As amostras para a premiação, que distribui mais de US$ 100 mil aos cafeicultores, devem ser enviadas até 8 de outubro.
As inscrições para o 14º Prêmio Brasil de Qualidade do Café para 'Espresso', promovido anualmente pela torrefadora italiana illycaffè, encerram-se em 8 de outubro. Até hoje (27), haviam sido inscritas 469 amostras.
Pelo atraso da colheita devido à maturação mais lenta dos grãos, a expectativa é que o número de inscrições cresça nos últimos dias.
Outro fator concorre para reforçar essa perspectiva: devido à excelente qualidade da safra, a illy já encerrou o recebimento de amostras para compra. Por isso, o único caminho para o produtor que ainda deseja vender seu café para a torrefadora é o prêmio: os lotes aprovados serão adquiridos - caso haja interesse de venda por parte do produtor, seguindo os mesmos parâmetros de preço utilizados até o momento.
O concurso instituído pela illy busca estimular a produção de cafés finos, oferecendo mais de US$ 100 mil em premiação para os cafeicultores brasileiros que ficarem entre os 50 finalistas. Podem participar do concurso somente os produtores de café da espécie Coffea arabica, de bebida fina, preparado por via seca (café natural) ou por via úmida (cereja descascado ou despolpado).
Visando à qualidade dos cafés inscritos, só serão aceitos grãos do tipo 3 para melhor (com no máximo 12 defeitos), nas peneiras 16 ou acima, com vazamento máximo de 2%. O teor de umidade não pode ultrapassar 11%.
As amostras serão analisadas seguindo os rigorosos padrões internacionais de qualidade adotados pela illycaffè. O regulamento do prêmio já está disponível nas cooperativas e associações de cafeicultores. Os produtores que quiserem participar devem inscrever um lote de no mínimo 100 e no máximo 600 sacas do café descrito acima.
O prêmio total será dividido da seguinte maneira: US$ 30 mil para o primeiro colocado; US$ 20 mil para o vice-campeão; US$ 10 mil para o terceiro; US$ 5 mil para o quarto e US$ 3 mil para o quinto colocado. Os classificados da sexta à décima posição recebem US$ 1 mil, enquanto aqueles que alcançaram da 11ª à 50ª classificação ganham US$ 700,00. Os prêmios serão concedidos em moeda brasileira, pelo valor do dólar comercial do dia anterior à entrega, que será feita em 11 de março do próximo ano.
As amostras de 1.500g de café deverão ser enviadas juntamente com a ficha de inscrição, devidamente preenchida e assinada pelo produtor, para a Porto de Santos Comércio e Exportação, Rua do Comércio, 55 - 9º andar - CEP. 11010-141 - Santos, São Paulo. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (13) 3219.2780 ou pelo e-mail portosantos@uol.com.br.
ADS Assessoria de Comunicações
Contatos com Rosana De Salvo, Marcio De Meo e Mariana Geraldine
Tel.: 11. 5090-3032/ 5090-3000 Fax.: 11. 5090.3010
Homepage: www.adsbrasil.com.br
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segunda-feira, setembro 27, 2004
Banco Mundial aprova US$ 30 mi para expandir soja em Mato Grosso
O conselho da IFC (Corporação Internacional de Finanças), braço do Bird (Banco Mundial) encarregado de financiar a iniciativa privada, aprovou anteontem um financiamento de US$ 30 milhões ao Grupo André Maggi para financiar o aumento da produção de soja no leste de Mato Grosso.
O projeto foi criticado por ambientalistas, que vêem nele um precedente para o financiamento de atividades destrutivas na Amazônia, num retorno às práticas ambientalmente incorretas do banco nos anos 1980.
‘O projeto foi aprovado nos termos da Maggi e da IFC’, disse ontem à Folha Adriana Gomez, do escritório de mídia da IFC. O conselho considerou que o financiamento ao Grupo Maggi poderia ser enquadrado na chamada categoria B, para projetos de moderado risco ambiental.
