A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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sexta-feira, setembro 12, 2014

BLOG DO CORONEL: Forbes lista 5 razões para não reeleger Dilma


Sob o comando da presidente Dilma Rousseff, o "Brasil passou da efervescência para a melancolia". Essa é a opinião de Anderson Antunes, colunista da revista Forbes, que elencou cinco motivos para os brasileiros não reelegeram a petista para a Presidência da República nas eleições de 5 de outubro.

De acordo com a artigo, o Brasil, nos últimos 20 anos, passou por uma "transformação social e econômica" que tirou "dezenas de milhares de pessoas da extrema pobreza", além de alcançar o sétimo lugar entre as maiores economias do mundo. Entretanto, essas conquistas se devem aos governos dos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Luiz Inácio Lula da Silva, antecessores de Dilma que conseguiram se reeleger.

A recessão técnica da economia, após duas quedas consecutivas do Produto Interno Bruto (PIB) nos primeiro e segundo trimestres deste ano -, a inflação que persiste em se manter ao redor do teto da meta do Banco Central e escândalos da Petrobras são alguns dos motivos que, segundo Anderson Antunes, fazem o governo Dilma Rousseff não ser mais o ideal para o País.

Confira os cinco motivos do colunista da Forbes para que Dilma Rousseff não seja reeleita:

1. O Brasil não cresceu como poderia e deveria durante o governo Dilma Segundo o colunista, a economia do País cresceu 7,5% em 2010, último ano de Lula na presidência, com o Brasil sendo um dos maiores exportadores de produtos manufaturados e agrícolas, além de minério de ferro. Desde então, esse cenário não se repetiu, e a economia entrou em recessão técnica neste ano.

"É a primeira vez em cinco anos que a economia retraiu", escreveu o colunista. "Até o fim de seu mandato neste ano, o crescimento do Brasil sob Rousseff esperado é de dois pontos percentuais menor do que o crescimento médio da América Latina entre 2010 e 2014. É a primeira vez em 20 anos que o Brasil é deixado para trás comendo a poeira de seus vizinhos."

2. Maior empresa do País, a Petrobras está sendo seriamente danificada Em 1997, a Petrobras ganhou uma nova força quando o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso acabou com o monopólio estatal e abriu o capital da empresa para investimento privado, diz Antunes. Dez anos depois, a petroleiro descobriu o pré-sal, o que seria uma prova de que "Deus é realmente brasileiro", citando uma afirmação do ex-presidente Lula.

Sob o governo petista, a estatal tem enfrentado diversos escândalos. Além das investigações, o valor de mercado da companhia caiu de US$ 190 bilhões para US$ 119 bilhões em quatro anos. O colunista também critica o fato de a Petrobras ser utilizada para controlar a inflação, segurando reajustes nos preços de combustíveis e agregados.

3. Abordagem de Dilma para manter a inflação alta a fim de manter empregos é questionável Um consenso dos analistas é que inflação e desemprego baixo funcionam quando há crescimento econômico, diz o colunista. No Brasil, a inflação tem piorado pelo fato de que nos últimos anos os salários têm aumentado em um ritmo constante, enquanto o lucro das empresas tem declinado.

"Para Rousseff, a solução seria elevar os juros, apertar a política fiscal e permitir que os preços se ajustem, acelerando a inflação antes que a situação se normalize. Isso não é uma tarefa fácil, já que o consumo representa a maior parte da economia do País - 63%." Antunes acredita, no entanto, que Dilma não tomará essas medidas, já que seria atípico para um "governo populista".

4. Dívida Pública do Brasil continua crescendo, e as economias nacionais ainda são baixas Antunes diz que, apesar de a dívida pública do País ser relativamente baixa - cerca de 35% do PIB -, esse percentual tem crescido. "O orçamento federal está constantemente em déficit, e Rousseff se comprometeu a cumprir uma meta de superávit primário de 1,9% do PIB neste ano e 2% no próximo ano", se reeleita.

Antunes ressalta que, nos primeiros seis meses do ano, o superávit primário - espécie de economia para pagar os juros da dívida - atingiu R$ 29,4 bilhões, o menor valor da história.

5. Dilma não promoveu as reformas necessárias para tornar a vida das pessoas, especialmente dos pobres, melhor O PT se autoproclama como o partido que tem a missão de defender os pobres e os socialmente excluídos. As reformas necessárias para isso, no entanto, não têm acontecido no governo Dilma, afirma o colunista. Ele diz que o Brasil, além de não estar mais crescendo como deveria, reduziu sua distribuição de renda.

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