A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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quinta-feira, junho 09, 2005

SIMPÓSIO APRESENTA ESTUDOS SOBRE COLÁGENO HIDROLISADO E ABORDA O PROMISSOR MERCADO DA GELATINA

Gelita South America realiza encontro com proposta de reunir classe científica e indústria em busca de oportunidades para o uso do colágeno hidrolisado

Mostrar estudos que demonstram os efeitos benéficos do colágeno e apresentar para a indústria maneiras de ampliar o mercado. Esses foram os objetivos do II Simpósio Gelita South America, realizado no último dia 18, em São Paulo.
Organizado pela Gelita, empresa líder no mercado de gelatinas, o evento abordou as pesquisas e estudos relacionados ao colágeno hidrolisado e apresentou, também, diversas maneiras para o seu uso nas indústrias alimentícias e farmacêuticas. “Com o crescimento do mercado já existe a necessidade de oferecer gelatina em formas diferentes”, afirma Paulo Reimann, presidente da Gelita South America.
Hoje, o Brasil é o maior produtor de gelatina do mundo, movimentando cerca de 130 milhões de dólares/ano. Criado na Alemanha, em 1934, atualmente, o Grupo Gelita produz 85 mil toneladas de gelatina/ano. Já a produção da filial brasileira gira em torno de 20 mil toneladas/ano.
O Grupo está presente na Europa, América do Norte, América do Sul e no bloco Ásia-Pacífico-África. No Brasil, a Gelita possui quatro fábricas: Cotia e Mococa (SP), Estância Velha (RS) e Maringá (PR).
Apesar de operar em um mercado bastante competitivo, a empresa mantém a liderança do segmento, fornecendo gelatina e colágeno hidrolisado para diversas empresas do mercado alimentício e farmacêutico. De toda a produção brasileira, 80% é exportado para todo o mundo.
Buscando atuar com excelência para exportação, a Gelita tem desenvolvido um trabalho de conscientização da melhoria de qualidade da produção de matéria-prima vinda dos estabelecimentos que as fornecem para a indústria de gelatina. Para isso realiza palestras e simpósios sobre a qualidade do produto, bem como as exigências sanitárias para melhor atender o mercado consumidor.
Outra grande preocupação da empresa é o investimento em pesquisas. Desde 1970, o Grupo apóia estudos sobre os efeitos e benefícios do colágeno hidrolisado para as articulações. Muitos deles já revelaram resultados benéficos do colágeno para a saúde e também para a estética. Dr. Klaus Flechsenhar, médico e responsável pelo Centro de Estudos da Gelita, na Alemanha, recomenda a suplementação diária, utilizando 10 g de colágeno hidrolisado, para quem possui ou quer se prevenir de doenças osteoarticulares.
Em sua apresentação no Simpósio de 18 de maio, o professor Franco Lajolo, do Departamento de Alimentos e Nutrição Experimental da USP, destacou a atenção do consumidor em relação aos alimentos e à saúde. “Pesquisas mostram que mais de 70% das pessoas acreditam que a alimentação é muito importante para a manutenção da saúde. A informação, hoje, chega muito rápido, principalmente através da mídia. Quando as pessoas não conseguem encontrar o alimento natural, elas buscam na indústria”, diz o professor.
Lajolo acrescentou, ainda, a importância da divulgação de trabalhos científicos. “Simpósios como esse trazem conhecimento de pesquisas e mantém na agenda questões de nutrição e saúde. É isso que queremos para gerar conhecimento”, concluiu.
Já Reimann, presidente da Gelita, afirmou que investir em estudos é um dos caminhos para buscar oportunidades. “O crescimento do mercado tem sido bastante grande e é necessário reinventar a forma de se disponibilizar gelatina para a indústria e para os consumidores”, finalizou.
Ao final do simpósio, a Gelita apresentou aos participantes da indústria alimentícia que o colágeno também pode ser uma nova oportunidade de negócio. Experiências mostraram que ele pode fazer parte da composição de barras de cereais e protéicas, bebidas, confeitos, entre outros, tornando alimentos que fazem parte do dia-a-dia da população ainda mais enriquecidos e saudáveis.


Mais informações - S.P.R.I.M. Box Brasil
Juliana Moraes / Eryka Motta
(21) 3206-7355 / 3206-7359

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