes absurdas e truculentas adotadas pelo desgoverno de Dilma Vana Rousseff, que no Congresso Nacional tem estacionado o rolo compressor palaciano. O regime totalitarista a que nos referimos se faz notar com o desespero do PT e do próprio governo diante da possibilidade de criação de uma CPI específica para se investigar a Petrobras, que na última década se transformou em reduto de desmandos petistas.

No momento em que o malandro Lula, o presidente da República de fato, ordena que a tropa de choque do governo faça o impossível para evitar a criação da CPI da Petrobras, fica clara a necessidade de a petroleira verde-loura ser investigada a fundo, pois é inadmissível que um partido com inconteste vocação para o banditismo político destrua uma das maiores empresas do planeta apenas porque os interesses da legenda devem ser atendidos, até mesmo ao arrepio da lei.

Na manhã desta quarta-feira (8), a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal retomou a discussão sobre a criação da CPI da Petrobras, tendo como base dois requerimentos: um do senador tucano Aloysio Munes Ferreira (SP), que defende a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito específica, e outro da senadora petista Gleisi Hoffmann (PR), que a mando do governo insiste em criar uma CPI multifocal.

O objetivo do governo do PT é impedir que a Petrobras seja investigada, uma vez que o ano é de eleições e a revelação das inúmeras mazelas da empresa arruinaria não apenas diversas candidaturas, mas principalmente o projeto totalitarista de poder que o partido colocou em marcha tão logo Lula se instalou no Palácio do Planalto, em janeiro de 2003.

Conhecida de Norte a Sul por sua expansiva incompetência, Gleisi Hoffmann desconhece o ordenamento jurídico do País, ao mesmo tempo em que ignora o fato de que nada, em termos legais, supera a Constituição Federal, que concede às minorias no Parlamento o direito de criar CPIs. A estratégia do governo petista é inserir no escopo da CPI da Petrobras assuntos que comprometam os planos políticos de seus adversários, como o caso do cartel de trens em São Paulo e a construção do porto de Suape, em Pernambuco.

A oposição recorreu ao Supremo tribunal Federal para fazer valer o direito estabelecido na Carta Magna, que, sob a lógica do Direito, será respeitada sem direito a qualquer esperneio por parte dos governistas, que na verdade são golpistas descarados.

Há nesse cabo de guerra que se formou no Senado Federal algumas situações que devem ser analisadas com a devida atenção. O PMDB, proxeneta da democracia brasileira, não se incomoda em fazer as vontades do Palácio do Planalto, desde que seus interesses sejam devidamente atendidos e remunerados. Presidente do Senado, o alagoano Renan Calheiros tinha, por dever de ofício, determinar a instalação da CPI da Petrobras tão logo leu o requerimento de criação da comissão, mas não o fez porque foi pressionado pelo governo.

Fosse um parlamentar sem telhado de vidro, algo raríssimo no Brasil, Calheiro teria enfrentado o governo e cumprido o que determina a Constituição. Sem moral para qualquer ato mais radical de respeito à democracia, o presidente do Senado assassinou a lógica e cometeu o desvario de interpretar a legislação de acordo com a vontade de Lula e Dilma. Esse tipo de conduta precisa ser condenado com veemência pela opinião pública, que não pode concordar com o repetido vilipêndio à democracia.

O pior nessa epopeia parlamentar fica por conta da petista Gleisi Hoffmann, que tenta passar à população a impressão de ser dona de uma genialidade que simplesmente inexiste. Ao fazer uso da palavra na reunião da CCJ, nesta quarta-feira, Gleisi disse que respeita a democracia. Trata-se de uma afirmação absurda, pois a democracia está sendo violentada pelo governo e pela bancada do PT, sem que os parâmetros legais sejam levados em consideração.

Ademais, Gleisi Hoffmann nem mesmo em sonho sabe o que significa democracia, situação que fica clara com sua famosa disposição de intimidar jornalistas, como faz a petista em relação ao editor do ucho.info. Se a senadora não quer ser alvo de notícias que revelam a verdade, deveria ter se preparado melhor para o exercício de um mandato eletivo. A postura de Gleisi no caso da CPI da Petrobras deixa evidente o que pode acontecer com o Paraná caso a petista vença a corrida ao Palácio Iguaçu. 

quinta-feira, julho 13, 2017

UCHO.INFO: Gleisi e Paulo Bernardo envolvidos no escândalo petista do porto de Mariel, financiado pelo BNDES




As complicações do casal Paulo Bernardo e Gleisi Helena Hoffmann, ambos do PT paranaense, estão longe fim. Além do envolvimento direto de Bernardo no esquema Consist – que surrupiou mais de R$ 100 milhões de aposentados e teria beneficiado a senadora – e das denúncias de seis delatores sobre de propina (R$ 1 milhão) que envolvem a própria Gleisi no Petrolão, mais escândalos estão para explodir no colo da senadora.