O Fórum das ONGs, que reúne 19 organizações, queria a reclassificação do financiamento para a categoria A, para projetos de alto risco ao ambiente. Essa categoria exige avaliação ambiental mais rigorosa. Eles pediram a reclassificação ao presidente do Bird, James Wolfensohn, que disse na última terça-feira estar ‘preocupado’ com a questão da soja.
Para as ONGs, a decisão da IFC desmoraliza Wolfensohn. ‘Fica desmoralizada a consulta que ele fez às ONGs na terça-feira, tentando ser bonzinho’, disse Maurício Galinkin, da Fundação Centro Brasileiro de Referência e Apoio Cultural, uma das organizações que fizeram o pedido.
A IFC diz que o financiamento não é para aumento de área plantada, mas para financiar produtores que vendem soja para a Maggi.
Galinkin argumenta que, ainda que o projeto não seja formalmente de expansão, seu impacto será grande porque o dinheiro vai ser financiar sojicultores numa área muito extensa da mata amazônica de transição, o ecossistema mais ameaçado da Amazônia.
Fonte: Folha de SP
O projeto foi criticado por ambientalistas, que vêem nele um precedente para o financiamento de atividades destrutivas na Amazônia, num retorno às práticas ambientalmente incorretas do banco nos anos 1980.
‘O projeto foi aprovado nos termos da Maggi e da IFC’, disse ontem à Folha Adriana Gomez, do escritório de mídia da IFC. O conselho considerou que o financiamento ao Grupo Maggi poderia ser enquadrado na chamada categoria B, para projetos de moderado risco ambiental.
O Fórum das ONGs, que reúne 19 organizações, queria a reclassificação do financiamento para a categoria A, para projetos de alto risco ao ambiente. Essa categoria exige avaliação ambiental mais rigorosa. Eles pediram a reclassificação ao presidente do Bird, James Wolfensohn, que disse na última terça-feira estar ‘preocupado’ com a questão da soja.
Para as ONGs, a decisão da IFC desmoraliza Wolfensohn. ‘Fica desmoralizada a consulta que ele fez às ONGs na terça-feira, tentando ser bonzinho’, disse Maurício Galinkin, da Fundação Centro Brasileiro de Referência e Apoio Cultural, uma das organizações que fizeram o pedido.
A IFC diz que o financiamento não é para aumento de área plantada, mas para financiar produtores que vendem soja para a Maggi.
Galinkin argumenta que, ainda que o projeto não seja formalmente de expansão, seu impacto será grande porque o dinheiro vai ser financiar sojicultores numa área muito extensa da mata amazônica de transição, o ecossistema mais ameaçado da Amazônia.
Fonte: Folha de SP
Transgênicos: plantio será garantido por medida provisória
Mais uma vez a plantação de sementes transgênicas de soja será autorizada por medida provisória do governo, informou ontem o ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues.
A decisão já foi tomada e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no momento, está consultando assessores e políticos para decidir se toda a Lei de Biossegurança será baixada por MP ou se a atual autorização para o uso de sementes geneticamente modificadas será simplesmente prorrogada por mais um ano.
Se valer a primeira opção, a pesquisa com células-tronco de embriões descartados será liberada a partir da próxima semana, junto com a autorização para o plantio de transgênicos.
‘O presidente está ouvindo políticos do Senado e da Câmara para ver qual será a melhor maneira de fazer isso’, disse Rodrigues, frisando que a MP tem que sair antes do início de outubro, quando começa o plantio da soja.
O uso de sementes transgênicas é regulamentado num dos capítulos do projeto da Lei de Biossegurança, que tramita há um ano no Congresso e está parado no Senado. Agora, por causa das eleições, não poderá ir à votação antes de 10 de outubro, tarde demais para os agricultores que plantam sementes geneticamente modificadas.
‘A lei precisa abrir o caminho para podermos trabalhar e competir com países do mundo todo. Neste momento, o importante é a liberação do plantio, mas a minha maior preocupação é ter uma legislação definitiva’, disse.
