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quarta-feira, março 26, 2014

NOBLAT: Senador Mário Couto pede impeachment de Dilma

Do Blog do Noblat




Mário Couto, senador

O senador Mário Couto (PSDB-PA) pediu nesta quarta-feira (26) o impeachment da presidente Dilma Rousseff por causa da compra pela Petrobras da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, em 2006. O requerimento será protocolado na Câmara dos Deputados.

A compra foi autorizada pelo Conselho de Administração da Petrobras, na época presidida pela então ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff.


Dilma admitiu que tomou a decisão com base em relatório falho elaborado pela ex-diretor da área internacional da Petrobras Néstor Cerveró.

O líder do PSDB no Senado, Aloysio Nunes Ferreira (SP), não foi consultado. Couto, no entanto, disse que o pedido tem apoio da bancada.

Gaúcho alerta a NAÇÃO sobre bolivarianismo no Rio Grande do Sul

A TRANSIÇÃO JÁ ESTÁ NA LEI


VONTADE EXPLÍCITA
Se alguém ainda relutava em acreditar que é real a vontade firme do PT de fazer a TRANSIÇÃO PARA O SOCIALISMO, no molde proposto por Antonio Gramsci, na sua obra - CADERNOS DO CÁRCERE-, escolhida pelos membros do Foro se São Paulo, basta ler a Mensagem do governador Tarso Genro que capeia a Proposta de Lei Orçamentária para 2014, enviada à Assembleia Legislativa do RS.
PÁGINA 17
Para que não paire qualquer dúvida sobre os reais objetivos do governo petista do RS, a leitura da Mensagem deve ser feita na íntegra. Ainda assim, prestem atenção no que está escrito na página 17 da Proposta Orçamentária enviada no dia 13/09/2013 (http://www.seplag.rs.gov.br/conteudo/3469/Proposta-Orcamentaria), onde consta, com total clareza, o seguinte:


TRANSIÇÃO PARA O SOCIALISMO
O novo papel do Estado ou avançará no sentido de iniciar uma TRANSIÇÃO AO SOCIALISMO ou ficará restrito a uma reforma do capitalismo que fortaleça a autonomia de suas burguesias nacionais e promova sua ascensão à situação de competidoras no cenário mundial a partir da consolidação, com o apoio de seus governos, da condição de -campeões- empresariais regionais -.
RÉGUA DE MEDIÇÃO
Enquanto os leitores mais céticos permanecem resistentes, imaginando que este editor comete exageros, desde já insisto: pela minha régua de medição, as obras da TRANSIÇÃO PARA OS SOCIALISMO BOLIVARIANO no Brasil já atingiram 82,5%. As vias estão prontas faltando só o entorno.
COMPROMISSO ASSUMIDO
O compromisso assumido e devidamente assinado pelo governador Tarso Genro, não fixou uma data para que a TRANSIÇÃO seja completada. Mas, pela Lei Orçamentária, o caminho já está aberto, definido e só precisa ser trilhado. Com as eventuais correções de rumo, sempre que for necessário.
ASSEMBLEIA SILENCIOSA
Como podem notar, a Mensagem, assim como a Proposta de Lei Orçamentária para 2014, foi enviada no dia 13 de setembro de 2013. Entretanto, a presidência da Assembleia ficou calada diante da clara vontade do governador Tarso, de transformar o Estado do RS numa mostra comunista, que acabará servindo de modelo para ser seguida por outros Estados.
FONTE
Quem me fez o alerta, matando a cobra e mostrando o pau, foi Fábio Pesavento, Coordenador Núcleo de Economia Empresarial - ESPM-SUL. Faço questão de mencionar a fonte porque mostra o quanto alguns leitores se interessam em mostrar que estamos a caminho do fim. O fim da liberdade, que sempre foi muito precária no RS, infelizmente.
 