Nota política antecipada pelo Estadão revela que “o processo contra a senadora Gleisi Hoffmann, do PT paranaense, será animadíssimo – e não apenas por Gleisi ser ministra e amiga de Dilma e esposa de outro político petista de importância, o ex-ministro Paulo Bernardo; mas por esbarrar no porto cubano de Mariel, construído pela Odebrecht e financiado pelo BNDES. Pode roubar as manchetes”.

A questionável atuação internacional de Gleisi Hoffmann não é exatamente uma novidade. Em 2011, primeiro ano de seu mandato de senadora, ela conduziu, no Senado, uma desastrosa negociação com o Paraguai que levou o Brasil a pagar o triplo pela energia gerada pela Itaipu Binacional, que compramos do país vizinho.

O Brasil pagava US$ 120 milhões por ano pelo excedente da energia a que o Paraguai tem direito no negócio, mas graças aos esforços de Gleisi, mancomunada com o então presidente e dublê de bispo garanhão Fernando Lugo, o valor triplicou. Passamos a pagar US$ 360 milhões anuais, sem qualquer contrapartida. Em suma, um negócio da China para os paraguaios e um desastre para o Brasil. O caso sobre a energia produzida por Itaipu está até hoje sem uma explicação convincente.

Fosse pouco, o envolvimento de Gleisi e Paulo Bernardo no rumoroso caso do porto cubano de Mariel, um desastre para o Brasil, também não é novidade. O empreendimento resultou de outra ação estabanada que provocou prejuízos bilionários ao BNDES e fez a alegria de empreiteiras como a Odebrecht. O papel do antigo ‘casal 20’ da política brasileira nesse escândalo, segundo o Estadão, pode, literalmente, “roubar as manchetes”.

Apesar dos imbróglios mencionados acima, Gleisi continua devendo ao País uma explicação, mesmo que tola, sobre a nomeação de um pedófilo, condenado a mais de cem anos de prisão, ao cargo de assessor especial da Casa Civil. No período em que a petista esteve à frente da pasta, o pedófilo Eduardo Gaievski comandou os programas federais destinados a crianças e adolescentes. Ou seja, Gleisi colocou a raposa para tomar conta do galinheiro.

Irritando-se toda vez que o assunto do monstro sexual da Casa Civil vem à tona, Gleisi costuma intimidar jornalistas que cobram uma explicação, como é o caso do UCHO.INFO. A senadora pode espernear quanto quiser, pois este portal não descansará enquanto uma explicação não for dada.

Fonte: Ucho.Info

quarta-feira, julho 12, 2017

UCHO.INFO: Condenado à prisão por estuprar uma jovem, ex-assessor de Gleisi pode ter violentado 200 crianças





Silêncio estranho – Ninguém jamais saberá o número exato de meninas estupradas porEduardo Gaievski, o ex-braço direito de Gleisi Hoffmann na Casa Civil, mas a estimativa dos especialistas que analisaram as acusações contra o pedófilo, que cuidava das políticas para crianças e adolescentes do governo Dilma Rousseff, é de que ele tenha violentado pelo menos 200 crianças. A estimativa é considerada conservadora.



A denúncia do Ministério Público que levou Gaievski à prisão menciona 40 crimes sexuais, mas os acusadores admitem que esse número representa apenas uma pequena parcela dos abusos cometidos pelo “Maníaco da Casa Civil”. Centenas de vítimas sequer denunciaram os estupros de que foram alvo, possivelmente por medo do próprio delinquente ou vergonha da família. Entre amigos, a quem jactava-se de suas delinquências sexuais, o criminoso alardeava que sua meta era fazer sexo com duas mil meninas.

Gaievski gostava de fazer sexo com mais de uma menina. Quando saía com prostitutas menores de idade, sempre “encomendava” mais de uma garota. O que reforça a irresponsabilidade de Gleisi ao indicar um maníaco para trabalhar a poucos metros do gabinete da principal autoridade do País. Gravação feita por uma menina prostituída por Gaievski mostra o pedófilo encomendando uma sessão de sexo com três adolescentes.