O arcebispo de SP, dom Claudio Hummes, fez um apelo ontem ao ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, para que a liberação das pesquisas com células-tronco embrionárias não seja incluída na MP.
O impasse deverá ser decidido semana que vem.
Fonte: O Globo
A decisão já foi tomada e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no momento, está consultando assessores e políticos para decidir se toda a Lei de Biossegurança será baixada por MP ou se a atual autorização para o uso de sementes geneticamente modificadas será simplesmente prorrogada por mais um ano.
Se valer a primeira opção, a pesquisa com células-tronco de embriões descartados será liberada a partir da próxima semana, junto com a autorização para o plantio de transgênicos.
‘O presidente está ouvindo políticos do Senado e da Câmara para ver qual será a melhor maneira de fazer isso’, disse Rodrigues, frisando que a MP tem que sair antes do início de outubro, quando começa o plantio da soja.
O uso de sementes transgênicas é regulamentado num dos capítulos do projeto da Lei de Biossegurança, que tramita há um ano no Congresso e está parado no Senado. Agora, por causa das eleições, não poderá ir à votação antes de 10 de outubro, tarde demais para os agricultores que plantam sementes geneticamente modificadas.
‘A lei precisa abrir o caminho para podermos trabalhar e competir com países do mundo todo. Neste momento, o importante é a liberação do plantio, mas a minha maior preocupação é ter uma legislação definitiva’, disse.
O arcebispo de SP, dom Claudio Hummes, fez um apelo ontem ao ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, para que a liberação das pesquisas com células-tronco embrionárias não seja incluída na MP.
O impasse deverá ser decidido semana que vem.
Fonte: O Globo
SETOR PET BRASILEIRO CRESCE SURPREENDETEMENTE
Única feira do setor no Brasil , a Pet South America cresceu 40% em relação ao ano anterior, tem fila de espera para essa edição e já tem reserva de espaço para 2005
O setor brasileiro de produtos e serviços voltados para pequenos animais (PET) vem crescendo surpreendentemente . Os últimos dados divulgados pela ANFAL - Associação Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais de Estimação – em setembro de 2004, prevêem para 2004 a produção de 1.375.000 toneladas de alimentos para animais de estimação, gerando um faturamento de US$ 1,3 bilhões de dólares – crescimento de cerca de 6% em relação ao ano passado. A exportação desse mesmo produto também bateu recorde: em 2003 foram enviadas para o mercado exterior 23 mil toneladas de ração e a previsão para até o final de 2004 é que esse número ultrapasse 34 mil toneladas.
Considerado o segundo país do mundo com maior população de animais de estimação, ainda conforme dados da ANFAL, o Brasil tem cerca de 27 milhões de cães e 11 milhões de gatos, 30 mil veterinários e oito mil pet shops espalhados pelo país.
Para reunir o setor e gerar novos negócios, acontece esta semana, entre os dias 29 de setembro e 1º de outubro, no Transamérica Expo Center, em São Paulo, 3ª Pet South America – maior evento da América Latina que traz as novidades em pet food, medicamentos, equipamentos veterinários, acessórios e centenas de outras inovações para profissionais da área e lojistas.
Em sua terceira edição, a feira ultrapassou todas as expectativas geradas . São 250 expositores que ocuparão 5.600 metros quadrados de área vendida – a feira está 40% maior do que no ano passado. Todo o espaço para exposição foi vendido, mas há 10 empresas na fila de espera ansiosas para participar desta edição do evento. Para 2005 já estão confirmadas a participação de quatro expositores: Organact, Ortovet, Biocom e Budog.
Organizada pela VNU Business Media Brasil, a Pet South America aguarda a visita de mais de 20 mil profissionais do setor, entre lojistas, veterinários, produtores e criadores, distribuidores, prestadores de serviços e importadores e exportadores.