RODRIGO CONSTANTINO: MST invade fazenda produtiva e dispara tiros na direção dos proprietários


Mais uma boa análise feita pelo Rodrigo Constantino


O MST é um movimento criminoso, defendido apenas por aqueles idiotas úteis que perderam o bonde da história e ainda acreditam que a solução para a agricultura é o modelo socialista em vez de o agronegócio. Contra os “latifúndios”, criam verdadeiras favelas rurais sustentadas com nossos impostos. E como não dá mais para bancar o discurso de “latifúndio improdutivo”, invadem com violência fazendas produtivas mesmo.

Foi o que aconteceu em Casserengue, na Paraíba. Os bandidos chegaram atirando:

A polícia acredita que foram mais de 100 disparos. O carro do dono da fazenda foi queimado e, ainda segundo a polícia, a invasão ocorreu por volta das três horas da madrugada na casa onde  estavam o dono da fazenda, o caseiro e a família. Durante os disparos, todos ficaram trancados no banheiro.
[...]
De acordo com a coordenação do movimento, 40 famílias Sem-Terra estão no local. Eles dizem que a violência partiu do dono da fazenda.

Mas como todo comunista, mentem. Segundo o laudo policial, todos os tiros partiram de fora para dentro, na direção da casa dos proprietários. O jornalista Cândido Nóbrega faz um relato mais detalhado da situação:

De acordo com informações do delegado de Solânea, Diógenes Chaves, que atendeu a solicitação, bem como de familiares e pessoas que testemunharam o ocorrido, o proprietário da terra, Leonardo Jardelino, que estava dormindo no interior de sua residência juntamente com um casal e respectivos filhos, dentre eles uma criança de 6 anos, foi surpreendido por tiros, ameaças físicas e incêndio patrimonial. O veículo Fiat Uno, de placa MNO 2396, foi completamente destruído pelo fogo.
No momento da invasão o proprietário foi baleado nos dois pés, instante no qual se manteve refugiado no banheiro da residência, já perdendo sangue, solicitando socorro policial e médico. As ameaças por parte dos invasores não cessaram.

Até quando o Brasil vai conviver com esses invasores criminosos do MST, sustentados por dinheiro público, financiados até pelo BNDES, apoiados pelo próprio governo, recebidos pela presidente Dilma após agredirem policiais, como se fossem parte de um movimento legítimo, e elogiados pelo ministro Gilberto Carvalho?

Tudo isso é uma afronta ao estado democrático de direito, ao império das leis, aos trabalhadores de verdade que labutam dia a dia para pagar tantos impostos e sustentar vagabundos que se julgam acima das leis só porque usam um boné vermelho na cabeça-oca. Chega!

Rodrigo Constantino

AGRONEGÓCIO: Rodrigo Constantino faz um alerta sobre o estrago socialista na safra agrícola

Argentina: o estrago socialista na safra agrícola


A Argentina já foi um país muito rico no começo do século 20, mais rico do que Japão ou Áustria. Foi onde Onassis fez sua fortuna, por exemplo. A pujança agrícola, com sua natural vantagem comparativa, sempre foi invejada no mundo todo. Não mais. O socialismo estraga tudo aquilo que toca.

Claro, o estrago não é de agora. Começou com o peronismo, e a Argentina vem, desde então, perdendo posição no ranking global de prosperidade. O populismo é avassalador, e ao colocar os pobres contra os produtores de riqueza, acaba apenas gerando mais pobreza.
Mas com o casal Kirchner e suas receitas socialistas, inspiradas no blovarianismo, a velocidade da destruição aumentou. Essa reportagem sobre a produção agrícola esperada dá o tom sombrio da situação:

Nesse ambiente contraditório, o país que no passado se consagrou como grande exportador de grãos e carne assiste, quase paralisado, ao crescimento da demanda mundial de alimentos. Faz cinco anos que a produção anual de grãos da Argentina estacionou em um patamar próximo de 100 milhões de toneladas. Há oito, o país ostentava o posto de terceiro maior exportador de carne do mundo. Está, atualmente, no 11º lugar.

