A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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terça-feira, novembro 09, 2004

Embrapa lança nova variedade de cebola durante Feira Nacional da Irrigação

Nova variedade de cebola é produtiva e resistente a altas temperaturas Batizada de Alfa São Francisco, a nova variedade de cebola recém lançada por pesquisadores da Embrapa Semi-Árido é recomendada para as condições de clima quente e chuvoso (verão), que marcam os meses finais e iniciais do ano nas principais áreas de produção da hortaliça no Nordeste. O negócio da cebola na região se ressentia de uma variedade com tais características. Nessa época, as produtividades alcançadas pelos produtores sempre foram as menores do ano, afirma o pesquisador Carlos Antonio Fernandes Santos, da equipe responsável pela pesquisa que gerou a nova Alfa.
As temperaturas altas registradas no segundo semestre do ano sempre foram uma limitação ao bom desempenho dos plantios. Nesse período, as baixas produtividades resultam em perda de competitividade desse segmento agrícola que tem grande importância econômica e social na Região Nordeste: cultivada em 10 mil hectares, empre-ga cerca de 60 mil pessoas - direta e indiretamente - e movimenta diretamente volumes de negócios da ordem de 65 milhões de reais por ano.

Gosto do consumidor
A Alfa São Francisco foi gerada a partir de trabalhos de melhoramento genético de ou-tra variedade, Alfa Tropical, desenvolvida na Embrapa Hortaliças, em 1998, para plantio nos estados do sudeste, nordeste e centro-oeste do país.
A pesquisa da Embrapa Semi-Á-rido, realizada durante cinco anos, enfatizou a seleção de plantas com carga genética resistente às altas temperaturas do verão e, ao mesmo tempo, adaptada ao cultivo em períodos de chuva, que são coincidentes na região. No último período de testes (novembro-2003/março-2004), realizados em 11 pequenas propriedades, a Alfa São Francisco chegou a produzir quase o dobro em relação a outras variedades usadas nos cultivos das principais regiões produtoras do Nordeste.
Os pesquisadores ainda enfati-zaram outras qualidades da Alfa São Francisco a fim de torná-la mais apreciada pelos consumidores. Uma delas foi a seleção de plantas para a produção de bulbos uniformes e arredondados. Segundo Carlos Antonio, este formato de cebola é preferido no mercado e confere a esta variedade maior facilidade de comercialização.

Meio ambiente
A nova variedade ainda se destaca pela sua produção e rusticidade. O potencial pro-dutivo registrado em testes experimentais com pequenos produtores é superior a 30 t/ha. Ao mesmo tempo, a variedade apresenta tolerância às principais doenças que atingem a cultura na região. Esta característica reduz a quantidade de agroquímicos nos plantios da variedade, o que baixa os custos de produção e diminui o impacto sobre o meio ambiente.

Novas variedades
Os pesquisadores da Embrapa Semi-Árido apostam no desenvolvimento de novas variedades para ampliar a participação da cebolicultura no mercado nacional, que, hoje, é de 18%. Eles acham viável chegar a 30% em médio prazo. Uma das inovações é desenvolver variedades híbridas locais. Segundo o pesquisador Nivaldo Duarte Costa, da Embrapa Semi-Árido, esse poderá ser o primeiro híbrido nacional. Os híbridos têm potencial para produzir o dobro do que as variedades, além de serem mais uniformes.
Outro produto é “cebola cascuda bronzeada”. Esta variedade, que tem a casca mais dura, tornará os produtores brasileiros aptos a competir com a Argentina tanto no mercado interno, como no mercado externo - o país gasta por ano 12 milhões de dólares importando produto argentino, já que este tipo de cebola tem fácil acesso no mercado europeu. Para o mercado americano, o pesquisador está finalizando os experimentos para desenvolver a cebola doce. Ele considera que com a ampliação da participação no mercado interno é possível se abrir mais 40 mil empregos diretos e indiretos na região.

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