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quinta-feira, maio 29, 2014

IRENE RAVACHE: Estamos vivendo numa democracia esquisita! Faça uma crítica ao PT, imediatamente você deixa de ser uma cidadã, você é uma cachorra!

A grande atriz Irene Ravache fala da sua decepção com o PT e da estranha democracia que vivemos, onde a pessoa que critica o PT é imediatamente perseguida e desqualificada, deixa de ser uma cidadã e passa a ser tratada como se fosse uma cachorra.
Veja o vídeo abaixo!


EMBRAPA: Descarte de vacas é essencial para manter produtividade nas propriedades


A reposição anual do rebanho de matrizes é importante para manter a produtividade nas propriedades rurais, com o descarte dos animais improdutivos, que falharam em mais de uma estação de monta, e os considerados “velhos”, ou seja, perto de diminuir a fertilidade. A recomendação é que todo ano sejam repostos 30% dos animais. A pesquisadora da Embrapa Gado de Corte (Campo Grande, MS), Alessandra Nicácio, explica que, além da idade do animal, o descarte deve considerar vários critérios como: falha reprodutiva, temperamento da vaca e, no caso de se trabalhar com inseminação artificial, deve-se avaliar se o animal tem uma condição ginecológica favorável à técnica.


“Normalmente, o descarte é feito depois do diagnóstico de gestação, que detecta as vacas que falharam. Então, faz-se a análise do histórico do animal, se já falhou outras vezes. Tem propriedade que a vaca falha um ano e já é descartada mesmo sendo jovem ainda, o que é chamado de pressão de seleção”, diz a pesquisadora. Segundo ela, essa vaca que falha um ano não é necessariamente uma vaca improdutiva, então ela pode até ser vendida para outra propriedade ao invés de ser enviada para o abate.

Quanto antes for feito o diagnóstico de gestação, mais rapidamente pode ser realizado o descarte, evitando-se que o animal fique mais tempo na propriedade ou, caso a intenção seja fazer o confinamento para que o animal ganhe peso antes de ser vendido ao frigorífico, isso pode ser feito o quanto antes. Algumas propriedades realizam o diagnóstico mais tardio, junto ao período da desmama (convencionalmente quando o bezerro tem entre seis e oito meses), o que é interessante porque a vaca considerada velha, que teve o último bezerro, já pode ser descartada. “A decisão sobre o momento do descarte é mais uma decisão administrativa de quando é melhor para a organização da propriedade”, destaca Alessandra.

Vacas primíparas e multíparas
A novilha torna-se primípara após o primeiro parto. Esse animal ainda está em fase de crescimento e, portanto, não alcançou seu peso adulto e, durante o período de pós-parto, tem uma necessidade nutricional maior. Devido a essas circunstâncias, as primíparas costumam ter uma taxa de prenhez mais baixa, o que pode levar à conclusão de que ela tenha falhado e deva ser descartada. “Desse modo, a propriedade só terá novilhas, vacas velhas e as primíparas que emprenharam. Então é preciso tomar cuidado com o critério de descarte de primíparas para que não se faça tanta pressão de seleção nessa categoria. O ideal é não descartar logo na primeira falha, mas dar a essa vaca uma outra chance para emprenhar novamente”, explica a pesquisadora.

A partir do momento que a vaca tem o segundo parto, ela é considerada multípara. O período ideal entre um parto e outro é de 12 meses. De acordo com Alessandra, para a multípara, caso ocorram duas falhas seguidas, ela pode ser descartada da propriedade, considerando já ser um animal adulto e com peso ideal.

Novilhas
No rebanho de matrizes, a recomendação é que 30% sejam de novilhas, visando não causar grande impacto quando elas se tornarem primíparas. A pesquisadora acrescenta que quando a intenção é aumentar o rebanho, o ideal é colocar mais de 30% de animais ou diminuir o descarte, sempre mantendo essa porcentagem de novilhas. “O que não se pode fazer é colocar muitas novilhas, pois no ano seguinte haverá um número muito grande de primíparas. Por exemplo, se forem colocados 50% de novilhas, no ano seguinte o índice de prenhez será mais baixo”, enfatiza.

