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quinta-feira, maio 27, 2004

Feicorte terá aulas gratuitas de culinária com receitas exclusivas de carne bovina

Os amantes da boa carne não podem perder a cozinha Prazeres da Mesa com Carne, na Feira Internacional da Cadeia Produtiva de Carne (Feicorte), entre 15 e 18 de junho, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo.
Durante quatro dias, alguns dos mais conceituados chefs de restaurantes paulistanos oferecerão aulas de culinária gratuitas para os amantes da carne na maior exposição da pecuária indoor do Brasil. Participam da iniciativa oito chefs de alguns dos endereços de culinária mais tradicionais e disputados de São Paulo. Eles se revezarão na cozinha para mostrar aos “alunos” os segredos de elaborar pratos diferenciados e exclusivos. As aulas terão duração média de 2 horas e serão seguidas por degustação dos pratos elaborados.
A cozinha Prazeres da Mesa com Carne é uma parceria do Serviço de Informação da Carne (SIC), com a revista Prazeres da Mesa, a Todeschini (cozinha), a Eletrolux (eletrodomésticos) e o Frigorífico Marfrig (carne).
As inscrições são limitadas. Ligue para (11) 3814-0030 ou entre em contato pelo e-mail cozinha@prazeresdamesa.com.br

Texto Assessoria de Comunicações (tel. 11 3675-1818)
Jornalista Responsável: Altair Albuquerque (MTb 17.291)

AveSui 2004 : Grupo Kepler Weber lança nova família de moinhos e misturadores

O Grupo Kepler Weber aproveita a AveSui 2004 para fazer o lançamento de duas novas linhas de produtos: os misturadores rápidos, do tipo agitadores de pás, série Velomix, e a nova geração dos moinhos martelos, série Flexmill.

Projetados e desenvolvidos pelo departamento de Engenharia da Kepler Weber, as novas famílias de produtos respondem às exigências do mercado que cresce na produção de alimentos balanceados. Os produtos correspondem às especificações sanitárias e agregam inovações tecnológicas que garantem maior eficiência, com baixo custo operacional e de manutenção.
A linha Velomix de misturadores de pás foi projetada para misturar uma extensa gama de fórmulas utilizadas em indústrias alimentícias, químicas, farmacêuticas, e outras. É versátil porque pode ser utilizado na produção de premix e/ou concentrados, rações, mistura de produtos semi-acabados e adição de líquidos e aditivos no produto final. Além disto, atende a mudanças nas demandas de mercado e ao crescimento na produção de alimentos balanceados, aliadas ao aumento do rigor sanitário.
A nova família Velomix apresenta modelos com capacidades volumétricas de 1.000 a 10.000 litros, ou acima, conforme a especificação dos produtos em relação ao sistema de mistura. As potências também são variáveis de 7,5 kW até uma combinação de dois motores de 45 kW, com motoredutores de eixos paralelos. Entre as vantagens estão a garantia de uma ótima eficiência com alta velocidade de mistura, redução de 90 segundos para obter homogeneidade de mistura, mínimo de fricção e sem amassamento ou redução de tamanho de mistura. O misturador também pode ser equipado com dispositivos de adição de líquidos e células de carga e quando é descarregado, é mínima a quantidade de resíduos no seu interior.

Série Flexmill
Os moinhos martelos, máquinas largamente empregadas para processos de trituração dos diversos produtos que compõem as formulações de rações para animais e humanos, são muito utilizados em fábricas de cerveja, extratoras de óleo de cereais, indústrias farmacêuticas, entre outras. A nova geração chega ao mercado com capacidade de 12,5 a 50 t/h, ou acima, conforme a especificação dos produtos em relação ao sistema de moagem. As potências instaladas também variam de 55 a 300 kW, com motores de quatro pólos.
Vem com um dispositivo chamado rotor blindado que protege contra o pó e diminui em grande escala a geração de turbulências internas do ar. Com isso, a capacidade de moagem é ampliada, pois os produtos fluem com maior regularidade no interior da câmara de moagem. Um alimentador bidirecional proporciona o melhor fluxo e forma de alimentação do moinho, evitando assim expressivas oscilações na corrente do motor que é adaptado através de uma base única projetada na carcaça do moinho .
A linha Flexmill tem menor nível de ruído e vibração e permite aumento da área de moagem devido a eficiente ação dos martelos circundantes em relação às peneiras. O equipamento tem disponibilidade de trocas rápidas de peneiras e baixíssima transmissão de vibrações para a base devido ao uso de amortecedores oscilantes e independentes. A nova série também conta com portas deslizantes de ótimo manejo e acesso à câmara de moagem e permite a instalação do moinho em espaços físicos reduzidos.

