A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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terça-feira, março 11, 2014

Equipe da campanha de Dilma vai trabalhar em espaço pertencente a empresa que mantém o mesmo tipo de contrato com órgãos federais

Campanha de Dilma: Aluga-se para governo e comitê

11 de março de 2014 | 2h 03 -Fábio Fabrini e Andreza Matais - O Estado de S.Paulo

BRASÍLIA - O novo QG da campanha reeleitoral do PT em Brasília funcionará em dois pavimentos de 2,4 mil m² de um edifício na área central de Brasília, com subsolo de mais 200 m² capaz de abrigar 11 veículos ou servir de escritório. O partido da presidente Dilma Rousseff escolheu um imóvel pertencente a uma empresa que tem contratos com órgãos do governo. Desde a posse da presidente, essa empresa já recebeu R$ 18,3 milhões em contratos.

O QG petista será no edifício Embassy Tower, do Grupo Sarkis (SKS), que controla uma rede de empresas do setor imobiliário.

Desde 2011, o Ministério da Cultura pagou ao SKS R$ 13,5 milhões, referentes ao aluguel de espaços na capital federal.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), vinculado ao Ministério da Educação, repassou R$ 4,8 milhões, também pela locação de salas do mesmo grupo.

Os dois órgãos são comandados pelo PT desde o início do governo Dilma. Os contratos foram firmados com dispensa de licitação, de acordo com nota de empenho registrado no Portal da Transparência.

Até a montagem do QG, o PT fará uma reforma no local. "O novo inquilino vai reformar ele todo para a gente; vai entregar outro imóvel", afirma um administrador do grupo que se envolveu na negociação.

Por ora, a pré-campanha de Dilma funciona em São Paulo no escritório do marqueteiro João Santana, que está focado na disputa presidencial. Já está definido que o deputado estadual Edinho Silva (SP) será o tesoureiro do comitê.

No Embassy Tower vão trabalhar as principais equipes de apoio à pré-campanha e à disputa eleitoral, que começa oficialmente em julho.

Os candidatos só podem receber doações de campanha a partir de 30 de junho, após a realização de convenções partidárias. Até lá, as doações são feitas aos partidos.

O Embassy Tower não deve ser o único QG da campanha de Dilma, que será concentrada em Brasília. Um integrante do comando da candidatura diz que outros imóveis podem ser alugados.

Pesquisa. O grupo SKS confirma que alugou o espaço para o PT e que mantém contratos com o governo. O Estado apurou que o partido deve pagar R$ 135 mil mensais pelos dois andares no Embassy Tower. O contrato, já em vigor, tem nove meses de duração e poderá ser prorrogado.

"Pertence ao nosso grupo. Não tem superfaturamento, nada disso. Antes de fechar, o partido fez uma pesquisa de preços e o nosso foi o mais baixo", disse Thiago Sarkis, um dos representantes do SKS. Além do setor imobiliário, o SKS atua na construção civil, produção de cimento, concreto, aço, mineração e hotelaria. Outras empresas do grupo também têm negócios com o governo federal.

Procurada, a assessoria de imprensa do PT pediu que o Estado enviasse os questionamentos por e-mail. Até a edição ser concluída, o partido não enviou resposta. A reportagem também encaminhou as perguntas ao tesoureiro do partido, João Vaccari Neto, mas não obteve resposta. O PT costuma afirmar, quando questionado sobre despesas com fornecedores, que suas despesas são registradas no Tribunal Superior Eleitoral.
Em 2010, o comitê de Dilma usava duas casas no Lago Sul, área nobre de Brasília. Uma era parcialmente mantida pelo empresário Benedito de Oliveira, que também mantinha contratos com o governo na época.

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