Um dos grandes atores no comércio internacional de bens e serviços, o agronegócio brasileiro ganha mais espaço no mercado mundial. Embora responda por 4% dos negócios fechados pelo setor no mundo, ainda é preciso mudanças que garantam sua expansão. Para discutir os pontos críticos e as alternativas para ganhar mais competitividade, as Comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) e de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN) da Câmara dos Deputados, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o jornal Valor Econômico realizam, em 14 de dezembro, o Seminário desenvolvimento do setor agropecuário e inclusão social.
O painel de abertura terá como tema o mercado internacional, infra-estrutura e logística - assuntos que destacam-se por conta da urgência de resolver as péssimas condições das estradas, o uso restrito de outras modalidades de transporte de carga e até mesmo a deficiência na capacidade de armazenagem dos produtos. O painelista é o governador de Mato Grosso, Blairo Maggi - considerado um dos maiores produtores de soja do mundo. O debate contará também com o presidente Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (ABIEC), Marcus Vinícius Pratini de Moraes, Jório Dauster (ex-diretor da Companhia Vale do Rio Doce), Cristiano Walter Simon (vice-presidente da Associação Brasileira de Agribusiness, ABAG) e Sérgio Silva do Amaral (embaixador do Brasil na França).
No segundo painel o debate sobre planejamento estratégico e inovação tecnológica será conduzido pelo presidente do Instituto de Pesquisa Aplicada (IPEA), Glauco Arbix. Os debatedores convidados são os ministros da Ciência e Tecnologia, Eduardo Campos, e do Desenvolvimento Agrário, Miguel Roseto, e o economista Decio Muñoz - professor da Universidade de Brasília (UnB).
O seminário ocorrerá no auditório Petrônio Portela, no Senado Federal. A abertura, às 9h30, contará com a presença do presidente do Congresso Nacional, senador José Sarney, do ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, dos deputados Leonardo Vilela (PP-GO) e Carlos Melles (PFL-MG), respectivamente presidentes das Comissões de Agricultura e de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara Federal , do diretor- presidente da Embrapa, Clayton Campanhola, e da diretora adjunta de projetos editoriais do Valor Econômico em Brasília, Cláudia Safatle.
Inscrições
O evento é aberto a técnicos, lideranças do setor rural, profissionais liberais e demais interessados no desenvolvimento do agronegócio. A inscrição não tem custo e já pode ser feita pelo seguinte endereço eletrônico: inscricao.seminarios@valor.com.br (informar a palavra AGRO no assunto da mensagem). Outras informações nos telefones (61) 216-6406/ 216-6403 (Comissão de Agricultura). Também no site da Câmara dos Deputados www.camara.gov.br .
Deva Rodrigues
MTB/RS 5297
E-mail:assessoria.capadr@camara.gov.br
Telefone: (61) 216-6406
Programação
Seminário
Desenvolvimento do Setor Agropecuário e Inclusão Social
14 de dezembro de 2004
9 às 17h30
Auditório Petrônio Portela - Senado Federal
9h
Credenciamento
9h30
Abertura
Senador José Sarney - Presidente do Congresso Nacional
Roberto Rodrigues - Ministro de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Deputado Leonardo Vilela - PP/GO - Presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária,
Abastecimento e Desenvolvimento Rural
Deputado Carlos Melles - PFL/MG - Presidente da Comissão de Relações Exteriores e
de Defesa Nacional
Dr. Clayton Campanhola - Diretor-Presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa
Agropecuária - Embrapa
Dra. Cláudia Safatle - Diretora Adjunta de Projetos Editoriais do Valor Econômico
10h - 13h
Painel 1: Mercado Internacional, Infra-Estrutura e Logística
Painelista:
Dr. Blairo Maggi - Governador do Estado de Mato Grosso/MT
Mediador:
Deputado Leonardo Vilela - PP/GO
Presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento
Rural da Câmara dos Deputados
Debatedores:
Dr. Jorio Dauster - Consultor, Ex-Diretor
da Companhia Vale do Rio Doce
Dr. Sérgio Amaral - Embaixador do Brasil na França
Dr. Marcus Vinicius Pratini de Moraes - Presidente da Associação das Indústrias
Exportadoras de Carne - ABIEC
Dr. Cristiano Walter Somon - Vice-Presidente da Associação Brasileira de
Agribussiness - ABAG
13h - 14h30
Intervalo para almoço
14h30 - 17h
Painel 2: Planejamento Estratégico e Inovação
Painelista:
Dr. Glauco Arbix, presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - IPEA
Deputado Carlos Melles - PFL/MG
Presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional
Debatedores:
Deputado Eduardo Campos - Ministro de Estado da Ciência e Tecnologia
Dr. Miguel Rosseto - Ministro de Estado do Desenvolvimento Agrário
Dr. Antônio Ernesto de Salvo - Presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil -CNA (a confirmar)
Dr. Decio Muñoz, economista e professor da Universidade de Brasília -UnB
17h30
Encerramento
Deputado João Paulo Cunha - PT/SP - Presidente da Câmara dos Deputados
Deputado Leonardo Vilela - PP/GO - Presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural
Deputado Carlos Melles - PFL/MG - Presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional
Dr. Clayton Campanhola - Diretor-Presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa
Dra. Vera Brandimarte - Diretora de Redação do Valor Econômico
Inscrições gratuitas pelo e-mail: inscricao.seminarios@valor.com.br
(informar a palavra AGRO no assunto da mensagem)
AgroBrasil - @gricultura Brasileira Online

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sexta-feira, dezembro 10, 2004
quarta-feira, dezembro 08, 2004
MAPA EMITE NOTA À IMPRENSA
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Roberto Rodrigues, comunicou hoje (08/12) que o secretário-executivo do ministério, engenheiro agrônomo José Amauri Dimarzio, pediu demissão do cargo em caráter pessoal. Dimarzio considera encerrada sua missão pela modernização da estrutura administrativa do ministério e há algum tempo tinha solicitado ao ministro seu desligamento para voltar à sua atividade privada.
Rodrigues pediu a Dimarzio que permanecesse na função até a conclusão da reforma institucional do ministério, encaminhada oficialmente hoje ao Congresso Nacional pela Casa Civil da Presidência da República.
