A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT
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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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terça-feira, julho 18, 2017

MARLOS ÁPYUS: No 23º encontro do Foro de São Paulo, a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, assumiu a atuação regional do grupo



Com a queda do Muro de Berlim, e antevendo o fim da União Soviética, a esquerda latina percebeu que precisava atualizar o discurso ou não iria adiante defendendo um sistema que – o mundo acabava de conferir – falia nações inteiras e levava a população ao caos. Assim sendo, em julho de 1990, atendendo a um convite do PT, reuniu-se em São Paulo com 48 partidos e organizações para traçar um plano de ação regional. No ano seguinte, já sob o nome de “Foro de São Paulo”, faria um novo encontro na Cidade do México, desta vez com 68 organizações e partidos de 22 países.
As primeiras ressalvas pintaram ainda nos anos 1990, e se focavam na participação de grupos criticados por ações terroristas, como as FARC e o MST. Mas a submissão de soberanias nacionais aos interesses de uma organização continental, com interferências por vezes explícitas em disputas eleitorais, sempre soou problema maior. O que alimentou teorias e mais teorias conspiratórias que nunca foram devidamente refutadas.
Com o impeachment de Dilma Rousseff em 2016, e a eleição de Mauricio Macri no ano anterior, o grupo perdeu seus maiores trunfos. Mas, ao que tudo indica, segue longe do fim. Em 2017, possui representantes no comando de ao menos dez nações latinas:
  1. Bolívia – Evo Morales
  2. Chile – Michelle Bachelet
  3. Cuba – Raúl Castro
  4. Dominica – Roosevelt Skerrit
  5. República Dominicana – Danilo Medina
  6. Equador – Rafael Correa
  7. El Salvador – Salvador Sánchez Cerén
  8. Nicarágua – Daniel Ortega
  9. Uruguai – Tabaré Vázquez
  10. Venezuela – Nicolás Maduro
Mesmo na oposição, os membros brasileiros contemplam a maior coleção de partidos em um único país. A saber:
  1. Partido dos Trabalhadores
  2. Partido Comunista do Brasil
  3. Partido Democrático Trabalhista
  4. Partido Comunista Brasileiro
  5. Partido Socialista Brasileiro
  6. Partido Popular Socialista
  7. Partido Pátria Livre
Dono da iniciativa, o PT jamais escondeu as colaborações com o grupo, ainda que alguns defensores insistam que tudo não passa de alucinação dos teóricos da conspiração. Entre 2009 e 2017, por exemplo, o perfil oficial da sigla citou o encontro em ao menos 51 oportunidades. Na mais recente participação, a presidente Gleisi Hoffmann deixou claro alguns posicionamentos: insistiu que Lula foi condenado sem provas; chamou de golpe o impeachment de Dilma; declarou apoio ao ditador Nicolás Maduro; defendeu que a crise econômica internacional de 2008 ainda não acabou; reclamou do bloqueio econômico de Donald Trump a Cuba e comemorou o centenário da Revolução Russa de 1917, além de homenager Che Guevara nos parágrafos finais.
O mais importante, contudo: não escondeu a atuação em bloco do Foro, em especial no Brasil e na Argentina.
“Apesar do revés eleitoral que sofremos na Argentina e o golpe parlamentar no Brasil, os principais partidos membros do Foro de São Paulo estão retomando a ofensiva política diante dos atuais governantes da direita nestes dois países com a perspectiva de voltar a governa-los no curto prazo. (…) Tenho certeza que as discussões realizadas neste 23º Encontro pelos partidos membros do Foro de São Paulo contribuirão para a implementação de uma política de desenvolvimento para a América Latina e Caribe. (…) Para isto, chegamos a um grande acordo que se traduziu na concretização de uma ampla plataforma programática e de ação: o ‘Consenso de Nossa América'”.
Como coerência não é o forte, chegou a pregar também a “não ingerência externa“. Mas basta observar as ações dos envolvidos para ter certeza do trecho em que falava a verdade.

Fonte: Implicante

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