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sexta-feira, junho 12, 2015

GRUPO DE PETISTAS AGRIDE VIOLENTAMENTE O LÍDER DO MOVIMENTO REVOLTADOS ONLINE DENTRO DO HOTEL PESTANA EM SALVADOR


Marcelo Reis, líder do movimento revoltados online, foi agredido de forma violenta por um grupo de petistas no Hotel Pestana, em Salvador, onde está hospedado. Neste vídeo Marcelo Reis relata o ocorrido. Na página do Movimento Revoltados Online há outro vídeo onde Marcelo relata que foi agredido de forma violenta por numeroso grupo de petistas. Afirma no vídeo postado no Facebook que a segurança do hotel não agiu deixando que os bate-paus do PT avançassem contra Marcelo e mais dois integrantes do Revoltados Online.

Marcelo relata que foi agredido com socos e pontapés que o deixaram com o corpo cheio de hematomas e escoriações generalizadas, em decorrência da extrema violência desferida pelos sequazes de Lula.

No vídeo postado no Facebook, Marcelo Reis mostra inclusive hematomas na parte interna de sua boca, bem como no cotovelo. O Movimento Revoltados Online já registrou boletim de ocorrência em delegacia policial para a tomada de providência legais.

MATÉRIA DO ESTADÃO MENTE!

No site do Estadão há uma matéria sobre a agressão sofrida por Marcelo Reis. O texto, evidentemente, alivia a barra do PT. Em certa altura afirma que “com ajuda dos militantes que tentavam manter a calma, foi feito um escudo humano em torno de Reis. Ele conseguiu deixar o lobby sem se machucar". 
Entretanto, os fotogramas do vídeo do Revoltados Online que está no Facebook e reproduzidos acima, mostram que Marcelo Reis foi ferido, inclusive na parte interna da boca.

sexta-feira, maio 29, 2015

Felipe Moura Brasil: Cadê a “consternação” de Dilma com a morte dos dois brasileiros no avião abatido pela Venezuela? Cadê a nota?



Em janeiro, Dilma Rousseff ficou “consternada e indignada” ao saber da execução do traficante brasileiro Marco Archer na Indonésia e chamou o embaixador em Jacarta para consultas.

“O recurso à pena de morte, que a sociedade mundial crescentemente condena, afeta gravemente as relações entre nossos países”, dizia a nota oficial do governo do PT.

Agora, a Indonésia é logo ali, na Venezuela, parceira do PT no Foro de São Paulo.

Os dois brasileiros mortos na queda do avião abatido pela Força Aérea venezuelana seriam os amazonenses Fernando César Silva da Graça, 29, e Klender Hideo de Paula Ida (foto), 24.




A Guarda Nacional Bolivariana, sempre suspeita, disse ter encontrado os documentos dos dois e mais de 600 pacotes de cocaína de alta pureza no descampado onde se espatifou o Embraer, além de dólares, pesos colombianos e aparelhos de telefone por satélite.



Perguntas:

- Dilma não está “consternada e indignada”?

- Não vai questionar como a droga e os documentos ficaram intactos após o abate?

- Não vai chamar o embaixador do Brasil em Caracas para consultas?

- Não vai confortar as famílias dos amazonenses, que ainda tinham esperanças de os corpos não serem deles?

- Não vai nem tentar explicar as diferenças entre um abate e um fuzilamento?

- Não vai emitir notinha oficial?

- Que tal confessar que a eliminação de brasileiros no exterior só afeta gravemente as relações com países democráticos, não com ditaduras amigas do PT?






De ACRITICA.COM:

'Essa droga foi posta pra difamar meu filho', afirma mãe de piloto de avião derrubado na Venezuela



Avião com dois amazonenses a bordo foi abatido pela Força Aérea Venezuelana, da Força Armada Nacional Bolivariana (FANB), na madrugada do domingo (24)


A família de Klender Hideo de Paula Ida, de 24 anos, piloto do avião derrubado na Venezuela no último fim de semana, afirmou na tarde dessa quarta-feira (27) para reportagem da TV A Crítica que o rapaz avisou na última sexta-feira (22) que iria para o município amazonense de Itacoatiara fazer uma instrução de voo numa escola e voltaria pra casa na segunda (25).