O ministro Rodrigues informou ainda que decidiu aceitar o pedido do secretário-executivo, de forma natural e amigável, agora que a reforma do ministério está concluída. “Sou grato por tudo que o Amauri fez e reconheço que ele cumpriu uma importante tarefa. Nossa amizade de mais de 40 anos se consolidou ainda mais nesse período. Ele continuará a ajudar minha gestão mesmo estando fora do governo”, disse Rodrigues.
Amanhã (09/12), o ministro encaminhará o pedido formal de afastamento do secretário-executivo. Na próxima semana, Rodrigues encaminhará ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva a indicação do nome do engenheiro agrônomo Luiz Carlos Guedes Pinto, atual presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), para ocupar o cargo.
Rodrigues pediu a Dimarzio que permanecesse na função até a conclusão da reforma institucional do ministério, encaminhada oficialmente hoje ao Congresso Nacional pela Casa Civil da Presidência da República.
O ministro Rodrigues informou ainda que decidiu aceitar o pedido do secretário-executivo, de forma natural e amigável, agora que a reforma do ministério está concluída. “Sou grato por tudo que o Amauri fez e reconheço que ele cumpriu uma importante tarefa. Nossa amizade de mais de 40 anos se consolidou ainda mais nesse período. Ele continuará a ajudar minha gestão mesmo estando fora do governo”, disse Rodrigues.
Amanhã (09/12), o ministro encaminhará o pedido formal de afastamento do secretário-executivo. Na próxima semana, Rodrigues encaminhará ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva a indicação do nome do engenheiro agrônomo Luiz Carlos Guedes Pinto, atual presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), para ocupar o cargo.
segunda-feira, dezembro 06, 2004
Governo vai garantir renda do produtor
O ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, disse sexta-feira em Curitiba (PR) que o governo federal está tomando algumas atitudes a fim de garantir a renda do produtor rural para o próximo ano. Segundo ele, a principal delas é ter recursos no orçamento geral da União "que permitam ao governo interferir no mercado para sinalizar que o governo não vai deixar a renda cair". "Vamos ter recursos para leilão de opções, vamos ter recursos para compra de produtos agrícolas e para a agricultura familiar, a fim de impedir que a renda despenque", afirmou.
De acordo com Rodrigues, que participou de um evento das cooperativas paranaenses, de modo geral o conjunto do agronegócio brasileiro deverá estar bem posicionado no próximo ano. "Há algumas dificuldades novas por causa do custo de produção muito alto e algumas commodities caindo, mas o conjunto do agronegócio deverá ir bem", acredita. A expectativa é que, caso as condições climáticas sejam boas, a safra alcance entre 130 e 134 milhões de toneladas.
O ministro estima que em algumas áreas, como açúcar, álcool, café, suco de laranja e carnes não haverá prejuízo. "Mas nas áreas em que haverá problemas, na de grãos particularmente, por causa da grande oferta mundial, que implica em redução de preços e aumento de custo de produção, o governo adotará uma série de medidas para minimizar as eventuais perdas que possam ocorrer", garantiu. Além dos recursos alocados no orçamento da União, Rodrigues citou também a melhoria logística e de infra-estrutura.
"Talvez o maior problema da agricultura esteja localizado nessa área e o governo tem tido dificuldades até este ano para investimentos. Mas agora já estamos liberando recursos para investimentos em portos", assegurou. Segundo ele, serão R$ 72 milhões em atividades emergenciais como transbordo, acesso e calado. "Com essa atuação esperamos aumentar a margem de exportação para mais US$ 1 bilhão a partir do ano que vem", disse.
Sobre a questão do dólar, Rodrigues afirmou que é preciso deixar "o tempo correr um pouco" para se ter a idéia de como estará no período da comercialização. "As taxas, como estão agora, sinalizam prejuízo para todos os setores exportadores brasileiros", lamentou. "No caso da agricultura há um complicador, porque os insumos foram comprados com dólar mais alto, e, se continuar com esse valor mais baixo, o horizonte é de perda mesmo", acrescentou.
"Por isso o governo tem que interferir fortemente com instrumentos de capacitação na questão da renda". Ele também sugeriu que os exportadores de forma geral procurem diversificar seus mercados fazendo negócios em outras moedas, como o euro e o iene.
Fonte: Agência Estado
De acordo com Rodrigues, que participou de um evento das cooperativas paranaenses, de modo geral o conjunto do agronegócio brasileiro deverá estar bem posicionado no próximo ano. "Há algumas dificuldades novas por causa do custo de produção muito alto e algumas commodities caindo, mas o conjunto do agronegócio deverá ir bem", acredita. A expectativa é que, caso as condições climáticas sejam boas, a safra alcance entre 130 e 134 milhões de toneladas.
O ministro estima que em algumas áreas, como açúcar, álcool, café, suco de laranja e carnes não haverá prejuízo. "Mas nas áreas em que haverá problemas, na de grãos particularmente, por causa da grande oferta mundial, que implica em redução de preços e aumento de custo de produção, o governo adotará uma série de medidas para minimizar as eventuais perdas que possam ocorrer", garantiu. Além dos recursos alocados no orçamento da União, Rodrigues citou também a melhoria logística e de infra-estrutura.
"Talvez o maior problema da agricultura esteja localizado nessa área e o governo tem tido dificuldades até este ano para investimentos. Mas agora já estamos liberando recursos para investimentos em portos", assegurou. Segundo ele, serão R$ 72 milhões em atividades emergenciais como transbordo, acesso e calado. "Com essa atuação esperamos aumentar a margem de exportação para mais US$ 1 bilhão a partir do ano que vem", disse.
Sobre a questão do dólar, Rodrigues afirmou que é preciso deixar "o tempo correr um pouco" para se ter a idéia de como estará no período da comercialização. "As taxas, como estão agora, sinalizam prejuízo para todos os setores exportadores brasileiros", lamentou. "No caso da agricultura há um complicador, porque os insumos foram comprados com dólar mais alto, e, se continuar com esse valor mais baixo, o horizonte é de perda mesmo", acrescentou.
"Por isso o governo tem que interferir fortemente com instrumentos de capacitação na questão da renda". Ele também sugeriu que os exportadores de forma geral procurem diversificar seus mercados fazendo negócios em outras moedas, como o euro e o iene.