DML / Atitude em Comunicação
Damaris lago, Miriam Matos, Carolina Perez
11 4229-0112 / 9141-2063
O setor brasileiro de produtos e serviços voltados para pequenos animais (PET) vem crescendo surpreendentemente . Os últimos dados divulgados pela ANFAL - Associação Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais de Estimação – em setembro de 2004, prevêem para 2004 a produção de 1.375.000 toneladas de alimentos para animais de estimação, gerando um faturamento de US$ 1,3 bilhões de dólares – crescimento de cerca de 6% em relação ao ano passado. A exportação desse mesmo produto também bateu recorde: em 2003 foram enviadas para o mercado exterior 23 mil toneladas de ração e a previsão para até o final de 2004 é que esse número ultrapasse 34 mil toneladas.
Considerado o segundo país do mundo com maior população de animais de estimação, ainda conforme dados da ANFAL, o Brasil tem cerca de 27 milhões de cães e 11 milhões de gatos, 30 mil veterinários e oito mil pet shops espalhados pelo país.
Para reunir o setor e gerar novos negócios, acontece esta semana, entre os dias 29 de setembro e 1º de outubro, no Transamérica Expo Center, em São Paulo, 3ª Pet South America – maior evento da América Latina que traz as novidades em pet food, medicamentos, equipamentos veterinários, acessórios e centenas de outras inovações para profissionais da área e lojistas.
Em sua terceira edição, a feira ultrapassou todas as expectativas geradas . São 250 expositores que ocuparão 5.600 metros quadrados de área vendida – a feira está 40% maior do que no ano passado. Todo o espaço para exposição foi vendido, mas há 10 empresas na fila de espera ansiosas para participar desta edição do evento. Para 2005 já estão confirmadas a participação de quatro expositores: Organact, Ortovet, Biocom e Budog.
Organizada pela VNU Business Media Brasil, a Pet South America aguarda a visita de mais de 20 mil profissionais do setor, entre lojistas, veterinários, produtores e criadores, distribuidores, prestadores de serviços e importadores e exportadores.
DML / Atitude em Comunicação
Damaris lago, Miriam Matos, Carolina Perez
11 4229-0112 / 9141-2063
INMET ALERTA PARA VENTOS FORTES E GRANIZO NO SUL DO PAÍS
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), vinculado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, alerta que a passagem de uma frente fria na região Sul do país pode provocar chuvas fortes e rajadas de ventos entre hoje (27/09) e a próxima quarta-feira (29/09).
Nos estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, poderá ocorrer queda de granizo em áreas isoladas. Segundo o meteorologista Francisco Alves do Nascimento, as condições meteorológicas serão favoráveis a essas ocorrências em razão do chamado contraste térmico provocado pela presença desta massa de ar frio na região.
No último dia 17 de setembro, o Inmet havia lançado outro alerta meteorológico para informar sobre a ocorrência de fortes ventos e pancadas de chuva em Santa Catarina e Rio Grande do Sul no início da semana passada.
- Mais informações em www.inmet.gov.br ou pelo fone (61) 344-7743
Fonte: MAPA
Nos estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, poderá ocorrer queda de granizo em áreas isoladas. Segundo o meteorologista Francisco Alves do Nascimento, as condições meteorológicas serão favoráveis a essas ocorrências em razão do chamado contraste térmico provocado pela presença desta massa de ar frio na região.
No último dia 17 de setembro, o Inmet havia lançado outro alerta meteorológico para informar sobre a ocorrência de fortes ventos e pancadas de chuva em Santa Catarina e Rio Grande do Sul no início da semana passada.
- Mais informações em www.inmet.gov.br ou pelo fone (61) 344-7743
Fonte: MAPA
BRASIL E CHINA BUSCAM INTERCÂMBIO DE RECURSOS GENÉTICOS E TECNOLOGIA
Uma comitiva chinesa da Academia Chinesa de Ciências Agrárias (CAAS) visita, entre hoje (27/09) e a próxima quinta-feira (30/09), a unidade Recursos Genéticos e Biotecnologia da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, em Brasília (DF). O objetivo é discutir detalhes do programa de cooperação em recursos genéticos, além de outras possibilidades de intercâmbio e transferência de tecnologias entre Brasil e China. A missão é composta por Mei Tao, chefe da Divisão de Plantas da CAAS; Ruzhen Chang, pesquisador de soja; e Liqing Wei, professora associada da Divisão de Pesquisa.