Escritório de Comunicação
Fax: (51-33886846)

MAPA DIVULGA NOVO ALERTA DE GEADA NO PARANÁ

A Rede Nacional de Agrometeorologia, coordenada pela Comissão Especial de Recursos (CER/Proagro) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, disparou hoje um novo alerta de geada no Paraná. Os municípios de Ivaiporã e Assis Chateaubriant serão atingidos por geada de baixada (de até 6 graus no abrigo) de hoje (26/05) até sábado (29/05).
O secretário-executivo da CER/Proagro, Luiz Antônio Rossetti, ressaltou que o alerta é necessário para que os produtores de café da região atingida adotem medidas que minimizem os efeitos da geada nas lavouras. Rossetti lembrou que no ano de 2002, alerta semelhante divulgado pelo Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) conseguiu evitar a perda de 14 mil hectares de café no Estado.
A partir da divulgação dos alertas, as empresas de assistência técnica regionais orientam os agricultores sobre as medidas a serem tomadas para evitar prejuízos. Além de disparar os avisos, a Rede Nacional está equipada para fazer o monitoramento dos empreendimentos rurais amparados pelo Proagro (seguro agrícola oficial), com cruzamento de dados que permitam averiguar se os pedidos de cobertura coincidem com o número de contratos assinados pelos produtores e passíveis de perdas por problemas climáticos.
A Rede recebe diariamente dez imagens de satélite e tem os dados das suas estações meteorológicas atualizados duas vezes por dia. Ela é resultado de uma parceria entre os diversos centros de pesquisa agrometeorológicos brasileiros, entre os quais, além do Iapar, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), unidades da Embrapa, Universidade de Campinas (Unicamp) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri).

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL – DIVISÃO DE IMPRENSA
FONES (61) 218-2203/2204/2205 - FAX: 322-2880

MAPA DÁ NOVO PRAZO PARA CADASTRAMENTO NO SISBOV

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento decidiu adotar uma tolerância de 60 dias para o cadastramento, na base de dados do Sisbov, mantendo a exigência da quarentena de 40 dias, para os produtores rurais que, até às 14 horas de hoje (26/05), estavam cadastrados, assim como suas propriedades e que haviam obtido a numeração dos animais para a confecção dos brincos de identificação. Segundo a coordenadora do Sisbov, Denise Euclydes Mariano da Costa, esta excepcionalidade foi tomada em virtude da crescente demanda por certificação, já que a partir do dia 31 próximo será exigida uma quarentena de 90 dias para o abate com destino à exportação.
Denise explica que nos dois últimos meses a demanda por certificação aumentou mais de 400% e as empresas produtoras de brincos, que antes vinham atendendo aos pedidos em 10 dias, agora necessitam de pelo menos 30 dias. O atendimento dessa demanda será normalizado dentro de um mês conforme acordo firmado ontem numa reunião entre técnicos do MAPA e representantes das 8 indústrias de brincos e das 34 certificadoras credenciadas.
A partir de 31 de maio, será exigida a quarentena de 90 dias para o abate com destino à exportação, prazo que aumentará para 180 dias a partir de 30 de novembro de 2004 e 365 dias em 31 de maio de 2005. Já em dezembro de 2005, todos os animais dos 15 estados pertencentes à zona livre de febre aftosa deverão estar cadastrados no SISBOV.