Porém, nesta quarta-feira, o Itamaraty confirmou a informação divulgada pelo Ministério para Relações Interiores, Justiça e Paz da Venezuela, que dizia que um avião com dois amazonenses foi abatido pela Força Armada Nacional Bolivariana (FANB), na madrugada do último domingo (24). O avião teria saído do Aeroclube de Manaus.

A mãe do piloto, Telma Silva, ainda muito abalada pela notícia, afirma que esse seria o último que ele iria fazer. “Ele deixou o celular em casa e saiu. Foi a última vez que vi meu príncipe”, conta.

João Marcos Silva, tio de Kendler, afirma que o rapaz era um piloto experiente e fazia voos constantemente saindo do Aeroclube. O tio disse que não conhecia o co-piloto e ainda espera por informações mais concretas. “Até o momento a gente não sabe dar informação... É difícil né”, diz.

Ainda segundo o tio, nesta quinta-feira (28) o pai de Kendler viaja para Caracas, capital do país vizinho, para tentar entender o que aconteceu com o filho e recuperar o corpo.

Segundo a Força Aérea Brasileira (FAB), o último voo registrado da aeronave pilotada por Kendler ocorreu no dia 23 de fevereiro deste entre o Aeroclube de Flores, em Manaus, e a cidade de Borba (AM). A diretoria do Aeroclube não quis se pronunciar sobre o acidente, alegando não ter informações do piloto e nem da aeronave para repassar para a imprensa.

Caças abateram bimotor

O avião bimotor Embraer EMB-820C, de prefixo PT-RCN, foi derrubado no município de Ricaurte, no estado venezuelano de Cojedes, na Venezuela, no último domingo (24). Além de Kendler, Fernando César Silva Da Graca, de 32 anos, também estava a bordo.

No local da queda dos destroços, visitado por Irwin, presidente do Escritório Nacional Antidrogas da Venezuela, na segunda-feira (25), os corpos já estavam parcialmente carbonizados, mas documentos, como Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e passaportes dos dois amazonenses, foram encontrados, assim como US$ 500, 1,7 mil pesos colombianos e algumas moedas de real.

Ao todo, 616 tabletes de cocaína (comprovado por laudos forenses apresentados pelas autoridades venezuelanas) também estavam no avião. O local onde a droga estava armazenada e o motivo de permenecer intacta, apesar do avião estar irreconhecível, não foram esclarecidos. Também foi comprovado que a aeronave tinha um prefixo venezuelano falso "colado" em cima da identificação real.








quarta-feira, maio 27, 2015

Oposicionistas recebem do MBL o pedido de impeachment de Dilma



A marcha pela liberdade promovida pelo Movimento Brasil Livre entregou hoje aos deputados da oposição o pedido de impeachment da presidente Dilma. Foi uma longa caminhada, de São Paulo à capital federal:


Acompanhados pelo deputado Alberto Fraga (DEM-DF), integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL), que fez a marcha de São Paulo para Brasília, entregaram nesta quarta-feira o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff a parlamentares de oposição, entre eles o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO), o deputado Carlos Sampaio, líder do PSDB na Câmara, e o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ).


Depois, eles se dirigiram ao gabinete do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Em uma caixa, os manifestantes traziam assinaturas de apoio ao impeachment.


Fora do Congresso, cerca de mil pessoas, segundo a Polícia Militar do DF, protestaram contra o governo. Alguns carregavam bandeiras pedindo intervenção militar. Na segunda-feira, ativistas do movimento disseram que a estimativa era de 30 mil pessoas em frente ao Congresso.


Ativistas do MBL iniciaram a marcha em São Paulo no dia 24 de abril e chegaram na capital federal na segunda-feira.(O Globo).


FOLHA POLÍTICA: Veja vídeos da manifestação pelo impeachment de Dilma em frente ao Congresso Nacional



Vídeos publicados nas redes sociais expõem a chegada e o andamento da “Marcha pela Liberdade”, que culminou, hoje, com o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff sendo protocolado no Congresso Nacional. Veja vídeos:




Cunha não arquivará pedido de impeachment feito pelo MBL


Pedido de Impeachment da presidente Dilma Rousseff

Não adiantou a pressão contrária de certos setores da oposição parlamentar. A Marcha pela Liberdade chegou em Brasília, enfrentou uma greve de ônibus deflagrada no dia, reuniu 1 mil manifestantes na porta do Congresso e protocolou o pedido de impeachment.