Fonte: Agência Estado
Efeitos dos transgênicos sobre os animais
Recentes testes e experiências verificaram "efeitos colaterais" do uso de transgênicos. Eles afetam o meio ambiente e dizem respeito ao reino animal.
Criadores de gado nos EUA que apostaram em uma nova ração manipulada tiveram suas surpresas. A produção de leite aumentou, como era a intenção, mas a fecundidade foi afetada e algumas vacas pariram bezerros que apresentavam deformações. Além do mais, aumentaram enfermidades ligadas ao metabolismo e inflamações dos úberes.
Os consumidores que prestam atenção na sua figura devem evitar o leite de vacas alimentadas com rações à base de soja manipulada. O leite que elas produzem tem um conteúdo muito maior de gordura do que o de vacas que receberam rações de soja natural. Esse foi o resultado de uma pesquisa realizada pelo produtor da ração – o que a torna muito confiável. A diferença de teor de gordura foi de 7% a mais!
Anticoncepcional para joaninhas e traças dopadas
Não apenas as pragas têm motivo para temer os transgênicos. Joaninhas do sexo feminino que comeram pulgões de batatas transgênicas puseram menos ovos do que a média de suas companheiras. Isso foi o que verificou uma equipe de pesquisadores escoceses do Crop Research Institute em Dundee. Além disso, sua expectativa de vida ficou reduzida à metade. Com a manipulação genética da batata, porém, os pesquisadores não atingiram totalmente sua meta. Eles só conseguiram diminuir em 50% que as folhas fossem devoradas pelos pulgões.
O que mata as joaninhas pode funcionar como doping para as traças. Nesse meio tempo, algumas espécies de traças não apenas tornaram-se resistentes a muitas toxinas que as plantas transgênicas produzem para matar as pragas. Ao que tudo indica, elas podem digerir a toxina e transformá-las em alimento, informa a publicação Ecology Letters.
Abelhas famintas, salmões gigantes
Mesmo estando famintas, as abelhas sobrevoam as flores de colza transgênica, sem tocá-las. É que seu olfato não consegue cheirar o alvo. O veneno usado para imunizar a colza contra pragas reprime também o odor captado pelas abelhas.
Já os salmões aos quais se acrescentou um gene de peixes do Ártico, para protegê-los do frio, cresceram mais do que se esperava, por razões ainda desconhecidas.
Fonte: Deutsche Welle
Redator(a): Peter Wozny (ns)
http://www.dw-world.de
Criadores de gado nos EUA que apostaram em uma nova ração manipulada tiveram suas surpresas. A produção de leite aumentou, como era a intenção, mas a fecundidade foi afetada e algumas vacas pariram bezerros que apresentavam deformações. Além do mais, aumentaram enfermidades ligadas ao metabolismo e inflamações dos úberes.
Os consumidores que prestam atenção na sua figura devem evitar o leite de vacas alimentadas com rações à base de soja manipulada. O leite que elas produzem tem um conteúdo muito maior de gordura do que o de vacas que receberam rações de soja natural. Esse foi o resultado de uma pesquisa realizada pelo produtor da ração – o que a torna muito confiável. A diferença de teor de gordura foi de 7% a mais!
Anticoncepcional para joaninhas e traças dopadas
Não apenas as pragas têm motivo para temer os transgênicos. Joaninhas do sexo feminino que comeram pulgões de batatas transgênicas puseram menos ovos do que a média de suas companheiras. Isso foi o que verificou uma equipe de pesquisadores escoceses do Crop Research Institute em Dundee. Além disso, sua expectativa de vida ficou reduzida à metade. Com a manipulação genética da batata, porém, os pesquisadores não atingiram totalmente sua meta. Eles só conseguiram diminuir em 50% que as folhas fossem devoradas pelos pulgões.
O que mata as joaninhas pode funcionar como doping para as traças. Nesse meio tempo, algumas espécies de traças não apenas tornaram-se resistentes a muitas toxinas que as plantas transgênicas produzem para matar as pragas. Ao que tudo indica, elas podem digerir a toxina e transformá-las em alimento, informa a publicação Ecology Letters.
Abelhas famintas, salmões gigantes
Mesmo estando famintas, as abelhas sobrevoam as flores de colza transgênica, sem tocá-las. É que seu olfato não consegue cheirar o alvo. O veneno usado para imunizar a colza contra pragas reprime também o odor captado pelas abelhas.
Já os salmões aos quais se acrescentou um gene de peixes do Ártico, para protegê-los do frio, cresceram mais do que se esperava, por razões ainda desconhecidas.
Fonte: Deutsche Welle
Redator(a): Peter Wozny (ns)
http://www.dw-world.de
sexta-feira, dezembro 03, 2004
ACIONISTAS AUMENTAM APOSTA NA SERSIA BRASIL
Prestes a completar um ano sob nova razão social, central cresce em vendas, conquista mercado e passa a representar sua matriz em toda a América Latina
Avanço de comercialização em volume e abrangência geográfica, assinatura de novas parcerias e representatividade mais expressiva junto aos acionistas. Assim a central de genética bovina Sersia Brasil está chegando ao seu primeiro ano de vida. Desde o ano 2000, empresa integra o Grupo Sersia France, formado por uniões de cooperativas de pecuaristas franceses, mas, até dezembro de 2003, ainda era conhecida como Central Yakult. A nova razão social e algumas outras ações refletem a aposta da multinacional francesa no mercado brasileiro. “Estamos terminando 2004 com um avanço de 19% em relação ao ano anterior. Além disso, formamos novas parcerias e intensificamos outras já existentes. Os acionistas franceses estão muito animados com os resultados da filial. Em 2001, quando assumimos os negócios da Yakult, o faturamento anual da empresa era cerca de R$ 2 milhões e, provavelmente, fecharemos este ano com faturamento superior a R$ 7 milhões”, comenta o diretor superintendente da Sersia Brasil, Adriano Rubio.
Tal desempenho impressionou a matriz francesa e rendeu a Sersia Brasil, recentemente, a representação da Sersia France em toda a América Latina. Os novos negócios já tiveram início com a primeira exportação ao Paraguai. Foram mais de mil doses de sêmen de raças bovinas de corte. Também já estão em andamento contatos com Argentina, Chile, Colômbia, Equador e Peru. No início de novembro, Adriano Rubio participou de um seminário sobre pecuária, realizado pelo Ministério de Agricultura do Peru, na capital Lima, para apresentar o sistema de seleção de reprodutores da Sersia France e a diversidade de produtos à disposição.