A investigação do Ministério Público do Paraná, que monitorou os telefones de Gaievski durante dois anos, revela que o pedófilo usava o cargo de prefeito de Realeza, que ocupou por dois mandatos (2004-2012), para obter sexo. Para ter o emprego de servir café na prefeitura, uma mulher viu-se obrigada a permitir que Gaievski fosse o primeiro a ter relações sexuais com sua filha de 12 anos.

Em depoimento, uma menina de 14 anos afirma que Gaievski lhe disse que não saía com meninas maiores de 16 anos porque não tem graça sair com “mulheres velhas”. A essa adolescente o delinquente sexual disse que não precisava usar camisinha porque não podia ter filhos por ser “operado”. A mesma adolescente conta ainda que uma vez Gaievski viu em seu celular a foto de sua irmã, de dez anos, e disse que gostaria de “sair” com ela, pois essas mais novinhas são as melhores porque ainda são virgens.

O pedófilo acreditava ser um “professor de sexo”. Gaievski dizia que meninas novas nada sabiam e que ele as ensinaria “do jeito dele”. Gaievski exigia que as meninas vítimas de seu caráter criminoso, especialmente as mais novas, o chamassem de “papai”.

O ex-assessor de Gleisi não se contentava com o sexo vaginal. Exigia também sexo anal e nunca usava preservativos. Gaievski organizou uma espécie de “corrente” ou “pirâmide de sexo” em Realeza. As meninas que prostituía eram obrigadas, por dinheiro ou ameaça, a levarem novas vítimas, sempre entre 12 e 15 anos, para sessões de sexo.

Funcionárias comissionadas da prefeitura também eram obrigadas, sob pena de demissão, a fazer sexo com o prefeito e depois a providenciar meninas, sempre na faixa dos 12 aos 16 anos, para práticas sexuais.


A truculência de Gleisi e o silêncio de Dilma

Condenado a dezoito anos e oito meses de prisão por conta de apenas um dos estupros de que é acusado, Eduardo Gaievski pode ser condenado a mais de 350 anos de detenção, avaliam especialista em Direito Penal. Apesar do escândalo, a senadora Gleisi Hoffmann continua afirmando que desconhecia a vida pregressa do seu então assessor especial, que chegou a ser cotado para fazer dupla com a petista na disputa pelo governo do Paraná.

Por causa da insistência do ucho.info em cobrir o caso, a senadora Gleisi Hoffmann decidiu processar o editor do site, em clara tentativa de intimidação. Para reforçar a sua essência censora, Gleisi valeu-se da condição do marido, o ministro Paulo Bernardo da Silva (Comunicações), para pressionar alguns jornalistas paranaenses com a proposta de arruinar a carreira do editor do ucho.info, como se o Brasil não mais fosse uma democracia.

Na esteira da fala dissimulada de Gleisi, a presidente Dilma Rousseff decidiu adotar silêncio obsequioso em relação ao assunto. Na condição de chefe da nação, Dilma continua devendo explicações ao povo brasileiro sobre a decisão do governo de acolher um criminoso hediondo em cargo de confiança. Manda a legislação que candidatos a cargos comissionados e de confiança tenham a vida vasculhada pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República e pela Agência Brasileira de Inteligência (ABIN).

Considerando que apesar do extenso currículo o pedófilo Gaievski acabou ocupando cargo de destaque na casa Civil, é preciso saber se o GSI e a ABIN falharam ou se alguém bancou a indicação.

O silêncio de Dilma Rousseff diante de um escândalo injustificável mostra ao País a forma como são decididas questões importantes no Palácio do Planalto, sempre lembrando que os palacianos não se importam com o passado dos indicados a cargos de confiança, desde que esses sejam os chamados “companheiros”.

Fonte: Ucho.Info

segunda-feira, julho 24, 2017

DIÁRIO DO PODER: Senadora Gleisi Hoffmann (PR), poderá chegar à campanha de 2018 atrás das grades




Além do ex-presidente Lula, caso a instância superior confirme a sentença do juiz federal Sérgio Moro, também a presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), poderá chegar à campanha de 2018 atrás das grades. Ela é ré em ação em que é acusada de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O processo contra Gleisi pode ser julgado ainda este ano pelo Supremo Tribunal Federal (STF).


O STF foi unânime ao aceitar denúncia por corrupção. Gleisi recebeu R$1 milhão da roubalheira à Petrobras para sua campanha, em 2010.


