A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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segunda-feira, agosto 09, 2004

Algodão transgênico da Embrapa terá enzima inseticida

Em cinco anos a Embrapa - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, deverá colocar no mercado a primeira variedade transgênica de algodão genuinamente brasileira. Há 20 anos a empresa pesquisa uma solução para tornar a cotonicultura livre do bicudo, um pequeno inseto que, praticamente, dizimou a lavoura algodoeira na região Nordeste, desde sua introdução no Brasil, em 1983.
"A pesquisa está baseada na identificação e isolamento de um gene que codifica para uma enzima com potencial inseticida", detalha a pesquisadora Roseane Cavalcanti dos Santos, que defendeu tese de doutorado sobre o algodão transgênico no final do ano passado pela UnB - Universidade de Brasília. "Posteriormente o gene inseticida será introduzido em plantas de algodão. Essa pesquisa traz uma perspectiva animadora para o controle desse inseto, que no momento é feito com aplicações massivas de inseticidas químicos, onerando o sistema de produção e poluindo o meio ambiente", acrescenta Roseane.
Segundo a pesquisadora, a enzima é tóxica para o inseto porque ataca o colesterol de suas membranas intestinais, interferindo no crescimento e levando-o à morte. "A enzima, coletada de uma bactéria de plantas, já se mostrou atóxica contra mamíferos, em testes conduzidos anteriormente", garante a pesquisadora da Embrapa Algodão.
Roseane conseguiu isolar cerca de 50% do gene com previsão para isolar a parte restante no final de 2004. "A partir daí, serão iniciados os testes de introdução da seqüência codante do gene na planta e posteriores ensaios relativos ao potencial inseticida da nova planta melhorada sobre os insetos. O resultado dessa pesquisa será de grande repercussão para o soerguimento definitivo da lavoura algodoeira no Brasil. Em termos econômicos, a redução com o uso de inseticidas será significativa considerando-se que dos cerca de US$ 2,5 bilhões investidos em agrotóxicos em 2002, 28% foi destinado para compra de inseticidas", destaca. O Brasil gasta atualmente cerca de U$ 900.000.000 para o controle de insetos do algodão.
O bicudo é um inseto com grande capacidade reprodutiva, com ciclo biológico entre 12 e 17 dias. Durante um ciclo do algodoeiro, que fica entre 150 e 160 dias, o bicudo pode reproduzir até seis vezes, de modo que, no campo, podem ser encontrados cerca de 500 mil insetos por hectare. Os prejuízos na produção ocorrem porque o bicudo se alimenta e coloca seus ovos em botões florais novos, elevando o percentual de queda de frutos.
A pesquisa, que está sendo realizada no Laboratório de Regulação Gênica da Embrapa Biotecnologia e Recursos Genéticos, em Brasília (DF), tem como colaboradores os pesquisadores Eugen Gander e Lucília Marcellino, que atuaram, respectivamente, como orientador e co-orientador da referida pesquisadora.

Fonte: Embrapa

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