Segundo Rubio, mesmo antes de completar um ano, a Sersia Brasil já tem alcançado metas previstas para três ou quatro anos. “A independência financeira é a prioridade número um, e esta condição pode chegar muito antes do que imaginávamos.” Certo desta possibilidade, Rubio investe na atualização técnica da equipe e na otimização das instalações da central, localizada na cidade de Bragança Paulista (SP).
FONTE DE GENÉTICA
Aos 40 anos de existência, completados em 2004, o grupo Sersia France opera em mais de 60 países, trabalhando com 15 raças bovinas e duas caprinas. A empresa mantém um sofisticado sistema de seleção de touros para inseminação artificial e coloca em teste de progênie, anualmente, cerca de 1.000 reprodutores, por meio das cooperativas que a integram. O faturamento anual da Sersia France gira em torno de 100 milhões de Euros, dos quais cerca de 7 milhões de Euros representam as exportações, sendo o Brasil um dos principais clientes.
O interesse da Sersia France no Brasil segue nos dois sentidos. Além de consumir e distribuir a genética francesa, o maior país da América do Sul também é um potencial fornecedor mundial de sêmen de raças zebuinas. Neste ponto, o carro-chefe da Sersia Brasil é o Progenel, programa exclusivo para seleção de reprodutores Nelore. “Criado há oito anos, o Progenel soma a apurada metodologia de avaliação utilizada pela Sersia France e a nossa principal raça bovina de corte. Esta combinação nos permite gerar touros provados de acordo com as exigências da pecuária atual, baseada em fatores diretamente relacionados à eficiência produtiva e econômica”, acrescenta Rubio.
Hoje, o Progenel dispõe de 40 reprodutores, selecionados a partir de um grupo de 30 mil bezerros. O rebanho base é composto por 80 mil matrizes registradas, distribuídas em 765 fazendas de diversos estados brasileiros. As avaliações, que têm início na desmama dos bezerros e vai até os testes de progênie, são conduzidas por duas conceituadas entidades de pesquisa: Instituto de Zootecnia de Sertãozinho (SP) e Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores (ANCP). O projeto conta, ainda, com a participação da Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB) e o apoio institucional da Associação Brasileira de Criadores de Zebu (ABCZ).
“A bateria de touros Progenel é destaque entre nossos produtos e um grande diferencial de nosso trabalho.” A declaração de Rubio é amparada, também, pelos efeitos positivos do programa nas fazendas. É crescente o número de pecuaristas interessados tanto em utilizar tais opções como em inscrever seus animais.
NELORE DE OURO
Mais do que a boa impressão causada aos franceses, o trabalho com a genética Nelore ganhou valor aqui no Brasil. Um bom exemplo é a homenagem que será prestada ao diretor superintendende da central no evento Nelore Fest, que acontece no dia 19 de dezembro, em São Paulo (SP). Rubio receberá o troféu “Nelore de Ouro – O Oscar da Pecuária” na categoria Personalidade Empresarial – Melhoramento Genético. De acordo com a ACNB, entidade organizadora do Nelore Fest, “este prêmio homenageia as personalidades, instituições e empresas que mais se empenharam para o engrandecimento da pecuária e do agronegócio brasileiros”.
PARCERIAS
Seja no setor de pesquisas ou na área comercial, a Sersia Brasil está multiplicando seu potencial de trabalho por meio de parcerias. Além da maior gama de produtos, a empresa também avança no setor de prestação de serviços, ganhando em agilidade e eficiência. O cliente é o principal favorecido, especialmente por conseguir uma relação custo/benefício altamente favorável. Estas ações conjuntas permitem que a central mantenha uma estrutura bastante enxuta, o que se reflete nos preços de produtos e serviços.
LABEL TROPICAL
Este é um projeto de produção de carne bovina com elevado padrão de qualidade abrangendo toda a cadeia produtiva, desde as fazendas até o consumidor final, baseado em raças de origem francesa. Label Tropical é uma referência ao Label Rouge, selo utilizado na França para identificar produtos diferenciados pela alta qualidade. A proposta apresentada por Rubio às entidades de criadores das raças puras Blonde D’Aquitaine, Charolês e Limousin e sintéticas Blonel e Canchim está em execução. A união visa atender exigências mercadológicas por volume, padrão e freqüência, essenciais em qualquer grande negociação.
A Sersia Brasil fez mais do que idealizar o projeto. Com o apoio de sua matriz e do Ministério de Agricultura da França, por duas vezes a empresa levou à França representantes destas associações e de alguns frigoríficos, com o intuito de conhecerem de perto o sistema de seleção genética da Sersia France e a cadeia produtiva de carne bovina daquele país. Na segunda viagem, em outubro, os brasileiros participaram de uma das principais feiras agropecuárias da França e apresentaram um seminário técnico sobre a genética bovina nacional na produção de carne bovina.
Informações
Adriano Rubio – Sersia Brasil
(11) 4481-8820
Romualdo Venâncio
romualdo@verte.com.br
(11) 3672-7177 / 9261-2334
Avanço de comercialização em volume e abrangência geográfica, assinatura de novas parcerias e representatividade mais expressiva junto aos acionistas. Assim a central de genética bovina Sersia Brasil está chegando ao seu primeiro ano de vida. Desde o ano 2000, empresa integra o Grupo Sersia France, formado por uniões de cooperativas de pecuaristas franceses, mas, até dezembro de 2003, ainda era conhecida como Central Yakult. A nova razão social e algumas outras ações refletem a aposta da multinacional francesa no mercado brasileiro. “Estamos terminando 2004 com um avanço de 19% em relação ao ano anterior. Além disso, formamos novas parcerias e intensificamos outras já existentes. Os acionistas franceses estão muito animados com os resultados da filial. Em 2001, quando assumimos os negócios da Yakult, o faturamento anual da empresa era cerca de R$ 2 milhões e, provavelmente, fecharemos este ano com faturamento superior a R$ 7 milhões”, comenta o diretor superintendente da Sersia Brasil, Adriano Rubio.