Se Gleisi Hoffmann for condenada, o STF deve também cassar e declarar vago o seu mandato, e manda-la para a prisão.


segunda-feira, julho 17, 2017

Os escândalos de Gleisi Hoffmann - As aventuras da Narizinho, também conhecida como a Amante



A ex-ministra Chefe da Casa Civil, a Senadora Gleisi Hoffmann (PT/PR), não sabe escolher seus assessores, ou sente-se tão “intocável”, que não liga em escolher as piores relações possíveis.
Começou com Eduardo Gaievski (PT/PR), sua pior escolha até agora, pois conseguiu colocar um indivíduo que hoje é acusado de 40 crimes sexuais, sendo 28 contra menores e, destes, 14 contra vulneráveis (menores de 14 anos), para trabalhar na sala ao lado da presidente Dilma Rousseff (PT) e ainda por cima como responsável pelas políticas da Presidência da República para Jovens e Adolescentes. É como colocar o lobo para cuidar dos cordeiros.


Ainda por cima, os irmãos de Gaievski possuem mandados de prisão expedidos, seu filho está preso e seu melhor amigo, da época como Prefeito de Realeza (PR), também. Todos por tentativa de coerção e suborno de testemunhas. Seu filho é namorado da filha do prefeito atual de Realeza, o qual Gaievski ajudou a eleger e que mandou despejar de um “terreno público” um senhor que se recusou a retirar a queixa contra Gaievski, pelo estupro de sua neta.
Não satisfeita, escolheu o deputado federal André Vargas (PT/PR) como coordenador de sua campanha ao Governo do Paraná, para depois ter que afastá-lo pelo envolvimento deste com o doleiro Alberto Youssef e o ex-Diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, em fraudes investigadas pela Polícia Federal na Operação Lava-Jato. O doleiro e o Costa estão presos, enquanto André Vargas ameaça abrir a boca caso não receba ajuda do Partido dos Trabalhadores, que recuou a ideia de jogá-lo aos leões depois de tais falas.


Vargas, Youssef e Costa são investigados por atuar na obtenção de contratos fraudulentos com o Ministério da Saúde, a Petrobras e outras estatais, além do pagamento de propinas a funcionários públicos e a políticos. No total, a turma teria movimentado ilicitamente R$10 bilhões. Entre esses contratos estão situações muito suspeitas, como a MO Consultoria, de Youssef, recebendo mais de R$34 milhões de nove fornecedores da Petrobras, sendo tal empresa apenas de fachada e investigada por corrupção ativa, ao repassar propinas.
Há também o contrato assinado a convite (?) de uma empresa, a Ecoglobal Ambiental, e sua filial nos Estados Unidos, a Ecoglobal Overseas, com a Petrobras. Ambas assinaram contrato de R$443,8 milhões, para depois venderem 75% de suas ações por R$18 milhões, para Youssef e Paulo Roberto Costa. Pois é, incrível!
Gleisi Hoffmann não pode dizer que desconhecia esse lado de André Vargas, nem mesmo de Youssef e sua relação com o primeiro, pois em 1998 ambos foram indiciados por desvio de R$14 milhões da Prefeitura de Londrina (PR) para abastecer o caixa 2 da campanha à Deputado Federal do atual Ministro das Comunicações (e marido de Gleisi) Paulo Bernardo.
Qual será o próximo passo? Colocar o Fernandinho Beira-Mar no Ministério da Defesa, ou em uma Secretaria de Políticas contra as Drogas? Desse jeito o único lugar ao qual Gleisi chegará é a lista negra do próprio PT, na qual já estão seus companheiros Gaievski e Vargas.

quarta-feira, novembro 05, 2014

UCHO HADDAD: Youssef detalha pagamento de R$ 1 milhão a Gleisi e mandato da petista entra no “corredor da morte”




Sinuca de bico – Complicou sobremaneira a situação da senadora Gleisi Hoffmann(PT), ex-ministra da Casa Civil de Dilma Rousseff entre 2011 e 2014. No acordo de delação premiada que selou com as autoridades que investigam a Operação Lava-Jato, o doleiro Alberto Youssef detalhou como repassou R$ 1 milhão desviado da Petrobras para a campanha de Gleisi ao Senado, em 2010. O dinheiro foi entregue em quatro parcelas, sendo três em um shopping no centro de Curitiba, enquanto a outra foi paga na casa do próprio Youssef, na capital paranaense. De acordo com o doleiro, o dinheiro foi entregue por solicitação do marido de Gleisi, o ministro Paulo Bernardo da Silva (Comunicações).