Antes de serem colocadas na estação de monta, faz-se a seleção das novilhas avaliando-se quais melhor atendem aos critérios de reprodução, se estão ciclando e têm boa conformação e condição corporal. Muitas novilhas também podem ser usadas como receptoras de embrião. Através dessa técnica, é realizada a superovulação da vaca e, ao invés de ela produzir apenas um embrião, poderá produzir até dez, que serão colocados em outras vacas, as chamadas receptoras. “A técnica visa à produção de reprodutores e matrizes”, conclui a pesquisadora.

Texto e foto: Kadijah Suleiman, jornalista, MTb RJ 22729JP
Embrapa Gado de Corte
Campo Grande/MS
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)

quarta-feira, maio 28, 2014

Audiência Pública em Brasília trata das soluções para combate ao crime de abigeato




O crescimento da incidência do crime de abigeato no país, em especial no Rio Grande do Sul e as estratégias de enfrentamento, foi abordagem da audiência pública na Comissão da Agricultura, em Brasília, no dia 27. O evento foi proposto pelo deputado federal Afonso Hamm (PP-RS), que é autor do Projeto de Lei 6999/2013, que trata do crime de abigeato e o comércio de carne e outros alimentos sem procedência legal.

Hamm comentou que a ideia de elaborar a legislação surgiu durante audiência pública, em 2013, na Câmara de Vereadores de Bagé, no sentido de penalizar de forma mais rígida os criminosos, aumentando as penas aos criminosos, de dois a oito anos e as multas de R$ 500 a R$ 1.000,00 por dia. “A ideia é frear os prejuízos aos criadores dos animais, assim como, para a população em geral, já que se trata de uma questão de segurança alimentar em relação à saúde das pessoas”, argumenta.

O projeto, que trata da penalização maior do crime de abigeato, furto de animais e abate clandestino, está tramitando na Comissão de Constituição e Justiça e já teve parecer favorável do relator, deputado Espiridião Amim. Durante audiência ele relatou que se trata de iniciativa legislativa pertinente e constitucional. “No aspecto de cidadania a proposta vem ao encontro da salvaguarda da saúde pública e direito de propriedade”, opinou Amin.

Acinser
O vereador Antenor Teixeira (PP), que tem coordenado os fóruns na região de fronteira, demonstrou a preocupação quanto às incidências desse crime. Ainda abordou sobre o trabalho que é realizado elo ACINSER - Ações Integradas de Segurança Rural, criado na região da campanha em 2003, com integração de órgãos de segurança e entidades privadas. O objetivo é trabalhar na redução e combate aos crimes ligados à cadeia produtiva da carne. Entre as preocupações citadas pelo vereador é a falta de infraestrutura e viaturas para as ações de combate. Ele exemplificou que Bagé tem uma patrulha rural que atende oito municípios. Teixeira demonstra otimismo com o PL no sentido de efetivar maior penalização a quem comete o crime.

O secretário executivo do Comitê de Enfrentamento ao Abigeato e abate irregular de animais da Secretaria de Segurança do RS, delegado de Polícia, Carlos Alberto Sant’Ana da Rosa, comentou que as ações do Comitê, durante um ano, desde a sua criação já resultaram na redução em 15% do número de abigeatos, sendo que o trabalho está presente em 42 municípios. Uma das ações do Comitê é incentivar os produtores para que façam os registros sobre as ocorrências de furtos em suas propriedades com intuito de estabelecer a real situação em relação ao crime. Ainda relatou que o Acinser serviu de exemplo para estender as ações a todo Estado. Também abordou que a preocupação é quanto ao tráfego na fronteira seca com o Uruguai e as quadrilhas que são formadas. Neste sentido, informa que o Governo do Estado investiu com R$ 44 milhões no reaparelhamento dos municípios de fronteira.

O proponente da audiência relatou que dados da Secretaria de Agricultura do RS apontam que em 2013, 20% dos abates de carne foram clandestinos, o que representa 500 mil animais. Em 2012, foram registradas quase sete mil ocorrências policiais de abigeato. “Estimasse que a perda da economia gaúcha, por ano, com o furto e roubo de gado, ultrapassa R$ 1 bilhão”, conclui.

