A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT
AgroBrasil - @gricultura Brasileira Online
Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

+ LIDAS NA SEMANA

segunda-feira, setembro 27, 2004

Banco Mundial aprova US$ 30 mi para expandir soja em Mato Grosso

O conselho da IFC (Corporação Internacional de Finanças), braço do Bird (Banco Mundial) encarregado de financiar a iniciativa privada, aprovou anteontem um financiamento de US$ 30 milhões ao Grupo André Maggi para financiar o aumento da produção de soja no leste de Mato Grosso.
O projeto foi criticado por ambientalistas, que vêem nele um precedente para o financiamento de atividades destrutivas na Amazônia, num retorno às práticas ambientalmente incorretas do banco nos anos 1980.
‘O projeto foi aprovado nos termos da Maggi e da IFC’, disse ontem à Folha Adriana Gomez, do escritório de mídia da IFC. O conselho considerou que o financiamento ao Grupo Maggi poderia ser enquadrado na chamada categoria B, para projetos de moderado risco ambiental.
O Fórum das ONGs, que reúne 19 organizações, queria a reclassificação do financiamento para a categoria A, para projetos de alto risco ao ambiente. Essa categoria exige avaliação ambiental mais rigorosa. Eles pediram a reclassificação ao presidente do Bird, James Wolfensohn, que disse na última terça-feira estar ‘preocupado’ com a questão da soja.
Para as ONGs, a decisão da IFC desmoraliza Wolfensohn. ‘Fica desmoralizada a consulta que ele fez às ONGs na terça-feira, tentando ser bonzinho’, disse Maurício Galinkin, da Fundação Centro Brasileiro de Referência e Apoio Cultural, uma das organizações que fizeram o pedido.
A IFC diz que o financiamento não é para aumento de área plantada, mas para financiar produtores que vendem soja para a Maggi.
Galinkin argumenta que, ainda que o projeto não seja formalmente de expansão, seu impacto será grande porque o dinheiro vai ser financiar sojicultores numa área muito extensa da mata amazônica de transição, o ecossistema mais ameaçado da Amazônia.

Fonte: Folha de SP

Nenhum comentário:

+ LIDAS NOS ÚLTIMOS 30 DIAS

Arquivo do blog