Candidata derrotada ao governo do Paraná e cotada para assumir uma vaga no Tribunal de Contas da União (TCU), onde investigaria as roubalheiras do PT na Petrobras, Gleisi, com as revelações do doleiro, tornou-se alvo central da Operação Lava-Jato. Com ficou isso, seu mandato de senadora corre sério risco. Com o depoimento de Youssef, a parlamentar petista entra no corredor da morte do Congresso Nacional, onde já se encontra o ex-coordenador de sua campanha, deputado federal André Vargas.

As informações de Alberto Youssef confirmam o depoimento do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, também em delação premiada, de que em 2010 recebeu pedido “para ajudar a campanha” de Gleisi. Segundo Costa, a solicitação foi feita pelo marido da senadora. O ex-diretor da estatal e o doleiro são réus em processos que apuram irregularidades na Petrobras.

Paulo Roberto Costa disse que o repasse de R$ 1 milhão “se comprova” na inscrição que ele próprio lançou em sua agenda, apreendida pela Polícia Federal em março passado. Em uma página do caderno de Costa consta, entre outros registros, a anotação “PB 0,1”. De acordo com o delator, o registro significa “Paulo Bernardo, R$ 1 milhão”. Youssef disse que os valores foram entregues por um emissário de confiança ao empresário indicado por Bernardo.

Os investigadores acreditam que a quantia supostamente destinada à campanha de Gleisi em 2010 foi entregue em espécie. Eles agora procuram o emissário de Youssef, responsável pela entrega do dinheiro.

Em seu depoimento, Costa disse que o dinheiro para a campanha de Gleisi saiu de uma cota equivalente a 1% sobre o valor de contratos superfaturados da Petrobras. Esse valor, segundo ele, era da “propina do PP”, partido da base aliada ao governo da petista Dilma Rousseff. O doleiro revelou à Justiça Federal que Costa, apesar de cuidar do 1% destinado ao PP, “muitas vezes tinha que atender pedidos do PMDB e do PT”.

Por meio de sua assessoria, Gleisi disse não conhecer Youssef. “Desconheço completamente os fatos”, afirmou. “Todas as doações constam na prestação de contas aprovada pela Justiça Eleitoral.” A senadora informou que avalia, com seus advogados, “quais providências legais assumirá em relação ao caso”.

Paulo Bernardo afirmou que “não pediu nem recebeu qualquer importância” e que nunca falou com Youssef. “Reafirmo o que já lhe disse: desconheço esse assunto. Nunca falei com o senhor Youssef, por qualquer meio.” Bernardo confirmou conhecer o dono do shopping citado pelo doleiro, mas nega qualquer irregularidade.

Com o próprio mandato em risco, Gleisi Hoffmann achou prudente desmentir sua indicação para o posto de ministra do TCU. O fato de ter o nome cogitado para o cargo foi revelado pelo jornal “O Estado de S. Paulo” e provocou enorme indignação, especialmente nas redes sociais, onde se considerou um absurdo que uma das principais suspeitas de se beneficiar dos esquemas ilícitos da Petrobras poderia ser encarregada de investigar a roubalheira na estatal petrolífera.

Fonte: Ucho.info

segunda-feira, julho 17, 2017

IMPRENSA VIVA: A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) está na mira do juiz Josafá Antonio Lemes, do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Paraná



A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) está na mira do juiz Josafá Antonio Lemes, do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Paraná.

Lemes pediu esta semana ao juiz Sergio Moro informações sobre empresas investigadas na Operação Lava Jato que financiaram o PT em 2014, ano das últimas eleições. O juiz é relator da prestação de contas do diretório estadual das eleições no estado daquele ano. Lemes informou que para avaliar a regularidade da contabilidade do PT será preciso levar em consideração que “foram feitas doações ao Partido dos Trabalhadores – dentre outras pessoas – pelas empresas JBS-FRIBOI e Banco BTG Pactual S/A”. E, acrescenta ele, “tais empresas fazem parte do rol de pessoas jurídicas investigadas nas operações ‘Lava Jato’ e outras, porque – em tese – as origens desses recursos (financiamento de campanha) seriam de fontes ilícitas porque derivadas de ‘propinas’ de contratos firmados entre empresas privadas e públicas (licitações)”. 