As ponderações também ficaram a cargo do Coordenador-Geral de Inspeção - CGI/DIPOA/SDA/MAPA, Luiz Marcelo Martins Araújo; Coordenador-Geral das Câmaras Setoriais e Temáticas da Secretária de Agricultura do Rio Grande do Sul, representando o Conseagri, Edegar Franco de Franco; assessor técnico da Comissão de Pecuária de Corte da CNA, Paulo Sérgio Mustefaga; presidente da Comissão de Assuntos Fundiários da Farsul, Paulo Ricardo Dias; presidente da Associação Brasileira de Frigoríficos – Abrafrigo, Péricles Salazar; presidente da Azonasul, prefeito de Herval Ildo Salaberry e vereador de Santana do Livramento, Danubio Barcellos.

O evento também foi prestigiado pelos deputados e pelo prefeito de Anta Gorda, Neori Vecchia; prefeito de São Gabriel, Roque Montagner; Secretário de Indústria e Comércio de São Gabriel, Aljaci Brito; representante do deputado Frederico Antunes, Sandro Pereira e vereador de Dom Feliciano, Luís Fernando Couto.


ARQUIVO DA COMISSÃO:

Jornalista responsável – Márcia Godinho Marinho – MTB 10.868

terça-feira, maio 27, 2014

Egito embarga carne bovina de Mato Grosso devido a caso de vaca louca em Frigorífico da JBS/Friboi

Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil Edição: Denise Griesinger

O Egito decidiu embargar por 180 dias a carne bovina de Mato Grosso, após a descoberta de um caso de encefalopatia espongiforme bovina (EEB), popularmente conhecida como doença da vaca louca, em uma unidade do Frigorífico JBS/Friboi em Mato Grosso. A informação foi confirmada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

As compras do Egito representam 9,62% do total das exportações de carne brasileira. No ano passado, o estado do Mato Grosso foi responsável por 53,8 mil toneladas de carne do total de 144,7 mil toneladas exportadas por todo o país.

Ontem (9), o ministério também confirmou o embargo temporário de 180 dias pelo Peru. No caso desse país, o embargo é válido para carne oriunda de todo Brasil, diferentemente do Egito que restringiu restringiu apenas a entrada de produtos de Mato Grosso.

No último dia 2, o Ministério da Agricultura informou ter recebido do laboratório de referência da Organização Mundial de Saúde Animal a confirmação da doença, mas ainda falta saber se é um caso atípico ou um caso clássico. O ministério espera receber o diagnóstico do laboratório ainda hoje ou na próxima segunda-feira.

Exames realizados no Laboratório Nacional Agropecuário de Pernambuco concluíram que é um caso atípico, quando a doença surge de forma esporádica e espontânea e não está relacionada à ingestão de alimentos contaminados. O caso clássico, o mais perigoso, envolve contaminação por intoxicação alimentar e, segundo o ministério, não há indícios de que isso tenha ocorrido.

Para confirmar que o caso é atípico, foram identificados 49 animais nascidos um ano antes e um ano depois do registro do caso da vaca louca. Todas as amostras deram negativo para a doença. O resultado faz o ministério acreditar que a vaca contraiu a doença por velhice e não por intoxicação.

Segundo o JBS/Friboi, a carne não chegou a entrar no mercado de consumo. A doença da vaca louca é causada por uma proteína chamada príon, que pode ser transmitida a bovinos e caprinos quando alimentados com ração de farinha contendo carne e ossos de animais contaminados. Além de causar a morte dos animais, a doença pode infectar seres humanos.

No ano passado, após a confirmação de um caso de doença da vaca louca em um animal morto em 2010 em Sertanópolis (PR), vários países suspenderam a compra da carne brasileira, embora também se tratasse de EEB atípica.

A OIE não alterou a classificação de risco do Brasil para a doença, que continua insignificante. Os países que deixaram de comprar carne foram o Japão, a China, o Peru, o Líbano, a Coreia do Sul, Arábia Saudita, África do Sul, Ilha de Taiwan, a Jordânia e o Chile.