Resultado da pressão? O presidente da Câmara Eduardo Cunha prometeu submeter à análise jurídica o pedido feito pelo MBL. Isso significa que a presidente Dilma ficará sob pressão durante o período de análise do pedido, se o resultado da análise for favorável, Eduardo Cunha fica livre para dar encaminhamento quando bem entender.



Diferentemente dos pareceres de Miguel Reale Jr., Ives Gandra Martins e Adilson Dallari que possuem menos de 100 páginas cada um, o pedido do Movimento Brasil Livre possui aproximadamente 3 mil páginas.

Parabéns para o Movimento Brasil Livre e para todos os brasileiros de oposição!

CORREIO BRAZILIENSE: Após caminhada com início em SP, grupo pede impeachment de Dilma no DF



O Movimento Brasil Livre pede também a a redução da máquina do Estado, privatização das empresas públicas, fim do monopólio estatal em áreas como petróleo, gás e correios

Manifestantes se reúnem na Esplanada dos Ministérios para pedir o impeachment da presidente Dilma Rousseff. Após uma caminhada que se iniciou no último dia 30 em São Paulo, o Movimento Brasil Livre se concentrou em frente ao Museu Nacional, nesta quarta (27/5) e por volta das 14h, seguiu em caminhada em direção ao gramado do Congresso Nacional. Segundo o Batalhão de Trânsito Rodoviário, as duas faixas do Eixo Monumental ocupadas durante o ato já foram liberadas.


 
A Policia Militar do DF informou que cerca de 200 manifestantes participaram da concentração e, durante todo o ato, foram acompanhados por homens do 6º batalhão de polícia.



O grupo fez a primeira concentração no Parque da Cidade e, em uma caminhada de pouco mais de 4 km, foi em direção à Esplanada. Os participantes carregavam uma grande bandeira com as cores do Brasil e cartazes pedindo o afastamento de Dilma.







FOLHA POLÍTICA: Manifestantes entregam na Câmara pedido de impeachment de Dilma




Imagem: Fernanda Calgaro/G1 



Após uma marcha de um mês a pé de São Paulo a Brasília, integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL) protocolaram nesta quarta-feira (27) na Câmara dos Deputados um pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Os manifestantes foram recebidos por deputados de partidos da oposição, incluindo PSDB, DEM e PPS, na rampa do Congresso. De lá, seguiram para uma audiência com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

"Vamos entregar um protocolo com mais de mil páginas com pareceres jurídicos sobre as pedaladas fiscais e acordos de leniências que legitimam o pedido de impeachment", disse o coordenador de unidades do Movimento Brasil Livre, Caique Mafra.

Mais cedo, os manifestantes fecharam três das seis faixas da Esplanda dos Ministérios. Segundo Mafra, representantes do movimento de várias regiões do país participam da marcha. A organização estimou em 500 o número de integrantes da manifestação. A Polícia Militar estimou entre 300 e 400 o número de participantes do ato, que reúne também o Movimento Brasil Limpo e Banda Louca, ambos de São Paulo.

Com carro de som e faixa, os manifestantes entoaram cantos contra a presidente Dilma e soltaram balões verdes e amarelos.

Os parlamentares oposicionistas comemoraram o gesto e cobraram uma posição do presidente da Câmara para que coloque em votação o pedido.

“Esperamos que o presidente Eduardo Cunha se debruce sobre esse pedido, que vem embasado em parecer de jurista de nome nacional, o Ives Gandra Martins, e, portanto, tem respaldo”, disse o líder do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio (SP).

“Ele [Cunha] vai ter que submeter a voto e o Brasil vai querer saber quais os deputados que votaram contra ou a favor do impeachment”, continuou Sampaio.

Integrantes do PSDB chegaram a ensaiar a apresentação de um pedido de impeachment, mas, após análises internas, o partido mudou de estratégia e entrou com uma representação na Procuradoria Geral da República contra a presidente por supostos crimes contra as finanças públicas e de falsidade ideológica. 



Veja também:








Fernanda Calgaro/G1
Editado por Folha Política

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