Tal desempenho impressionou a matriz francesa e rendeu a Sersia Brasil, recentemente, a representação da Sersia France em toda a América Latina. Os novos negócios já tiveram início com a primeira exportação ao Paraguai. Foram mais de mil doses de sêmen de raças bovinas de corte. Também já estão em andamento contatos com Argentina, Chile, Colômbia, Equador e Peru. No início de novembro, Adriano Rubio participou de um seminário sobre pecuária, realizado pelo Ministério de Agricultura do Peru, na capital Lima, para apresentar o sistema de seleção de reprodutores da Sersia France e a diversidade de produtos à disposição.
Segundo Rubio, mesmo antes de completar um ano, a Sersia Brasil já tem alcançado metas previstas para três ou quatro anos. “A independência financeira é a prioridade número um, e esta condição pode chegar muito antes do que imaginávamos.” Certo desta possibilidade, Rubio investe na atualização técnica da equipe e na otimização das instalações da central, localizada na cidade de Bragança Paulista (SP).
FONTE DE GENÉTICA
Aos 40 anos de existência, completados em 2004, o grupo Sersia France opera em mais de 60 países, trabalhando com 15 raças bovinas e duas caprinas. A empresa mantém um sofisticado sistema de seleção de touros para inseminação artificial e coloca em teste de progênie, anualmente, cerca de 1.000 reprodutores, por meio das cooperativas que a integram. O faturamento anual da Sersia France gira em torno de 100 milhões de Euros, dos quais cerca de 7 milhões de Euros representam as exportações, sendo o Brasil um dos principais clientes.
O interesse da Sersia France no Brasil segue nos dois sentidos. Além de consumir e distribuir a genética francesa, o maior país da América do Sul também é um potencial fornecedor mundial de sêmen de raças zebuinas. Neste ponto, o carro-chefe da Sersia Brasil é o Progenel, programa exclusivo para seleção de reprodutores Nelore. “Criado há oito anos, o Progenel soma a apurada metodologia de avaliação utilizada pela Sersia France e a nossa principal raça bovina de corte. Esta combinação nos permite gerar touros provados de acordo com as exigências da pecuária atual, baseada em fatores diretamente relacionados à eficiência produtiva e econômica”, acrescenta Rubio.
Hoje, o Progenel dispõe de 40 reprodutores, selecionados a partir de um grupo de 30 mil bezerros. O rebanho base é composto por 80 mil matrizes registradas, distribuídas em 765 fazendas de diversos estados brasileiros. As avaliações, que têm início na desmama dos bezerros e vai até os testes de progênie, são conduzidas por duas conceituadas entidades de pesquisa: Instituto de Zootecnia de Sertãozinho (SP) e Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores (ANCP). O projeto conta, ainda, com a participação da Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB) e o apoio institucional da Associação Brasileira de Criadores de Zebu (ABCZ).
“A bateria de touros Progenel é destaque entre nossos produtos e um grande diferencial de nosso trabalho.” A declaração de Rubio é amparada, também, pelos efeitos positivos do programa nas fazendas. É crescente o número de pecuaristas interessados tanto em utilizar tais opções como em inscrever seus animais.
NELORE DE OURO
Mais do que a boa impressão causada aos franceses, o trabalho com a genética Nelore ganhou valor aqui no Brasil. Um bom exemplo é a homenagem que será prestada ao diretor superintendende da central no evento Nelore Fest, que acontece no dia 19 de dezembro, em São Paulo (SP). Rubio receberá o troféu “Nelore de Ouro – O Oscar da Pecuária” na categoria Personalidade Empresarial – Melhoramento Genético. De acordo com a ACNB, entidade organizadora do Nelore Fest, “este prêmio homenageia as personalidades, instituições e empresas que mais se empenharam para o engrandecimento da pecuária e do agronegócio brasileiros”.
PARCERIAS
Seja no setor de pesquisas ou na área comercial, a Sersia Brasil está multiplicando seu potencial de trabalho por meio de parcerias. Além da maior gama de produtos, a empresa também avança no setor de prestação de serviços, ganhando em agilidade e eficiência. O cliente é o principal favorecido, especialmente por conseguir uma relação custo/benefício altamente favorável. Estas ações conjuntas permitem que a central mantenha uma estrutura bastante enxuta, o que se reflete nos preços de produtos e serviços.
LABEL TROPICAL
Este é um projeto de produção de carne bovina com elevado padrão de qualidade abrangendo toda a cadeia produtiva, desde as fazendas até o consumidor final, baseado em raças de origem francesa. Label Tropical é uma referência ao Label Rouge, selo utilizado na França para identificar produtos diferenciados pela alta qualidade. A proposta apresentada por Rubio às entidades de criadores das raças puras Blonde D’Aquitaine, Charolês e Limousin e sintéticas Blonel e Canchim está em execução. A união visa atender exigências mercadológicas por volume, padrão e freqüência, essenciais em qualquer grande negociação.
A Sersia Brasil fez mais do que idealizar o projeto. Com o apoio de sua matriz e do Ministério de Agricultura da França, por duas vezes a empresa levou à França representantes destas associações e de alguns frigoríficos, com o intuito de conhecerem de perto o sistema de seleção genética da Sersia France e a cadeia produtiva de carne bovina daquele país. Na segunda viagem, em outubro, os brasileiros participaram de uma das principais feiras agropecuárias da França e apresentaram um seminário técnico sobre a genética bovina nacional na produção de carne bovina.
Informações
Adriano Rubio – Sersia Brasil
(11) 4481-8820
Romualdo Venâncio
romualdo@verte.com.br
(11) 3672-7177 / 9261-2334
terça-feira, novembro 30, 2004
MMA recorre contra decisão da CTNBio sobre algodão transgênico
O MMA - Ministério do Meio Ambiente recorreu, sexta-feira (26), na CTNBio - Comissão Técnica Nacional de Biossegurança contra a decisão de liberar a comercialização de sementes convencionais de algodão com até 1% de contaminação por OGMs - organismos geneticamente modificados. O MMA alega no recurso que a deliberação pode ter graves impactos para a saúde pública, o meio ambiente e ao agronegócio pela inexistência de estudos técnicos científicos que fundamentem a decisão.