A vinda da comitiva chinesa ao Brasil é um desdobramento da visita da missão da Embrapa à China, em maio, quando foi assinado um termo de cooperação técnica e científica entre as duas instituições e definido um plano de trabalho para os próximos três anos. Na Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, as discussões estarão centradas nos temas intercâmbio de recursos genéticos e cooperação na área biotecnológica.
Genética - A primeira atividade realizada a partir da cooperação técnica entre Brasil e China foi a troca de listas de materiais genéticos que podem ser intercambiados entre os dois países. Essa troca foi efetuada durante a visita do chefe-geral da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, José Manuel Cabral, ao Institute of Crop Sciences de Pequim, entre 31 de agosto e 3 de setembro. A lista de materiais disponíveis para intercâmbio proposta pelo Brasil é constituída de 1.607 acessos de recursos genéticos, distribuídos por 12 diferentes espécies, incluindo abacaxi, amendoim, algodão, milho, arroz, trigo, melão, soja, feijão, pimenta, etc. A lista chinesa tem 1.500 acessos de 17 diferentes espécies e, além das culturas da lista brasileira, tem também cevada, tomate, alface, repolho, feijão caupí, pepino, repolho chinês, mostarda, sorgo e milheto.
A missão chinesa discutirá os detalhes técnicos desse intercâmbio, além de futuras linhas de cooperação na área biotecnológica. Segundo Cabral, os chineses têm interesse especial em soja e arroz de sequeiro em terras altas e o Brasil está mais centrado em soja, arroz híbrido, trigo e hortaliças.
Essa é a quinta unidade de pesquisa da Embrapa a ser visitada pela comitiva da CAAS. Eles já estiveram na Embrapa Soja, em Londrina (PR); Embrapa Arroz e Feijão, em Santo Antônio de Goiás (GO); Embrapa Trigo, em Passo Fundo (RS); e a Embrapa Amazônia Ocidental, em Manaus (AM). Em Brasília, os cientistas chineses também visitarão a Embrapa Hortaliças.
Fonte: MAPA
A vinda da comitiva chinesa ao Brasil é um desdobramento da visita da missão da Embrapa à China, em maio, quando foi assinado um termo de cooperação técnica e científica entre as duas instituições e definido um plano de trabalho para os próximos três anos. Na Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, as discussões estarão centradas nos temas intercâmbio de recursos genéticos e cooperação na área biotecnológica.
Genética - A primeira atividade realizada a partir da cooperação técnica entre Brasil e China foi a troca de listas de materiais genéticos que podem ser intercambiados entre os dois países. Essa troca foi efetuada durante a visita do chefe-geral da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, José Manuel Cabral, ao Institute of Crop Sciences de Pequim, entre 31 de agosto e 3 de setembro. A lista de materiais disponíveis para intercâmbio proposta pelo Brasil é constituída de 1.607 acessos de recursos genéticos, distribuídos por 12 diferentes espécies, incluindo abacaxi, amendoim, algodão, milho, arroz, trigo, melão, soja, feijão, pimenta, etc. A lista chinesa tem 1.500 acessos de 17 diferentes espécies e, além das culturas da lista brasileira, tem também cevada, tomate, alface, repolho, feijão caupí, pepino, repolho chinês, mostarda, sorgo e milheto.
A missão chinesa discutirá os detalhes técnicos desse intercâmbio, além de futuras linhas de cooperação na área biotecnológica. Segundo Cabral, os chineses têm interesse especial em soja e arroz de sequeiro em terras altas e o Brasil está mais centrado em soja, arroz híbrido, trigo e hortaliças.
Essa é a quinta unidade de pesquisa da Embrapa a ser visitada pela comitiva da CAAS. Eles já estiveram na Embrapa Soja, em Londrina (PR); Embrapa Arroz e Feijão, em Santo Antônio de Goiás (GO); Embrapa Trigo, em Passo Fundo (RS); e a Embrapa Amazônia Ocidental, em Manaus (AM). Em Brasília, os cientistas chineses também visitarão a Embrapa Hortaliças.