Fonte: EBC

ABCSEM divulga novos dados sobre o mercado de hortaliças no Brasil



Os resultados da pesquisa socioeconômica da cadeia produtiva nacional de hortaliças serão lançados oficialmente durante a Hortitec 2014

Reconhecida pelo trabalho que desenvolve há 44 anos na defesa e representação do setor de sementes e mudas de Hortaliças, Flores e Ornamentais, a Associação Brasileira do Comércio de Sementes e Mudas (ABCSEM) realizou um novo levantamento dos dados socioeconômicos da Cadeia Produtiva de Hortaliças no Brasil. O lançamento oficial dos dados será na 21ª edição da Hortitec, a maior feira de horticultura do País, que acontece de 28 a 30 de maio, em Holambra (SP).

A pesquisa teve como referência o ano de 2012 e considerou 18 espécies hortícolas. São elas: abobrinha, abobrinha japonesa, alface, beterraba, brócolis, cebola, cenoura, coentro, couve-flor, feijão vagem, melancia, melão, milho doce, pepino, pimentão, quiabo, repolho e tomate (mercado fresco). Os números foram levantados com base em dados fornecidos pelos associados da entidade, que representam 98% do setor sementeiro do País, e complementados por informações de órgãos públicos e privados, redes de hortifruti, consultorias, cooperativas, produtores e profissionais experientes do setor.

De acordo com o presidente da ABCSEM, Steven Udsen, a pesquisa realizada pela entidade tem como objetivo "fornecer subsídios para o setor investir e aprimorar ainda mais a cadeia produtiva de hortaliças no Brasil e, também, valorizar sua grande relevância econômica e social. No comparativo com os dados da pesquisa anterior (2011) é possível perceber que, embora tenha havido pouca variação quanto ao tamanho da área plantada, os índices de produtividade e lucro de comercialização aumentaram, evidenciando que a horticultura brasileira tem investido cada vez mais em tecnologia, profissionalização e qualidade técnica", pondera.

Dados do setor

A pesquisa da ABCSEM revela que o setor de hortaliças é um ramo do agronegócio em pleno crescimento e que movimenta milhões de reais anualmente, em toda a sua cadeia, do campo ao varejo. Em 2012, o volume total produzido pelas 18 espécies selecionadas foi de 19,62 milhões de toneladas. No mesmo ano, o valor comercializado em sementes de hortaliças no País atingiu os R$ 475 milhões de reais, aproximadamente, valor pago pelos produtores. Outro dado importante foi o montante de empregos gerados pelo setor, que no ano de 2012, chegou a 2 milhões de empregos no campo, utilizando em média 65.783 milhões de homens/dia, número bastante considerável quando comparado a outras culturas. Vale ressaltar que o segmento de hortaliças, por suas características de cultivo, é muito dependente de mão de obra e que a base da horticultura brasileira é a mão de obra familiar. 

A pesquisa identificou ainda dados sobre os valores de comercialização das hortaliças pelo produtor, atacado e varejo; gastos totais com mão de obra e insumos agrícolas; além de um panorama sobre a produção e comércio das principais espécies e os fatores que influenciaram diretamente no aumento da produtividade e lucratividade do segmento hortícola.

O lançamento oficial da pesquisa acontecerá durante a programação da comemoração do 3º ano de atividades da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Segmento de Hortifrutiflorigranjeiros (Pró-Horti), liderada pelo deputado federal Junji Abe, que será realizada no dia 29 de maio (quinta-feira), a partir das 14h, na Sala Amsterdam, no recinto da Hortitec.



HORTITEC 2014
Data: De 28 a 30 de maio de 2014
Horário: das 9h às 19h
Estande da ABCSEM: localizado no Setor Verde (ao lado do Casa Bella Café e via de acesso aos restaurantes e anfiteatro da feira).
Local: Recinto da Expoflora – Alameda Maurício de Nassau, 675 | Holambra (SP)



MyPress & Co. – Comunicação Corporativa

Novas variedades de hortaliças serão apresentadas na Hortitec 2014

Oito lançamentos desenvolvidos no Brasil, pela Sakata, poderão ser conhecidos por produtores e demais profissionais do setor durante evento em Holambra (SP)




Lançamentos: Santy, Valerin, Alanis, Compadre, Campeiro, Marli R, Cida R e Beti R
A Sakata Seed Sudamerica, pioneira no desenvolvimento de cultivares com genética nacional, adaptadas especialmente para o clima tropical do País, trará para a Hortitec 2014 oito novas variedades de hortaliças. No evento, que acontece de 28 a 30 de maio, na cidade de Holambra (SP), a empresa lançará dois tomates (Valerin e Santy), três pimentões (Marli R, Beti R e Cida R), uma abobrinha (Alanis) e dois pepinos (Compadre e Campeiro).