A deliberação atendeu o pedido da Abrasem - Associação Brasileira de Sementes e Mudas para que as sementes convencionais de algodão a serem comercializadas na safra 2004/2005 possam conter até 1% de sementes transgênicas. Embora o plantio de algodão transgênico seja ilegal no Brasil, a associação anexou cartas de várias empresas informando que parte de suas sementes estão contaminadas com sementes geneticamente modificadas, e que não possuíam sementes convencionais com 100% de pureza para atender às necessidades da safra atual.
Atualmente existem 50 espécies de algodão, mas apenas quatro são cultivadas por apresentarem fibras de valor comercial. As duas espécies mais importantes são originárias nas Américas do Norte e Sul. Embora nenhuma das duas espécies seja originária do Brasil, o país é considerado um centro de diversificação por possuir variedades silvestres das espécies em larga escala.
O algodão é uma espécie de polinização cruzada, ou seja, polinizada por meio de insetos e pássaros. Estudos mostram que a polinização do algodão chega a 70%, o que possibilita um alto índice de contaminação. Ainda que o percentual de sementes transgênicas admitido pela CTNBio seja de 1%, pelas características da espécie, a contaminação pode ser bem maior, comprometendo o patrimônio genético brasileiro, composto pelas espécies silvestres de origem brasileira, as espécies que compõem os centros de diversificação e variedades crioulas. A contaminação pode ocorrer tanto pela mistura mecânica de sementes como pela polinização, que ocorre mesmo que as populações de algodoeiro estejam a quilômetros de distância.
O MMA considera, ainda, que a CTNBio não efetuou avaliações sobre aspectos como os possíveis riscos dos genes de resistência a antibióticos, que ocorrem em três dos sete tipos de sementes transgênicas que podem estar contaminando o algodão brasileiro. A inexistência de tal estudo pode trazer grandes riscos à saúde humana e ao meio ambiente.
O Ministério do Meio Ambiente aponta como “flagrantemente ilegal”, o fato da decisão ter sido aprovada por apenas sete dos 13 membros presentes à reunião quando o quorum necessário seria de nove. De acordo com a Lei nº 8974/95, as decisões da CTNBio devem ser tomadas por maioria de dois terços de seus membros. Um outro motivo para a anulação da sentença é que a comissão deliberou sobre o assunto sem dar a devida publicidade. De acordo com a legislação, é atribuição da comissão, antes de iniciar qualquer análise, submeter o assunto a consulta pública prévia, o que somente ocorreu no dia 23 de novembro, cinco dias depois da plenária que aprovou a liberação.
Além disso, a ação do MMA lembra que “a lei 8.974/95/01 estabelece que os pareceres técnicos prévios conclusivos devem ser emitidos caso a caso, sobre atividades, consumo ou qualquer liberação no meio ambiente de OGM, fato que não ocorreu na emissão do parecer favorável”. Segundo o ministério nenhum dos sete casos liberados teve a sua biossegurança avaliada no país, “quer nos aspectos ambientais, quer no que diz respeito à saúde humana e animal, sendo que alguns dos eventos citados possuem genes de resistência a antibiótico”.
O recurso será avaliado pela CTNBio no prazo de 30 dias, da data de sua apresentação.
Fonte: Ascom MMA
A deliberação atendeu o pedido da Abrasem - Associação Brasileira de Sementes e Mudas para que as sementes convencionais de algodão a serem comercializadas na safra 2004/2005 possam conter até 1% de sementes transgênicas. Embora o plantio de algodão transgênico seja ilegal no Brasil, a associação anexou cartas de várias empresas informando que parte de suas sementes estão contaminadas com sementes geneticamente modificadas, e que não possuíam sementes convencionais com 100% de pureza para atender às necessidades da safra atual.
Atualmente existem 50 espécies de algodão, mas apenas quatro são cultivadas por apresentarem fibras de valor comercial. As duas espécies mais importantes são originárias nas Américas do Norte e Sul. Embora nenhuma das duas espécies seja originária do Brasil, o país é considerado um centro de diversificação por possuir variedades silvestres das espécies em larga escala.
O algodão é uma espécie de polinização cruzada, ou seja, polinizada por meio de insetos e pássaros. Estudos mostram que a polinização do algodão chega a 70%, o que possibilita um alto índice de contaminação. Ainda que o percentual de sementes transgênicas admitido pela CTNBio seja de 1%, pelas características da espécie, a contaminação pode ser bem maior, comprometendo o patrimônio genético brasileiro, composto pelas espécies silvestres de origem brasileira, as espécies que compõem os centros de diversificação e variedades crioulas. A contaminação pode ocorrer tanto pela mistura mecânica de sementes como pela polinização, que ocorre mesmo que as populações de algodoeiro estejam a quilômetros de distância.
O MMA considera, ainda, que a CTNBio não efetuou avaliações sobre aspectos como os possíveis riscos dos genes de resistência a antibióticos, que ocorrem em três dos sete tipos de sementes transgênicas que podem estar contaminando o algodão brasileiro. A inexistência de tal estudo pode trazer grandes riscos à saúde humana e ao meio ambiente.
O Ministério do Meio Ambiente aponta como “flagrantemente ilegal”, o fato da decisão ter sido aprovada por apenas sete dos 13 membros presentes à reunião quando o quorum necessário seria de nove. De acordo com a Lei nº 8974/95, as decisões da CTNBio devem ser tomadas por maioria de dois terços de seus membros. Um outro motivo para a anulação da sentença é que a comissão deliberou sobre o assunto sem dar a devida publicidade. De acordo com a legislação, é atribuição da comissão, antes de iniciar qualquer análise, submeter o assunto a consulta pública prévia, o que somente ocorreu no dia 23 de novembro, cinco dias depois da plenária que aprovou a liberação.
Além disso, a ação do MMA lembra que “a lei 8.974/95/01 estabelece que os pareceres técnicos prévios conclusivos devem ser emitidos caso a caso, sobre atividades, consumo ou qualquer liberação no meio ambiente de OGM, fato que não ocorreu na emissão do parecer favorável”. Segundo o ministério nenhum dos sete casos liberados teve a sua biossegurança avaliada no país, “quer nos aspectos ambientais, quer no que diz respeito à saúde humana e animal, sendo que alguns dos eventos citados possuem genes de resistência a antibiótico”.
O recurso será avaliado pela CTNBio no prazo de 30 dias, da data de sua apresentação.
