A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT
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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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segunda-feira, fevereiro 10, 2014

Conheça SININHO, a nova musa dos BLACK BLOC


Elisa Quadros a famosa SININHO e seu companheiro o GAME-OVER





Direto do Reinaldo Azevedo

Segundo advogado, militante lhe disse que rapaz que acendeu o morteiro que atingiu cinegrafista é ligado ao deputado estadual Marcelo Freixo, do PSOL

 

 

 

Elisa Quadros: a “militante” foi oferecer a ajuda e teria dito que falava em nome de Marcelo Freixo



O deputado estadual Marcelo Freixo, do PSOL do Rio, combateu as milícias e coisa e tal. Milícias têm mesmo de ser combatidas. Virou até herói de filme. E, aí, é claro que já acho um pouco demais. Combate às milícias à parte, não gosto da sua militância. Quem gosta é o Wagner Moura, o Caetano Veloso e o Chico Buarque. Não gosto também do seu partido. Eu já vi do que são capazes os militantes de sua seita nas universidades, por exemplo. Vejam em que estado ficou a Reitoria da USP depois da invasão promovida pelos patriotas.
O Fantástico levou ao ontem à noite uma reportagem muito, mas muito eloquente mesmo sobre Fábio Raposo, o rapaz que passou a um outro o morteiro que feriu gravemente o cinegrafista Santiago Andrade, da Band. Leiam. Volto em seguida.
*
Neste domingo (9) à tarde, o advogado Jonas Tadeu e o estagiário Marcelo Mattoso prestaram assistência jurídica a Fábio Raposo. O estagiário recebeu um telefonema. O delegado que investiga o caso disse que ouviu a conversa e pediu que o estagiário registrasse, em depoimento, o que foi falado nessa ligação. A polícia fez, então, um registro, chamado “Termo de Declaração”.
Nele, o advogado afirma que uma ativista disse que o homem que acendeu o rojão era ligado ao deputado estadual Marcelo Freixo, do PSOL. O deputado negou.
No documento que está registrado na delegacia, o estagiário Marcelo Mattoso, inquirido, disse (em vermelho):
“que na data de hoje trabalhava como estagiário do Dr. Jonas Tadeu, durante a formalização do cumprimento do mandado de prisão de Fábio Raposo. Que logo após Fábio Raposo ter chegado à delegacia, recebeu em seu celular pessoal duas ligações de uma ativista e manifestante que se identificou como Sininho. E que ela perguntou se o advogado estava precisando de ajuda, pois teria advogados criminalistas à disposição. E que estaria indo com um grupo de manifestantes para a porta da delegacia para se “manifestar como ativistas.”
Em seguida, o estagiário passou o telefone para o advogado Jonas Tadeu. Segundo a declaração, a ativista informou ao advogado que o rapaz que acendeu o artefato que atingiu o jornalista era ligado ao deputado estadual Marcelo Freixo. Em seguida, aparece uma frase truncada: o texto diz que o deputado “teria à disposição de Fábio Raposo, caso ele precisasse”. Nós ligamos para o advogado Jonas Tadeu, que esclareceu. Segundo ele, Marcelo Freixo teria advogados à disposição de Fábio Raposo.
No fim do documento, está escrito que Fábio Raposo já estava sendo assistido pelo doutor Jonas Tadeu e que o auxílio não se fazia necessário. O nome da ativista Sininho é Elisa Quadros. De fato, ela apareceu neste domingo (9) na delegacia. E houve um tumulto na chegada dela. Sininho chamou jornalistas de “carniceiros”. Um dos ativistas foi agredido por um cinegrafista ao ouvir dele a frase: “Tomara que os próximos sejam vocês”.
Elisa Quadros, conhecida como Sininho, deu entrevista na porta da delegacia. Ela confirmou que ligou para o estagiário Marcelo Mattoso, mas negou que tenha oferecido ajuda. “Liguei para o Marcelo”, afirma Sininho. A ativista explicou por que fez a ligação. Disse que tinha falado com os pais de Fábio Raposo:
Sininho: Liguei porque a gente falou com os pais dele, com a mãe dele e a gente queria saber o que estava acontecendo.
Fantástico: Você fez alguma oferta para ele?
Sininho: Não, gente, não fiz oferta nenhuma. Eu já expliquei aqui.
Fantástico: Não propôs ajudar?
Sininho: Ajudar sempre, de forma jurídica, não, porque não sou advogada. Tem os advogados das manifestações, do movimento, da DHHC, e a gente queria saber quem estava assistindo ele e a gente poderia acionar os advogados que inclusive já sabem do caso e o Marcelo assistente falou que não precisava e pronto e a gente veio aqui para saber o que estava acontecendo.