Segundo Paulo Koch, diretor de Marketing da Sakata, os novos produtos visam suprir as necessidades e expectativas pré e pós-colheita dos produtores rurais, bem como as tendências de consumo do mercado hortícola. "Para atendimento destas demandas, todos os esforços da área de pesquisa da Sakata são voltados ao desenvolvimento de variedades com genética aprimorada, ano após ano, para adaptação ao local de cultivo, inclusão de resistências a novas doenças, melhorias de padrão e coloração dos frutos, dentre outros aspectos importantes. Além disso, temos como objetivo buscar sempre a otimização da produção, com redução no uso de agroquímicos e outros insumos, bem como a obtenção de frutos mais atraentes e nutritivos para o consumidor".

Além das novas hortaliças, a Sakata apresentará em seu estande variedades hortícolas que ainda estão em fase de pesquisa e outras já tradicionais, presentes em seu portfólio, que também são destaques de vendas da empresa. O tema escolhido para ser trabalhado pela empresa no evento deste ano é a brasilidade, já que a Sakata investe em pesquisa nacional, desde sua fundação, sendo pioneira do setor no País.

Confira, abaixo, mais informações e detalhes sobre os lançamentos que serão apresentadas pela empresa durante a Hortitec 2014.



Tomates
Os novos tomates da Sakata, Valerin e Santy, apresentam grandes diferenciais de mercado dos produtos já existentes, pois possuem resistência à Vira-Cabeça e Geminivírus no mesmo híbrido, com alto rendimento associado à excelente coloração, firmeza, classificação e uniformidade de frutos: Valerin com peso médio entre 230g-250g e Santy entre 240g-250g. Atendendo às necessidades do produtor rural brasileiro, que requer variedades adaptadas às diferentes características climáticas do país, o tomate Valerin possui bom desempenho de colheita em períodos chuvosos, já o tomate Santy é indicado para o cultivo em estação de seca. Com coloração vermelho intenso, excelente firmeza e enchimento de polpa, os tomates também atendem às expectativas de textura e paladar do mercado consumidor.

Pimentões
Os novos pimentões da Sakata, Marli R (verde, para campo aberto), Beti R (vermelho estufa) e Cida R (amarelo estufa), chegam ao mercado com alto nível de resistência às principais doenças que afetam diretamente o desenvolvimento da cultura, possibilitando a obtenção de produtos mais uniformes, ou seja, mais atraentes para o consumidor final. O Marli R inova o mercado de pimentões por dispor de resistência ao CMV (Cucumber Mosaic Virus), vírus que compromete muito a produtividade e que vêm causando danos econômicos em algumas das principais regiões produtoras do Brasil (Espírito Santo, Ceará e Sergipe), aliada ainda à resistência ao fungo Phytophthora capsici, causador da murcha ou requeima em plantas de pimentão, característica buscada não apenas por produtores de várias regiões do Brasil, mas também de países como Equador, Colômbia e Venezuela. Por apresentar alta rusticidade, o Pimentão Marli R apresenta ainda problemas menores de deficiência de cálcio, o conhecido "fundo preto". Na linha de pimentões coloridos para estufa, o Beti R e o Cida R surgem como novas opções para o segmento, agregando resistências a doenças, qualidade de frutos e produtividade.