Fonte: Ascom MMA
quarta-feira, novembro 24, 2004
BASF e Dow AgroSciences anunciam parceria no Sistema de Produção Clearfield
BASF e Dow AgroSciences anunciaram uma parceria para o desenvolvimento do Sistema de Produção CLEARFIELDÒ por meio da produção de novos híbridos tolerantes ao herbicida OnDutyÒ, favorecendo assim, toda a cadeia produtiva do milho. O acordo concede a Dow AgroSciences no Brasil os direitos de comercialização de híbridos contendo o atributo que confere a tolerância ao OndutyÒ.
O acordo é fruto da experiência da BASF em culturas com tolerância a herbicidas e da Dow AgroSciences com suas habilidades no desenvolvimento de híbridos altamente rentáveis. A ampla distribuição desta poderosa linha de produtos beneficiará agricultores, proporcionando um aumento nas opções de produção.
"Estamos empolgados com os avanços desta parceria”, explica José Arana, Diretor da Sementes e Biotecnologia da Dow AgroSciences no Brasil. "Este é um passo significativo rumo ao nosso plano de fornecer uma extensa gama de produtos inovadores para a cultura do milho.
"Este acordo com a Dow AgroSciences ampliará substancialmente a utilização da tecnologia Clearfield® com híbridos de milho geneticamente avançados”, explica Airton Leites, Gerente de Produtos da BASF Agro. “Ao disponibilizarmos esta tecnologia à Dow AgroSciences, podemos fornecer aos agricultores o acesso a híbridos avançados que sejam os melhores para sua região. Este fato, associado a um maior espectro no controle de plantas daninhas ao longo da safra, oferecido pelo herbicida OndutyÒ do Sistema de Produção Clearfield®, será de grande ajuda, possibilitando aos produtores otimizarem seus recursos e expandirem as opções no controle de plantas daninhas”.
A Dow AgroSciences já comercializa soluções em híbridos de milho e girassol nos EUA, canola no Canadá e girassol na Argentina.
Sistema de Produção Clearfield®
O Sistema de Produção Clearfield®, por meio da combinação de dois importantes fatores de produção, sementes tolerantes + herbicidas especificos, proporciona ao agricultor a utilização mais eficiente dos recursos (mão de obra, maquinaria, insumos, água etc.), resultando na melhor opção de controle de plantas daninhas e conseqüentemente, numa maior produtividade.
O Sistema de Produção Clearfield® e o seu logotipo são marcas globais da BASF. Diversas culturas tolerantes como o milho, canola, trigo, arroz, girassol e outras culturas regionais em desenvolvimento, fazem parte do Sistema de Produção Clearfield®.
A vantagem do Sistema de Produção Clearfield® advém da combinação de:
- sementes tolerantes obtidas por métodos tradicionais de melhoramento genético
- uma só aplicação com amplo espectro de controle proporcionado pelos herbicidas que compõem o Sistema de Produção Clearfield®.
Herbicidas como o OnDuty®, fazem parte do Sistema de Produção Clearfield® e pertencem a uma família única de produtos de proteção a culturas desenvolvida pela BASF. Esses herbicidas atuam sob uma enzima encontrada nas plantas. Esta seletividade, associada a baixa dosagem por hectare, torna os herbicidas menos impactantes ao meio ambiente, ao mesmo tempo em que oferece notável controle contra plantas daninhas.
Os herbicidas do Sistema Clearfield® controlam as plantas daninhas de folhas estreitas e de folhas largas por meio de contato, além de continuarem a controlá-las durante todo o período da safra.
Nesta safra, a Dow AgroSciences lança seu primeiro híbrido 2A120 CL®, tolerante ao herbicida Onduty® e possui outros materiais em sua linha de produção para o próximo ano.
“A característica do herbicida tolerante pode se desenvolver no milho em combinação com outras características de origem da biotecnologia”, explica Arana. Como exemplo, ele informa que a Dow AgroSciences está atualmente desenvolvendo uma nova classe de defensores contra insetos, de amplo espectro (Herculex®), que virá a complementar a oferta das propriedades do Clearfield® em sementes de milho.
Clearfield® e OnDuty® são marcas registradas da BASF.
2A120 CL® e Herculex® são marcas registras da Dow Agroscienses
Divisão de Produtos para Agricultura
Com vendas de 3,176 bilhões de euros em 2003, a Divisão de Produtos para Agricultura da BASF é líder no segmento de produtos para proteção de plantas, e ainda uma forte parceira da indústria agrícola, à qual fornece fungicidas, inseticidas e herbicidas inovadores e bem estabelecidos no mercado. Os agricultores usam esses produtos e serviços para melhorar suas plantações e a qualidade das suas colheitas. Outros usos incluem: saúde ambiental, controle estrutural/urbano de pragas, gramados e plantas ornamentais. A BASF quer rapidamente transformar seu conhecimento em sucesso de mercado. A Divisão de Produtos para Agricultura da BASF visa ser líder mundial em inovações, otimização a produção agrícola, melhorando a nutrição e aumentando assim a qualidade de vida da crescente população. Mais informações podem ser encontradas no endereço eletrônico:
www.basf.de/en/produkte/gesundheit/pflanzen.
BASF. A química da vida.
A BASF emprega cerca de 5000 colaboradores na América do Sul e atingiu vendas totais de €1.8 bilhão* em 2003. Desse total, €1 bilhão representa as vendas da empresa no Brasil. A BASF é a empresa química líder mundial. Nossa meta é crescer de forma rentável, e melhorar ainda mais o valor de nossa empresa. Nós ajudamos nossos clientes a atingir o sucesso por meio de soluções inteligentes e produtos de alta qualidade. O portfólio da BASF abrange desde produtos químicos, plásticos, produtos de performance, para agricultura e química fina, até óleo crú e gás natural. Por meio de novas formas de tecnologia, podemos ativar novas oportunidades de mercado. Conduzimos nossos negócios de acordo com os princípios do desenvolvimento sustentável. Em 2003, a BASF obteve vendas de mais de €33 bilhões (cerca de $42 bilhões) e empregou mais de 87.000 profissionais ao redor do mundo. As ações da empresa são negociadas nas bolsas de valores de Frankfurt (BAS), Londres (BFA), Nova Iorque (BF), Paris (BA) e Zurique (AN). Para mais informações sobre a BASF visite nosso endereço eletrônico: www.basf.com.