A produção de leite repete volumes de 1999 e a de trigo parou na história. “Os 9 milhões de toneladas do ano passado representaram a menor marca dos últimos 110 anos”, afirma o presidente da Sociedade Rural Argentina, Luis Miguel Etchevehere. Tampouco a expectativa de recorde na safra de soja este ano (52,5 milhões de toneladas) é motivo de alegria. “Como vamos comemorar produzir um pouco além dos 48 milhões de toneladas do ano passado quando teríamos potencial para volumes muito acima disso?”, questionou.

A menor produção de trigo nos últimos 110 anos!
É esse o potencial de estrago do socialismo: fazer um país regressar mais de um século no tempo e na história. Como se pode ver, as pragas naturais que os produtores precisam enfrentar em nada se comparam à praga ideológica que os seres humanos inventam. E pensar que tem tantos adeptos dessa ideologia por aqui, em nosso Brasil…

Rodrigo Constantino

PASADENA: Para o Barão Albert Frère, venda da PASADENA foi um sucesso financeiro além de qualquer expectativa razoável

 

Empresa do barão belga considerou venda de refinaria para Petrobras um sucesso fora do normal

 
 
Os balanços do conglomerado empresarial da Bélgica que vendeu a refinaria americana de Pasadena, no Texas, para a Petrobras registram o sucesso financeiro da operação. Sucesso para os belgas.

No balanço de 2005, disponível no site da Universidade Católica de Leuven, na Bélgica, a CNP (que comanda o grupo Astra Transcor), afirma que a parceria com a Petrobras acabou sendo um "sucesso financeiro além de qualquer expectativa razoável".

No balanço de 2006, ano em que a Petrobras, de fato, pagou por metade da refinaria de Pasadena, a Transcor Astra teve um lucro recorde.

Reportagem do Jornal Nacional mostra ainda que a imprensa de lá também tratou desse assunto.

“Como Albert Frère se viu inserido no coração da política brasileira" é o título da reportagem de página inteira publicada nesta terça-feira (25) no jornal belga L'Echo.

Frère tem 88 anos e o título de barão. É o homem mais rico do país, com uma fortuna estimada em quase US$ 5 bilhões. Ele é o dono da CNP, que comanda o grupo Astra Transcor. Esse grupo comprou a refinaria de Pasadena, no Texas, em 2005.

 A reportagem ressalta que a refinaria custou a Frère US$ 42 milhões. E que no fim de 2012, ele embolsou mais de US$ 1 bilhão de quem o jornal chama ironicamente de "grande irmão."

O L'Echo afirma que a estatal brasileira fez um péssimo negócio ao comprar a refinaria em duas partes. E chama a negociação de calamitosa.

Em 2006, a Petrobras pagou US$ 360 milhões. Em 2012, depois de uma longa disputa na justiça americana, pagou mais US$ 820,5 milhões pela segunda metade da refinaria.

De acordo com o jornal belga, em 2004, a refinaria era uma empresa familiar, que não decolou porque os acionistas não tinham capital de giro. “Esta é a história de um golpe de mestre, que o grupo Frère mantém em segredo”, diz o L’Echo.

Balanços da CNP, a empresa que comanda os negócios de Frère, mostram que no mesmo ano em que o grupo comprou a refinaria, já estava em contato com a Petrobras para vendê-la. Os belgas comemoraram o resultado do negócio.

No balanço de 2006, a CNP mencionou a existência da cláusula do put option aos acionistas, explicando que, sob certas circunstâncias, poderia obrigar a Petrobras a comprar a outra metade da refinaria.

Em 2007, antes mesmo de entrar em disputa com a Petrobras, a empresa belga passou a considerar a segunda metade da refinaria de Pasadena como um bem à venda.

Investigações

A diferença entre a cifra inicial e o montante pago pela Petrobras levou à abertura de investigações no Tribunal de Contas da União (TCU), na Polícia Federal e no Ministério Público por suspeita de superfaturamento e evasão de divisas.

A compra da refinaria de Pasadena foi aprovada pelo Conselho de Administração em 2006. À época, a Petrobras pagou US$ 360 milhões por 50% da usina.