Marcelo Freixo é deputado estadual pelo PSOL. Por telefone, se disse surpreso. Contou que desconhecia o ocorrido. Depois de ler o termo de declaração prestado na delegacia pelo estagiário, concordou em gravar entrevista. Marcelo Freixo afirmou que não conhece nem Fábio Raposo nem o homem que lançou o rojão que feriu o cinegrafista da TV Bandeirantes, Santiago Andrade.
“Se qualquer manifestante ligou para alguém e disse que a pessoa que jogou a bomba tem algum laço comigo, vai ter que provar isso. Se não provar, seja quem for, será processada por isso. Agora tem que realmente confirmar se disse isso. Até agora, há uma versão de um advogado, que não sei quem é, afirmando que, em um determinado telefonema, alguém disse isso. Isso tudo é muito suspeito em um momento que isso precisa ser apurado porque não sei quais interesses poderiam estar por trás dessa informação”, declara Marcelo Freixo, deputado estadual do PSOL-RJ.
O deputado confirmou que recebeu uma ligação da ativista Sininho, neste domingo (9) pela manhã.
Fantástico: Então a Sininho ligou hoje de manhã e que ela disse o quê neste telefonema?
Freixo: Apenas isso, que havia um risco de que ele fosse torturado nas prisões. Pedindo ajuda caso ele fosse torturado, evidentemente que nem ele nem ninguém podem ser torturados, e isso a gente acompanha. Agora, daí a uma denúncia de que haveria ligação com quem jogou a bomba vai uma distância enorme. Tanto o advogado quanto ela vão ter que prestar depoimento e vão ter que comprovar o que estão dizendo, se é que realmente disseram isso.
Em entrevista à Globo, no começo da noite, o advogado Jonas Tadeu e o estagiário Marcelo Mattoso confirmaram as informações que constam no termo de declaração. “Essa moça que eu não conheço perguntou o meu nome, eu dei o nome e ela disse que estava ligando a mando do deputado e oferecendo uma equipe de criminalistas para defender o rapaz, o Fábio. E que o outro menino era companheiro dela. Foi isso que aconteceu”, afirma Jonas Tadeu, advogado de Fábio Raposo. “Ela disse que o rapaz que estava junto com o Fábio era ligado ao deputado. Não estou afirmando que o deputado declarou isso. Eu acho que foi à revelia dele. Acho que ele não tem conhecimento dele. Acho que usaram o nome dele”, declara Jonas Tadeu.  E disseram que se for preciso fazem uma acareação com a ativista Sininho. “É minha palavra contra a dela. É uma questão de acareação. Estou afirmando para você a verdade”, diz o advogado de Fábio Raposo.
Em entrevista por telefone, o delegado que investiga o caso, Maurício Luciano, confirmou as circunstâncias em que o termo de declaração foi prestado pelo estagiário Marcelo Matoso.
“O que aconteceu é que durante o depoimento do Fábio o estagiário do escritório do advogado que o representava recebeu um telefonema e disse que a interlocutora era a Sininho. E uma suposta manifestante já conhecida. E ele disse que o diálogo era que ela estava dizendo alguma coisa envolvendo o Fábio, e que queria prestar solidariedade ao Fábio, oferecer assistência jurídica, dizendo que estaria ali representando o deputado Marcelo Freixo, e reportou isso para mim”, conta Maurício Luciano de Almeida, delegado.
O delegado disse que vai convocar a ativista Sininho para depor.
“Nós aproveitamos inclusive que ela estava nas imediações da delegacia, e a intimamos para prestar depoimento na próxima terça-feira (11). Vamos fazer a oitiva da Sininho para ver se ela confirma ou não aquilo que o estagiário afirma que ela teria dito”, diz Maurício. O delegado afirmou também que não descarta ouvir o deputado Marcelo Freixo.
“Nós temos só a declaração do estagiário, por isso é tudo é muito inicial para a gente fazer qualquer juízo de valor. Essa declaração dele foi de uma maneira genérica, de explicar que tipo de ligação seria essa. Profissional, pessoal… Portanto é muito simples e imaturo fazer qualquer tipo de afirmação, se há ligação ou se não há. Por isso que os depoimentos são importantes, e o da Sininho, na terça-feira, será fundamental para esses esclarecimentos”, conclui o delegado.
Encerro
Evitem acusações. Vamos esperar as apurações. Mas, aos poucos, parece que as coisas começam a ter mais definição, não é mesmo? Se o cara que acendeu o morteiro é ou não ligado a Freixo, isso não dá para saber.
Por Reinaldo Azevedo

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