* Esse resultado abrange os negócios realizados pelas empresas do Grupo na região, incluindo a Wintershall (empresa situada na Argentina, voltada a produção de óleo cru e gás).
Érica Smith
Assessora de Imprensa
CL-A Comunicações
Tel.: 5511 3082-3977 ramal 28
O acordo é fruto da experiência da BASF em culturas com tolerância a herbicidas e da Dow AgroSciences com suas habilidades no desenvolvimento de híbridos altamente rentáveis. A ampla distribuição desta poderosa linha de produtos beneficiará agricultores, proporcionando um aumento nas opções de produção.
"Estamos empolgados com os avanços desta parceria”, explica José Arana, Diretor da Sementes e Biotecnologia da Dow AgroSciences no Brasil. "Este é um passo significativo rumo ao nosso plano de fornecer uma extensa gama de produtos inovadores para a cultura do milho.
"Este acordo com a Dow AgroSciences ampliará substancialmente a utilização da tecnologia Clearfield® com híbridos de milho geneticamente avançados”, explica Airton Leites, Gerente de Produtos da BASF Agro. “Ao disponibilizarmos esta tecnologia à Dow AgroSciences, podemos fornecer aos agricultores o acesso a híbridos avançados que sejam os melhores para sua região. Este fato, associado a um maior espectro no controle de plantas daninhas ao longo da safra, oferecido pelo herbicida OndutyÒ do Sistema de Produção Clearfield®, será de grande ajuda, possibilitando aos produtores otimizarem seus recursos e expandirem as opções no controle de plantas daninhas”.
A Dow AgroSciences já comercializa soluções em híbridos de milho e girassol nos EUA, canola no Canadá e girassol na Argentina.
Sistema de Produção Clearfield®
O Sistema de Produção Clearfield®, por meio da combinação de dois importantes fatores de produção, sementes tolerantes + herbicidas especificos, proporciona ao agricultor a utilização mais eficiente dos recursos (mão de obra, maquinaria, insumos, água etc.), resultando na melhor opção de controle de plantas daninhas e conseqüentemente, numa maior produtividade.
O Sistema de Produção Clearfield® e o seu logotipo são marcas globais da BASF. Diversas culturas tolerantes como o milho, canola, trigo, arroz, girassol e outras culturas regionais em desenvolvimento, fazem parte do Sistema de Produção Clearfield®.
A vantagem do Sistema de Produção Clearfield® advém da combinação de:
- sementes tolerantes obtidas por métodos tradicionais de melhoramento genético
- uma só aplicação com amplo espectro de controle proporcionado pelos herbicidas que compõem o Sistema de Produção Clearfield®.
Herbicidas como o OnDuty®, fazem parte do Sistema de Produção Clearfield® e pertencem a uma família única de produtos de proteção a culturas desenvolvida pela BASF. Esses herbicidas atuam sob uma enzima encontrada nas plantas. Esta seletividade, associada a baixa dosagem por hectare, torna os herbicidas menos impactantes ao meio ambiente, ao mesmo tempo em que oferece notável controle contra plantas daninhas.
Os herbicidas do Sistema Clearfield® controlam as plantas daninhas de folhas estreitas e de folhas largas por meio de contato, além de continuarem a controlá-las durante todo o período da safra.
Nesta safra, a Dow AgroSciences lança seu primeiro híbrido 2A120 CL®, tolerante ao herbicida Onduty® e possui outros materiais em sua linha de produção para o próximo ano.
“A característica do herbicida tolerante pode se desenvolver no milho em combinação com outras características de origem da biotecnologia”, explica Arana. Como exemplo, ele informa que a Dow AgroSciences está atualmente desenvolvendo uma nova classe de defensores contra insetos, de amplo espectro (Herculex®), que virá a complementar a oferta das propriedades do Clearfield® em sementes de milho.
Clearfield® e OnDuty® são marcas registradas da BASF.
2A120 CL® e Herculex® são marcas registras da Dow Agroscienses
Divisão de Produtos para Agricultura
Com vendas de 3,176 bilhões de euros em 2003, a Divisão de Produtos para Agricultura da BASF é líder no segmento de produtos para proteção de plantas, e ainda uma forte parceira da indústria agrícola, à qual fornece fungicidas, inseticidas e herbicidas inovadores e bem estabelecidos no mercado. Os agricultores usam esses produtos e serviços para melhorar suas plantações e a qualidade das suas colheitas. Outros usos incluem: saúde ambiental, controle estrutural/urbano de pragas, gramados e plantas ornamentais. A BASF quer rapidamente transformar seu conhecimento em sucesso de mercado. A Divisão de Produtos para Agricultura da BASF visa ser líder mundial em inovações, otimização a produção agrícola, melhorando a nutrição e aumentando assim a qualidade de vida da crescente população. Mais informações podem ser encontradas no endereço eletrônico:
www.basf.de/en/produkte/gesundheit/pflanzen.
BASF. A química da vida.
A BASF emprega cerca de 5000 colaboradores na América do Sul e atingiu vendas totais de €1.8 bilhão* em 2003. Desse total, €1 bilhão representa as vendas da empresa no Brasil. A BASF é a empresa química líder mundial. Nossa meta é crescer de forma rentável, e melhorar ainda mais o valor de nossa empresa. Nós ajudamos nossos clientes a atingir o sucesso por meio de soluções inteligentes e produtos de alta qualidade. O portfólio da BASF abrange desde produtos químicos, plásticos, produtos de performance, para agricultura e química fina, até óleo crú e gás natural. Por meio de novas formas de tecnologia, podemos ativar novas oportunidades de mercado. Conduzimos nossos negócios de acordo com os princípios do desenvolvimento sustentável. Em 2003, a BASF obteve vendas de mais de €33 bilhões (cerca de $42 bilhões) e empregou mais de 87.000 profissionais ao redor do mundo. As ações da empresa são negociadas nas bolsas de valores de Frankfurt (BAS), Londres (BFA), Nova Iorque (BF), Paris (BA) e Zurique (AN). Para mais informações sobre a BASF visite nosso endereço eletrônico: www.basf.com.
* Esse resultado abrange os negócios realizados pelas empresas do Grupo na região, incluindo a Wintershall (empresa situada na Argentina, voltada a produção de óleo cru e gás).
Érica Smith
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