Abobrinha
A nova abobrinha da Sakata, a Alanis, possui muitos diferenciais que com certeza conquistarão produtores e consumidores. Do ponto de vista técnico, ela pode ser plantada durante todo o ano e possui resistência a Oídio, uma das principais doenças fúngicas que ocorrem nas abobrinhas atualmente, fator que garante alta margem de segurança ao produtor. Outro ponto que merece ser destacado é o excelente vigor da planta, que contribui para a redução da adubação nitrogenada no momento do plantio, diminuindo o custo final de produção. Para o consumidor final, vale destacar que o ponto forte desta cultivar é a conservação pós-colheita, que mantém uma aparência de frescor (brilho) por muito mais tempo quando comparada às demais variedades vendidas no mercado.

Pepinos
Os novos pepinos híbridos da Sakata, o Compadre e o Campeiro, trarão duas novas opções de plantio a este segmento bastante restrito com relação às variedades disponíveis no mercado, com vantagens muito relevantes ao produtor. Isto porque os dois pepinos são rústicos, não requerem nenhum manejo específico e se demonstraram bem adaptados aos mais diferentes sistemas e locais de produção. Além disso, possuem ótimas características de pós-colheita, dentre elas, excelente coloração (verde escuro bem uniforme e brilhante), sendo muito atrativos aos olhos do consumidor.



HORTITEC 2014
Data: De 28 a 30 de maio de 2014
Horário: das 9h às 19h
Estande da Sakata: nº 27, localizado no Pavilhão Verde. 
Local: Recinto da Expoflora – Alameda Maurício de Nassau, 675 | Holambra (SP)



Sobre a Sakata
A Sakata Seed Sudamerica é uma empresa de sementes de hortaliças e flores, afiliada ao Grupo Sakata – Sakata Seed Corporation (multinacional japonesa), com sede em Bragança Paulista (SP) e atuação em todo o território da América do Sul. Seu negócio envolve as áreas de pesquisa, produção, processamento, vendas e logística de distribuição de sementes. Com a filosofia de manter um processo de inovação contínuo, a Sakata reúne, até a atualidade, um portfólio de mais de 250 cultivares de hortaliças e 500 cultivares de flores, comercializadas em toda a América do Sul por meio de mais de 100 canais de distribuição. Com modernos laboratórios dotados de equipamentos de alta tecnologia, a Sakata Seed Sudamerica busca sempre aprimorar a excelência de suas sementes, cuidando para que todo o pacote tecnológico e o valor agregado a este insumo chegue ao produtor e, posteriormente, ao consumidor, com a qualidade desejada. Por isso, investe em capital humano altamente tecnificado e especializado, a fim de aprimorar a gestão de seus processos e o desenvolvimento de produtos diferenciados, além de prover suporte adequado às demandas dos produtores rurais. Com a expertise de cem anos de atuação, o Grupo Sakata continua a investir em novas cultivares, privilegiando sempre a genética, a sanidade e alto desempenho das sementes que produz, proporcionando, assim, qualidade, segurança, satisfação e bem-estar para todos os elos da cadeia. 


MyPress & Co. – Comunicação Corporativa

Abertas inscrições para o XI Congresso Brasileiro de Anestesiologia Veterinária

Estão abertas as inscrições para o XI Congresso Brasileiro de Anestesiologia Veterinária, a ser realizado na estância turística Águas de Lindóia/ SP, de 3 a 5 de outubro de 2014.

O evento, realizado pelo Colégio Brasileiro de Anestesiologia Veterinária, tem apoio institucional das três unidades da Unesp que mantêm cursos de Medicina Veterinária: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ/ Botucatu), Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV/Jaboticabal) e Faculdade de Medicina Veterinária (FMV/Araçatuba).

O Congresso será realizado em conjunto com o IV Simpósio Internacional da APAVet (Associação Paulista de Anestesiologia Veterinária) e tem como objetivo promover o aprimoramento técnico-científico e a interação entre profissionais e estudantes interessados em anestesia e analgesia veterinária por meio de palestras, mesas-redondas e apresentações de trabalhos científicos.

As inscrições com maior desconto na taxa podem ser feitas até 30 de junho. A data pra submissão de trabalhos científicos é 15 de julho e não haverá prorrogação.

Inscrições, programação completa e mais informações no site: http://congressocbav.com.br/


FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA - UNESP - CÂMPUS DE BOTUCATU/SP
Assessoria de Imprensa


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