Rotulagem desperta no mercado a necessidade do uso de testes quantitativos para a identificação de transgênicos

A necessidade de identificar a porcentagem de transgenia nos produtos movimenta empresas líderes no mercado. A GeneScan do Brasil disponibiliza um laboratório com tecnologia alemã para atender essa demanda. Já a Gehaka registra um aumento de 50% na procura de testes Elisa.
Com a liberação do plantio e comercialização da Soja Round Up Ready no Brasil e o rigor das legislações de rotulagem e rastreabilidade de organismos geneticamente modificados (OGMs), verificou-se o aumento significativo dos testes quantitativos para identificar a porcentagem de transgenia em alimentos industrializados. A GeneScan do Brasil, subsidiária da GeneScan Europe AG, disponibiliza um laboratório com tecnologia alemã para atender a demanda do setor. A Gehaka, representante exclusiva no Brasil da norte-americana SDI, única fabricante de anticorpos para os kits imunocromatográficos, registra um aumento de 50% na procura pelo teste Elisa, ideal para esse objetivo.
“Por ter uma metodologia de grande aplicação nos estágios iniciais da cadeia da soja, o Elisa permite que lotes de grãos identificados como positivos por meio de análises feitas com tiras qualitativas (testes Traits sensíveis a 0,1%) ainda possam ser quantificados com conteúdo abaixo do limiar de rotulagem de 0,9% para cadeias de exportação e 1% para o mercado interno”, afirma Pablo Molloy, gerente de projetos da GeneScan do Brasil.
“As análises de quantificação PCR (Reação em Cadeia da Polimerase) são mais caras que a quantificação por Elisa. Por isso, a demanda desses testes tende a aumentar ainda mais”, prevê a gerente da divisão de microbiologia da Gehaka, Fabiola Franco. Tantos os testes Elisa da Gehaka, como os PCR da GeneScan são quantitativos. O grande diferencial, além do método analítico em si, está no setor de atuação e nos produtos que são identificados. Para os produtores e as certificadoras o ideal é o teste Elisa por serem mais fáceis de manipular e por ter um custo reduzido. Já a indústria de alimentos e ingredientes, que precisam documentar a quantidade de transgenia dos produtos industrializados, o mais adequado é a análise de PCR em laboratório .
Segundo Molloy, já é grande a demanda pelo Elisa no laboratório da GeneScan de New Orleans, nos Estados Unidos. “Lá a soja GM é plantada há vários anos e a segregação de armazenagem é bastante praticada. Cerca de 800 a 1000 amostras são analisadas por mês. Como o Brasil e os EUA são dois grandes produtores de soja, acredito que cada vez mais essa demanda se torne crescente nos territórios brasileiros”.
Empresas que antes usavam testes de 10 em 10 caminhões irão aumentar a freqüência para garantir a qualidade da safra. “Desde 1999, a Gehaka já comercializou mais de 1,3 milhão de testes de identificação de transgênicos em geral. O Paraná foi o Estado que mais consumiu testes no ano passado, sendo o responsável por cerca de 24% das vendas da empresa. Em segundo lugar ficou o Rio Grande do Sul com 19%, Goiás com 15%, Mato Grosso com 11%, São Paulo e Bahia responsáveis por 9%, Mato Gross do Sul com 7%, Minas Gerais com 4% e Santa Catarina com 3%”, finaliza Fabiola.

Fran Press Assessoria de Imprensa – (11) 3064 4575
Luciane Polisel – 27.984

CeCafé faz parceria com empresa espanhola em programa de responsabilidade social

O Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil) acaba de firmar uma parceria com a Icona Café, uma das maiores importadoras do produto brasileiro no mundo, para implementar um projeto de inclusão digital de adolescentes em regiões cafeeiras. É o primeiro de uma série de acordos que a entidade pretende fazer nessa área.
No projeto todo, que o CeCafé planeja desenvolver com outras empresas do setor, serão beneficiadas entre 1.500 e 2.000 jovens do ensino fundamental, em um primeiro momento..
O programa é parte da estratégia da entidade de estimular e investir em projetos de responsabilidade social que, ao mesmo tempo, representam um diferencial a mais para os cafés brasileiros em relação aos concorrentes.
“Não se trata de um modismo, mas de uma política da qual não há saída. No exterior há algum tempo se questiona a procedência do café oferecido. Sociedades maduras, com maioria de população com nível de ensino superior e altos índices de qualidade de vida, estão exigindo produtos enquadrados nos quesitos de responsabilidade, que passam pelo seu cultivo e por uma atuação social que busque a sustentabilidade econômica e do ambiente em que vivem os cidadãos” afirma Guilherme Braga, diretor-geral do Cecafé..
Segundo ele, esse consumidor está atento para o senso de responsabilidade das empresas. A longo prazo, o fornecedor que não estiver engajado em atitudes sustentáveis estará fora do mercado.
O consumo do chamado café sustentável, produzido de acordo com padrões éticos, ambientais e sociais, já é uma tendência. Gigantes como Procter & Gamble, Sara Lee e até as cafeterias do edifício-sede da ONU começaram a investir no segmento.
O Cecafé também irá manter, esse ano, o plano de atividades desenvolvido em conjunto com a Junior Achievement para levar conceitos de empreendedorismo com o programa Miniempresa. No ano passado, dezenas de adolescentes conheceram o mundo dos negócios através da operação de uma empresa.
A entidade trabalha na elaboração de um selo de responsabilidade social e sustentabilidade, que será conferido às empresas ligada ao Cecafé atentas a esses conceitos. Além disso, já estão prontas algumas linhas de um código de ética que norteará a atuação dos associados.