Fonte: MAPA
ESPECIALISTAS APROFUNDAM PESQUISAS SOBRE A AMAZÔNIA
Durante três dias, entre amanhã (28/09) e a próxima quinta-feira (30/09), especialistas e pesquisadores de prestígio internacional discutem, em Rio Branco (AC), questões relativas à ciência e tecnologia, experiências e resultados concretos na Amazônia, exploração florestal, genética, ecologia, mercado e organização comunitária. A programação é parte do seminário Manejo Florestal para Pequenas Propriedades: a Experiência do Projeto de Colonização Pedro Peixoto.
O seminário será uma oportunidade para sintetizar a experiência acumulada no projeto de assentamento Pedro Peixoto, onde 25 produtores estão envolvidos com manejo florestal comunitário há quase 10 anos sob orientação de pesquisadores da Embrapa Acre.
O modelo desenvolvido no local tornou-se referência para o Estado e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) já manifestou interesse em adotá-lo em projetos de assentamentos florestais na Amazônia. Pedro Peixoto foi um dos primeiros trabalhos de manejo articulado com produtores rurais que, tradicionalmente, viam a floresta como um entrave ao desenvolvimento da propriedade.
Entre os pesquisadores de maior expressão, está Milton Kanashiro, da unidade Amazônia Oriental da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Kanashiro é líder do Projeto Dendrogene, que busca os pontos de equilíbrio ente o uso e conservação da floresta e a exploração madeireira, geradora de 600 mil empregos e R$ 3 bilhões de renda ao Brasil. O projeto desenvolve meios de avaliar os impactos da exploração florestal sobre a biodiversidade. Trata dos impactos sobre a capacidade da floresta de se regenerar e garantir, por meio de processos de reprodução, a continuidade das diferentes espécies. O Dendrogene conquistou o Prêmio Ford de Conservação Ambiental 2003 e o Super Ecologia 2004, concedido pela revista Super Interessante.
O seminário é uma iniciativa da Embrapa Acre, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), Pro-Manejo e Associação dos Produtores Rurais em Manejo Florestal e Agricultura (Apruma). O encontro conta com patrocínio da KfW Group e apoio do Sebrae e Governo do Estado do Acre.
- A programação completa pode ser vista em www.cpafac.embrapa.br.
Fonte: MAPA
O seminário será uma oportunidade para sintetizar a experiência acumulada no projeto de assentamento Pedro Peixoto, onde 25 produtores estão envolvidos com manejo florestal comunitário há quase 10 anos sob orientação de pesquisadores da Embrapa Acre.
O modelo desenvolvido no local tornou-se referência para o Estado e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) já manifestou interesse em adotá-lo em projetos de assentamentos florestais na Amazônia. Pedro Peixoto foi um dos primeiros trabalhos de manejo articulado com produtores rurais que, tradicionalmente, viam a floresta como um entrave ao desenvolvimento da propriedade.
Entre os pesquisadores de maior expressão, está Milton Kanashiro, da unidade Amazônia Oriental da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Kanashiro é líder do Projeto Dendrogene, que busca os pontos de equilíbrio ente o uso e conservação da floresta e a exploração madeireira, geradora de 600 mil empregos e R$ 3 bilhões de renda ao Brasil. O projeto desenvolve meios de avaliar os impactos da exploração florestal sobre a biodiversidade. Trata dos impactos sobre a capacidade da floresta de se regenerar e garantir, por meio de processos de reprodução, a continuidade das diferentes espécies. O Dendrogene conquistou o Prêmio Ford de Conservação Ambiental 2003 e o Super Ecologia 2004, concedido pela revista Super Interessante.
O seminário é uma iniciativa da Embrapa Acre, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), Pro-Manejo e Associação dos Produtores Rurais em Manejo Florestal e Agricultura (Apruma). O encontro conta com patrocínio da KfW Group e apoio do Sebrae e Governo do Estado do Acre.
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