Em 2014, a senadora Gleisi Hoffmann foi a candidata do PT paranaense ao governo estadual. Recém eleita presidente nacional do PT, Gleisi também é alvo de investigação no Supremo Tribunal Federal (STF) por seu envolvimento no esquema de corrupção no petrolão.

sexta-feira, julho 25, 2014

BONS COMPANHEIROS PETRALHAS: PMDB denuncia que André Vargas, alvo da Lava-Jato, e o pedófilo Gaievski continuam filiados ao PT




Bons companheiros
A queda de braço entre o PT e o PMDB na disputa pelo governo do Paraná chegou à seara da virulência. Irritados com os seguidos ataques ao senador Roberto Requião, os peemedebistas denunciaram um novo escândalo do PT. Levantamento feito na Câmara dos Deputados mostra que a exclusão do deputado André Vargas, coordenador da campanha da senadora Gleisi Hoffmann, dos quadros do PT, anunciada em 25 de abril, foi apenas para o inglês ver. Até hoje, como denuncia o PMDB, “nem Vargas nem o PT comunicaram oficialmente à Câmara a desfiliação”.

Pior é o caso do pedófilo Eduardo Gaievski, ex-assessor de Gleisi Hoffmann na Casa Civil, escalado pela petista para cuidar das políticas do governo federal voltadas a menores e, à época, cotado para ser o candidato a vice na chapa da senadora que disputa o governo do Paraná. Preso em agosto de 2013 pela prática de 28 estupros contra menores (14 deles cometidos contra vulneráveis, menores de 14 anos), Gaievski está na Penitenciária Estadual de Francisco Beltrão, onde aguarda sentença. Mesmo com a liberdade privada e predicados (sic) pouco louváveis, o monstro da Casa Civil continua em pleno gozo de seus direitos de filiado ao PT. A prova foi obtida pelo PMDB por meio atestado emitido pelo Tribunal Superior Eleitoral.

O anúncio da saída de André Vargas do PT teria sido um teatro armado para não prejudicar o Partido dos Trabalhadores com mais um escândalo em ano eleitoral, informam os “requianistas”. Vargas foi flagrado em um turbilhão de denúncias depois que o jornal “Folha de S. Paulo” publicou matéria revelando que o então vice-presidente da Câmara Federal viajara com a família para o Nordeste a bordo de jatinho fretado pelo doleiro Alberto Youssef, preso pela Polícia Federal na esteira Operação Lava-Jato.

Na sequência, Vargas foi acusado de ser sócio do doleiro em um laboratório-lavanderia – o Labogen – criado como fim específico de lesar o Ministério da Saúde. André Vargas renunciou à vice-presidência da Câmara dos Deputados e anunciou sua saída do PT. Desde então, as pressões sobre o ex-petista diminuíram consideravelmente.

O caso Gaievski é um escândalo sem precedentes. Em 23 de janeiro de 2013, o ex-prefeito petista de Realeza, pequena cidade do Sudoeste paranaense, foi levado por Gleisi Hoffmann a Brasília e nomeado para ser seu assessor especial. Além de cuidar das políticas do governo federal para menores, Gaievski seria o coordenador de sua campanha junto aos prefeitos do interior do Paraná e cotado para ocupar altos cargos em eventual futuro governo Gleisi. Por ocasião da nomeação, Gaievski já era investigado, havia dois anos, pelo Ministério Público do Paraná por conta da suspeita de ter cometido dezenas de estupros contra meninas menores de idade.

A hedionda ficha criminal de Gaievski não era novidade no PT. Ele costumava jactar-se em rodas de amigos sobre suas relações com garotas menores, armazenava em seu celular fotos de pelo menos cinquenta adolescentes nuas, com as quais havia mantido relações sexuais, material exibido com galhardia criminosa a que se interessasse.

O currículo criminal do pedófilo sempre esteve disponível na rede mundial de computadores, mas até hoje não se consegue compreender como sua nomeação passou pelo crivo do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República e da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), órgãos encarregados de checar a ficha dos indicados para cargos no Palácio do Planalto, principalmente.

Apesar do seu assustador prontuário, Gaievski conseguiu driblar os filtros da ABIN e do GSI, permanecendo durante meses a fio a poucos metros do gabinete de Dilma Rousseff, que até o momento não fez qualquer comentário sobre o escândalo. Agora, enquanto aguarda sentença condenatória que pode ultrapassar cem anos de prisão, Eduardo Gaievski continua regularmente filiado ao PT.

Fonte: Ucho.info

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