A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT
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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

terça-feira, março 11, 2014

SC: MST invade área do Exército e se retira após negociação


Terreno da Estação da Epagri de Caçador é ocupado por 60 famílias do MST
 
Cerca de 60 famílias ligadas ao Movimento Sem Terra (MST) estão acampadas em uma área da Estação Experimental da Epagri de Caçador desde a madrugada desta segunda-feira. A ocupação, que segundo fontes de dentro da Epagri aconteceu de forma pacífica, foi organizada para pressionar o governo para que a área seja cedida de forma definitiva para a reforma agrária.

A área ocupada pertence à Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), mas foi cedida ao Exército. De acordo com participantes do movimento, oriundos de um acampamento localizado em Lebon Régis, o Incra tem um acordo para que o local seja cedido para um assentamento.
 
A Epagri ainda não se pronunciou sobre as medidas que serão tomadas após a ocupação.

 
DESFECHO
 
Exército consegue negociação e MST irá se retirar da Epagri nesta manhã

A invasão do Movimento Sem Terra (MST) na estação da Epagri de Caçador chega ao fim depois de 48 horas de ocupação. Com negociações desenvolvidas pelo Exército Brasileiro, dono das terras invadidas, os assentados desistiram de ocupar a área e prometeram se retirar do local na manhã desta terça-feira (11).
 
A informação foi repassada pelo tenente-coronel Sérgio Mastins, comandante do 5º Regimento de Carros de Combate (RCC), do município de Rio Negro, que coordena o pelotão instalado no local da invasão.
 
Ele ressalta que os militares ocuparam a área de forma pacífica, e que logo na chegada já partiram para as negociações com os líderes do MST. “A decisão foi estabelecida de comum acordo, tanto do MST quanto do Exército. 
 
Dividimos a mesma área, de forma organizada, e chegamos ao acordo que na manhã desta terça-feira, às 8h, eles irão desmanchar o acampamento e irão se retirar do local”, comenta.
 
O comandante também explica que não houve qualquer problema no desenrolar das negociações, e que os agricultores entenderam que o local não é próprio para se instalar um assentamento.
 
“A tropa veio aqui com a intenção de dialogar, e não de retirar as famílias assentadas. Mas aos poucos eles perceberam que realmente é uma área do Exército, e que não é um local que se possa aproveitar para um assentamento e que traga algum benefício com isso”, disse o tenente-coronel Martins, que completou dizendo que o local é utilizado em exercícios pelo Tiro de Guerra do município.
 
Ainda de acordo com informações, na madrugada desta terça-feira algumas famílias já haviam se retirado do local. No local, a reportagem do Diário Caçadorense encontrou os assentados já dormindo e o pelotão a postos controlando a área.
 
O Exército também informou que participaram da missão um pelotão do 5º RCC de Rio Negro e equipes especializadas em comunicação social, inteligência e logística. Houve a hipótese de vir mais reforços, mas o comando entendeu que a situação já estava controlada.

 
Fonte: diário caçadorense/montedo.com

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