A disputa na Câmara Arbitral e posteriormente na Justiça ocorreu porque a Petrobras não concordava com uma cláusula que a obrigava a comprar os outros 50% da refinaria em caso de desentendimento com a sócia.

A regra, chamada de Put Option, estava no contrato de compra, mas, segundo a Presidência da República, havia sido omitida do resumo executivo apresentado pela Diretoria Internacional da Petrobras ao Conselho de Administração na época da decisão.

Com a derrota na Justiça, a Petrobras teve de pagar mais US$ 820,5 milhões para adquirir a outra metade da refinaria. No total, a empresa gastou quase US$ 1,2 bilhão ou mais de R$ 2,7 bilhões, por uma refinaria que valia, em 2005, US$ 42,5 milhões.

A explicação do governo para o preço pago pela refinaria é a seguinte: em 2005, a Astra, empresa belga, comprou a refinaria por US$ 42 milhões e investiu nela outros US$ 84 milhões (total: US$ 126 milhões).

Em 2006, a Petrobras investiu US$ 190 milhões na compra, e gastou outros US$ 170 milhões na aquisição de metade do estoque de petróleo que a refinaria possuía naquele momento (total: US$ 360 milhões).

Em 2012, depois de uma disputa judicial com a sócia belga, a Petrobras foi obrigada a comprar a outra parte da refinaria por causa de cláusulas contratuais. Foi essa compra que elevou o gasto para quase US$ 1,2 bilhão.

Fonte: G1

PASADENA: A Operação PassaDilma

Sensacional artigo do Alex Medeiros em seu Blog


Em 2002, com Lula eleito presidente do Brasil, a ex-terrorista Dilma Rousseff passou a integrar o grupo que elaborou o plano de governo, com assento na área energética. Logo, foi empossada como ministra das Minas e Energia, cargo exercido até 2005.

Naquele mesmo 2005, o empresário belga Albert Frére comprou uma refinaria de petróleo localizada na cidade americana de Pasadena. Ele pagou US$ 42,5 milhões e no ano seguinte vendeu metade para a estatal brasileira Petrobras, recebendo US$ 360 mi.

O negócio com a empresa do Brasil teve o aval da então ministra Dilma que também presidia o Conselho de Administração da Petrobras, e que por não saber (ela diz hoje) da cláusula “put option”, teve que comprar a outra metade por US$ 820,5 milhões.

O bilionário belga controla um conglomerado de empresas através da matriz Transcor Astra Group, que por sua vez administra a Astra Oil, a tal que comprou a refinaria do Texas e repassou à Petrobras com a benevolência da gerente energética Dilma Rousseff.

Quatro anos depois da espetacular venda em Pasadena, com Dilma lançada candidata à Presidência da República do Brasil, uma empresa do setor do petróleo, a Tractebel, com sede em Florianópolis, fez uma generosa doação de R$ 1,55 milhão para a campanha.

Bom, nesse ponto, vamos interromper a ordem normal do artigo e rememorar um dos maiores escândalos políticos dos EUA, o Watergate, quando em 1972 o comitê de campanha dos Democratas foi assaltado por presumíveis agentes dos Republicanos.

Os jornalistas do Washington Post, Bob Woodward e Carl Bernstein (que se consagrariam como uma versão Lennon & McCartney do jornalismo investigativo), contaram com uma fonte invisível para desvendar o crime com aval da Casa Branca.

A voz via telefone de um tal “Garganta Profunda”, que não pediu prêmio pela delação, lançou a senha para os dois repórteres: “follow the money” (siga o dinheiro). E foi no rastro da grana envolvida na campanha que o caso levou Richard Nixon à renúncia.

Voltemos ao caso “PasaDilma” e ao dinheiro doado em 2010 pela Tractebel, uma empresa que é pertencente à grande indústria francesa da área de energia, GDF Suez, que lidera o consórcio da obra do PAC da Usina Hidrelétrica de Jirau, em Rondônia.

Pois bem. E daí?, deve estar pensando você, leitor curioso. Daí que, lembram do bilionário belga, o Albert Frére, lá do segundo parágrafo? Pois o cara é acionista também da gigante francesa. Ou seja, botou um pé no Texas e outro em Rondônia.