Mais informações na Communicação Assessoria Empresarial:
Telefone: (11) 3285-5410
Graziele do Val

Parcerias entre empresas e instituições de pesquisas proporcionam avanços na alimentação e saúde animal

Os novos desafios da produção animal – entendidos como a oferta de alimentos saudáveis, seguros e de qualidade, que respeitam o bem-estar animal e não deixam resíduos químicos – exigem novos posicionamentos dos organismos ligados às pesquisas, sejam públicos ou privados. Nunca a união de esforços foi tão importante para alcançar o objetivo supremo, que é colocar à mesa das pessoas alimentos que não apenas suprem as necessidades diárias, mas também colaboram para defender o organismo contra inimigos indesejáveis.
“O momento é de parceria”, indica o bioquímico irlandês Pearse Lyons, presidente da Alltech, empresa de soluções naturais para alimentação e saúde animal, que promove em Lexington (EUA) o 20o Simpósio Anual da Indústria de Alimentação, evento que reúne 1.300 especialistas em nutrição de mais de 70 países. Lyons refere-se à união de esforços entre os pesquisadores das indústrias e das empresas. E ele não apenas defende essa parceria como a pratica. O simpósio da Alltech contou com cerca de 80 palestras envolvendo os avanços na saúde e alimentação de aves, suínos, bovinos (corte e leite), cães e gatos, peixes e eqüinos, além da agronomia e das ciências biológicas. E essas palestras foram apresentadas por especialistas de universidades e instituições de pesquisas de várias partes do mundo, como Estados Unidos, Canadá, França, Espanha, Grã-Bretanha, Dinamarca, Alemanha, Itália, Turquia, Áustria, África do Sul, Argentina e até do Brasil, como a professora Flavia Borges, da Universidade Federal de Lavras (MG), que apresentou resultados de experimentos com minerais orgânicos na alimentação de pequenos animais.
Mais do que isso, a Alltech reconhece os benefícios dessa aliança com as universidades e trabalha com diversas instituições espalhadas pelo planeta. Além disso, a empresa possui três Centros de Biociências (Estados Unidos, Irlanda, China), onde desenvolve estudos em parceria com instituições de ensino e pesquisa em busca de produtos inovadores, tendo como parâmetro a nova biotecnologia aplicada à alimentação animal. O Brasil pode ser a próxima nação a receber um centro de biociências da Alltech, para desenvolver aqui produtos voltados para os países tropicais.
A Alltech utiliza o simpósio anual que promove, nos Estados Unidos, também para valorizar o trabalho dos pesquisadores. Neste ano, a empresa ofereceu a medalha de excelência ao professor Charles Maxwell, da Universidade de Arkansas (USA). “É por meio das incontáveis pesquisas que encontramos os insumos que estão revolucionando a produção animal. São enzimas, leveduras e minerais orgânicos já amplamente utilizados em todo o mundo para contribuir naturalmente com ganho de produtividade dos animais e com a proteção contra enfermidades. Cada vez mais essas soluções fazem parte da realidade da indústria de alimentação. Além de seus benefícios econômicos, não deixam resíduos nos alimentos e respeitam o meio ambiente, atendendo as atuais exigências dos consumidores”, completa Pearse Lyons.

Texto Assessoria de Comunicações (tel. 11 3675-1818)
Jornalista Responsável: Altair Albuquerque (MTb 17.291)

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