Quer saber mais? A doação não se resumiu apenas à campanha de Dilma, mas também foi feita para os comitês eleitorais do PT em Santa Catarina e Rondônia, e uma parcela enviada para o diretório nacional. Em 2006, houve R$ 300 mil para a luta de Lula.

Há claros indícios de que o esquema não quis dar bandeira, tanto que a Tractebel tratou de enviar ajudas para outros partidos, como o PSDB, que adicionou R$ 500 mil na campanha de José Serra e mais R$ 300 mil para a direção estadual em Brasília.

Outros partidos, como PMDB, DEM, PDT, PPS e PR também morderam um troco da teia armada nas empresas de Albert Frére. Os valores doados para a campanha do PT são mixaria, comparados ao rombo bilionário na Petrobras. Sigam o dinheiro!

UCHO INFO: Dilma Rousseff já deveria estar respondendo na Justiça pelo crime de prevaricação

Direto do Site Ucho Info

Sol quadrado
É grande a movimentação nos bastidores do desgoverno de Dilma Vana Rousseff para barrar a criação da CPI da Petrobras, cujo objetivo é investigar a bisonha aquisição da refinaria de Pasadena (Texas) e os muitos escândalos que emolduram a petroleira nacional. O desespero que tomou conta dos palacianos é tamanho, que por ordem de Dilma a Petrobras decidiu criar, na última segunda-feira (24), uma comissão interna para investigar a compra superfaturada da obsoleta refinaria norte-americana. Isso se dá oito anos após a concretização do negócio, o que mostra que há muita coisa errada por trás da transação.

A decisão de criar a tal comissão foi tomada pela presidente da estatal, Maria das Graças Foster, que errou ao não adotar medidas contra um inexplicável descalabro. “Ontem (segunda-feira), tomamos a decisão de abrir uma comissão de apuração interna. Isso é extremamente importante. Temos até 45 dias para nos manifestar sobre uma série de processos que já estavam em avaliação de forma administrativa. Essa comissão não foi aberta para saber se a cláusula devia ou não estar no resumo executivo. Não é preciso fazer uma comissão para se chegar à conclusão sobre a importância de tê-las no resumo executivo”, disse Foster ao jornal “O Globo”.

O caso da refinaria de Pasadena é um escândalo sem precedentes, que confirma a ousadia da quadrilha que se instalou no poder central, mas é a ponta de um iceberg formado por água fétida e lamacenta. Há na seara da Petrobras um sem fim de imbróglios, como, por exemplo, a construção da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, cuja previsão inicial de gatos era de US$ 2,5 bilhões, mas já chegou em US$ 18 bilhões e podendo avançar ainda mais. Especialistas nos setor afirmam que a refinaria pernambucana, que deveria ser erguida em parceria com a Venezuela, pode custar ao povo brasileiro a bagatela de R$ 50 bilhões (US$ 20 bilhões).

Um grupo de parlamentares acionou, na terça-feira (25), a Procuradoria-Geral da República para que a presidente Dilma seja investigada no vácuo do escândalo, assunto que caiu como bomba no Palácio do Planalto. A decisão sobre processar ou não cabe ao procurador Rodrigo Janot, que tem nesse caso a oportunidade de mostrar a que veio e confirmar a independência do Ministério Público Federal.

Em qualquer país minimamente sério, Dilma e seus pares no Conselho de Administração da Petrobras, que endossaram a compra da refinaria de Pasadena, já estariam presos. Não custa lembrar que nos casos de fraudes fiscais patrocinados por empresas norte-americanas, muitos executivos deixaram os prédios das companhias algemados e ladeados por agentes do FBI, com direito a divulgação das imagens na imprensa e na rede mundial de computadores.

No Brasil, fossem as autoridades cumpridoras do dever e imbuídas de coragem, Dilma Rousseff já estaria respondendo na Justiça pelo crime de prevaricação (artigo 319 do Código Penal Brasileiro)

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